DECAP: dia e noite nunca mais! 57

Venho através deste Blog ( o único canal para policiais civis de SP, e mais lido que diario oficial) me manifestar contra a destruição do plano que no momento esta sendo utilizado no Decap.

Depois finalmente de anos em que o Decap se encontrava jogado as traças com um monte policiais insatisfeitos, alguém criou um plano com 5 horarios diferentes para os policiais escolherem.

Note: vc tem 5 HORARIOS diferentes pra escolher….se vc não se encaixa eu nenhum…com todo respeito: vai tomar no seu cu.

Agora a nova gestão já fala em retornar para o miserável e destruidor horario antigo de 5 equipes (que logicamente com a falta de funcionarios será de 4 equipes)

Note: essa escala antiga de 5 equipes vigorou no Decap por 15 anos e o que nós tínhamos? o pior departamento da policia disparado…

muita incongruencia voltar ao passado humilhante e ridiculo da policia civil.

Espero que o Decap não volte para tras com tudo. Quem defende essa antiga escala são sempre os mesmos: policiais vagabundos que mal sabem ligar um computador…..querem fazer correria com a chefia de dia e durmir a noite no plantao seguinte.

estou mentindo?

Que algum iluminado jamais deixe essa idéia vingar…..policial ou trabalha de noite ou de dia.

pergunta pros mikes como eles estão nesse horario de corno dia e noite……tão tudo se fudendo…..e ninguém ta mais patrulhando porra nenhuma….primeira “desinteligencia” que eles arrumam na rua levam pra delegacia para um durmir na vtr e o outro apresentar….e vão revezando….

patrulhamento?….nem fudendo…..não se ve mais pm na rua a noite.

muito por conta desse novo horario….que agora querem fuder os policiais civis.

haja incompetencia

O delegado Marcus Vinícius Porcionato é baleado após ser identificado como policial em assalto 32

SP: delegado é baleado após ser identificado como policial em assalto

Um delegado da Polícia Civil foi baleado na noite dessa quarta-feira durante uma tentativa de assalto na zona sul de São Paulo. O delegado foi abordado por dois suspeitos em uma moto e rendido quando saía de casa, em um carro importado, na vila Nova Caledônia, na região da Cidade Ademar, de acordo com informações da rádio CBN.

 

Uma testemunha afirmou que a vítima, Marcus Vinícius Porcionato, foi baleada depois que ficaram sabendo se tratar de um policial. Os vizinhos ouviram pelo menos sete disparos – dois deles acertaram o delegado, que trabalha no 4º DP de Diadema, na região metropolitana da capital paulista. Os criminosos fugiram com a pistola do policial. O policial foi internado em um hospital e seu estado de saúde não foi divulgado.

Papa argentino segundo um argentino: Qualquer membro da Igreja Católica argentina é nefasto, mancomunado com o Estado, com militares e apoiadores da tortura 20

“Não posso falar muito sem conhecer o perfil dele, mas pode colocar que é um puta mau gosto. Qualquer membro da Igreja Católica argentina é nefasto, mancomunado com o Estado, com militares e apoiadores da tortura. A única virtude de termos um papa argentino é que ele come carne.”

HECTOR BABENCO, cineasta argentino radicado no Brasil

Concurso para prostitutas da Polícia Civil da Bahia 26

14/03/2013-04h00

Edital de concurso da polícia na Bahia exige comprovante de virgindade

DE SALVADOR

Um edital da Polícia Civil da Bahia que exige a comprovação de virgindade para candidatas a delegada, escrivã e investigadora causou polêmica e virou alvo de protesto no Estado.

A seção baiana da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) divulgou uma nota de repúdio nesta quarta-feira (13) contra o edital.

O motivo é um item do edital que libera mulheres “com hímen integro” de passar por “avaliação ginecológica detalhada, contendo os exames de colposcopia, citologia e microflora”.

Para isso, porém, as postulantes terão de comprovar serem virgens por meio de de atestado médico, com assinatura, carimbo e registro profissional do médico em questão.

A OAB contesta a exigência. “Exigir que as mulheres se submetam a tamanho constrangimento é, no mínimo, discriminatório, uma vez que não tem qualquer relação com as atribuições do cargo, além de tornar mais oneroso o concurso para as candidatas do gênero feminino”, diz o texto da Comissão de Proteção aos Direitos da Mulher da entidade.

A nota ainda fala em violação ao chamado princípio da dignidade da pessoa humana, previsto pela Constituição brasileira, e à “intimidade, vida privada, honra e imagem”.

Procurada pela Folha, a Secretaria de Administração baiana disse que a situação é recorrente em “vários concursos públicos realizados no país”. E que “não se configura uma cláusula restritiva, mas sim uma alternativa para as mulheres que, porventura, queiram se recusar a realizar os exames citados no edital”.

O certame dará 600 vagas, com salários de R$ 1.558,89 a R$ 9.155,28. As primeiras provas, com questões objetivas e discursivas, estão marcadas para 7 de abril.

Relatório aponta SP e MS como líderes em violação à liberdade de expressão 5

Enviado em 14/03/2013 as 1:02 – DESCOBRIRAM A DITADURA

FOLHA DE SÃO PAULO

Estudo divulgado pela ONG internacional Artigo 19 aponta São Paulo e Mato Grosso do Sul como os Estados que mais registraram casos de violações à liberdade de expressão em 2012.

A publicação “Graves violações à liberdade de expressão de jornalistas e defensores dos direitos humanos” de 2012 traz o resultado das investigações realizadas pela Artigo 19 com relação aos crimes de homicídios, tentativas de assassinato, ameaças de morte, sequestros e desaparecimentos em todo o país.

Ao todo, a organização investigou 82 possíveis violações graves à liberdade de expressão, das quais apenas em 52 casos foi possível identificar a relação.

Destes, oito foram registrados em São Paulo e outros oito no Mato Grosso do Sul. O Maranhão, com sete ocorrências, aparece em seguida.

“Embora exista um imaginário de que a baixa institucionalização do Estado nas áreas mais remotas do país seria a causa das graves violações à liberdade de expressão, em 2012 nota-se o fenômeno contrário”, diz o relatório.

O estudo conclui que o Estado (seja na figura de um político, agente público ou da polícia) reage violentamente contra as denúncias que são divulgadas, publicadas, registradas ou discursadas –principalmente na internet.

“Com relação aos mandantes, nota-se um grande número de casos envolvendo o Estado seja na figura da polícia, dos políticos e agentes públicos. Do lado da organização da civil e privada, nota-se a atuação do crime organizado, dos produtores rurais/extrativistas e empresários.”

Em grande parte dos Estados do Nordeste não houve ocorrências registradas: Bahia, Sergipe, Alagoas, Pernambuco e Ceará.

A ONG também chama a atenção para um grande número de crimes em cidades pequenas, com menos de 100 mil habitantes. “Locais onde há mais proximidade entre Estado e população.”

Em relação ao tipo de violação, os homicídios representaram 30% das graves violações de 2012, tentativas de assassinato 15%, ameaças de morte 51% e sequestros e desaparecimentos apenas 4%.

“No Brasil e em outros países da América do Sul, jornalistas, radialistas, editores, defensores dos direitos humanos, ativistas ambientais ou sociais, lideranças rurais e blogueiros estão sendo mortos e constantemente intimidados. Eles são assassinados ou ameaçados, porque têm um ponto de vista específico sobre os assuntos públicos, porque têm uma opinião, fazem denúncias e defendem seus juízos de valores.”

