Enviado em 23/12/2010 às 12:06 – CARLOS ALBERTO
guerra: os meus comentarios voce nao posta, mas os do vagabundo, lixo desse hdtv voce posta. muito obrigado.
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guerra: os meus comentarios voce nao posta, mas os do vagabundo, lixo desse hdtv voce posta. muito obrigado.
Enviado em 23/12/2010 às 12:06 – Dr. CORONEL MARCO POLO
Chefes de polícias paulistas integram o Conselho Nacional
Dois chefes de polícias paulistas vão integrar o Conselho Nacional de Segurança Pública (Conasp) no biênio 2010-2012, conforme a portaria assinada em 17 de dezembro último e publicada hoje no Diário Oficial da União (D.O.U.). O superintendente da Polícia Técnico-Científica, Celso Perioli, como presidente do Conselho de Dirigentes dos Órgãos Periciais do Brasil; e o comandante geral da Polícia Militar, coronel Álvaro Batista Camilo, como presidente do Conselho Nacional de Comandantes Gerais das Polícias Militares e dos Corpos de Bombeiros Militares (CNCG). O Conselho também será composto por representantes da sociedade civil – de conselhos e instituições, de trabalhadores em segurança pública, dos estados e de órgãos da União, conforme segue a publicação.
D.O.U / Seções 1, 2, e 3
Edição nº 242 – segunda-feira, 20 de dezembro de 2010
Seção 1
Ministério da Justiça
GABINETE DO MINISTRO
Portaria nº 4.038, de 17 de setembro de 2010 – Homologa o resultado do processo eleitoral de entidades de trabalhadores da área de segurança pública e de entidades, fóruns, redes e movimentos sociais da sociedade civil na área de segurança pública.
O MINISTRO DE ESTADO DA JUSTIÇA, no uso das atribuições que lhe conferem os incisos I e II do parágrafo único do art. 87 da Constituição Federal e o Decreto nº 6.061, de 15 de março de 2007, e tendo em vista o disposto nos artigos 3° e 11 do Decreto nº 6.950, de 26 de agosto de 2009, bem como na Portaria nº 780, de 13 de maio de 2010, publicada no Diário Oficial da União de 14 de maio de 2010, resolve: Art. 1º Homologar o resultado definitivo do processo eleitoral, previsto no Edital publicado no Diário Oficial da União de 14 de maio de 2010, Seção 1, págs. 106/107, dos representantes das entidades de trabalhadores da área de segurança pública e das entidades, fóruns, redes e movimentos sociais da sociedade civil da área de segurança pública, para o exercício de mandato no Conselho Nacional de Segurança Pública – CONASP, composição biênio 2010- 2012.
I – no segmento sociedade civil , pela categoria fóruns, redes e movimentos sociais: Movimento Nacional de Direitos Humanos – MNDH; Associação Brasileira de Organizações Não-Governamentais (ABONG) e Fórum de Entidades Nacionais de Direitos Humanos (FENDH); Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Travestis e Transexuais (ABGLT); Fórum Nacional de Juventude Negra (FONAJUNE); Rede Desarma Brasil; Coletivo de Entidades Negras (CEN Brasil).
II – no segmento sociedade civil, pela categoria entidades: Instituto de Estudos da Religião (ISER) e Instituto de Estudos Socioeconômicos (INESC); Observatório de Favelas do Rio de Janeiro e Redes de Desenvolvimento da Maré; Gabinete de Assessoria Jurídica às Organizações Populares (GAJOP); Pastoral Carcerária Nacional (ASAAC); Conselho Federal de Psicologia; Viva Rio.
III – no segmento trabalhadores: Associação Nacional dos Delegados de Polícia Federal (ADPF) e Associação dos Delegados de Polícia do Brasil (ADEPOL); Associação dos Oficiais Militares Estaduais do Brasil (AMEBRASIL); Sindicato dos Agentes Penitenciários Federais (SINDAPEF); Associação Nacional de Entidades de Praças Militares Estaduais (ANASPRA); Federação Nacional dos Policiais Rodoviários Federais (FENAPRF); Confederação Brasileira dos Trabalhadores Policiais Civis (COBRAPOL); Federação dos Profissionais em Papiloscopia e Identificação (FENAPPI); Associação Brasileira de Criminalística (ABC) e Associação Nacional dos Peritos Criminais Federais (APCF). Parágrafo único. As entidades, fóruns, redes e movimentos sociais mencionadas no inciso I, alínea “b”; inciso II , alíneas “a” e “b”; e inciso III, alíneas “a” e “h”, realizarão rodízio de vagas por compartilhamento, nos termos do item 3.8 do Edital de Convocação de Eleições, homologado pela Portaria MJ nº 780, de 13 de maio de 2010 e na forma identificada no ato da inscrição. Art. 2º. Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação.
