Se identificar como policial é fácil, qualquer um faz, todos os dias vemos na TV que isso ocorre.
Está faltando assunto para publicar e assunto “polícia” vende bem?
Supondo que o JORNAL AGORA seja isento, o que acho difícil, poderiam dar o mesmo espaço dessa matéria aos policiais de S.Paulo para falarem sobre o calvário que vivem sob o mantro do PSDB em São Paulo.
Se fosse somente nas feiras livres que os coxinhas cobrasse proprina era fácil de se resolver, dá uma passadinha na região da Santa Efigênia e pergunta aos vendedores ambulantes de cds e dvds, o quanto eles pagam diariamente para não serem incomodados pela meganha, pergunte a um tal capitão mendonça, responsável pela segurança do entorno do shopping aricanduva, quanto ele ganha por mês (R$ 30.000,00), bem como a mobilia de toda a casa dele que é trocada anualmente pelo interlar aricanduva, depois vem os coxinhas na TV pagando de moralista, pq o sordadinho, que tá na mesma água de salsicha de assim como todo policial civil, tá pegando dois reais do feirante. Ah faça-me o favor.
Governo Federal quer tirar PEC 300 da pauta do Congresso para 2011
Postado por Moderadora em 15 agosto 2011 às 17:22
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Governo Federal quer tirar PEC 300 da pauta do Congresso para 2011
Proposta foi feita pelo líder do governo na Câmara, Cândido Vacarezza (PT-SP)
O Governo Federal quer retirar a votação da Proposta de Emenda Constitucional 300 (que equipara os salários de policiais militares e bombeiros militares de todo o país aos pagos no Distrito Federal) da pauta do Congresso Nacional para o segundo semestre de 2011. A proposta foi feita pelo líder do Governo na Câmara, deputado federal Cândido Vacarezza (PT-SP) aos líderes de bancada na última sexta-feira. O deputado federal Osmar Júnior, líder do PC do B, afirmou que nova reunião será feita para definir a pauta do semestre.
“As bancadas partidárias definiram que as prioridades são a PEC 300 e a Emenda 29 (que estipula percentuais a serem investidos na área de saúde pelas três esferas de Governo). Mas o Governo quer que se chegue a um entendimento antes que essas matérias sejam votadas”, afirmou o deputado Osmar Júnior. Segundo o parlamentar, a agenda de votações da Câmara Federal e do Senado para o segundo semestre só deverá ser fechada nos próximos dias. “O Governo quer evitar a votação, mas entramos com pedido de urgência para apreciação da PEC 300. Saúde e Segurança Pública são nossas prioridades”, acrescentou.
O argumento do Governo para a retirada da PEC 300 da pauta do Congresso é a falta de entendimento frente a uma matéria que tem impacto estimado em R$ 40 bilhões anuais ao Tesouro Nacional.
Na lista de prioridades da presidente Dilma Rousseff (PT) estão as quatro Medidas Provisórias que trancam a pauta do Congresso atualmente: 532/2011, que “torna incumbência da Agência Nacional do Petróleo (ANP) a fiscalização e a regulamentação do setor produtivo de etanol, que deixa de ser considerado um subproduto agrícola”; 533/2011, “que permite à União o repasse de recursos financeiros aos municípios e ao Distrito Federal, como medida de apoio financeiro à manutenção de novos estabelecimentos públicos de educação infantil”; 534/2011, que “diminui o preço dos computadores portáteis (tablets) produzidos no Brasil, por meio da redução de impostos”; 535/2011, que “cria o Programa de Apoio à Conservação Ambiental com vistas a transferir recursos federais a famílias em situação de miséria que empreendam ações de preservação ambiental no meio rural”.
Capitão Assumção
Na seqüência dá reportagem parece que o repórter conseguiu conversar, via fone, com o PM acusado e este disse que só estava fazendo um “biquinho”, não duvido nem por um instante disso, o fato é que como praça este esta phodido e muito mal pago, a corregedoria de lá é como a de cá, vai phoder bem a vida deste phodido na vida para dar exemplo de como são “corretos” “pobros” e “éticos” os oficias da PM quando é para punir os praças.
