AUDIÊNCIA DA “FEIPOL” COM O SECRETÁRIO DA SEGURANÇA PÚBLICA 21

Enviado em 31/01/2013 as 16:56 – JULIÃO

       Nesta segunda-feira, 27 de janeiro, a Federação Interestadual dos Trabalhadores Policiais Civis da Região Sudeste – FEIPOL-SE, juntamente com os sete Sindicatos Regionais que a integram (Campinas, Marília, Mogi das Cruzes, Presidente Prudente, Ribeirão Preto, Santos e Sorocaba) foram recebidos em audiência pelo Sr. Secretário da Segurança Pública, Dr. Fernando Grella Vieira, que no ato se fez acompanhar do seu Adjunto, Dr. Luiz Carlos Pontes, para tratar de questões de interesse de todas as carreiras policiais.

      O presidente da Federação, Aparecido Lima de Carvalho, que também preside o Sindicato dos Policiais Civis de Campinas e Região, depois de rápida exposição introdutória, apresentou ao Sr. Secretário itens de reivindicação constantes de um circunstanciado ofício que foi lido na ocasião e entregue em mãos do destinatário (cópia anexa, recibada).

       Resumidamente, foram estes os tópicos pleiteados: 1 – Reposição geral anual de que trata o artigo 37, inciso X, da Constituição, que em São Paulo já está definida em lei e não é paga; 2 – Nível Universitário para Escrivães e Investigadores, ainda dependente de decisão governamental; 3 – Aposentadoria com base na Lei Federal 51/85, que a despeito de decisão do STF, São Paulo ainda não cumpre; 4 – Regulamentação do Art. 9º da LC 1.151/2011, sobre a exigência de cinco anos para aposentadoria no cargo;  5 – Vencimentos condizentes com a condição de carreira jurídica para os Delegados de Polícia e 6 – Reestruturação das carreiras policiais civis, com atualização dos níveis de escolaridade para ingresso e urgente criação de cargos em todas as carreiras, de modo a permitir a reposição do enorme déficit que hoje se verifica. Outras questões foram abordadas superficialmente por um a um dos presidentes presentes.

     Depois de ouvir a exposição sobre todos os itens pleiteados, o Dr. Fernando Grella, que durante toda a audiência se mostrou bastante solícito e receptivo, disse como pretende encaminhar caso a caso e se dispôs a receber novamente a FEIPOL e Sindicatos integrantes, quando necessário e oportuno.

     Ao retornarem da audiência, os presidentes se reuniram novamente para uma avaliação e também para definirem como e quando voltarão a tratar dessas e de outras reivindicações.

     É a FEIPOL-SE cumprindo com as finalidades para as quais foi criada.

                                         São Paulo, 29 de janeiro de 2013

                                                    Jarim Lopes Roseira

                                     Diretor de Coordenação da FEIPOL – SE

O POVO DE HORTOLÂNDIA QUER SABER: Antonio Eribelto Piva Júnior e José Eduardo Cury foram demitidos a bem do serviço público por cobrarem propina de uma empresa de guincho entre 1992 e 1995 48

DESPACHOS DO GOVERNADOR

DESPACHO DO GOVERNADOR,

DE 29-1-2013

No processo administrativo DGP-7296-2000-SSP, vols. I

ao XVII (CC-124690-2012), em que são interessados Antonio

Eribelto Piva Júnior e Outro: “À vista dos elementos de instrução

constantes dos autos, destacando-se a manifestação do Secretário

da Segurança Pública e o parecer 47-2013, da AJG, julgo

parcialmente procedente a acusação irrogada a Antonio Eribelto

Piva Júnior, RG 7.379.140, e José Eduardo Cury, RG 17.208.825,

Delegados de Polícia, do Quadro da Pasta mencionada, aplicando-

lhes, em decorrência, a pena de demissão a bem do serviço

público, com fundamento nos arts. 74, II, e 75, incs. II e VI, da

LC 207-79.” Advogado: Alfredo Zarins Filho – OAB/SP – 127.565.

Segundo o Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco) do Ministério Público de Campinas, Piva Júnior e Cury eram acusados de cobrar uma porcentagem da empresa que fazia o serviço de guincho em Hortolândia. Na época, eles atuavam como delegados da Circunscrição Regional de Trânsito (Ciretran) na cidade. O repasse era pago semanalmente e dividido entre os dois policiais.

 José Eduardo Cury e Antonio Eribelto Piva Júnior vão cumprir a pena em regime fechado. Eles  foram investigados pelo Gaeco (Grupo de Operação Especial Contra o Crime Organizado) porque, entre os anos de 1992 e 1995, exigiam 35% sobre os valores arrecadados com o serviço de guincho em Hortolândia. Júnior era o delegado titular, na época, enquanto Cury tinha o cargo de investigador.

De acordo com os promotores do Gaeco, os 35% eram pagos toda semana pelo do dono do pátio. Ainda no primeiro ano, os condenados pediram pagamento de R$ 30 mil de uma vez, e em 1993, outro pagamento ainda maior, de R$ 100 mil. Os delegados diziam que esse pagamento era parte do esquema.Com a condenação, Piva Júnior deve ficar na cadeia por sete anos e seis meses

ESCLARECIMENTOS SOBRE O ALE ( OUTRA VERSÃO) – ESTAMOS DIANTE DA MAIOR JOGADA DE MESTRE DA HISTÓRIA !! 92

http://policialbr.ning.com/profiles/blogs/esclarecimentos-sobre-o-ale-outra-versao-estamos-diante-da-maior-?xg_source=msg_mes_network

ESCLARECIMENTOS SOBRE O ALE ( OUTRA VERSÃO)

VAMOS PARA OUTRA CONTA QUE FIZ…( APOSTILA DE GERENTE DE RECURSOS HUMANOS CA – CÁLCULO APLICADO BASE LEGAL E INFLUÊNCIA NOS VENCIMENTOS

ADICIONAIS POR TEMPO DE SERVIÇO

LEI COMPLEMENTAR 731/93

5% A CADA 5 ANOS DE EFETIVO EXERCÍCIO

Fórmula: (PADRÃO + RETP + PRO LABORE DE CMDO) x % (tempo de PM – 10 anos multiplique por 10%) SEXTA-PARTE DOS VENCIMENTOS LEI COMPLEMENTAR 731/93

Fórmula: (PADRÃO + RETP + ATS + PRO LABORE DE CMDO + ADIC. INSAL ) / 6)

10. É possível demonstrar essa diferença em números?

Sim, é possível.

Peguemos o exemplo de um Soldado 1ª classe com 4 anos de serviço, portanto, sem adicionais e sexta parte, e que exerça atividade na cidade de São Paulo, portanto, ALE II.

