EM BAURU 300 POLICIAIS CIVIS SE REÚNEM PARA A GREVE…E COM O APOIO DA POLÍCIA MILITAR ATRAVÉS DO DEPUTADO "MAJOR OLÍMPIO" 1

07/08/2008
300 policiais civis se reúnem para greve
Policiais da região de Bauru se encontraram ontem na OAB para os preparativos da paralisação a partir do dia 13
Luciana La Fortezza
Cerca de 300 pessoas lotaram, ontem à noite, o auditório da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), subseção Bauru, durante reunião realizada para discutir a greve da Polícia Civil no Estado de São Paulo. Regional, o encontro trouxe gente de municípios próximos como Jaú, Pederneiras, Piratininga, Avaré, Botucatu, Lins, Marília, Garça, Cafelândia e Birigüi.

Sentados ou em pé pelos corredores, estavam presentes associados e representantes de entidades como o Sindicato dos Investigadores de Polícia do Estado de São Paulo (Sipesp), a Associação dos Escrivães de Polícia do Estado de São Paulo (Aepesp), a Associação dos Investigadores do Estado de São Paulo (Aipesp) e Sindicato dos Delegados de Polícia do Estado de São Paulo (Adpesp).

Juntas, as entidades reiteraram disposição para iniciar a paralisação a partir da zero hora da próxima quarta-feira. Até porque, ontem, o secretário estadual de Gestão Pública, Sidney Beraldo não apresentou qualquer proposta que pudesse reverter a situação. “Apenas foi dada satisfação de que há esforço e dedicação da administração para o projeto de reestruturação da Polícia Civil. Vamos à greve”, reiterou o presidente do Sipesp, João Batista Rebouças.

Ontem, antes de vir a Bauru, ele participou do encontro com o secretário. Também esteve na cidade para a reunião regional o deputado Olímpio Gomes, conhecido como Major Olímpio. De acordo com ele, a mobilização observada em Bauru é semelhante em outras regiões, como Campinas e São José dos Campos, por exemplo. No entanto, ele espera que o governo do Estado tenha sensibilidade para evitar que resulte em paralisação.

Caso seja deflagrada, os danos sociais seriam grandes, já que existe uma sensação geral de insegurança. “Imagine nessa situação?”, questiona ele.

Polícia Militar

De acordo com o deputado Major Olímpio, como os policiais militares constitucionalmente estão impedidos de entrar em greve, muitos devem participar indiretamente.

“Nós não precisamos parar. Vamos apenas cumprir o que está na lei, porque não é competência da PM se deslocar com indivíduo que é preso para fazer legitimação. Só que a Polícia Civil não tem viatura, estrutura e gente para fazer isso. Nós fazemos. Para fazer constatação de drogas, atendimento social”, acrescenta. Ao cumprir apenas o que está previsto na Constituição, o policial militar contribuiria com o movimento, já que faz muito além de suas atribuições, diz.

“Se nós pararmos com a extorsão cívica, que é ficar mendigando para a comunidade peça de automóvel ou recurso para o funcionamento dos quartéis, não andam”, critica. Na opinião de Major Olímpio, o movimento está muito mais forte que o imaginado, tanto pelas entidades quanto pelo Estado. “O governo tem absoluta certeza de que nós estamos blefando. Não estamos”, conclui.

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Publicidade vetada

Um filme publicitário elaborado pelas entidades de classe para mostrar a situação da Polícia Civil paulista foi proibido de ser exibido. O objetivo da campanha era comunicar a população sobre a penúria em que vivem os policiais paulistas e a indiferença do governo do Estado.

O comercial chegou a ser veiculado sexta-feira e sábado últimos. Mas foi proibido quando seria inserido no intervalo do Jornal Nacional. Segundo a Adpesp, o desembargador Ricardo Dip, ao atender requerimento do governo do Estado de São Paulo, concedeu liminar proibindo a veiculação do filme.

Por meio da Procuradoria Geral do Estado, o governo entrou com a medida na Fazenda Pública do Estado, que indeferiu o pedido. Não satisfeito, recorreu então ao Plantão do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo, onde teve sua solicitação acatada.

