Dr. D. J. P. Fudêncio Paula Tejando, ai que burro! Tira a quinzena dele! 52

22/03/2013 16h12– Atualizado em

Polícia em SP faz mudanças contra ‘baixo índice’ de solução de crimes

Objetivo é deixar policiais civis com mais tempo para investigar crimes. Confira onde funcionarão as 27 Centrais de Flagrante durante à noite.

Kleber TomazDo G1 São Paulo

Fernando Grella explicou mudança na Polícia Civil (Foto: Kléber Tomaz/G1)Fernando Grella explicou mudança na Polícia Civil (Foto: Kléber Tomaz/G1)

Com déficit de mais de 400 policiais civis e 106 mil inquéritos em aberto, a Polícia Civil de São Paulo passará por mudanças estruturais e de trabalho em abril: policiais serão deslocados para reforçar investigações e o funcionamento das delegacias vai mudar.
Nesta sexta-feira (21) foi anunciado um plano de modernização do Departamento de Polícia Judiciária da Capital (Decap) que começará a ser implantado a partir do dia 3.

“Alguns dos motivos que nos levaram a pensar nessa reestruturação da polícia foi o baixo índice de esclarecimento dos inquéritos policiais”, disse Domingos de Paulo Neto.

Atualmente, 106 mil inquéritos circulam nos seus 93 distritos policiais.

Inicialmente, 40 delegados, 199 escrivães e 136 investigadores serão transferidos aos poucos para delegacias para atenderem o público na elaboração de boletins de ocorrências e darem seguimento às investigações decorrentes. Esses profissionais virão da readequação de outros distritos e da aprovação deles em concursos públicos no decorrer deste ano. Atualmente, a polícia conta com cerca de 6 mil policiais.

Precisamos mudar, melhorar o atendimento ao público e voltar a investigar mais para solucionar crimes. Isso não estava acontecendo porque os policiais estavam, ora, só fazendo atendimento à população, ora, parado com algum flagrante na delegacia. É necessária uma mudança para todas essas questões serem bem atendidas”
Domingos de Paulo Neto, diretor do Departamento de Polícia Judiciária da Capital (Decap)

Outra medida que visa desafogar os policiais exclusivamente para o atendimento da população e investigação criminal será a ampliação das Centrais de Flagrantes de 11 para 27 unidades. Elas vão funcionar anexas às delegacias, mas passarão a atender casos considerados mais graves somente à noite. Durante a entrevista coletiva na sede da pasta, não foi informado o valor do investimento da proposta.
“A ideia é fortalecer o distrito e melhorar as investigações”, afirmou o secretário Fernando Grella Vieira. Ele estava acompanhado do delegado-geral da Polícia Civil, Luiz Maurício Souza Blazeck, e pelo diretor do Departamento de Polícia Judiciária da Capital (Decap), Domingos de Paulo Neto.
“Chegamos a conclusão que há necessidade de se adequar e melhorar o que está deficiente”, disse Blazeck. “O ideal é que os distritos policiais tenham 200 inquéritos por ano para investigar”, afirmou.
O diretor do Decap foi incisivo no diagnóstico dos problemas. “Precisamos mudar, melhorar o atendimento ao público e voltar a investigar mais para solucionar crimes. Isso não estava acontecendo porque os policiais estavam, ora, só fazendo atendimento à população, ora, parado com algum flagrante na delegacia. É necessária uma mudança para todas essas questões serem bem atendidas”, explicou Paulo Neto. “Faltam 440 policiais para sanar o déficit operacional”.

Além da transferência de policiais para reforçarem as equipes de investigações nos DPs, as Centrais de Flagrantes deixarão de funcionar durante o dia, das 8h às 20h. Desse modo, a ideia é que os investigadores tenham mais tempo para apurar e solucionar casos em andamento. Os registros de flagrante e os boletins de ocorrência poderão ser feitos em todas as delegacias agora. As centrais funcionarão das 20h às 8h e receberão ocorrências de flagrante delito, incluindo a captura de procurados da Justiça e atos infracionais.

Levantamento feito nas 8 delegacias seccionais subordinadas ao Decap mostrou que 90% do efetivo policial estava voltada para o atendimento ao público e registro de ocorrências. As investigações, em contrapartida, estavam ficando prejudicadas. domingospaulonetoSem a apuração de um caso não é possível esclarecer um crime e concluir um inquérito policial.

Outra reclamação do modelo atual das centrais é que vítimas e equipes de policiais tinham que cruzar regiões, às vezes andar mais de 10 km, para chegar a uma central. A vantagem a partir de abril passaria a ser a redução do tempo no deslocamento dos policiais militares até as centrais. A Polícia Militar poderia voltar a patrulhar as ruas em menos tempo para reforçar a segurança na capital.

ai-que-burro-da-zero-rpa-ele
Veja onde ficarão as 27 Centrais de Flagrantes nos seus respectivos DPs*:

1ª Seccional (Centro) 2º DP (Bom Retiro) – Rua Jaraguá, 383 8º DP (Brás) – Rua Sapucaia, 206 78º DP (Jardins) – Rua Estados Unidos, 1608

2ª Seccional (Sul) 16º DP (Vila Clementino) – Av. Onze de Junho, 89 26º DP (Sacomã) – Av. Padre Arlindo Vieira, 50 27º DP (Ibirapuera) – Rua Demóstenes, 407

3ª Seccional (Oeste) 14º DP (Pinheiros) – Av. Dep. Lacerda Franco, 372 33º DP (Pirituba) – Rua Joaquim de O. Freitas, 1170 89º DP (Portal do Morumbi) – Rua Domingos Simões, 210 91º DP (Ceasa) – Av. Dr. Gastão Vidigal, 307

4ª Seccional (Norte) 13º DP (Casa Verde) – Av. Casa Verde, 677 20º DP (Água Fria) – Rua São Zeferino, 34 72º DP (Vila Penteado) – Rua Silvio Bueno Peruche, 500 73º DP (Jaçanã) – Av. Paulo L. do Vale Pontim, 744

