DIA FESTIVO – O Governador Geraldo Alckmin comparece ao jantar de gala em comemoração aos 65 anos da ADPESP 44

Caros,
Ontem, dia 14 de novembro, vivemos um dia histórico para nossa Adpesp, por conta da comemoração dos 65 anos de sua criação.
Pela manhã, sessão solene na Alesp, onde o Deputado Fernando Capez nos homenageou em linda cerimônia que contou com nosso Delegado Geral, Deputado Arnaldo Faria de Sá e com colegas de todo estado que lotaram o plenário principal daquela Casa de Leis….

À noite, nosso jantar de gala que contou com a presença do Governador do Estado, Dr. Geraldo Alckmin, do SSP, Dr. Fernando Grella, do DGP, Dr. Maurício Souza Blazeck, do Secretário do Planejamento, Júlio Semeghini, dos Deputados Estaduais Fernando Capez e Maria Lúcia Amary, do Deputado Federal Arnaldo Faria de Sá entre tantas outras autoridades.
Em 65 anos de história, essa foi a primeira vez que o Governador do Estado se fez presente e ontem pudemos constatar o que o deslocamento do Chefe do Executivo envolve, razão de aumentar ainda mais nossa gratidão por sua presença, demonstrando o apreço e o respeito que hoje tem por nossa classe.
A presença dos colegas foi maciça e a noite seguiu festiva com show de Guilherme Arantes, Alexandre Arez e sorteios10 tablets, de 5 aparelhos de TV, 4 motos e um carro, fazendo ainda maior a alegria de vários de nossos colegas.
Durante quase um mês, preparamos com muito cuidado esses eventos, trabalhando muito para que tudo fosse perfeito e que essa data ficasse registrada na memória de cada um de nós.
Obrigada à toda equipe da Adpesp que não mediu esforços para alcançar o sucesso pretendido, aos parceiros que nos prestigiaram com a doação de prêmios valiosos, aos colaboradores que trabalharam arduamente nos bastidores para que tudo transcorresse da melhor maneira possível e aos colegas, cujas presenças foram o grande destaque, pois sem vocês, a festa não teria o brilho que teve.
Obrigada a todos… Fizemos história.
Fiquem com Deus,
Marilda

diafestivonaadpesp

Sessão Solene da Alesp – por proposta do deputado Fernando Capez – homenageia os 65 anos da ADPESP 4

14/11/2014 – Sessão Solene da Alesp homenageia os 65 anos da ADPESP

comunicado

Dando início à agenda comemorativa do Jubileu de Platina da ADPESP, a Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo, realizou na manhã desta sexta-feira (14) Sessão Solene em homenagem aos 65 anos da Associação dos Delegados de Polícia do Estado de São Paulo.

A homenagem proposta pelo deputado estadual Fernando Capez e aprovada por unanimidade pelo Colégio de Líderes da Alesp, reuniu no Plenário Juscelino Kubitschek, o conselho da Polícia Civil, autoridades policiais, diretores e associados da ADPESP para a celebração do legado de conquistas da Associação que durante seus 65 anos de atividades marcou história na luta pela valorização da carreira.

No início dos trabalhos, o Deputado Fernando Capez, salientou a importância da ADPESP em sua atuação em defesa dos direitos e prerrogativas da classe relembrou a incansável atuação da ADPESP na Alesp pela conquista do reconhecimento da Carreira Jurídica.  Além da presidente da ADPESP, Dr. Marilda Pansonato Pinheiro, compuseram a mesa principal dos trabalhos o Delegado Geral de Polícia, Dr. Luiz Mauricio de Souza Blazeck, o General do Exército do Comando Militar do Sudeste, João Camilo Pires de Campos, o representante TJSP, Dr. Kleber Leyser de Aquino, assessor de Assuntos de Segurança Pública.

