O “DONO” DA DELEGACIA DE FRANCO DA ROCHA…( Tá certa!…Questionar não ofende. ) 28

Saiu no blog do Azenha:
“O “DONO” DA DELEGACIA DE FRANCO DA ROCHA

Fatima Souza, repórter policial

Aos berros e com dedo em riste o delegado titular Luís Roberto Faria Hellmeister me expulsou da delegacia de Franco da Rocha e ameaçou me dar ordem de prisão por “desacato a autoridade”. O homem parecia insano. Gritou comigo na frente de outros colegas de profissão, do SBT, da Band, da Rede TV, do Jornal Agora… Fumando um cigarro atrás do outro – dentro da delegacia – o Hellmeister ficou “ofendido” com perguntas que fiz durante uma coletiva concedida por ele no sábado, 24 de Setembro de 2011, sobre a detenção do ex-árbitro de futebol e comentarista esportivo, Oscar Godoy.

As quatro e meia da tarde, Godoy atropelou, sobre a faixa de pedestre, a jovem Carolina de 19 anos. O comentarista tinha acabado de sair de uma festa em Franco da Rocha e ao avançar sobre a faixa atropelou a moça, que foi levada, com escoriações e três “galos” na cabeça para o Hospital. Segundo testemunhas Godoy estava totalmente embriagado e “cortou” uma moto e um carro que estavam parados antes da faixa, atropelando a moça, mãe de um bebê de seis meses que, por felicidade estava nos braços do marido dela na hora do acidente.

O marido dela contou que Godoy não conseguia nem falar e nem sair de seu carro após o acidente, de tão embriagado que estava e que pessoas rodearam seu carro para evitar que ele tentasse fugir. Levado para a delegacia Godoy estava visivelmente alterado, precisando do auxilio de policiais militares e depois do próprio delegado Hellmeister para andar, entrar na viatura e subir as escadas da delegacia de Franco da Rocha. Imagens registradas pela TV Record o mostram praticamente cambaleando. Tentei entrevista-lo mas ele não respondeu as minhas perguntas se limitando a fazer um sinal de “positivo” com a mão.

Os policiais militares disseram que ele se recusou a fazer exame no bafômetro e que, por duas vezes levado ao hospital para fornecer sangue para exame de dosagem alcoólica ele se recusou. Ai o Hellmeister, o delegado, conversou com o Godoy e o convenceu a ir, pela terceira vez, ao Hospital. Desta vez ele permitiu que tirassem seu sangue e também tomou uma injeção de glicose na veia para diminuir os efeitos do álcool em seu organismo.

De volta ao distrito o delegado Hellmeister reuniu os jornalistas para uma coletiva. Como as respostas que vinham dele às minhas perguntas não satisfaziam, insisti nos questionamentos. Disse, por exemplo, o delegado que o caso com o Godoy foi uma “fatalidade”. Estranhei a postura da autoridade com esta afirmação e retruquei perguntando se era “fatalidade ou uísque”!

Disse também o delegado que os ferimentos da moça era mínimos e que “nem sequer a roupa dela foi rasgada”, o que me fez retrucar: “neste momento interessa a gravidade dos ferimentos da moça ou o fato do Godoy estar bêbado?, perguntei. Afinal, pouco ou muito ferida, a moça foi atropelada! Também, durante a coletiva, a autoridade disse que o Godoy estava em “baixa velocidade”, e eu questionei: “como o senhor sabe? Já ouviu testemunhas?”.

Hellmeister disse que ainda não tinha ouvido ninguém mas “calculava” que se o Godoy estivesse em alta velocidade a moça teria se machucado muito mais. Insisti dizendo que o Godoy estava visivelmente embriagado e o delegado respondeu que quanto a isso precisava aguardar o exame de sangue que o comentarista tinha acabado de fazer. Também deixou claro o doutor delegado que o Godoy estava muito abatido, chateado e triste e que tinha até “chorado”.