5ª Seccional (Leste) 10º DP (Penha) – Av. Aricanduva, 69 31º DP (Vila Carrão) – Av. Conselheiro Carrão, 2580 56º DP (Vila Alpina) – Rua Dra. Esmeralda M. Policine, 264 6ª Seccional (Sul) 11º DP (Santo Amaro) – Rua Padre José de Anchieta, 138 47º DP (Capão Redondo) – Estrada de Itapecerica, 5864 98º DP (Jardim Miriam) – Av. Angelo Cristianini, 467 101º DP (Jardim das Embuias) – Rua Carolina Michaelis, 370

7ª Seccional (Leste) 24º DP (Ermelino Matarazzo) – Av. São Miguel, 3551 50º DP (Itaim Paulista) – Estrada do Tiburcio de Souza, 860 63º DP (Vila Jacuí) – Rua Driades, 50

8ª Seccional (Leste) 49º DP (São Mateus) – Avenida Ragueb Chohfi, 830 53º DP (Parque do Carmo) – Av Osvaldo Pucci, 180 69º DP (Teotônio Vilela) – Av. Arq. Vila Nova Artigas, 1645
* Quem quiser procurar as centrais deverá comparecer pessoalmente.

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Aê ,  Diretor, antes de falar em investigação , tome peito e prenda o verdadeiro roubador e o receptador  do relógio de R$ 170.000,00 subtraído do corretor vítima de latrocínio ( foi na área do DECAP ) .  

É vergonhoso ver e ouvir um  marginal chineleiro confessar  em rede nacional  que após o crime , assustado ,  jogou o objeto  num canal.

Porra, jogou o relógio no Rio Pinheiros , queimou as roupas , mas guardou o 38 velho!

Vão  mentir e proteger  receptador NA CASA DO KARALHO!

Olim, cadê o relógio ?

Foi “fita” sob encomenda especializada.

ERA UMA VEZ NO VELHO OESTE – policiais federais condenados por contrabando de três mil garrafas de bebida… Pergunta-se, depois de 25 anos prender os agentes pra quê ? 9

DECISÃO     22/03/2013- 11h14

Rejeitada redução de pena de policiais federais condenados por contrabando

A Sexta Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) rejeitou a redução de pena solicitada por dois agentes da Polícia Federal condenados por facilitação de contrabando cometida em 1987.
Ambos foram condenados a quatro anos e quatro meses de reclusão em regime semiaberto, além de multa. O Tribunal Regional Federal da 3ª Região (TRF3) manteve a sentença, apenas reduzindo o valor da multa. No STJ, pretendiam a redução da pena privativa de liberdade, com a consequente declaração de prescrição.
Segundo o TRF3, os policiais usaram placas “frias” e armas ilegais (pistolas 9 mm e 7,65 mm, revólver 38 e escopeta calibre 12) para facilitar o contrabando de mais de três mil garrafas de bebida, incluindo champagne, uísque, vodca e conhaque. A mercadoria corresponderia a 1.411 salários mínimos da época.
A condenação transitou em julgado em 23 de abril de 2012, quando foram expedidos mandados de prisão contra os réus.
Para a Sexta Turma, a decisão do juiz foi fundamentada em elementos concretos do processo, próprios da conduta delitiva dos criminosos no caso. A motivação para o aumento da pena-base acima do mínimo legal não faz parte do tipo penal em abstrato, mas se apoiou em circunstâncias próprias do caso específico.

O CU DO MUNDO DO DIREITO : CRIME ÚNICO – Dois flagrantes sucessivos, o Juiz do 2º flagrante arbitra fiança de R$ 12.000,00; o Juiz do 1º flagrante revoga a fiança paga de R$ 6.000,00 e decreta a prisão preventiva do cantor HUDSON 29

Mesmo após pagar fiança, cantor Hudson é mantido preso

22/03/2013 – 11h47

Divulgação

Cantor Hudson é preso por porte ilegal de armas

Gabriela Garcia Do UOL, em Limeira

Atualizado em: 22/03/2013 – 15h51

O cantor sertanejo Udson Cadorini, da dupla Edson & Hudson, foi transferido, na manhã desta sexta-feira (22), para o CDP (Centro de Detenção Provisória) de Piracicaba, interior de São Paulo. O músico havia conseguido liberdade provisória por porte ilegal de armas e posse de munição de uso restrito, mas um juiz da 2ª vara criminal de Limeira, Luiz Augusto Barrichello, decidiu decretar prisão preventiva. Para que Hudson seja solto, os advogados precisam entrar com pedido de habeas corpus no Tribunal de Justiça de São Paulo.

De acordo com o delegado José Henrique Ventura, a liberdade provisória conquistada por Hudson, após pagamento de uma fiança de R$ 12 mil, estava relacionada às armas e munições de uso restrito das Forças Armadas encontradas na casa do cantor. Um outro processo, no entanto, foi aberto quando Hudson foi autuado em flagrante com duas armas, uma pistola e um revólver calibre 38 em seu carro. No momento do flagrante, o músico, de acordo com o boletim de ocorrências, se dirigia à casa da ex-mulher, Giovana Higa.

No documento em que decreta a prisão preventiva de Hudson, o juiz Luiz Augusto Barrichello Neto explica que o cantor praticou nova infração penal grave pouco tempo depois do primeiro delito, e por isso sua liberdade provisória foi revogada.

O juiz também afirma que a posse ilegal de várias armas de fogo traz risco potencial à paz social e é conduta perigosa. A nova medida foi tomada para evitar que o acusado possa praticar novos crimes semelhantes, explicou Barrichello.

O CDP de Piracicaba, onde Hudson ficará preso enquanto seus advogados não obtiverem um habeas corpus, está superlotado. Com capacidade para 512 presos, o local hoje abriga 1.536 detentos.

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Esse Juiz deve estar gripado.

Ora, perigo para a paz social seria o cantor , logo depois de ser solto , ir buscar a carabina,  a Beretta, o baseado e  sair pelas ruas !

