Dr. Guerra, o dia do Rock, foi dia 13 mais ainda da tempo de fazer duas homenagens, uma para o Dia do Rock, outra para nossos colegas policiais que faleceram e foram noticia aqui no Flit.
Um abraço a todos!
WAGNER NUNES LEITE GONCALVES
Dr. Guerra, o dia do Rock, foi dia 13 mais ainda da tempo de fazer duas homenagens, uma para o Dia do Rock, outra para nossos colegas policiais que faleceram e foram noticia aqui no Flit.
Um abraço a todos!
WAGNER NUNES LEITE GONCALVES
São Paulo, 14 jul (EFE).- O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, acusou neste sábado os grupos de traficantes de droga de criar a onda de violência que tomou a capital do estado nas últimas semanas.
‘Eles atacam os policiais para desviar a atenção e aliviar nossa pressão contra o tráfico de drogas, mas não vamos retroceder um milímetro’, afirmou Alckmin, do PSDB.
A declaração de Alckmin a jornalistas foi feita após o assassinato de oito supostos bandidos por parte da Polícia de São Paulo durante a noite de sexta-feira e na madrugada deste sábado.
A ação foi qualificada pelas autoridades como ‘resistência seguida de morte’, motivo por qual a Secretaria de Segurança Pública de São Paulo instaurou uma sindicância interna.
Uma investigação similar também foi aberta depois do massacre de outras oito pessoas na cidade de Osasco, na região metropolitana de São Paulo, por pistoleiros com armas de grosso calibre no momento em que os torcedores do Palmeiras comemoravam a conquista do título da Copa do Brasil.
As autoridades suspeitam que os crimes foram cometidos por membros das forças de segurança em represália pela morte nos últimos dias de sete agentes, quatro atentados contra bases policiais e o incêndio de 13 ônibus. EFE
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São Vicente
A angústia parecia chegar ao fim. Após seis contatos telefônicos durante 71 dias, finalmente, os sequestradores reduziram o valor do resgate a um patamar que a família do empresário Cristiano Francisco de Freitas, de São Vicente, poderia pagar. Negociação encerrada, os parentes esperavam apenas por uma prova de vida da vítima e as instruções dos sequestradores para a entrega do dinheiro. Porém, a luz acesa no fim do túnel indicativa de um final feliz logo se apagou.
O clarão que renovava as esperanças da família de Cristiano foi substituído pela angústia, agora, somada a boa dose de desespero. O último contato dos sequestradores foi em 10 de junho. Hoje faz 105 dias que não se tem notícias sobre Cristiano. Ele foi sequestrado em 31 de março, ao chegar em sua empresa, em São Vicente.
> Delegado estabelece vínculos entre acusados
> Falsa blitz detonou ação
Embora o paradeiro da vítima seja desconhecido, bem como é ignorado se ela está viva ou morta, quatro acusados de envolvimento no sequestro já estão presos e outros, identificados. Entre os capturados, dois são policiais militares de São Vicente.
Lotados na 1ª Companhia do 39º BPM/I, os soldados Daniel Maduro e André Luiz Marques dos Santos são parceiros de viatura e tiveram a prisão temporária de 30 dias decretada pela Justiça. Maduro fazia bico de segurança na empresa da vítima.
Ambos estão recolhidos no Presídio Militar Romão Gomes, na Zona Norte da Capital, e negam participação no crime. O delegado Carlos Alberto da Cunha, da Delegacia Especializada Antissequestro (Deas) de Santos, garante haver indícios contra eles.
Também foram capturados por força de prisão temporária o informante policial Anderson Aparecido Schimidt, o Grilo, e Ana Paula Melo Nogueira, cunhada de um dos homens apontados como chefe da quadrilha que sequestrou Cristiano.
Com mandados de prisão temporária de 30 dias expedidos contra si, estão foragidos Rogério Amorim de Oliveira ou Rogério da Silva, o Mia; a sua mulher, Arlete Ana Sobrinha (irmã de Ana Paula), e Ismael Aparecido Quintiliano, o Mael.