JURANDIR CORREIA SANT’ANNA – um dos braços do DESGUALDO – É CONTRA A GREVE…QUAL SERÁ "O VÍCIO DE TRABALHO" DO ATUAL SECCIONAL DE GUARULHOS?

Desde que assumiu o comando da Delegacia Seccional de Polícia de Guarulhos, o delegado Jurandir Correia de SantAnna, 54, tem deixado os policiais sob alerta
A dúvida surge em relação a conhecida “dança das cadeiras”. Na última sexta-feira, mais familiarizado com a cidade, Jurandir recebeu o Guarulhos Hoje para falar sobre greve, estatísticas, trabalho conjunto e mudanças na Polícia local.
Jurandir Correia entrou para a Polícia Civil em 1976, como agente de comunicações, trabalhando em distritos policiais principalmente na zona leste da capital. Mas só em 1985, após concurso público passou a delegado, trabalhando quase sempre em DPs na zona leste. A mudança não parou e, em 1987, foi para a Delegacia de Homicídios e de Proteção a Pessoa (DHPP).
Lá, ele começou como delegado-assistente da equipe “F”. Ele chegou a dirigir o próprio DHPP e, em 1999, passou a assistente do delegado-geral da Polícia Civil. Em seguida, assumiu a 5ª Delegacia Seccional de Polícia na zona leste e no ano passado, foi empossado titular da Seccional de Carapicuíba, até ser nomeado primeiro delegado de Polícia de Guarulhos.
Guarulhos Hoje – Qual seria a sua posição caso a greve eclodisse hoje e o senhor soubesse que pelo quatro dos nove distritos policiais aderiram a manifestação?
Jurandir Correia – Eu sou contra a greve e acredito que o principal prejudicado seria a população. Mas veja bem: sou contra porque acredito que o diálogo é o melhor caminho para chegarmos a consenso. Sou membro-fundador do Sindicato dos Delegados de Polícia desde 1988 e, por isso, acredito que todos devemos reivindicar, mas a polícia não pode fazer isto por ser um trabalho essencial à sociedade.
O que, então poderia acontecer com um policial que aderisse à greve?
Cada caso deverá ser analisado individualmente, mas não podemos deixar de cumprir o que a lei determina.

Na última quinta-feira a Secretaria de Segurança Pública divulgou dados estatísticos em relação ao primeiro semestre deste ano. Guarulhos apresenta um quadro em que o número de homicídios caiu, enquanto os casos de furto e de roubo aumentaram sensivelmente…
Sim, eu vi isto. Recebi os dados do dr. Luis Alberto de Souza Ferreira [ex-titular da Seccional] e vejo que ele manteve o quadro num bom patamar. Agora, praticamente todos têm como maior preocupação serem assaltados a qualquer momento e em qualquer lugar.
E o que a Delegacia Seccional de Guarulhos planeja para conter este avanço de furtos e roubos?
Já solicitei um mapeamento para identificarmos as principais áreas afetadas nestas duas modalidades criminais. Depois disso, atuaremos nela com blitze. Também pedi um levantamento de mandados de prisão para conhecer também quais são os bandidos que atuam nestas áreas.
E com relação a trabalho conjunto com a PM?
Pretendemos trabalhar juntos. Na próxima semana já deverei me reunir com o comando da Companhia de Policiamento de Área 7 [CPA/M7] para começarmos este trabalho. Também trabalharemos juntamente com a Prefeitura [Guarda Civil Municipal], pois ninguém consegue viver ou trabalhar sozinho.
Por fim, normalmente quando um posto é assumido por um novo comando, geralmente o efetivo fica imaginando quais os tipos de mudanças podem acontecer, pois sabemos que normalmente não se monta uma equipe de trabalho e afinada em apenas uma semana, embora uma ou outra possa apresentar um vício de trabalho.
A princípio iremos avaliar as condições de cada delegacia e do que temos disponível. Enfim, avaliaremos a situação de cada DP. Sei que é um temor imaginar numa mudança, principalmente quando uma equipe trabalha afinadamente. Haverá uma ou outra mudança, mas nada assim radical. Apenas o necessário.

_____________________________________

O nobre colega – também classe especial meteoricamente – quando modesto Delegado em início de carreira parece ter sido um dos fundadores do Sindicato dos Delegados de Polícia.