A carabina  –  que fora registrada sob regulamentação anterior – embora deixasse  de ser recadastrada –  faz 2 anos – poderia,  por força de portarias do Ministério da Justiça,  ter sido entregue até bem depois do fim do prazo para recadastramento sem quaisquer problemas; assim como a pistola 22 sem carregador ( inútil ).

O cantor   – aparentemente – não praticou nova infração, pois  – conforme noticiado – no momento da primeira prisão, ou seja, da constatação do porte ilegal de arma  – segundo as “denúncias anônimas ”  levadas aos policiais militares –  já mantinha as armas em casa ; há muito tempo. 

E diga-se de passagem, provavelmente,  a PM soube ,  pela ex-mulher ,   das armas mantidas na casa no momento da prisão em razão das armas encontradas no automóvel. Ardilosamente, em vez de comunicar nos autos do flagrante ,  providenciaram um documento de inteligência e representação ao MP ; assim obtendo-se , quase noite,  mandado de busca com um Juiz de plantão. 

Aguardaram o momento propício  para efetuar a busca e nova prisão.

Com efeito,   dele seria esperar demais , logo após ser solto , fosse entregar essas  armas mantidas em casa.  

Eu não entregaria.

Na primeira oportunidade daria fim.

Ele não teve tempo.

Um cantor  sem antecedentes.

Salvo melhores e abalizados entendimentos: CRIME ÚNICO! 

E do art. 16 da Lei 10.826/2003.

Decretar a preventiva escapa a razoabilidade.

QUEM VIVER VERÁ !

João Alkimin: TUDO JUNTO E MISTURADO 28

” OU A RADIOGRAFIA DA SEGURANÇA PÚBLICA NO ESTADO”

Sinceramente pensei que perseguições, demissões políticas só ocorressem na Polícia Civil como fizeram com o Delegado Conde Guerra, mas vi que estava redondamente enganado. Ao ler o caso do Policial Militar que denunciou peculato praticado por uma Tenente Coronel, por sinal subcomandante do presídio do Barro Branco e verificando que o mesmo responde a conselho de disciplina por haver denunciado que Policiais Militares presos eram retirados do presídio militar para realizar reparos na casa da subcomandante fiquei mais uma vez estarrecido. Ora, o Policial age com dignidade e é punido. Quem tem que ser punido é o comandante, a subcomandante, o oficial de dia e todos aqueles que ou sabiam do ilícito e prevaricaram ou não sabiam e são incompetentes.

Causou-me também espanto a declaração do Cabo Wilson, diretor há muitos anos, diga-se de passagem, da Associação dos Cabos e Soldados da Polícia Militar, digo que é diretor há muitos anos, pois sucedeu ao Soldado Walfrido e se eternizou no cargo dizendo singelamente que espera justiça, eu como cidadão espero muito mais de uma associação de classe, defesa corajosa e denodada de seus associados e não média com oficiais superiores ou com quem quer que seja, pois afinal de contas quem mantém essa associação é a contribuição mensal de soldados, cabos e sargentos, sem eles ela não existiria e parece-me que os associados estão abandonados.

Agora o Delegado Conde Guerra tem um companheiro de infortúnio, o Delegado punido por repercutir notícia e o Policial Militar por denunciar um crime, parabéns a administração superior das duas Policias.

Já na Polícia Civil as coisas também vão de mal a pior, pois um Delegado de Polícia ao chegar a sua casa viu que a mesma estava sendo forçada por marginais, ao invés de prendê-los, pois presumo que de acordo com a Lei Orgânica da Polícia Civil estivesse armado, deixou que fossem embora e posteriormente foi ao Distrito da área pedir ao colega que investigasse o fato; provavelmente não satisfeito com as providências tomadas pelo colega dirigiu-se ao Diretor do DECAP que adotou uma medida dura e enérgica, removeu o Titular do Distrito para outro departamento.

Ora senhores, estamos chegando ao cúmulo da barbárie onde Delegados são afastados ao alvedrio do Diretor, não que o Diretor não tenha direito ou competência para remover quem não é de seu agrado, mas certamente deve haver motivo justo ou justificado, pois do contrário é medida de arbítrio, sem amparo legal que pode e deve ser reparado por medida judicial.

Prestem atenção ao descalabro e ao desprezo que o Ministério Público e o Poder Judiciário demonstram hoje pela Polícia Civil quando emitem ordem de busca e apreensão para a Polícia Militar, estou me referindo ao caso do cantor sertanejo em que a pedido do Ministério Público o Magistrado concedeu mandado de busca e apreensão para a Polícia Militar, é o fim dos tempos, daqui a algum tempo se a administração da Polícia Civil não se tomar de brios o que eu particularmente acho difícil, pois ninguém quer perder as sinecuras do poder certamente inquéritos serão tocados pela Polícia Militar como acontecia na época do regime militar, onde tudo era feito no DOI-CODI da Rua Tutóia, esquina com Tomas Carvalhal e posteriormente o serviço cartorário era feito no DOPS por esse motivo papagaio comia milho e periquito levava fama e a Polícia Civil paga até hoje um alto preço por essas atitudes.

Naquela época senhores o sofrimento passava pela Av. Liberdade e terminava no Paraíso.

Enquanto aqueles que comandam a Polícia Civil não acordarem, não fizerem valer as prerrogativas da Polícia Civil as coisas continuaram indo de mal a pior e espero não estar aqui para ver o fim da Polícia Civil do Estado de São Paulo que se avizinha rapidamente.

João Alkimin é radialista – http://www.showtimeradio.com.br/

 joaoshowtimejornalismo

Civil ou Federal , Delegados continuam sendo ignorantes e arbitrários…Todavia, fosse em São Paulo o Poder Judiciário negaria trancar o PAD em desfavor de policial civil que escrevesse e-mail ao governador…São Paulo é o cu do mundo do Direito 6

Brasília

Justiça manda suspender PAD contra policial que escreveu à presidente »

A Diretoria Jurídica do Sindipol/DF, por meio do Escritório de Advocacia Raul Canal, conquistou mais uma vitória no judiciário. Desta vez, obteve oportuna liminar para paralisar o arbitrário Processo Disciplinar que tentava punir um policial federal que havia escrito à presidente Dilma Rousseff contando as dificuldades dos EPAs e a grave defasagem salarial destes cargos dentre as carreiras exclusivas de Estado.

