O PCC É COMO A BANDA PODRE DA SECRETARIA DE SEGURANÇA PÚBLICA: 30 LADRÕES INFLUENTES CHEFIANDO E COMANDANDO 130.000 FRANQUEADOS ( destes a maioria leva fama, mas não pega na grana ) 13

Enviado em 12/05/2011 as 7:47 – O homem que sabia demais

Quinta-feira, 12 de Maio de 2011
‘PCC se resume a 30 presos influentes’
11 de maio de 2011 | 23h45 |Bruno Paes Manso/Jornal da Tarde

LEIA AQUI ENTREVISTA COMPLETA

No dia 1º de junho, o secretário da Segurança Pública, Antonio Ferreira Pinto, completa cinco anos no governo do Estado de São Paulo. Ele ingressou como secretário de Administração Penitenciária pouco depois dos ataques da facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC), iniciados há exatos cinco anos, e desde março de 2009 está à frente da pasta da Segurança Pública. Normalmente refratário ao assunto, falou sobre a facção ao Jornal da Tarde.

Hoje seriam possíveis novos ataques?

Pela forma que temos domínio do sistema penitenciário, não. Pelas informações que nós temos, pelo poderio da facção, que diminuiu sensivelmente, temos total controle da situação e digo com absoluta certeza que não há clima para que 2006 possa repetir-se.

Qual é a força hoje do PCC no Estado?

Na realidade existe um grupo de presos, grande parte no tráfico. Mas o PCC são no máximo 30 presos influentes que exercem algum poder de decisão e estão cumprindo pena em um só presídio, em Presidente Venceslau (região oeste do interior do Estado). Mas aqueles que se notabilizam pelo poder econômico são cinco ou seis. Todos estão voltados a uma principal atividade, que é o tráfico. Na hora que combatemos o tráfico praticado por eles, enfraquecemos a facção, porque eles vão se preocupar em recuperar o numerário perdido, a droga perdida, que apreendemos em larga escala no Estado.

Há informações de que o PCC fornece toda a droga que chega a São Paulo. Está correto?

Não necessariamente. É que o PCC hoje é uma grande franquia. Todo mundo para ter status diz que pertence ao PCC, mas na realidade existem muitos grupos criminosos bem organizados que não têm ligação com a facção.

Hoje se diz que o PCC tem papel disciplinador importante dentro das prisões. É verdade?

Longe disso. Isso é glamourizar a facção. Eles estão voltados ao ganho com tráfico de entorpecentes. Fazem com que o grupo que lideram do lado de fora tenha primazia em determinados setores de distribuição no comércio de cocaína. Mas não há viés disciplinador, nenhum poder paralelo, mesmo porque não damos espaço para isso.

E os julgamentos paralelos nas periferias?

Isso é outra fantasia, uma forma de endeusar um grupo que é muito violento. Mas longe de ter essa organização, como se fosse uma máfia. Eles são audaciosos, cruéis, mas longe de serem disciplinadores.

Facção forte

Agentes penitenciários, integrantes da Pastoral Carcerária, acadêmicos que estudam o PCC, integrantes do Ministério Público Estadual e lideranças comunitárias em São Paulo desmentem a versão oficial. E afirmam que o poder da facção continua forte não só nas prisões do Estado como nas periferias das grandes cidades paulistas.

Segundo o secretário-geral do Sindicato dos Agentes Penitenciários de São Paulo, Rozalvo José da Silva, a situação não mudou nada nos últimos cinco anos, porque o Estado permanece ausente nas penitenciárias. Segundo Silva, a disciplina interna é mantida pelos detentos e cita dados. As prisões estão superlotadas. Nos últimos cinco anos, o sistema recebeu 25 mil novos presos e chegou a 171 mil – há capacidade para 98.995 vagas. O total de agentes se manteve praticamente estável. “Se você vai a um Centro de Detenção Provisória (CDP), com 2 mil presos e capacidade para 700, há apenas 12 agentes. Os presos acabam exercendo esse papel”, afirma.

Silva diz que outras facções também têm espaço no sistema. Em Presidente Prudente, por exemplo, os Amigos dos Amigos (ADA) e a Seita Satânica se uniram. Por causa disso, segundo ele, não entram ali filiados ao PCC.