O cálculo atual é:

Padrão RETP Adicional 6ª Parte Insal. DA ALE II TOTAL

695,92 695,92 497,60 200,00 925,00 2.814,44

· Como ficará o novo cálculo:

Padrão RETP Adicional 6ª Parte Insal. DA TOTAL

1.158,42 1.158,42 497,60 200,00 3014,44

O aumento percentual no bruto será de R$ 200,00

Como haverá incidência de 11% sobre o novo ALE ( 975,00), o qual foi incorporado ao salário base ( atualmente o PM da ativa não paga esses 11%), pagará 107,25 de previdência, que não pagava.

Resultado … 200,00 de aumento no bruto, menos 107,25 = 92,75 de aumento nos vencimentos brutos.

O aumento percentual no bruto será de 7,1 %.

Não devemos esquecer que nesse bruto será descontado os 107,25 de previdência, pois consoante a lei complementar abaixo, não incidia os 11º sobre o ALE. ( ele sendo incorporado, incidirá sobre a totalidade da base de contribuição)

LC 1012/2007

Da Contribuição e da Base de Cálculo

Artigo 8º – A contribuição social dos servidores públicos titulares de cargos efetivos, ativos e dos militares do governo de São Paulo, para a manutenção do regime próprio de previdência social do Estado, incluídas suas autarquias e fundações, será de 11% (onze por cento) e incidirá sobre a totalidade da base de contribuição.

§ 1º – Para os fins desta lei complementar, entende-se como base de contribuição o total dos vencimentos do servidor, incluindo-se o vencimento do cargo efetivo, acrescido das vantagens pecuniári as permanentes estabelecidas em lei ou por outros atos concessivos, dos adicionais de caráter individual e de quaisquer outras vantagens, excluídas:

1. as diárias para viagens;

2. o auxílio-transporte;

3. o salário-família;

4. o salário-esposa;

5. o auxílio-alimentação;

6. as parcelas remuneratórias pagas em decorrência de local de trabalho( ALE)

PROPAGANDA NO SITE DO GOVERNO PAULISTA…

“É um esforço muito grande do governo porque nós tivemos um crescimento muito pequeno da economia este ano. Teremos um impacto anual de R$ 1,4 bilhão, mas é uma medida de grande estímulo e fortalecimento da carreira policial.”

SUSPENSÃO DA TUTELA ANTECIPADA NO STF – NÚMERO 678

3. Apontam os autores a ocorrência de grave lesão à ordem e economia públicas. É que o “imediato cumprimento das seguranças concedidas, determinando o recálculo dos adicionais temporais aos policiais militares ativos, inativos e pensionistas, independentemente do trânsito em julgado da decisão concessiva da ordem” viola os “artigos 2º b da Lei 9494/97 e § 2º do artigo 7º c/c § 3º do artigo 14 da Lei Federal 12.016/09, dispositivos que vedam a execução provisória contra o Poder Público de decisão que implique em pagamento de qualquer natureza e em extensão de vantagem”. Ademais, a execução dos acórdãos gera um inesperado “impacto financeiro bilionário à Fazenda Pública estadual, pois o custo desses pagamentos pode atingir cerca de R$ 1.497.027.950,73 (um bilhão, quatrocentos e noventa e sete milhões vinte e sete mil novecentos e cinquenta reais e setenta e três centavos)”. Daí requerem a suspensão dos acórdã os impugnados.http://www.stf.jus.br/portal/processo/verProcessoAndamento.asp?inci…

Acompanhamento Processual :: STF – Supremo Tribunal Federal

www.stf.jus.br

“impacto financeiro bilionário à Fazenda Pública estadual, pois o custo desses pagamentos pode atingir cerca de R$ 1.497.027.950,73 (um bilhão, quatrocentos e noventa e sete milhões vinte e sete mil novecentos e cinquenta reais e setenta e três centavos

O GOVERNADOR RESOLVEU O PROBLEMA…..CUSTOS DE 1,4 bilhão com as ações acima e ele resolveu transformar esse 1,4 bilhão em pseudo aumento em março de 2013….PARABÉNS AOS ECONOMISTAS QUE ASSESSORAM O PICOLÉ DE CHUCHU !

ATRASADOS DO RECÁLCULO DA AÇÃO DOS QUINQUÊNIOS E SEXTA-PARTE ( O SONHO ACABOU PARA QUEM ACHAVA QUE VIRIA NO HOLERITH OS ATRASADOS !)

Agravo de Instrumento Processo nº 0248096-48.2012.8.26.0000

Relator(a): CARLOS EDUARDO PACHI

Órgão Julgador: 9ª CÂMARA DE DIREITO PÚBLICO

VISTOS, ETC.

Trata-se de Agravo de Instrumento tirado contra as r. decisões copiadas a fls. 231/236 e 378 destes autos que, em mandado de segurança em fase de execução provisória,

1) deferiu a expedição de ofício para pagamento dos recálculos dos adicionais temporais, com extensão a todo o quadro atual associativo da Agravada,

2) determinou o pagamento dos montantes devidos, em folha de pagamento dos associados da impetrante, desde a propositura da ação até o apostilamento do direito.

Pugnam pela concessão de efeito suspensivo.

E, para tanto, há que se verificar se estão presentes os requisitos estabelecidos no artigo 558 do CPC, que autorizam a suspensão do ato recorrido, como também a concessão liminar de uma providência negada em 1º Grau (efeito ativo).

A tutela recursal liminar, seja para suspender os efeitos da decisão de 1º Grau ou para atribuir a esta o efeito ativo, pressupõe a conjugação de alguns fatores, conforme

previsão do art. 527, inciso III, combinado com 558 do CPC mencionado.

No caso dos autos, tais requisitos estão evidenciados, no tocante à suspensão da execução, já que a fundamentação invocada demonstra o fumus boni iuris.

Com efeito, é de rigor o deferimento da medida ante a plausibilidade do direito reclamado, tendo em vista que a decisão agravada contraria a decisão emitida pelo STF (STA

678/SP, j. 26.10.2012), que deferiu a suspensão dos Acórdãos, dentre eles, os proferidos por esta 9ª Câmara de Direito Público (AC nº 994.09.178766-0 e AI nº 0201383-49.2011.8.26.0000), até o trânsito em julgado dos processos A suspensão determinada pela Excelsa Corte de Justiça diz respeito ao feito do qual tirado o presente, de tal modo que a suspensão da decisão atacada é medida que se impõe.

De outra parte, está presente o risco de dano irreparável no aguardo da solução do recurso, vale dizer, o periculum in mora.

A suspensão da decisão agravada de fls. 231, por ora, é medida viável, face ao exposto no art. 22, da Lei nº 12.016/09, bem como no art. 2º-A, da Lei nº 9.494/97.

Portanto, defiro o efeito suspensivo a ambas as decisões atacadas.

Desnecessárias informações, vez que fundamentada a r. decisão impugnada.

Cumpra-se o art. 527, V, do CPC.

Após, cls.

Int.

São Paulo, 26 de novembro de 2012.

