AL GORE: “Defendam a internet. Ela não pode ser controlada por governos ou grandes corporações. A internet é do povo.” …”INFELIZMENTE A DEMOCRACIA AINDA NÃO CHEGOU PARA POLICIAIS CIVIS” (Dr. Paulo Roberto Jodas) 8

18/01/2011 – 14h03

“Internet é democracia e não pode ser controlada”, diz Al Gore

CAMILA FUSCO
DE SÃO PAULO

“Defendam a internet. Ela não pode ser controlada por governos ou grandes corporações. A internet é do povo.”

Essa foi uma das frases do ex-vice-presidente dos EUA, Al Gore durante sua breve apresentação durante o segundo dia da Campus Party, evento de tecnologia e entretenimento que acontece até domingo em São Paulo.

Veja a galeria de fotos da Campus Party

Cristiano Sant’Anna/Indice.com/campuspartybrasil/Flickr
Al Gore fala na Campus Party hoje, que acontece nesta semana no Centro de Exposições Imigrantes, em São Paulo
Al Gore fala na Campus Party hoje, que acontece nesta semana no Centro de Exposições Imigrantes, em São Paulo

Durante seu discurso, Al Gore afirmou que a internet traz a democracria à vida real e que a neutralidade da rede deve continuar.

“A forma como se usam as ferramentas tecnológicas é absolutamente importante. Sigam seus corações e mantenham os sonhos das pessoas vivos, não deixem que a rede seja controlada”, afirmou.

A discussão vem em um momento em que a neutralidade da internet é questionada, inclusive por iniciativas de empresas globais sobre a possibilidade de priorizar conteúdo de acordo com a vontade do usuário no momento.

Outra forma de interferência também apontada pelos especialistas é o bloqueio da rede por companhias de telefonia ou acesso à internet como forma de “proteger” a rede e evitar o consumo de banda.

Sob a ótica dos especialistas, todo conteúdo e toda navegação deve ser tratada da mesma forma, sem privilégios ou proibições e sem interferências

O tema também foi abordado por Tim Berners-Lee, um dos criadores da rede, que também participou do painel.

“Quando alguém tentar impedir que vocês acessem um conteúdo, protestem. Em paz, mas protestem”, disse Berners-Lee.

As formas podem ser diferentes, segundo ele. Pode envolver desde protestos silenciosos, como posts em blogs e no Twitter ou também ganhar proporções maiores, como reclamar com a companhia telefônica que bloquear o acesso, por exemplo.

“Essas são revoluções silenciosas que ganham as ruas”, afirmou.

Governador desviou dinheiro destinado à contenção de morros para um museus da Fundação Roberto Marinho 8

de
para dipol@flitparalisante.com

data18 de janeiro de 2011 17:15
assunto notícia

ocultar detalhes 17:15 (9 minutos atrás)

Sei que seu site não trata de politica, Dr.
Mas não custa nada alertar os seus leitores, que não são poucos, diga-se de passagem, a não acreditar no que llem na Rede Globo. Afinal, ela a mãe do PIG que apoia o PSDB.
Por isso, encaminho o link de uma notícia onde diz que o Governador desviou dinheiro destinado à contenção de morros para um museu da Fundação Roberto Marinho.
 
http://www.conversaafiada.com.br/pig/2011/01/13/dinheiro-das-enchentes-foi-para-fundacao-roberto-marinho/

Nova direção troca toda chefia da Polícia Civil na cidade de São Paulo 56

Enviado em 18/01/2011 às 16:59O Maskara

Nova direção troca toda chefia da Polícia Civil na cidade de São Paulo
ANDRÉ CARAMANTE
DE SÃO PAULO

O delegado Carlos José Paschoal de Toledo, ex-diretor do Detran (departamento de trânsito) e empossado ontem novo chefe do Decap (setor da Polícia Civil responsável pelos 93 distritos policiais da capital), trocará todos os oito delegados seccionais da cidade de São Paulo.

Delegacias seccionais são centrais menores da Polícia Civil, ou seja, postos de comando que agregam todos os distritos policiais de uma determina área. A 4ª Seccional Norte, por exemplo, é a responsável por todos os 13 distritos policiais da zona norte e também pela Delegacia de Defesa da Mulher.