E assim foi… Hellmeister parecia não estar muito contente com minhas perguntas mas esta é a minha função de repórter. Como última pergunta eu disse a ele: “Doutor, o senhor disse que se fosse um “zé ninguém” a imprensa não estaria aqui. E, se fosse um “zé ninguém”, o senhor estaria aqui? Teria saído de casa, na sua folga, para vir atender a ocorrência?

Ah! Ai a autoridade perdeu a classe! Levantou da cadeira, esticou o dedo em direção ao meu nariz e começou a gritar de forma insana: “a senhora é uma repórter espúria!”… “não vai fazer perguntas capiciosas comigo não”! “se retire da “minha” delegacia!”… “Enquanto eu for delegado aqui você não pisa mais aqui dentro!”… “Fora, prá fora, já prá fora repórter inexperiente”! E foi assim, aos berros que o doutor me expulsou da “sua” delegacia.

Não sem antes dizer que iria me prender: “vou te prender por desacato a autoridade!” berrou o “dono” da delegacia de Franco da Rocha. Um investigador que estava de plantão encostou em mim e pediu para que eu me retirasse porque o delegado estava muito “nervoso”. Nervoso com que? Perguntei… Por eu insistir para chegar a verdade? Por exercer minha profissão? Em que momento “desacatei” o doutor? Sai do Delegacia e fiquei o resto do tempo do lado de fora, aguardando a saída do Godoy que tomava café preto e respondia as perguntas do Hellmeister.

No final das contas o Godoy assinou Boletim de Ocorrência de “lesão corporal leve e embriagues ao volante”. A moça saiu do hospital e, após uma tomografia, ficou constatado que não havia danos no cérebro, graças a Deus. Está com o pescoço e a cabeça inchadas e com um leve problema na coluna que “esticou” muito quando ela foi atropelada pelo Godoy, caindo sobre o carro dele (inclusive, estourando o vidro da Jafira do comentarista) e depois caindo ao chão.

Liberado o Godoy foi para casa. O delegado também. Eu? Fiquei com a impressão de que os outros é que bebem e eu levo a culpa! Mas muito, muito feliz em exercer minha função com dignidade, perguntando o que as pessoas não querem ouvir porque as incomoda.

Sindicato pede retratação de delegado que expulsou repórter de delegacia
27 de setembro de 2011
O Sindicato dos Jornalistas Profissionais no Estado de São Paulo considera inaceitável e solicita a imediata retratação do delegado titular da delegacia de Franco da Rocha, na Grande São Paulo, Luís Roberto Faria Hellmeister, contra a repórter Fátima Souza, da Rede Record, que foi tratada de forma agressiva e desrespeitosa durante cobertura ocorrida no final de semana.

O delegado, um servidor com a responsabilidade que a função exige, não pode e não tem o direito de expulsar qualquer cidadão de uma delegacia, ainda mais uma jornalista no exercício da profissão, de um espaço público, que não lhe pertence e que tem apenas o dever de preservar. O Sindicato exige as providências cabíveis, sobretudo por parte da Secretaria de Segurança Pública no Estado de São Paulo.

 

Um Comentário

  1. É ISSO MESMO CABRAL!ESTARIA PORRA NENHUMA,PORQUE ELES NÃO FALAM DA SITUAÇÃO DA POLICIA ,DESSA PALHAÇADA DE SALÁRIO.PORQUE ESTÃO AMARRADOS.