No mesmo esquemão que ocorre aqui na civil, se é um operacional phodido na vida cana, esculacho, pelado, e o cabal que irá resultar em demissão a bem do serviço público, mas quando são Drs. correrias e os correrias de sempre ou Cardeais que são flagrados fazem umas paradinhas, existe todo um contorcionismo jurídico para explicar o inexplicável, criam até figuras jurídicas que nem existem no ordenamento jurídico pátrio, exemplo o arrependimento eficaz depois que embolsei a grana e só devolvi porque fui flagrado por uma reportagem em que eu até dei recibo de corrupto, mas fazer o que as regas do jogo são estas.
Até podemos ser e devemos ser corruptos, até a medula, o que não podemos é ser é flagrados, fotografados e grampeados em resumo não podemos ser pegos, porque se isso ocorrer as corregedorias são implacáveis, mas só como os sem padrinhos e os phodidos de sempre para os eleitos a conversa é sempre de outro tipo bem mai$$$$$ amena.
Dano ao erário
Barros Munhoz é acusado de improbidade administrativa
Por Fernando Porfírio
O presidente da Assembleia Legislativa, deputado Barros Munhoz (PSDB), se tornou réu em Ação Civil Pública por ato de improbidade administrativa. A decisão, tomada nesta segunda-feira (15/8) pelo Tribunal de Justiça de São Paulo, referendou despacho da juíza Carla Kaari, da 1ª Vara Cível do Fórum de Itapira (SP).
O líder tucano é suspeito da prática de mau uso do dinheiro público por contratar de formar irregular um escritório de advocacia. A contratação aconteceu quando Barros Munhoz era prefeito de Itapira. O tucano entrou com recurso contra decisão da juíza Carla Kaari. Seu pedido foi negado pela corte paulista.
O Ministério Público acusa Barros Munhoz de improbidade administrativa e pede a condenação do parlamentar à perda da função pública, suspensão dos direitos políticos por oito anos e ressarcimento integral do dano sofrido pela prefeitura, aplicando no cálculo do valor juros e correção. Além de Barros Munhoz, são réus no processo mais oito pessoas, o escritório de advocacia e a Prefeitura de Itapira.
A 5ª Câmara de Direito Público, por votação unânime, negou recurso (Agravo de Instrumento) apresentado pela defesa de Barros Munhoz que pretendia trancar a ação civil. O deputado sustentou que o instrumento eleito pelo Ministério Público não era o adequado, que a Justiça de primeiro grau se mostrava incompetente para julgar o processo e que a inicial não deveria ser aceita, pelo simples fato de não existir ato de improbidade administrativa.
De acordo com Barros Munhoz, houve lisura na contratação do escritório de advocacia e o erário público não sofreu qualquer dano. A defesa pediu a destipificação da acusação, a apreciação do contrato pelo Tribunal de Contas do Estado e a rejeição do recebimento da Ação Civil Pública. Além disso, sustentou a inexistência de indícios para configuração do ilícito administrativo
A turma julgadora entendeu que não houve qualquer nulidade na sentença da juíza de Itapira ao receber a Ação Civil Pública. De acordo com o relator, Carlos Abrão, há elementos que determinam a apuração de responsabilidade na contratação do escritório de advocacia. Para a turma julgadora, há indícios de desrespeito às regras da administração pública, quando do exercício do cargo de prefeito na cidade de Itapira, o que prioriza o andamento do processo civil.
“Não há qualquer supressão de conduta, pela configuração de crime de responsabilidade, tendo a douta magistrada fundamentado o recebimento, patente o interesse de agir, inviável, no exame superficial emitir juízo valorativo sobre absoluta inexistência de ato de improbidade”, disse o desembargador Carlos Abrão.
Em primeira instância, a Justiça deferiu liminar do MP e determinou a indisponibilidade e bloqueio dos bens dos suspeitos, limitados ao valor de R$ 223,5 mil. A juíza de Itapira também suspendeu o contrato firmado pela Prefeitura e o escritório Cláudio Golgo Advogados Associados S/C.