Tales Krauss Quiroz, Juiz Federal Substituto da 4ª Vara/DF, em exercício na 15ª Vara, manifestou-se na liminar, conferindo razão ao policial federal. “Penso que o email endereçado à Presidente da República nada mais é do que a expressão do direito constitucional à livre manifestação do pensamento. (…) A instauração de um processo disciplinar, nesse contexto, considerado o princípio constitucional da liberdade de expressão, é desproporcional. Como defende a inicial, em paralelo com o processo penal, não há, no processo disciplinar instaurado, um mínimo de justa causa“.

O vice-presidente Flávio Werneck elogia a decisão judicial e destaca o reconhecimento ao exercício da democrática manifestação de pensamento, especialmente por meio da internet, blogs, sites e fóruns de discussão. “Há muito o país desvencilhou-se dos regulamentos draconianos, típicos das ditaduras. O país respira liberdade e as manifestações que reclamam por melhores salários e condições de trabalho não devem ser punidas“, afirma Werneck.

Submissão – Segundo a decisão do magistrado, “Ofende a razoabilidade movimentar toda uma estrutura administrativa e judicial para um caso que, segundo penso, não possui um mínimo de justa causa. No fundo, o que se tem é a desnecessária submissão do acusado a um processo punitivo demorado e indefinido, sem vantagem final de relevo“.

Veja abaixo o teor da liminar:

PODER JUDICIÁRIO

TRIBUNAL REGIONAL FEDERAL DA PRIMEIRA REGIÃO

SEÇÃO JUDICIÁRIA DO DISTRITO FEDERAL

Processo N° 0011611-13.2013.4.01.3400 – 15ª VARA FEDERAL

Nº de registro e-CVD 00035.2013.00153400.2.00390/00136

IMPETRADO: CORREGEDOR-GERAL DO DEPARTAMENTO DE POLÍCIA FEDERAL

DECISÃO

Em exame preliminar e provisório, avalio que o impetrante possui razão. Indo direto ao ponto, penso que o email endereçado à Presidente da República nada mais é do que a expressão do direito constitucional à livre manifestação do pensamento (inc. IV do art. 5º da Constituição Federal de 1988). No próprio email o impetrante relata que se trata de um ‘desabafo’ pessoal, uma insatisfação com a questão salarial.

Além disso, o impetrante utilizou-se de email particular para enviar seu ‘desabafo’, fora do horário de serviço. E fez uso de um canal específico de contato, denominado “Fale com a Presidente“. Não houve divulgação externa de seu email. Efetivamente, não detectei um dolo específico de depreciar autoridade ou ato da Administração Pública, mas, antes, o exercício de uma crítica, a exteriorização de uma opinião pessoal a respeito da questão remuneratória, em um contexto de greve.

Quanto à menção ao Ministro da Justiça, o impetrante, em seu interrogatório, esclareceu e justificou os fatos, ficando evidente, da mesma maneira, que não houve a

intenção de depreciar autoridade. O email pode ser interpretado, no máximo, como uma impropriedade de procedimento, não uma transgressão disciplinar.

A instauração de um processo disciplinar, nesse contexto, considerado o princípio constitucional da liberdade de expressão, é desproporcional. Como defende a inicial, em paralelo com o processo penal, não há, no processo disciplinar instaurado, um mínimo de justa causa. O periculum in mora decorre do que alegado na inicial.

A aplicação de uma sanção, como, por exemplo, a de suspensão, tem repercussão na vida funcional do servidor, inclusive para fins de progressão na carreira. Além do mais, a simples instauração de um processo disciplinar acarreta conseqüências imediatas. O documento de fl. 59, por exemplo, diz que o servidor acusado não pode participar de missões que impliquem afastamento de sua lotação por mais de 24 horas ou obter licença de interesse pessoal.

Por fim, é preciso considerar que o processo disciplinar envolve custos diversos. Servidores são designados para atuar no processo administrativo com prejuízo das funções. O processo, por sua vez, é demorado e dispendioso. Isso sem falar nos custos reflexos, como os judiciais, sendo exemplo a presente ação. Ofende a razoabilidade movimentar toda uma estrutura administrativa e judicial para um caso que, segundo penso, não possui um mínimo de justa causa.

No fundo, o que se tem é a desnecessária submissão do acusado a um processo punitivo demorado e indefinido, sem vantagem final de relevo. Tendo em vista a necessidade e a desproporcionalidade da instauração do processo disciplinar, assim como os custos diversos acima sublinhados, concluo que o prejuízo não é apenas do impetrante, mas da própria Administração Pública.

Diante do exposto, defiro o pedido liminar para suspender o processo disciplinar que é objeto desta ação.

Notifique-se. Intime-se para imediato cumprimento.

Comunique-se o órgão jurídico de representação.

Após, ao Ministério Público, para parecer.

Publique-se.

Brasília, 19 de março de 2013.

Patifarias sem limites na PM: Praça que denunciou a major Silvia Martinez Brandão Ferreira de Moraes para a Band de testemunha virou vilão e será expulso acusado de INTRUJAR REFORMA NA CASA DA OFICIAL 32

RELEMBRE O CASO:

24/11/2012

PMs presos reformam casa de diretora

Josmar Jozino do Agora

Um PM e um ex-PM presos no Presídio Militar Romão Gomes, na Água Fria (zona norte), deixaram o local pelo menos três vezes sem autorização judicial para fazer serviços de marcenaria na casa da major Silvia Martinez Brandão Ferreira de Moraes, que é subcomandante da unidade prisional.

A saída dos presos foi flagrada na última terça-feira pela equipe da TV Bandeirantes e exibida anteontem no “Jornal da Band”.