Fazendo uso da tribuna, o Delegado Geral, Dr. Blazeck enfatizou sobre a justa homenagem à Associação que nos 65 anos de história ergue a bandeira da Ação, Lealdade e União. “De todas as homenagens que merece receber, está [Sessão Solene] sem dúvidas é a maior delas. O reconhecimento da casa do povo paulista, por meio desta sessão solene hoje realizada, demonstra, não apenas o reconhecimento de um dos legítimos poderes do Estado, mas também de toda a população aqui representada pelos seus legítimos mandatários”, salientou o DGP, Dr. Blazeck.

Em seu discurso, a presidente da ADPESP, Dra. Marilda Pansonato Pinheiro, agradeceu ao deputado Capez pela inciativa e enfatizou que neste dia de celebração não se pode deixar de recordar que a atuação da ADPESP busca prioritariamente a valorização da carreira de Delegado de Polícia. Após o pronunciamento, Dr. Marilda Pansonato, recebeu das mãos do Deputado Capez, uma placa comemorativa ao Jubileu de Platina.

O Deputado Federal, Arnaldo Faria de Sá, encerrou a sessão solene anunciando que a atuação da ADPESP é um exemplo de grande importância. “É com grande satisfação que estou aqui para desejar parabéns, sucesso e um grande aniversário para todos nós”, concluiu Faria de Sá.

PT persegue delegados da Lava-Jato por apoio a Aécio 40

Governo investiga delegados da Lava-Jato por apoio a Aécio
14 Nov 2014

Policiais postaram na Internet, durante campanha, propaganda a favor do tucano

BRASÍLIA

O ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, determinou que a Polícia Federal (PF) abra investigação para apurar suposto desvio de conduta de delegados que estão à frente da Operação Lava-Jato, que investiga um esquema de corrupção na Petrobras, com pagamento de propina a políticos. Na fase final da campanha eleitoral, os delegados usaram a internet para elogiar o senador Aécio Neves, candidato do PSDB à Presidência, e atacar a presidente Dilma Rousseff e o ex-presidente Lula, segundo informou o jornal “O Estado de S. Paulo”.

Alguns delegados teriam até ajudado a divulgar a candidatura de Aécio. A propaganda reproduz reportagem sobre parte da delação premiada do doleiro Alberto Youssef. Os depoimentos da delação estão sob segredo de Justiça.

Procuradores apoiam delegados investigados

Entre os delegados a serem investigados estão Márcio Anselmo, ex-coordenador da Lava-Jato, e Erica Mialik Marena, atual coordenadora da operação. Estão ainda nessa lista o delegado Igor Romário de Paula, da Divisão de Combate ao Crime Organizado e Maurício Grillo, chefe da Delegacia de Crimes Fazendários.

– Todos os cidadãos têm liberdade de manifestação, não importa se favoráveis ou contra o governo. Mas, da mesma forma, quem preside uma investigação deve agir com imparcialidade. Tem o dever de não endossar vazamentos indevidos nem orientar investigações a partir de seus pontos de vistas pessoais – disse Cardozo.

Na investigação, a Corregedoria Geral da PF deverá apurar se houve crime ou deslize ético na conduta dos delegados. Segundo o ministro, se for comprovada alguma ilegalidade ou quebra de princípios éticos, os policiais serão punidos. Cardozo não especificou as punições previstas em casos assim. Porém, no ministério, há o entendimento de que a demissão é uma delas.

– Nós jamais podemos admitir partidarização de nenhuma investigação, sejam investigações que ataquem adversários do governo, sejam investigações de partidos vinculados ao governo – disse Cardozo.

O ministro não informou se os delegados serão afastados da Lava-Jato. Segundo “O Estado de S. Paulo”, alguns delegados usaram o Facebook para compartilhar peça de campanha de Aécio, que reproduzia trechos de reportagem sobre depoimento em que Youssef teria dito que Dilma e Lula sabiam das fraudes na Petrobras. “Esse é o cara!!!!!”, teria escrito Igor de Paula, diante de uma montagem de Aécio cercado de mulheres.

