A VERDADE SOBRE A GREVE DOS SERVIDORES DO PODER JUDICIÁRIO 10

2010/05/13 at 0:02 – ESCREVENTE

a VERDADE SOBRE A GREVE DOS SERVIDORES …. Mídia manipula informações … distorce a realida …FAZ uma imagem deturpada do SERVIDOR PUBLICO…a quem interessa essa imagem errada do serviçlo público????

segu
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nda-feira, 3 de maio de 2010
O “Estadão” e a greve do judiciário

Com relação à matéria “A greve dos servidores judiciais” publicada no jornal “O Estado de São Paulo” no último dia 30, julgo necessários alguns esclarecimentos. O texto, que se não estivesse estampado em um jornal de grande circulação, poderia ser confundido com um papo informal de botequim e não com o trabalho jornalístico de um profissional, visto que permeado de impressões de senso comum e vazio de dados e fatos concretos. O autor, da maneira como se expressa, induz o leitor a confundir reposição inflacionária com aumento real, o que não está na pauta de reivindicações. Ainda cita a suposta falta de água mineral e ar condicionado nos prédios – sabe-se lá de onde tirou estes itens, que não fazem parte da pauta de reivindicações. É mencionada ainda a falta de condições legais e orçamentárias para atender os pleitos, em razão da Lei de Responsabilidade Fiscal. Todavia não menciona que o TJ gasta menos de 4% do orçamento com pessoal, quando poderia gastar até o limite de 6% imposto pela LRF.

Com relação ao plano de cargos e carreira, antiga reivindicação, inclusive para se adequar à determinação constitucional, o Projeto de Lei dorme nos escaninhos da Assembléia Legislativa desde 2005, vítima da morosidade e falta de vontade dos deputados em aprová-lo, assim como o Projeto de Lei nº 479/2004, que concederia, se aprovado, reposição da inflação referente ao período de 2001 a 2004, mas tramita há mais de seis anos sem qualquer perspectiva de ser colocado na pauta de votação.

Outro item colocado é a possibilidade de um reajuste de 4,17%, como sendo o máximo que o Tribunal pode fazer, visto que tem outras “prioridades” como informatização e reforma de prédios deteriorados (sic). Mas se um projeto de igual teor, que repõe as perdas inflacionárias de quase dez anos atrás, não foi aprovado até agora – e provavelmente nunca vai ser colocado em votação – porque este novo projeto haveria de vingar? Além disso, é feita uma menção à única proposta concreta do TJ: negociar com o Banco do Brasil o restabelecimento do cheque especial e abertura de linha de crédito aos trabalhadores…

O autor ainda critica a falta de uma lei de greve como entrave para eventuais sanções aos grevistas, como se estes fossem criminosos, mas se “esquece” que quem infringe a Lei, neste caso, são as autoridades, que negam aos serventuários direitos elementares a qualquer trabalhador, como a reposição anual da inflação. Nesse sentido, é imperioso salientar que em 2009, segundo pesquisa do DIEESE feita junto a categorias da iniciativa privada, em 93% das negociações salariais houve ao menos a reposição da inflação, e em 80% dos casos houve aumento real de salário. E a greve, no caso do Judiciário paulista, não é uma atitude impensada, mas o último recurso depois de mais de dois anos de exaustivas tentativas de negociação, sem qualquer resposta, numa atitude de descaso e desrespeito. E a falta de regulamentação para a greve prejudica, na verdade, os servidores, que, ao contrário dos trabalhadores da iniciativa privada, se tornam reféns do próprio Poder Judiciário. Todavia, já existe decisão do Supremo Tribunal Federal regulamentando a situação, portanto a greve, repito, não é ilegal, mas o legítimo exercício de um direito constitucional.

O interessante é que o “Estadão” não demonstra o mesmo ímpeto quando se tratam de irregularidades dos “poderosos”, como, entre outros, o caso do “auxílio-voto” recebido irregularmente por magistrados, que pode até ser considerado como ato de improbidade administrativa e crime contra a ordem tributária!

Por fim, esclareço que enviei, dias antes da publicação da matéria supra citada, artigo ao “Estadão”, no qual esclarecia as reivindicações e informava acerca das tentativas frustradas de negociação. A resposta recebida? “O Estadão agradece a atenção, mas não vai publicar o artigo”. Além disso, quaisquer informações poderiam ser obtidas junto às entidades. Mas o autor preferiu tirar suas próprias conclusões e julgar, sob seu limitado ponto de vista, um movimento legal, legítimo e necessário.