CARLOS EDUARDO PACHI

Relator

Se impresso, para conferência acesse o site https://esaj.tjsp.jus.br/esaj, informe o processo 0248096-48.2012.8.26.0000 e o código RI000000FQK8T.

Este documento foi assinado digitalmente por CARLOS EDUARDO PACHI.

ESTAMOS DIANTE DA MAIOR JOGADA DE MESTRE DA HISTÓRIA !!

RECONHEÇAMOS, o Governador está muito bem assessorado !!!

O estado estava perdendo milhares de Ações de RECÁLCULOS de QUINQUENIOS e muitas ações de INCORPORAÇÃO do ALE total no PADRÃO( que já estão no holerith de Policiais Militares)

Muitas ações perdidas pelo Estado em Primeira Instância, sendo que a PROCURADORIA recorreu e festejou, pois o STF suspendeu os pagamentos ( 99% de chances de o STF negar o recurso das associações), haja vista que é só entrar no site do STF e pesquisar jurisprudência sobre “suspensão de tutela antecipada”, em que outros servidores tiveram suspensos seus recálculos, e postem aqui posteriormente !

NUMA JOGADA DE MESTRE O GOVERNADOR REVERTEU e deu o XEQUE MATE, ou seja, se o PROBLEMA era o ALE = ACABEMOS com ELE !!!!

A partir de março de 2013 , quem possui essa ação do recálculo ganha individualmente e já está no holerith, no caso de um Sd com 24 anos de PM, ganhará a mais do que os outros na mesma situação, 153 reais no salário bruto, os quais deve cair para uns 120 reais líquidos….

E ao ACABAR com o ALE todas as Ações PERDEM o OBJETO !!!

UM MESTRE na ARTE de USAR a LEI a FAVOR de seus interesses (ESTADO)

NOVA CONFIGURAÇÃO DOS VENCIMENTOS DOS PRAÇAS, APÓS AS NOVAS MEDIDAS ANUNCIADAS PELO GOVERNO DE SP- METADE DO ALE INCORPORADO AO SALÁRIO BASE( PADRÃO) E METADE NO RETP.( A PARTIR DE MARÇO DE 2013)

Peguemos o exemplo de um Soldado 1ª classe com 14 anos de serviço, portanto, com 2 adicionais e sem sexta parte, e que exerça atividade na cidade de SANTOS, portanto, ALE menor.

O cálculo atual é:

Padrão RETP Adicional 6ª Parte Insal. DA

ALE II TOTAL

695,92 695,92 139,19 497,60 200,00 740,00 2.768,19

Como ficará o novo cálculo:

Padrão RETP Adicional 6ª Parte Insal. DA TOTAL

1.158,42 1.158,42 231,00 497,60 200,00 3.244,44

O aumento percentual no bruto será de R$ 476,00

Como haverá incidência de 11% sobre o novo ALE ( 975,00), o qual foi incorporado ao salário base ( atualmente o PM da ativa não paga esses 11%), pagará 107,25 de previdência, que não pagava.

Resultado … 369,00 reais de aumento nos vencimentos brutos.

Até outubro de 2012 esse Sd PM ganhava ,com a ação judicial do recálculo, o valor bruto era 3.133,00 ( com diária de alimentação)

CONCLUSÃO – ELE TERÁ UM AUMENTO DE 111,00 REAIS NOS VENCIMENTOS BRUTOS…. ( CASO ELE SEJA DA ATIVA, DEVERÁ PAGAR 107,25 DE PREVIDÊNCIA A MAIS, POIS ATÉ FEV DE 2013 ELE NÃO PAGARÁ OS 11% DA PREVIDÊNCIA SOBRE O ALE ( COMO ESSA CRIATURA FOI INCORPORADA

NO PADRÃO, ENTRARÁ NA BASE DE CÁLCULO DA PREVIDÊNCIA)…

Ganhará a fabulosa quantia de 4,00 reais brutos….( comparando com que ele ganhava em outubro de 2012)

3º Sgt PM- 5 quinquenios- Interior e ALE menor

Padrão RETP Adicional 6ª Parte Insal. DA ALE II TOTAL

888,66 888,66 444,33 453,21 497,60 780,00 4.952,46

Como ficará o novo cálculo:

Padrão RETP Adicional 6ª Parte Insal. DA TOTAL

1.375,66 1.375,66 687,00 655,00 497,60 4.589,00

O aumento percentual no bruto será de R$ 362,00

Até outubro de 2012 esse 3º Sgt PM ganhava , com a ação judicial do recálculo, o valor bruto de 4.452,00

CONCLUSÃO – ELE TERÁ UM AUMENTO DE 138 REAIS NOS VENCIMENTOS BRUTOS…. ( CASO ELE SEJA DA ATIVA, DEVERÁ PAGAR 107,25 DE PREVIDÊNCIA A MAIS, POIS ATÉ FEV DE 2013 ELE NÃO PAGARÁ OS 11% DA PREVIDÊNCIA SOBRE O ALE ( COMO ESSA CRIATURA FOI INCORPORADA NO

PADRÃO, ENTRARÁ NA BASE DE CÁLCULO DA PREVIDÊNCIA)…

Sub Ten PM- 4 quinquenios- Interior e ALE menor

Padrão RETP Adicional 6ª Parte Insal. DA ALE II TOTAL

1282,24 1282,24 512,90 595,83 497,60 780,00 4.951,99

Como ficará o novo cálculo:

Padrão RETP Adicional 6ª Parte Insal. DA ALE TOTAL

1.769,14 1.769,14 707,00 790,00 497,60 975,00 5.532,00

O aumento percentual no bruto será de R$ 581,00

Até outubro de 2012 esse Sub Ten PM ganhava , com a ação judicial do recálculo, o valor bruto de 5.506,00

CONCLUSÃO – ELE TERÁ UM AUMENTO DE 26 REAIS NOS VENCIMENTOS BRUTOS…. ( CASO ELE SEJA DA ATIVA, DEVERÁ PAGAR 107,25 DE PREVIDÊNCIA A MAIS, POIS ATÉ FEV DE 2013 ELE NÃO PAGARÁ OS 11% DA PREVIDÊNCIA SOBRE O ALE ( COMO ESSA CRIATURA FOI INCORPORADA NO PADRÃO, ENTRARÁ NA BASE DE CÁLCULO DA PREVIDÊNCIA)…

Estamparias ao longo da frente da Alesp… “PM MATA”, “A PERIFERIA QUER VIVER”, “FORA PM”, “EXISTEM GRUPOS DE EX TERMÍNIO”, “QUEREMOS VIVER”, “FIM DA POLÍTICA DE SEGURANÇA PÚBLICA GENOCIDA”… 26

E como sempre a PM nunca faz e nem fez nada!Se não teve capacidade de impedir pichações na Alesp, o que dirá quanto a coibir a franca atuação de grupos de extermínio. Agora os políticos, o desgoverno e a sociedade acreditam?