No primeiro semestre, Barros Munhoz se tornou réu em outra Ação Civil Pública por improbidade administrativa. Ele foi acusado de favorecer a empresa Brinquedos Estrela, também quando exercia o cargo de prefeito de Itapira (1997-2004).
O Ministério Público pede a condenação do parlamentar à perda da função pública, suspensão dos direitos políticos por oito anos e ressarcimento integral do dano sofrido pela prefeitura.
Segundo o MP, em 2002, Munhoz desapropriou terreno de 335,8 mil metros às margens da rodovia SP 352, que liga o município ao sul de Minas, doou a área à Starcom Ltda. e autorizou repasse de R$ 11,8 milhões a título de “subvenção econômica” para construção de galpão destinado a abrigar as instalações da Estrela.
A Starcom, aponta o Ministério Público, foi constituída com capital social de R$ 5 mil exclusivamente para viabilizar a transação, uma vez que, à época, a Estrela atravessava graves dificuldades financeiras e não poderia receber incentivos.
A Promotoria aponta na ação que o balanço da companhia, em 2001, demonstrava prejuízo acumulado de R$ 23,2 milhões. Por isso, o contrato foi firmado com a Starcom. “Isso somente vem a confirmar uma realidade que já deveria ter sido prevista e evitada”, acentua o Ministério Público.
O montante de quase R$ 12 milhões foi desembolsado pelo Tesouro municipal seguindo cronograma com início em novembro de 2002 e término previsto para maio de 2005. Até 16 de julho de 2004, a prefeitura já havia pago à Starcom R$ 9,3 milhões em auxílios decorrentes do contrato.
Fernando Porfírio é repórter da revista Consultor Jurídico
Ação contra cunhado de Alckmin é remetida à Justiça Federal
15/08/2011 – 21h27 | da Folha.com
A Justiça estadual recusou nesta segunda-feira a ação civil movida pelo Ministério Público contra a suposta fraude da merenda escolar em Pindamonhangaba (140 km da capital), na qual o cunhado do governador Geraldo Alckmin (PSDB) é réu, e encaminhou o processo à Justiça federal.
O motivo da recusa é que o caso envolve recursos provenientes do governo federal. Por isso, a 3ª Vara Cível de Pindamonhangaba entendeu que não tem competência de julgar o caso. Caberá agora à Justiça federal decidir se aceita a ação.
Promotoria denuncia cunhado de Alckmin por fraude em merenda
Lu Alckmin defende investigação sobre irmão
Acusado de pagar propina, dono de empresa nega conhecer cunhado de Alckmin
Promotoria quer investigação do vazamento do caso sobre cunhado de Alckmin
O processo, de improbidade administrativa, foi protocolado na semana passada pela Promotoria. Paulo César Ribeiro, irmão da primeira-dama Lu Alckmin, é acusado de comandar um esquema de fraude de licitações dentro da prefeitura de Pindamonhangaba.
Ele nega interferências dentro da prefeitura. A defesa de Ribeiro ainda não comentou a ação porque ainda não teve acesso aos autos do processo.
Além dele, há outros 18 réus, dos quais constam nove empresas. A Verdurama, fornecedora da merenda escolar, seria pivô do esquema. As outras empresas foram citadas por terem participado de uma licitação supostamente fraudada na qual a Verdurama sagrou-se vencedora.
A Verdurama ganhou, em 2006, uma concorrência de R$ 6,8 milhões para fornecimento de merenda. O caso era investigado desde 2007 pelo Ministério Público. Em quatro anos, o município gastou R$ 29,3 milhões com a empresa.
O prefeito João Antônio Salgado Ribeiro (PPS) também é acusado pelo Ministério Público de fazer parte do esquema, por ter nomeado para a Secretaria da Fazenda uma pessoa supostamente indicada por Paulo Ribeiro.
A nomeação seria uma contrapartida pela ajuda que o cunhado de Alckmin deu ao prefeito durante a campanha eleitoral de 2004 – segundo o Ministério Público, Paulo César Ribeiro foi responsável pelo recolhimento de doações ilegais.
PENALIDADES
A ação pede que sejam ressarcidos aos cofres públicos os R$ 29,3 milhões pagos à Verdurama, além da perda de mandato do prefeito Salgado Ribeiro. Ao cunhado de Alckmin é imputada a pena de pagar multa de duas vezes o valor do dano causado ao erário público.