Acima de tudo, o texto como apresentado afeta os mais elementares princípios do bom jornalismo. O autor deveria levar isso em conta antes de publicar um texto no qual presta um desserviço à população, que merece ser bem informada sobre assunto de seu vital interesse.

http://servtjsp.blogspot.com/2010/05/o-estadao-e-greve-do-judiciario.html

“Precisamos resgatar a dignidade da instituição, que foi violada”, Nathan Rosemblatt… 7

Ladrão furta 8 armas de delegacias

Invasão de imóvel que sedia unidades da Polícia Civil, em Itanhaém, aconteceu de madrugada após retirada dos miolos das fechaduras

Uma câmera fotográfica digital, pertencente à Polícia Civil, e um caderno apreendido de traficantes, contendo anotações, também foram levados

“Precisamos resgatar a dignidade da instituição, que foi violada”.

A frase é do delegado seccional de Itanhaém, Nathan Rosemblatt, que ontem à tarde montou força-tarefa envolvendo todos os policiais civis do município para esclarecer o crime e recuperar o material furtado. “Esperamos a conclusão do trabalho da perícia para nos reunir com os policiais e determinar o máximo empenho nas investigações. As folgas foram cortadas e elucidar o caso é ponto de honra”,acrescentou Rosemblatt. De acordo com o seccional, algumas pistas já foram levantadas pelos peritos, mas elas não foram reveladas para não prejudicar as investigações. Na opinião do delegado, a ousada ação criminosa foi direcionada aos armamentos, “porque havia objetos de valor que não foram furtados”. Entre esses objetos, o seccional citou computadores, outros aparelhos eletrônicos e a quantia de R$ 180,00 de um funcionário. Em relação ao caderno com anotações sobre a venda de drogas, Rosemblatt disse que “ainda não está bem positivada a sua subtração”.

Sabe por que a PF investiga Tuma Júnior? O nome de Tuma Júnior surgiu em quatro operações da PF: Persona, Trovão, Wei Jin e Linha Cruzada. 15

publicado em 12/05/2010 às 06h01:

Entenda por que a PF investiga Tuma Júnior

O secretário nacional de Justiça é investigado por supostas ligações com a máfia chinesa

Do R7
Agência BrasilFoto por Agência Brasil

Romeu Tuma Júnior é investigado pela Polícia Federal

O secretário nacional de Justiça, Romeu Tuma Júnior, é investigado pela Polícia Federal por suas relações com Li Kwok Kwen, também chamado de Paulo Li e apontado como um dos chefes da máfia chinesa em São Paulo.

O caso veio à tona na semana passada, com uma série de reportagens publicadas pelo jornal o Estado de S. Paulo que trazem trechos de ligações telefônicas e e-mails interceptados durante seis meses pela Polícia Federal. 

Em sua defesa, Tuma Júnior disse que não cometeu irregularidades e informou, em programa da TV Bandeirantes, que vai tirar férias do cargo por “alguns dias” para tentar se defender.

– Eu fui alvo de uma investigação. Ninguém está acima da lei, mas não fui indiciado, não fui denunciado, e o inquérito foi arquivado. […] Não cometi nenhum ilícito, nenhuma irregularidade.

Os procedimentos deram origem à operação Wei Jin, deflagrada em setembro de 2009 e que resultou na prisão 14 pessoas, entre elas Li, acusado de comandar um esquema de contrabando de telefones celulares falsificados e importados da China.

Foi a partir das investigações sobre os negócios de Paulo Li que a PF chegou a suas ligações com Tuma Júnior.

Entenda o caso e saiba quais são as principais suspeitas:

Encomendas – Em algumas ligações, o secretário de Justiça aparece como “cliente” de Li. Ele pergunta ao chinês sobre mercadorias que estaria interessado em adquirir, como aparelhos celulares, computadores, videogame, câmera fotográfica e malas de viagem.

Estrangeiros – O inquérito da PF aponta também que Li conseguia agilizar processos em tramitação junto ao Departamento de Estrangeiros, subordinado diretamente ao secretário, além de intermediar a emissão de vistos permanentes para chineses em situação ilegal no Brasil.

Anistia – Após a aprovação da lei que regularizou a situação de imigrantes que viviam irregularmente no Brasil, em julho, o chinês relatou a Tuma Júnior a existência de um mercado ilegal que agenciava processos de anistia para estrangeiros, algo que segundo a PF ele próprio fazia.

