Nem governo, nem Justiça, nem os cumandantes da PM estão nem aí para as mortes: É SÓ PRAÇA —— É SÓ PRAÇA ——- É SÓ PRAÇA —– É SÓ PRAÇA QUE MOOOOOOOOOOORRE, PORRA!
O modelo arcaico militar é uma das causas das execuções, pois o PRAÇA e somente o PRAÇA tem a obrigação de, por força de um regulamento cruel, desumano e extemporâneo, combater o crime gerado, parido e criado pelo próprio GOVERNO TUCANO E SEUS VASSALOS, COVARDES E DESUMANOS CUMANDANTES DA PM. Até quando vão morrer somente praças e, também, marginais criados por esses bandidos travestidos de governantes e homiziados em gabinetes refrigerados com água e cafezinho?
O deputado Olímpio é um lutador, mas é contra desmilitarização da excrescência POLÍCIA MILITAR. Entendível, pois, o cabra é oficial e não quer perder os benefícios adquiridos e os que virão. MAS E O PRAÇA, DEPUTADO? Até quando vai ficar nessa de somente cobrar na tribuna da Alesp? O governador, ou os governadores tucanos (20 ANOS NA ADMINISTRAÇÃO), deixou chegar nessa situação. O governo federal não pode intervir. O sr., deputado, sabe o que é INGERÊNCIA? Faça-me o favor, deputado, de despolitizar a morte dos colegas policiais militares – PRAÇAS E SOMENTE PRAÇAS. Não queira dividir responsabilidade que é dos entes estaduais. Articule, pela via legal, o pedido de intervenção em SP, deputado. Aí, sim, poder-se-á cobrar o governo federal. O sr. sabe o motivo pelo qual não se desmilitariza as PMs. Deve saber também o motivo pelo qual não se melhora nada no Brasil, inclusive segurança pública. Não precisa desenhar que “indústrias” foram erguidas e se firmaram na miséria, na desgraça do povo brasileiro, deputado, em todos os quesitos sociais: tudo é mercadoria para se vender e ganhar dinheiro. Saúde, Educação, Moradia, Transporte, Segurança Pública, etc Fale a verdade ao povo, ao praça, deputado. O sr conquistou essa condição, é ouvido e acreditado. Não tergiverse, deputado. Do jeito que seguem na mesmice as coisas, deputado, nada vai mudar e o sr vai muito mais vezes à tribuna apenas lamentar. Só isso.