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  2. Não entendi a repórter…
    Ora, se a ocorrência foi lavrada, inclusive sendo o suspeito submetido a exame de alcoolemia, então qual foi a falha? Deveria ser preso em flagrante, por crimes que 1º) dependem de comprovação pericial (exame de sangue) e 2º) dependem de representação?
    Só porque o sujeito é comentarista esportivo, que aparece na TV o delegado deveria prendê-lo em flagrante? Para quê? Para vender jornal e justificar o trabalho e salário de repórter?
    Nunca vi um jornalista entrar numa delegacia de polícia para ver em quais condições trabalham os policiais. Para dizer ao público que falta papel, que falta tinta, que o computador é do escrivão, que o investigador foi que pagou pela reforma da viatura, ou que não há um banheiro funcionando na unidade. Nunca vi um jornalista – ao menos em São Paulo – dizer que o salário dos delegados de polícia deveria ser equiparado ao de juízes e promotores, porque a sua função é também jurídica e de imenso interesse público. Nunca vi um jornalista dizer que policiais operacionais estão desmotivados porque seus salários giram entorno de 2 mil reais…
    Aliás, nunca vi um jornalista corajoso o suficiente para publicar num jornal, o holerite de um policial.
    Mas já vi, por diversas vezes, legiões de jornalistas se instalarem defronte a uma delegacia, para vender dor e sofrimento ao público, como pão e circo, verdadeiramente lucrando com assassinatos de crianças, desgraças pessoais de ídolos desportivos e tragédias em geral (incêndios, desabamentos, desastres, etc.).
    Também já ouvi dezenas de jornalistas dizendo impropérios jurídicos, tal qual papagaios, acerca do “numero excessivo de recursos”, ou das “manobras dos advogados”, ou de que a polícia não toma essa ou aquela providência e que o judiciário não funciona. Todavia, nunca vi um único jornalista analisar de forma imparcial, como as leis são malfeitas neste país. Como o populismo e a propaganda prejudicam a justiça e o direito, muitas vezes por ingerência da própria imprensa.
    Acho que a repórter deveria procurar por auxílio de algum advogado para não tirar conclusões equivocadas. Mesmo porque, essas conclusões equivocadas serão veiculadas ao público!
    Agora, que o delegado não é dono de delegacia, isso é fato. Por outro lado o repórter ou pessoa nenhuma tem o direito de fazer piadinhas com o delegado, ou qualquer pessoa que lá estivesse trabalhando, do tipo: “foi fatalidade ou foi uísque?”…
    Afinal de contas a moça é jornalista ou comediante?

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  3. Se ele não tivesse dado a entrevista, que é um direito dele, nada teria acontecido, mas para aparecer a autoridade faz qualquer coisa, agora segura as matérias do 6º poder constitucional, a imprensa, porque o 5º poder é o ministério público e 4º poder é a policia militar mesmo.

    Supremo Tribunal Federal decide que não exste dolo, nem eventual em dirigir embriagado e cometer algum crime de transito, tipo atropelamento ou mesmo homicídio, por ser culposo teria que o agente beber para cometer o crime, com vontade, dolo.

    A autoridade agiu certo, porém deveria ter se contido e de maneira “jurídica” ter tirado um saro com a reporter, a qual parece não conhecer muito de leis , apenas quer que façam o que ela quer, a toda poderosa reporter.

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  4. Como repórter ela deveria ser melhor informada. Basicamente não existe “Desacato à Autoridade”, mas:
    Art. 331 — Desacato
    Desacatar funcionário público no exercício da função ou em razão dela:
    Pena – detenção, de 6 (seis) meses a 2 (dois) anos, ou multa.

    -O que diz nossos Tribunais a respeito de delito:
    O crime de desacato se configura por qualquer palavra que redunde em vexame, humilhação, desprestígio ou irreverência ao funcionário público. (TACRIM-SP — AC — Relator Manoel Pedro — RT n. 369/277).

    -A ofensa constitutiva do desacato é qualquer palavra ou ato que redunde em vexame, humilhação, desprestígio ou irreverência ao funcionário. É a grosseira falta de acatamento, podendo consistir em palavras injuriosas, difamatórias ou caluniosas, vias de fato, agressão física, ameaças, gestos obscenos, gritos agudos etc. (TAMG — AC — Relator Sylvio Lemos — RT n. 409/427).

    -O desacato, em tese, se objetiva por meio de qualquer palavra ou ato que redunde em desprestígio ou irreverência ao funcionário, tais como a grosseira falta de acatamento, ameaças e expressões proferidas em altos brados, ainda que não contumeliosas. (TJSP RHC — Relator Humberto da Nova — RT n. 466/316). No mesmo sentido: JUTACRIM 23/342-343, 64/269, 81/465 e 83/287; RT n. 595/378.

    -O desacato aperfeiçoa-se na intenção de aviltar, amesquinhar o funcionário público em razão de seu ofício ou quando estiver no exercício de suas funções. Quando o insulto atingir, no máximo, a honra subjetiva, não se configura o delito. (TACRIM-SP — AC — Relator Marrey Neto — RT n. 649/284).