Liberação de contrabando – Tuma Júnior é suspeito de ter usado seu cargo para liberar mercadorias apreendidas que pertenciam ao chinês Fang Ze, suposto integrante da rede de negócios de Paulo Li.

Dólares – O secretário foi gravado em um telefonema tentando reverter um flagrante no aeroporto de Cumbica, em Guarulhos, quando agentes da PF apreenderam US$ 160 mil que estariam sendo levados ilegalmente para os Emirados Árabes.

Lobby a favor de “genro” – Diálogos interceptados pela PF revelam que Tuma Júnior também buscou obter a aprovação do namorado de sua filha em um concurso público da Polícia Civil de São Paulo.

Investigação e explicação – Na última terça-feira (11), a Polícia Federal divulgou nota na qual confirma que a que a Corregedoria Regional em São Paulo emitiu um parecer favorável à instauração de um inquérito policial específico para investigar o secretário por suposta prática de crime contra a Administração Pública. O nome de Tuma Júnior surgiu em quatro operações da PF: Persona, Trovão, Wei Jin e Linha Cruzada.

Antes, na segunda-feira (10), a Comissão de Ética da Presidência da República cobrou explicações sobre o envolvimento do secretário com a máfia chinesa. Ele terá um prazo de cinco dias para se explicar.

Quem é – Tuma Júnior é filho do senador Romeu Tuma (PTB-SP) e delegado da Polícia Civil. Ele foi deputado estadual entre 2003 e 2007, quando ocupou o cargo de corregedor parlamentar e foi presidente das comissões de Segurança Pública e de Defesa dos Direitos do Consumidor.

Sua nomeação para a Secretaria Nacional de Justiça ocorreu em 2007. Desde abril, Tuma Júnior preside ainda o Conselho Nacional de Combate à Pirataria. Além disso, é conselheiro vitalício do Corinthians e foi diretor do clube.

ORA, FOI SEM QUERER! TANTO QUE DEIXARAM A MÃE VIVA COMO TESTEMUNHA 8

Não foi homicídio culposo, dizem especialistas sobre morte de motoboy por PMs em SP

OCIMARA BALMANT
da Reportagem Local

Os quatro policiais militares de São Paulo suspeitos de terem espancado até a morte o motoboy Alexandre Menezes dos Santos, 25, na madrugada de sábado (8), não deveriam ter sido autuados por homicídio culposo (sem intenção de matar), segundo especialistas.

“Analisando a quantidade de policiais envolvidos, o depoimento da mãe, o atestado de óbito [que mostrou que a morte foi por traumatismo craniano e asfixia] e a profissão dos agressores, que deveriam ser preparados para esse tipo de condição, não podemos ter uma modalidade culposa”, diz Fernando José da Costa, advogado criminalista e conselheiro da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) São Paulo.

Homicídio culposo é aquele no qual o agente não quer a morte da vítima, explica Gustavo Romano, 35, responsável pelo treinamento jurídico da Folha e fundador do projeto Para Entender Direito. “Qualquer pessoa minimamente normal sabe que submeter uma pessoa a meia hora de espancamento por quatro policiais fisicamente preparados pode gerar a sua morte”, afirma.

Segundo Romano, a conduta se encaixa muito melhor em um outro crime do Código Penal: a lesão corporal seguida de morte. Nesse crime, os agentes querem machucar a vitima (ou seja, praticam uma lesão corporal dolosamente), mas machucam tanto que acabam ocasionando a morte da vítima sem querer (culposamente).

Se os quatro policiais forem condenados por lesão corporal seguida de morte podem pegar de 4 a 12 anos de reclusão, que provavelmente começará a ser cumprida em regime fechado. Além disso, o crime permite ter prisão preventiva decretada. No homicídio culposo, se houver pena, ela já começa no regime semiaberto. Neste caso, os policiais suspeitos foram liberados depois do pagamento da fiança estipulada em R$ 480.

Em nota à Folha, o delegado responsável pela autuação, José Carlos de Campos Chedid Júnior, disse que, “naquele momento, os elementos apurados levaram a este enquadramento”, mas que “nada impede que, durante o andamento do inquérito policial, esta natureza seja modificada.”

A tipificação do crime pode ser mudada, também, pelo Ministério Público ou pelo Poder Judiciário.

Crime

A Procuradoria Geral de Justiça designou o promotor Carlos Roberto Marangoni Talarico, do 1º Tribunal do Júri da Barra Funda, para acompanhar o caso. Talarico afirmou que ainda não é possível fazer qualquer comentário sobre o crime, pois recebe o inquérito nesta terça-feira.