A Corregedoria da Polícia Militar e a Promotoria de Justiça Militar investigam o caso.

O juiz-corregedor geral do Tribunal de Justiça Militar, Luiz Alberto Moro Cavalcante, e o diretor do Presídio Romão Gomes, tenente-coronel Daniel Ignácio, não tinham conhecimento da saída ilegal.

Resposta

A Polícia Militar informou ontem que a major Silvia Martinez Brandão Ferreira de Moraes foi apresentada à Corregedoria da PM para prestar esclarecimentos.

A polícia informou também que foi aberto um IPM (Inquérito Policial Militar) para apurar os fatos.

A reportagem ligou para o Presídio Romão Gomes e foi informado que a major está de folga e retorna ao serviço na próxima semana.

Na casa da oficial, ninguém atendeu ontem às ligações.

A reportagem também não conseguiu localizar os advogados dos dois PMs que estão presos.

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                                                            CRIATIVIDADE DO OFICIALATO

SP: soldado pode ser expulso após denúncia

Do Jornal da Band

pauta@band.com.br

Quinta-feira, 21 de mar�o de 2013 – 18h48      Última atualização, 21/03/2013 – 18h48

O soldado que denunciou a saída ilegal de detentos da Cadeia Militar Romão Gomes, em São Paulo, pode ser expulso da polícia. O Jornal da Band mostrou no ano passado que policiais militares condenados pela Justiça trabalhavam na casa de uma das diretoras do presídio. Eles iam e voltavam com escolta oficial.

O flagrante foi exibido pelo Jornal da Band em novembro do ano passado. Um ex-cabo e um soldado, condenados por crimes graves, foram levados num veículo oficial até a casa da então subcomandante do presídio, a major Silvia Martinez Brandão. Lá, passaram três horas fazendo trabalho de marcenaria.

O policial que fez a denúncia assumiu em depoimento que passou as informações à nossa reportagem. Depois disso, teve a escala de trabalho modificada e agora pode até ser expulso da corporação.

Um conselho de disciplina foi aberto para apurar a conduta do soldado Afonso Tuschi Júnior, que aparece nas imagens do lado de fora da casa da major.

Um documento mostra a conclusão do inquérito militar. De acordo com a corregedoria da PM (Polícia Militar), foi o soldado que armou a saída dos presos e, para isso, teria mentido três vezes. Primeiro para um oficial de plantão, depois para os dois detentos que trabalharam na casa da major e, por último, para seu parceiro de escolta. As condutas foram consideradas transgressões graves e passíveis de expulsão.

A major Silvia, afastada do subcomando do presídio, continua respondendo por crimes contra a administração pública e também corre o risco de ser excluída da Polícia Militar.

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Ao final a major não será expulsa da PM, pois o enredo acima já alinhava o que deve ter alegado: NÃO SEI DE NADA…NÃO PEDI…NÃO ORDENEI…SOU A VÍTIMA!

O Soldado – uma pessoa diabólica – teve todo esse trabalho porque desejava comer a superior, mas foi rejeitado; assim elaborou tal vingança.

Outrossim, um Petralha interessado em prejudicar ainda mais o governo Tucanalha.

Pior: armou tudo por dinheiro, ou seja, a Band fabrica as reportagens para prejudicar a PM. 

Assumiu?

Deve ter sofrido um puta esculacho; se é que não apanhou !

intrujarserviçonamajor

Aprovação de Lei Geral das Polícias Civis é prioridade para ministro da Justiça 40

Enviado em 21/03/2013 as 19:01 – Polícia do futuro é polícia unida
 Dr.Guerra posta ai !!!!!

Da Agência Câmara Notícias

O ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, pediu nesta terça-feira (19) aos deputados a aprovação de propostas relacionadas à segurança pública. Os projetos destacados como prioritários pelo ministro criam regras uniformes para as polícias civis, indenizam policiais que trabalham em fronteiras, facilitam a identificação de explosivos, criam um sistema de prevenção à tortura, entre outras medidas.

O apelo foi feito durante comissão geral sobre segurança pública e violência no trânsito, que aconteceu hoje na Câmara. Mais de 40 deputados, autoridades de todos os níveis de governo e representantes de movimentos sociais, participaram do encontro, que durou todo o dia.

Segundo o presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves, algumas das propostas prioritárias poderão ser votadas ainda nesta semana pelos deputados. “Esta Casa tem a obrigação de ser protagonista dos grandes debates nacionais e buscar as suas soluções”, destacou Alves. O autor do requerimento para a realização da comissão geral, deputado Lincoln Portela (PR-MG), complementou: “O debate [de hoje] é o pontapé para darmos um basta à contradição brasileira entre desenvolvimento econômico e social, por um lado, e índices crescentes de violência, por outro”.

Ação conjunta Cardozo pediu a ação conjunta dos deputados, independentemente dos partidos, para a aprovação das propostas. “Às vezes, temos grandes polêmicas, porém algumas questões são maiores que as nossas divergências, tendo em vista o interesse público”, declarou.

O presidente da Comissão da Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado, deputado Otavio Leite (PSDB-RJ), concordou com a aprovação das propostas, mas cobrou do Ministério da Justiça “mais efetividade no combate à violência”. “Em 2012, a dotação orçamentária da pasta foi de R$ 12,4 bilhões e somente cerca de 60% foram executados. O orçamento do órgão para este ano diminuiu para R$ 10,7 bilhões. Isso é falta de priorização?”, questionou.

Propostas A primeira proposta destacada por Cardozo estabelece normas gerais sobre o funcionamento das polícias civis (PL 1949/07 – Lei Geral das Polícias Civis).

