O NOSSO GOVERNADOR JOSÉ SERRA BEM QUE PODERIA PRESTAR MAIOR ATENÇÃO EM NÓS 19
Poderia se tornar um grande presidente…
Ah, mas se tudo que se quisesse se pudessse!
De Calvino, O Reformista sobre … 20
“Na verdade, pouco importa ao governador quantos policiais, civis ou militares, morrem. É pessoal fungível e de fácil reposição. Basta verem os concursos públicos para carreiras policiais em São Paulo: uma média de mil candidatos por vaga !
Matou um investigador? Mataram dois PM’s ? Não importa, tem muito mais de onde esses infelizes vieram…
A Polícia está numa fase gravíssima de transição. Nunca, desde a tal “re-democratização” deste país, já há mais de 40 anos, teve-se tão discutida a atuação pífia e amadorística do Estado na área da Segurança Pública.
E o pior é que não há tanto “segredo” assim para se alcançar um grau bem maior de eficiência para tais organizações.
Em primeiro lugar, aperfeiçoar e transformar os atuais ocupantes dos cargos policiais em profissionais bem preparados, bem equipados e – sobretudo – muito bem remunerados.
Nessa primeira fase, busca-se a motivação e a valorização dos homens e mulheres que exercem tão difícil empreitada.
As punições e desligamentos funcionais devem ocorrer em segundo estágio, bem logo após se iniciar o referido primeiro passo. É a oportunidade de separar o joio do trigo… Quem não estiver mais com vontade ou condições de se adaptar, deve ser incentivado a se aposentadar ou mesmo ser aproveitado em outros cargos públicos, posto que aqueles que tem estabilidade da função pública policial não podem ser simplesmente jogados no olho da rua, em razão da necessidade de sempre se valorizar a carreira.
Com a instrução, especialização e muita discussão, ( no sentido acadêmico…) e diálogos intercorporações, o próximo passo é realizar a unificação entre as Polícias Civis e Militares. Sem nenhuma outra linguagem metafórica ou eufemística, como integração, colaboração, etc. Isso é pura balela. Qualquer especialista na área sabe que as diferenças entre as Instituições Policiais são ancestrais e irreconciliáveis.
Por isso mesmo, talvez seja melhor a extinção das duas Instituições e a inauguração – histórica e plena de honra – da POLÍCIA UNIFICADA DO ESTADO DE SÃO PAULO. Uma Organização profissional, elaborada por profissionais de ambas as antigas corporações unificados no único sentido de defender a sociedade em que eles mesmos fazem parte. Defender seu vizinho, seu amigo, seu parente e seu Estado.
Não defender o governo ou o inquilino de plantão no Palacete do Morumbi.Muitas vezes lá se escondem os piores criminosos.
Polícia neste estado e no país inteiro, talvez com honrosa exceção da Polícia Federal, é feita de modo absolutamente amadorístico, de improviso e sempre – já notaram? – correndo atrás do criminoso ou do crime APÓS o acontecido.
Correm por pressões politiqueiras, midiáticas ou interesses escusos. Falha gritante do policiamenteo preventivo, seja geral ou especializado !
De tanto correr, esquecem-se de fundamentar os indícios ou se obtém provas duvidosas, tecnicamente falhas ou mesmo viciadas. Falha berrante do policiamento investigativo ou judiciário !
E tudo isso por quê? Por falta de capacitação profissional e ausência total de independência funcional.
Na polícia se manda mais do que naquela mulher chamada Amélia. Manda o Ministério Público, manda o Poder Judiciário, manda os Vereadores, os Deputados, assessores, industriais, banqueiros, criminosos, traficantes, apadrinhados e qualquer um que pague – bem !
E Amélia nunca foi mulher de verdade…
E não venham com a lenga lenga que a Polícia precisa ser amarrada e amordaçada por que é corrupta, violenta e arbitrária.
Não!
A Polícia é incompetente. Basicamente isso!