SINDICATO DOS POLICIAIS CIVIS DA REGIÃO ADMINISTRATIVA DE SOROCABA – SP EDITAL DE CONVOCAÇÃO – ASSEMBLEIA GERAL EXTRAORDINÁRIA 124

Notícias

Edital de Convocação – Assembleia Geral Extraordinária

Seg, 28 de Janeiro de 2013 18:45

SINDICATO DOS POLICIAIS CIVIS DA REGIÃO ADMINISTRATIVA DE

SOROCABA – SP

EDITAL DE CONVOCAÇÃO – ASSEMBLEIA GERAL EXTRAORDINÁRIA

A Presidente do Sindicato dos Policiais Civis da Região Administrativa de Sorocaba/SP, Entidade S’indical inscrita no CNPJ/MF sob o num..60.112.224/0001-17, no uso de suas atribuições legais e estatutárias, CONVOCA toda a Categoria Profissional dos Policiais Civis, para participarem da Assembléia Geral Extraordinária que se realizará no dia 06 deFevereiro de 2013, em primeira convocação às 18h00min com 50% mais um dos membros da categoria convocados e ou em segunda e última convocação às 19h00min, com qualquer número de presentes em sua sede sito à Rua Visconde do Rio Branco, nº. 374, Vila Jardini, Sorocaba/SP, com a finalidade de discutir e deliberar a seguinte ordem do dia:

I – Elaboração e aprovação pela categoria da pauta reivindicatória Regional/Sorocaba a ser aglutinada com a pauta da Regional/Marília, Regional/Santos, Regional/Campinas e demais pautas regionais, buscando a instauração oficial da negociação coletiva da categoria.

Sorocaba, 24 de Janeiro de 2013.

MARIA APARECIDA DE QUEIROZ ALMEIDA

PRESIDENTE DO SINDICATO

Da legítima defesa ao homicídio doloso: Agente de Telecomunicações confunde cliente de lotérica com ladrão 38

Sobre o caso da Lotérica em Diadema, as primeiras entrevistas dadas a mídia, foi informado que o policial Otavio Bruno, estava com um técnico em informática, fazendo manutenção do sistema de monitoramento, sistema ao qual, ele e o advogado disseram que não gravavam, apenas faziam o monitoramento.
E no domingo passado, foram apresentadas as gravações no programa Domingo Espetacular.
Existe algo muito estranho neste caso.
DEUS, nosso soberano, saberá nos informar o caminho mais breve para a Justiça.
Obrigado, ao Jornalismo da Record pela cobertura imparcial desta matéria.
PARABÉNS PELA CORAGEM !!!
obrigado.
Jorge

Policial Civil – Otavio Bruno Yokota Fabricator

Cliente assassinado por engano em DIADEMA, é Ulisses Lucas de Araujo, 34 anos. Trabalhador. Sem antecedentes.

http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/1217915-policial-e-suspeito-de-matar-cliente-em-loterica-de-diadema-na-grande-sp.shtml

http://odia.ig.com.br/portal/brasil/policial-mata-homem-confundido-com-ladr%C3%A3o-1.537988

agressão a deputado

http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/871165-suplente-de-deputado-e-agredido-em-casa-de-show-em-sao-paulo.shtml

Fraude OAB

https://flitparalisante.wordpress.com/2010/08/12/quentinha-das-fraudes-nos-exames-da-oab-na-lista-abaixo-entre-os-denunciados-se-ve-o-nome-de-ronaldo-augusto-bretas-marzagao-junior/

E pelo que vi em seu blog, o agente e o irmão, também aparecem em fraude no exame da Policia Federal.

https://flitparalisante.wordpress.com/2011/02/05/o-capitao-da-policia-militar-augusto-rosa-esta-articulando-a-criacao-de-um-partido-para-abrigar-militares-e-simpatizantes-de-suas-causas/

10088610, Otavio Bruno Yokota Fabricator

10088674, Paulo de Tarcio Yokota Fabricator

Fica a dúvida, ele realmente ficará detido ? E responderá realmente também por isso ?

A família confia, que a justiça seja feita.

Que DEUS, ilumine  a todos.

amém.

Justiça decreta prisão de secretários do RN por descumprirem ordem de reajuste a servidores estaduais 17

29/01/2013 – 04h24

UOL

O TJ-RN (Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte) decretou, nesta segunda-feira (28), a prisão dos secretários estaduais de Administração e Recursos Humanos, Antonio Alber da Nóbrega; e do Planejamento e Finanças, Francisco Obery Rodrigues Júnior.

Segundo decisão do desembargador Virgílio Macedo Júnior, a prisão em flagrante foi decretada por “reiterados descumprimentos de decisões judiciais que determinam a concessão de reajuste salarial a servidores públicos estaduais, conforme a Lei Complementar nº 432/2010, que instituiu o Plano de Cargos, Carreiras e Remuneração dos Órgãos da Administração Direta do Poder Executivo, e que não vinha sendo respeitada pelo Governo do Estado”.

O Estado do Rio Grande do Norte é administrado pela governadora Rosalba Ciarlini (DEM).

Segundo informou o judiciário em nota na tarde desta segunda-feira, já houve tentativa do cumprimento do mandado de prisão, mas nenhum dos dois secretários foram encontrados pela polícia.

Decisão

Na decisão, o desembargador alega que tentou coagir os secretários a que cumprissem a decisão, por meio da imposição de multa.

Destacou também que não foi o primeiro caso de descumprimento de decisão judicial por parte dos secretários estaduais e que eles “sequer apresentaram justificativas para sua omissão ou inércia, o que revela total desídia no cumprimento de suas obrigações funcionais, além de descaso para com os atos proferidos pelo Poder Judiciário”.

Na primeira decisão, os dois secretários foram notificados nos dias 10 e 12 de dezembro sobre a liminar que determinava o reajuste imediato nas remunerações, inclusive com a fixação de multa diária no valor de R$ 1.000 a cada uma das autoridades em caso de descumprimento. Entretanto, segundo o TJ, não houve o cumprimento da determinação.

Segundo a determinação, quando forem presos, os secretários deverão ser recolhidos ao Quartel do Comando da Polícia Militar, após realizarem exames de corpo de delito no Itep (Instituto Técnico-Científico de Polícia do Rio Grande do Norte).

Alegações

A decretação da prisão foi decidida após mandado de segurança liminar ingresso por vários servidores públicos estaduais. O pedido foi feito por dois advogados: Manoel Batista Dantas Neto e João Helder Dantas Cavalcanti. Eles representaram os funcionários públicos afetados pelo não cumprimento da lei.

Segundo os advogados, essa teria sido a “última medida para cumprimento da ordem judicial, já que repetidas decisões do Tribunal de Justiça proferidas por outros desembargadores foram descumpridas, assim como a aplicação de multas não vinham surtindo os efeitos desejados pelo sistema jurídico.”