Hoje – bem remunerado – como todo burguês reacionário se diz contrário a greve.

Aliás, todo patrão é!

Espero que o digno colega, também, seja contrário aos acertamentos com contraventores e criminosos em geral.

JURANDIR CORREIA SANT’ANNA – um dos braços do DESGUALDO – É CONTRA A GREVE…QUAL SERÁ "O VÍCIO DE TRABALHO" DO ATUAL SECCIONAL DE GUARULHOS? 2

Desde que assumiu o comando da Delegacia Seccional de Polícia de Guarulhos, o delegado Jurandir Correia de SantAnna, 54, tem deixado os policiais sob alerta
A dúvida surge em relação a conhecida “dança das cadeiras”. Na última sexta-feira, mais familiarizado com a cidade, Jurandir recebeu o Guarulhos Hoje para falar sobre greve, estatísticas, trabalho conjunto e mudanças na Polícia local.
Jurandir Correia entrou para a Polícia Civil em 1976, como agente de comunicações, trabalhando em distritos policiais principalmente na zona leste da capital. Mas só em 1985, após concurso público passou a delegado, trabalhando quase sempre em DPs na zona leste. A mudança não parou e, em 1987, foi para a Delegacia de Homicídios e de Proteção a Pessoa (DHPP).
Lá, ele começou como delegado-assistente da equipe “F”. Ele chegou a dirigir o próprio DHPP e, em 1999, passou a assistente do delegado-geral da Polícia Civil. Em seguida, assumiu a 5ª Delegacia Seccional de Polícia na zona leste e no ano passado, foi empossado titular da Seccional de Carapicuíba, até ser nomeado primeiro delegado de Polícia de Guarulhos.
Guarulhos Hoje – Qual seria a sua posição caso a greve eclodisse hoje e o senhor soubesse que pelo quatro dos nove distritos policiais aderiram a manifestação?
Jurandir Correia – Eu sou contra a greve e acredito que o principal prejudicado seria a população. Mas veja bem: sou contra porque acredito que o diálogo é o melhor caminho para chegarmos a consenso. Sou membro-fundador do Sindicato dos Delegados de Polícia desde 1988 e, por isso, acredito que todos devemos reivindicar, mas a polícia não pode fazer isto por ser um trabalho essencial à sociedade.
O que, então poderia acontecer com um policial que aderisse à greve?
Cada caso deverá ser analisado individualmente, mas não podemos deixar de cumprir o que a lei determina.

Na última quinta-feira a Secretaria de Segurança Pública divulgou dados estatísticos em relação ao primeiro semestre deste ano. Guarulhos apresenta um quadro em que o número de homicídios caiu, enquanto os casos de furto e de roubo aumentaram sensivelmente…
Sim, eu vi isto. Recebi os dados do dr. Luis Alberto de Souza Ferreira [ex-titular da Seccional] e vejo que ele manteve o quadro num bom patamar. Agora, praticamente todos têm como maior preocupação serem assaltados a qualquer momento e em qualquer lugar.
E o que a Delegacia Seccional de Guarulhos planeja para conter este avanço de furtos e roubos?
Já solicitei um mapeamento para identificarmos as principais áreas afetadas nestas duas modalidades criminais. Depois disso, atuaremos nela com blitze. Também pedi um levantamento de mandados de prisão para conhecer também quais são os bandidos que atuam nestas áreas.
E com relação a trabalho conjunto com a PM?
Pretendemos trabalhar juntos. Na próxima semana já deverei me reunir com o comando da Companhia de Policiamento de Área 7 [CPA/M7] para começarmos este trabalho. Também trabalharemos juntamente com a Prefeitura [Guarda Civil Municipal], pois ninguém consegue viver ou trabalhar sozinho.
Por fim, normalmente quando um posto é assumido por um novo comando, geralmente o efetivo fica imaginando quais os tipos de mudanças podem acontecer, pois sabemos que normalmente não se monta uma equipe de trabalho e afinada em apenas uma semana, embora uma ou outra possa apresentar um vício de trabalho.
A princípio iremos avaliar as condições de cada delegacia e do que temos disponível. Enfim, avaliaremos a situação de cada DP. Sei que é um temor imaginar numa mudança, principalmente quando uma equipe trabalha afinadamente. Haverá uma ou outra mudança, mas nada assim radical. Apenas o necessário.