INTERNET

Uma das conclusões do relatório da Artigo 19 diz respeito ao crescimento de casos de ameaças relacionados à internet. Entre jornalistas, este tipo de caso representa quase a metade (40%).

Segundo o estudo, conteúdos publicados em blogs pessoas, mídias sociais e sites tornam os jornalistas muito mais expostos.

“Tal fenômeno contradiz a aparente liberdade de expressão total na rede que muitos defendem como existente no Brasil. Também demonstra que os desafios da liberdade de expressão online não são somente virtuais e nem apenas legislativos.”

Dolo eventual em crime de trânsito é chute pra arquibancada 28

13/03/2013-03h20

Motorista não tentou assassinar ciclista que perdeu braço, diz juiz

DE SÃO PAULO

O juiz da 1ª Vara do Júri da capital, Alberto Anderson Filho, afirmou ontem que o estudante Alex Siwek, 21, não deve responder pelo crime de tentativa de homicídio por estar dirigindo sob influência de álcool quando atingiu o ciclista David Santos Souza. O jovem perdeu o braço no acidente.

Para o magistrado, que deu a primeira manifestação judicial sobre o caso, não está correta a interpretação da polícia e do Ministério Público de que houve “dolo eventual”, ou seja, que o rapaz assumiu o risco de matar quando decidiu dirigir embriagado.

Segundo ele, não é possível utilizar o dolo eventual para atribuir ao acusado o crime de tentativa de homicídio. “Se o caso fosse de homicídio consumado, seria perfeitamente possível o dolo eventual. Mas o dolo eventual é incompatível com a tentativa”, diz trecho da decisão.

E continua: “Raciocinar de forma diversa levaria ao banco dos réus em plenário do júri todos os que estivessem dirigindo sob efeito de álcool e de forma temerária, pois, em tese, estariam assumindo o risco de matar alguém. É claro que tal raciocínio consistiria em evidente sofisma”.

O magistrado manifestou-se sobre o assunto ao receber o pedido de liberdade provisório da defesa. Anderson Filho nem analisou o mérito do pedido apontando a incompetência do tribunal do júri. Para ele, não se trata de uma tentativa de homicídio, mas, sim, de uma lesão corporal.

Embora haja a possibilidade de essa decisão ser revertida por ordem do Tribunal Justiça, a tendência é que ela prevaleça por ser uma corrente mais adotada pelos tribunais: de que não há dolo eventual em crime tentado.

A intervenção do TJ só pode ocorrer, entretanto, se o juiz comum (para quem irá o caso) manifestar opinião contrária e também se declarar incompetente. Isso só deverá ocorrer, porém, na apresentação da denúncia pelo Ministério Público, ainda sem data prevista para ocorrer.

Para o advogado Pablo Naves Testoni, um dos defensores de Siwek, a decisão do juiz não favorece seu cliente porque as penas por lesão corporal de natureza gravíssima podem ser até mais duras do que as previstas para tentativa de homicídio.

“Não há que falar em favorecimento. Há que se falar em aplicação correta da lei.”

Editoria de arte/Folhapress


Procurador-geral afirma que bancos atrasam investigações 6

FOLHA S. PAULO

13 Mar 2013

Declaração ocorre um dia após presidente do STF criticar instituições financeiras

‘Todo o sistema bancário precisa de ajuste’, diz Gurgel ao se queixar de lentidão no fornecimento de dados

DE BRASÍLIA

Depois das críticas do presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), Joaquim Barbosa, ontem foi a vez de o procurador-geral da República, Roberto Gurgel, acusar as instituições financeiras de “atrasar” investigações do Ministério Público, dificultando o acesso a dados não só de operações suspeitas de lavagem, mas de outros casos penais.

“Sempre que precisamos das informações bancárias, existe sim leniência das instituições financeiras no sentido de fornecer os dados. Normalmente, o atendimento é lento, precário. São necessárias três, quatro diligências complementares até que as informações cheguem como deveriam ter sido fornecidas no primeiro momento.”

E afirmou: “Acho que todo o sistema bancário precisa de ajuste”. Gurgel falou na saída de um seminário promovido pelo CNJ (Conselho Nacional de Justiça) sobre lavagem de dinheiro.

No mesmo evento, anteontem, Barbosa, do STF, havia dito que os bancos fazem um “controle leniente” de movimentações financeiras suspeitas, dificultado o combate à lavagem de dinheiro.

A Febraban, a federação dos bancos, como havia feito em relação a Barbosa, não comentou a fala de Gurgel.

Segundo o procurador-geral, essa deficiência das instituições financeiras deve ser provocada pelo próprio sistema, mas é preciso trabalhar o aperfeiçoamento.

“Os bancos precisam aprimorar esse entendimento para que não sejam vistos eventualmente como coniventes com esse tipo de crime.”

Para chegar a informações bancárias, o Ministério Público Federal requisita dados ao Banco Central, que repassa os pedidos às instituições. Gurgel cobrou uma atuação mais eficiente do BC para melhorar a fiscalização e as medidas de cooperação.

“É algo que depende do BC, que tem sido rigoroso e deve ser cada vez mais rigoroso ao cobrar das instituições bancárias o atendimento dessas informações, porque, afinal, não estão fazendo favor, estão cumprindo a lei.”

Gurgel citou o que chamou de casos preocupantes, como o do Banco Rural no mensalão. O STF concluiu no julgamento que o Rural concedeu empréstimos e permitiu que o dinheiro do esquema fosse distribuído em suas agências sem a identificação dos verdadeiros destinatários.

Para Gurgel, casos como esse reforçam a necessidade de aperfeiçoar as instituições financeiras.

(MÁRCIO FALCÃO)

Delegados da PF consideram que procurador-geral foi desrespeitoso 5

O GLOBO

13 Mar 2013

Gurgel atribuiu à investigação do MP êxito da ação do mensalão

BRASÍLIA A Associação Nacional dos Delegados de Polícia Federal (ADPF) contestou ontem a afirmação do procurador-geral da República, Roberto Gurgel, de que se o Ministério Público Federal não tivesse feito investigações a ação penal do mensalão não teria acontecido. A entidade argumenta que a manifestação é “desrespeitosa com os policiais federais, ministros do Supremo Tribunal Federal, jornalistas e a opinião pública”, pois ignora a contribuição de cada um para o desfecho do julgamento.

A associação afirma que “não se conhece trabalho do Ministério Público sem uma prévia e robusta investigação policial”. Para a ADPF, preocupa “a tentativa de convencimento” de que o MP estaria acima do bem e do mal. “Instituições são feitas de pessoas e os seres humanos são falhos”, diz a nota da entidade, ressaltando que o comando do MP é indicado pelo Poder Executivo.

A ADPF afirma ainda que o MPF não mostra “à sociedade sua capacidade de cortar na própria carne na punição dos desvios de conduta de seus próprios membros”.

PREFEITURA DE PRAIA GRANDE É BALCÃO DE NEGOCIATAS – O Promotor Cássio Conserino desbarata mais uma negociação fraudulenta do PSDB de Praia Grande 22

 

O jornal da Record de hoje denunciou uma fraude milionária que arrancou 9 milhões de reais dos cofres da prefeitura de Pria Grande – SP. Segundo a reportagem, uma área de proteção ambiental foi entregue para a prefeitura, um terreno que custou 9 milhões, só que a procuração que corretor tinha era totalmente falsa!