Para o cumprimento simultâneo dos sete mandados de prisão na madrugada de 28 de junho, em São Vicente e no Jardim Miriam, periferia da Zona de Sul de São Paulo, a Deas planejou uma grande operação.
A decisão só foi tomada após a família da vítima e a Polícia Civil se reunirem. “Os parentes tiveram conhecimento prévio e formalmente autorizaram a nossa investida, após se passarem 18 dias sem contatos dos sequestradores”, justifica Cunha. Equipes do Grupo de Operações Especiais (GOE), da Delegacia de Investigações Gerais (DIG) de Santos e da Corregedoria da Polícia Militar deram apoio aos policiais da Deas, mas não foram localizados Mia, Arlete e Mael.
O delegado Cunha não tem dúvidas de que outras pessoas participaram do sequestro, mas as suas identidades ainda são investigadas. Tão logo reúna provas contra elas, o responsável pela Deas também requererá à Justiça as suas prisões.
Irmão apela por notícias “Minha família está destruída, mas quer acreditar no melhor”. A frase de Rogério Eleutério de Freitas, de 33 anos, irmão de Cristiano, resume o sentimento de angústia seu e de seus parentes, além da chama de esperança que eles mantêm acesa. De acordo com Rogério, foi difícil tomar a decisão de autorizar a deflagração da operação policial para prender os acusados até o momento identificados. Porém, naquele momento, diante do longo silêncio dos sequestradores, não cabia outra opção.
“Disseram que mandariam uma foto com ele segurando um jornal do dia, mas não mantiveram mais contatos. Sei que a situação é grave, mas não vou perder a esperança enquanto ele não aparecer. Peço que nos auxiliem com informações”, desabafa o irmão.
Cristiano, de 34 anos, mantém relação estável com uma mulher. O casal tem dois filhos e cria um terceiro, de outro relacionamento da companheira do empresário. As crianças têm 1, 3 e 13 anos. A mais velha sabe do sequestro. Para a do meio, o pai está viajando.
Rogério trabalha junto com Cristiano na distribuidora de hortifrutigranjeiros e lamenta o envolvimento do policial Maduro. “Ele era segurança há cerca de oito anos, sendo da nossa confiança. Ainda não caiu a ficha. A vontade que dá é vender tudo e sair daqui”.
O vínculo entre o soldado Maduro e a vítima lembra o emblemático sequestro do menino Yves Ota, de 8 anos. O garoto foi morto com dois tiros no rosto horas após ser sequestrado, em agosto de 1997. Depois, teve o corpo enterrado pelos criminosos.
Apesar do homicídio, os marginais exigiram resgate para libertar o menino. Com a elucidação do crime, apurou-se o envolvimento de dois policiais militares. Um deles fazia bico de segurança no comércio do pai de Ives, na Zona Leste de São Paulo.
Cinco homens participaram do arrebatamento da vítima, conforme as investigações. Reconhecido fotograficamente por testemunhas, Mia era um deles, usava touca e portava um fuzil. O bando ocupava um Vectra preto, produto de roubo dias antes na área do Jardim Miriam, e outro carro, tipo sedan, não identificado. O bando simulou uma falsa blitz da Polícia Federal para dominar Cristiano e algemá-lo com as mãos para trás.
Um dos sequestradores trajava terno e se passou por delegado. Os demais vestiam camiseta preta com a inscrição Polícia Federal em amarelo. Com exceção de Mia, que empunhava armamento de cano longo e grosso calibre, os demais portavam pistolas. A investida aconteceu às 5h40, em frente à distribuidora de produtos hortifrutigranjeiros de Cristiano, na Cidade Náutica, São Vicente.
Testemunha ocular da ação, o soldado Maduro nada fez e não foi importunado pelos sequestradores. “Apuramos que ele ficava dentro da empresa, em local onde tinha ampla visão de tudo, mas não podia ser visto. Curiosamente, na hora do sequestro, ele estava na frente, viu os carros do bando parados do outro lado da rua e não suspeitou de nada”, observa o delegado Carlos Alberto da Cunha.