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O nobre colega – também classe especial meteoricamente – quando modesto Delegado em início de carreira parece ter sido um dos fundadores do Sindicato dos Delegados de Polícia.

Hoje – bem remunerado – como todo burguês reacionário se diz contrário a greve.

Aliás, todo patrão é!

Espero que o digno colega, também, seja contrário aos acertamentos com contraventores e criminosos em geral.

JURANDIR CORREIA SANT’ANNA – um dos braços do DESGUALDO – É CONTRA A GREVE…QUAL SERÁ "O VÍCIO DE TRABALHO" DO ATUAL SECCIONAL DE GUARULHOS? 7

Desde que assumiu o comando da Delegacia Seccional de Polícia de Guarulhos, o delegado Jurandir Correia de SantAnna, 54, tem deixado os policiais sob alerta
A dúvida surge em relação a conhecida “dança das cadeiras”. Na última sexta-feira, mais familiarizado com a cidade, Jurandir recebeu o Guarulhos Hoje para falar sobre greve, estatísticas, trabalho conjunto e mudanças na Polícia local.
Jurandir Correia entrou para a Polícia Civil em 1976, como agente de comunicações, trabalhando em distritos policiais principalmente na zona leste da capital. Mas só em 1985, após concurso público passou a delegado, trabalhando quase sempre em DPs na zona leste. A mudança não parou e, em 1987, foi para a Delegacia de Homicídios e de Proteção a Pessoa (DHPP).
Lá, ele começou como delegado-assistente da equipe “F”. Ele chegou a dirigir o próprio DHPP e, em 1999, passou a assistente do delegado-geral da Polícia Civil. Em seguida, assumiu a 5ª Delegacia Seccional de Polícia na zona leste e no ano passado, foi empossado titular da Seccional de Carapicuíba, até ser nomeado primeiro delegado de Polícia de Guarulhos.
Guarulhos Hoje – Qual seria a sua posição caso a greve eclodisse hoje e o senhor soubesse que pelo quatro dos nove distritos policiais aderiram a manifestação?
Jurandir Correia – Eu sou contra a greve e acredito que o principal prejudicado seria a população. Mas veja bem: sou contra porque acredito que o diálogo é o melhor caminho para chegarmos a consenso. Sou membro-fundador do Sindicato dos Delegados de Polícia desde 1988 e, por isso, acredito que todos devemos reivindicar, mas a polícia não pode fazer isto por ser um trabalho essencial à sociedade.
O que, então poderia acontecer com um policial que aderisse à greve?
Cada caso deverá ser analisado individualmente, mas não podemos deixar de cumprir o que a lei determina.

Na última quinta-feira a Secretaria de Segurança Pública divulgou dados estatísticos em relação ao primeiro semestre deste ano. Guarulhos apresenta um quadro em que o número de homicídios caiu, enquanto os casos de furto e de roubo aumentaram sensivelmente…
Sim, eu vi isto. Recebi os dados do dr. Luis Alberto de Souza Ferreira [ex-titular da Seccional] e vejo que ele manteve o quadro num bom patamar. Agora, praticamente todos têm como maior preocupação serem assaltados a qualquer momento e em qualquer lugar.
E o que a Delegacia Seccional de Guarulhos planeja para conter este avanço de furtos e roubos?
Já solicitei um mapeamento para identificarmos as principais áreas afetadas nestas duas modalidades criminais. Depois disso, atuaremos nela com blitze. Também pedi um levantamento de mandados de prisão para conhecer também quais são os bandidos que atuam nestas áreas.
E com relação a trabalho conjunto com a PM?
Pretendemos trabalhar juntos. Na próxima semana já deverei me reunir com o comando da Companhia de Policiamento de Área 7 [CPA/M7] para começarmos este trabalho. Também trabalharemos juntamente com a Prefeitura [Guarda Civil Municipal], pois ninguém consegue viver ou trabalhar sozinho.
Por fim, normalmente quando um posto é assumido por um novo comando, geralmente o efetivo fica imaginando quais os tipos de mudanças podem acontecer, pois sabemos que normalmente não se monta uma equipe de trabalho e afinada em apenas uma semana, embora uma ou outra possa apresentar um vício de trabalho.
A princípio iremos avaliar as condições de cada delegacia e do que temos disponível. Enfim, avaliaremos a situação de cada DP. Sei que é um temor imaginar numa mudança, principalmente quando uma equipe trabalha afinadamente. Haverá uma ou outra mudança, mas nada assim radical. Apenas o necessário.