“Alguém segura essa anta, por favor”, escreveu Márcio Anselmo, ao comentar um texto intitulado “Lula compara o PT a Jesus Cristo”. O ex-coordenador da Lava-Jato também reagiu a uma outra notícia em que Lula diz que Aécio não era homem de respeito. “O que é ser homem sério e de respeito? Depende da concepção de cada um. Para Lula, Aécio realmente não deve ser”. Maurício Grillo escreveu “Acorda!”, ao comentar um texto com o título “Lula e Dilma sabiam de tudo”. “Dispara venda de frauda em Brasília”, escreveu Erica Marena, ao comentar depoimento de Youssef.

Integrantes da direção da PF acreditam, no entanto, que os delegados não cometeram crime, mas alguns deles podem acabar sendo enquadrados por infração administrativa. Os procuradores da força-tarefa da Lava-Jato divulgaram nota em apoio aos delegados. Para os procuradores, não haveria problema algum na atuação dos policiais. “Em nosso país, expressar opinião privada, mesmo que em forma de gracejos, sobre assuntos políticos é constitucionalmente permitido, em nada afetando o conteúdo e a lisura dos procedimentos processuais em andamento”, afirmam os procuradores.

cARDOSO

Delegados da PF elegem sua lista tríplice para diretor-geral 15

Redação

12 novembro 2014 | 04:00

Pela primeira vez na história da instituição, delegados apontam três nomes como sugestão à Presidência da República, que tem prerrogativa de fazer a escolha

Por Fausto Macedo

Os delegados de Polícia Federal elegeram sua lista tríplice para escolha do futuro diretor-geral da corporação. A classe elegeu os delegados Roberto Troncon, superintendente regional da PF em São Paulo, Sérgio Fontes, diretor de gestão de pessoal e ex-diretor da Academia Nacional de Polícia, e Sérgio Menezes, superintendente regional da PF em Minas.

A lista, que tem caráter de sugestão, será levada ao ministro José Eduardo Cardozo (Justiça) e à Presidência da República. O atual diretor-geral da PF é o delegado Leandro Daiello. Ainda não está decidido se ele vai permanecer no topo da corporação no segundo governo Dilma Rousseff (PT).

O pleito, o primeiro na história da categoria, foi conduzido pela Associação Nacional dos Delegados de Polícia Federal (ADPF), pelos sindicatos dos delegados em todo o País e pela Federação Nacional dos Delegados de Polícia Federal (Fenadepol). Votaram 790 delegados, dos cerca de 2,1 mil associados. O voto foi facultativo.

A escolha do chefe da PF é prerrogativa exclusiva da Presidência da República. Na véspera do segundo turno das eleições presidenciais de 2014, o governo editou a Medida Provisória 657, que os delegados batizaram “MP da Autonomia”. O texto impõe que o topo da instituição será ocupado exclusivamente por delegado de carreira da PF.

A MP já foi aprovada pela Câmara dos Deputados e, nesta terça-feira, 11, pelo Senado, mas sofre pesada resistência dos procuradores da República e de agentes, escrivães e peritos da própria PF. Os procuradores avisam que podem ir ao Supremo Tribunal Federal contra a medida.

A MP não alterou a competência para a indicação do diretor-geral, ato que continua sendo de atribuição apenas do Palácio do Planalto.

“A lista tríplice é uma sugestão”, assinala o presidente da ADPF, Marcos Leôncio Sousa Ribeiro, artífice das principais conquistas obtidas nos anos recentes pelos delegados de Polícia Federal.

As entidades dos delegados criaram um site exclusivo para o processo de votação. “Estamos colocando como uma sugestão, uma contribuição para auxiliar a Presidência da República no aperfeiçoamento do processo de escolha da direção-geral da Polícia Federal como uma polícia verdadeiramente republicana como deseja a sociedade brasileira”, declarou Marcos Leôncio Sousa Ribeiro.

A Associação Nacional dos Delegados de Polícia Federal (ADPF) e a Federação Nacional dos Delegados de Polícia Federal (Fenadepol) concluíram na última sexta feira, 7, o processo eleitoral que definiu os três nomes de delegados federais de classe especial que irão compor a lista tríplice para escolha do próximo diretor geral da PF.