Essa conclusão decorre do relato de testemunhas e da minuciosa análise da filmagem captada por uma câmera da distribuidora da vítima. As imagens ainda mostram outras situações altamente suspeitas, conforme a avaliação do delegado da Deas. “Quando Cristiano chegava com o seu Corsa, Maduro tira e põe o boné na cabeça cinco vezes em 27 segundos. Mal estacionou o veículo, a vítima foi abordada”.
As cenas também gravaram Poucas horas após a fuga da quadrilha, o Vectra foi abandonado parcialmente queimado na Vila Mirim, em Praia Grande, a uma quadra da base de pousos e decolagens de helicópteros da Polícia Militar. Por volta das 9 horas, houve o primeiro contato dos criminosos com a família de Cristiano. Eles anunciaram o sequestro, exigiram o pagamento de resgate e disseram que eram “profissionais”.
A quantia exigida e o valor definido ao final da negociação não foram divulgados. “Só podemos dizer que a importância inicial era exorbitante e que a quadrilha, apesar de se intitular profissional, se comportou de modo bastante amador ao simular, entre outras coisas, uma blitz policial. Desse modo, ela motivou a família de Cristiano a procurá-lo em diversas delegacias até receber o primeiro contato”, diz o delegado.
Mia e Mael já eram procurados da Justiça antes do sequestro de Cristiano. Mia tem passagens por roubo, homicídio, extorsão mediante sequestro e formação de quadrilha, entre outros crimes. Na folha de antecedentes de Mael constam passagens por homicídio e roubos, sendo ainda suspeito de praticar assaltos a condomínios de luxo em São Paulo apurados pelo Departamento de Investigações Criminais (Deic).
A captura dessa dupla é considerada fundamental para a descoberta do paradeiro da vítima e a identificação de outros participantes do crime. Cunha reconhece que a cada dia que passa aumenta a preocupação com o que possa ter ocorrido com o empresário, mas mantém uma convicção. “As investigações prosseguem até a localização de Cristiano. Só acredito em morte após a comprovação”.
Publicado em 13/07/2012
Bandidos já tinham sido presos na Bahia e no Rio de Janeiro cometendo o mesmo crime. As principais notícias do Brasil e do Mundo você acompanha de segunda a sábado, às 19h20, no Jornal da Band. Este vídeo também pode ser visto no portal band.com.br ou no canal da Band aqui no Youtube.
Reportagem de Sandro Barboza
Imagens de Josenildo Tavares, Antônio Barbosa e arquivo Band
Edição de Camila Moraes
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O governador Geraldo Alckmin recebeu nesta quinta-feira (12/7) uma comissão formada por membros da Diretoria da Adpesp e por Delegados representantes de todo o estado de São Paulo. Os Delegados homenagearam o governador com uma placa alusiva ao seu apoio às últimas iniciativas da Associação em prol da classe de Delegados.
O Dr. André Luis Luengo foi o escolhido para representar todos os colegas no momento da entrega da placa. Os secretários Júlio Semeghini, da pasta do Planejamento, Sidnei Beraldo, da Casa Civil e Antônio Ferreira Pinto, da Segurança Pública, também acompanharam a homenagem, assim como a Delegada Geral Adjunta Ana Paula Soares.
Durante a cerimônia, a presidente lembrou o empenho do governador pela aprovação da PEC-19/2011 que deu aos Delegados independência funcional, em decorrência do reconhecimento da Carreira Jurídica.
quinta-feira, 12 de julho de 2012 – 18h16Atualizado emquinta-feira, 12 de julho de 2012 – 18h48
A desembargadora do TRT (Tribunal Regional do Trabalho), suspeita de ter cometido desacato a policiais militares durante uma blitz da Lei Seca, na noite dessa quarta-feira, foi liberada nesta tarde.