Ainda segundo a ação, o governo do Estado teria concedido, desde setembro de 2010, apenas 30% do aumento salarial que seria assegurado pela lei.

Outro lado

Em nota oficial divulgada no fim da tarde desta segunda-feira, o governo do Estado disse estar “surpreso” com a decisão da Justiça e destacou que a “honradez, lisura, honestidade e idoneidade” dos acusados de descumprimento judicial são “inquestionáveis.”

“Os dois secretários têm longa experiência profissional, tendo ocupado diversos cargos na administração pública e na iniciativa privada, sempre desempenhando suas atividades com zelo e probidade”, informou.

Sobre a acusação de descumprimento de decisão judicial, o governo alega que o plano de cargos, carreiras e salários foi aprovado às vésperas das eleições de 2010 e “não atende aos critérios da Lei de Responsabilidade Fiscal e não condiz com a realidade financeira do Estado”.

Ainda segundo a nota, o Estado recorreu de todas as decisões judiciais e aguarda decisão definitiva da Justiça. “Os dois secretários, ao aguardarem o desfecho dos recursos judiciais, estão defendendo o equilíbrio das finanças públicas e também agindo em defesa do Estado do Rio Grande do Norte.” Os secretários não foram localizados.

A culpa é do porteiro 33

Enviado em 29/01/2013 as 2:50 – VÃO PRENDER O PORTEIRO DA BOATE

Quanta inocência e falta de discernimento.
Quer dizer que o vocalista ignorante, energúmeno e totalmente sem noção, mais o proprietário da tal boate “Kiss”, que sequer frequentava o local, é que serão responsabilizados e presos pela tragédia?
Todo mundo que foi nessa espelunca sabia que aquela bandinha de gayúchos fazia aquele espetáculo pirotécnico.
Existem centenas de depoimentos de fãs daquela joça, dizendo que o ponto alto do show era a queima de sinalizadores enquanto rolava a música brega.
Até no site dos infelizes, eles postavam fotos com os sinalizadores e avisavam sobre o espetáculo pirotécnico.
O dono da boate, nada mais fez que contratar uma atração que já havia feito centenas de apresentações naquele mesmo estilo e agradava à plateia, ora morta.
Então de quem é a culpa?
É evidente que os principais culpados são aqueles que ganham salários nababescos para “proteger os interesses públicos”, ou como gostam de se auto-proclamar, “defensores dos direitos da sociedade”.
Onde estava o digníssimo promotor público de santa Maria ?
O comandante do corpo de bombeiros, só apareceu para enumerar os poucos sobreviventes que segundo ele, foram salvos graças à ação heroica de seus comandados.
O prefeito, vereadores, governador, dona Dilma e outros canalhas, correram para as luzes da mídia, para hipotecar solidariedade às famílias enlutadas, de olho grande nos preciosos votos nas eleições futuras.
Agora vai aparecer político elaborando lei que obriga os jovens a introduzir no ânus um extintor de incêndio individual, antes de adentrar qualquer casa de shows, logicamente pagando uma taxa pelo serviço de instalação do supositório máster, ao estado.
Nesse país de povinho tacanha, burro e desinformado, a corda estoura sempre do lado mais fraco.
No rio de janeiro, depois de anos de inquérito para descobrir os responsáveis pelo desabamento daqueles dois prédios no centro da cidade, que ceifaram vidas de estudantes e trabalhadores, chegou-se à conclusão definitiva que meia dúzia de peões (pedreiros e serventes), foram os responsáveis pelas mortes.
Quer dizer, os paraíbas foram pagos para derrubar paredes e vigas que abalaram as estruturas, executaram o seu trabalho para ganhar o pão de seus familiares e ainda vão ser presos, enquanto quem deu a ordem criminosa, quem expediu ou deixou de expedir o alvará para a obra, quem deveria fiscalizar a execução da obra por dever de ofício, quem é responsável pelo departamento urbano de obras e edificações, como sempre, foram absolvidos sob a alegação recorrente que “não sabiam de nada”.
Mais uma vez, vão prender os pretos, os pobres e as putas!
As ilustríssimas e probas autoridades “competentes”, obviamente, não sabiam que na boate “Kiss”, assim como em milhares de pocilgas espalhadas pelo Brasil afora, existe apenas uma porta para entrada e saída; possui revestimento com material altamente tóxico e inflamável; seguranças violentos e despreparados, excesso de ingressos vendidos, consumo de álcool e substâncias entorpecentes para menores de idade, dentre outras irregularidades.
Imagina se um juiz de direito, um promotor público, um prefeito ou vereador, um governador de estado, vai perder uma noite de sábado para fiscalizar ou supervisionar uma vistoria séria e necessária, durante a madrugada?
Trabalhar à noite, em finais de semana e feriados, é coisa pra puliça!
No Brasil, quem estuda e consegue ser “doutor”, tem mais é que aproveitar os altíssimos salários e mordomias inerentes aos cargos, enquanto o Zé povinho se explode por aí.

Tragédia dilacera amizades e sonhos de universitários 29

28 Jan 2013

O GLOBO

Mariana Comassetto Canto e Mariana Bona fizeram sua última foto juntas no começo da madrugada de ontem. Bem vestidas, maquiadas e sorridentes, elas se preparavam para a festa na boate Kiss. Com Ariane Foletto, que sobreviveu à tragédia, as amigas ainda brindaram com taças de champagne antes de saírem para o evento. As fotos foram postadas no mural de Mariana Bona no Facebook. No registro em que aparecem as três, Ariane deixou na noite de ontem um desabafo desesperado para as companheiras:

“Quem deu autorização pra vocês irem embora e me deixarem aqui????”

À tarde, Ariane divulgou para os amigos na rede social que estava bem, mas que Mariana Bona e Mariana Comassetto “não conseguiram”.

Franciele Silva conhecia Mariana Comassetto há quatro anos. A jovem tinha 18 anos e queria ser designer. Ela tinha acabado de iniciar os estudos na Universidade Federal de Santa Maria.

– Ela era uma menina muito meiga, muito querida, por quem eu era apaixonada. Dizia que se tivesse uma filha queria que fosse igual a ela. Estou chocada – disse Franciele, que ontem foi ao velório de três vítimas do incêndio na Kiss.

A última postagem de Mariana Comassetto no Facebook, no sábado, recebeu diversos compartilhamentos ontem. Era a letra e o áudio de “Mais uma vez”, com Renato Russo. O primeiro refrão da música diz “Mas é claro que o sol/Vai voltar amanhã/Mais uma vez, eu sei…”.

Mensagem para a mãe

Rafael Dorneles, 28 anos, morava em São Leopoldo, a 50 quilômetros de Porto Alegre. Veio a Santa Maria visitar o pai, José Milton, que havia passado por uma cirurgia no coração na última quinta-feira. Rafael encontrou o pai com saúde e decidiu ir à boate Kiss com a irmã e o namorado dela para relaxar. O casal foi embora mais cedo. Rafael decidiu ficar.