Fraca e submissa. Sem esteio. Sem estímulos. Sem profissionais formados e dedicados, com orgulho do que fazem. Sem prêmios ou recompensas. Só existe punição, remoção e expulsão como “estímulos” negativos para que a coisa ande.
E qual ser ou instituição consegue ser eficiente, honesta e legalista se só subsiste a lei da chicotada?
É o momento agora, com a internet ficando cada vez mais ao alcançe da população, de se esclarecer o cidadão, ( nós) que pagam impostos altíssimos para ter uma segurança pífia, inexistente e fracassada.
Mordaça ou censura em blogs? Jamais se deve calar ou omitir a verdade, ainda que – infelizmente – tenhamos que lançar mão do anonimato, em razão das legislações ditatoriais e absolutistas que remontam aos anos de chumbo deste país infantil.
Basta disso! Polícia não é assunto tabu, secreto e muito menos podre. Polícia vem de “polis”, que significa CIDADE, CIDADÃO !
Vamos todos, na medida do possível, demonstrar às escâncaras que os bem intencionados policiais – independente de quais cargos, carreiras ou idades – estão repletos de ideias e ideais, e querem ter a oportunidade de expor suas metas, seus planos e suas aspirações. Precisamos mostrar que ser policial é motivo de honra e orgulho, reservado a poucos, mas a muitos bens escolhidos cidadães dignos desse nome!
Precisamos jogar na frente de todos, o enorme desperdício de recursos ao se sustentar cavalaria, bandas, dois centros de comunicação e operação, GARRAS, GOES, FORÇA TÁTICA, TROPA DE CHOQUE, POLÍCIA AMBIENTAL, POLÍCIA DO MEIO AMBIENTE e tantas outras exdrúxulas designações para satisfazer a vaidade e os interesses por vezes escusos de arrogância e ignorância de seus respectivos gestores.
POLÍCIA É POLÍCIA. UNA. FORTE. COESA.
Setores UNIFORMIZADOS para trabalhos ostensivos ( que usa FARDA são MILITARES apenas!)
Setores PAISANAS para trabalhos de investigação.
Setores ESPECIALIZADOS, recrutados entre os melhores de quaisquer outros setores, para comporem a verdadeira INTELIGÊNCIA POLICIAL de combate ou prevenção ao crime.
Setor CORRECIONAL, para apurar , apenar ( administrativamente) ou inocentar; submetendo ao Poder Judiciário os casos e os nomes envolvidos em crimes, os quais deverão ser majoradamente sancionados, em razão do agravante de serem cometidos em razão ou durante o exercício policial.. Tal setor deve contar com funcionários policiais e funcionários não-policiais ( educadores, psiquiatras, criminologistas, médicos, etc) com garantias ACIMA dos demais setores, sendo vedado expressamente a transferência para outros setores policiais. De preferência, uma carreira policial À PARTE e voluntária, mas que obrigatóriamente conte com prévio estágio e/ou experiência dos futuros integrantes da carreira policial de corregedores, nos outros setores de polícia. Após esse estágio, deverão fazer concurso, nos moldes aproximados do sigiloso concurso da atual ABIN e se aprovados, aí sim constituirão em carreira própria.
É sonho?
Não. É POSSIBILIDADE !
Martin Luther King teve um sonho… Barack Hussein Obama é a realidade.
Por muito menos, podemos melhorar esse país e deixar uma polícia menos ruim para nossos filhos, netos, bisnetos e descendentes.
Daqui a mais 200 anos, eles vão se lembrar das cenas de pancadaria nos arredores do Morumbi. Data histórica que será comemorada como ponto de partida para a conscientização de nós, policiais civis e militares.
ALEA JACTA EST !”
COLABORAÇÃO: Calvino, O Reformista
POLÍCIA É POLÍCIA! 4
Este espaço é de todos os policiais…
Falem mal, mas falem de mim: o ” Polícia” brasileiro.
Seja ele Federal, Civil , MIlitar ou Municipal.