Portaria nº 4.039, de 17 de dezembro de 2010 – Estabelece a composição de representantes governamentais no Conselho Nacional de Segurança Pública para a gestão 2010- 2012.
O MINISTRO DE ESTADO DA JUSTIÇA, no uso de suas atribuições que lhes conferem os incisos I e II do parágrafo único do art. 87 da Constituição Federal e o Decreto nº 6.061, de 15 de março de 2007, e tendo em vista o disposto no artigo 3° do Decreto nº 6.950, de 26 de agosto de 2009, resolve: Art. 1º Integrarão o Conselho Nacional de Segurança Pública, na condição de representantes governamentais:
a)Ministério da Justiça;
b)Secretaria-Geral da Presidência da República;
c)Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República (SDH/PR) e Fórum Nacional de Ouvidores de Polícia (FNOP);
d)Departamento de Polícia Federal (DPF) e Departamento de Polícia Rodoviária Federal (DPRF);
e)Conselho Nacional de Secretários de Segurança Pública (CONSESP);
f)Conselho Nacional de Comandantes Gerais das Polícias Militares e dos Corpos de Bombeiros Militares (CNCG);
g)Conselho Nacional de Chefes da Polícia Civil (CONCPC);
h)Conselho de Dirigentes dos Órgãos Periciais do Brasil
i)Conselho Nacional de Secretários e Gestores Municipais de Segurança Pública e Conselho Nacional das Guardas Municipais. Parágrafo único. As instituições mencionadas na alínea “c” compartilharão a mesma vaga no CONASP, aplicando-se esta regra às instituições elencadas nas alíneas “d” e “i”. Art. 2º Esta Portaria entra em vigor a partir do dia 13 de dezembro de 2010.
Fonte: Assessoria de Imprensa e Comunicação da Secretaria da Segurança Pública – 20/12/10 – 19h52
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CADE O DELEGADO ??????
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Federalismo cooperativo e segurança pública
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Thu, 23 Dec 2010 07:23:14 -0200
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Gilmar Mendes
Além de espelhar o alívio, a aprovação e a esperança dos cariocas em tempos de menos tensão e mais prosperidade, o sonoro aplauso dos brasileiros à operação de retomada de territórios há décadas dominados por traficantes no Rio de Janeiro sinaliza um novo patamar de exigência da população no tocante ao problema da segurança. Muito ao reverso de tudo isso, a perplexidade maior ficou por conta da facilidade com que tudo se deu, deixando no ar indagação meio óbvia: se foi tão fácil, por que não se fez antes? |
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1º – Sendo o Secretário de Segurança Pública, segundo o “site” da SSP/SP, a mais alta autoridade na hierarquia policial (apesar de não pertencer a nenhuma das duas policias estaduais constitucionalmente previstas – civil e militar), é o único responsável pela atual situação da insegurança pública, e, para fugir de suas responsabilidades tece comentários levianos e sem qualquer fundamento, principalmente contra a Polícia Civil, órgão pelo qual, nota-se, claramente, que nutre um enorme rancor;
2º – O Secretário ultrapassa os seus limites de atribuições, os quais deveriam ser administrativos e em plena harmonia com a Delegacia Geral de Polícia, e passa a gerir diretamente a Polícia Civil, nomeando e exonerando diretores a seu bel prazer, sem consultar a Delegacia Geral de Polícia e o Conselho da Polícia Civil;
3º – Agride toda a instituição policial quando faz seus comentários negativos, discriminatórios e generalizados;
4º – No que se refere ao Denarc, mostra o senhor secretário não possuir conhecimentos suficientes para se manifestar sobre suas atuações, pois o Denarc encontra-se instalado em um prédio totalmente inadequado e em péssimas condições. Sofre, como toda a Polícia Civil, a enorme falta de Delegados e de funcionários, não possui equipamentos tecnológicos de última geração para aprimorar os trabalhos investigativos, a legislação engessa a atuação policial como um todo, mas principalmente no que se refere a investigação sobre tráfico de drogas, e, apesar de toda esta dificuldade, o Denarc além de fazer um brilhante trabalho policial, também faz excelente trabalho social, seja quando profere palestras sobre entorpecentes em escolas, associações, Igrejas, Rotary, Maçonaria, Lions etc, seja quando faz trabalhos de recuperação de