Yara Ramires da Silva de Castro e a filha Roberta Sanches de Castro passavam de carro pela avenida Paulista, quando foram paradas por uma blitz.
Após entregar os documentos, Roberta teria se irritado ao ser convidada para realizar o teste do bafômetro. Segundo os policiais, ela teria dito que a ação é uma palhaçada e sua mãe teria jogado o documento de identificação em direção a elas.
Ainda de acordo com os PMs, a filha da magistrada também tentou agredi-los. Ambas foram encaminhadas para a Corregedoria da PM, onde prestaram depoimento e formalizaram queixa de uma possível agressão. A equipe da PM foi ao 78º Distrito Policial, onde registrou boletim de ocorrência por recusa de teste de bafômetro e desacato.
Elas responderão em liberdade por desacato. Contra Roberta deve ser feito registro de infração de averiguação de embriaguez, pelo fato de ela ter se recusado a fazer o teste do bafômetro.

Na sexta, dia 13, o SEPESP realizará uma reunião sobre a “Operação “Operação Cumpra-se a LEI”, cuja cartilha está disponível no site do Sindicato. Segundo o Secretário Geral do Sindicato, Heber Souza, o encontro debaterá estratégias de mobilização e articulação do movimento. “Contamos com a presença expressiva dos colegas. A cartilha da operação também já estará disponível para distribuição. Um forte abraço”, disse o diretor.
A reunião é aberta a todos os Escrivães e será às 18h, na sede da entidade.
Agenda Reunião “Operação Cumpra-se a Lei” no SEPESP Data: 13 de julho (sexta-feira)
Horário: 18h
Endereço: Rua Brigadeiro Tobias, 118, 24º andar, sala 2412, Santa Ifigênia, ao lado do Metrô São Bento.
Assessoria de Comunicação do SEPESP Agência: Mídia Consulte Comunicação Editora: Viviane Barbosa Mtb 28121
Web: www.sepesp.org.br
Editorial – Jornal Agora 09/07/2012
O sumiço de PMs
Entre 2008 e 2011, a Polícia Militar de São Paulo tirou quase 3.000 policiais das ruas, de acordo com um relatório do TCE (Tribunal de Contas do Estado).
Com mais PMs dentro dos batalhões e menos gente para correr atrás de bandido, fica difícil dar um jeito de verdade na violência. Pelas contas do TCE, os policiais nas ruas passaram de 60.347 em 2008 para 57.630 em 2011.
Até outro dia, o governo atribuía o aumento da violência ao aumento da população. Se esse argumento serve na hora de contar os mortos, também deveria valer na hora de contar os policiais.
Ou seja, mais gente no Estado deveria significar mais policiais nas ruas. Mas o que aconteceu foi justamente o contrário disso.
Além do mais, boa parte desse aumento do pessoal administrativo foi provocada por politicagem.
A área de um sujeito mais influente logo ganha um batalhão, que precisa de gente atrás de mesas, e portanto longe das ruas, para fazer a coisa funcionar.
Enquanto isso, o povo fica do lado de fora, à disposição dos ladrões. Entre maio de 2011 e maio deste ano, por exemplo, o número de roubos de veículos aumentou 24% no Estado.
Pode até ser que não tenha a ver só com a queda na quantidade de PMs nas ruas, mas já mostra que era hora de botar mais gente para patrulhar as áreas mais perigosas.
O ponto positivo do relatório, porém, foi ter provocado alguma reação do comandante-geral da PM. Segundo ele, já existe um plano de aumento do efetivo nas ruas das cidades paulistas.
Tomara que esse plano possa ser colocado em prática logo. E que a corporação consiga ver onde é que está faltando PM e onde é que está sobrando bandido, para equilibrar as coisas.
http://www.agora.uol.com.br/editorial/ult10112u1117173.shtml
A maioria dos brasileiros considera o trabalho feito pela Polícia Militar lento ou ineficiente nos atendimentos de emergências por meio de denúncias ao 190. O dado consta no estudo Sips (Sistema de Indicadores de Percepção Social), divulgado pelo Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada) nesta quinta-feira (5). De acordo com a pesquisa, 53,3% dos entrevistados disseram que a PM não atende de forma rápida e eficiente. A pesquisa foi realizada em 3.775 domicílios em 212 cidades do Brasil.