A advogada Alessandra Teixeira, coordenadora da Comissão de Prisões do Instituto Brasileiro de Ciências Criminais (IBCCrim), faz doutorado em Sociologia na USP. Ouviu detentos, ex-detentos e visitou CDPs para fazer sua tese. Ela aponta a autogestão do sistema pelos detentos como recorrente nas penitenciárias paulistas. Segundo ela, trata-se de opção do Estado, já que a política de encarceramento continua crescente e não há contratação de agentes. “Hoje agentes penitenciários não entram sequer onde estão os presos. Como, apesar da ausência do Estado, rebeliões não acontecem?”, questiona.

Entre 2007 e 2011, segundo a Secretaria de Administração Penitenciária (SAP), ocorreram seis rebeliões no Estado. A SAP informa que há 27.544 agentes penitenciários nas prisões paulistas – um agente para cada 6,2 presos. Em 2002, essa proporção era de um para 3.816. Segundo o sindicato, um terço dos agentes está desviado a serviços administrativos.

Em uma favela da zona leste de São Paulo, neste mês, um morador invadiu a casa da ex-namorada, bateu nela, no pai e na mãe da menina. Um familiar dos agredidos estava preso e pertence ao PCC. Ajudou a organizar um “tribunal” da facção e o agressor levou uma surra, que quase o matou. “Muitos moradores pegam ônibus pagos pela facção para visitar parentes em penitenciárias”, conta uma líder comunitária.

Com 21 anos de experiência em Varas de Execuções Criminais do Estado, o promotor Antonio Baldin diz que a facção ficou “mais organizada e inteligente”. “Depois dos ataques, o PCC deixou de se expor com tanta frequência e isso é mais perigoso, porque, quando a gente não vê o inimigo, ele tem mais liberdade de ação”, alerta.

Achaques

Achaques de policiais a criminosos paulistas foram fundamentais para os ataques de maio de 2006, concluiu o relatório “São Paulo sob Achaque: Corrupção, Crime Organizado e Violência Institucional em Maio de 2006”, que o JT adiantou na segunda-feira.

O texto, preparado por 24 pesquisadores da organização não governamental (ONG) Justiça Global e pela Clínica Internacional de Direitos Humanos da Faculdade de Direito de Harvard, com apoio de outras entidades, destaca que em março de 2005, um ano antes da rebelião em 74 presídios e dos ataques, Rodrigo Olivatto de Morais, enteado de Marcos William Camacho, o Marcola, líder do PCC, foi sequestrado por policiais civis de Suzano, e solto depois de Marcola pagar resgate de R$ 300 mil.

Indignado, ele avisou ao policiais em 11 de maio de 2006: “Não vai ficar barato.” No dia seguinte, a onda de violência começou.

Colaborou Chico Siqueira

Em pouco mais de 24 horas, caixas eletrônicos de três agências bancárias foram alvo de explosões no Estado. 5

Enviado em 12/05/2011 as 8:23 – O HOMEM QUE SABIA DEMAIS

O PANORAMA DESCONEXO ENLOUQUECEU, OLHA SÓ O QUE ELE ANDA FAZENDO. KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK!

12/05/2011

Bancos são alvos de 3 explosões em 24 hFolha de S.Paulo

Em pouco mais de 24 horas, caixas eletrônicos de três agências bancárias foram alvo de explosões no Estado.

Por volta das 4h de ontem, criminosos explodiram caixas eletrônicos e danificaram o hall de entrada de uma agência do Banco do Brasil na avenida Francisco Morato, na Vila Sônia (zona oeste).

O barulho da explosão acordou vários moradores da região, que deixaram os apartamentos assustados.

“Fez um barulho ensurdecedor e o prédio tremeu. Eu peguei o cachorro e sai rápido do apartamento com medo de desabar”, disse a decoradora Andrea Ávila, 38 anos.

Também na madrugada de ontem, assaltantes tentaram explodir caixas eletrônicos de uma agência do banco Bradesco na avenida Itavuvu, no Jardim Santa Cecília, em Sorocaba (99 km de São Paulo), por volta das 3h desta quarta.

A explosão danificou a porta giratória, os vidros do banco e a parte externa de um dos seis caixas eletrônicos. Uma testemunha disse aos policiais que viu dois homens fugindo em uma moto. Segundo a polícia, nada foi roubado dos caixas eletrônicos da agência.

Na madrugada de anteontem, caixas eletrônicos em Cajamar (Grande SP) foram atacados da mesma forma.