O crime ocorreu na madrugada de sábado. Segundo a Polícia Militar, os policiais avistaram, durante patrulhamento na região da Vila Marari (zona sul de SP), uma motocicleta transitando sem placa e na contramão. O motoboy não teria obedecido ao pedido de parada e fugiu. Ele foi abordado na rua Guiomar Branco da Silva –em frente a sua casa– e, após resistência, os policiais aplicaram uma gravata para imobilizar Santos.

De acordo com a Secretaria de Segurança Pública, como a vítima se livrou da imobilização, os policiais aplicaram o golpe novamente, quando Santos teria perdido os sentidos. Os PMs levaram o motoboy para o hospital, mas ele não resistiu.

Os quatro policiais militares envolvidos no caso foram encaminhados ao 43º DP (Cidade Ademar), mas pagaram fiança de R$ 480, cada um, e foram liberados. No entanto, eles foram presos pela PM no dia do crime, por “uso excessivo de força física” e permanecem no presídio militar Romão Gomes. Os nomes não foram informados.

Na segunda-feira (10), o secretário de Segurança Pública, Antonio Ferreira Pinto, afastou os comandantes da área de trabalho dos policiais suspeitos.

O governador Alberto Goldman (PSDB) disse que vai apurar o crime. “Vamos apurar profundamente quais são as razões para que isso aconteça pela segunda vez, um fato tão deplorável, que nos deixa absolutamente constrangidos e revoltados”, afirmou.

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http://www1.folha.uol.com.br/folha/cotidiano/ult95u733487.shtml

E não é a primeira vez que os garis recolhem esse tipo de lixo ( DOCUMENTOS DA POLÍCIA ) 11

Documentos da polícia são descartados no meio da rua em SP
Papelada de delegacia foi jogada perto de avenida movimentada no Centro.
Nos documentos, constam dados pessoais, como números de RG e CPF.

À beira da Avenida 23 de Maio, uma das mais movimentadas de São Paulo, um monte de papéis chama a atenção dos motoristas que passam pelo local. O mais curioso é que o material é produzido por uma delegacia de polícia, próximo de onde eles foram descartados.

São boletins de ocorrência, fichas de identificação, dados criminais, pedidos de perícia, tudo emitido neste ano. Nos documentos, há dados pessoais, como nome completo, filiação, números de identidade e do CPF, endereço, telefone de vítimas e testemunhas de crimes. E não é a primeira vez que os garis recolhem esse tipo de lixo.

Os documentos saíram da 1ª delegacia, no Centro de São Paulo. As informações encontradas no lixo foram passadas para o sistema informatizado da polícia e, portanto, os crimes estão registrados. Mas os papéis não poderiam ter sido jogados fora, na rua. Dois decretos obrigam a polícia a guardar dados sigilosos em segurança.

O delegado responsável pelas delegacias da região central diz que os dados em mãos erradas poderiam ser usados em fraudes, como compras em nome de terceiros. E explica que o correto é a destruição e reciclagem dos documentos pelo Fundo Social de Solidariedade, que fica com a renda.

No lixo, também havia documentos originais de um rapaz, preso duas vezes na delegacia do Centro. Segundo a polícia, não há registro de que os documentos do rapaz tenham passado pela delegacia.

Os documentos foram devolvidos para a família dele. E o restante do material foi entregue ao delegado seccional do Centro.
http://g1.globo.com/sao-paulo/noticia/2010/05/documentos-da-policia-sao-descartados-no-meio-da-rua-em-sp.html

INACREDITÁVEL, COMO ESSE DELEGADO CONSEGUE FICAR TANTAS HORAS SEM DORMIR? 29

CARTA DIGNIDADE. EU VOU FALAR O QUE É.