Presidente de associação de delegados de SP diz que estatísticas de violência são uma fraude 26

marilza

A delegada Marilda Pansonato  — filha, esposa e mãe de policiais militares — é a primeira mulher a presidir a Associação dos Delegados do Estado de São Paulo desde 1964. Em entrevista exclusiva ao R7, a delegada faz uma série de denúncias e revelações sobre a situação da segurança do Estado. No último dia 12 de março, 300 delegados se reuniram na Praça da Sé, no centro de São Paulo, para se manifestar contra a política de segurança do Estado. Segundo ela, foi um ato de indignação da categoria. A reportagem é do Portal R7

— Indignação em relação às políticas de segurança pública que não satisfazem as necessidades da sociedade e ainda manipulam números para transmitir uma falsa sensação de controle.

Ela até cita uma frase do jornalista Joelmir Beting para exemplificar o que considera manipulação.

— A estatística é a arte de torturar os números até que eles confessem.

A delegada afirma que os últimos números apresentados pela Secretaria de Segurança Pública foram torturados, referindo-se às estatísticas comparadas entre dezembro de 2012 e janeiro de 2013, que indicam uma redução da violência.

— A forma como essa estatística foi apresentada é uma fraude. Estatísticas comparam o mês de um ano com o mesmo mês do ano anterior.

Para ela, a crise de segurança do Estado é provocada pelos baixos salários pagos para delegados, a falta de renovação dos quadros mais antigos da polícia, o sucateamento da estrutura de investigação e a deturpação das funções entre as corporações, inclusive as funções dos peritos criminais. Segundo ela, um delegado, em São Paulo, ganha R$ 7 mil de salário inicial bruto, o 25º mais baixo do País, ficando atrás apenas de Minas Gerais e Pará, o que está provocando um abandono da carreira. De acordo com Marilia, dos 3.200 delegados que existem no Estado, um abandona a profissão a cada dez dias, ou presta concurso em outros Estados.

— É só atravessar a fronteira que no Paraná ele recebe R$ 13.000.

Ela cita o concurso público de dezembro de 2012, que formou 135 delegados na Academia de Polícia. Vinte e oito já abandonaram o cargo, antes mesmo de tomar posse.

— As exigências para se tornar delegado são as mesmas que para um promotor. Ambos estudam a mesma faculdade (além do título de bacharel em Direito, tem que demonstrar um mínimo de dois anos de experiência jurídica). O salário de delegado é uma esmola social.

Para ela, o baixo salário nunca justifica, mas explica a corrupção nos quadros da polícia. “O sucateamento se iniciou há 20 anos e nosso grito de socorro é porque estamos agonizando, mas não só pelos salários”. De acordo com a presidente da associação, há ainda desvios de função que provocam o que ela chama de progressão criminosa. Cita o acúmulo de funções dos delegados nos Ciretrans (Circunscrição Regional de Trânsito), o que faz que o tempo que deveria ser dedicado à investigação seja utilizado em questões administrativas, deixando investigações mal resolvidas. Segundo ela, isso gera impunidade, porque a Justiça não recebe as informações necessárias para punir o criminoso.

— A Polícia Civil foi sucateada e teve sua função investigativa esvaziada em detrimento da Polícia Militar.

A delegada cita como exemplo o programa Guardião, destinado à interceptação telefônica, que segundo ela foi retirado da Polícia Civil e entregue para a Rota (Rondas Ostensivas Tobias Aguiar).

— Nós delegados de polícia somos filhos da legalidade. Não podemos admitir que a polícia aja na ilegalidade. Não dá para aceitar que se expeça alvará para que se mate, que se faça julgamento e já se apene com pena de morte e se execute. É inadmissível.

A delegada diz que a maior preocupação em relação a interceptações telefônicas feitas nos quartéis da PM é o destino dado às informações obtidas. Segundo ela, a PM a rigor não pode pedir autorização ao judiciário para efetuar os chamados grampos telefônicos, já que a atribuição é da Polícia Civil, mas ela acredita que isto estaria acontecendo quando promotores do Gaeco (Grupo de Combate ao Crime Organizado), que solicitam autorizações ao judiciário e repassam à Polícia Militar a função da interceptação.

Para corrigir estas distorções, a delegada afirma que o Governo do Estado precisa aumentar os salários dos delegados, oxigenar a carreira, criar uma carreira auxiliar na área administrativa e acabar com situações de ilegalidade.

— Nossa polícia está envelhecida. Há delegados que há 22 anos alcançaram o topo da profissão como delegados de classe especial e entopem a possibilidade de ascensão dos mais novos. Deve se trazer gente com uma filosofia nova. É necessário extinguir situações que envergonham. Existe também a necessidade de se criar uma carreira administrativa auxiliar para permitir que a polícia se dedique exclusivamente à investigação e não administrar almoxarifado, frota, departamento de pessoal. Isto é um desvio de função. Nós não somos treinados para gerir, somos treinados para investigar.

Outro lado

Procurada pela reportagem, a Secretaria da Segurança Pública de São Paulo informou, em nota, que tem investido na remuneração e aparelhamento da Polícia Civil, “diferentemente do que afirma a sindicalista”. De acordo com a nota, “em outubro de 2011, as polícias passaram por uma reestruturação. Na Polícia Civil, a 4ª classe foi extinta, houve a criação de 20 vagas para delegado de classe especial, promoção automática – os policiais serão promovidos à 2ª classe ao completarem 15 anos de serviço, e à 1ª classe, quando tiverem 25 anos de carreira”.

A SSP informou também que os policiais poderão ser promovidos antes, por mérito e que um aumento salarial foi concedido pelo Governo do Estado — o reajuste foi de 27,7% no salário base dos policiais civis, militares e científicos. O acréscimo foi incorporado em duas etapas, sendo 15% em julho de 2011 e 12,7% em agosto de 2012.

De acordo com a SSP, em 2012 tomaram posse 134 delegados e outros 184 estão em fase de estágio. Os novos policiais civis serão destinados a todas as regiões do Estado e se juntarão aos mais de 3 mil delegados já existentes. Em outubro, tomaram posse os novos agentes de telecomunicação. Além disso, em maio do ano passado, a Polícia Civil formou 568 investigadores e 245 escrivães e o Governo do Estado autorizou a abertura de concursos para a contratação de 113 auxiliares de papiloscopistas, e 391 agentes policiais, ambos os concursos estão em andamento, segundo a SSP.