drogados e encaminhamentos para clinicas especializadas etc. Ademais, durante a gestão do atual diretor do Denarc, registre-se, nomeado pelo atual secretário, foram apreendidas 5,23 toneladas de maconha, 2,31 toneladas de cocaína, quase 0,5 tonelada de crack; foram realizadas 299 prisões em flagrante com um total de 499 pessoas presas e 1.017 interceptações telefônicas, o que gerou milhares de conversas a serem ouvidas e degravadas. Tudo isto, somente em 2.010, e se não teve maior êxito em suas ações foi por culpa única e exclusivamente do estado, e não do Diretor do Departamento, o qual tem feito um excelente trabalho por onde tem passado.
5º – Quanto ao Detran, mostra o senhor secretário também não possuir qualquer conhecimento a respeito de seu funcionamento, pois no que se refere as delegacias especializadas em crimes de trânsito, as mesmas, além de atenderem ao público que possuem o conhecimento de sua existência e que para lá se dirigem, recepcionam todo o acervo de boletins de ocorrência de acidente de trânsito com vítimas que sejam de autoria desconhecida, e ainda, nos moldes do Departamento de Homicídios e Proteção a Pessoa, possui uma equipe plantonista que poderá ser acionada por qualquer delegacia de policia territorial da capital, assessorando e atendendo as ocorrências de crime de trânsito.
Desta feita, se a segurança pública não está indo bem, não é por culpa da Polícia Civil, mas sim do Secretário de Segurança Pública, que em vez de administrar a sua pasta, quer, a seu modo, dirigir a Polícia Civil, menosprezando a Delegacia Geral de Polícia, o Conselho da Polícia Civil, e, em consequência, a todos os policiais civis do Estado de São Paulo. Acho que ele ainda não sabe que o regime ditatorial, no Brasil, já acabou.
GEORGE MELÃO
Presidente do Sindicato dos Delegados de Polícia do Estado de São Paulo – Sindpesp.
1º – Sendo o Secretário de Segurança Pública, segundo o “site” da SSP/SP, a mais alta autoridade na hierarquia policial (apesar de não pertencer a nenhuma das duas policias estaduais constitucionalmente previstas – civil e militar), é o único responsável pela atual situação da insegurança pública, e, para fugir de suas responsabilidades tece comentários levianos e sem qualquer fundamento, principalmente contra a Polícia Civil, órgão pelo qual, nota-se, claramente, que nutre um enorme rancor;
2º – O Secretário ultrapassa os seus limites de atribuições, os quais deveriam ser administrativos e em plena harmonia com a Delegacia Geral de Polícia, e passa a gerir diretamente a Polícia Civil, nomeando e exonerando diretores a seu bel prazer, sem consultar a Delegacia Geral de Polícia e o Conselho da Polícia Civil;
3º – Agride toda a instituição policial quando faz seus comentários negativos, discriminatórios e generalizados;
4º – No que se refere ao Denarc, mostra o senhor secretário não possuir conhecimentos suficientes para se manifestar sobre suas atuações, pois o Denarc encontra-se instalado em um prédio totalmente inadequado e em péssimas condições. Sofre, como toda a Polícia Civil, a enorme falta de Delegados e de funcionários, não possui equipamentos tecnológicos de última geração para aprimorar os trabalhos investigativos, a legislação engessa a atuação policial como um todo, mas principalmente no que se refere a investigação sobre tráfico de drogas, e, apesar de toda esta dificuldade, o Denarc além de fazer um brilhante trabalho policial, também faz excelente trabalho social, seja quando profere palestras sobre entorpecentes em escolas, associações, Igrejas, Rotary, Maçonaria, Lions etc, seja quando faz trabalhos de recuperação de drogados e encaminhamentos para clinicas especializadas etc. Ademais, durante a gestão do atual diretor do Denarc, registre-se, nomeado pelo atual secretário, foram apreendidas 5,23 toneladas de maconha, 2,31 toneladas de cocaína, quase 0,5 tonelada de crack; foram realizadas 299 prisões em flagrante com um total de 499 pessoas presas e 1.017 interceptações telefônicas, o que gerou milhares de conversas a serem ouvidas e degravadas. Tudo isto, somente em 2.010, e se não teve maior êxito em suas ações foi por culpa única e exclusivamente do estado, e não do Diretor do Departamento, o qual tem feito um excelente trabalho por onde tem passado.
