Autor: Flit Paralisante
“ADEUS CAIPIRAS!” – A frase condensa o sentimento generalizado dos Delegados da “Capital” em relação aos “de fora” da suja elite Paulistana…Lembrando: “caipira” não vem pra Capital para passar o pote…”Delegado Paulistano” quando nomeado para o interior faz o quê?…Caipiras, caso Marilda não seja reeleita, desfiliem-se da ADPESP!…Chega de pagarmos casa, comida, bebida e diversão para esse tipo de “Paulistano”…Chega de pagar mensalidade para “Paulistano” meter a mão no cofre da Adpesp…Afirmando: Delegados Paulistanos “roubam” dos caipiras as promoções por merecimento, inclusive! 9
COMEÇOU A CAMPANHA PARA A ADPESP.
ADEUS CAIPIRAS!
Leia a íntegra da entrevista de Roque Barbiere na Assembleia de SP 3
05/10/2011-03h30 – fonte: FOLHA.com
DE SÃO PAULO
O deputado Roque Barbiere (PTB) concedeu entrevista coletiva nesta terça-feira (4) em que reafirmou a acusação de que parlamentares da Assembleia Legislativa de São Paulo enriqueceram negociando emendas com prefeituras e fazendo lobby para empreiteiras.
Sem dizer nomes, ele se referiu à Assembleia paulista como camelódromo. “Isso é igual camelô, cada um tem um jeito”. “Para os mais antigos, não é surpresa. Se fingir que é surpresa, é hipocrisia”, reiterou.
Deputado de SP diz que colegas da Assembleia vendem emendas; veja
Leia abaixo a íntegra da entrevista coletiva do deputado Roque Barbiere:
Jornalista: O senhor pretende ir lá na quinta-feira na comissão [de Ética] ou mandar por escrito?
Roque Barbiere: Estou pensando em fazer por escrito para não ter dúvida sobre o que foi dito. Por escrito fica fácil, se eu falei x coisas.
Jornalista: Neste escrito você vai dar algum nome?
Nenhum nome, nem com o revólver na cabeça. Meu objetivo não é dedurar ninguém é acabar com a prática. dar a ela mais transparência.
Jornalista: Mas não precisa mostrar alguns casos?
Tem caso de gente que até já morreu. por que que adianta citar?
Jornalista: No primeiro momento, o senhor disse que ia citar dois ou três nomes. Depois um nome.
Isso, conforme a conversa no Ministério Público.
Jornalista: Já está marcada essa conversa?
Eu acabei de chegar do hospital. Que eu fui pai, minha nenezinha nasceu prematura. Parece que o promotor já mandou um convite. Eu ainda nem vi isso com os meninos porque eu acabei de entrar aqui, mas como já mandou, eu vou atender, ele foi gentil. Eu posso escolher a hora e o lugar, porque o deputado tem essa prerrogativa, mas não quero fazer uso dela não. Assim que eu quiser falar com ele eu vou lá onde ele estiver.
Jornalista: O senhor teme ser punido? porque disseram que se o senhor não apresentar nomes, o senhor vai ser punido.
Que me punam. É só ler a matéria do Estadão para ver se eu falei mentira. A não ser que o Estadão seja mentiroso. Leia o Estadão de hoje que tem uma reportagem sobre um assessor de um deputado que estaria não sei que época vendendo emenda. Vocês da imprensa tem que ajudar, não é ficar buscando nome que nem vampiro, que vocês gostam de f… alguém. Não é isso aí. É ajudar acabar com essa prática. Vocês não veem todo dia em Brasília? É o ministro que liberou dinheiro para uma ONG, que a mulher uma empregada doméstica nunca teve empresa, que a sede da empresa é uma casinha na Coab. E são milhões de reais. Pagamento não deveria ter emenda. Nós vivemos isso aqui. Até 2005 não tinha emenda. Passamos o governo Fleury inteiro sem emenda, o governo Covas sem emenda, um dos governos do Geraldo sem emenda, daí surgiram as emendas, que aparentemente parece que é bom, mas não é. é ruim.
Jornalista: Quando o senhor disse que tinha vizinho do senhor que estava comercializando emenda, o senhor estava se referindo a vizinho de região?
A vizinhos que já passaram por aqui e depois foram lá para o meu lado e ficaram ricos não estão mais aqui. Não existe vizinhos de gabinete meu.
Jornalista: Eram vizinhos de região?