Receba R$ 25.000.oo ou R$ 1.200,00.
A “morte” é o mesma pra todos nós…
Só o cemitério pode ser mais bonito!
O DELEGADO RICARDO LIMA FOI ABSOLVIDO PELO PODER JUDICIÁRIO 20
Juíza inocenta ex-delegado de acusação de tráfico
AE – Agencia Estado
SÃO PAULO – A Justiça inocentou o ex-delegado Ricardo de Lima da acusação de tráfico de drogas e facilitação para o furto de 340 quilos de cocaína, em janeiro de 1999, do prédio do Instituto Médico-Legal (IML) de Campinas, interior de São Paulo. Apreendida na zona rural de Indaiatuba e avaliada na época em R$ 22 milhões, a droga foi encontrada pela equipe de Lima, então titular da Delegacia de Investigações sobre Entorpecentes (Dise).
O Grupo de Atuação Especial Regional de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do Ministério Público Estadual (MPE) recorreu da decisão da juíza Patrícia Suarez Pae Kim, da 1ª Vara Criminal de Campinas. A sentença foi proferida no dia 8 deste mês. No dia 22, a promotora do Gaeco Luciana Ribeiro Guimarães entrou com recurso contra a decisão. ?Entendemos que é caso de condenação. Estamos convencidos de que concorreu para o crime?, disse Luciana.
Na época, Lima havia declarado à imprensa que o IML era um local sem segurança para armazenar a droga apreendida. A droga desapareceu cinco dias após a apreensão. Para a promotora, o ex-delegado deveria manter a droga em local adequado. O advogado de defesa, Carlos de Araújo Pimentel Neto, alegou, no entanto, que era de conhecimento público, incluindo juízes, policiais e promotores, que toda a droga apreendida em Campinas e região era depositada no IML. Nada foi comprovado contra ele, disse. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
DELEGADO DENUNCIADO POR VENDER 20 MIL LITROS DE COMBUSTÍVEL DOADOS PARA A POLÍCIA CIVIL 18
Delegado é acusado de vender combustível doado a delegacia em Severínia (SP)
CAROLINA FARIAS
da Folha Online
A Justiça de São Paulo aceitou uma denúncia (acusação formal) contra um delegado de Severínia (419 km de SP) por peculato –crime praticado por funcionário público que usa da função para obter vantagem financeira. Cláudio Padovani Filho é acusado de desviar e vender combustível que era doado por uma usina para abastecer quatro carros da delegacia da cidade. Foram mais de 20 mil litros durante mais de dois anos.
De acordo com o promotor Paulo César Neuber, autor da denúncia, um morador da cidade entrou com uma representação contra o delegado em 2006. Um inquérito foi instaurado pela Corregedoria da Seccional de Ribeirão Preto (313 km de SP) para apurar as denúncias apontadas na representação. Após aproximadamente dois anos, o inquérito foi encaminhado para o Ministério Público.
Uma indústria de álcool e cana-de-açúcar, a Usina Guarani, fazia doações de álcool combustível para a delegacia. Segundo o promotor, as doações, que ao menos na época eram regulares, chegavam a cerca de 700 litros de álcool por mês para a delegacia de Severínia.
“A usina doava para delegacias das cidades da região. No caso específico de Severínia, de acordo com os elementos do inquérito, a delegacia recebia cerca de 700 litros de álcool, mas não houve prestação de contas disso. Então, os veículos movidos a álcool eram abastecidos em postos da cidade, na forma normal, com a emissão de nota fiscal e o ressarcimento pelo Estado”, afirmou Neuber.
Segundo o promotor, essa prática do delegado ocorreu por ao menos dois anos e meio, antes de a denúncia começar a ser apurada. Como a doação era feita mensalmente, Neuber caracterizou a denúncia como um crime diferente a cada mês, ou seja, 30 vezes.