O processo de formação da lista foi dividido em duas fases, ambas com votação direta e secreta, por uma comissão eleitoral composta por representantes da Associação Nacional dos Delegados de Polícia Federal e da Federação Nacional dos Delegados de Polícia Federal.

Agora, os nomes serão entregues ao ministro da Justiça e à Presidência da República, “em data e forma a ser acordada”. Antes, a lista será levada ao atual diretor-geral. As entidades vão pedir o apoio de Leandro Daiello.

“A medida pretende trazer uma maior justiça e legitimidade na escolha do próximo diretor-geral da Polícia Federal”, informam as entidades dos delegados da PF.

CONHEÇA O PERFIL DOS TRÊS DELEGADOS INDICADOS PARA O CARGO DE DIRETOR GERAL DA POLÍCIA FEDERAL

delegados

1) ROBERTO TRONCON FILHO é graduado bacharel em Direito pela Universidade de Ribeirão Preto. Ingressou na Polícia Federal como Delegado em 1995. Em 2007 atuou como Diretor de Combate ao Crime Organizado e desde 2011 é Superintendente Regional da Polícia Federal em São Paulo. Troncon também já foi chefe do Setor de Operações da Delegacia de Repressão a Drogas, chefe das Delegacias de Repressão a Drogas, de Repressão a Crimes Financeiros e Lavagem de Dinheiro em São Paulo e chefe da Delegacia Especial no Aeroporto Internacional de Guarulhos.

2) SÉRGIO BARBOZA MENEZES graduou-se em Direito pela Universidade Federal Fluminense e pós-graduado em Direito Penal e Direito Processual Penal pela Universidade Cândido Mendes. Especializado em Gestão de Segurança Pública pela ANP (Academia Nacional de Polícia), Sérgio ingressou na Polícia Federal como delegado em 1996. Três anos depois foi Chefe da Delegacia de Controle de Segurança Privada e de Chefe da Delegacia de Prevenção e Repressão a Crimes Fazendários na Superintendência do Rio Grande do Norte. Em 2000 se tornou Chefe da Seção de Coordenação de Ensino na ANP. O delegado exerceu a função de Chefe de Divisão e de Chefe do Serviço de Manutenção em Brasília/DF. Em 2006 foi Chefe da Delegacia Regional de Combate ao Crime Organizado em Mato Grosso do Sul. Atuou como Superintendente nos estado do Espírito Santo e atualmente é o dirigente regional da Superintendência de Minas Gerais.

3) SÉRGIO LÚCIO MAR DOS SANTOS FONTES foi advogado civil, criminal e trabalhista por dois anos e atuou como Chefe da Delegacia de Repressão a Entorpecentes no Amazonas de 1996 a 2002. Foi Delegado Regional Executivo e Delegado Regional de Combate ao Crime Organizado no Amazonas. Atuou como professor da Academia Nacional de Polícia e Superintendente nos Estados de Rondônia, e Amazonas. Antes de se tornar diretor de Gestão de Pessoal, foi diretor da Academia Nacional de Polícia (ANP). Sérgio Fontes também fez cursos como SWAT TEAM (Programa de Assistência Anti-Terrorista do Departamento de Estado dos EUA) e Gerência de Segurança Pública no International Law Enforcement Academy Roswell pelo Departamento de Estado do EUA.