_____________________________________

O nobre colega – também classe especial meteoricamente – quando modesto Delegado em início de carreira parece ter sido um dos fundadores do Sindicato dos Delegados de Polícia.

Hoje – bem remunerado – como todo burguês reacionário se diz contrário a greve.

Aliás, todo patrão é!

Espero que o digno colega, também, seja contrário aos acertamentos com contraventores e criminosos em geral.

DEPUTADO MAJOR OLÍMPIO EM FRANCA
O Deputado Estadual, Major Olímpio estará nesta cidade de Franca, no próximo dia 11/08/2008, 2ª feira, às 18:00 horas, no salão do Júri da Universidade de Franca – UNIFRAN , sito à av. Armando Sales de Oliveira , onde proferirá palestra , cujo tema é “SEGURANÇA PÚBLICA”.Convido a todos para prestigiarem a palestra.
Cacilda.
Postado por BLOG DOS OPERACIONAIS

DEPUTADO MAJOR OLÍMPIO EM FRANCA
O Deputado Estadual, Major Olímpio estará nesta cidade de Franca, no próximo dia 11/08/2008, 2ª feira, às 18:00 horas, no salão do Júri da Universidade de Franca – UNIFRAN , sito à av. Armando Sales de Oliveira , onde proferirá palestra , cujo tema é “SEGURANÇA PÚBLICA”.Convido a todos para prestigiarem a palestra.
Cacilda.
Postado por BLOG DOS OPERACIONAIS

DEPUTADO MAJOR OLÍMPIO EM FRANCA
O Deputado Estadual, Major Olímpio estará nesta cidade de Franca, no próximo dia 11/08/2008, 2ª feira, às 18:00 horas, no salão do Júri da Universidade de Franca – UNIFRAN , sito à av. Armando Sales de Oliveira , onde proferirá palestra , cujo tema é “SEGURANÇA PÚBLICA”.Convido a todos para prestigiarem a palestra.
Cacilda.
Postado por BLOG DOS OPERACIONAIS

A GREVE É IRREVERSÍVEL

:: Governo chama entidades e não apresenta proposta
Os advogados da ADPESP entraram com Agravo Regimental, na 8ª Câmara de Direito Público. Foi sorteado como relator o Desembargador Paulo Dino Mascareti, para apreciar ao pedido de cassação da liminar que impede a veiculação do filme da Campanha do Basta, censurado ontem pelo governo do Estado. “Caso não tenhamos resultado até amanhã, 7/8, já estamos preparando peça jurídica para recorrer ao STJ, em Brasília”, destaca Sergio Roque, presidente da ADPESP.
O secretário de gestão pública, Sidney Beraldo, convidou os presidentes das entidades representativas, dos policiais civis, para uma reunião em seu gabinete, onde se esperava a apresentação de alguma proposta atendendo às reivindicações. A reunião foi improdutiva. Por meio do secretário, o governo disse que no momento a única proposta concreta possível é a de aprofundar os estudos da reestruturação das carreiras e, destacou ainda, que qualquer aumento significativo de salário está descartado, uma vez que o contingente é muito grande e isso acarretaria em despesa que o governo não pode suportar. Os representantes então lembraram ao secretário que a categoria está a menos de 200 horas de uma greve e que ele deveria se preocupar mais com isso. A reunião encerrou com as lideranças deixando a secretaria dispostos a investir ainda mais na mobilização da greve, para que o governo perceba que não pode tratar os policiais paulistas dessa forma. A Polícia quer respeito para continuar trabalhando pelo povo de São Paulo. O governo parece que ainda não percebeu isso.