Em outubro do ano passado a denúncia foi encaminhada para a Justiça, no fórum de Olímpia (438 km de SP) e em 16 de janeiro deste ano o processo foi aceito. Se condenado, o delegado pode pegar uma pena de 12 anos de prisão, no entanto, como o processo relata que o crime foi cometido ao menos 30 vezes, isso pode aumentar a pena.
A SSP (Secretaria de Segurança Pública) informou que nesta quarta-feira a Corregedoria da Seccional de Ribeirão Preto enviou um pedido de processo administrativo disciplinar à Corregedoria Geral, em São Paulo. Esse procedimento será encaminhado para a Delegacia Geral, responsável por emitir um parecer se o processo contra o delegado deve ou não ser instaurado.
Durante o processo, o delegado-geral pode decidir se afasta ou transfere, preventivamente, Padovani Filho do cargo.
De acordo com o órgão, o resultado do processo administrativo disciplinar não depende da decisão da Justiça. Se nesse procedimento ficar comprovada a culpa do delegado, ele pode ser demitido.
A Folha Online procurou Padovani Filho na delegacia e foi informada de que ele não estava. Os funcionários não forneceram o telefone de seu advogado à reportagem
http://www1.folha.uol.com.br/folha/cotidiano/ult95u495592.shtml
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O Promotor não compreendeu o espírito da coisa…
A sistemática é um pouco diferente.
Não há nenhuma venda do combustível doado.
HOMENAGEM AOS SOLITÁRIOS POLICIAIS RODOVIÁRIOS 3
O VIGILANTE RODOVIÁRIO DEVE ESTAR SEMPRE NO PRESENTE (Carlos Miranda)…NO PRESENTE MORRE SÓ NEM SEQUER POSSUI UM “LOBO” COMO FIEL COMPANHEIRO 10
Policiais são alvos indefesos; principalmente quando, sem parceiro, “primeiro perguntam” antes de sacar a arma.
E assim a Polícia Rodoviária continua nos tempos do “Vigilante Rodoviário” . 
Famoso seriado estrelado pelo ator, depois Coronel, Carlos Miranda ( o maior embaixador da extinta Polícia Rodoviária do DER, antes de seus quadros serem absorvidos pela Força Pública do Estado de São Paulo, transformada em Polícia Militar durante a ditadura das Forças Armadas ) .
O vigilante rodoviário, até hoje, o único super-herói produzido pela televisão brasileira.
Um super- herói real; que se podia ver e tocar nas estradas deste Estado.
Um herói de pouco mais de 1m70 . Voando sobre uma Harley Davidson ou ao volante de um Simca Chambord.
Graças a ele milhares de jovens, nas décadas de 60, 70 e até 80, buscaram as fileiras da polícia rodoviária.
O primeiro e único super-heroi brasileiro.
Depois dele nada mais, pois a ditadura fez a Polícia matar e torturar inocentes.
E mortas, com suas vítimas, restaram as Polícias deste país.
Hoje o policial rodoviário tem outro lobo: o marginal que o espreita e lhe rouba a vida traiçoeiramente.
Até quando policiais rodoviários irão morrer por não trabalharem, no mínimo, em dupla?
E até quando policial irá morrer fazendo bico até para Bispos e Pastores?
Outra espécie de lobo; também muito diversa do cão escudeiro do Carlos Miranda.
Mas mesmo o nosso “Vigilante”, no final dos anos 50, não trabalhava solitariamente.
Tinha consigo o seu fiel escudeiro Lobo, o pastor alemão que rotineiramente salvava o nosso herói dos criminosos.
POLICIAIS CIVIS E MILITARES SÃO MORTOS DIARIAMENTE EM SÃO PAULO 16
Fugitivo é recapturado após matar dois policiais e fazer grávida refém Sequência de crimes, que ocorreram entre Jundiaí e São José, começou no dia 22, quando rapaz roubou carro Simone Menocchi.