Vizinhos que se tornaram vizinhos depois de sair daqui e enriqueceram.
Jornalista: Ex-deputados?
É… Eu estou contando história de 20 e tantos anos.
Jornalista: Mas o senhor tem conhecimentos de deputados aqui nesta Casa que exerçam essa prática?
Neste ano, nesta legislatura, nenhuma. Os meninos que chegaram agora. Metade da Assembleia tomou posse há seis meses.
Jornalista: E a outra metade?
A outra metade alguns deles, não a outra metade toda dentre os quais eu me incluo, desde 2005 se utilizam das emendas. Uns bem, outros, mal. E a emenda é um mal.
Jornalista: O senhor não acha melhor dizer um nome?
Não. Porque se tirar o A e colocar o B e deixar o mesmo sistema, quem garante que o B não vai fazer a mesma coisa?
Jornalista: Então ajuda a gente entender melhor como funciona esse esquema. O senhor falou que tem empreiteiras que comercializam… o senhor pode detalhar?
Tem várias maneiras. Isso é igual camelô. Cada um vende de um jeito. O que está errado. O que vocês tinham que ajudar o país, a sociedade e o povo de São Paulo, é acabar com a emenda. Qual a utilidade da emenda? Por que ter emenda? Como ela surgiu? Qual a vantagem? Ou para o governo ou para a população que o deputado tenha emenda? Aqui são 94 e em Brasília são 513.
Jornalista: No caso específico das empreiteiras que o senhor citou na TV TEM. Como funciona?
Cada um tem uma maneira. Eu não sei, eu nunca vendi emenda. Eu não sei te explicar como ela funciona. Cada um tem uma maneira, cada um tem um preço. Eu disse lá que a grande maioria é de gente boa e volto a dizer isso. E eu acredito nisso. Se eu achasse que a grande maioria era de malandro, eu já tinha ido embora daqui.
Jornalista: Agora, o deputado procura a prefeitura ou a prefeitura procura o deputado?
Os prefeitos que comentam com a gente.
Jornalista: Mas quem procura quem? É a empreiteira que procura?
Tanto faz. Isso é o de menos. Qual é a importância disso?
Jornalista: Mas só para a gente entender, o esquema nasceu aqui ou da prefeitura?
Tanto faz. De repente, é um prefeito desesperado por causa de verba, de repente é a empreiteira para fazer um bom negócio. Mas o pior vocês não estão enxergando. É ter emenda. Ninguém vai garantir que 100% dos que utilizam as emendas o façam corretamente. Você falou de cassar o meu mandato. Só se vocês me provarem que 0% ao longo do tempo que eu estou aqui fez isso. Daí, não precisa cassar. Eu mesmo renuncio.
Jornalista: Desde o momento que essa notícia veio à tona, que tipo de pressão o senhor sofreu?
Nenhuma. Nenhuma. Nem de colega. Nenhum tipo de ameaça. Outro dia ligou um repórter e perguntou: deputado, quem vai ser seu advogado? Advogado por que? Não sou réu, não. Eu não fui pego com uma sacola de dinheiro e para diminuir minha pena, eu estou delatando os meus colegas. Eu estou fazendo uma denúncia para mudar o sistema. E aqui, para os mais antigos, não é nenhuma surpresa o que eu falei. Se fingir de surpresa, é por hipocrisia.
Jornalista: Tinha a informação de que o senhor estava disposto a vir pessoalmente ao Conselho de Ética, mas o deputado Campos Machado pediu ao senhor que não viesse.
Não, não. O Campos é meu companheiro, meu amigo. Não me pediu nada, nada. Ninguém manda em mim. Quem mandava em mim era minha mãe e já morreu. O que eu não quero é ficar falando isso todo dia, que para vocês da imprensa pode ser necessário, mas para resolver o problema que eu quero, ou acaba com as emendas, ou dá mais transparência a elas. Agora, o governo está dando mais transparência. Se o governo está dando mais transparência agora, é porque não era tão transparente antes, concorda comigo? Tem lógica meu raciocínio? Agora, estão dando mais transparência. Agora, estão vendo a minha para onde foi, a dos outros deputados.
Jornalista: Tinha uma outra informação que o senhor estaria incomodado com alguns deputados que não são da região e estavam levando emendas para o seu reduto eleitoral.