SBT Brasil denuncia venda de senhas do INFOSEG 34

O SBT Brasil descobriu, com exclusividade, o esquema de venda de senhas do INFOSEG, o maior banco de dados de Segurança Pública do país. A ferramenta possui informações de milhões de brasileiros, inclusive dos que já estõa mortos, e é usada pela polícia para combater um crime. No entanto, em contato com um Cracker, como é chamado um criminoso de internet, a equipe do jornal teve acesso a como é feita a violação do serviço,.

Após a liberação do computador, o cracker, que está na Bahia, invade o sistema do Ministério da Justiça e, ao fornecer o CPF e uma senha de algum policial, o INFOSEG é aberto. Sob o pagamento de R$ 2 mil, o comprador do serviço tem acesso às informações de milhares de pessoas durante 30 dias.

De acordo com um hacker, como é conhecido um justiceiro de internet, os maiores compradores das senhas do banco de dados são criminosos que querem fraudar documentos, placas de carros ou aplicar golpes a parte de informações adquiridas no sistema.


Não Perca! Hoje, o SBT Brasil mostrará quem é a dona da senha vendida e o dono da conta corrente que ganha dinheiro com a fraude.

Será que o jornalista do Estadão, além de porco e palhaço é COVARDE ? 32

“Vá chafurdar no lixo”,  disse o presidente do Supremo

Por Vladimir Passos de  Freitas

No último dia 5 de  março, ao deixar uma sessão no CNJ, o ministro Joaquim Barbosa, que preside  aquele órgão e o Supremo Tribunal Federal, foi abordado por um repórter do  jornal O Estado de S.  Paulo que lhe perguntou: “Presidente, como o senhor está vendo…”.

A indagação,  que não chegou ao final, desejava saber a opinião do Presidente sobre a nota das três principais associações de  magistrados (AMB, Ajufe e Anamatra), criticando entrevista de Joaquim Barbosa,  que atribuiu aos juízes brasileiros terem mentalidade “mais conservadora,  pró status quo, pela  impunidade”.

Ao ser  inquirido, o presidente do STF, segundo a imprensa, teria respondido  não estar vendo nada e, diante da insistência do jornalista, teria afirmado: “Me  deixa em paz, rapaz. Vá chafurdar no lixo como você faz sempre” , além de tê-lo  chamado de palhaço.

Pouco depois, por  meio da assessoria, o chefe do Poder Judiciário teria pedido desculpas,  justificando sua conduta por estar cansado e com dores nas costas. Como é do  conhecimento geral, Joaquim Barbosa tem sérios problemas de  coluna.

Quem conhece as  sessões do CNJ sabe que elas são extremamente cansativas. Discutem-se   horas seguidas os temas mais complexos da magistratura. Muitas vezes,  intrincados processos administrativos, com centenas de arquivos. Sim, arquivos  eletrônicos, chamados de eventos,  pois os processos não são de  papel.

Portanto, é normal  que o presidente, ao fim do dia, estivesse exausto, ainda mais com dores no  corpo. Mas daí a aceitar tal fato como justificativa para a frase dirigida ao  jornalista, vai uma distância considerável.

Chafurda é  chiqueiro, lamaçal. Chafurdar é revolver-se na chafurda (Dicionário  Folha/Aurélio, p.143). Portanto, ao repórter atribuiu-se entrar e  revolver-se em um chiqueiro, agir como um porco à moda antiga, já que agora eles  são criados com todos os requisitos de higiene.

Seria esta a  linguagem adequada ao magistrado supremo?

O ministro Joaquim  Barbosa, por força de sua atuação como relator no “caso Mensalão”, atraiu a  atenção de toda a população brasileira. É, sem dúvida, o magistrado mais popular  do Brasil. Identificado nos locais onde transita, tem o apoio e a admiração da  sociedade brasileira.

Na referida Ação  Penal, que é a mais famosa do Brasil, não se  limitou a ser um juiz severo.  Foi além. Lutou por seus pontos de vista, saiu da posição cômoda dos argumentos  técnicos para entrar em discussões sobre a realidade social, penas, prisões e  outros temas. Foi vencedor na maioria das teses e a população passou a vê-lo  como uma pessoa idealista, lutadora, incorruptível.

É bom ser visto  desta forma. Com certeza, o ministro sente orgulho de suas posições. A questão é  saber se isto lhe dá uma capa de proteção absoluta, uma blindagem,  permitindo-lhe que diga ou faça o que lhe vem à mente.

Dos magistrados,  exigem-se todas as virtudes. Entre elas, segundo E. Moura Bittencourt, “a  brandura de trato de par com a energia de atitudes” (O Juiz, Eud, p.  30). Sidnei Beneti lembra que “O juiz não pode gritar com ninguém” e que “… se  o juiz perder a calma, ninguém mais a controlará”(Da conduta do juiz,  Saraiva, p. 28).

O Código de Ética  do CNJ dispõe no artigo 22 que: “O magistrado tem o dever de cortesia para com  os colegas, os membros do Ministério Público, os advogados, os servidores, as  partes, as testemunhas e todos quantos se relacionem com a administração da  Justiça.” Portanto, jornalistas, nas suas atividades ligadas ao Judiciário, têm  o direito de serem tratados com cortesia.

É verdade que os  ministros do STF não estão sujeitos à ação do CNJ nem ao seu Código de Ética.  Mas, por óbvio, suas regras auxiliam no estabelecimento de limites, de marcos,  separando fronteiras entre o aceitado e o proibido.

Mas será  fácil  o relacionamento juiz/mídia? Não, por certo.

O professor Hernán  F.L. Blanco, da Universidade de Bogotá, Colômbia, registra que “Es notória  la presión frente a determinados casos judiciales ejercida pela prensa, radio y  televisión” (El juez y La magistratura, Rubinzal-Culzoni, p. 207).  Portanto, lá como cá existe uma zona de tensão entre a mídia e o Judiciário, que  se pautam por regras de conduta divergentes (rapidez versus prudência).

Por tal motivo, os  tribunais atualmente, ao aprovarem novos juízes, promovem cursos de preparação  ao exercício da magistratura, neles introduzindo aulas de relações com a  mídia. 

Quando um juiz  supremo (leia-se do STF) envolve-se em situações como a analisada neste artigo,  entra em uma zona de risco adversa. Primeiro, seu elevado cargo não recomenda  que se atrite com terceiros. Mas, se isto ocorrer, sujeita-se a sofrer ações  judiciais que vão tirar-lhe a paz de espírito por longo tempo. Afinal, vivemos  em uma democracia plena.

Na frase “chafurdar  no lixo” está uma depreciação da pessoa do jornalista, qual seja, atribuir-lhe a  condição de porco, que no mundo animal não é das mais admiradas. Aí pode  sobrevir queixa-crime perante o STF por crime de injúria, previsto no artigo 140  do Código Penal, punido de um a seis meses, ou multa.

Do ponto de vista  civil, uma ofensa pública pode ensejar ação de indenização por danos morais, com  base no artigo 5º, V, da Constituição e artigo 186 do Código Civil. E esta ação,  se tiver valor até 40 salários-mínimos (R$ 27.120,00), pode ser proposta no  Juizado Especial do domicílio da vítima, na forma do artigo 4º, inciso III da  Lei 9.099/85, obrigando o agente político a nele comparecer e  defender-se.