Segundo o estudo, apenas na região Sul essa porcentagem equivale a menos da metade dos entrevistados (48,2%). Já no Norte e no Nordeste, o índice ultrapassa a média nacional: 62,6 e 57,6%, respectivamente. Na região Sudeste, 40,3% dos questionados disseram ser o serviço rápido e eficiente.
Questionados se a Polícia Militar aborda as pessoas de forma respeitosa nas ruas, a população do Norte foi a que fez a pior avaliação: 62% consideram a abordagem desrespeitosa. O índice ficou dez pontos acima da média nacional, de 51,5%. No Nordeste, 54,1% também disseram não se sentir respeitados pela PM.
Já no Sul, a avaliação foi mais positiva: 52,9% dos entrevistados concordaram com a afirmação de que os policiais militares abordam as pessoas de forma respeitosa nas ruas. A região também apresenta a menor porcentagem de pessoas que discordaram totalmente disso, com apenas 6,2% dos registros.
Confiança na PM Entre as instituições Polícia Militar, Polícia Civil, Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal, a PM é a que menos transmite segurança na avaliação da população. De acordo com o estudo, 21,4% dos entrevistados disseram que “não confiam” no trabalho da corporação. Em segundo lugar ficou a Polícia Civil com 20,6% dos votos. Já a Polícia Federal é a corporação em que as pessoas “mais confiam”, com apenas 10,5% de não aprovação.
População nordestina é a que tem mais medo da violência
Na região Norte, apenas 31,1% dos entrevistados dizem confiar nas suas polícias militares, e 28,2% afirmam não confiar nem um pouco nelas. Em oposição, a população do Sul diz ser a mais confiante nas suas polícias militares, pois é a única região na qual a soma daqueles que confiam ou confiam muito chegou à casa dos 40%. Além disso, apenas 12% dos entrevistados do Sul declararam não ter nenhuma confiança na Polícia Militar. A avaliação de confiança na Polícia Civil segue um padrão muito semelhante, por região, à avaliação da Militar.
Ainda de acordo com o estudo, os jovens, na faixa entre 18 e 24 anos, são os que mais desconfiam da PM, com 26,9% dos registros. Essa porcentagem diminui à medida que cresce a faixa etária, até chegar a 14,2% entre os mais idosos da amostra, com 65 anos ou mais. O mesmo acontece com a proporção de entrevistados que afirmam confiar muito na Polícia Militar: apenas 3,7% estão entre os mais jovens. Esse índice sobe para 10,1% entre os mais velhos.
Comparação
Comparada aos dados da pesquisa anterior, feita em 2010, a confiança nas instituições policiais dos Estados aumentou um pouco. No caso das polícias militares, apenas 25,1% da população afirmou “confiar” e 4,2% afirmavam “confiar muito” na Polícia Militar em 2010. Essas porcentagens subiram, respectivamente, para 31,3% e 6,2% em 2012.
O mesmo aconteceu com a percepção sobre as polícias civis, em que 26,1% diziam “confiar” e 4%, “confiar muito” em 2010. No último levantamento, esses percentuais passaram para 32,6% e 6%, respectivamente.
Agressão a moradores de rua. Incapacidade ou desinteresse em dar encaminhamentos sociais depois das abordagens à rede de assistência. Inconstitucionalidade da lei municipal que estabelece aos guardas-civis a tarefa de lidar com moradores em situação de rua. Com esses argumentos, promotores ingressaram com uma ação para tentar impedir que a Guarda Civil Metropolitana (GCM) de São Paulo continue trabalhando com a população de rua. E pediram indenização de R$ 20 milhões.