Dia desses eu concorri a uma escala de plantão. Era final de semana. Esperava que teríamos muitas ocorrências, mas nada de anormal. A Autoridade policial ligou avisando que atrasaria, como de costume. Liberei o Registro Demorado de Ocorrência e já fui avisado sobre eventual parada do sistema. Até aí tudo ocorria normalmente. Chega uma perda de documento, um furto simples, uma pessoa pedindo orientação, telefone para denúncia anônima e coisa vai. Já iniciava o novo dia quando a PM chegou com uma ocorrência com todos os ingredientes de flagrante. Levei o caso até a digníssima autoridade e este dividindo o cérebro entre a leitura de um texto no micro e minha narrativa apenas mandou fazer o flagrante. Voltei e dei início. Quando o RDO pediu a natureza exata eu voltei até aquele totem de trabalho. Ele sequer levantou a cabeça e falou. Continuei com meu trabalho e o cara assistindo à Televisão numa salinha confortável. Nisso chegou outra ocorrência e quando eu lhe narrava, ele, em meio às risadas que o filme proporcionava, anunciou o artigo, ainda sem me olhar. Terminei aquele flagrante e comecei este. Antes de acabar chegou outro ocorrência e fui novamente falar com a autoridade. Ele tentava voltar a boca no lugar depois de tanto rir com o filme. Novamente anunciou o artigo e voltou a se deleitar com o filme, como uma criança. Com o dia nascendo deu outra ocorrência e igualmente um flagrante. Tudo se repetiu e agora já não via mais tv e sim navegava na net. Se alguém me perguntar eu digo que esse digno servidor realmente cumpriu sua escala de plantão, mas que direito lhe assiste a ponto de se esconder numa sala, ficar a risos, sem que PM algum tivesse visto sua face, apenas anunciando o artigo violado e de manhã pedir para montar logo os flagrantes para assinar. Me senti extremamente arruinado com tudo. Acabado, não só pelas horas acordado e fazendo 4 flagrantes, mas por ter carregado tamanho cavalo nas costas, um cara que com toda certeza, em 14 horas de trabalho, falamos 15 palavras no máximo. Agora vem a história da Carta Dignidade. Nosso Delegado Geral deve sim resgatar a dignidade dos Delegados, mas antes disso deve convence-los a trabalhar e só assim terá argumentos para pedir outras coisas. Essa autoridade não é a única. Outros agem da mesma forma. Acreditam que o plantão policial é um problema da população e dos operários da polícia civil. E quando assumem suas delegacias continuam pensando a mesma coisa. Ao final do plantão tive a certeza de que a polícia civil somente crescerá a partir do momento em que se entender o mister dos delegados de polícia na própria polícia civil.

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Ao final do plantão ele não reclamou de tanto trabalho para assinar a papelada?

MAJOR OLÍMPIO: ALE APROVADO 30

ALE APROVADO !
Ter, 11 de Maio de 2010 18:12
Pronto, o PLC 13/2010 foi aprovado por unanimidade pela casa. Será pago realmente em cinco parcelas para o deleite do governo. Não sabemos se será rodada folha extra, pois depende do Comando da PM, mas será pago retroativo a março, mas depende agora da sanção do Governador. Missão cumprida com pesar pelos níveis aprovados, pelos valores e pelas parcelas, mas o PSDB e seu Deputados são maioria e gozam do poder do bem e do mal.

O governo concordou em encaminhar, em regime de urgência, projeto de lei complementar pagando integralmente o ALE aos policiais e pensionistas de policiais civis e militares reformados e aposentados por invalidez

http://www.majorolimpio.com.br/index.php

POLÍCIA CIVIL É VÍTIMA DE LADRÕES ( aparentemente: ladrões privados ) 5

Ladrões invadem delegacia em Itanhaém e furtam armamento
Eduardo Velozo Fuccia – JORNAL A TRIBUNA

Metralhadora, carabina, pistola, duas espingardas e três revólveres foram furtados na madrugada desta terça-feira do prédio que abriga um distrito policial e duas delegacias especializadas em Itanhaém. Além das oito armas de fogo, os ladrões também levaram um caderno que contém anotações relacionadas à venda de drogas.

Um Certificado de Registro e Licenciamento de Veículo (CRLV), também apreendido e relacionado a outro inquérito policial, e uma câmera fotográfica digital, pertencente à Polícia Civil, completam a relação de materiais furtados.

De acordo com as imagens registradas pelas câmeras de segurança instaladas no prédio, o ladrão, não identificado, permaneceu no imóvel entre 1h55 e 2h25.

Durante exatos 30 minutos, vasculhou salas e revirou gavetas e armários. Levou tudo o que pôde carregar e que lhe interessava. Usando capuz e luvas, o marginal deixou de ser filmado após se aproximar de uma câmera e direcioná-la para o teto.

Em busca de eventuais vestígios do crime, como impressões digitais, peritos fizeram uma minuciosa varredura no local do furto. Nessas buscas, uma pistola Taurus calibre 380 dada inicialmente como furtada foi encontrada entre vários objetos espalhados pelo chão. Produto de apreensão, essa arma faz parte de um inquérito policial.