Tais riscos, em  nada agradáveis, não só recomendam como impõem cautela aos agentes políticos nas  suas manifestações.  No caso concreto, o oportuno pedido de desculpas  tornou remota estas possibilidades.

Evidentemente, não  se nega aos detentores dos cargos de cúpula o direito de sentirem-se cansados,  exauridos. Porém, nega-se-lhes, sim, o direito de tratar aos que os procuram com  desatenção, ironia ou agressividade. E eventuais problemas pessoais que estejam  vivendo, por mais graves que sejam, não lhes dão justificativa para a quebra da  regra de cortesia.

Dos ministros do  STF a população espera imparcialidade, serenidade, vida exemplar, pois suas  ações no mundo digital em que vivemos são acompanhadas pela população e geram  reflexos na conduta do toda a magistratura nacional, atualmente com mais de 16  mil juízes.

Sintetizando,  sempre é oportuno lembrar o exemplo da ministra Ellen Northfleet que, com sua  postura sempre elegante e conduta coerente, dignificou a magistratura suprema.

Vladimir Passos de  Freitas é desembargador federal aposentado do  TRF 4ª Região, onde foi presidente, e professor doutor de Direito Ambiental da  PUC-PR.

Revista Consultor Jurídico, 10  de março de 2013

Violência Doméstica – Drama da vida privada 35

 CORREIO BRAZILIENSE

Drama da vida privada

10 Mar 2013

POR OLÍVIA MEIRELES

Quando um homem mata a mulher/namorada/ex-companheira, é comum ouvir nos relatos dos parentes que eles nunca imaginaram que isso pudesse acontecer , que foi uma surpresa. Até que um vizinho resolve falar: “Tinha muita gritaria à noite. Volta e meia, acordávamos assustados ” . Nos registros da polícia, alguns boletins de ocorrência descrevem ameaças, injúrias e difamações, mas a denunciante nunca aceitou as medidas protetoras. Não quis ser encaminhada para um abrigo . Avaliou que não corria risco de morte . As ameaças eram vazias. Só foi à delegacia para assustá-lo . Logo depois, uma amiga mais próxima conta que ele a obrigava a manter relações sexuais mesmo sem a sua vontade. Ela sentia que era o seu dever como mulher. Aí, descobrem que ele já tinha rasgado as suas roupas e quebrado o seu computador quando estava mais nervoso. Tinha ciúmes além do normal. Ele a seguia no trabalho , ligava diversas vezes por dia e envolvia amigos, parentes e familiares nas brigas do casal. “Mas isso é coisa de homem apaixonado . Ele nunca encostou um dedo nela ” , diziam. Os sinais estavam ali. Só que ninguém somou os acontecimentos. A mulher nunca quis relatá-los com detalhes para ninguém. Uma ou outra pessoa sabia alguma coisa, mas não muito a fundo . A vítima ficava constrangida de contar a violência psicológica e mo-r al que sofria e também queria protegê-lo .

Pois, como se costuma ouvir: “Nos momentos em que ele não estava agressivo , era bastante carinhoso . Além disso , nunca tinha batido nela. Um tapa ou um empurrão eventualmente, mas nada muito grave ou que tirasse sangue. Ele não a cortou com faca ou tentou sufocá-la com o fio de telefone . Isso é coisa que só aparece no jornal” . Na percepção da mulher, o companheiro pode até parecer inofensivo, justificar que foi o calor da emoção, mas esse tipo de comportamento é um sinal claro de que essa história de amor pode acabar em tragédia. Os relatos estão aí estampados nas capas dos jornais. Na semana em que se co-memorou o Dia Internacional da Mulher , vimos uma jovem ser esfaqueada dentro de um shopping pelo ex-marido, uma outra ser enforcada por um fio de telefone pelo companheiro, e também acompanhamos, passo a passo , o julgamento do goleiro Bruno . Em 70,19% dos casos da violência doméstica contra a mulher, o agressor é o companheiro ou o cônjuge da vítima. Acrescentando os demais vínculos afetivos (ex-marido , namorado e ex-namorado), esse dado sobe para 89,17%. No Brasil, uma mulher é agredida a cada cinco minutos e, quase sempre, o crime acontece dentro da própria residência do casal.

Segundo estatísticas da Polícia Civil do Distrito Federal, um homem com características possessivas e violentas em até cinco anos está agredindo fisicamente a mulher. Outro dado alarmante: se em até um ano após o fim do relacionamento ele continuar perseguindo , ameaçando e procurando a ex-companheira de forma inadequada, o risco de ela ser assassinada cresce exponencialmente. Isso não é comportamento de homem apaixonado. É coisa de gente perigosa. São os sinais claros de um potencial assassino . É importante entender que ele não se tornou violento do dia para a noite. Desde o início da relação , apresentou comportamentos possessivos e enxergava a mulher como sua propriedade, e não como companheira. Ele começou dizendo quais roupas ela podia e não podia usar, quais comportamentos desaprovava e quais amizades queria que ela mantivesse. Depois, partiu para violência psicológica para diminuir a sua autoestima (chamá-la de burra, gorda e feia). Até que passou a agredi-la moralmente (vadia, puta, sem vergonha). Nesse momento, o relacionamento deixa de ser apenas complicado para se tornar um caso de polícia. “Terminar um relacionamento violento é o único jeito de acabar com esse tipo de abuso .

Mas é nesse processo de terminar que a maioria das mulheres é morta ” , escreve Gavin de Becker em seu livro The gift of fear (sem versão brasileira). De acordo com estudos da violência doméstica, a maioria dos crimes não acontece no calor de uma briga. O homem que mata, normalmente, to-ma a decisão de matar. O assassino planeja, persegue e ameaça a vítima. Ele pode ser “provocado” porque ela resolveu terminar a relação e ele não aceita. Ou após um longo período depois o fim do relacionamento, ele volta a procurá-la porque descobriu que ela arrumou um namorado novo. “O crime doméstico é o mais fácil de se prever . É um ciclo , que vai ficando cada vez mais violento. Mas, mesmo assim, as pessoas custam a acreditar que ele pode acontecer” , finaliza Gavin. Afinal, quem entende como um homem pode matar a própria mulher? Mas, acredite, esse cri-me tem um padrão, personagens fixos, um ciclo e até uma solução.