Não. Nada disso. Eu sobrevivo, é meu trabalho. Eu peço voto para as pessoas da minha região. Elas votam ou não em mim. Eu tenho 32 anos de mandato, seis de vereador, dois de vice-prefeito, fui prefeito interino duas vezes e me elegi deputado seis vezes. Basicamente lá na minha região. Supostamente, para o meu orgulho, alguma utilidade eu tive para a região, se não, não votariam em mim. Recurso não tenho, milionário eu não fui, artista eu não sou, meio bonitão, mas nem tanto. Não teria porque votar em mim. Não vale a pena essa sangria de querer o sangue de alguém porque não vai resolver o problema, vai saciar naquele momento só. Vai continuar fazendo a mesma coisa.
Jornalista: O senhor não acha que vai frustrar. Que vai passar aquela imagem ruim da Casa? Ninguém vai ser responsabilizado?
Eu acho que estou fazendo um bem para a Assembleia. Que eu estou defendendo a Assembleia, coisa que outras pessoas deveriam fazer. Está ouvindo? Eu acho que eu estou defendendo a Assembleia.
Jornalista: Mas sem culpar ninguém, não pode ficar para toda a Assembleia?
Não, não vai. A corregedora lá do CNJ não quis dizer que são todos os juízes bandidos de toga. Todo mundo entendeu. Até o presidente do Supremo entendeu o que ela está querendo dizer, porque não pode dar uma liminar de manhã e de tarde cassar a liminar, com argumento que surgiram novos argumentos. Quais argumentos surgiram? Dá para imaginar, né. E é uma meia dúzia que faz isso em todos os segmentos.
Jornalista: Deputado, depois que o senhor deu aquela entrevista, aquele depoimento, o Estadão trouxe uma matéria que relata ter ouvido uma história semelhante. O que o senhor achou da declaração do Bruno [Covas]?
Eu vi um pedaço que ele falou que um dia um prefeito liberou uma emenda de R$ 50 mil, para saber para quem dar, ele mandou dar para Santa Casa. Eu acredito ser bastante verdadeira. É possível isso aí. Essa pratica da emenda leva esse tipo de situação aí.
Jornalista: O senhor é favor que acabe essas emendas ou dê transparência?
Transparência seria um atenuante. O ideal para o povo de São Paulo e para o próprio governador, seria uma maravilha acabar com emenda.
Jornalista: Mas os deputados iriam continuar indo nas secretarias pedindo que os prefeitos firmassem…
É isso que o deputado tem que fazer e eu fiz a vida toda. Pegar o prefeito na mão. E ir lá na secretaria, o prefeito faz o pleito dele e escolhe a prioridade, não eu. E o secretário responde se vai atender ou não, eu só abro a porta. Sabe que a maioria dos secretários faz hoje com a gente?
Vamos supor que você seja um prefeito. Fala o nome de uma cidade?
Monte Aprazível. Porque em Birigui o cara é um xarope do cacete. Quero uma quadra poliesportiva. Então, eu tenho que ir com você na Secretaria de Esportes. Eu, deputado lá da tua região, marco uma audiência com o secretário. Hoje, sabe o que o secretário vai falar? Pô, prefeito eu estou sem orçamento, o deputado faz uma emenda para ele, você tem lá as suas emendas…porque você não apresenta uma emenda para eles…o secretário te recusa a dar o recurso com a desculpa que o deputado tem a emenda que poderia te atender ao invés dele.
Jornalista: Quando o senhor disse que no Ministério Público, dependendo de como for a conversa, o senhor pode dar um nome ou não? O que que faria dar um nome ou não?
Você está querendo intimidar. Você nunca leu o Jânio Quadros? Uma vez foram perguntar para ele porque ele renunciou, um cabeludo lá perguntou. Um rapaz intimidado ia dar muito trabalho. O filho usou aborrecimento, eu não quero ter nenhum dos dois com você.
Jornalista: Em dezembro o senhor mandou um ofício para a Casa Civil com 4 perguntas, na época do Marrey.
Jornalista: Da data ele lembrou. O senhor teve resposta?
Nenhuma.
Jornalista: O que levou o senhor a fazer esse requerimento? O senhor queria informação sobre o que?
Sobre ONGs e fundações.
Jornalista: Tinha emendas.
Eu tinha notícias da rádio-peão de que ONGs e fundações não muito decentes estariam recebendo emendas de deputados e fiquei curioso e quis saber quais eram. Eu não sei se era ONG verdadeira, ONG que funciona, não me deram a resposta.