    -A certidão lavrada por oficial de justiça que documenta claramente o delito de desacato contra ele praticado, quando no exercício de suas funções, é suficiente para fundamentar o decreto condenatório, vez que esse funcionário goza de fé pública e a presunção de veracidade de seus atos, conquanto seja juris tantum, somente poderá ser destruída mediante prova convincente. (TACRIM-SP — AC — Relator Sidnei Beneti — RT n. 661/1.296).

    -Sem a vontade livre e consciente de menosprezar, no funcionário, a função pública, expondo-se ao desprestígio, não se integra o desacato. Essa tem sido a razão pela qual a jurisprudência tem afastado o reconhecimento do delito nas hipóteses em que as ofensas são proferidas por ébrios ou por indivíduos que, no momento, se mostram possuídos de intenso descontrole nervoso. (TACRIM-SP — AC — Relator Cid Vieira — JUTACRIM 75/189).

    -Se a embriaguez, ainda que incompleta, é paralisadora dos processos psíquicos mais elevados, é evidente que tal estado não se harmoniza com o fim certo e deliberado, estatuído na própria tipicidade, para a caracterização do desacato. A intoxicação alcoólica obsta a que o agente tenha condições de atuar com intenção certa, determinada, qualificada, e a figura exige, ao ser realizada, que o agente atue com a finalidade específica de desacatar. (TACRIM-SP — AC — Relator Silva Franco — RT n. 526/392).

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  5. QUEM VIU ONTEM O ADVOGADO DO CUNHADO DA BIANCA (MENINA ASSASSINADA) NO PROGRAMA DA SONIA ABRAAO, DIZENDO QUE ESTAGIOU 5 ANOS DENTRO DE UMA DELEGACIA E NUNCA VIU UM POLICIAL TRATAR BEM UM CIDADÃO QUE ADENTRASSE A DELEGACIA???

    SE A PC DE SP FOR SÉRIA REQUISITA A FITA DO PROGRAMA E PEGA ESSE TRECHO (QUE ELE MIJOU DEPOIS, DIZENDO QUE SE ATRAPALHOU NAS PALAVRAS),…..MAS FALOU SIM…

    ACABOU COM O DELEGADOS DE POLICIA DE SP EM REDE NACIONAL

    CADE A ADPESP PARA TOMAR PROVIDENCIA CONTRA ESSE ADVOGADO???

    REPITO> O CARA DISSE QUE EM 5 ANOS ESTAGIANDO DENTRO DE UMA DELEGACIA NUNCA VIU UM POLICIAL CIVIL TRATAR BEM QUE ENTRA NA DELEGACIA.

    ABSURDO.

    VÃO DEIXANDO CAGAR NAS NOSSAS CABEÇAS…..VÃO DEIXANDO…….

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  6. Esperem ai, a indagação não é em relação a ser pessoa notória ou não, mas sim a posição adotada pela dita Autoridade. Cá entre nós, vcs nunca viram tal transfiguração? autoridade tem que saber se postar diante de uma entrevista, tem que manter a calma e nunca sair em defesa deste ou daquele, mas sim ir em busca da verdade real, doa a quem dores.

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  7. Realmente os reporter não entram numa DP para perguntar sobre isso, salario etc, mas tem muito tira que são os primeiros a chamar esses reporter para poderem posar ao lado do meliante, é tudo uma coisa só, quando interessapara o delegado ou o tira aparecerem nas paginas dando cartazes as canas etc e reportando qq coisa aí sim os reporter prestam, mas uma realidade é certa, se fosse um Zé povinho, era cana dura e esculacho na certa, e os reporter estariam la sim para mostrar a cara do delegado dizendo que esta cumprindo a lei e expondo o infeliz na midia

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  8. A Policia Civil de varios estados estão em greve ou ameaçando e não vi ninguem da imprensa agir com tanta enfase com esse problema como agiu a reporter neste caso. Se sou delegado não concedo entrevista pra ninguem, a imprensa que se vire. A imprensa com raras exceções nunca esteve ao lado da policia.