Após essas explosões em série, a Secretaria de Estado da Segurança Pública anunciou que o Deic (Departamento de Investigações Sobre o Crime Organizado) irá centralizar e monitorar as investigações sobre essas ocorrências.

De acordo com a polícia, neste mês ocorreram 27 casos no Estado entre tentativas, furtos e roubos aos equipamentos, o que representa uma média de dois por dia.

Explosivos

De acordo com o Exército, somente em 2010, mais de 570 quilos de dinamite foram roubados em todo o país.

Entretanto, diz o Comando Militar do Sudeste, quando os roubos ocorrem durante o transporte do artefato, a responsabilidade pela investigação é da Secretaria de Segurança do Estado onde a ocorrência foi registrada.

Somente em São Paulo, existem 150 pedreiras, que são fiscalizadas e controladas pelo Comando Sudoste das forças militares.

A resistência dos caixas eletrônicos ao ataque de maçaricos é apontada como um dos motivos para o recente uso de explosivos.

Policiais Militares suspeitos de ataques a caixas eletrônicos 13

Ãoh, Ãoh, Ãoh, vai cair o batalhãoh! – enviado POR TAMU FU
Até policiais são investigados nos ataques a caixa eletrônico
A polícia não descarta nenhuma hipótese. Donos de lojas estão assustados com explosões e ameaçam devolver os equipamentos
Cristina Christiano e Plinio Delphino
DIÁRIO SP
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A polícia já traçou o perfil de uma quadrilha suspeita de envolvimento em furtos e explosões de caixas eletrônicos e não descarta nem a participação de policiais nesses crimes. Um levantamento indica que todas as vezes que a equipe da Força-Tática da PM se desloca para uma das áreas cobertas pelas companhias do batalhão a que pertence não ocorre ataque.

Recentemente, o comandante-geral da PM, coronel Álvaro Camilo, afirmou não ter dúvida de que os criminosos recebem informações privilegiadas sobre horários de abastecimento e locais de mais dinheiro. O comandante lembrou ainda que, para os ladrões, é mais vantajoso explodir caixa eletrônico do que assaltar banco, porque o risco de confronto é menor. Além disso, em caso de prisão, o bandido vai responder por furto, cuja pena é menor que a de assalto.

DESATIVADOS /Comerciantes paulistas estão assustados com essa onda de crimes que se espalha por São Paulo. Apenas nos 10 primeiros dias deste mês, entre casos concretos e tentativas, houve 25 ocorrências no estado. Na capital, a estimativa é que ocorram em média dois ataques por dia.

“Esses equipamentos estão virando um desserviço à população e os donos de lojas já temem que os clientes deixem de ir ao seu estabelecimento por medo de explosões”, diz o vice-presidente da Associação Comercial, Roberto Mateus Ordini. Segundo ele, se a polícia não der um basta na situação, os comerciantes vão devolver os equipamentos aos bancos.

foto: Mario Angelo / Futura Press
Susto em Cajamar: bandidos explodiram três caixas eletrônicos do Banco do Brasil em Cajamar, na Grande São Paulo, ontem de madrugada. O barulho assustou até os vizinhos

Em nota, a Polícia Militar diz que o trabalho preventivo está sendo feito com foco nas regiões bancárias e locais de caixas eletrônicos, principalmente durante a madrugada. Segundo a PM, todos os recursos materiais e humanos estão distribuídos de forma planejada, com base em parâmetros de inteligência policial e intervenções de acordo com a necessidade. A nota termina dizendo que as polícias Militar e Civil estão integradas nesse trabalho preventivo e nas investigações dos ataques ocorridos.

Equipes do Garra e do Grupo de Operações Especiais (GOE), da Polícia Civil, também vão intensificar o policiamento preventivo. Para tanto, o Garra vai colocar 80% do seu efetivo nas ruas no horário de expediente bancário e 20% à noite. O GOE fará o inverso. O trabalho contará ainda com apoio do Grupo Especial de Resgate e do Esquadrão de Bombas.

Policiais do Garra também vão atender locais de ocorrência acompanhados de papiloscopistas e fotógrafos. Os bancos vão acionar o Deic na hora.

Criminosos largaram dinamite no mato
A Polícia Militar encontrou 56 bananas de dinamite em Itapevi, Grande São Paulo, sábado. O material estava em um matagal. Ninguém foi preso.