A mudança de chefia da Polícia Civil na capital faz parte de um processo de renovação iniciado semana passada por Marcos Carneiro Lima, que assumiu dia 7 o posto de delegado-geral.

Segundo o delegado Toledo, sua principal meta à frente do Decap é melhorar o atendimento à população. ‘Precisamos fazer com que as pessoas que buscam atendimento policial sintam que são pessoas importantes’.

Toledo também sustenta que sua gestão no Decap será uma busca para fazer com que a população tenha retorno sobre os registros policiais. ‘Vamos dar uma solução para os crimes. Não vamos nos limitar apenas a registrar o boletim de ocorrência’, afirmou o delegado.

A partir de um entendimento entre o delegado-geral e Toledo, a partir de amanhã, as oito delegacias seccionais do Decap ficarão assim:

Na 1ª Seccional Centro assumirá Kleber Torquato Altale, que era diretor da Polícia Civil na região de Piracicaba. Ele entrará no lugar de Aldo Galiano Júnior.

A 2ª Seccional Sul terá o delegado Adalberto Henrique Barboza, que era da Divecar (um setor do Deic que investiga crimes contra veículos), como substituto de Silvio Balangio.

A 3ª Seccional Oeste será chefiada por Dejair Rodrigues, que estava na delegacia de São Caetano do Sul (ABC). Rodrigues ficará no lugar de Elaine Maria Biasola Pacheco.

Na zona norte, onde fica a 4ª Seccional, o delegado Cosmo Stikovics Filho, ex-seccional de Diadema (ABC), ficará no lugar de Francisco Alberto de Souza Campos.

A 5ª Seccional Leste terá como chefe Elisabete Ferreira Sato, que deixa o DHPP (departamento de homicídios) para substituir Nelson Guimarães, que foi para o Deic (crime organizado).

No extremo sul da capital, a 6ª Seccional Santo Amaro terá à frente o delegado José Flamínio Ramos Martins, que era da delegacia Fazendária e assumirá no lugar de Armando de Oliveira Costa Filho, que irá para o lugar da delegada Sato no DHPP.

A 7ª Seccional Leste ficará sob responsabilidade de José Sanches Severo, agora ex-delegado chefe de Cotia (Grande São Paulo). Severo assumirá no lugar de Godofredo Bittencourt, que também já foi chefe do Deic.

No extremo leste, 8ª Seccional São Mateus será liderada pelo delegado Carlos Targino da Silva, que já foi do DHPP e atuava como seccional de Franco da Rocha (Grande São Paulo). Ele assumirá a vaga de Antônio Carlos Palhares.

http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/862349-nova-direcao-troca-toda-chefia-da-policia-civil-na-cidade-de-sao-paulo.shtml

 

RÁDIO FLIT SABOR VERÃO NA PRAIA: 867-5309/Jenny ( verão de 1981/82 sem alagão ) 30


867-5309/JENNY
(James Keller / Alex Call)
Tommy Tutone – 1981

Jenny Jenny who can I turn to
You give me something I can hold on to
I know you’ll think I’m like the others before
Who saw your name and number on the wall

Jenny I’ve got your number
I need to make you mine
Jenny don’t change your number

Eight six seven five three oh nine
Eight six seven five three oh nine
Eight six seven five three oh nine
Eight six seven five three oh nine
Jenny Jenny you’re the girl for me
You don’t know me but you make me so happy
I tried to call you before but I lost my nerve
I tried my imagination but I was disturbed

Jenny I’ve got your number
I need to make you mine
Jenny don’t change your number
Eight six seven five three oh nine
Eight six seven five three oh nine
Eight six seven five three oh nine
Eight six seven five three oh nine

I got it (I got it) I got it
I got your number on the wall
I got it (I got it) I got it
For a good time, for a good time call

Jenny I’ve got your number
I need to make you mine
Jenny I’ve called your number

Eight six seven five three oh nine
Eight six seven five three oh nine
Eight six seven five three oh nine
Eight six seven five three oh nine

Jenny Jenny who can I turn to
(Eight six seven five three oh nine)
For the price of a dime I can always turn to you
(Eight six seven five three oh nine)

Eight six seven five three oh nine
Eight six seven five three oh nine
five three oh nine…

Baixe músicas gratuitamente do site oficial do TOMMY TUTONE: http://www.tutone.com/main2.html

Divisão de Capturas cuidará do Presídio da Polícia Civil 60

Enviado em 18/01/2011 às 15:04- FUDIDO

Terça-feira, 18/01/11 – 14:34

Divisão de Capturas cuidará do Presídio da Polícia Civil

Na manhã desta terça-feira (18), o delegado geral de polícia Marcos Carneiro Lima visitou o Presídio da Polícia Civil, acompanhado do delegado Luiz Antonio Pinheiro, supervisor do Grupo de Operações Especiais (GOE) e de três equipes da mesma unidade policial, que fizeram uma revista aos 110 policiais civis presos.