Metade do dinheiro, segundo o pedido da Promotoria de Justiça de Direitos Humanos da Capital, seria destinada a um fundo de interesses difusos para reparação a danos morais coletivos da população de rua. A outra metade seria concedida individualmente aos moradores de rua que entrassem com ações individuais e comprovassem danos decorrentes de abordagens dos guardas municipais.
“O trabalho com moradores de rua exige criação de vínculo, capacidade de dialogar. Isso é trabalho de assistente social, não de polícia”, defende o promotor de Direitos Humanos Alexandre Marcos Pereira.
“O trabalho que a Guarda Municipal vem fazendo é de higienização.”
Entre esses pontos onde é “proibida” a permanência de moradores de rua está o circuito das autoridades, que inclui os prédios do Tribunal de Justiça, Ministério Público do Estado, Prefeitura, Pátio do Colégio e Fórum João Mendes.
Maldade. No centro da cidade, histórias de abusos de guardas-civis são comuns. Há oito meses na rua, Pedro Fabrício, por exemplo, reclama que no inverno a truculência é ainda mais dramática. Cobertores doados por entidades assistenciais são recolhidos e jogados em caminhões. “Eles chegam pegando nossas coisas. Quando está em cima do caminhão, pode esquecer. Já era.”
Outro morador de rua, Mario Celso de Araújo, diz que o problema é maior porque documentos também são recolhidos e extraviados. “Perdi minha identidade porque um GCM jogou fora.”
A diretora-geral do Centro Acadêmico 11 de Agosto, Julia Cruz, conta que testemunhou uma dessas abordagens truculentas na semana passada. GCMs levavam o cobertor de um grupo que estava na frente da Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo (USP), no Largo São Francisco. Eles tentaram resistir e acabaram presos. Um deles apanhou dos guardas municipais.
“Na delegacia, iam mandar o pessoal fazer exame de corpo de delito. Mas o próprio GCM ia levar. Conseguimos impedir a ilegalidade”, diz.
Procurada pela reportagem, a Secretaria Municipal de Segurança Urbana – responsável pela GCM – diz que ainda não foi notificada da ação, mas nega truculência e diz que denúncias de agressão são sempre apuradas e punidas pela Corregedoria da Guarda. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Boa noite!
Gostaria de sugerir um reportagem ao FLITPARALISANTE à respeito dos EXCEDENTES DO CONCURSO DE AGENTE DE TELECOMUNICAÇÕES POLICIAL – PC/SP.
A polícia Civil do Estado de São Paulo está realizando um concurso para o preenchimento de 289 vagas para o cargo de Agente de Telecomunicações. Tal evento reuniu cerca de cento e dez mil inscritos(110.000), pessoas que se preocupam com a segurança da sociedade e com o déficit que apresenta tal cargo público.
O edital propunha etapas bem definidas e que foi executada com excelência pela Acadepol.
Por fim, dos quase cento e dez mil inscritos, apenas 466 pessoas foram aprovadas.
Em observância ao déficit de pessoal para a execução do serviço policial e ao sofrimento ocasionado pela criminalidade à sociedade do Estado de São Paulo, eu, como candidato aprovado, porém não-classificado, motivei-me a levar ao conhecimento de desse canal de comunicação tal acontecimento.
Nesse passo, convido-o a verificar o diário oficial do dia vinte oito de abril de dois mil e doze(28/04/2012), no caderno Suplementos, página 11, no qual discorre sobre 382 cargos vagos para o cargo mencionado.
Tal fato, leva-me a questionar à respeito da convocação de pelo menos 382 pessoas, já que há a real necessidade de mais Agentes de Telecomunicações para o devido serviço policial.
Desse modo, a fim de levar ao entendimento pleno de meu questionamento, informo:
Edital – 289 vagas / Aprovados – 466 / Cargos Vagos – 382
Portanto, acreditando na força desse canal de comunicação, quero contar com seu auxílio para que nós aprovados, porém não-classificados, possamos ser convocados, a fim de salvaguardar a sociedade do Estado de São Paulo da criminalidade, ao exercer a função de polícia judiciária.
Agradeço a oportunidade!