A GREVE NÃO TEM CUNHO ELEITORAL…13 É O NÚMERO DA OUTRA BESTA

Serra: ameaça de greve da polícia tem cunho eleitoral
Hermano Freitas
Direto de São Paulo
O governador de São Paulo, José Serra, criticou o movimento grevista na Polícia Civil pela ameaça de paralisação. Segundo ele, a ameaça tem cunho eleitoral. “Algumas forças de dentro (do sindicato) estão de olho nas eleições municipais”, disse Serra. O sindicato da Polícia Civil foi procurado pela reportagem, mas ainda não se pronunciou sobre o assunto.
Serra disse que a proibição de uma propaganda veiculada na televisão que denunciava que há 14 anos não haveria aumentos no órgão foi uma ação da Procuradoria Geral do Estado, com a participação da Justiça, sem intervenção direta do governo do Estado. “Foi uma regulação normal do que passa na televisão.”
O Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) proibiu a veiculação na televisão de uma propaganda sobre a provável greve da Polícia Civil. A paralisação está prevista para o dia 13.
O governador atacou ainda a iniciativa da bancada do PT, que propôs investigações relativas a contratos de administrações estaduais com a Siemens. “Se fosse séria (a denúncia), eles estariam preocupados com o conjunto do Brasil, até porque não há nenhuma denúncia específica em relação a São Paulo”, disse.
Segundo o líder do PT, deputado Roberto Felício, a empresa é suspeita de atuar em parceria com a suíça Alstom em supostos esquemas de pagamento de propina como meio de garantia de contratos com o governo estadual.
José Serra fez os comentários em lançamento de um convênio entre o governo estadual e as fundações Paula Souza e Roberto Marinho para oferecer novas vagas no telecurso do ensino técnico em escolas da região metropolitana de São Paulo.
Redação Terra

O EXCELENTÍSSIMO GOVERNADOR JOSÉ SERRA NECESSITA DE UM ASSESSOR LEAL, COMPETENTE E MEDIANAMENTE INTELIGENTE…EU! POIS FIZERAM DELE UM DITADOR

Justiça barra propaganda na TV sobre greve de policiais
Governo paulista obteve liminar alegando que filme causaria pânico na populaçãoComercial faz parte de campanha de sindicatos e associações de policiais civis, que pretendem iniciar paralisação no dia 13 DA REPORTAGEM LOCAL
O governo de São Paulo conseguiu na Justiça suspender a exibição em emissoras de TV de uma propaganda de greve da Polícia Civil. A Procuradoria Geral do Estado, órgão responsável por defender judicialmente os interesses do governo, alegou ao Poder Judiciário que o filme de 30 segundos propagaria pânico na população.O comercial faz parte da “Campanha do Basta”, idealizada por 12 sindicatos e associações de policiais civis que pretendem entrar em greve no dia 13 deste mês. A categoria alega que não consegue negociar com o governo uma pauta de reivindicações que inclui repo sição salarial e medidas de valorização da carreira policial.Os sindicatos avaliam que existam 36 mil policiais civis no Estado, entre delegados, investigadores, escrivães, agentes e carcereiros -pela lei, 30% desse total deve continuar trabalhando em caso de greve.Como a decisão do desembargador Ricardo Dip, do Tribunal de Justiça, foi em caráter liminar, cabe recurso. A Adpesp (Associação dos Delegados de Polícia do Estado de São Paulo) informou que entrou ontem com um pedido no TJ para cassar essa medida.O filme em questão mostra atores representando policiais civis batendo em uma porta, que sugere ser a do gabinete do governador José Serra (PSDB).Eles dizem: “Governador, precisamos falar sobre a segurança da população. Governador, queremos falar dos salários, os mais baixos do Brasil”.Os policiais retratados deixam o local e uma mensagem diz: “Os policiais civis vêm insistindo em conversar com o governador e ele não atende. Continuamos trabalhando em respeito ao compromisso da polícia com o povo de São Paulo até agora. A polícia quer respeito para não ter que parar”.A propaganda já foi veiculada na TV Bandeirantes, no dia 1º, e na TV Record, no dia seguinte. Como a decisão do desembargador foi dada no plantão do TJ, neste último fim de semana, o comercial não pôde ser exibido ontem num dos intervalos do Jornal Nacional, da Rede Globo -como previa a campanha publicitária dos sindicatos. As entidades afirmam ter gasto R$ 300 mil para passar o filme nas três emissoras.A reportagem não conseguiu contato com a assessoria do governador Serra. O procurador-geral do Estado, Marcos Fábio de Oliveira Nusdeo, autor do pedido, não foi encontrado pela Folha. No documento, obtido pela reportagem, Nusdeo diz ter procurado a Justiça com o objetivo de “garantir o direito constitucional da população à segurança” e também “garantir a sensaç ão de segurança”. Para ele, a propaganda “extrapola os limites do direito à informação e livre manifestação objetivando causar pânico à população” e “exorbita o direito à liberdade de manifestação”.”Não queremos discutir só remuneração, mas atendimento melhor à população”, disse Sergio Marcos Roque, presidente da Adpesp, que pretende se reunir hoje com um representante do governo. O vídeo proibido pela Justiça, a pedido do governo, pode ser visto no site http://www.comitedocidadao.com.br/. (ANDRÉ CARAMANTE, LUÍS KAWAGUTI e KLEBER TOMAZ)