Todos foram colocados em forma e o delegado geral aproveitou a oportunidade para falar sobre a importância de se manter o presídio em ordem, dentro das normas estabelecidas pela Polícia Civil, entre outros assuntos.

A novidade, entretanto, ficou para o final da visita, quando Marcos Carneiro informou que o Presídio da Polícia Civil não será mais responsabilidade da Corregedoria, mas, sim, da Divisão de Capturas, hoje comandada pelo delegado Waldomiro Pompiani Milanesi, que, entre outros departamentos, já atuou no Deic e na Secretaria da Segurança Pública (SSP).

___________________________________

Qual a motivação?

EUCLYDES, a imposição estatutária agride a Constituição da República…Contudo, conforme informação em Mandado de Segurança, o Dr. Ferreira Pinto esposa entendimento contrário; fundado em atrasada doutrina de Juristas Paulistas 23

Enviado em 18/01/2011 às 14:23 – Euclydes Zamperetti Fiori

Em meu entender a imposição estatutária impedindo manifestação publica do policial civil agride o inserido na Constituição.

Doutor Guerra

Por favor, esclareça minha duvida.

Euclydes Zamperetti Fiori
lotado no outrora respeitado
DEIC

Em linhas gerais: LIBERDADE DE MANIFESTAÇÃO é amplamente garantida aos policiais civis, desde que obedientes aos regramentos da LOP, ou seja, SÓ POR MEIO DE PETIÇÃO  endereçada aos superiores hierárquicos.

E dentro do limite da TOLERÂNCIA crítica permitida:   ZERO!

Por outro aspecto, o Excelentíssimo Sr. Secretário, enquanto agente político – ao abrigo de sanções disciplinares – pode manifestar-se publica e livremente acerca de falhas verificadas na Polícia Civil; assim podendo empregar qualificativos como INÉPTA, LETÁRGICA e VERDADEIRA ORGIA, obviamente com finalidades terapêuticas. 

JUIZES DENUNCIAM A PRECARIEDADE DA ATUAÇÃO DA JUSTIÇA…DELEGADO DE POLÍCIA QUE OUSAR DEMONSTRAR A “PORCARIEDADE” (resultado da precariedade ) DA SEGURANÇA PÚBLICA ACABA PROCESSADO E DEMITIDO POR PROCEDIMENTO IRREGULAR DE NATUREZA GRAVE 9

Juízes alertam para a realidade do Judiciário de SP

Magistrados e mídia estreitam relações em Piracicaba


Sob o título “Juízes de Piracicaba divulgam realidade do Judiciário Paulista”, o site da Apamagis (Associação Paulista de Magistrados) registra a iniciativa de 12 juízes do Fórum de Piracicaba, que promoveram encontro com a imprensa local, em dezembro (*).

http://blogdofred.folha.blog.uol.com.br/arch2011-01-01_2011-01-31.html#2011_01-13_18_04_35-126390611-0

Segundo noticiou a “Gazeta de Piracicaba”, o encontro serviu para chamar a atenção sobre a “precariedade da atuação da Justiça no Estado de São Paulo”.

Realizado no auditório da Associação Comercial e Industrial de Piracicaba, o evento foi uma iniciativa dos magistrados para estreitar as relações com a imprensa e esclarecer sobre o funcionamento da Justiça paulista.

O juiz Marcos Douglas Veloso Balbino da Silva, da 2ª Vara Cível, disse que há “um cenário desolador que serve como desestímulo aos próprios juízes, pois o número de processos só aumenta e estamos enxugando gelo”. Segundo ele, “não se pode transformar a atividade judicial em produção em escala industrial e repetitiva de decisões”.