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  9. Se o DelPol tivesse tomado todas as providências de Polícia Judiciária e nao desse nenhuma satisfação para a imprensa, se tivesse orientado eles irem buscar informações junto à SSP isso nao teria ocorrido. O Problema é que o Doutor resolveu dar uma “coletiva” desnecessaria para o trabalho policial e não soube lidar com as pegadinhas nas perguntas da imprensa. Agora fica aí o relato da repórter dando a entender que o DelPol agiu de forma parcial no caso.

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  10. Se realmente aconteceu como relatado, o Delegado foi sim tendencioso, afinal ele estava ali como Delegado e não como Advogado do autor. Aproveitando a deixa, cada dia mais vejo os policiais em um verdadeiro reality, acompanhados pela mídia em seu trabalho. Quem será q está sendo pago para isto? Quem se submete a trabalhar para a imprensa televisa são pagos para isto, enqto os policiais (PM e PC) últimamente vem sendo expostos em seu trabalho para a TV como verdadeiros bonecão de posto, e o q é pior, parece q gostando disto, se sentindo verdadeiros rambos da vida real. Só fazem com vc o q permite, portanto, após sermos tranformados em fantoches do governo, não permitamos também sermos transformados em fantoche de reality.

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  11. Fred o Escrivão :
    Esperem ai, a indagação não é em relação a ser pessoa notória ou não, mas sim a posição adotada pela dita Autoridade. Cá entre nós, vcs nunca viram tal transfiguração? autoridade tem que saber se postar diante de uma entrevista, tem que manter a calma e nunca sair em defesa deste ou daquele, mas sim ir em busca da verdade real, doa a quem dores.

    Me desculpe Fred mas dentro da delegacia mandamos nós policias, e ninguem pode nos desrespeitar com perguntas provocativas no nosso trabalho, la na redação onde trabalha esta jornalista manda ela.

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  12. tirapol favelado e perigoso :
    QUEM VIU ONTEM O ADVOGADO DO CUNHADO DA BIANCA (MENINA ASSASSINADA) NO PROGRAMA DA SONIA ABRAAO, DIZENDO QUE ESTAGIOU 5 ANOS DENTRO DE UMA DELEGACIA E NUNCA VIU UM POLICIAL TRATAR BEM UM CIDADÃO QUE ADENTRASSE A DELEGACIA???
    SE A PC DE SP FOR SÉRIA REQUISITA A FITA DO PROGRAMA E PEGA ESSE TRECHO (QUE ELE MIJOU DEPOIS, DIZENDO QUE SE ATRAPALHOU NAS PALAVRAS),…..MAS FALOU SIM…
    ACABOU COM O DELEGADOS DE POLICIA DE SP EM REDE NACIONAL
    CADE A ADPESP PARA TOMAR PROVIDENCIA CONTRA ESSE ADVOGADO???
    REPITO> O CARA DISSE QUE EM 5 ANOS ESTAGIANDO DENTRO DE UMA DELEGACIA NUNCA VIU UM POLICIAL CIVIL TRATAR BEM QUE ENTRA NA DELEGACIA.
    ABSURDO.
    VÃO DEIXANDO CAGAR NAS NOSSAS CABEÇAS…..VÃO DEIXANDO…….

    ESSE ANELZINHO DE MERDA NÃO PASSOU NOS CONCURSOS DA POLICIA CIVIL E AGORA QUER FALAR MAL DA INSTITUIÇÃO, ESSA É A VERDADE.

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  13. Parabéns para o delegado!!! Bem feito pra essa imprensa sensacionalista que adora criar polêmica quando é alguém famoso que se envolve em algum acidente. Não tá satisfeito com a lei?? reclame com os legisladores e ponto final.
    Essa mania de dar entrevista coletiva é que tem que acabar!!! Mas, infelizmente tem policial que adora aparecer. Delegado tem que aplicar a lei e nada mais. Só porque o cara é famoso tem que dar entrevista???
    No Brasil criou-se a cultura do: “famoso é mais vilão”. Logo depois vem os urubus da imprensa gritando pra policia punir severamente. Quem puni é a lei!!!