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é a média diária de ataques a caixas

Explosivos roubados em plena rodovia
Foram 2,5 toneladas de explosivos roubadas na Fernão Dias, em outubro de 2010. Polícia recuperou 1,5 toneladas após 10 dias, no Jaçanã, Zona Norte.

AÍH FORÇA TÁCTICA DA ZL, SEGURA QUE O FILHO É TEU!

MAIS UM CASO ISOLADO NA CASA DA SOGRA DE MARIA JOANA 29

vc repórter: policial guarda viatura na casa da sogra em SP
11 de maio de 2011 • 17h47 atualizado às 17h47

  1. Segundo os moradores a viatura fica estacionada na residência todas as noites e nos finais de semana

    Foto: Batista/vc repórter
  2. A residência seria da sogra do policial

    Foto: Batista/vc repórter
  3. O comandante da área autorizou o procedimento visando economizar combustível

    Foto: Batista/vc repórter
Segundo os moradores a viatura fica estacionada na residência todas as noites e nos finais de semana  Foto: Batista/vc repórter
 
 

Segundo os moradores a viatura fica estacionada na residência todas as noites e nos finais de semana

“FALHA NO SISTEMA” 12

10/05/2011
 
Justiça tranca ação de réu preso por quatro anos sem julgamento

        A 7ª Câmara de Direito Criminal do Tribunal de Justiça de São Paulo decidiu trancar uma ação que envolve um rapaz preso, sem julgamento, por quatro anos em Santos.
        Segundo a acusação, ele teria roubado 20 vales-alimentação, uma aliança, um anel e um celular. A denúncia foi recebida em setembro de 2004 e, após o réu ter sido citado por edital e declarado revel, foi decretada a prisão preventiva em janeiro de 2006. A ordem foi cumprida em fevereiro, mas não foi comunicada à Justiça. 
        O paciente ficou preso, em regime prisional fechado – por quatro anos – sem que a ação penal tivesse prosseguimento. A 4ª Vara Criminal de Santos reconheceu a ‘falha do sistema’, já que o cumprimento do mandado de prisão não foi comunicado ao juízo. O réu ficou preso de fevereiro de 2006 a fevereiro de 2010, quando foi expedido o alvará de soltura. 
        Segundo a decisão do relator, desembargador Cláudio Caldeira, “não há mais, no caso, interesse de agir. Deixar alguém preso, por quatro anos, sem processo, sem condenação, sem nada, é agir sem interesse algum. E se falta interesse de agir, falta justa causa”.
        Dessa maneira, o habeas corpus para se reconhecer a falta do interesse de agir e se trancar a ação penal foi concedida por maioria de votos. Do julgamento participaram, também, os desembargadores Fernando Miranda (2º juiz) e Francisco Menin (3º juiz).

        Processo: 0425735-24.2010.8.26.0000

SP anuncia reajuste de 42,2% a professores estaduais em 4 anos 64

Enviado em 11/05/2011 as 12:58 – O SISTEMA É FODA

SP anuncia reajuste de 42,2% a professores estaduais em 4 anos
CAROLINA LEAL
DE SÃO PAULO

O governador Geraldo Alckmin (PSDB) anunciou nesta quarta-feira o aumento de 42,2% no salário base dos professores da rede estadual de São Paulo. O reajuste será fracionado em quatro anos.

A primeira parcela de aumento será concedida no dia 1º de julho e será de 13,8%. Com isso, o salário base de início de carreira de um professor com 40 horas de jornada passará de R$ 1.665 para R$ 1.894.

No anos de 2012, o aumento será de 10,2% sobre o salário acumulado, elevando o piso para R$ 2.088. Nos anos seguintes, o reajuste será de 6% e de 7%, respectivamente, aumento o salário para R$ 2.368 em 2014.

Segundo o governo estadual, o reajuste irá beneficiar 374 mil pessoas, entre professores na ativa e inativos. Os funcionários da rede também terão reajuste, segundo o governo. O valor varia de acordo com o cargo, mas será em média 33% neste ano.

O custo total do reajuste em 2011 para o governo –para professores e funcionários- será de R$ 824 milhões. Nos anos seguintes, o custo do reajuste será de R$ 2,2 bilhões (2012), R$ 2,7 bilhões (2013) e R$ 3,7 bilhões (2014).