– A nossa esperança é que ele tivesse arrumado uma namorada e saído da festa. Mas não foi o que aconteceu – lamenta o tio Joaquim Dorneles.

O estudante de Análise de Sistemas foi reconhecido por um amigo da família, Bernardo Raddatz, 15 anos, que foi convidado por mais de um conhecido para a balada na Kiss:

– Eu e meu irmão já tínhamos ido em outra festa e estávamos cansados.

O tio Joaquim, ao lado do corpo do sobrinho, enquanto aguardava o transporte do caixão lacrado para o local do velório, lembrava que o rapaz parecia estar em clima de despedida:

– Rafael mandou uma mensagem para a mãe, que hoje lemos como um adeus. Além disso, depois do problema cardíaco, pediu ao pai dele que o mandasse fazer exames, já que essas coisas podem ser genéticas. E ainda avisei: “Cuida do Rafael”.

Joice Brites, prima de Rafael, passou o dia tentando notícias pelo Facebook e por telefone, como contou na rede social. Quando a notícia de que ele estava entre os mortos foi oficializada, ela escreveu no Facebook que recebeu informações de que Rafael e alguns amigos estavam bem, mas acabaram retornando para o interior da bote para ajudar outros conhecidos. Ele era amigo de Vinicius Montardo, que também morreu.

Jovem solidário

Ao ficarem sabendo da morte de Vinicius Montardo, estudante de educação física, de 24 anos, o tio-avô Aldeci Rodrigues Vargas e o primo Micael Vargas, que moram no litoral sul de São Paulo, foram para Santa Maria a fim de dar apoio à família. Os dois embarcaram ontem num voo que saiu às 13h de São Paulo para Porto Alegre.

O tio acredita que Vinicius morreu tentando salvar outros colegas. Ele estava na boate com a irmã, Jéssica, que sobreviveu.

– Ele era muito solidário. Acho que o Vinicius morreu porque voltou para ajudar outros colegas – afirma Aldeci.

Seu filho, Micael, lembra que o primo tinha muitos amigos, fazia trabalho social com idosos num projeto da prefeitura de Santa Maria e trabalhava como personal trainer. Ele era da cidade gaúcha de Cruz Alta e estudava na Faculdade Metodista de Santa Maria.

– Ele era um rapaz muito firme, alegre, preocupado com todo mundo. A família se mobiliza neste momento – diz o tio-avô.

Em uma página de uma rede social, Jéssica postou fotos do irmão. Várias pessoas enviaram mensagens de solidariedade à jovem.

Tempo, tempo

“O que é seu chega com o tempo… O que não é se vai com ele…” Esta foi a última mensagem deixada por Bruna Karoline Occai no Facebook, no dia 20 de janeiro, antes de morrer no incêndio da boate Kiss. Bruna tinha 24 anos e nasceu na cidade de Belmonte, no Extremo-Oeste Catarinense. Ela era formada em Biomedicina e cursava Mestrado em Bioquímica Toxicológica na Universidade Federal de Santa Maria.

O corpo da mestranda teria sido reconhecido por amigos.

Paixão pelo futebol

Com a bandeira do Internacional cobrindo o caixão, Vinicios Pagnossim de Moraes, 18 anos, era velado por dezenas de pessoas ontem. Os amigos desde o tempo do colégio militar choravam abraçados.

– O Vinicius era o mesmo que um irmão – disse Jair Fonseca, 18 anos, colega de escola.

O rapaz estudava Engenharia de Controle e Automação na Universidade Federal de Santa Maria. Sua grande paixão, contam os colegas, era o futebol.

– A gente estava sempre jogando bola, rindo e brincando. Agora acontece isso – lamentou o amigo.

Oito militares foram mortos no incêndio da boate Kiss, como informou o Ministério da Defesa. São três oficiais, um sargento, dois cabos e dois soldados, todos entre 20 e 25 anos. De acordo com a Defesa, uma das vítimas era mulher. Nenhum deles estava a serviço no momento da tragédia. Outros três dependentes de militares também foram identificados como vítimas fatais do incêndio em Santa Maria. A Defesa informou também que não é possível afirmar se outros militares foram vítimas do incêndio, já que aqueles que já foram identificados não estavam fardados, pois estavam a lazer.

Três meses após promessa, famílias de PMs assassinados estão sem indenização 44

Enquanto famílias passam por dificuldades, governo ainda faz estudo de projeto que garanta indenização a parentes de PMs mortos em dia de folga. Veja depoimentos de viúvas

Wanderley Preite Sobrinho– iG São Paulo |                   28/01/2013 06:00:32

Três meses depois de o governador Geraldo Alckmin (PSDB) prometer indenizar 103 famílias de Policiais Militares assassinados em 2012 durante a folga, nenhum centavo saiu dos cofres públicos de São Paulo com esse objetivo. A promessa,               feita em entrevista coletiva no dia 19 de outubro do ano passado, tentava acalmar essas famílias, que não têm o direito de receber indenização porque o seguro de vida não inclui os policiais assassinados fora do horário de expediente.

Além dos 103 PMs mortos fora de serviço, outros quatro foram executados usando farda. Também morreram em emboscada 19 agentes penitenciários e quatro policiais civis, de acordo com dados da Comissão de Segurança Pública e Assuntos Penitenciários da Assembleia Legislativa de São Paulo – Alesp.

A promessa:                 Famílias de PMs mortos durante folga receberão seguro

Diante do acúmulo de processos na Justiça pedindo a inclusão dessas famílias nas apólices da MetLife Seguros, Alckmin foi a público garantir não só o pagamento da indenização para todos como prometeu dobrar o valor da apólice – de R$ 100 mil para R$ 200 mil.

Onze dias depois do anúncio, o governador publicou um despacho no Diário Oficial do Estado (DOE) autorizando a Secretaria de Segurança Pública de São Paulo (SSP) a encomendar um estudo para descobrir quanto dinheiro seria necessário ao pagamento, mas incluía no texto uma condição: “… que a Pasta interessada conte com recursos orçamentários”.

 

Reprodução

O governador publicou no Diário Oficial a autorização para se realizar um estudo para indenizar os familiares dos PMs, mas sob a condição de haver dinheiro em caixa

 

No dia 8 de novembro, a Secretaria encaminhou à Alesp um documento confirmando a ordem do governador para que o estudo fosse realizado. Questionada pela reportagem sobre o resultado desse estudo, a SSP respondeu que uma comissão analisou o assunto e vai encaminhar uma minuta para a Casa Civil, que vai analisá-la “para, depois, ser remetida à Alesp como projeto de lei do Executivo estadual”. A assessoria não respondeu, no entanto, quando o governo pretende enviar o projeto.