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  14. luiz,não seja burro. leia noticia novamente e poderá constatar que o desequilibrio foi do delegado. a jornalista sim cumpriu o seu papel ja a autoridade caiu do arame.

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  15. Fatima de Souza,ex.repórter da TV band,tem costume de defender alguns elementos e até
    colaborar com colegas que cria falsas materias como o caso de um certo grupo criminoso da Capital Paulista,como foi o caso do Fabinho na aréa do 42ºDP,a mesma chega até ser
    defensor de colega Carlos Calvacanti ex. TV Record,que montou uma materia fazendo o
    Fabinho escrevendo no chão da comunidade de uma favela que o mesmo era do PCC,e
    na época quando o mesmo foi preso,a mesma fez de tudo para não ser materia do Brasil
    Urgente,quando o cabrini era apresentador,imagino que jornalismo verdade ela faz,séra
    que Fatima de Souza,não quiz advogar para terceiro,como já fez em troca de materia,indo
    viajar com o Fabinho o noia para santos,atrás de uma suposta fita do caso do Fernando
    Dutra Pinto,do suposto ex. sequestrador da filha do Senor Abravanel ( Silvio Santos ) e foi
    contratada pela TV Record,não sei o que ocorreu com a fita com todos os detalhes de
    fatos veridicos que ficou com a autoridades e promotoria pública de São Paulo,não tenho
    telhado de vidro com ninguém,mais tenho certeza que ela tem um genio que se acha uma
    autoridade maior,não acredito que usou a ética profissional para conversar com o Senhor
    Delegado de Policia,pois fatos parecidos já aconteceu mais a Corregedoria para que tome
    providencia,solicitando ao Delegado de Policia,documentos registrado que a aréa esta em
    seu nome,porque caso não tenha como provar Ärt: 171¨nele,como fez faculdade de direito
    deve saber o que certo ou errado.

    Em todas Delegacia sempre tem aquele que quer aparecer,já prende e condena,que eles
    quer só por ser desafeto de alguem ou não gostou da pessoa, por algum motivo.

    Sabendo que descriminação, substimar e constregimento e crime,em qualquer orgão
    público seja Municipal,Estadual e Federal a Lei e para todos.

    3ª VISÃO REPÓRTER

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  16. O problema da Polícia Paulista não é muito diferente dos problemas das demais Polícias dos outros estados, todos nós somos unânimes em afirmar que temos em nossas mãos a difícil tarefa de combater a criminalidade; Aqui no estado de São Paulo temos uma peculiaridade, além de termos que enfrentar os bandidos em condições desfavoráveis em razão da deficiência do quadro reduzido de policiais, termos também os armamentos ruins e consequentemente com menor poder de fogo em relação ás armas usadas pelos bandidos, termos viaturas velhas e de má qualidade, temos as Delegacias em más condições de conservação, mas temos um item a mais que é um fator um fator gerador de descontentamento e proporcionador da baixa estima do policial e se tornou o maior adversário nos últimos 20 anos, lamentavelmente temos que contabilizar também esse adversário sim, ele é o nosso Governador Geraldo Alckimim que pertence ao PSDB, são 20 anos que este partido é governo no estado de São Paulo, são 20 anos de atraso e sucateamento na polícia paulista; É assim, além de lutarmos contra os bandidos, temos que lutar politicamente contra o o Governador, pois ele não nos paga um salário compatível, ele se recusa a cuidar bem das polícias, ele deveria fazer ao contrário, ele deveria se interessar no bem estar do policial para que tivéssemos uma segurança pública de boa qualidade, mas ele não quer isso, ele mantém o raciocínio de sucatear o policial principalmente no salário que hoje é uma miséria . Esses fatores adicionais que a polícia paulista enfrenta é terrível e compromete a segurança da sociedade , pois o alvo da polícia são os bandidos e não o Governador ou o partido que ele pertence, pois não somos preparados para fazer políticas e sim para combater a criminalidade, mas infelizmente temos que fazer políticas também no estado de São Paulo, não deveríamos, mas somos obrigados para defender o pão nosso de cada dia .