Além dos reajustes, foi anunciado hoje também a contratação de 10 mil funcionários para atuar como agentes escolares. A ideai segundo o governo é liberar os diretores das escolas para a questão pedagógica, deixando a tarefa do dia a dia para os agentes

Folha.com: Droga de elite ( de HiJienópolis ) 19

A seguinte notícia da Folha.com (www.folha.com.br) foi enviada para você por
o pescador da ponte pensil….agora no mangue

11/05/2011 – 03h03

 

Droga de elite 

Higienópolis (cidade da higiene) rechaçou a chegada do metrô. Haveria uma estação no local onde hoje funciona um supermercado Pão de Açúcar, na av. Angélica, esquina com a rua Sergipe. Morei anos ali.

Para quem não conhece, é um bairro rico e central de São Paulo.

Esse canto abrigaria a ex-futura estação do coletivo, agora deslocada para o Pacaembu, com bem menos concentração de pessoas.

O lobby dos ricos venceu. O governo tucano tucanou de novo diante da pressão dos moradores.

Empregadas, babás, porteiros, faxineiros, feirantes, garis, funcionários do Pão de Açúcar e milhares de empregados do bairro que servem diariamente os moradores continuarão sem a melhor, mais rápida, pontual, organizada e limpa opção de transporte público.

Temia-se o aparecimento de camelôs nas redondezas. De “uma gente diferenciada”, um morador chegou a dizer.

Reclama-se muito que São Paulo não consegue ser cosmopolita, democrática.

Vamos a Nova York e à Europa e voltamos deslumbrados. Carentes da não dependência do carro e saudosos de “civilização”.

Não conseguimos fazer o mesmo onde vivemos.

Conviver com o próprio povo é um porre.

*

“Há um certo momento na trajetória de toda e qualquer nação em que ela se considera escolhida. É nesse momento em que ela dá o melhor e o pior de si.” (Emil Cioran, 1911 – 1995).

 

Fernando Canzian

Fernando Canzian é repórter especial da Folha. Foi secretário de Redação, editor de Brasil e do Painel e correspondente em Washington e Nova York. Ganhou um Prêmio Esso em 2006 e é autor do livro “Desastre Global – Um ano na pior crise desde 1929”. Escreve às segundas-feiras na Folha.com

Enc: Coxinha em flagrante preparado 125

Assunto: FW: Enc: Coxinha em flagrante preparado
Para: roberto conde guerra

Dr. será que dava para disponibilizar no blog, essa reportagem? Os PMs fazem uma “cagada”, desculpe-me a expressão, e ainda usam nosso nome, em rede nacional, e ninguém se manifesta contra. O que será que esta acontecendo com nossa PC?.  
Obrigada desde já pela atenção dispensada. Esperando que o Sr. esteja bem, e tenha fé, que todo mal que lhe esta acontece
 


 

Oficial da PM =RECRUTA, PEDE DINHEIRO PARA PROCURADO EM NOME DA POLÍCIA CIVIL, DECLINANDO ” OS TIRAS ESTÃO COMIGO LÁ FORA”(sic)
DEPOIS NO FINAL FALA “A FARDA NÃO SE COMPRA”
ASSISTA O VIDEO DO PROGRAMA POLICIA 24 HORAS DA BAND E FAÇA SUAS CONCLUSÕES
ESTÃO CAGANDO NA POLÍCIA CIVIL E NINGUÉM FAZ NADA E TEM DELEGADO QUE ARREDONDA PRA ESSES FILHOS DA PUTA

http://videos.band.com.br/Exibir/Corrupcao-ativa/2c9f94b42fc2ba10012fc31fa03a0030?channel=740

 
 

“Mas o que é P2, Zé?” 27

06/03/2001 – 10h06

Artigo: Governador desconhecia “polícia secreta” dentro da PM

RICARDO FELTRIN
Coordenador de Cotidiano Online

Desde o momento em que assumiu o governo estadual, em 1995, Mário Covas enfrentou um “massacre” _dentro e fora do partido_ por sua escolha para o comando da Secretaria da Segurança Pública.

Ao colocar na pasta o advogado José Afonso da Silva, um humanista, Covas enfrentou a ira de políticos de oposição, entidades civis e até mesmo de seus aliados tucanos.

Durante o período em que manteve Afonso da Silva (de janeiro de 95 a janeiro de 99), Covas não passou uma semana sem receber pressão, críticas ou ataques diretos.

A deputada federal Zulaiê Cobra Ribeiro e o então presidente da Cosesp (Companhia de Seguros do Estado de São Paulo), João Leite Neto, eram praticamente “inimigos declarados” da política do secretário.