Transcrito de O Estado de S. Paulo ; nos termos do artigo 46 da Lei nº 9.610, de 19 de Fevereiro de 1998.‏

Comunicado Sinpolsan 99

Comunicado Sinpolsan: Se faz necessário uma correção, no que se refere a carreira de carcereiro, optativamente como auxiliar técnico de cartório (escrivão) e a inclusão do agente policial, como auxiliar de investigador de polícia, ou não estão por dentro do dia a dia da Polícia Civil ou se trata de má fez mesmo. Pois em nenhum momento o Sinpolsan na presidência do Dr. Walter de Oliveira Santos, que por sinal sempre lutou por melhores condições de trabalho a toda a categoria, esteve de acordo com o que o Delegado Geral Dr. Luiz Maurício Blazeck colocou, a todos os sindicatos presentes, na reunião da comissão de reestruturação da Polícia Civil. Sugerimos que os colegas que postaram essa informação totalmente errada e mentirosa, participassem mais do dia a dia da Policia Civil, e se inteirassem melhor dos assuntos da categoria, com isso, deixarão de postar informações descabidas e fora de propósito. O Sinpolsan está aberto a todos, para maiores esclarecimentos do referido assunto, e das lutas e conquistas já realizadas.
Assessoria de Comunicação – Sinpolsan

Roger Franchini: “MATAR ALGUÉM” 4

Oi, Doutor. Tudo bem com o senhor?

Escrevo para dar a boa notícia: estou lançando mais um livro. Ele se chama “MATAR ALGUÉM”. É sobre um grupo de investigadores que encontram uma central telefônica clandestina, administrada pela PM e o Ministério Público, para satisfazer a ambição de um secretário de segurança, enquanto há uma onda de ataques contra policiais militares. Avisa o pessoal do Flit que já está à venda, em até dez vezes. Pra ajudar o ex-colega, rsrs (http://www.buscape.com.br/matar-alguem-9788542204308.html?pos=1#precos)

Olha só a sinopse:
“Em uma chuvosa madrugada, durante um plantão que se encaminhava para a total tranquilidade, nas ruas do centro de São Paulo, os policiais e parceiros Maurício e Rodrigo se deparam com a morte de um fotógrafo. Seria mais um caso comum, assumido pela delegacia de homicídios da maior e mais movimentada cidade do país, se, em meio às pistas deixadas no apartamento do defunto, não fosse encontrado um pen drive com a gravação de várias conversas telefônicas do secretário de Segurança do Estado. Qual a ligação dessa morte com uma série de assassinatos de policiais militares na periferia da cidade, realizados por membros do Primeiro Comando da Capital (PCC)? Por que um alto funcionário do governo estadual estaria se encontrando secretamente com uma jornalista? Qual a razão de um suposto fotógrafo ter grampeado um secretário de governo? É o que Matar Alguém, quarto romance policial do advogado e ex-investigador Roger Franchini, vai revelar em suas páginas recheadas de teorias de conspiração, violência e sexo.”

Roger Franchini

https://www.facebook.com/franchini

reta.png

matar alguem OK_17_09_14.pdf

MELADOR – Atenção Dr. Aldo Galiano e delegados do DEINTER-6, SINDPESP está tentando “melar” as conquistas da ADPESP junto ao governador Alckmin e enfraquecer a representatividade da classe 23