O juiz Lourenço Carmelo Torres, da 3ª Vara Cível, citou o corte no orçamento pelo Executivo estadual e a falta de funcionários, agravada pela perda de servidores que deixaram de ser repostos.

Sob o título “Juízes denunciam condições ‘insustentáveis’ de trabalho”, o “Jornal de Piracicaba” noticiou que os magistrados reclamaram que o crescente volume de processos, aliado aos baixos investimentos, os obriga a exercerem jornadas excessivas de trabalho, incluindo as sentenças nos finais de semana, em detrimento da vida familiar e social.

Em página interna, o encontro foi noticiado sob o título “Poder Judiciário de Piracicaba grita por socorro em encontro com a imprensa”.

Segundo o jornal, os juízes consideraram a iniciativa uma forma de “derrubar os muros que ainda separam e afasta a mídia e a Justiça de uma aproximação mais harmoniosa e produtiva”, conforme definiu o juiz Lourenço Carmelo Torres.

“Juízes apresentam panorama caótico do Judiciário paulista” foi a manchete do jornal “A Tribuna Piracicabana”.

Segundo o jornal, “os juízes de direito da Comarca de Piracicaba fizeram algo inusitado: pela primeira vez, reuniram jornalistas da cidade para apresentar o organograma do Judiciário brasileiro e, na mesma oportunidade, deixaram a habitual reserva em falar sobre a situação de suas atividades para apresentar um quadro caótico do Judiciário paulista”.
 
(*) http://www.apamagis.com.br/noticia.php?noticia=29216
 

Dr.Hélio Tavares(HT), Dr.Claudio Gobetti, Dr.José Antonio Carlos de Campos Gomes(Zé Antártica)… 40

Enviado em 18/01/2011 às 12:04- FALCÃO

Escriba 2.011
Dr.Hélio Tavares(HT), Dr.Claudio Gobetti, Dr.José Antonio Carlos de Campos Gomes(Zé Antártica)… Tinham seus defeitos como todos nós temos, mas eu queira ver, qual D.G., qual Secretário, qual oficial da pm (seja comandante de companhia, de batalhão ou do car…..que fosse), tinha peito de ir em suas Delegacias, Departamentos, exigir alguma coisa, falar alto, querer dominar uma determinada situação… Tinha que ter culhão pra isso, muito culhão…

QUEM DISSE QUE DELEGADO DE POLÍCIA SÓ INGRESSA EM TRIBUNAL DE JUSTIÇA COMO RÉU 12

Enviado em 18/01/2011 às 12:10DESILUDIDO

NICO NO LUGAR DO IVANEY… POLÍCIA É BICO MESMO…

http://justicadesportiva.uol.com.br/26588-RONALDO-BOTELHO-PIACENTI-TOMA-POSSE-COMO-NOVO-PRESIDENTE-DO-TJDSP.html

Osvaldo Nico será o vice do tribunal; ex-presidente Ivaney Cayres também participou da cerimônia

Em cerimônia na sede da Federação Paulista de Futebol (FPF) nesta última segunda-feira, dia 17 de janeiro, tomou posse o novo presidente do Tribunal de Justiça Desportiva de São Paulo (TJD/SP), Ronaldo Botelho Piacenti, juntamente com seu vice Osvaldo Nico Gonçalves. O agora ex-presidente Ivaney Cayres também participou da cerimônia.

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O novo presidente falou de suas expectativas ao assumir o novo cargo. “A expectativa é manter a seriedade do tribunal, isso é muito importante. Estamos realizando melhorias no tribunal, com o apoio da FPF, e vamos fazer o melhor possível para o futebol de São Paulo”, disse Ronaldo Botelho, em reportagem do site da entidade que comanda o futebol paulista.

Osvaldo Nico Gonçalves, novo vice-presidente, se disse gratificado em assumir o cargo. “É gratificante, estou aqui há muito tempo. Entrei quando o Dr. Marco Polo Del Nero era o presidente do tribunal. Então chegar hoje à vice-presidente me deixa muito feliz”, disse.

Ivaney Cayres de Souza disse que mudança no comando é saudável e demonstrou confiança no trabalho de seu sucessor. “Passar o cargo é algo saudável e um motivo de muita festa. É importante nesse momento ter a consciência tranqüila de ter feito o melhor para o desporto. Tenho a certeza de que o TJD está em boas mãos”, concluiu, agradecendo a todos que o auxiliaram durante seu mandato.