DAQUI A POUCO: DATENA ENTREVISTARÁ TUMA….( depois da entrevista fiquei com pena do Tuma ) 2

Ajuda eu aí pô…caraio…rs

Uai, o moço tem razão: ou é chefe ou freguês do “ching ling ” ?  As duas coisas,  segundo ele, não dá.

Enfim, não há prova de crimes…Aliás, isoladamente,  as conversas não provam coisa alguma, salvo que o “TUMINHA” é um brasileiro como milhões: GOSTA DE LEVAR VANTAGEM.

Pô, ele é um simples funcionário público!

Assim, qual o motivo para ele não cotar preços de Wii nos muambeiros da 25 de Março e da av. Paulista?

Qual a lei que  o proíbe  de  encomendar, para amigo,  um celular que só existe em Hong Kong?

Polla…Calaio… Pleto  ou mallon, qual a diferença?

O imposto não é igual: 0%? 

Polla…Calaio…Que melda!

DELTA, TUMINHA HÁ TEMPOS É LUTADOR DE SUMO Resposta

Romeu “Ching Ling” Tuma….hahahahahaha…

Só é bom tomarmos cuidado porque segundo as notícias, o tal de Paulo Li foi instrutor de Kung Fu do Tuminha. (Putz! Ele sabe Kung Fu!).

Paulo Li ainda deu aulas de Kung Fu para Policiais da Superintendência da PF em SP quando o Tumão era o Superintendente.

Vai que eles fiquem bravos conosco e resolvam dar um golpe. De Kung Fu, desta vez.

http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u733173.shtml

A internet é sobretudo a ferramenta mais formidável para derrubar muros e fronteiras que enclausuram. Para os povos oprimidos, privados do direito de se exprimirem e decidirem seu futuro, a internet surge como um trunfo inesperado. Resposta

11/05/2010

Avanços e limites da internet vira questão de política internacional

Le Monde
Bernard Kouchner*

Em 2015, 3,5 bilhões de pessoas – ou seja, metade da humanidade – terão acesso à internet. Uma revolução para a liberdade de comunicação e de expressão. Mas como será usada essa nova mídia? Que novos abusos, que novas barreiras serão impostos pelos inimigos da internet?

As tecnologias modernas trazem o melhor e o pior. Os sites e blogs extremistas, racistas, difamatórios, divulgam em tempo real opiniões detestáveis. Eles fazem da internet uma ferramenta de guerra e de ódio. Sites são atacados, e internautas são recrutados em fóruns para projetos destruidores. Movimentos violentos são introduzidos nas redes sociais com fins de propaganda e desinformação.

É bem difícil para as democracias controlá-los. Não partilho da crença ingênua segundo a qual por mais eficiente e poderosa que seja uma nova tecnologia, por natureza, ela necessariamente fará a liberdade progredir em toda parte.

Mas de qualquer forma, esses abusos constituem a exceção. A internet é sobretudo a ferramenta mais formidável para derrubar muros e fronteiras que enclausuram. Para os povos oprimidos, privados do direito de se exprimirem e decidirem seu futuro, a internet surge como um trunfo inesperado. Uma informação anotada ou gravada em um telefone pode ser transmitida pelo espaço virtual em poucos minutos. É cada vez mais difícil esconder uma manifestação pública, um ato de repressão, um atentado aos direitos humanos.

Em países autoritários e repressivos, o telefone celular e a internet fazem nascer uma opinião pública e uma sociedade civil. Eles também dão aos cidadãos um instrumento de expressão essencial, apesar de todos os controles.

No entanto, a tentação de reprimir ainda está lá. O número de países que praticam a censura na internet, que vigiam e punem os internautas por crimes de opinião, aumenta em um ritmo preocupante. A internet pode se voltar contra o cidadão, tornar-se uma temível fonte de informação para rastrear a origem do opositor em potencial. Alguns regimes já estão se munindo de tecnologias de monitoramento cada vez mais sofisticadas.

Se todos aqueles que estão ligados aos direitos humanos e à democracia se recusarem a transigir com seus princípios e defenderem um espaço internet que garanta a liberdade de expressão, essa repressão se tornará mais difícil. Não falo de uma liberdade absoluta aberta a todos os abusos, que ninguém encoraja, mas da verdadeira liberdade, aquela que é fundamentada sobre o princípio do respeito à dignidade da pessoa e de seus direitos.