5º – Quanto ao Detran, mostra o senhor secretário também não possuir qualquer conhecimento a respeito de seu funcionamento, pois no que se refere as delegacias especializadas em crimes de trânsito, as mesmas, além de atenderem ao público que possuem o conhecimento de sua existência e que para lá se dirigem, recepcionam todo o acervo de boletins de ocorrência de acidente de trânsito com vítimas que sejam de autoria desconhecida, e ainda, nos moldes do Departamento de Homicídios e Proteção a Pessoa, possui uma equipe plantonista que poderá ser acionada por qualquer delegacia de policia territorial da capital, assessorando e atendendo as ocorrências de crime de trânsito.
Desta feita, se a segurança pública não está indo bem, não é por culpa da Polícia Civil, mas sim do Secretário de Segurança Pública, que em vez de administrar a sua pasta, quer, a seu modo, dirigir a Polícia Civil, menosprezando a Delegacia Geral de Polícia, o Conselho da Polícia Civil, e, em consequência, a todos os policiais civis do Estado de São Paulo. Acho que ele ainda não sabe que o regime ditatorial, no Brasil, já acabou.
GEORGE MELÃO
Presidente do Sindicato dos Delegados de Polícia do Estado de São Paulo – Sindpesp.
21/12/2010 19h32 – Atualizado em 21/12/2010 19h55
Justiça decreta prisão de suspeito de agressão contra jovem na Paulista
Do G1 SP
Câmera filma agressão na Paulista (Reprodução)A Justiça de São Paulo decretou nesta terça-feira (21) a prisão do único rapaz maior de idade envolvido na agressão a um jovem na Avenida Paulista. Jonathan Lauton Domingues, de 19 anos, indiciado por lesão corporal grave e tentativa de homicídio está em liberdade. Agora ele é procurado pela polícia. O G1 não conseguiu localizar o advogado de Domingues.
Os quatro garotos suspeitos de agressão estão internados provisoriamente na Fundação Casa após a Justiça decretar o recolhimento deles em 23 de novembro.
A decisão pela internação ocorreu após imagens gravadas por câmeras de segurança de prédios da Avenida Paulista mostrarem as agressões cometidas pelos adolescentes. Em uma das cenas, um dos garotos, de 16 anos, bate e um jovem com lâmpadas fluorescentes, ferindo o rosto da vítima, sem qualquer motivo aparente.
Baseada numa lei estadual anti-homofóbica, a Defensoria Pública de São Paulo entrou na quinta-feira (16) com uma denúncia administrativa na Secretaria da Justiça e da Defesa da Cidadania para pedir que a comissão do órgão aplique uma multa de R$ 80 mil para os cinco suspeitos.
A defensora Maíra Diniz, coordenadora do Núcleo de Combate à Discriminação, Racismo e Preconceito da defensoria, afirmou que duas das vítimas relataram para ela que a motivação dos ataques foi homofóbica.
De acordo com a coordenadora do Núcleo de Combate à Discriminação, Racismo e Preconceito da Defensoria Pública, ela irá basear seu pedido à secretaria na lei estadual 10.948 de 2001 de combate à homofobia.
Segundo a defensora, ela pediu a aplicação de multa de R$ 16 mil para cada um dos cinco suspeitos. “O dinheiro poderá ir para um fundo de políticas públicas de diversidade sexual se a comissão da Secretaria da Justiça assim decidir”, disse Maíra.