Por fim, Ivaney inaugurou uma galeria, onde cada um dos ex-presidentes do tribunal está retratado. Ainda durante a cerimônia, duas placas foram entregues, uma ao atual presidente Ronaldo Botelho Piacenti e outra ao ex-presidente Ivaney Cayres de Souza.

Governantes despreparados, omissos E BANDALHOS… 4

Governantes despreparados e omissos
Tue, 18 Jan 2011 07:39:38 -0200
Gil Castelo Branco O primeiro homem público que demonstrou preocupação com os fatores climáticos foi D. Pedro II, quando prometeu: “Venderei até o último brilhante da minha coroa para acabar com a seca no Nordeste.” A coroa intacta, com todos os brilhantes, está exposta no Museu Imperial de Petrópolis, e milhares de nordestinos, ao longo de 150 anos, foram sepultados em seus estados.
Desde o Império, portanto, a natureza anda de mãos dadas com a falta de planejamento e a debilidade do Estado, nas esferas municipal, estadual e federal. Na raiz do problema está a questão habitacional. Por muitos anos, o financiamento da casa própria atendeu somente às classes mais favorecidas. Em função da inflação e dos juros elevados, a correção das prestações superava os reajustes salariais, inviabilizando as operações, notadamente para as famílias de baixa renda. Desta forma, surgiram as ocupações precárias e as invasões, sob a vista grossa dos governantes.
Diante do caos consumado, as tragédias apresentam aviso prévio. No calendário nacional já estão fixadas entre o Natal e o carnaval. Os estados e as cidades onde os eventos historicamente acontecem são conhecidos – e até as áreas de riscos iminentes -, mas o poder público é omisso em relação à atuação preventiva.
De 2000 a 2010, o Ministério da Integração Nacional – onde está alocada a Secretaria Nacional da Defesa Civil – aplicou R$6,3 bilhões na “resposta aos desastres e reconstrução”, e apenas R$542 milhões na “prevenção e preparação para desastres”. No ano passado, por exemplo, foram gastos 13 vezes mais após as catástrofes do que em medidas que poderiam minimizar os seus efeitos. Além disso, nos últimos 11 anos, de cada R$5,00 do orçamento da União para evitar calamidades naturais, somente R$1,15 foi efetivamente investido.
Em 2010, para acentuar o rol de absurdos, dos R$167,5 milhões aplicados em prevenção, 50,5% foram utilizados na Bahia, terra natal do então ministro da Integração Nacional, Geddel Vieira Lima, candidato derrotado nas últimas eleições para governador. O Tribunal de Contas da União (TCU) questionou a distribuição de recursos e recebeu a informação de que a Bahia havia apresentado maior quantidade de projetos. Mas será que projetos dessa natureza são como o acarajé, que os baianos fazem como ninguém?
Já o Ministério das Cidades desenvolve o programa de “urbanização, regularização e integração de assentamentos precários”, com ação destinada a financiar o mapeamento municipal das áreas de risco. No entanto, além do pequeno valor aplicado nessa iniciativa específica, o TCU constatou a falta de diálogo com o Ministério da Integração, que promove a transferência de recursos para projetos de prevenção a desastres.
A Secretaria Nacional da Defesa Civil, por sua vez, não possui articulação com os órgãos semelhantes nos estados e municípios. Embora “no papel” existam representações da defesa civil em 77% das cidades brasileiras, não chegam a 10% as comissões/coordenadorias municipais estruturadas e atuantes. Na maioria delas, os responsáveis são pessoas despreparadas que acumulam o cargo com alguma outra função na prefeitura.
Na verdade, a Defesa Civil, criada na Segunda Guerra Mundial, ainda não encontrou a sua identidade. Não há sequer padrão. Em alguns estados está vinculada à Casa Militar do governador, em outros ao Corpo de Bombeiros. Também é possível encontrá-la subordinada a secretarias da área social. A coordenação é exercida tanto por civis como por militares.
Diante da precariedade do sistema de defesa civil, o recém-designado secretário nacional de Defesa Civil, Humberto Viana, está correto ao considerar essencial a criação de espaço próprio e adequado para o Centro Nacional de Gerenciamento de Riscos e Desastres (Cenad). O órgão funciona atualmente em condições precárias, em três salas do ministério, sem um meteorologista, sequer.
Com perfil mais técnico do que político, é de se esperar que a presidente Dilma fortaleça as ações da Defesa Civil, especialmente as de prevenção, aprimorando a gestão e ampliando os valores aplicados, mesmo que, para isso, seja necessário vender os brilhantes da coroa de D. Pedro II.
GIL CASTELO BRANCO é economista e dirigente da organização não-governamental Contas Abertas ____________________________________________