Em menos de 16 horas, Willian Ferreira da Silva, de 29 anos, matou dois policiais, roubou uma viatura da Polícia Rodoviária, foi perseguido pelo helicóptero Águia da PM, tentou assaltar uma advogada e fez uma grávida refém. Os crimes aconteceram entre Jundiaí, no interior paulista, e São José dos Campos, no Vale do Paraíba. Ele foi preso no fim da manhã de ontem. A sequência de crimes começou na manhã do dia 22, quando Willian roubou uma Toyota Hylux de um engenheiro da Embraer, em São José dos Campos. Às 19h40 de anteontem, o criminoso se envolveu em um acidente com outros três veículos, no km 51 da Rodovia dos Bandeirantes, em Jundiaí. O policial rodoviário Erivelton Augusto Zanatelli, de 30 anos, estava sozinho quando parou para prestar socorro. Abordado pelo policial rodoviário, Willian disparou, à queima-roupa, e atingiu Zanatelli no rosto, no pescoço e nos braços. Uma bala se alojou em seu colete. Ele chegou a ser socorrido, mas não resistiu. Willian então fugiu com a viatura do policial e abandonou o carro no km 58 da Rodovia dos Bandeirantes. O helicóptero Águia foi acionado para tentar localizá-lo, sem sucesso. Ali, o criminoso pegou uma carona até São Paulo, onde tomou um ônibus para São José dos Campos. IGREJA Ele chegou à cidade por volta das 8 horas de ontem e tentou assaltar uma casa no Jardim Esplanada. Ao ver uma mulher – segundo a PM, uma advogada – saindo de casa em um carro, anunciou o assalto e a fez refém. A mulher tentou acalmar o bandido e o conduziu até a Igreja Universal do Reino de Deus, no centro da cidade. Algumas pessoas dentro da igreja perceberam o comportamento estranho de Willian. Foi então que o sargento Francisco José Atanázio se aproximou, à paisana, do ladrão para perguntar o que ele fazia ali. “Nesse momento, Willian perguntou se ele era policial e o sargento balançou a cabeça em sinal de positivo. Não teve tempo de reagir, levou um tiro à queima-roupa”, disse o delegado Osmar Henrique de Oliveira, responsável pelas investigações. O policial, de 42 anos, chegou a ser socorrido, mas acabou morrendo em seguida. Ele estava na corporação desde 1986. Rapidamente Willian conseguiu fugir da igreja com a arma em punho, fazendo ameaças a quem tentasse detê-lo. Correndo pela rua, decidiu entrar em uma casa. Arrombou a porta com um pontapé e invadiu o quarto da grávida Juliana Medeiros de Carvalho, de 25 anos, que dormia naquele momento. Em perseguição, os policiais chegaram à casa e cercaram o local. Começaram então as negociações para que ele libertasse a vítima. Juliana também tentava tranquilizar o sequestrador, que fazia ameaças o tempo todo. “Pedia para que ele não me matasse, contei que estava grávida e perguntei se ele tinha filhos.” Willian acabou dormindo num colchão na sala da casa, oportunidade em que Juliana fugiu. Meia hora depois, a polícia entrou na casa e fez a prisão. FUGITIVO Levado para a delegacia, ele estava com duas armas: uma pistola .380, que havia tirado do PM Atanázio, assassinado na igreja, e um revólver calibre 38, com a sigla DER (Departamento de Estradas de Rodagem), o que levantou a suspeita de que ele teria assassinado o policial rodoviário em Jundiaí. Questionado pelo delegado Osmar de Oliveira, Willian acabou confessando os crimes. “Ele disse tudo friamente, não se abalou. É um homem perigoso e calculista.” O criminoso foi levado para a cadeia pública de Jacareí. Willian era foragido há quatro meses da Penitenciária de Potim, no Vale do Paraíba, onde cumpria pena de sete anos por latrocínio – há dois anos, ele matou uma comerciante durante assalto em São José dos Campos.