A prefeitura nega irregularidades no contrato e os responsáveis pela Verdurama já negaram conhecer Paulo César e criticaram a ação do Ministério Público. Eles não foram localizados na noite desta segunda-feira para comentar o caso. Ainda não foram citados pela Justiça.
A defesa de Paulo César Ribeiro já solicitou acesso aos autos, mas o pedido ainda não foi apreciado.
Nesta segunda-feira (15), assumiu a 6ª Delegacia Seccional de Polícia (Santo Amaro) a delegada Martha Rocha de Castro, em cerimônia na própria unidade, junto ao 102º DP (Socorro), com as presenças do delegado geral, Marcos Carneiro Lima, do diretor do Decap, Carlos José Paschoal de Toledo, e de delegados seccionais, assistentes e plantonistas da Capital.
Mulher e Traveco adoram se “crescer” quando a equipe policial é masculina! Se os servidores fossem mulheres as colocariam no lugar delas. Cheias de piti e de graça…
É por essas e outras que a delega do Rio de Janeiro deu um “sossega” na Cristina Mortágua.
Que jornalzinho sensacionalista de merda… bem ao perfil do brasileiro alienado mesmo.
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ESSE LIXO DO KUSSAB,ESQUECE O TEM PO QUE ERA OFICE BOI DO MALUF
E DOADOR DE RABIOLA
SO DEIXA O RABO DELE NA RETA
POLITICO É TUDO A MESMA MERDA
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mais facil pedir em coxinha,,,
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Se identificar como policial é fácil, qualquer um faz, todos os dias vemos na TV que isso ocorre.
Está faltando assunto para publicar e assunto “polícia” vende bem?
Supondo que o JORNAL AGORA seja isento, o que acho difícil, poderiam dar o mesmo espaço dessa matéria aos policiais de S.Paulo para falarem sobre o calvário que vivem sob o mantro do PSDB em São Paulo.
Quem quiser que fique nessas pilhas!
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olha no vídeo;
“advogada detida com um ESTILHETE”. kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
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Se fosse somente nas feiras livres que os coxinhas cobrasse proprina era fácil de se resolver, dá uma passadinha na região da Santa Efigênia e pergunta aos vendedores ambulantes de cds e dvds, o quanto eles pagam diariamente para não serem incomodados pela meganha, pergunte a um tal capitão mendonça, responsável pela segurança do entorno do shopping aricanduva, quanto ele ganha por mês (R$ 30.000,00), bem como a mobilia de toda a casa dele que é trocada anualmente pelo interlar aricanduva, depois vem os coxinhas na TV pagando de moralista, pq o sordadinho, que tá na mesma água de salsicha de assim como todo policial civil, tá pegando dois reais do feirante. Ah faça-me o favor.
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PARA DESCONTRAIR, OLHA ELES TOMANDO UM DA DONA http://www.youtube.com/watch?v=43iJGck9_2I
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depois da advogada, vem o travesti…. kkkkkkk
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Cuidado blogueiros e tuiteiros… vejam essa pesquisa abaixo…
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Se faz URGENTE acabar com a ditadura dos “impolutos” estrelinhas da FP do estado de São Paulo.
Acorda Brasil
Euclydes zamperetti Fiori
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Governo Federal quer tirar PEC 300 da pauta do Congresso para 2011
Postado por Moderadora em 15 agosto 2011 às 17:22
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Governo Federal quer tirar PEC 300 da pauta do Congresso para 2011
Proposta foi feita pelo líder do governo na Câmara, Cândido Vacarezza (PT-SP)
O Governo Federal quer retirar a votação da Proposta de Emenda Constitucional 300 (que equipara os salários de policiais militares e bombeiros militares de todo o país aos pagos no Distrito Federal) da pauta do Congresso Nacional para o segundo semestre de 2011. A proposta foi feita pelo líder do Governo na Câmara, deputado federal Cândido Vacarezza (PT-SP) aos líderes de bancada na última sexta-feira. O deputado federal Osmar Júnior, líder do PC do B, afirmou que nova reunião será feita para definir a pauta do semestre.