Gozado, todos os diversos órgãos e “instituições”  da Administração Pública, sob o pretexto de garantir direitos fundamentais coletivos e fazer valer o “princípio constitucional” da eficiência, investem ( mais na teoria do que na prática) em SERVIÇOS DE INTELIGÊNCIA, ou seja, aquele setor de determinado órgão que possui por objetivo obter conhecimento com a finalidade de instrução de decisões no âmbito da Administração Pública que, de regra, visam A PRESERVAÇÃO DOS DIREITOS FUNDAMENTAIS DA COLETIVIDADE.

As Polícias dizem manter  SERVIÇOS DE INTELIGÊNCIA.

O Ministério Público, investe pesadamente em unidades de inteligência.

A Procuradoria do Estado envereda pela área.

A Defensoria, idem!

E a Defesa Civil?

Ora, a Defesa Civil fica no aguardo das informações daquelas belas e gostosas MOÇAS DO TEMPO!   

Enfim,   “inteligência” só para  MAIOR GLÓRIA DE CORPORAÇÃO, DE CHEFE  E DO BOLSO.

José Eduardo Cardozo: “Um pacto político contra o crime” 6

José Eduardo Cardozo: “Um pacto político contra o crime”
Tue, 18 Jan 2011 08:05:38 -0200
O ministro da Justiça diz como pretende unir o governo federal e os Estados no combate à violência
Leonel Rocha e Marcelo Rocha

Desde que assumiu o Ministério da Justiça, a rotina do paulistano José Eduardo Cardozo tem sido chegar cedo ao gabinete e só deixar o trabalho no início da madrugada. Sempre com a agenda cheia, ele trata de assuntos variados que vão desde o novo modelo da carteira de identidade até acordos com países vizinhos para combater o narcotráfico. Cardozo elegeu a construção de um pacto político nacional contra o crime organizado sua principal missão no ministério. Na semana passada, ele recebeu ÉPOCA para falar sobre esse e outros assuntos e revelou que a presidenta Dilma exige que os nomeados para cargos de confiança no governo cumpram os critérios da Lei Ficha Limpa, instituída para barrar condenados em decisões judiciais em segunda instância de disputar as eleições.

ÉPOCA – O senhor anunciou que vai costurar um acordo político com os governadores para combater o crime organizado. Qual é a razão dessa iniciativa, já que o Ministério da Justiça dispõe do Programa Nacional de Segurança com Cidadania (Pronasci), que repassa verbas da União para a segurança pública nos Estados?
José Eduardo Cardozo –
O Pronasci é um programa inovador e estabelecido com premissas corretas. A ideia é dar sequência a ele, aprofundar iniciativas e medidas, estreitar a aliança entre o ministério e os governos estaduais. Vamos começar avaliando o Pronasci pelo Rio de Janeiro para detectarmos falhas, avanços e o que mais pode ser implantado. Não pretendemos impor nenhum tipo de política aos governadores. Queremos ouvir sugestões, apresentar outras e verificar quais os elementos comuns para a construção de um pacto nacional contra o crime organizado.

ÉPOCA – Como será esse pacto na prática?
Cardozo
– Esse pacto terá de ser construído com um minucioso trabalho técnico. Não queremos que seja um evento midiático e terá de estar alicerçado em bases jurídicas. As equipes técnicas vão se reunir para fazer um diagnóstico da situação específica em cada Estado, verificar quais as possibilidades orçamentárias e conjugar esforços. Também faremos uma reunião com os secretários de Segurança que servirá de preparação para o encontro dos governadores com a presidenta Dilma, que ocorrerá em fevereiro ou março.