Há alguns anos, instituições multilaterais como o Conselho da Europa, ONGs como a Repórteres sem Fronteiras e milhares de indivíduos, por todo o mundo, vêm se engajando nessa questão. Prova de que a questão não opõe o Ocidente ao resto do mundo é que nada menos que 180 Estados reunidos na Cúpula Mundial sobre a Sociedade de Informação reconheceram a plena aplicabilidade na internet da Declaração Universal dos Direitos Humanos, em especial do artigo 19 que estabelece a liberdade de expressão e de opinião. Entretanto, cerca de cinquenta Estados não respeitam esses compromissos.

Na ocasião do Dia Mundial da Liberdade de Imprensa, reuni esta semana jornalistas, diretores de ONGs, intelectuais, empresários e peritos. Essa troca reafirmou minha convicção de que estamos no caminho certo. Penso na criação de um instrumento que permitiria, em um nível internacional, seguir os compromissos assumidos pelos Estados, e interpelá-los quando faltarem com a palavra. Penso na ajuda aos ciberdissidentes, que devem receber o mesmo apoio que as outras vítimas de repressão política, e na necessidade de lhes manifestar publicamente nossa solidariedade em estreita coordenação com as ONGs que desenvolvem ações nesse sentido. Também acredito que é preciso refletir sobre a oportunidade de adotar um código de boa conduta para a exportação de tecnologias destinadas a censurar e rastrear internautas.

Esses caminhos, assim como outros – por exemplo, a proteção dos dados pessoais na internet, o direito ao esquecimento digital para todos promovido pela minha colega Nathalie Kosciusko-Morizet – devem ser buscados em um contexto que associa administrações, sociedades civis e especialistas internacionais.

Outro projeto significa muito para mim. Será demorado e difícil colocá-lo em prática, mas é essencial: dar uma tradução jurídica para a universalidade da internet, conferir-lhe um status que o aproxima de um espaço internacional, a fim de que seja mais difícil para os Estados repressivos utilizarem o argumento da soberania contra as liberdades fundamentais.

É muita coisa que está em jogo. Acredito que foi iniciada uma batalha de ideias: de um lado, os defensores de uma internet universal, aberta, fundamentada sobre a liberdade de expressão e de associação, sobre a tolerância e o respeito à vida privada; de outro, aqueles que gostariam de transformar a internet em uma variedade de espaços fechados e trancados a serviço de um regime, de uma propaganda e de todos os fanatismos.

A liberdade de expressão é a “base de todas as outras liberdades”. Sem ela, não há “nação livre”, dizia Voltaire. Esse espírito das Luzes, que é universal, deve soprar sobre as novas mídias. A defesa das liberdades fundamentais e dos direitos humanos deve se tornar a prioridade da governança da internet. Ela é de responsabilidade de todos.

*Bernard Kouchner, ministro das Relações Exteriores e Europeias.

Tradução: Lana Lim

AMÉRICA LATINA: “Os governos autoritários e ditaduras militares que atuaram no hemisfério durante as últimas décadas, a despeito das obrigações internacionais de respeitar os direitos humanos, deixou como legado um ciclo permanente de violência” 3

11/05/2010 – 14h48

América Latina registra um dos maiores índices de violência no mundo, diz OEA

Renata Girard
Da Agência Brasil
Em Brasília

Os países da América Latina registram um dos piores índices de violência do mundo. No Caribe, a taxa é de 30 mortes por assassinato a cada 100 mil pessoas, enquanto na América do Sul o índice cai para 26 e na América Central, para 22. Os dados foram divulgados nesta terça-feira (11) pela Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH), que é vinculada à Organização dos Estados Americanos (OEA).

Na Europa, a média é de 8,9 mortes violentas a cada 100 mil habitantes. Os números diminuem na região do Sudeste Asiático, cuja taxa é de 5,8 homicídios, e nos países do Pacífico Ocidental, que registram um índice de 3,4 mortes. Em geral, os assassinatos atingem principalmente pessoas de baixa renda, diz o estudo.

De acordo com a comissão, os números nas Américas preocupam ainda mais quando se observa que entre os mortos, em geral, estão jovens de 15 anos a 29 anos de idade. Também há análises que mostram que as mortes violentas provocam um impacto direto na economia. A estimativa é de que o custo da violência varie de 2% a 15% do Produto Interno Bruto (PIB) desses países. O estudo não menciona especificamente as nações, apenas as regiões.