A nota informa, ainda, que “ao contrário do que diz a associação, o programa Guardião ainda é utilizado pela Polícia Civil, e não há privilégios entre as polícias, que têm atuado de maneira integrada e colaborativa. O Instituto de Criminalística é importante para dar maior autonomia aos laudos elaborados, não prejudicando em nenhuma hipótese o trabalho investigativo da Polícia Civil”.

Armação da família da ex-mulher do cantor Hudson com a PM poderá resultar em ilicitude da prova 14

Boa tarde Dr. Guerra, envio cópia do mandado de busca e apreensão cumprido pela PM contra o cantor Hudson, obtido na matéria da rede globo, link anexo, onde solicito postar um tema com as supostas irregularidades de ter sido solicitado pela PM diretamente à Justiça, através do MP e sem nenhum inquérito policial instaurado, bem como, qualquer procedimento investigatório instaurado pelo MP, e o pior, em cima de uma denúncia anônima e sem qualquer participação de Policiais Civis. Diante disso, abriu um precedente para que os Delegados de Polícia possam solicitar um mandado de busca em cima de uma denúncia anônima e sem a instauração de inquérito policial. Uma aberração!

http://g1.globo.com/sp/piracicaba-regiao/noticia/2013/03/preso-cantor-hudson-divulga-carta-qual-garoto-nao-gosta-de-armas.html

Delegados, aprendam: engenheiro chefe de pedreiro recebe salário de pedreiro, R$ 5.495,30. Engenheiro chefe de outros engenheiros, recebe salário de Gente Grande 22

Enviado em 21/03/2013 as 14:05 – FABIANO RINALDI

Puta que pariu, imaginem o salário dos demais Policiais.

O que a ADPESP vai fazer por eles? Os CORONÉIS permitem praças se aposentem como primeiro tentente recebendo o base e o ALE de oficial. Em resposta tem uma corporação muito melhor que a Polícia Civil. Já os Delegados não querem sequer ver os Investigadores e Escrivães com o Nível Univertisátio Implementado. PURA IGNORÂNCIA EM ESTRATÉGIA. Você não concorda? Pergunte aos Coronéis. São eles os vitoriosos. NÃO HÁ CAMPANHA DA PM PARA OFICIAL IR TRAMPAR NO PARANÁ. Delegados, aprendam: engenheiro chefe de pedreiro recebe salário de pedreiro, R$ 5.495,30. Engenheiro chefe de outros engenheiros, recebe salário de Gente Grande.

Quatro agentes do Denarc foram presos em imóveis de alto padrão 89

PF prende 4 policiais do Denarc suspeitos de desviar drogas a traficantes

A Polícia Federal prendeu nesta quarta-feira quatro policiais do Denarc (Departamento de Investigações sobre Narcóticos) suspeitos de negociar a compra de cocaína com traficantes colombianos e bolivianos para fazer apreensões de grandes cargas e desviar parte ou toda a droga e vender a quadrilhas de São Paulo.
O esquema foi descoberto pela PF de Sorocaba (99 km de São Paulo), que em fevereiro já havia prendido dois agentes do Denarc, órgão especializado da Polícia Civil paulista, e um agente da cidade com 300 kg de cocaína de alta qualidade.
Segundo a delegada federal Erika Nogueira, os quatro agentes do Denarc foram presos em imóveis de alto padrão. Em fevereiro, um dos agentes estava em um apartamento na rua Apinajés, em Perdizes (zona oeste de São Paulo), avaliado em R$ 1,5 milhão.
A suposta quadrilha formada por policiais, com a ajuda de um empresário de Sorocaba, atraía os traficantes internacionais com promessas de comprar grande quantidade de cocaína -lotes acima de 200 kg. Os estrangeiros eram hospedados em casas e hotéis de luxo às expensas da quadrilha, para dar impressão de que tratavam com grupos de alto poder econômico.
Depois que conquistavam a confiança dos estrangeiros, conforme a delegada, o grupo aplicava o golpe conhecido nos meios policiais como “puxada”. “Quando a droga chegava, eles diziam que eram policiais e davam voz de prisão. Depois, cobravam propina para liberar os chefes, prendiam os subordinados e ficavam com a maior parte da droga. O restante era levado ao Denarc”, afirma.
Para transportar a droga, os agentes utilizam os chamados carros frios, que a Polícia Civil apreende e, com placas falsas, usa em operações.
No total, a operação da PF cumpriu 19 mandados de prisão, entre policiais e criminosos comuns brasileiros e estrangeiros. Bens encontrado com os membros da suposta quadrilha ainda serão avaliados.
Antes de chegar aos policiais, a PF vinha investigando a atuação de colombianos e bolivianos com quadrilhas de traficantes de São Paulo. Foram realizadas escutas telefônicas e acompanhamento dos grupos.
Após a prisão dos primeiros policiais, ainda conforme a PF, os outros agentes do Denarc vinham tentando se desvencilhar de provas.
Em nota, a Secretaria da Segurança Pública informou que “não tolera delitos de qualquer natureza praticados por policiais.” O órgão afirmou ainda que se for comprovado o “envolvimento destes policiais com práticas criminosas, os procedimentos resultarão na demissão dos servidores a bem do serviço público.”(Folha de São Paulo).

A maior injustiça que o PSDB faz aos policiais civis: promoção no ato da aposentadoria do PM é lei ( Mérito Coletivo ) 38

Promoção ao posto imediato no ato da passagem para a reserva.

Na PMESP agora é lei!

A Lei 1.150  de 2011 garante aos Oficiais e Praças a ascensão ao posto ou graduação imediato  por ocasião da passagem para a reserva remunerada.
É necessário ter completado trinta anos de serviço e estar no último posto há dois anos.  Por que a Polícia Civil não luta por direitos semelhantes?
CAMBADA DE CONFORMADOS ACOVARDADOS  OU  UM BANDO DE ASNOS ?
Lei Complementar 1150/11 | Lei Complementar nº 1.150, de 20 de outubro de 2011 de São Paulo

Artigo 2º – O integrante do serviço ativo da Polícia Militar fará jus à promoção ao posto ou graduação imediatamente superior, desde que conte, pelo menos, 30 (trinta) anos de serviço.