Para o presidente da Comissão de Segurança da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil), advogado Arles Gonçalves Júnior, havia tempo de sobra para a proposta ter sido encaminhada para a Assembleia antes do recesso parlamentar, no dia 19 de dezembro.

“Sessenta dias é tempo suficiente para encaminhar o projeto de lei porque o governo já havia feito o mesmo em 2006”. Ele explica que, na ocasião, o então governador Claudio Lembo aprovou um projeto semelhante para indenizar as famílias de policiais mortos em confronto com o Primeiro Comando da Capital (PCC), que na época cometeu mais de 100 ataques em diversos lugares da cidade.

O governo também não divulgou o resultado de um estudo idêntico encomendado em 2008 avaliando a inclusão de policiais assassinados em período de folga no seguro da Metlife. Para o deputado estadual Major Olímpio Gomes (PDT), se aquele estudo tivesse sido levado adiante, as famílias dos policiais mortos em horário de folga em 2012 não estariam “desprotegidas”.

“O governo está estudando a extensão do pagamento do seguro de vida desde 2008. Por que nada foi feito até hoje?”, questiona.

http://ultimosegundo.ig.com.br/brasil/sp/2013-01-28/tres-meses-apos-promessa-familias-de-pms-assassinados-estao-sem-indenizacao.html

 

O advogado da OAB defende a criação de um fundo administrado pela Secretaria de Segurança Pública que substitua a seguradora privada. “A própria secretaria faria a investigação dos casos para efetuar o pagamento diretamente. A seguradora demora para indenizar e fica com muito mais dinheiro do que desembolsa nas indenizações. Seria melhor para o Estado se ele mesmo cuidasse disso”.

De acordo com a Metlife, foram desembolsados R$ 35 milhões em indenizações entre novembro de 2007 e junho de 2012. A seguradora se recusou a divulgar, no entanto, quanto recebeu do Estado no mesmo período.

Soldado Rocha, 35 anos

Nove dias depois da promessa do governador, o soldado Antonio Paulo da Rocha, então com 35 anos, e o cabo Hailton Borges dos Santos Evangelista, de 33 anos, foram assassinados por bandidos enquanto andavam de moto pela favela de Heliópolis. De acordo com a polícia, os dois estavam de folga, informação negada por membros da família de Rocha, entrevistada pelo               iG sob a condição de guardar sigilo sobre suas identidades.

 

Reprodução

O soldado Paulo Rocha foi assassinado enquanto andava de moto em Higienópolis

 

Ela suspeita que a escala de plantão do soldado tenha sido adulterada no batalhão, já que naquela data ele estaria em um dia normal de trabalho. Sem receber a indenização, a família espera pela apuração do caso para só então seguir a recomendação recebida pelo Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) de entrar com uma ação na Justiça para receber o dinheiro. Ainda segundo a família, os investigadores não entraram em contato para falar sobre a apuração, embora o crime esteja perto de completar três meses.

Enquanto aguarda a primeira parcela da pensão por morte – prometida para o início do fevereiro –, a mulher e as  filhas de Rocha (uma de sete e outra de 15 anos) sobrevivem com a vaquinha mensal feita por 37 policiais e por 10 meses de salários prometidos pelo dono de uma empresa para a qual Rocha fazia segurança em seus dias de folga.

Uma semana antes de ser atingido por três tiros na cabeça, Rocha havia recebido a Láurea de Mérito Pessoal em 1º Grau, prêmio que seria entregue em uma solenidade no início de novembro.

Os ataques

A onda de ataques contra PMs começou oficialmente em maio, quando três policiais da Rota trocaram tiros com membros do PCC em um lava-rápido na Penha, zona leste da cidade. De acordo com investigações da polícia, foi o saldo de seis integrantes mortos na ocasião que motivou o PCC a revidar: a meta seria matar dois PMs para cada bandido executado.

A liberdade de imprensa ainda incomoda até membros do Poder Judiciário 34

 Juízes censuram e afrontam Constituição

27 Jan 2013

Nos últimos cinco anos, foram 57 casos, segundo ANJ; fórum reunirá especialistas para discutir a questão

Carolina Brígido

Apesar de a Constituição garantir o direito à livre expressão e ter abolido a censura, casos de restrições à imprensa têm ocorrido com o aval de setores do Judiciário. Levantamento da Associação Nacional de Jornais (ANJ) mostra que, em 2012, onze decisões judiciais determinaram censura à imprensa. Outros 14 casos foram registrados em 2011; 16, em 2010; dez, em 2009; e seis, em 2008.

Atento à questão, o ex-ministro e ex-presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) Carlos Ayres Britto criou, em novembro do ano passado, o Fórum Nacional do Poder Judiciário e Liberdade de Imprensa no Conselho Nacional de Justiça (CNJ), órgão que também presidia na ocasião. Apesar de não ter poderes para impedir a censura judicial, o grupo vai monitorar casos e discutir o assunto. Ainda não há data prevista para o início das atividades do fórum. Mas sabe-se que a ANJ terá assento. O diretor-executivo da ANJ, Ricardo Pedreira, considera absurdo um juiz determinar censura prévia à imprensa:

– A censura judicial acontece em flagrante desrespeito à Constituição. Infelizmente, é um fato que vem ocorrendo com uma frequência preocupante, em geral, por parte de juízes de primeira instância, indo contra a própria decisão do STF (que revogou a Lei de Imprensa em 2009). Naquele caso, ficou muito claro que não cabe absolutamente, da parte de quem quer que seja, censura prévia. A gente espera que os juízes de instâncias inferiores passem a entender a importância da decisão do Supremo. É um absurdo que isso aconteça porque a Constituição é muito clara – protesta Pedreira.

Para ele, iniciativas como o fórum contribuem para mudar a mentalidade dos juízes. Pedreira ressalta que o evento não terá o poder de mudar as decisões judiciais, mas que a discussão do tema pode esclarecer a magistratura:

– Qualquer iniciativa que vise divulgar os princípios da liberdade de imprensa e da liberdade de expressão, nos termos da nossa Constituição, é muito bem-vinda. Não basta uma decisão do Supremo para as coisas acontecerem de forma efetiva. Um debate desse tema no Judiciário é bastante positivo. A gente não imagina que o CNJ vá determinar as sentenças dos juízes porque não há esse poder: os juízes têm sua autonomia. O que a gente espera é um debate de alto nível, em que se possa deixar clara essa questão dentro do Judiciário – afirma.

Para Ayres Britto, problema tende a diminuir

Ayres Britto acredita que esse tipo de decisão judicial se tornará raro com o tempo:

– Isso tende a diminuir consideravelmente, na medida em que a decisão do Supremo e a própria compreensão do texto constitucional se tornem mais conhecidas. Isso é um problema cultural. A liberdade de imprensa ainda incomoda e há setores do Poder Judiciário, felizmente minoritários, refratários à plenitude com que a Constituição aquinhoou a liberdade de imprensa para o mais desembaraçado trânsito das informações, das ideias e das expressões artística, científica, intelectual e comunicacional – explica.

