“O maior inimigo do delegado, é outro delegado”. O ex-pm pernambucano não está interessado em auxiliar a classe. É tão somente uma tentativa de cópia do ex-presidente fujão. Costurou apoio do “excelentíssimo” deputado para uma carreira política, caso ganhe a eleição na adpesp. Em troca, rifou a Associação, prometendo apoio irrestrito ao deputado que pretende disputar a prefeitura. A outrora “maior entidade representativa de Delegados do país” virou joguete nas mãos de quem sequer se importa com a classe.
E qual é o interesse do colega, que nem sequer pertence ao quadro associativo da outrora relevante Adpesp, na eleição desse pajola. Investiguem isso daí, vão se surpreender
O interesse do deputado desconheço , mas acredito seja muito mais por “panelismo ” do que simpatia ao Dr. André ou antipatia pela Dra. Marilda. Aliás, penso que não será eleita!
Vai além do panelismo. A chapa da Dra. Marilda deveria exigir auditoria no cadastro da ADPESP, visto que boa parte das cédulas do interior retornaram dos Correios. A quem interessa calar os nobres colegas Delegados do interior?
Já se perguntaram o motivo de as agendas terem sido entregues aos nobres colegas Delegados do interior e as cédulas não? Por qual motivo a cédula não é entregue ou retorna com erro, se as agendas todas foram entregues? Auditoria já no cadastro da ADPESP! Corram atrás dos Correios e verifiquem a etiquetagem das cédulas.
O fato de o “ex-presidente fujão” usar a Adpesp para estabelecer uma plataforma política é notório. Contudo, as proposições do atual postulante revelam-se ainda mais graves, ocorrendo em meio ao silêncio de seus pares.
A outrora proeminente entidade representativa dos delegados de Polícia agora está sob os auspícios de um ex-delegado que, outrora vereador e atualmente deputado, aspira concorrer à prefeitura da capital paulista. Ele almeja que a Associação e a sofrida classe estejam ao seu favor nas vindouras eleições, trabalhando por sua candidatura.
Ao se aprofundar na análise, a situação revela-se desagradável, chegando a ser repulsiva. Constitui um verdadeiro compêndio de iniquidades. O social media do ex-vereador foi designado para engajar-se na campanha “honrosa” do ex-presidente da Adpesp à Casa Legislativa, mas angariou pouco mais de 15 mil votos em todo o estado. Diante da derrota acachapante, o profissional persuadiu o ex-pm pernambucano a acreditar em uma trajetória de sucesso: presidente da Adpesp, presidente da Adpj, vereador em São Paulo e, por fim, deputado estadual.
Os olhos invejosos brilharam, e a ânsia de emular seu “muso” falou mais alto, assim como o custo exigido por essa oferta. A Adpesp não poderia “bater” no DGP, no SSP e nem mesmo no governador carioca. Por isso, houve uma apatia escancarada diante do “aumento para baixo” concedido aos policiais civis. O acordo inclui ainda o respaldo da Associação à candidatura do Delegado ex-vereador à prefeitura de São Paulo, embora este não seja associado à entidade.
Qual foi o papel do “ex-presidente fujão” nessa maquinação vil? Coube a ele articular o apoio do DGP e da SSP à candidatura do ex-vereador. Contudo, a pequenez e a falta de preparo do ex-presidente foram surpreendentes, levando-o a perder a mínima relevância que ostentava. Esse cenário tornou-se tão evidente que o ex-pm pernambucano afirmou expressamente no restaurante da outrora relevante Adpesp que preferiria não contar com o apoio público do “delegado sem cargo na SSP”, pois estava “queimado politicamente”.
Diante da possibilidade de não ser eleito, dada a robustez da chapa adversária, restará ao ex-pm pernambucano um cargo comissionado na equipe do ex-vereador. Ele dá mostras de que nunca foi um delegado de fato, tem medo do plantão e de que descubram a grande fraude que representa. Isso é notado por meio de sua postura cada vez mais desequilibrada, alternando entre crises de superego e pânico.
Assim se desenrola o pleito na Adpesp, permeado por manobras obscuras que servem apenas aos interesses pessoais de alguns, em detrimento de uma classe já tão prejudicada pelos gestores do poder executivo.
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Ah! Tá bom.
Campanha antiga, contar causos .
Se nos representasse estaríamos em melhor situação, é o que penso.
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Então…..
Saiu, saiu!
Agora aparece para dar pitaco em algo em que se retirou.
Um tanto anti ético
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“O maior inimigo do delegado, é outro delegado”. O ex-pm pernambucano não está interessado em auxiliar a classe. É tão somente uma tentativa de cópia do ex-presidente fujão. Costurou apoio do “excelentíssimo” deputado para uma carreira política, caso ganhe a eleição na adpesp. Em troca, rifou a Associação, prometendo apoio irrestrito ao deputado que pretende disputar a prefeitura. A outrora “maior entidade representativa de Delegados do país” virou joguete nas mãos de quem sequer se importa com a classe.