LIBERDADE DE EXPRESSÃO NA POLÍCIA 5
Liberdade de Expressão na Polícia,
em http://www.livreacesso.net/tiki-read_article.php?articleId=867
No dia 9 de janeiro de 2009, Roberto Conde Guerra, policial civil do estado de São Paulo, teve seu blog tirado do ar por conta de uma ordem judicial. Esta foi a segunda vez que um dos blogs de Guerra foi deletado.
De se conferir o artigo de Paula Martins, coordenadora da ARTIGO 19 Brasil.
“Ao limitar a liberdade de expressão de policiais sobre temas de interesse público, limita-se também o público de saber sobre esses temas”, lembrou Paula.
A MELHOR CARREIRA DO PLANETA: Kassab dá cargo a dez coronéis da PM 17
Oficiais da Polícia Militar ocupam postos principalmente em áreas ligadas a atividades de fiscalização, como subprefeituras Nomeações reforçam processo de “blindagem” iniciado após denúncias de corrupção na Subprefeitura da Mooca, no ano passado
JOSÉ ERNESTO CREDENDIO FERNANDO BARROS DE MELLO DA REPORTAGEM LOCAL
O prefeito Gilberto Kassab (DEM) ampliou a participação de oficiais da Polícia Militar em postos-chave da estrutura da Prefeitura de São Paulo, principalmente em áreas ligadas a atividades de fiscalização. A medida dá fôlego a um processo de “blindagem” que começou quando surgiram as denúncias de corrupção envolvendo funcionários da Subprefeitura da Mooca, em 2008. Há hoje ao menos dez coronéis da reserva da Polícia Militar ocupando cargos no governo Kassab. Esse processo ganhou forma em julho do ano passado, quando o coronel da reserva da PM Rubens Casado assumiu a chefia-de-gabinete da Subprefeitura da Mooca. A substituição ocorreu quando fiscais e assessores da subprefeitura foram presos pela suspeita de cobrar propina de camelôs, uma reedição da “máfia dos fiscais” que atuou entre 1993 e 1999. Casado, após um período em que teve a missão de “moralizar” o setor de fiscalização, foi promovido a subprefeito da Mooca, um do s distritos de São Paulo com maior concentração de ambulantes, terreno fértil para a cobrança de propinas. Também em julho de 2008, coronéis da PM passaram a ocupar a chefia-de-gabinete das subprefeituras da Vila Prudente e de Pinheiros. Em Pinheiros, o coronel PM Nevoral Alves Bucheroni foi promovido na semana passada: passou de chefe-de-gabinete a subprefeito, com a saída do então titular, Nilton Nachle. Também são ocupadas por coronéis da Polícia Militar as chefias-de-gabinete das subprefeituras de Casa Verde, Guaianases e Vila Mariana -os dois últimos, Fernando de Souza Brito e Jair Paca de Lima, ex-coordenador-geral da Defesa Civil, foram nomeados ontem. Como o subprefeito da Vila Mariana, Alexandre Modonezi, deve ser transferido para a Secretaria das Subprefeituras, é possível que Paca de Lima também passe a subprefeito. O coronel Roberto Ney Campanha Marciano também foi nomeado ontem para atuar como supervisor técnico no gab inete do secretário das Subprefeituras, Andrea Matarazzo, que coordena a fiscalização em toda a cidade. Outras áreas Também são coronéis da PM os diretores de operações, Rio César Melo, e de Administração e Finanças da CET (Companhia de Engenharia de Tráfego), Roberto Alegretti, empossados no ano passado. A coordenadoria da Defesa Civil também é exercida por um coronel, Orlando Camargo, que atuou no Corpo de Bombeiros em Osasco (Grande SP). A Folha procurou a assessoria do prefeito para tentar ouvi-lo sobre a indicação de oficiais da Polícia Militar, mas não obteve resposta ontem. Já o líder do governo na Câmara, José Police Neto (PSDB), o Netinho, diz que, embora não tenha conversado com o prefeito sobre o assunto, Kassab deve ter optado pelos coronéis porque buscava pessoas que já conhecem bem a cidade. “São pessoas já testadas, que conhecem de perto os problemas da capital. Talvez não haja preocupação com problemas envolvendo fiscais”, diz.