O ex-presidente do STF também frisa que o fórum não poderá reprimir juízes:

– O fórum não é de monitoramento das decisões judiciais porque nenhum juiz pode ser patrulhado. É um fórum de acompanhamento de decisões para ver até que ponto elas são compatíveis com o espírito da decisão do STF. A intenção é fazer congressos, seminários e estimular a discussão do tema nas escolas de magistrados.

Ayres Britto aprovou a criação do fórum em 13 de novembro, na última semana antes de se aposentar como ministro do STF. Ele presidia a Corte e o CNJ. O fórum vai organizar um banco de dados que permitirá identificar casos em que jornalistas são punidos pela Justiça. Será presidido por um conselheiro do CNJ e integrado por dois conselheiros e um juiz auxiliar do CNJ, um representante da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), um representante da ANJ, um da Associação Brasileira das Emissoras de Rádio e Televisão (Abert), um da Associação Brasileira de Imprensa (ABI) e dois magistrados, sendo um estadual e um federal.

 O GLOBO

Na PM parece nem haver regras em respeito a vida e segurança dos seus soldados…( Quem tem que correr atrás de suspeito são as ondas do rádio ) 39

27/01/2013-05h23

PM morre após capotar carro durante perseguição na Grande SP

MARTHA ALVES DE SÃO PAULO

Um sargento da Força Tática da Polícia Militar morreu em um acidente durante perseguição policial a suspeitos, no Jardim Cumbica, em Guarulhos, Grande São Paulo, por volta das 3h deste domingo. Outros dois policiais e um suspeito ficaram feridos.

Os militares suspeitaram de dois jovens em uma moto e deram ordem de parar. Eles não obedeceram e teve início uma perseguição que terminou em acidente na rua Sena Madureira.

Um PM perdeu o controle da direção ao passar por um declive na rua, capotou o carro e bateu contra um poste. Um dos jovens que estava na moto caiu.

Os policiais e o suspeito foram levados pelo resgate dos bombeiros ao hospital Pimentas Bonsucesso, onde o sargento morreu.

Segundo a PM, os dois suspeitos fugiram porque o motociclista é adolescente e não tem carteira de habilitação. Os dois foram levados ao 4º Distrito Policial de Guarulhos.

__________________________________

A “filosofia” de terceiro mundo da PM continua mandando que viaturas saiam em desabalada carreira atrás de quaisquer “suspeitos”.

É caçada ?

Quando chegam a distância de tiro: é a bala que sai atrás do fujão!

E ainda somos obrigados a ler e ouvir que o órgão e compromissado com a vida e com os direitos humanos…

De quem? 

Morre o Dr. Robson Lorencetti Ernesto , delegado titular da Dise de Sorocaba…Enterro está marcado para as 9h deste domingo (27) 38

Do G1 Sorocaba e Jundiaí

Robson Lourencetti Ernesto (Foto: Reprodução/TV Tem)Lorencetti trabalhou como assistente no Deinter-7
Foto: Reprodução/TV Tem)

Morreu na manhã deste sábado (26), em Sorocaba (SP), o delegado Robson Lorencetti Ernesto. Segundo familiares, Lorencetti, que tinha 44 anos, teve um infarto fulminante quando estava em casa.

Lorencetti foi delegado em São Roque, trabalhou como assistente no Deinter-7 e comandou o 8º DP antes de assumir, no último dia 14, a titularidade da Delegacia de Investigações sobre Entorpecentes (Dise) da cidade.

“Estamos chocados. Ele era um grande homem, um grande policial. Sempre jogávamos bola juntos, era aparentemente muito saudável. Foi uma perda enorme, não só para a familia dele, mas também para a cidade”, lamentou o delegado Alexandre Banietti.

Lorencetti era casado e tinha dois filhos. O velório está marcado para as 19h, na Ofebas. O enterro será às 9h deste domingo (27), no Cemitério da Saudade.

Vinganças entre PCC e PM causam aumento de cerca de 40% no número de casos de homicídio no Estado 16

Homicídio sobe 34% na capital em 2012 e reverte tendência de queda de 11 anos

26 Jan 2013

Bruno Ribeiro; Daniel Tríelli e Tiago Dantas

O ano passado terminou com um aumento de 34,3% no número de casos de homicídio na capital paulista em relação ao ano anterior, revertendo uma tendência de queda verificada pelo menos desde 2001 -dado mais antigo divulgado pelo governo. O total de casos cresceu de 1.019, em 2011, para 1.368, em 2012 – e a cidade voltou aos patamares de violência de seis anos atrás. No Estado, também houve aumento de 15% – o que não ocorria desde 2009.

O resultado negativo ocorreu em um ano marcado pela guerra não declarada entre policiais militares e integrantes da facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC). A escalada de violência derrubou, em novembro, o secretário estadual da Segurança Pública, Antonio Ferreira Pinto, que foi substituído pelo ex-procurador-geral de Justiça Fernando Grella Vieira.

A troca, no entanto, ainda não resultou em redução significativa nas mortes. Na comparação de dezembro (primeiro mês completo com Vieira no comando da segurança pública) com o mesmo mês de 2011, verifica-se um aumento de 62,5% (de 96 para 156) no número de casos de homicídios dolosos (com intenção de matar).

A velocidade do crescimento do número de mortes em São Paulo se intensificou a partir de setembro. O terceiro trimestre de 2012 teve 66% mais casos de homicídio do que o mesmo período de 2011. Embora todos os trimestres do ano tenham sido mais violentos do que os de 2011, no primeiro trimestre esse crescimento havia sido de apenas 14,7%, segundo dados divulgados ontem pelo governo.

Levando em conta o número de pessoas mortas, o ano passado terminou com 1.497 pessoas assassinadas na capital, contra 1.069 em 2011, um aumento de 40%. No Estado (incluindo as cidades da Grande São Paulo), o aumento porcentual foi menor, de 18%, mas significou 803 mais mortos (de 4.403 para 5.206 pessoas). Muitos dos assassinatos registrados no ano passado foram chacinas – ocorrências policiais que terminam com pelo menos três homicídios.

Silêncio. Apesar da piora das estatísticas, nem o comandante-geral da Polícia Militar, Benedito Roberto Meira, nem o delegado-geral, Luiz Maurício Blazeck, quiseram ontem comentá-las. A Secretaria de Estado da Segurança Pública fez questão de reforçar, no entanto, que, na média, o Estado de São Paulo ainda mantém a menor taxa de homicídios do País: são 11,5 assassinatos para cada grupo de 100 mil habitantes. Em Santa Catarina, a média é 11,8; em Minas Gerais, de 18,8; no Rio de Janeiro, de 24,5. O levantamento feito pela secretaria leva em conta uma projeção para 2012, já que nem todos os Estados divulgaram dados oficiais até dezembro.

 ESTADÃO.COM.BR