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https://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2023/11/filha-de-policial-e-presa-ao-tentar-fraudar-concurso-para-a-policia-de-sp.shtml
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Eles executaram um professor de jiu-jitsu essa é a real
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RIP PC, GAME OVER TOTAL: https://g1.globo.com/sp/vale-do-paraiba-regiao/noticia/2023/11/29/video-policial-civil-e-agredido-com-socos-em-frente-a-delegacia-em-ilhabela-sp.ghtml
Não tinha puliça nessa pastelaria?! A PC é um cadáver mal informado: morreu e não sabe. Que vergonha!!!
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E qual é o interesse do colega, que nem sequer pertence ao quadro associativo da outrora relevante Adpesp, na eleição desse pajola. Investiguem isso daí, vão se surpreender
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O interesse do deputado desconheço , mas acredito seja muito mais por “panelismo ” do que simpatia ao Dr. André ou antipatia pela Dra. Marilda. Aliás, penso que não será eleita!
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Vai além do panelismo. A chapa da Dra. Marilda deveria exigir auditoria no cadastro da ADPESP, visto que boa parte das cédulas do interior retornaram dos Correios. A quem interessa calar os nobres colegas Delegados do interior?
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Já se perguntaram o motivo de as agendas terem sido entregues aos nobres colegas Delegados do interior e as cédulas não? Por qual motivo a cédula não é entregue ou retorna com erro, se as agendas todas foram entregues? Auditoria já no cadastro da ADPESP! Corram atrás dos Correios e verifiquem a etiquetagem das cédulas.
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Apagou o post da promoção por meritocracia ou eu estava sonhando? É um bom tema para debater
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Exatamente… apagou porque Dr War ?
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O fato de o “ex-presidente fujão” usar a Adpesp para estabelecer uma plataforma política é notório. Contudo, as proposições do atual postulante revelam-se ainda mais graves, ocorrendo em meio ao silêncio de seus pares.
A outrora proeminente entidade representativa dos delegados de Polícia agora está sob os auspícios de um ex-delegado que, outrora vereador e atualmente deputado, aspira concorrer à prefeitura da capital paulista. Ele almeja que a Associação e a sofrida classe estejam ao seu favor nas vindouras eleições, trabalhando por sua candidatura.
Ao se aprofundar na análise, a situação revela-se desagradável, chegando a ser repulsiva. Constitui um verdadeiro compêndio de iniquidades. O social media do ex-vereador foi designado para engajar-se na campanha “honrosa” do ex-presidente da Adpesp à Casa Legislativa, mas angariou pouco mais de 15 mil votos em todo o estado. Diante da derrota acachapante, o profissional persuadiu o ex-pm pernambucano a acreditar em uma trajetória de sucesso: presidente da Adpesp, presidente da Adpj, vereador em São Paulo e, por fim, deputado estadual.
Os olhos invejosos brilharam, e a ânsia de emular seu “muso” falou mais alto, assim como o custo exigido por essa oferta. A Adpesp não poderia “bater” no DGP, no SSP e nem mesmo no governador carioca. Por isso, houve uma apatia escancarada diante do “aumento para baixo” concedido aos policiais civis. O acordo inclui ainda o respaldo da Associação à candidatura do Delegado ex-vereador à prefeitura de São Paulo, embora este não seja associado à entidade.
Qual foi o papel do “ex-presidente fujão” nessa maquinação vil? Coube a ele articular o apoio do DGP e da SSP à candidatura do ex-vereador. Contudo, a pequenez e a falta de preparo do ex-presidente foram surpreendentes, levando-o a perder a mínima relevância que ostentava. Esse cenário tornou-se tão evidente que o ex-pm pernambucano afirmou expressamente no restaurante da outrora relevante Adpesp que preferiria não contar com o apoio público do “delegado sem cargo na SSP”, pois estava “queimado politicamente”.
Diante da possibilidade de não ser eleito, dada a robustez da chapa adversária, restará ao ex-pm pernambucano um cargo comissionado na equipe do ex-vereador. Ele dá mostras de que nunca foi um delegado de fato, tem medo do plantão e de que descubram a grande fraude que representa. Isso é notado por meio de sua postura cada vez mais desequilibrada, alternando entre crises de superego e pânico.
Assim se desenrola o pleito na Adpesp, permeado por manobras obscuras que servem apenas aos interesses pessoais de alguns, em detrimento de uma classe já tão prejudicada pelos gestores do poder executivo.
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Esses caras saem da polícia pra entrar na política prometendo um montão de melhorias. Ganham votos dos trouxas e não fazem nada! To errado?
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