Na madrugada de 5 de dezembro houve mais um ataque contra homossexuais na região da Avenida Paulista. Câmeras de segurança registraram o momento em que as vítimas foram agredidas violentamente por um homem. Nos últimos meses, foram pelo menos seis ataques na região, com oito vítimas feridas.
21/12/2010 19h21 – Atualizado em 21/12/2010 19h21
Vídeo coloca ação de policiais da Rota sob suspeita
Do G1 SP
Três acusados de tráfico de drogas estão soltos, porque policiais militares das Rondas Ostensivas Tobias de Aguiar (Rota) teriam alterado a cena do crime. Uma juiza revogou a prisão depois de ver as imagens gravadas por câmeras de segurança, no local onde supostamente estaria armazenada a droga.
Imagens mostram quando policiais da Rota aparecem do lado de fora do galpão conferindo o pó branco. Já dentro do galpão, eles tiram os sacos da mala e começam a despejar o conteúdo num tambor. Segundo o boletim de ocorrência, lavrado pelos próprios policiais, o pó branco seria cocaína.
Vários policiais entram e saem do galpão. Assim que um deles percebe que o grupo está sendo gravado, dá um tapa na câmera. Em seguida outros policiais saem à procura da central que controla as gravações. Eles encontram outra câmera, que também é danificada.
O que eles não contavam é que o monitoramento também estava sendo feito de um outro lugar.
As imagens foram gravadas em outubro do ano passado. Tudo aconteceu em um depósito de material de construção, no parque Santa Madalena, periferia da zona Leste. Na época, os policiais registraram a ocorrência como um flagrante de apreensão de drogas.
O dono do depósito, um funcionário e a mulher dele tiveram a prisão preventiva decretada por tráfico de drogas. E não foram presos porque as imagens foram parar na justiça. Depois de assistir à gravação, a juíza Daniela Martins de Castro revogou a prisão dos acusados e encaminhou o vídeo para a corregedoria da Polícia Militar, a Secretaria de Segurança Pública, a Justiça Militar e pediu providências.
No despacho, a juíza diz: as imagens mostram que os policiais mexeram na droga e alteraram a cena do crime. E só por este motivo as provas contra os acusados ficaram comprometidas. A corregedoria da PM instaurou um inquérito para investigar a conduta dos policiais. A apuração está sendo acompanhada pela Justiça Militar. Os PMs que aparecem no vídeo foram afastados no começo das investigações. Mas a coorporação não confirma se eles voltaram às ruas.
Especialista em segurança, José Vicente da Silva assistiu à gravação. Segundo ele, os policiais infringiram várias normas da PM e cometeram crimes.
“Há toda uma cadeia de procedimentos criminosos praticados por criminosos fardados. O fato de ter essa droga e não ter apreendido já seria um crime. O policial quando apreende uma droga em qualquer que seja a circunstância ele imediatamente tem que ser levada para apreensão da Polícia Civil. Então isso mostra que eles estavam num comportamento indevido ali.”
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Documento contém 19 relatos de moradores dos complexos da Penha e do Alemão Fabio Vasconcellos e Taís Mendes Um relatório produzido por ONGs e que já está com deputados da Comissão de Direitos Humanos da Câmara, em Brasília, menciona a suposta ocorrência de uma execução, além de roubos e torturas, praticados por PMs durante a ocupação dos complexos da Penha e do Alemão. O documento, contendo 19 relatos de moradores, foi entregue à cúpula da Secretaria estadual de Segurança na semana passada e será entregue hoje às Relatorias Especiais sobre Tortura e Execuções Sumárias, Arbitrárias ou Extrajudiciais da ONU e à Comissão Interamericana de Direitos Humanos da OEA. |
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“É apenas o fim do começo”
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| Mundo
O criador do WikiLeaks diz que o vazamento de documentos sigilosos não vai parar. Julian Assange recuperou a liberdade, pelo menos por ora. Na quinta-feira passada, ao sair em condicional da solitária “no porão de uma prisão vitoriana” (como definiu o cárcere londrino de Wandsworth), Assange louvou a resiliência de seu site – “O WikiLeaks é uma organização robusta. Durante meu confinamento solitário continuamos a publicar” –, acusou os Estados Unidos de persegui-lo – “Há algo muito errado com os EUA para que a investigação sobre mim e a minha organização tenha de ser conduzida em segredo” – e prometeu continuar a vazar documentos sigilosos. Os mais recentes divulgados pelo WikiLeaks revelaram que o Exército da Índia fez uso sistemático de técnicas de tortura na região da Caxemira, disputada pelo Paquistão. Para o fundador do OpenLeaks, um ex-funcionário de Assange, o WikiLeaks perdeu o foco |
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Suspeito trabalhava no ABC Paulista e também anunciava medicamentos na web
Os policiais da corregedoria encontraram, na casa do auxiliar de papiloscopia (que trabalha na área de identificação por impressão digital), anabolizantes, armas de uso restrito, granadas de efeito moral, um notebook e R$ 850 em notas falsas.
