AUTOMÓVEL “DE PASSEIO” É COMO CIGARRO…QUEM USA DEVE PAGAR MUITO CARO; POR SI E PELOS PREJUDICADOS PASSIVOS…PEDÁGIO E IPVA DE 20% 2

O ciclo de riqueza tendo o carro como símbolo deve ser encerrado.

O custo já é muito superior ao benefício.

Lembrando que a degradação ambiental em geral , enchentes, deslizamentos de encostas, tem como causa maior: O ASFALTO.

Asfalto é para pneu; pneu calça CARRO…

Carro circula, de regra,  com um idiota egoísta; MUITOS SÃO ASSALTADOS POR NÃO DAR CARONA. 

A FABRICAÇÃO DE  CARRO DEVE  SER PROIBIDA O MAIS RÁPIDO POSSÍVEL.

ENQUANTO NÃO FOR BANIDO NO MAPA: PEDÁGIO E IPVA DE 20%

Um Comentário

  1. Litoral vira purgatório para policiais de Franca
    Divulgação

    Policiais estão descontentes
    com a falta de estrutura em alojamentos

    Edson Arantes
    da Redação

    Policiais deslocados para trabalhar no litoral de São Paulo durante a Operação Verão estão revoltados com a falta de estrutura oferecida. Militares e civis não pouparam críticas aos alojamentos e à qualidade
    da comida servida ao policiais. O descontentamento é tanto que associações de defesa da classe pretendem fazer uma vistoria nas cidades atendidas para verificar as condições.

    A Operação Verão foi lançada pelo governo do Estado no dia 28 de dezembro e se estenderá até o fim do Carnaval com o objetivo de garantir a segurança de moradores e turistas que estiverem no litoral.
    São cerca de 3,3 mil policiais a mais em todas as cidades litorâneas.

    De Franca, seguiram 40 homens das Polícias Civil e Militar. Estão alojados em escolas e colônias. São 14 cabos da PM, delegados, escrivães e investigadores. Os militares ficarão o tempo todo fora, enquanto os civis vão se revezar a cada 15 dias. “Não tivemos opção de escolha. Todos os que estão fazendo a escola de sargento tiveram de
    ir. Foi uma determinação”, disse um cabo que pediu anonimato temendo represálias.

    Todos os militares de Franca destacados para a Operação Verão estão servindo no Guarujá. Eles ficaram alojados na Escola “Almeida Júnior”,
    junto com outros 350 policiais. É lá que está o foco do problema. No começo da semana, os jornais Cidade de Guarujá e A Estância de Guarujá publicaram reportagens denunciando a falta de higiene da cozinha que prepara a refeição dos policiais. De acordo com os relatos, o local foi improvisado com divisórias de madeira, as panelas são mal conservadas e o chão é de terra. A Prefeitura do município firmou um contrato com um restaurante local no valor de R$ 1,6 milhão para servir a comida. Boa parte da tropa estaria com virose.

    O policial francano ouvido pela reportagem do Comércio confirmou as denúncias e disse que o problema não se resume à alimentação. “Não são apenas os policiais de Franca. Todos estão revoltados. São 350 homens distribuídos nas salas de aulas. Algumas abrigam 16 policiais. Lá dentro tem apenas a cama, o colchão e mais nada. Até a roupa de cama tivemos de levar”.

    Ainda de acordo com o cabo da PM, três banheiros foram adaptados e receberam 14 vasos sanitários para atender todo o efetivo concentrado no local. “Colocaram tapumes de madeira no chão ao lado do vaso e instalaram chuveiros para que pudéssemos tomar banho”. Os policiais cumprem escalas de oito horas e fazem policiamento a pé em toda a orla. Trabalham cinco dias seguidos e folgam dois. É quando retornam para suas cidades de origem para visitar os familiares. “Só Deus sabe quando vamos receber por este serviço”.

    O descontentamento não é apenas dos militares. Entrevistado por celular, um policial civil de Franca que está em outra cidade do litoral também fez reclamações. “Divido o meu quarto na colônia com
    outros seis policiais. Dormimos em beliches. Não nos deram sequer repelentes contra insetos e nem bloqueador solar. Como ficamos muito tempo na rua, tive que comprar. Não temos diária. Vou entrar com ação para tentar receber depois. Até parece que não faltam policiais em Franca”.

    Para o policial, também falta estrutura nas delegacias. “Os titulares tiraram férias e só estamos nós na delegacia. Como não conhecemos a cidade, não temos como ajudar a população”. A falta de efetivo é a principal reclamação da Polícia Civil de Franca. Faltam delegados, investigadores e escrivães. Quaseduas dezenas deles foi trabalhar na praia.

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