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  17. Os prédios públicos não são lugares para entrrevistas e o Delegado não tinha que defender o senhor Oscar Godoy. Já que resolveu dar entrevista e limpar a barra do pinguço, então tem que responder a todas as perguntas e Fátimia Souza é excelente jornalista.

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  18. “Se arrependimento matasse”, presta a atenção:
    A matéria apresentada e subscrita por um dos protagonistas do entrevero…
    Para saber se a jornalista estava certa ou errada, melhor seria ouvir o delegado e os demais presentes.
    Burrice e tirar conclusões com base em apenas uma versão.
    Contudo, volto a afirmar que normalmente, quando jornalista fala sobre policia ou justiça, lamentavelmente fala sem se instruir ou pensar.
    Ademais, hoje virou moda ridicularizar policiais… Ora, pergunta capciosa em entrevista coletiva e provocação!
    Por fim, digo que sou totalmente favorável a lei da mordaça: nem juiz, nem delegado, promotor, investigador, Escrivao ou qualquer outro funcionário publico deveriam dar entrevistas sobre casos criminais.
    Alias, o certo era qualquer informação sobre investigação ser fornecida pela DGP. Assim como sobre processos, pelo TJ.

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  19. Faça uma pesquisa com cidadãos de bem que já precisaram registrar algo em uma delegacia de polícia de SP, você irá se surpreender e possivelmente mude de opinião, o grande problema é que exergamos no próximo nós mesmo, ou seja, vc possívelmente seja um servidor empenhado em proporcionar conforto ao cidadão que adentra sua repartição, o mesmo não ocorre com a maioria da instituição, vejo o policial como exemplo moral e ético, mas a maioria acredita que a truculência e falta de atenção o faz mais “macho”, corajoso, valente e/ou importante que qualquer outro ser vivo sobre a face da terra.

    tirapol favelado e perigoso :QUEM VIU ONTEM O ADVOGADO DO CUNHADO DA BIANCA (MENINA ASSASSINADA) NO PROGRAMA DA SONIA ABRAAO, DIZENDO QUE ESTAGIOU 5 ANOS DENTRO DE UMA DELEGACIA E NUNCA VIU UM POLICIAL TRATAR BEM UM CIDADÃO QUE ADENTRASSE A DELEGACIA???
    SE A PC DE SP FOR SÉRIA REQUISITA A FITA DO PROGRAMA E PEGA ESSE TRECHO (QUE ELE MIJOU DEPOIS, DIZENDO QUE SE ATRAPALHOU NAS PALAVRAS),…..MAS FALOU SIM…
    ACABOU COM O DELEGADOS DE POLICIA DE SP EM REDE NACIONAL
    CADE A ADPESP PARA TOMAR PROVIDENCIA CONTRA ESSE ADVOGADO???
    REPITO> O CARA DISSE QUE EM 5 ANOS ESTAGIANDO DENTRO DE UMA DELEGACIA NUNCA VIU UM POLICIAL CIVIL TRATAR BEM QUE ENTRA NA DELEGACIA.
    ABSURDO.
    VÃO DEIXANDO CAGAR NAS NOSSAS CABEÇAS…..VÃO DEIXANDO…….

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  20. É com imensa tristeza que preciso concordar com a mensagem ai de cima… + de 20 anos como tira nessa casa… Sempre na linha de frente, sem dever nada a filhodaputa nenhum… Ja vi gente ser maltratada de graça em delegacia uma porrada de vezes… Nao to falando de babão, nóia e pinguço (e até mesmo esses nao tem que ser esculachados só porque são uns fodidos)…To falando de gente comum que, POR AZAR, precisou dos “SERVIÇOS” de uma delegacia…
    Nesse tempo todo não daria pra dizer qtas vezes eu vi isso… Pq é bastante frequente… Lamento ai pelos “colegas” ofendidos, mas ate mesmo identificado como policia já fui tratado maleporcamente por alguns desses mesmos “colegas”… e nao foram poucas vezes nao… A última vez aconteceu na semana passada… E eu estava de serviço… não fui pedir favor nenhum a ninguém…

    Enfim, estamos na lama…

    É dificil admitir, né Joe?…

    Acabou… Fudeu….