ÉPOCA – Problemas no relacionamento do governo federal com os governadores não podem dificultar esse pacto?
Cardozo
– Sempre existem dificuldades na estrutura federativa brasileira, sejam de natureza jurídica, operacional ou política. Nem sempre os entes da Federação dialogam a partir de programas de governo. Essa é uma questão a ser superada. Temos de procurar nossas convergências, porque esse acordo político é essencial para combater o crime organizado, enfrentar o problema das drogas e tentar reduzir a violência.

ÉPOCA – Com que aspectos da segurança pública o governo está mais preocupado?
Cardozo
– O crime organizado e o tráfico de drogas são os principais problemas. A tragédia das drogas é potencializada pelo crime organizado, e o crime organizado é potencializado pelo consumo de drogas. São indissociáveis do ponto de vista preventivo e repressivo. É necessário atacar as organizações criminosas, controlar melhor as fronteiras, fortalecer a investigação policial e o setor de inteligência, asfixiar o poderio financeiro das organizações e punir rigorosamente. Do lado do consumo de drogas, temos de atuar preventivamente do ponto de vista da saúde pública e dar atenção especial ao dependente.

ÉPOCA – O principal problema das drogas é o aumento do consumo de crack?
Cardozo
– O crack é uma droga perversa, de fácil produção e barata. Os danos à saúde são incomensuráveis. Merece atenção especial porque se transformou em um problema gravíssimo. Precisamos combater a produção e a distribuição com políticas adequadas de repressão, prevenção, orientação social e tratamento dos dependentes.

ÉPOCA – O governo quer alterar a legislação para tratar de forma diferenciada os pequenos traficantes e permitir a aplicação de penas alternativas a eles?
Cardozo
– Temos uma política de endurecimento em relação ao traficante que participa de organizações criminosas. Não vamos encaminhar nenhum projeto de lei que traga algum tipo de beneficiamento a traficantes. A posição do governo é a expressa no projeto de lei enviado ao Congresso que tipifica o crime organizado. Pelo projeto, o traficante que for condenado, se pertencer ao crime organizado, não só receberá sua pena pelo tráfico, como sofrerá um acréscimo de pena de três a dez anos pelo fato de participar de organização criminosa.

ÉPOCA – Um relatório do Exército diz que o tráfico de drogas no Complexo do Alemão, no Rio de Janeiro, voltou. Já se esperava que a ocupação do Alemão não acabasse completamente com a ação dos traficantes?
Cardozo
– Não existe operação de combate ao crime organizado que possa ser feita com mágica. O que existe são ações competentes que devem ser construídas, planejadas e executadas de forma integrada. O caso do Alemão tem uma dimensão emblemática, ficou conhecido nacionalmente e mostra que aquela operação foi feita com acerto e muita competência pelas autoridades do Estado. E vamos reproduzi-la em todo o país, com adaptações.

ÉPOCA – O modelo das Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs) se aplica a outros Estados?
Cardozo
– As UPPs são experiências muito interessantes e devem ser levadas a outros Estados. O modelo do Rio é o mesmo aplicado no programa Territórios de Paz, que o Pronasci desenvolve.

ÉPOCA – O governo pretende assinar acordos com países vizinhos para o combate ao narcotráfico fora de nossas fronteiras, como já aconteceu com o Paraguai?
Cardozo –
A vigilância das fronteiras é fundamental para o combate ao crime organizado. E não haverá plano eficiente de combate aos crimes na fronteira sem colaboração com os vizinhos. O Ministério da Justiça já vinha estabelecendo protocolos de intenções com países vizinhos. Vamos voltar a discutir o assunto em uma viagem que farei à Bolívia. Há países que não têm as nossas condições técnicas e estruturais. Nesses casos, temos de saber o que eles podem fornecer e o que poderemos fornecer. Se há países com óbices legais, é importante discutir as ações desses governos para que suas leis sejam aperfeiçoadas. Se há países com dificuldades estruturais ou operacionais, vamos verificar como poderão ser superadas.

ÉPOCA – Na fronteira do Brasil com a Bolívia, há um trânsito intenso de pessoas. Será preciso restringir a circulação para reprimir o tráfico?
Cardozo
– As ações de segurança pública nunca podem afetar direitos. O direito de ir e vir não pode ser impedido. Nem com a Bolívia, nem com os Estados Unidos, nem com ninguém. É indispensável que tenhamos mecanismos de segurança ajustados à realidade das fronteiras. Se as pessoas têm condições legais de entrar, entrarão.