Ainda de acordo com a corporação, o suspeito trabalhava na Delegacia Seccional de Santo André, no bairro Vila Valparaiso.
A Corregedoria da Polícia Civil não informou para qual penitenciária do Estado o perito seria transferido até a publicação desta reportagem.
O I Curso de Técnicas de Investigação Antissequestro foi ministrado pela Polícia Civil do Estado de SP entre novembro e dezembro, na Academia Nacional de Polícia, em Brasília.
A Policia Civil do Estado de São Paulo, por meio de delegados e investigadores da Divisão Antissequestro do Departamento de Investigações sobre Crime Organizado (Deic), transformou o combate cotidiano a extorsão mediante sequestro em aulas para equipes da Polícia Federal. O I Curso de Técnicas de Investigação Antissequestro foi ministrado entre novembro e dezembro, na Academia Nacional de Polícia, em Brasília.
Como inovação, além das palestras no auditório, foi utilizado o sistema Ensino a Distância (EAD), através do portal ANP.net, agilizando o ensino do conteúdo. O delegado Edson Jorge Aidar, das DAS e professor da Academia de Polícia de São Paulo, coordenou todo o trabalho.
As palestras foram ministradas por Aidar, pelos delegados Wagner Giudice, titular da DAS, Carlos Castiglioni, Ronaldo Augusto Comar Marão Sayeg, e pelos investigadores Henry Lee e José Antônio dos Santos, todos da DAS, e pelo delegado Antônio Carlos Heib, da Delegacia de Repressão a Roubo a Condomínios. O curso consistiu em esclarecer métodos e procedimentos para gerenciar negociações e investigações em crimes de extorsão mediante sequestro.
O delegado federal Disney Rosseti, diretor da Academia Nacional de Polícia, agradeceu o empenho dos policiais paulistas pela qualidade do curso. Também parabenizou a Policia Civil de São Paulo pela excelência dos serviços na repressão ao crime de extorsão mediante sequestro, paradigma para todas as unidades de Polícia Judiciária do Brasil.
Da Secretaria de Segurança Pública
Enviado em 20/12/2010 às 23:29 – PONDERADA
CAROS AMIGOS POLICIAIS CIVIS:
AMANHÃ SERÁ TELEVISIONADA MATÉRIA ONDE POLICIAIS MILITARES APARECEM FAZENDO O PREPARO DE COCAÍNA. ELES ESTAVAM EM UM GALPÃO E NÃO SABIAM QUE TINHA CÂMERA. IA AO AR HOJE, PORÉM A SECRETARIA DA SEGURANÇA NÃO DEU AS INFORMAÇÕES NECESSÁRIAS À IMPRENSA, TUDO PARA ENCOBRIR OS FATOS. OS POLICIAIS SÃO DA ROTA E O GALPÃO É NA ZONA LESTE. VAI SER UM ESCÂNDALO. IMAGINEM SE FOSSE POLICIAIS CIVIS? ESTAVAM ESCRACHADOS NA TELEVISAO DESDE MANHÃ, PASSARIA ATÉ NO GLOBO RURAL.
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Eu ainda não vi nada!
À paisana e em seu dia de folga, o soldado, ao parar a moto, foi abordado pela dupla, também em uma moto. O garupa sacou a arma e exigiu o veículo de Helder. Não se sabe ainda se o policial reagiu, mas ele acabou baleado, morrendo no pronto-socorro da região, para onde foi levado por policiais militares.
Nada foi roubado da vítima, segundo a polícia. A dupla continua foragida. O caso foi registrado no 1º Distrito Policial de Taubaté.