No âmbito do Estado.
Jornalista: Por que o senhor não fez o trâmite comum?
Eu apoio o governo. Não quero esculhambar o governo. Eu queria a resposta. Eu fui amigo. Podia fazer isso pela tribuna da Assembleia.
Jornalista: O Estadão apurou que o senhor viu alguma coisa errada na TV Assembleia…
Não é que eu teria visto, eu vi. E não entendi. Talvez o promotor possa me responder isso aí. Quem transmitia essa TV Assembleia, que na minha opinião não deveria existir, que nem a mãe da gente assiste a TV Assembleia e se assistisse teria que internar ela correndo, custa uma fortuna para o povo de São Paulo.
Aí, estranhamente, a TV Cultura parou de transmitir, não sei se venceu contrato ou não. Ficou quietinha. E aí a Mesa diretora da Assembleia contratou emergencialmente –qual a emergência de uma TV Assembleia?– sem licitação, uma fundação, onde um dos diretores trabalhava aqui na Assembleia não sei com quem. E era ao mesmo tempo diretor da fundação. Esquisito, né? Ou não?
Jornalista: Quem é essa pessoa?
Um tal de Luchete. Eu não conheço pessoalmente. Esse grandão jornalista aí fora pode falar quem é, eu não sei dizer quem é.
Jornalista: Você acha que a TV custa caro demais?
Eu acho que não deveria nem existir, rapaz. Dava para fazer um pronto-socorro oftalmológico que era bem mais útil para a população de SP que TV Assembleia.
Jornalista: Ela custou 15 milhões por 9 meses.
Eu acho dinheiro jogado fora. Se fosse um real eu acho que era dinheiro jogado fora. Para que TV Assembleia? Você assiste? No interior agora tem TV Câmara. mas ninguém assiste e custa caro.
Jornalista: O senhor mesmo falou que é da base governista. O senhor imaginou que pudesse constranger o governo?
Não tive essa intenção. Se constrangeu o problema é dele, porque eu não sou empregado dele, só apoio. Na minha opinião, já faço muito de apoiar.
Jornalista: O senhor acha que deveriam publicar as emendas anteriores?
Acho que não publicou por desorganização. Não é por maldade ou desonestidade. O PSDB é ruim para se comunicar, eles não se comunicam nem entre eles. É o partido que eu apoio, mas é uma verdade o que eu estou dizendo. Mas não creio em nada na desonestidade do governador. Não é do perfil dele. Nem do Serra eu acho desonesto. Eu aprendi a gostar dos tucanos porque são sérios, são inteligentes. Mas o que mata são as penas, a vaidade.
Jornalista: O senhor já teve um aborrecimento com os secretários da Casa Civil anteriores?
Nenhum. Sempre os respeitei e sempre me respeitaram.
Jornalista: O que o senhor acha da instalação do conselho de ética ou CPI?
Jornalista: Você acredita em CPI? Acredita que vai dar alguma coisa.
Quem é contra o governo enxerga o que não existe, quem é favor, finge que não viu.
Conselho de Ética já é diferente. É um número menor, mais reduzido, mais bem escolhido.
Jornalista: Tem muito menos poderes para convocar pessoas. As pessoas são convidadas.
Pode convocar sim senhor.
Eles não têm medo. Me conhecem há 20 anos. É respeito.
Jornalista: Todos disseram que o senhor é muito brincalhão. Foi uma brincadeira? Está arrependido?
Não é que sou brincalhão, sou bem humorado, é diferente. Brincalhão é o Tiririca, que disse que não ia piorar. Eu achei que ele era o único político que não ia mentir. Mas está piorando. Mas está ficando. Mas eu só fã dele.
Jornalista: O senhor acha que a investigação no MPE vai conseguir andar sem o senhor dizer, citar nomes?
Eu posso dar a ele algum tipo de informação que eu prefiro. Não é que não posso dar a vocês, porque se der para vocês vai sair no jornal, todo mundo vai esquecer, você sabe que é assim. E lá eles podem encaminhar mais.
Jornalista: Está disposto a fazer?
Depende da maneira que eu for tratado. Se o promotor for uma pessoa séria, eu vou levar um caso concreto para ele que envolve a Assembleia. E tem um parecer de um promotor falando que está tudo ok. Eu acho que não está. Se for um promotor sério, eu vou levar um caso para ele, que eu não vou dizer para vocês qual é, que ele vai olhar e ver que o colega errou, se ele fechar os olhos para isso, para que vou dar mais informação para ele?