ÉPOCA – O que pode ser feito então?
Cardozo
– O governo tem de aperfeiçoar a Operação Sentinela e o Pefron (Policiamento Especializado de Fronteiras), aprofundar as relações da Polícia Federal com as Forças Armadas para aproveitar a capacidade operacional e logística dos militares. Precisamos utilizar mecanismos tecnológicos de ponta. Inteligência e informação são indispensáveis. Os veículos aéreos não tripulados, os Vants, começarão a operar em fevereiro, percorrendo as fronteiras e registrando ações sintonizadas com as forças terrestres.

ÉPOCA – O crime organizado não atua somente no tráfico de drogas. Age na evasão de divisas e em outros crimes que envolvem personagens de colarinho branco. Como combater esse tipo de crime?
Cardozo
– A estrutura do crime organizado é proporcional ao nível de corrupção no Estado, o que exige combater esse crime com muito vigor. Ao longo do governo Lula, a Polícia Federal atuou de forma republicana e livre de orientações políticas. Cada vez mais teremos uma polícia de Estado, e não de um governo. O Ministério da Justiça se capacitou para buscar o dinheiro desviado e a Secretaria Nacional de Justiça hoje tem um órgão que visa à recuperação desses ativos. O governo garantiu independência do Ministério Público com nomeações de procuradores-gerais sem comprometimento com o acobertamento de situações. Essas ações terão continuidade.

ÉPOCA – O governo Dilma começou com uma denúncia contra o recém-nomeado secretário executivo do Ministério do Turismo, Frederico da Costa, que teve os bens bloqueados pela Justiça por irregularidades na extinta Sudam. Como ficará o combate à corrupção na máquina pública?
Cardozo
– A presidenta Dilma Rousseff tem uma diretriz muito segura em relação à formação de sua equipe de governo. Ela nos orientou dizendo que as nomeações para cargos de confiança deveriam respeitar os critérios da Lei Ficha Limpa e que não permitiria indicações que transgredissem os critérios dessa lei. Ela me disse textualmente: se uma pessoa não tem condições de disputar eleição, não pode ocupar cargo público. Esse é o critério que a presidenta estabeleceu para todos os ministros e os cargos de confiança. Foi uma promessa eleitoral que ela cumprirá. Quanto a casos individuais, não posso tecer considerações a respeito. Respeito todas as nomeações feitas pela presidenta. Mas entendo que as leis precisam ser aperfeiçoadas para que possamos ter os processos administrativos mais ágeis e expulsar do serviço público quem comprovadamente cometeu irregularidades.
 

O FLIT NÃO É O ALTAS HORAS, MAS TEM VIDA INTELIGENTE: “Ninguém está disposto a ceder um pouquinho do seu terreno pela instituição” 67

Enviado em 17/01/2011 às 14:44QUALQUER UM

O grande problema da POLÍCIA CIVIL é que não existe mais uma POLÍCIA CIVIL pra ser representada, mas milhares de polícias civis.
Ninguém está disposto a ceder um pouquinho do seu terreno pela instituição.
Existe a POLÍCIA CIVIL dos delegados, a dos investigadores, dos escrivães, dos carcereiros, dos peritos, dos médicos….
E em cada uma destas existe um outro subtipo:
Delegados: titulares, plantonistas, assistentes, diretores, divisionários, com cadeira, no speed, aposentando, calças brancas, maçons, ptistas, psdbistas, etc.
investigadores: os da fazendária, da nasa, pegadores de biqueiras, dorminhocos, militares, cana, de balcão, de expediente, etc, etc, etc
e em todas as carreiras é a mesma coisa.
Cada um preocupado com o seu lado, grudado na sua trincheira, sem querer arredar um milímetro e esperantdo vir coisas boas com o sangue derramado por outros.
é a máxima do murphy: “nunca fique na mesma trincheira com um homem mais valente que você”.
Pra que uma idéia dê certo para a POLÍCIA CIVIL, é preciso antes conscientizar todo mundo de que fazemos parte de uma POLÍCIA CIVIL e é por ela que lutamos e não por nós mesmos.
O que vier de bom ou ruim para a POLÍCIA CIVIL vai refletir em cada um dos membros da POLÍCIA CIVIL.
Nenhuma mobilização vai chegar a nada, enquanto não for mudada a mentalidade da instituição.