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Não há prefeitura neste Estado que não empregue pelo menos um Coronel da Polícia Militar.
O investigador Marcos de Sousa Moraes, 37 anos, foi morto nesta quarta-feira durante uma tentativa de assalto 27
Homem é preso em S.Bernardo após matar policial em S.Paulo
Vanessa Fajardo Do Diário do Grande ABC
O investigador Marcos de Sousa Moraes, 37 anos, foi morto nesta quarta-feira durante uma tentativa de assalto no bairro do Jabaquara, Zona Sul de São Paulo. Após trocar tiros com o policial, os dois ladrões envolvidos no crime fugiram em direção a São Bernardo. Um deles foi preso. O caso ocorreu durante a manhã, quando o também investigador André Luiz Corcioni, 56, foi ao Jabaquara buscar Moraes, que era seu colega de trabalho. Enquanto aguardava no carro, dois homens se aproximaram e anunciaram o assalto. Moraes e Corcioni se identificaram como policiais, porém a dupla atirou e os investigadores revidaram. Na troca de tiros, Moraes foi atingido na cabeça e chegou a ser levado ao Hospital Municipal do Jabaquara, mas não resistiu. Um dos ladrões também foi baleado na perna e, mesmo ferido, ele e o comparsa fugiram a pé em direção a um lava-rápido, onde renderam outras duas pessoas e roubaram uma Ford Ecosport. Avisados da ocorrência, policiais do Garra (Grupo Armado de Repressão a Roubos e Assaltos) saíram em busca da dupla, que acabou presa em São Bernardo. O ladrão baleado recebeu atendimento médico no Pronto Socorro Central da cidade e depois foi encaminhado ao 102º Distrito Policial, em São Paulo. Lá, foi reconhecido pelas vítimas rendidas no lava-rápido e identificado como Adenilson da Silva Sampaio. O outro homem permanece foragido. O caso foi registrado como latrocínio (roubo seguido de morte).
Colaboração: JOE
O POLICIAL REINALDO NORONHA ZACHARI, PRESO POR MATAR COLEGA, É ACUSADO DE EXTORQUIR COMERCIANTES DA SANTA IFIGÊNIA 42
Investigador é preso acusado de matar policial
Agente Édson Aires Orphanake,de 36 anos, chegou a ser socorrido, mas não resistiu aos ferimentos
Um investigador da Delegacia Seccional do Centro foi preso acusado de matar um policial do Departamento de Homicídios na zona leste de São Paulo. O agente Édson Aires Orphanake, de 36 anos, chegou a ser socorrido, mas morreu a caminho do Hospital Beneficência Portuguesa.
O policial do DHPP foi baleado no final da noite desta segunda-feira na porta de casa, na rua Melo Barreto, no Brás. O crime foi cometido por outro policial civil, do Setor de Investigações Gerais da 1ª Delegacia Seccional Centro.
Segundo amigos da vítima, Édson teria comparecido ao SIG durante a tarde para pedir averiguação sobre tráfico de drogas na Praça Domingos Frangione. Como o local fica próximo de onde morava, o agente não quis se envolver pessoalmente. Por volta das 22h, dois policiais do SIG foram até o local em uma viatura descaracterizada.
Um dos investigadores ficou no carro, o outro desceu e abordou um rapaz que estava sentado na calçada. Era o irmão do agente do DHPP, o também policial civil Cláudio Aires Orphanake, que é investigador do Grupo de Operações Especiais. Fazendo-se passar por usuário, o investigador do SIG teria perguntado se ele tinha drogas para vender.
Cláudio entrou em casa e avisou seu irmão, Édson, e um amigo escrivão, que o estava visitando. Amigos disseram que o agente do DHPP saiu e se identificou como policial civil, mas o desconhecido passou a disparar contra ele, que não teria tido tempo de revidar sendo atingido no peito. Colegas dele afirmaram que o investigador do SIG entrou na viatura e partiu, sem prestar socorro à vítima, que foi levada ao hospital por PMs.