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  21. Parabens ao delegado!
    tem mesmo que botar pra fora e na delegacia quem MANDA é o delegado, ou seria o zé da padaria.
    Só nao podemos elogiar muito senão vira DG e põe no nosso rabo.

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  22. Mais também vem a questão.
    Porqueeeeeeeee Godoi não foi presso em fragante por dirigir embriagado??
    Sera que e porque e famoso,tem dinheiro,fam,conhecimneto.
    Alguém se quer perguntou para a sé ninguem da moça Carolina se ela esta bem,nãooooooo!!
    Mais aposto que quando chgou na delegacia o Filha da puta d GODOI derão agua,café e chá. E colocarãm uma ambulancia em sua disposição…
    Este pais tem que mudar,nesta merda de Brasiil pode quem te mais $$$$$$$$….
    Se eu fose esta moça lascava no cú deste bebado…

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  23. cidadaodebem :Faça uma pesquisa com cidadãos de bem que já precisaram registrar algo em uma delegacia de polícia de SP, você irá se surpreender e possivelmente mude de opinião, o grande problema é que exergamos no próximo nós mesmo, ou seja, vc possívelmente seja um servidor empenhado em proporcionar conforto ao cidadão que adentra sua repartição, o mesmo não ocorre com a maioria da instituição, vejo o policial como exemplo moral e ético, mas a maioria acredita que a truculência e falta de atenção o faz mais “macho”, corajoso, valente e/ou importante que qualquer outro ser vivo sobre a face da terra.

    tirapol favelado e perigoso :QUEM VIU ONTEM O ADVOGADO DO CUNHADO DA BIANCA (MENINA ASSASSINADA) NO PROGRAMA DA SONIA ABRAAO, DIZENDO QUE ESTAGIOU 5 ANOS DENTRO DE UMA DELEGACIA E NUNCA VIU UM POLICIAL TRATAR BEM UM CIDADÃO QUE ADENTRASSE A DELEGACIA???SE A PC DE SP FOR SÉRIA REQUISITA A FITA DO PROGRAMA E PEGA ESSE TRECHO (QUE ELE MIJOU DEPOIS, DIZENDO QUE SE ATRAPALHOU NAS PALAVRAS),…..MAS FALOU SIM…ACABOU COM O DELEGADOS DE POLICIA DE SP EM REDE NACIONALCADE A ADPESP PARA TOMAR PROVIDENCIA CONTRA ESSE ADVOGADO???REPITO> O CARA DISSE QUE EM 5 ANOS ESTAGIANDO DENTRO DE UMA DELEGACIA NUNCA VIU UM POLICIAL CIVIL TRATAR BEM QUE ENTRA NA DELEGACIA.ABSURDO.VÃO DEIXANDO CAGAR NAS NOSSAS CABEÇAS…..VÃO DEIXANDO…….

    VC ENXERGA LONGE, SABE QUE A MAIORIA SE ACHA POR SER POLICIAL E AINDA NÃO ESTÁ EXERGANDO QUE A POPULAÇÃO NOS VÊ COMO UNS -O-T-S

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  24. Acho que as duas partes erraram , deviam ter sido éticos , pq na realidade quem manda ou desmanda no País é a Constituição Federal em ambas as partes , Sociológicos , político , Jurídico , Culturalista , então devemos tratar com respeito a qualquer pessoa seja ela autoridade ou não , devemos zelar pelo patrimônio Público mas nunca dizer que ele é nosso pq ele é do povo em geral .

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  25. Na verdade a reporte Fátima Souza, parece não levar muito a serio o seu profissionalismo, sem nenhum pouco de respeito com a vitima familiares, e demais, e ate mesmo pela sua própria profissão, que hoje, é muito desvalorizado, na verdade sua tentativa foi de ser uma “Rachel Sheherazade” da vida… Não só o Delegado, mas qualquer um que estivesse em sua função e tentando esclarecer o ocorrido e tivesse um “engraçadinho”, também perderia a “cabeça”.

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