Em entrevistas (em rádios, principalmente), esses dois aliados do governador se comportavam como a oposição mais radical, quando o assunto era segurança pública.

O espancamento e a morte de civis por PMs em Diadema, exibido pela Rede Globo para todo Brasil em março de 97, foi o aude do “massacre” a Covas e a Afonso da Silva.

De março a dezembro daquele ano, Covas ouvia quase que semanalmente os pedidos de demissão de seu secretário.

Covas não aceitou: não só evitou demitir Afonso da Silva, como trocou toda a cúpula das polícias Civil e Militar só para fortalecê-lo.

Num de seus projetos mais ousados, mandou a Brasília um projeto de lei para a unificação do policiamento no Estado.

Durante a coletiva em que anunciou tal projeto, foi questionado pela reportagem da Folha de S.Paulo sobre a possível repercussão do projeto junto à P2 _como é chamado o Serviço de Inteligência, a parte “secreta” da PM.

Ao ouvir a pergunta, microfone aberto, o ingênuo Covas olhou para Afonso da Silva, atônito:
“Mas o que é P2, Zé?”

Ao ouvir a resposta, apenas murmurou:
“Isso existe?”

http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u16369.shtml

PROJETO DE REORGANIZAÇÃO FUNCIONAL DO DECAP, SEGUNDO UM 3ª CLASSE QUE HOJE FOI PROMOVIDO A POLICIAL DE 3ª (TERCEIRA CATEGORIA). 34

Enviado em 10/05/2011 as 20:01CANSADO

Já se não bastasse acordar cedo para ir até o plantão no DECAP, e ouvir na rádio bandeirante o nosso DG falando da sua e só sua reorganização nos plantões das delegacias, digo que é sua e só sua, visto que NENHUM OPERACIONAL participou da tal elaboração deste projeto, que bem sei, e muitos concordam comigo NÃO dará certo, mas daí já será tarde demais e muitos como eu já terão se phodido mais um pouco mais, e perdido os seus respectivos bicos, sim falo de bico abertamente, pois a PM os tens e é legalizado.
Se não bastasse o clima no DP estar uma m…..só, ninguém sabe e ninguém viu tal projeto só se sabe quem já carrega o piano irá continuar a carregar, coisa de amador no sentido puro da palavra.
Mas nada é tão ruim que não possa piorar, a minha promoção a policial de 3ª (terceira categoria) chegou em forma de um protocolado que informa que as delegacias do DECAP, NÃO poderá atuar em ocorrências que envolvam o ROUBO DE CARGA, inclusive flagrantes.
$erá por causa da reportagem na semana passada da RECORD sobre o assunto, será ou estarei vendo fanta$ma?! O fato é que NÃO podemo$ inve$tigar esse tipo de crime, tudo tem que ser encaminho a DIVECAR, ok então vamos a reorganização do DECAP seguindo este “pensamento” da direção PC paulista.
Art. 1 Roubo a Banco, já é exclusividade do DEIC ok, então também estes terão que registrar os arrobamentos deixando os plantões do DECAP para sua função que é fazer BO para pobre e preto e puta, inclusive ouvindo no dia e hora as partes e ficar esperando horas até o gerente informar o valor levado, sempre na casa do milhares e milhares de reais, um verdadeiro me engana que eu gosto.