Em depoimento à delegada Renata Franco, na Corregedoria da Polícia Civil, onde o caso foi registrado, o investigador Reinaldo Noronha Zachari, do SIG da Delegacia Seccional Centro, afirmou que houve uma troca de tiros e que ele teria acionado o socorro à vítima.
Noronha foi autuado em flagrante por homicídio e encaminhado ao presídio da Polícia Civil, na zona norte de São Paulo. Édson Aires Orphanake estava havia dez anos na Polícia Civil. Ele era solteiro e deixou um filho de um ano e meio que teve com a noiva.
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Olho vivo neste assunto, especialmente se Noronha for um VALORO$O policial da Seccional Centro.
TJ reabre apuração da morte de Toninho do PT 10
O MP havia recorrido de uma decisão de setembro de 2007 em que não foi aceita a denúncia contra Wanderson de Paula Lima, o Andinho, acusado pela Promotoria e pela Polícia Civil de ser um dos autores do assassinato do prefeito. Ontem, dois desembargadores mantiveram a medida tomada em 1ª instância. Um terceiro desembargador pediu vista do processo, mas, independentemente de seu voto, o recurso no TJ já foi negado.
Andinho e outros três comparsas são apontados pelo MP como os autores dos três disparos contra Toninho. Os promotores queriam júri popular para o denunciado. Andinho negou à Justiça envolvimento no crime. Os outros três supostos envolvidos foram mortos em duas ações policiais.
Para delegado, policial matou colega de profissão por engano no Centro de SP 9
Morte pode ter sido sucessão de erros em uma investigação sobre tráfico.
Polícia não acredita que os policiais tivessem envolvimento com o crime.
O assassinato de um policial civil por um colega de profissão pode ter sido uma sucessão de erros durante uma investigação sobre tráfico de drogas. O delegado responsável pelas investigações, da Corregedoria da Polícia Civil, afastou qualquer possibilidade de envolvimento dos dois policiais com o tráfico e disse que a morte foi uma fatalidade.
“Infelizmente, foi uma fatalidade que ceifou a vida de um policial, bom policial. Essa é a informação que nós temos”, afirmou Emílio Antônio Paschoal.
Segundo Paschoal, a polícia pretende esclarecer em no máximo dez dias o que levou um investigador a matar o agente Edson Aires Orphanack. De acordo com o delegado, a vítima teria denunciado a colegas um suposto ponto de venda de drogas num parque no Brás, Centro de São Paulo, perto da casa onde morava com o irmão, também policial.
Na noite de segunda-feira (26), o investigador foi à paisana até o local para verificar a denúncia. Em seu depoimento, o suspeito disse que chegou ao parque a pé, fingindo ser um usuário de drogas, e pediu maconha a um homem, que imaginou ser um traficante. O homem era o irmão de Orphanack, que se identificou como policial e começou a atirar, segundo o suspeito. Ele teria então revidado e acertado a vítima, que estava por perto.
De acordo com testemunhas, entretanto, o agente morto teria sido avisado pelo irmão da presença de um suposto usuário de drogas armado no local. Quando se identificou como policial, Orphanack foi baleado pelo investigador, que fugiu sem prestar socorro, em uma viatura sem identificação da polícia, que era dirigida por outro homem.
“Nesse tipo de trabalho velado, o policial às vezes se passa por usuário. Em questão de segundos, quando muito um minuto, ele vê uma arma na mão e pode acontecer uma fatalidade”, disse o delegado.
O suspeito do crime está preso na corregedoria. Ele vai responder a processo administrativo disciplinar e pode até ser expulso da polícia.
O enterro de Orphanack foi realizado na manhã desta quarta-feira(28), no Cemitério Parque dos Pinheiros, no Tremembé, Zona Norte de São Paulo.
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Atirou em suposto traficante e , logo após, deu no pé.