quadra

Recebi algumas informações sobre um “corre” do Melão “melador” para obter dos colegas daqui da Baixada Santista e região , a assinatura da declaração que reproduzo abaixo  e que por absoluta lealdade suprimi os dados de quem nos enviou, dando conta de que pelas vias hierárquicas estariam enviando para todos os Delegados assinarem.
A meu ver, s.m.j, essa declaração enfraqueceria as negociações com o governo sempre promovidas pela Adpesp, sem qualquer participação do sindicato que se preocupa apenas em enviar verba para Adepol do Brasil, cuja chapa única composta pelo mesmo de sempre (Dudu) que – com o seu antecessor Paulo Fernando Fortunato – quase faliu a Adpesp, conta agora com mais um do mesmo modelo : Melão, viajar pelo país afora, gastar o seu dinheirinho sem prestar contas, “desaparecer” por semanas sem que se saiba onde e com quem está, o que está fazendo ou deixando de fazer…E por aí vai!
Além de apoiarem publicamente o Skaf e posarem ao lado do Fofão ( Fleury Filho )
Também está preocupado com a Federação onde conseguiu um cargo ( FENDEPOL – Diretor de Comunicação Social: George Henrique Melão Monteiro  ) , abandonando às moscas e à própria sorte o sindicato dos Delegados . Funcionários  de lá já saíram por questões de acertos de pagamento e estão enviando curriculum para a ADPESP. A última notícia  que nos chega seria a contratação da nora do Melão no lugar da secretária….É pra acabar!
Pois bem, quando foi proposta a fusão, a classe optou pelas duas entidades e agora que Inês é morta, pedem socorro para Adpesp, enquanto o presidente, a pretexto de manter o sindicato como único representante da classe por conta de ação do Sinpolsan e da Feipol de Campinas, envia esse tipo de declaração que, salvo engano,  o colocaria como ÚNICO representante da classe que jamais defendeu efetivamente…
Aquela mesma que o escolheu!
A mim parece golpe…. Cheira mal e penso não ter havido por parte do Dr. Aldo essa intenção. Foi induzido a erro por uma modalidade de “estelionato sindical” que a cada dia mostra sua verdadeira cara…A cara da farsa, da inutilidade e da hipocrisia.
E alguns delegados  ainda vivem vociferando desfiliação em massa, boicotes  e intervenção na Adpesp….  É de causar indignação a quantidade de oportunistas profissionais nesse meio.
Por vezes penso que a classe não merece mais que isso…
Se fosse um homem odioso e vingativo com a classe que causou a minha demissão eu torceria e pediria votos para o Fortunato e Paulo Lew; também ficaria tecendo loas ao Melão.
Mas há muita gente de bem para torcermos por uma desgraça coletiva!
Abaixo, e-mail de camarada que nos foi encaminhado:
 
                 Guerra,
Acabei de receber um telefonema de meu titular acerca de declarações nominadas individualmente para os Delegados, oriundo do DEINTER-6, onde se firma declaração no sentido de que se reconhece como o único representante da classe, independentemente de filiação,  o SINDPESP, para toda e qualquer negociação referente a categoria.
                 Deixei claro ao meu titular de que não assinarei, mas como o documento está sendo encaminhado pelas vias hierárquicas, acredito que muitos colegas assinarão.
                 Não mandei nada para a Marilda, pois, por questões financeiras, não sou mais filiado à ADPESP. Não sei se isso está ocorrendo em outros departamentos, mas, vejo nessa iniciativa um perigo para a classe, na eventual assinatura por muitos colegas, porque enfraqueceria qualquer argumentação da ADPESP junto ao governo.

DECLARAÇÃO

Roberto Conde Guerra, portador da cédula de identidade 5454545454, ex-delegado de polícia do estado de São Paulo, com sede de exercício na delegacia dos demitidos de Santos, firma a presente declaração de que reconhece apenas o Sindicado dos Delegados de Polícia de São Paulo SINDPESP – CNPJ 61.397.295/001-76, como seu legítimo representante , não apoiando qualquer iniciativa de representatividade sindical fora do âmbito da entidade.

Santos, novembro de 2014.

REMATADA INJUSTIÇA – Promotor que denunciou o Dr. Artur José Dian por formação de quadrilha e peculado foi desarrazoado e maldoso; deve sofrer compulsão por perseguir inocentes 45

dian2

Dois delegados são denunciados pelo sumiço de 82 armas

Marcelo Godoy – O Estado de S. Paulo

11 Novembro 2014 | 23h 14

Outros cinco policiais e um informante também são acusados; MP pede ainda o afastamento dos envolvidos

SÃO PAULO – O Ministério Público Estadual (MPE) denunciou sete policiais e um informante policial por causa do escândalo do sumiço de 82 armas do Grupo Armado de Roubos e Assaltos (Garra), do Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic). Entre os acusados estão os delegados Paulo Sérgio Pilz, ex-chefe da Divisão de Operações Especiais (DOE), e Artur José Dilan, ex-supervisor do Garra. Pilz é acusado de falsidade ideológica e prevaricação. Dilan foi denunciado por formação de quadrilha e peculato.