Para os especialistas da OEA, os números negativos registrados nas Américas se devem a uma junção de fatores. As conclusões são de que a maioria dos países da região ainda sofre as consequências de longos períodos de governos ditatoriais, que davam menor importância aos temas relacionados a direitos humanos. Além disso, muitas nações não dispõem de forças de segurança adequadas nem aplicam ações eficientes para combater a violência.

As análises estão no Relatório sobre a Segurança Cidadã e Direitos Humanos. O documento foi elaborado em uma parceria do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) e do Escritório das Nações Unidas do Alto Comissariado para os Direitos Humanos (ACNUDH). No documento, há uma série de críticas às políticas públicas adotadas por vários países.

Segundo o relatório, as políticas públicas “têm se mostrado ineficazes”. De acordo com os especialistas, têm sido adotadas sanções muito rígidas, menos garantias processuais e há casos de adolescentes que são julgados como se fossem adultos em meio a suspeitas de infrações. De acordo com a comissão, os países que pertencem à OEA “têm a obrigação de proteger e assegurar o exercício dos direitos humanos”.

“Os governos autoritários e ditaduras militares que atuaram no hemisfério durante as últimas décadas, a despeito das obrigações internacionais de respeitar os direitos humanos, deixou como legado um ciclo permanente de violência”, diz um trecho do documento. “Com esse panorama, a comissão observa que os Estados vão ter sérias dificuldades de encontrar soluções eficazes para esses problemas”, informa outro parágrafo do documento.

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  • 11/05/2010 15h47 – Atualizado em 11/05/2010 15h52

    Ministério da Justiça diz que Tuma Jr. vai se licenciar do cargo

    Segundo o ministério, licença deve ser de 30 dias.
    PF grampeou conversas de Tuma Jr. com suposto chefe de máfia.

    Robson Bonin e Cláudia Bomtempo Do G1 e da TV Globo, em Brasília

    A assessoria de imprensa do Ministério da Justiça informou na tarde desta terça-feira (11) que o secretário nacional de Justiça, Romeu Tuma Júnior, vai se licenciar do cargo por 30 dias. A decisão ocorre depois de reunião com o ministro da Justiça, Luiz Paulo Barreto –a segunda em menos de 24 horas.

    Tuma Júnior é suspeito de ter envolvimento com a máfia chinesa de São Paulo e de tráfico de influência, o que ele nega. A licença do secretário ocorre quatro dias depois de ele dizer ao G1 que não deixaria o cargo.

    Reportagens do jornal “Estado de S. Paulo” revelaram gravações telefônicas e e-mails trocados entre Tuma Júnior e o suposto chefe da máfia chinesa de São Paulo, Li Kwok Kwen, conhecido como Paulo Li. As gravações foram interceptadas pela Polícia Federal durante investigação sobre contrabando. Paulo Li foi denunciado pelo Ministério Público Federal no fim do ano passado por formação de quadrilha e descaminho (contrabando). Ele está preso.

    O G1 tentou contato com o secretário, mas ele ele estava em reunião com assessores em seu gabinete e não atendeu às ligações. Segundo o Ministério da Justiça, Tuma Júnior deve anunciar formalmente o afastamento ainda nesta tarde.
     

INVERSÃO DE PAPÉIS: VEÍCULOS DE LUXO ROUBADOS NO PARAGUAI AGORA SÃO RECEPTADOS NO BRASIL…( SEMPRE PENSEI QUE BRASILEIRO SÓ ROUBASSE BRASILEIRO ) 3

10/05/2010 11:34
Polícia de São Paulo apreende veículos roubados no Paraguai
 
FOLHA ONLINE/LH

A Polícia Civil de São Paulo investiga uma quadrilha de roubo e receptação de veículos de luxo. Os automóveis são roubados no Paraguai e trazidos para o Brasil. Seis carros foram apreendidos.

Segundo informou o delegado Adalberto Barbosa, do Deic (Departamento de Investigações sobre Crime Organizado), cerca de 5.000 veículos roubados no Paraguai circulam no Brasil.

As investigações começaram em janeiro e apontam que o valor médio de cada veículo está estimado em R$ 100 mil. Depois de roubados, os carros recebem placas e documentação falsificadas.

Os veículos são distribuídos em uma loja de venda de automóveis em Foz do Iguaçu, no Paraná, por apenas 25% do valor, segundo a polícia.

Os proprietários dos veículos foram localizados na região de Mogi das Cruzes. Também foram apreendidos documentos, além de carteiras de motoristas paraguaias falsificadas. Os suspeitos devem responder por receptação