João Alkimin: A PRÓXIMA VÍTIMA 81

A PRÓXIMA VÍTIMA

Já tem nome e sobrenome. O nome Antonio Carlos, o sobrenome Campos Machado.
Qual seu crime, extremamente grave, tenta fazer valer o que esta escrito na Constituição, que ao Ministério Publico cabe o papel de fiscal da lei e de acusação. Sua Excelência tenta restringir os poderes de investigação do Ministério Público, em boa hora, pois já na se suporta mais a ousadia de alguns integrantes da instituição que tentam de todas as maneiras investigar.
Mas quem acha que o Ministério Público somente agora descobriu sua vocação para investigação engana-se redondamente, nos anos de chumbo ainda nos idos de 1964 foi criada uma organização paramilitar denominada CGI ou seja Comissão Geral de Inquéritos que tinha como função principal fustigar, perseguir e atormentar aqueles que segundo a visão dos vencedores poderiam criar problemas a revolução e quem integrava essas famigeradas comissões. Ora senhores leitores, Promotores Públicos dentre os quais o Promotor Italo Bustamante Paulucci, e Marcelo Fortes Barbosa, dentre inúmeros outros, portanto essa vocação vem de longa data, bem como o acobertamento e a covardia de alguns, pois quando os promotores Hélio Bicudo, Barreto e Marino Júnior investigavam o Esquadrão da Morte, foram chamados pelo Procurador Geral Oscar Xavier de Freitas que os proibiu de continuarem a investigação dizendo inclusive que todos corriam perigo de vida.
O Procurador Italo Bustamante convida para um encontro o jornalista Percival de Souza que foi acompanhado do editor chefe do jornal Murilo Felisberto e a portas fechadas o Procurador insistia em tentar denegrir a honra e o trabalho do Promotor Hélio Bicudo.
Por tal motivo preocupa-me o que possam fazer ou tentar fazer com o Deputado Campos Machado que criou a PEC da Dignidade, realmente é necessário por-se um paradeiro no que faz o Ministério Público e também é necessário que se proíba promotores de falarem fora dos autos. Processo não se discute pela imprensa.
Se o Ministério Público deseja tanto o controle total da Polícia Civil deveria começar verificando as condições em que trabalham os Policiais Civis, suas escalas de plantão, o número de funcionários no plantão, os estado de abandono de Delegacias de Polícia, lutar  pela melhoria do salários e também se querem investigar quando uma equipe de Policiais entrar no plantão, um Promotor deveria entrar junto, acompanhar o atendimento a população, participar de campanas, passar a noite acordado decidindo juntamente com o Delegado se o furto de um bujão de gás é caso para flagrante, TC, um simples BO.
É muito fácil ” investigar” de dentro de um gabinete acarpetado, com ar condicionado, cafezinho e somente mandando ofícios com cotas. Dessa forma, até eu.
Se o Ministério Público quer prestar um serviço a sociedade requisite os processos em que foram demitidos os Delegados Conde Guerra e Frederico Miguel, dentre tantos outros, pois afinal não podemos nos esquecer que o caneta do demitido Ferreira Pinto era um Promotor, portanto o ato deveria ser revisto porque a meu sentir foi simplesmente perseguição pessoal e política.
Investigações feitas pelo Ministério Público que recebem o nome de PIC funcionam da seguinte maneira, as investigações são sigilosas, normalmente feitas por Policiais Militares a serviço do Ministério Público. A investigação transcorre durante o tempo que o Promotor desejar e sem controle do Poder Judiciário, podendo levar dias, semanas, meses ou anos. E um dia como certamente o investigado estará com seu telefone interceptado falará alguma coisa que poderá ser usada contra ele. Aí, tudo se torna público, inclusive “vazando” sem que ninguém saiba como para a imprensa. A partir desse momento, à honra, a dignidade e a carreira estão acabadas, porque certamente a Corregedoria Geral da Polícia Civil irá instaurar um Processo Administrativo e aí pobre do Policial, porque com ou sem motivo irá para rua e que anos depois quando for reintegrado, nada nem ninguém apagará a sua dor e sua revolta.
Portanto, apoio incondicionalmente a PEC do Deputado Campos Machado, mesmo sabendo que a partir de agora sem falsa modéstia acabei de entrar na alça de mira do Ministério Público e serei tachado por alguns de criminoso, de vagabundo de marginal , mas primeiro já me chamaram de coisas piores, depois é um preço muito baixo o que posso vir a pagar para viver em plenitude democrática, onde a Polícia Investiga,o Promotor denuncia, o Advogado defende e o Juiz decide. Essa é a regra do jogo e é o jogo que quero jogar, não aceito, não entendo e não admito que ninguém venha a ser denunciado por quem o investigou, porque certamente carreou para os autos somente o que interessa à acusação.
Aproveito para relembrar aos ilustres membros do Parquet o porque é MINIstério Público. Porque sua função é de fiscalizar a lei e não de ser dono da mesma. Pelo mesmo motivo existe a MAGISTRATURA, pois é quem decide, a quem cabe a última palavra e como já disse de certa feita o Eminente Ministro Anselmo Santiago “aonde o Poder Judiciário se manifestou, não cabe a ninguém mais se manifestar”.
Quero deixar claro que nada tenho contra a instituição Ministério Público, apenas não aceito como cidadão a ingerência do Ministério Púbico em todos os setores da sociedade, como se nós fossemos imbecis que necessitássemos sermos tutelados. 
Chegou a hora do Ministério Público parar de querer interpretar a Constituição de acordo com sua ótica e seus interesses, pois do contrário sob a ótica do Ministério Público todos devemos ir para cadeia, só sobrando os integrantes da instituição, esquecendo-se que Promotores também matam as próprias mulheres, atiram em pessoas na praia, atropelam bêbados e matam uma família, viajam para fazer cursos com dinheiro público e não fazem e é punido com um dia de suspensão.
João Alkimin

Nova entrevista com o D. J. P. – Dr. Fudêncio Paula Tejando…( Por que não vão encher o saco da Sabesp pra se unificar com a Eletropaulo ? ) 105

Enviado em 08/03/2013 as 13:39 – Dr. Fudêncio por Fubica

Dr Fudêncio Paula Tejando retorna aos estudios da Grobo pra falar ao Cesar Traira a primeira semana como D.”j”. P.