Além deles, foram acusados de falsidade e prevaricação o investigador Julio Cecconi Neto e o escrivão Fernando Kawamoto. Isso porque eles fizeram uma correição no Garra em 20 de outubro e teriam atestado que as armas desaparecidas ainda estavam no grupo, quando, segundo o MPE, parte delas já havia sido desviada pelo investigador Francisco Ricardo Correa e pelo informante Fernando Campioni. Correa está preso e Campioni, foragido. Eles negam as acusações.

Os outros acusados são os investigadores do Garra Luiz Antonio Pereira Sant’Ana e Carlos Eduardo Menezes Vidoca. Esses dois e o delegado Dilan são acusados de omissão criminosa no dever de guardar as armas. Além disso, teriam deixado que o informante policial – que já foi processado por roubo – circulasse livremente pelo Garra.

O caso havia sido investigado pela Corregedoria da Polícia Civil, que indiciou pelo crime apenas o investigador Correa e o informante Campioni. O juiz Antonio Patiño havia decretado a prisão dos dois. “Não se trata de banditismo solitário ou comum (…) A criminalidade está organizada. Há audácia em excesso”, escreveu o juiz. As armas teriam parado nas mãos do crime organizado. “O Estado armado fomentando a criminalidade. Triste, vexatório, vergonhoso, odioso e inadmissível.”

No sábado, Dilan e Pilz foram transferidos de seus cargos para outros, assumindo postos de chefia na Inteligência Policial e no Serviço Aerotático. A decisão deixou o promotor do caso, Ludgero Francisco Sabella, indignado. Ele pediu à Justiça o afastamento dos policiais.

“Trata-se de comportamento incompreensível da cúpula da Polícia Civil, atentatório aos princípios da administração pública”, escreveu o promotor.

O Estado procurou os acusados no Deic e não os encontrou. A Secretaria da Segurança informou que vai aguardar o despacho do juiz a respeito da denúncia. Segundo a secretaria, foi aberta uma apuração preliminar para averiguar se existiu negligência na custódia das armas.

Transcrito de O Estado de S. Paulo ; nos termos do artigo 46 da Lei nº 9.610, de 19 de Fevereiro de 1998.‏

———————————————————————

dianNão é segredo para ninguém na Polícia Civil que o Dr. Artur José Dian ( além de muito decente, bom colega e bom superior ) e seu pai Carlos Alberto Dian, investigador aposentado, são de antiga família de riquíssimos agropecuaristas e proprietários de diversas empresas na Capital e interior. Exemplo: Marfinite. 

Em 2010, quando concorreu ao cargo de deputado estadual pelo PV , o Dr. Dian , com apenas 36 anos de idade, declarou publicamente ser possuidor do patrimônio de R$ 5.150.000,00 ( a maioria em imóveis ).

Com efeito, jamais se prestaria a desviar  82 ou 82.000 armas do Garra. 

Essa denúncia de formação de quadrilha e peculato é absolutamente inverídica. 

Aprovada a Medida Provisória 657 – Os EPA bacharéis em educação física perderam a guerra: Só delegados poderão ser indicados por Presidência para o comando da PF 28

Senado torna mais rigoroso critério para escolha do diretor-geral da PF

Só delegados poderão ser indicados por Presidência para o comando da PF.
Texto exige ainda experiência jurídica ou profissional para ser delegado.

Priscilla MendesDo G1, em Brasília

O Senado Federal aprovou nesta terça-feira (11) medida provisória que cria requisitos para a indicação ao cargo de diretor-geral da Polícia Federal (PF). Pelo texto, criticado por associações de agentes e peritos da PF, somente delegados que estejam no último nível da carreira podem ser indicados pelo presidente da República para o comando do órgão. Para se tornar lei, o texto terá que ser sancionado pela Presidência.