“As bancadas partidárias definiram que as prioridades são a PEC 300 e a Emenda 29 (que estipula percentuais a serem investidos na área de saúde pelas três esferas de Governo). Mas o Governo quer que se chegue a um entendimento antes que essas matérias sejam votadas”, afirmou o deputado Osmar Júnior. Segundo o parlamentar, a agenda de votações da Câmara Federal e do Senado para o segundo semestre só deverá ser fechada nos próximos dias. “O Governo quer evitar a votação, mas entramos com pedido de urgência para apreciação da PEC 300. Saúde e Segurança Pública são nossas prioridades”, acrescentou.
O argumento do Governo para a retirada da PEC 300 da pauta do Congresso é a falta de entendimento frente a uma matéria que tem impacto estimado em R$ 40 bilhões anuais ao Tesouro Nacional.
Na lista de prioridades da presidente Dilma Rousseff (PT) estão as quatro Medidas Provisórias que trancam a pauta do Congresso atualmente: 532/2011, que “torna incumbência da Agência Nacional do Petróleo (ANP) a fiscalização e a regulamentação do setor produtivo de etanol, que deixa de ser considerado um subproduto agrícola”; 533/2011, “que permite à União o repasse de recursos financeiros aos municípios e ao Distrito Federal, como medida de apoio financeiro à manutenção de novos estabelecimentos públicos de educação infantil”; 534/2011, que “diminui o preço dos computadores portáteis (tablets) produzidos no Brasil, por meio da redução de impostos”; 535/2011, que “cria o Programa de Apoio à Conservação Ambiental com vistas a transferir recursos federais a famílias em situação de miséria que empreendam ações de preservação ambiental no meio rural”.
Capitão Assumção
Fonte: http://policialbr.com/profiles/blogs/governo-federal-quer-tirar-pec-300-da-pauta-do-congresso-para-201?xg_source=shorten_twitter#ixzz1V80tdnv7
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ASSIM COMEÇAM AS MILICIAS .
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QUEM INSISTE EM VOTAR NESSE BUNDAREZZA DE VACA
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Na seqüência dá reportagem parece que o repórter conseguiu conversar, via fone, com o PM acusado e este disse que só estava fazendo um “biquinho”, não duvido nem por um instante disso, o fato é que como praça este esta phodido e muito mal pago, a corregedoria de lá é como a de cá, vai phoder bem a vida deste phodido na vida para dar exemplo de como são “corretos” “pobros” e “éticos” os oficias da PM quando é para punir os praças.
No mesmo esquemão que ocorre aqui na civil, se é um operacional phodido na vida cana, esculacho, pelado, e o cabal que irá resultar em demissão a bem do serviço público, mas quando são Drs. correrias e os correrias de sempre ou Cardeais que são flagrados fazem umas paradinhas, existe todo um contorcionismo jurídico para explicar o inexplicável, criam até figuras jurídicas que nem existem no ordenamento jurídico pátrio, exemplo o arrependimento eficaz depois que embolsei a grana e só devolvi porque fui flagrado por uma reportagem em que eu até dei recibo de corrupto, mas fazer o que as regas do jogo são estas.
Até podemos ser e devemos ser corruptos, até a medula, o que não podemos é ser é flagrados, fotografados e grampeados em resumo não podemos ser pegos, porque se isso ocorrer as corregedorias são implacáveis, mas só como os sem padrinhos e os phodidos de sempre para os eleitos a conversa é sempre de outro tipo bem mai$$$$$ amena.
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15 agosto 2011
Dano ao erário
Barros Munhoz é acusado de improbidade administrativa
Por Fernando Porfírio
O presidente da Assembleia Legislativa, deputado Barros Munhoz (PSDB), se tornou réu em Ação Civil Pública por ato de improbidade administrativa. A decisão, tomada nesta segunda-feira (15/8) pelo Tribunal de Justiça de São Paulo, referendou despacho da juíza Carla Kaari, da 1ª Vara Cível do Fórum de Itapira (SP).