fudencioCAPÍTULO I

C- dr quero mais uma vez agradecer, ainda mais sabendo que o senhor teve uma semana atarefadíssima, trabalhando mais de 16hs por dia, recebendo varias autoridades e discutindo as novas mudanças, muito grato
fudencio-
olha césar vou lhe ser bem sincero, já pra gente se conhecer melhor, não gosto muito de “lambeção de saco”, sou delegado de polícia e não de pelucia, sou de catar vagabundo à unha,relato um inquérito como ninguém, não sou desses analfabetos jurídicos que curvam -se pra vcs. Ok!!! Meus dois primeiros dias lá na d”j”p foram mais pra sentir o ambiente, recebi amigos que me querem bem, cerca de uns dois ou tres, o resto … puta que o pariu quanto puxa-saco, cara que nunca v,i dando “tapinha” nas minhas costas; caso o governador me exonere já até sei o que vou fazer, vou abrir uma adega, como ganhei uísque. O pessoal mais do fundão do decap mandaram old eight, natu noblis… até estranhei pois o pessoal do dppx só uísque 18, 24….
C- o senhor já está com o projeto de reestrututração.
Fudencio-
sim e não, sim porque já tem um monte de “nego ” metido a entendido deixando um monte de proposta, cara que nunca saiu do “ar condicionado”… e não porque tudo que li é um monte de merda… quero ouvir o que os operacionais querem, sentar com o tira, escrivão, carcereiro, até mesmo ouvir os “gansos” . Cê não faz idéia da visão que os “gansos” e os” amigopols” tem , muitos deles entendem mais de polícia que o proprio” policia”.
C- mas na visão do senhor, quais carreiras devem continuar?
Fudencio – disso eu entendo!!!! Quando vc ainda estava no saco do seu pai eu já era “polícia”, ingressei como auxiliar de papi-, uns filhos da puta me zuavam, chamavam-me de “manicure de defunto”. Fui carcereiro,até que saia pra rua, dava cana, mas era foda! Não podia assinar relatório, dirigir, tomava “banho” dos tiras, arrumei varias corregedorias de graça, sem contar que ficava cherando peido de ladrão. Resolvi prestar pra escrivão ,carreira da qual tive muito orgulho, mas vi que não era porra nenhuma no dia em que durante uma correição o titular quis por no meu c…, ai disse pra ele que eu tinha” fé públic”a, o cara mandou eu enfiar minha fé pública no “rabo”, me ripou pra 200km de casa. Ai decidi que seria delegado. Hoje o correto é termos delegado, tira, escrivão , agentes operacionais e papiloscopistas
c- eo os recursos materiais? Há muitas queixas por parte dos policiais quanto às condições de trabalho. O senhor comprará novas armas e viaturas?
Fudencio- olha se alguém reclamar de viaturas tá desinformado,por hora não compro mais viatura caracterizada, acho que o que tem é o suficiente, a” colorida” é só na hora da cana, polícia investigativa não é pra se ver na rua é tudo no “sapatinho”.se for pra comprar arma ou compra glock ou não compra.
C- e as instalações das delegacias?
Percorri todo o prédio da d”j”p. Meu andar não tem problema nenhum, é coisa fina, mas o resto…sabe césar vou lhe ser sincero, nos dias de hoje o único prazer que o policial tem é cagar, e nem isso ele pode fazer direito, tamanha é a falta de “miquitório”s nas delegacias , porra já vi colegas usando “papel a4″ na falta de papel higiênico… outro fato é que comigo delegado não vai pedir pra chefe de tira sair por ai passando o chapéu pra reformar delegacia, teve uma época que os titulares se cagavam de medo de um diretor e pintavam tudo, trocavam lampadas, comigo é diferente ou o estado reforma ou cai tudo, se faltar papel ou tinta e eu souber que o escrivão comprou vai responder!!!, acabou esse negócio de mostrar para a administração que não “existem problemas”. Por exemplo o 47 dp (decap ) tá caindo , to vendo a hora daquela p… desmoronar na cabeça do “zé povinho’, ai vão querer botar no c..de alguém, o titular vai por no c… do seccional, esse no do diretor, no meu ninguém vai por nada, antes “uma tora no seu do que um fiapo no meu” .

C- como o senhor pretende ouvir as classes, vai marcar reuniões de trabalho
negativo, já conversei com meu chefe dos escrivães, pedi pra ele agendar 20 encontros mensais, quero conhecer cada delegacia, olhar no olho de cada policial.
C- mas vinte encontro mensais!!!!!!!!!
Fudêncio- césar o negócio é o seguinte, vai ser estilo correição, pra vc que não sabe o que é correição vou explicar: a cada seis meses o distrito passa por correição e no final tem aquele almoço, só fartura!! Ai é o dia que o polícia se sente poícia, vai numa churrascaria, pelo menos lá onde eu era seccional era assim, agente come, bebe, ta certo que no final uns ficam louco, dão tiro pro alto, mas é assim que a gente conhece as pessoas , pois ai ouve-se as verdades … é o mair barato, é delegado xingando o chefe dos tiras de ladrão, tira chamando escrivão de “veado”escrivão chamando a tiragem de vagabunda, meu é uma lavação de roupa-suja só…não existe forma melhor de ouvir os policiais…
c- então o senhor quer aproximar a tropa, o senhor é a favor da unificação com a pm ?
Fudêncio – césar vc cherou? Tropa é o c…, quem tem tropa é a pm, e nem me venha com essa estória de unificação, porque vcs repórteres não vão encher o saco da sabesp pra se unificar com a eletropaulo, porra vc não conhece a polícia civil, já pensou o nosso pessoal fazendo o preventivo?

Operação da civil é assim: junta aquele monte de” barca” ai fica uma atras da outra , todo mundo batendo cabeça, ai vão abordar alguém , é polícia que bate na traseira da vtr da frente, é outro que deixa a calibre doze disparar, meu é a maior zona, ai vcs fica falando em acabar com a pm e colocar a civil, meu na boa quem vai se f.. É apopulação, acha que o policial civil vai ficar no qap do rádio? Acha que ele vai sair da “boate”, deixar de tomar um “birinight” pra ir atender briga de casal?
C- dr as estatisticas mostram um aumento no número de homicídio, de quem é a responsabilidade por esse aumento?
Fudencio- primeiro que se a gente soubesse a responsabilidade prenderia o resposável, agora se vc me perguntar as causas isso é simples, a tv só mostra o que não presta, é big brod, e maiação, novelaiada …. Nas novelas ninguém trabalha e só leva vida boa, ai o “zé povinho” assiste e pensa que na vida real é igual , ai quer levar vida de bom vivant, quer cheirar pó, não tem dinheiro, o traficante mata, quer ficar roubando mercadinhos na quebrada vem os “fantasmas das motos” e mata, quer fazer fita nervosa vem a rota e mata…
c- quanto a população de bem que ta morrendo?
Fudencio- tá morrendo porque ainda não percebeu que o vagabundo não tem medo de mais nada, a única coisa que fazia vagabundo ter medo era saber que ou iria morrer ou iria pra cadeia e lá era pau todo dia, agora o vagabundo escolhe a cadeia que quer ir, sabe que ninguém “pendura”, sabe que tem um monte de benefício, porra as vezes é melhor o cara ficar preso uma temorada comendo e bebendo de graça e se especializando em outras modalidades criminosas.
C- mas o senhor não acha que essa nova safra de delegados e promotores podem melhorar a situação?
Fudêncio -p..q… que pariu!!!!!!!!! ( pausa… gargalhada do dr fudencio). César vc devaria trabalhar na “praça é nossa” vc é um fanfarrão. Na boa , deixa falar pra vc sou o unico d”j”p, que assumiu o cargo com uma “bronca “nas costas.
C- como assim dr!!! Bronca????
Fudêncio- pô cê não sabe o que é “bronca”,vcs são tão entendidos! Bronca é processo. Certo dia tô no meu gabinete na seccional e me entra um delegadozinho 5ªtinha, gel no cabelo, terninho risca de giz, “ray ban” , pistola no coldre tático e fumando” free menta”,porra fumei “minister” durante trinta anos o cara entra no meu gabinete fumando “free menta”!!! Nem bateu pra entrar, já fiquei p.. Da vida, o cara chegou falando que era filho de um vereador, que queria ir pra uma delegacia ou setor mais sossegado, pois iria prestar concurso pra promotor e não queria arrumar bronca nos plantões da vida, ahhh meu filho já levantei da cadeira, tava num daqueles dia que a porra do chefe dos tiras da seccional me deu um “banho”….
C- “banho” ???? Mas vcs tomam banho na delegacia?