§ 1º – A promoção a que se refere este artigo far-se-á independentemente de vaga, interstício ou habilitação em cursos, ainda que inexista, no Quadro ou Qualificação à qual pertença o policial militar, posto ou graduação imediatamente superior.

§ 2º – Para os fins do disposto neste artigo, por posto imediatamente superior ao posto de Subtenente PM entende-se o de 2º Tenente PM.

§ 3º – A promoção a que se refere este artigo só poderá ser requerida por Oficial que ocupe o posto por, no mínimo, 2 (dois) anos.

§ 4º – O disposto neste artigo não se aplica aos promovidos nos termos do artigo 29 do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias da Constituição do Estado.

Artigo 3º – O Coronel PM fará jus ao acréscimo de valor correspondente a 20% (vinte por cento) do padrão de vencimento, desde que conte, pelo menos, 30 (trinta) anos de serviço e 2 (dois) anos no posto.

pcsequestionando

O policial civil , depois da “reestruturação ” , ingressa na 3a. classe e por tempo de serviço poderá se aposentar na 1a.  classe.  Diminuta parcela logrará alcançar , na ativa,  por merecimento , a classe especial.

Assim , nada mais justo que quando da aposentadoria  todos recebessem  promoção a classe superior ,  satisfeitos alguns requisitos.

E para o  delegado classe especial que quiser se aposentar  , antes da compulsória  ( PARA NÃO FICAR EMPACANDO A FILA )  ainda mais justo  –  tal como os coronéis –  a vantagem de 20 %  sobre os vencimentos.

Manifestantes invadem Secretaria de Segurança Pública de São Paulo 13

Enviado em 20/03/2013 as 21:12 – HOMEM QUE SABIA DEMAIS

Grupo de 150 pessoas reclamava ausência de secretario em audiência negociada há quatro meses

Wanderley Preite Sobrinho – iG São Paulo

 20/03/2013 15:35:33

http://ultimosegundo.ig.com.br/brasil/sp/2013-03-20/manifestantes-invadem-secretaria-de-seguranca-publica-de-sao-paulo.html     Vejam o vídeo.

Cerca de 150 manifestantes ligados a diversos movimentos sociais invadiram na noite de terça-feira (19) a Secretaria de Segurança Pública de São Paulo (SSP). A razão foi a ausência do secretário Fernando Grela Vieira a uma audiência pública no Salão Nobre do Campus de Direito da USP, no Largo São Francisco, centro de São Paulo.

De acordo com os organizadores, a presença do secretário vinha sendo negociada há quatro meses. A advogada do Centro de Defesa dos Direitos da Criança e Adolescente, Tatiane Cardoso, afirma que, uma semana antes do evento, o secretario avisou que só permaneceria uma hora no encontro. “Mas nem esse compromisso ele cumpriu”, afirmou.

De acordo com a secretaria, o comunicado dizia formalmente que o secretario não apareceria e que, em seu lugar, seu assessor, o promotor de Justiça Eduardo Dias, o representaria. “O movimento não permitiu que o assessor se manifestasse na audiência, o que é lamentável”, afirma a assessoria da imprensa da pasta.

Invasão

Insatisfeito, o grupo empunhou faixas e fotos de adolescentes mortos pela polícia e, com palavras de ordem, se dirigiu ao prédio da secretaria, a 50 metros da Faculdade de Direito. Os  manifestantes, que deveriam permanecer fora do prédio, decidiram de última hora impedir o fechamento da portaria do edifício e ocupar o hall de entrada.

Diante de policiais e funcionários da secretaria, os manifestantes “exigiram”, por cerca de meia hora, a presença do secretário, o que não ocorreu.

“O secretario esteve em uma reunião com os comandos das policias do interior do Estado discutindo programas de metas e indicadores criminais”, afirma a secretaria. “Diante da manifestação, o secretário enviou um emissário para chamar os líderes do movimento para uma conversa em seu gabinete, mas, quando o funcionário chegou, a manifestação já havia terminado.”

A BANANA TÁ COMENDO MACACO, SE FOSSEM POLICIAIS CIVIS QUE FIZESSEM ISSO SERIAM RECEBIDOS A TIROS

Policiais divergem em depoimento e suspeito de tráfico é absolvido: por não existir prova suficiente para a condenação (art. 386, VII , do CPP ) 26

20/03/2013-

        Pelo fato de os depoimentos de dois policiais militares serem contraditórios, o juiz Marcos Fleury Silveira de Alvarenga, da 12ª Vara Criminal Central, absolveu um homem suspeito de tráfico de drogas no Jardim São Paulo, bairro da zona norte da capital.

Segundo a denúncia oferecida pelo Ministério Público, o acusado C.C.D. foi abordado pelos PMs próximo a um conhecido ponto de tráfico, que teriam encontrado com ele quatro invólucros de cocaína, 58 pedras de crack e 22 papelotes de maconha, além de R$ 60 em espécie. Interrogado, afirmou ser usuário de entorpecente e disse que estava esperando pelo traficante que lhe venderia a droga para consumo próprio.

No entanto, em depoimentos prestados em juízo, os agentes não apresentaram versões similares, fato que, segundo o magistrado, deixou dúvidas quanto à autoria do delito. “Não há como condená-lo por tal crime exclusivamente em razão de sua presença e revista quando da abordagem efetuada pelos policiais”, declarou.

Diante disso, julgou o pedido improcedente e, como consequência, absolveu o réu por falta de provas.

DINHEIRINHO

Processo nº 0090196-46.2012.8.26.0050

Comunicação Social TJSP – AM (texto) / AC (foto ilustrativa)

        imprensatj@tjsp.jus.br