O líder tucano é suspeito da prática de mau uso do dinheiro público por contratar de formar irregular um escritório de advocacia. A contratação aconteceu quando Barros Munhoz era prefeito de Itapira. O tucano entrou com recurso contra decisão da juíza Carla Kaari. Seu pedido foi negado pela corte paulista.
O Ministério Público acusa Barros Munhoz de improbidade administrativa e pede a condenação do parlamentar à perda da função pública, suspensão dos direitos políticos por oito anos e ressarcimento integral do dano sofrido pela prefeitura, aplicando no cálculo do valor juros e correção. Além de Barros Munhoz, são réus no processo mais oito pessoas, o escritório de advocacia e a Prefeitura de Itapira.
A 5ª Câmara de Direito Público, por votação unânime, negou recurso (Agravo de Instrumento) apresentado pela defesa de Barros Munhoz que pretendia trancar a ação civil. O deputado sustentou que o instrumento eleito pelo Ministério Público não era o adequado, que a Justiça de primeiro grau se mostrava incompetente para julgar o processo e que a inicial não deveria ser aceita, pelo simples fato de não existir ato de improbidade administrativa.
De acordo com Barros Munhoz, houve lisura na contratação do escritório de advocacia e o erário público não sofreu qualquer dano. A defesa pediu a destipificação da acusação, a apreciação do contrato pelo Tribunal de Contas do Estado e a rejeição do recebimento da Ação Civil Pública. Além disso, sustentou a inexistência de indícios para configuração do ilícito administrativo
A turma julgadora entendeu que não houve qualquer nulidade na sentença da juíza de Itapira ao receber a Ação Civil Pública. De acordo com o relator, Carlos Abrão, há elementos que determinam a apuração de responsabilidade na contratação do escritório de advocacia. Para a turma julgadora, há indícios de desrespeito às regras da administração pública, quando do exercício do cargo de prefeito na cidade de Itapira, o que prioriza o andamento do processo civil.
“Não há qualquer supressão de conduta, pela configuração de crime de responsabilidade, tendo a douta magistrada fundamentado o recebimento, patente o interesse de agir, inviável, no exame superficial emitir juízo valorativo sobre absoluta inexistência de ato de improbidade”, disse o desembargador Carlos Abrão.
Em primeira instância, a Justiça deferiu liminar do MP e determinou a indisponibilidade e bloqueio dos bens dos suspeitos, limitados ao valor de R$ 223,5 mil. A juíza de Itapira também suspendeu o contrato firmado pela Prefeitura e o escritório Cláudio Golgo Advogados Associados S/C.
No primeiro semestre, Barros Munhoz se tornou réu em outra Ação Civil Pública por improbidade administrativa. Ele foi acusado de favorecer a empresa Brinquedos Estrela, também quando exercia o cargo de prefeito de Itapira (1997-2004).
O Ministério Público pede a condenação do parlamentar à perda da função pública, suspensão dos direitos políticos por oito anos e ressarcimento integral do dano sofrido pela prefeitura.
Segundo o MP, em 2002, Munhoz desapropriou terreno de 335,8 mil metros às margens da rodovia SP 352, que liga o município ao sul de Minas, doou a área à Starcom Ltda. e autorizou repasse de R$ 11,8 milhões a título de “subvenção econômica” para construção de galpão destinado a abrigar as instalações da Estrela.
A Starcom, aponta o Ministério Público, foi constituída com capital social de R$ 5 mil exclusivamente para viabilizar a transação, uma vez que, à época, a Estrela atravessava graves dificuldades financeiras e não poderia receber incentivos.
A Promotoria aponta na ação que o balanço da companhia, em 2001, demonstrava prejuízo acumulado de R$ 23,2 milhões. Por isso, o contrato foi firmado com a Starcom. “Isso somente vem a confirmar uma realidade que já deveria ter sido prevista e evitada”, acentua o Ministério Público.
O montante de quase R$ 12 milhões foi desembolsado pelo Tesouro municipal seguindo cronograma com início em novembro de 2002 e término previsto para maio de 2005. Até 16 de julho de 2004, a prefeitura já havia pago à Starcom R$ 9,3 milhões em auxílios decorrentes do contrato.