CAPÍTULO II

Continue dr..
Fudêncio – isso não vem ao caso , não vou ficar dando luz pra cego. Ai levantei da cadeira e dei uma cabeçada no moleque, não é que o filho da mãe foi direto pra corregedoria; playboyzinho cagueta!!!! Essa rapaziada só quer fazer da polícia “trampolim”, ai quer chegar aqui e arrumar um cantinho pra se encostar e estudar, vai pra pqp, polícia é lugar de gente que tem vocação, por isso acho que no mínimo o cara tem que ter trabalhado nas demais carreiras dois anos, sem choro nem vela.ai esses v… viram promotor vão pro gaeco e só querem investigar “polícia” e casos de repercussão ,é facil investigar polícia é a mesma coisa que bater em bebado…
c- o senhor é a favor de mulheres na polícia?
Fudêncio- -claro que sim , inclusive meus quatro casamentos se deram com policiaisi.
C- passa essa experiência pra nós dr!!!!!
Fudencio- mas nós tamos aqui pra falar de mim ou da polícia? Mas tudo bem, primeiro casei com um carcereira, a v… fugiu com um preso, traficante “barra pesada”, endinheirado. Depois casei com uma escrivã, essa doeu, paguei faculdade pra ela, dei uma maozinha pra ele passar pra delegada e assim que passou começou a dormir no alojamento da academia. O resto não preciso dizer, meu terceiro casamento foi com uma tenente da pm, o último a saber que o quartel inteiro… adivinhe? Atualmente estou casado com uma ex-tira, foi demitida, ai a conheci nessas casa que só abrem a noite, não tenho o que falar, a mulher é o pilar do nosso lar. Mas não era essa a pergunta!!!!
C- era sobre mulheres na polícia!!!!!
Fudêncio – olha césar tem mulheres que são mais prestativas que os homens, só fiquei louco quando vi uma delegada , muito bonita , num local de crime , com um vestido de grife , bem longo, salto alto, bem maquiada, uns brincões , porra… se precisar como corre?, se der uma zica com o “zé povinho” e alguém gruda nos brincos dela e arranca-lhe a orelha, vai ferrar a equipe interia, depois ainda fiquei sabendo que a donzela carrega a arma dentro da bolsa, e a bolsa fica na vtr, cê crê num negócio desse.
C- dr e o pcc, como o senhor vai agir?
Fudêncio – eu agir, agora é tarde, vcs da imprensa junto com o governo criaram e deixaram esses montros tomarem conta; agora querem que eu já nos meus 69 anos venha tomar providência, isso aí é fruto dos diretios humanos, vcs da imprensa não gostam de enaltecer os vagabundos , ficar atribunido aos criminosos ações ousadas, não gostam de esculachar a polícia quando ela comete algum excesso, pra vcs ttudo é culpa da polícia, a sociedade precisa de um chicote, se não, não tem limite!! Vcs não ficam ai toda hora pcc pra cá, pcc prálá. Me dê poder, coisa que não vai acontecer, precisa do judiciário e do mp na causa. Ver em noventa dias eu acabo com essa porra, só preciso de noventa dias
c- tudo bem, se te dessem poder como o senhor acabaria com o pcc?
Dr. Fudencio – inicialmente, suspender por noventa dias, todas as visitas, todas as audiencias,sei do prazo, mas seria ema excepcionalidade, qualquer comunicação com o mundo exterior, seriam noventa dias sem os caras movimentarem um unico real, revista pente fino simultanea em todos os presídios estaduais, é claro que iriamos precisar das forças armadas, pra apoiar, colocava as tropas federais pra revistar as cadeias e a pm pra fazer a externa pra evitar motim de familiares, caçar a licença por tempo indeterminado das lotações, a maioria pertence a esses malas, instalar operação saturação simultaneamente em todas a s favelas comandadas pelo partido, como? Em vez de ficar pagando ” operação delegada” na vinte e cinco e nos comércios, mandar o policia fazer operação delegada na favela diuturnamente, entrar em acordo coma federação dos varejistas de postos de combustivel e fechar todo posto 18h, com os bancos pra fechar todos os caixas eletronicos, pra evitar ataque, dar uma puta sacudida nos caras, duvido que não acaba, e ai é obvio endurecer as leis, cortar visita intima , reformar a lei de execuçaõ penal.iria “intimar” todos os chefes para acabarem com as maquinas de jogo de azar , no mínimo iria querer cem maquinas apreendidas por mes a qualquer custo , e iria fuder com o titular do distrito ou delegacia se eu fosse visitar alguma area e encontrasse uma única máquina funcionando, todo mundo iria se fuder um pouco mas seria por uma boa causa. Fazer um acordo com todos os meios de comunicação proibindo referir se a sigla pcc, sem deixar de divulgar os fatos é obvio,mas isso é utopia.
C- dr como será o relacionamento com a imprensa, sociedadeem geral e conseg.
Dr. Fudencio- delegado”artista” comigo tá morto vou pegar no pé de colega empresário, pizzaiolo, apresentador… acabou a bagunça, cada departamento terá sua assessoria de imprensa, quero delegados” bom de papo”, preparado, pra representar a nossa instituição, chega de falar merda pra imprensa, vai tomar no c…esses apresentadores dando pitaco , não temos que dizer como foi a investigação, se foi “grampo”ou “caguetagem”, os delegados ficam dando muita “camisa” é só narrar e mostrar os fatos.meu relacionamento com a comunidade vai ser toma lá da cá.se quiser ajudar bem, “polícia ” não tem bola de cristal, não quero que meus policiais façam nada além do “arroz com feijão”,tudo na lei, a não ser quando mexerem conosco ou for pessoal, não sou de babar ovo pra rotary, adesg, lions, porra nenhuma, quanto ao conseg, eu mesmo vou facultar aos delegados se querem ounão participar das reuniões, tem de tudo nesse conseg , é gente reclamando da iluminação, do ‘buraco’ na rua, dos bailes funk, porra quem faz baile funk é a comunidade, então que se entendam, eu com certeza não frequento essas badernas , a polícia civil é outra “pegada”, isso é trampo pra pm, gcm sei lá!!!!!

C- doutor, o senhor já na casa dos 69 anos, não acha que fez muito pela políca, pois a classe policial reclama muito dos “dinossuros”,
fudêncio – em parte concordo, se eu quisesse já teria me aposentado há quinze anos, mas porra , minha mulher é mais nova que eu, cara já pensou eu em casa todos os dias…. Ai haja “azulzinho”, meus netos sequer me visitam ,meus filhos, porra , tudo formado , são até meio revoltados comigo, parte é culpa minha, sabe como é , chegava em casa “prá la de bagdá”, dando tiro pro alto, mandando os vizinhos tomar no c… porra quebrava tudo os discos de vinil dos meus filhos, aquela merda de menudo, rpm, cazuza… ai a molecada cresceu revoltada…vc acha que esse pessoal que chamam de “dinossauro” quer ir embora, no fundo no fundo, muitos deles tem esperança de ver alguém fazer algo pra melhorar, se aposentar vira “cobra sem veneno”
c- dr e a escassez de funcionários, novos concursos vem aí?
Dr. Fudêncio- posso estar enganado, mas comigo acabou esse negócio de escrivã bonitinha sendo secretaria de delegado, tira puxa-saco dirigindo pra diretor, escrivão em plantão atendendo público? Isso é um absurdo!!!!!! Escrivão tem que tocar inquérito, é um funcionário mais preparado; pra registrar ocorrencias simples temos que contratar oficiais administrativos, por mim terceirizava o ” primeiro atendimento no plantão”, vou dar uma “chacoalhada” nos deptos, não adianta ser apadrinhado, quero saber: se temos 10 mil escrivães, quero distribuí-los em 1o mil postos operacionais e que produzam, se temos 15 mil tiras quero x número de equipes de investigação, ah e vou cobrar, por meio de verificação no r.do. , onde já se viu tem tira por ai que não tem um único r.do. Como condutor, vão me chamar de fdp mas dessa forma os caras sentem se acuados e pelo menos partem pra algum movimento de greve, todo mundo só reclama e não faz nada.
C- e as especializadas, vai mante-las?
Fudêncio – boa, especializada em que??? Terão de se especializar!!!! A primeira condição para eu assumir, levei ao secretalho de zegurança, iria reorganizar os deptos. A segunda é que quem nomeia os diretores sou eu, os diretores nomeiam seccionais e divisionários e assim sucessivamente. Político nenhum vai vir no meu gabinete por beltrano.,comissionamento não nos pertence mais, cada coisa em seu tempo , se não tem tempo pra ser determinada classe espere a sua vez.
C- então doutor e as especializadas?
Fudêncio- percebi que no dppx, deik, denharc, ciletrans todo mundo trabalha sorridente, já tomei uma decisão, quero levar essa alta estima pros deptos de policia territorial, vai todo mundo pro decapi e demacru. Vou dar um tempo com o denharc, extinguir a ding do deik, extinguir a terceira e quarta divecarro… no lugar da terceira divecarro já estamos fazendo um convenio com a secretaria da fazenda e com os correios….
C- como será esse convenio?
Fudêncio – o dono do desmanche recolhe determinado valor por meio de guia, ai no fim do mes o carteiro vem e carimba o livro, se não tiver o carimbo no livro a gcm vem com a prefeitura e fecha a porra do desmanche.