Art. 2. DECAP NÃO fará BO sobre clonagem de cartão de bancário, as partes, estes terão que ser encaminhados para as respectivas delegacias ou a de estelionato ou a crimes eletrônicos, qualquer uma delas serve, já diminuirei em muito o número de BOs que faço.
Art. 3 DECAP NÃO atenderá ocorrência que envolva IDOSO, afinal de contas também temos esta especializada, já que estes são especializados estes que segurem o rojão, já mais uma grande diminuição do BOs que sou obrigado a registrar.
Art. 4 DECAP NÃO registra briga de marido e mulher “lei Maria da Penha” DDM, diminuição de um terço do meu trampo.
Art. 5 DECAP Não registra golpe de falso seqüestro, encaminhamento das partes a especializada, mais uma grande diminuição do meu trabalho.
Art. 6 Acidente de trânsito com vítima encaminhamento para o DIRD, para a delegacia respectiva, ai temos que fazer uma ressalva o quanto são amadores os que dirigem esta PC paulista, delegacia de crime de “trânsito”, não seria delegacia de crime que envolve veículos, pois lesão corporal dolosa ou culposa no trânsito NÃO é crime de trânsito?
E por que e os gênios ainda não determinou ao DECAP encaminhar as partes a esta “especializada” só ai mais uma redução de 20% do meu trampo.
Art. 7 DECAP NÃO registra perda de RG DIRD e poupa tempo direto, a delegacia eletrônica.
Art. 8 DECAP NÃO Perda de celular NÃO faço o registrou, eu explico para a anta que perder NÃO é crime, ou se tiver de bom humor delegacia eletrônica.
Então sobra as ocorrência que eu sou “capacitado” a fazer briga de bêbado, treta de rua e afins, roubo a transeunte e afins, viram como é fácil melhor o atendimento no DECAP é só encaminhar as partes as respectiva especializadas assim sobra tempo para um bom atendimento da patuléia, e eu terei mais tempo para descasar, segundo o plano no NOVO PLANO DA DGP, simples não?!
Como vimos se demos a Cesar o que é de Cesar, já terei uma enorme redução dos BOs elaborados nos plantões do DECAP, e não será necessária a reorganização “amadora” da DGP.
O projeto esta aberto as sugestões, mas tem se quer de profissionais da área de segurança porque de “especialista em segurança pública” a mídia esta cheia e de amador também, e este 3ª (terceira classe) e recentemente promovido a 3ª (terceira categoria) já estou de saco cheio destas antas.

Polícia vai recriar centrais de flagrantes 28

Enviado em 10/05/2011 as 20:25 – O HOMEM QUE SABIA DEMAIS

10/05/2011 – Polícia vai recriar centrais de flagrantes

Quatro anos depois, o governo paulista decidiu reativar, a partir de junho, as centrais de flagrantes na capital. Casos policiais com prisões em flagrante serão tratados em uma determinada delegacia da região, e não mais na unidade mais próxima de onde ocorreu o crime. Com isso, uma equipe da Polícia Militar, por exemplo, poderá se deslocar por até 12 quilômetros para registrar uma ocorrência. As informações são da Folha de S. Paulo.

Já as ocorrências sem flagrante, como furto de veículo, continuarão a ser feitas em qualquer delegacia – hoje, o flagrante tem prioridade de atendimento e o motorista do veículo furtado pode ficar horas esperando. A cada turno, as centrais de flagrantes terão três equipes formadas por um delegado, um escrivão e dois investigadores cada uma. Elas funcionarão 24 horas.

Já as delegacias que não atenderão casos com presos em flagrante poderão ter as equipes reduzidas: serão apenas um delegado, um escrivão e dois investigadores. O horário de funcionamento não será alterado.

Num primeiro momento, as mudanças atingirão duas das oito delegacias seccionais da capital: a 4ª Seccional, que agrega 13 distritos policiais da zona norte, e a 5ª, com 12 delegacias da parte da zona leste próxima do centro.

Na zona norte, prisões em flagrante serão no 72º DP (Vila Penteado); na zona leste, no 31º DP (Vila Carrão).
A previsão é que as outras seis centrais estejam em atividade até setembro.

TESTE FALHOU
Em 2007, o mesmo sistema foi implantado na zona leste, mas não foi expandido para o Estado e acabou extinto.

De acordo com o atual delegado-geral da Polícia Civil, Marcos Carneiro Lima, a experiência não teve apoio dos policiais civis à época porque seus turnos de trabalho foram muito alterados. Ele diz que isso será reformulado.

A reativação das centrais de flagrante visa, segundo Lima, fazer com que as equipes das delegacias que ficarão sem ter de registrar os flagrantes tenham mais tempo para fazer investigações.

“Queremos fazer com que o cidadão tenha um retorno sobre o crime que o levou a precisar da polícia. Não queremos apenas fazer o boletim de ocorrência”, disse.
Uma das críticas de PMs à recriação das centrais, já que são eles quem mais realizam prisões em flagrante, é a de que existirá uma perda de tempo e de material (combustível, por exemplo) com deslocamentos.

Do 73º DP (Jaçanã) ao 72º DP a distância é de cerca de 12 km, por exemplo. Os PMs da área dizem ser arriscado percorrer uma distância alta como essa com um preso.

“Em compensação, o atendimento ao PM será muito mais rápido. Serão três equipes de policiais civis para atendê-lo. Isso fará com que ele possa voltar mais rapidamente às ruas”, afirma Lima.