Fernando Porfírio é repórter da revista Consultor Jurídico
Revista Consultor Jurídico, 15 de agosto de 2011
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Como diria o Reverendo Moon: “Tudo comigo”.
Fonte: BOL
Ação contra cunhado de Alckmin é remetida à Justiça Federal
15/08/2011 – 21h27 | da Folha.com
A Justiça estadual recusou nesta segunda-feira a ação civil movida pelo Ministério Público contra a suposta fraude da merenda escolar em Pindamonhangaba (140 km da capital), na qual o cunhado do governador Geraldo Alckmin (PSDB) é réu, e encaminhou o processo à Justiça federal.
O motivo da recusa é que o caso envolve recursos provenientes do governo federal. Por isso, a 3ª Vara Cível de Pindamonhangaba entendeu que não tem competência de julgar o caso. Caberá agora à Justiça federal decidir se aceita a ação.
Promotoria denuncia cunhado de Alckmin por fraude em merenda
Lu Alckmin defende investigação sobre irmão
Acusado de pagar propina, dono de empresa nega conhecer cunhado de Alckmin
Promotoria quer investigação do vazamento do caso sobre cunhado de Alckmin
O processo, de improbidade administrativa, foi protocolado na semana passada pela Promotoria. Paulo César Ribeiro, irmão da primeira-dama Lu Alckmin, é acusado de comandar um esquema de fraude de licitações dentro da prefeitura de Pindamonhangaba.
Ele nega interferências dentro da prefeitura. A defesa de Ribeiro ainda não comentou a ação porque ainda não teve acesso aos autos do processo.
Além dele, há outros 18 réus, dos quais constam nove empresas. A Verdurama, fornecedora da merenda escolar, seria pivô do esquema. As outras empresas foram citadas por terem participado de uma licitação supostamente fraudada na qual a Verdurama sagrou-se vencedora.
A Verdurama ganhou, em 2006, uma concorrência de R$ 6,8 milhões para fornecimento de merenda. O caso era investigado desde 2007 pelo Ministério Público. Em quatro anos, o município gastou R$ 29,3 milhões com a empresa.
O prefeito João Antônio Salgado Ribeiro (PPS) também é acusado pelo Ministério Público de fazer parte do esquema, por ter nomeado para a Secretaria da Fazenda uma pessoa supostamente indicada por Paulo Ribeiro.
A nomeação seria uma contrapartida pela ajuda que o cunhado de Alckmin deu ao prefeito durante a campanha eleitoral de 2004 – segundo o Ministério Público, Paulo César Ribeiro foi responsável pelo recolhimento de doações ilegais.
PENALIDADES
A ação pede que sejam ressarcidos aos cofres públicos os R$ 29,3 milhões pagos à Verdurama, além da perda de mandato do prefeito Salgado Ribeiro. Ao cunhado de Alckmin é imputada a pena de pagar multa de duas vezes o valor do dano causado ao erário público.
A prefeitura nega irregularidades no contrato e os responsáveis pela Verdurama já negaram conhecer Paulo César e criticaram a ação do Ministério Público. Eles não foram localizados na noite desta segunda-feira para comentar o caso. Ainda não foram citados pela Justiça.
A defesa de Paulo César Ribeiro já solicitou acesso aos autos, mas o pedido ainda não foi apreciado.
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http://www2.policiacivil.sp.gov.br/x2016/modules/news/article.php?storyid=1868
Nesta segunda-feira (15), assumiu a 6ª Delegacia Seccional de Polícia (Santo Amaro) a delegada Martha Rocha de Castro, em cerimônia na própria unidade, junto ao 102º DP (Socorro), com as presenças do delegado geral, Marcos Carneiro Lima, do diretor do Decap, Carlos José Paschoal de Toledo, e de delegados seccionais, assistentes e plantonistas da Capital.
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Vc ai de cima tá fudido(a) vai morrer solteiro(a)!!!!!!!!!!!!
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Mulher e Traveco adoram se “crescer” quando a equipe policial é masculina! Se os servidores fossem mulheres as colocariam no lugar delas. Cheias de piti e de graça…
É por essas e outras que a delega do Rio de Janeiro deu um “sossega” na Cristina Mortágua.
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