CAPÍTULO III

C- o sr vai manter o gher, gjarra, e gjoe?
Dr. Fudêncio – olha aqui seu p.., não sei se lhe informaram, vê ai na sua pauta; senhor é o c…o, sou d”j” p, portanto sou excelência, é excelência p…
césar- desculpe excelencia, continuando…
dr fudêncio – o gher cusca mais ou menos uns 70 mil por mes, tem uns quinze polícia lá, joga o nome dos caras no r.b o. É “cana zero”, vou mandar os cara pra equipe de investigação de homicídios, pra ver se agente consegue competir com a nova equipe de investigação que a pem tem lá na corrregedoria, como cidadão odeio desperdício, eu também pago imposto , né meu filho!!!Vou manter somente o gjarra, o” das antiga”, mas quero selecionar uns tiras 2ª classe no mínimo ,nada de farda… negócio mais pra apoiar os colegas,negócio light, ce sabe que quando o “bicho” pega mesmo quem tá no momento é a meganha. Quero tambpem que aquelas quase cinquenta motos do gjarra, sejam distribuidas pra
invstigação, quanto ao gjoe, já era, quem vive de passado é museu, acabou cadeia acabou cadeião, acabou o gjoe, e como o” cap nascimento” dizia, “operações especiais, nunca serão… nunca….”
César- dr como se deu a sua escolha pra d”j”p e qual o futuro da civil?
Dr. Fudêncio – caraca meu essa entrevista já tá chateando, ja já vão me chamar de capitao vardi de souza. O negócio é o seguinte, eu , o “marreta”, o “galo cego” e o “chulapa” “policias das antigas” , estávamos num bar tomando umas quente, o porra do galo cego, que tem um olho só, o outro perdeu num tiroteio, e o chulapa fizeram uma montagem ,eu e o ministro do st”ph” joaquem bargosa tomando ” umas”, e não é que caiu na net, no dia seguinte o secretalho de zegurança me liga, como eu não lemvrava da brincadeira, achei que era algum colega zuando e disse que o joaquem bargosa era meu primo, os caras abraçaram….
C- eo futuro da civil dr?
Fudêncio – césar na boa, faz essa pergunta pra mãe dinah!!! Sabe aquela estória do incêndio na floresta, o passarinho com seu biquinho jogando água… lamentavelmente “bolo em que duas marias põem as mãos …”. Precisamos de autonomia, ética, compromisso e salário. Eu não posso reclamar, mereço mais, porém to ganhando meus 14 merréis por mês, dá pra levar uma vida confortável, e quem ganha 3 contos?, numa cidade onde aluga-se um cortiço por 1000 paus, gasta-se quarenta por dia de alimentação, escola dos filhos, e ai? Come e bebe o que dentro de casa? Como faz uma ” higiene mental”?, faz essa pergunta ai pros telespectadores do sbtv que adoram abraçar vossas idéias!!!
C- mas doutor não entram sabendo do salário?????
Fudêncio – sim, mas a grande parte entrava por vocação, dedicaram suas vidas , se não valorizarmos os mais experientes os mais novos perdem a esperança, já ingressam cansados ou mal intencionados, ai não há instituição que resista. E vc césar ganha o mesmo que um estágiario de jornalismo???
César – ééé, mas…. Mas…… né. Doutor acontece q!!!!!
Dr. Fudencio- acontece que “pimenta no c… alheio é refresco”, ainda verei o dia que a violência estará tão desenfreada que a sociedade clamará ao governo para que se valorize o policial , e vcs da imprensa não se esqueçam; essa estratégia de enaltecer o crime para gerar” ibope” pode ser um tiro pela culatra, experimentarão do próprio veneno.

César – dr é chato falar sobre corrupção, mas é um tema que a população quer saber?
Fudencio – eu não acho chato, a população cuida muito da “polícia”, faz do jeitinho que o governo quer, o governo quer o foco desviado. Saiba que a polícia é uma das instituições menos corruptas, a corrupção policial tem um foco, o “policia” toma de alguém que está no erro. Não saqueia os cofres públicos!!!!
César – dr e isso não é grave?
Dr. Fudêncio – grave é licitar uma obra por um valor superior ao custo pra pagar propina a secretarios de estado, a parlamentares. Grave é ser dono de igreja e emissora de tv que entra na “mente” dos fieis pra tomar dinheiro. Grave é corromper os ignorantes com novelas, big brodes, “endeusam” jogadores de futebol, funkeiros e bandidos.
César – o senhor vai brigar por melhoria salarial? Os policiais do df ganham muito bem e nem por isso a segurança lá vai bem.
Dr. Fudencio – quanto aos policiais do df ganharem bem discordo,eles ganham o que é razoável para viver, os demais estados é que” avacalham”.os promotores , juízes, deputados e apresentadores de tv ganham muito bem, e nem por isso temos uma boa justiça, uma boa “política” e bons programas de tv. Não quero iludir meu pessoal eu não “sou mulher de recado”, não tenho força pra falar em salário… um gerente de banco não vai ao banqueiro pedir aumento aos funcionários, o gerente tem que apresentar soluções com os recursos disponíveis, quem tem que brigar por isso são os sindicatos, parece que o sindicato não assume seu verdadeiro papel,não entendoo porquê???? O policial civil só precisa saber que o governador sabe da situação desesperadora, mas e aiiii!!!!Meia duzia reclamando não resolve!!!
César- dr o senhor conhece o flit paralisante, o que é?
Fudêncio- conheço sim, todos policiais já ouviram falar, é um meio de comunicação , debate de idéias, notícias do meio policial, tem uns colegas ai que negam ter acessado , mas já peguei colegas flitando e disfarçano quando vi… acho que o guerra deveria explorar a publicidade, ver com o banco do brasil ou com farmácias, um patrocínio, toda hora o políca tá precisando de empréstimo ou tá precisando de remédio, fica a sugestão.
César- dr quero agradecer e deixar um novo convite?
Fudencio – obrigado , creio que não volto para uma exclusiva, já falei o que tinha pra falar, já deu né???? Mas nossa assessoria estará a sua disposição.

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