Jornalista: Isso envolve colega ou ex-colega?
Ambos. O esquema de emendas começou em 2005. Antes não tinha emenda.
Foi na ocasião que o Rodrigo Garcia se elegeu presidente. Não quer dizer que foi ele, mas foi daí pra frente.
Jornalista: Rodrigo é de Votuporanga. Existe alguma ligação com as empreiteiras que operam lá?
Não vejo dessa maneira. Então, porque teve restituição dessas emendas.
Não foi discutido em plenário, simplesmente foi implantado. Certamente o governo deve ter concordado, se o governo não quiser, não paga nenhuma delas. Foi meio um pacto para manter a calma entre Executivo e Legislativo. O que é ruim, torna um refém do outro.
Jornalista: Alguém das construtoras procurou o senhor?
Não. Isso é licitação. Não adianta procurar. Eu quero acabar com o sistema.
Jornalista: Colegas deputados ligaram para o senhor ao longo desse processo com medo de que o senhor fale algo?
Não. Só disseram: sou seu amigo, conte comigo, não fica preocupado não.
Jornalista: O senhor procurou deputados?
Nenhum. Só o Campos. Ele é meu líder.*
Jornalista: O que ele pediu?
Não pediu nada.
Jornalista: Quando o senhor deu a primeira entrevista em Araçatuba, o senhor deixou escapar essa informação?
O rapaz queria entrevistar, é inteligente.
Jornalista: O que o senhor se orgulha?
Na Assembleia tem um percentual que age errado. Aí foi parar no Estadão…Como eu vou ser contra o governo? Não tem razão de ser.
Eu não fui pego roubando e vou denunciar os outros. E digo mais e está autorizado qualquer pessoa investigar o que fiz com as emendas.
Jornalista: O senhor disse que não é nenhuma surpresa. Por que o senhor não denunciou antes?
Eu achei que seria algo bom.
Jornalista: Existe essa indicação de empreiteiras?
Tem quem faz, filho. Existe mil maneiras de se fazer coisa errada. Isso é igual a fazer sexo, tem mil maneiras de fazer, cada um escolhe a sua maneira.
Jornalista: O fato é que virou um negócio?
Para uma pequena parcela, virou um negócio. Mas o fato é que contamina a todos. Ninguém se beneficia. Torna um Poder refém do outro.
Jornalista: Sabe o que esse cara fez?
No que a imprensa podia ser útil. No parlamento não tem que ter emenda.
Eu achava mais produtivo. Conseguia fazer com que as políticas.
Jornalista: Na região do senhor, tinha essa questão de indicação de emendas?
Não é nada específico na minha região. Isso acontece a nível de Estado e de país. Vocês que noticiam essas coisas e verdadeiras. Não viu o que aconteceu no Turismo, Dnit, etc..
Jornalista: O senhor acha esquisito que parlamentar destine verbas para uma região que não tem voto?
Essa lei tinha que mudar. Não tinha que ter carta-convite, não tinha que ter ata. Carta-convite é lei federal.
Jornalista: O deputado que destina emenda para região que não tem voto. É a mesma empreiteira?
Mas não é ele quem contrata. É bastante esquisito.
Jornalista: O fato do parlamentar indicar a emenda isso significa que ele está buscando voto, mas aí parlamentar indica emenda e ele não tem um voto se quer no município. O que leva o parlamentar fazer isso?
Eu falei para o Secretário do Planejamento de São Paulo, que é uma pessoa super honesta, de quem eu sou fã, que chama doutor Emanuel [Fernandes], para mim de uma integridade acima de qualquer suspeita: eu disse para ele, o dia que eu, Roquinho, destinar um milhão para São José dos Campos, eu nunca fui a São José, nem sei ir… Viu como é fácil controlar, não precisa eu ficar dando nome.
Tive essa conversa com Emanuel, tive essa mesma conversa com a delegada Rose, que é minha amiga, que foi uma grande deputada, primeira delegada da mulher acho que do país, sobre esse teor, essa coisa de emenda tem que ter cuidado, o deputado não pode destinar emenda para lugar que nem sabe onde fica. Tem algo de estranho nisso.
Jornalista: Isso foi no começo da gestão? Foi.