Atualmente, a escolha e exoneração para o cargo é feita livremente pelo presidente da República e qualquer integrante da Polícia Federal, como agentes e peritos, podem ser indicados. O atual diretor-geral, Leandro Daiello Coimbra, é delegado. A proposta aprovada beneficia a carreira de delegado da PF na medida em que determina que os delegados “são responsáveis pela direção das atividades do órgão”

O texto também exige que os candidatos em concurso para delegado federal sejam bacharéis em Direito com três anos de atividade jurídica ou policial. O curso superior já é exigido por uma portaria do Ministério da Justiça, mas não havia necessidade de tempo mínimo de experiência.

As regras impostas pela medida provisória geraram protestos de entidades representativas das demais categorias da Polícia Federal – agentes, escrivães, papiloscopistas e peritos.  Policiais federais chegaram a planejar uma greve geral nas últimas semanas, mas a ministra Assusete Magalhães, do Superior Tribunal de Justiça (STJ), vetou a paralisação e impôs multa de R$ 500 mil a ser paga pela Federação Nacional dos Policiais Federais (Fenapef) para cada dia de descumprimento da decisão.

epa

Temístocles Telmo Ferreira Araújo : Auxílio-moradia, um deslavado jabá – “tomara que Deus não exista” 14

Auxílio-moradia, um deslavado jabá – “tomara que Deus não exista”

Publicado por Temístocles Telmo Ferreira Araújo

Por Frederico Vasconcelos

Sob o título “Tomara que Deus não exista“, o artigo a seguir é de autoria do procurador da República Davy Lincoln Rocha, de Joinville (SC), que manifesta sua discordância sobre a concessão do auxílio-moradia.

Tomara que Deus não exista

Brasil, um país onde não apenas o Rei Está nu. Todos os Poderes e Instituiçōes estão nus, e o pior é que todos perderam a vergonha de andarem nus. E nós, o Procuradores da República, e eles, os Magistrados, teremos o vergonhoso privilégio de recebermos R$ 4.300,00 reais de “auxílio moradia”, num país onde a Constituição Federal determina que o salário mínimo deva ser suficiente para uma vida digna, incluindo alimentação, transporte, MORADIA, e até LAZER.

A Partir de agora, no serviço público, nós, Procuradores da República dos Procuradores, e eles, os Magistrados, teremos a exclusividade de poder conjugar nas primeiras pessoas o verbo MORAR.

Fica combinado que, doravante, o resto da choldra do funcionalismo não vai mais “morar”. Eles irão apenas se “esconder” em algum buraco, pois morar passou a ser privilégio de uma casta superior. Tomara que Deus não exista…

Penso como seria complicado, depois de minha morte (e mesmo eu sendo um ser superior, um Procurador da República, estou certo que a morte virá para todos), ter que explicar a Deus que esse vergonhoso auxílio-moradia era justo e moral.

Como seria difícil tentar convencê-Lo (a ele, Deus) que eu, DEFENSOR daConstituição e das Leis, guardião do princípio da igualdade e baluarte da moralidade, como é que eu, vestal do templo da Justiça, cheguei a tal ponto, a esse ponto de me deliciar nesse deslavado jabá chamado auxílio-moradia.

Tomara, mas tomara mesmo que Deus não exista, porque Ele sabe que eu tenho casa própria, como de resto têm quase todos os Procuradores e Magistrados e que, no fundo de nossas consciências, todos nós sabemos, e muito bem, o que estamos prestes a fazer.

Mas, pensando bem, o Inferno não haverá de ser assim tão desagradável com dizem, pois lá, estarei na agradável companhia de meus amigos Procuradores, Promotores e Magistrados.

Poderemos passar a eternidade debatendo intrincadas teses jurídicas sobre igualdade, fraternidade, justiça, moralidade e quejandos.

Como dizia Nelson Rodrigues, toda nudez será castigada!

Temístocles Telmo Ferreira Araújo

Temístocles Telmo Ferreira Araújo

Doutor, Mestre e Bacharel em Ciências Policiais de Segurança e Ordem Pública. Especialista em Direito Penal. Professor de Direito Penal e Prática Jurídica Penal.