O GOVERNO E O DESEMBARGADOR TOMAM O POVO POR INCAPAZES… 2

Sim, incapazes de discernir sobre aquilo que busca causar pânico e afrontar a ordem e segurança pública.
Para eles a população é ingênua e manipulável pela televisão…
Talvez tenham razão, basta ver a quem escolhemos como representantes legislativos, governadores e presidentes.
O brasileiro é tomado como idiota; necessitado de quem lhe diga aquilo que pode – ou não – ver e ouvir.
Com efeito, quem assiste ao Jornal Nacional e, logo após, “A Favorita”, achará o vídeo institucional apropriado para crianças, ou seja, de censura livre.
Farsa!
Farsa!

GOVERNADOR NÃO QUER FALAR SOBRE A SEGURANÇA DA POPULAÇÃO E VETA ANÚNCIO DE POLICIAIS NA TV GLOBO

Quarta-Feira, 06 de Agosto de 2008
Estado veta anúncio de policiais na TV
Vídeo com pedido de aumento para polícia seria exibido na Globo
Bruno Tavares
O governo de São Paulo conseguiu barrar na Justiça a veiculação de uma peça
publicitária elaborada em conjunto por nove associações e sindicatos de
policiais civis do Estado. A categoria está em campanha salarial desde o mês
passado e planejava exibir ontem, no intervalo do Jornal Nacional, da Rede
Globo, um vídeo de 34 segundos sobre o tema. A liminar em favor da
Procuradoria-Geral do Estado foi concedida anteontem pelo desembargador
Ricardo Dip, do Tribunal de Justiça (TJ) de São Paulo.
Em seu despacho, o magistrado acatou a tese do procurador-geral, Marcos
Fábio de Oliveira Nusdeo, de que a peça “extrapola os limites do direito à
informação e livre manifestação, objetivando causar pânico à população”. Nas
imagens, quatro atores vestidos como policiais civis batem à porta de um
gabinete com a inscrição “governador”, clamando por uma audiência.
“Governador, queremos falar dos salários, os mais baixos do País”, diz uma
atriz. “Governador, precisamos falar sobre a segurança da população”, diz
outro ator.
A Associação dos Delegados da Polícia Civil de São Paulo (Adpesp) já
recorreu da decisão. “É uma censura. Nem a ditadura militar fez isso”,
protestou o delegado Sérgio Roque, presidente da Adpesp. “Não queremos
apenas melhores salários. Nossa proposta é de uma completa reestruturação da
Polícia Civil, mas o governador, mal assessorado, não quer nos ouvir.” A
inserção no Jornal Nacional custaria R$ 150 mil às associações de classe.
Os policiais planejam entrar em greve a partir do dia 13. A categoria quer
aposentadoria especial e o direito de eleger o delegado-geral. A principal
reivindicação, porém, é salarial. Os delegados paulistas têm uma das mais
baixas remunerações do País (R$ 4.247), atrás apenas de Minas, Bahia e Pará.