Tive audiência com Emanuel e com delegada Rose, coisa de quatro meses atrás.
Nesta audiência eu falei de eu colocar uma emenda de um milhão para São José dos Campos. Qual seria motivo? Eles concordaram comigo, que iriam tomar providência, que teriam cuidado.
Não noticiei mal feito. Eu disse para ficarem arisco para não que não acontecesse.
Jornalista: E a Casa Civil?
Eles concordaram comigo. Disse que iriam ficar atentos. Tinha a Rose que era adjunta.
Jornalista: As audiências foram separadas. Foi no mesmo período.
Roque Barbiere (PTB) reafirmou nesta terça-feira (4), em entrevista, que Assembleia de SP é camelódromo 8
Deputado diz que Assembleia de SP é camelódromo
SILVIO NAVARRO
DE SÃO PAULO
Fonte: Folha.com
O deputado Roque Barbiere (PTB) reafirmou nesta terça-feira (4), em entrevista, a acusação de que parlamentares da Assembleia Legislativa de São Paulo enriqueceram negociando emendas com prefeituras e fazendo lobby para empreiteiras. Ele, no entanto, disse que não daria nomes nem com “revólver na cabeça”.
Sem dizer nomes, ele se referiu à Assembleia paulista como camelódromo. “Isso é igual camelô, cada um tem um jeito”. “Para os mais antigos, não é surpresa. Se fingir que é surpresa, é hipocrisia”, reiterou.
Ele se referiu genericamente a deputados e ex-deputados e até a “alguns que já morreram”, e reafirmou que vai comparecer ao Ministério Público para prestar depoimento.
Barbiere disse que, dependendo da maneira como for tratado, entregará um caso concreto para o promotor Carlos Cardoso.
O deputado disse não temer a análise do caso pela Comissão de Ética, e destacou que pretende enviar por escrito na quinta-feira seu depoimento.
Ele negou estar sofrendo pressão dos colegas e disse que a única pessoa com quem conversou sobre o caso foi o presidente estadual do PTB, deputado Campos Machado.
Reajuste de salários da PM, de delegados e de agentes penitenciários é aprovado 57
04/10/2011 23h41
Reajuste de salários da PM, de delegados e de agentes penitenciários é aprovado
Aumento dos vencimentos retroage a 1º de julho de 2011
Blanca Camargo
O Plenário da Assembleia Legislativa aprovou por unanimidade, nesta terça-feira, 4/10, os projetos de Lei Complementar 50, 48 e 51, todos de 2011 e do Executivo. O PLC 50 reajusta os salários de agentes de segurança penitenciária e de escolta e vigilância. O 48 reestrutura a carreira de delegados de polícia, e o 51 trata do aumento dos salários da Polícia Militar.
As bancadas do PT, PCdoB e PSOL, mais os deputados Olimpio Gomes (PDT), Campos Machado (PTB) e Fernando Capez (PSDB), registraram votos favoráveis a emendas rejeitadas na votação final dos projetos.
Representantes de servidores da Secretaria da Administração Penitenciária também acompanharam das galerias do Plenário Juscelino Kubistchek os debates sobre o reajuste de seus salários.
Críticas e justificativas
Os deputados da oposição (bancadas do PT e do PSOL, mais o deputado Olimpio Gomes – PDT) revezaram-se na tribuna para apontar suas divergências com alguns pontos dos três projetos, apesar de votarem favoravelmente às iniciativas. As principais críticas colocadas por eles foram o desrespeito à data-base do funcionalismo (1º de março), o não acolhimento de emendas apresentas por eles para aperfeiçoar os textos originais, e a não recuperação das perdas salariais acumuladas pelas categorias.
Segundo o deputado Enio Tatto, o excedente da arrecadação estadual (em torno de 7% a cada ano), daria para oferecer um reajuste melhor para todas as categorias do funcionalismo.
Vinícius Camarinha (PSB), vice-líder do Governo na Casa, rebateu as críticas dos oposicionistas, dizendo que emendas, acolhidas anteriormente em projetos do Executivo para o funcionalismo, neste ano, receberam a sanção do governador Geraldo Alckmim. Camarinha disse ainda que o governador também demonstra seu empenho na recuperação salarial dos servidores das diferentes esferas do Estado, tendo enviado à Casa, já em seu primeiro ano de governo, inúmeros projetos reajustando salários e readequando carreiras.
De acordo com mensagens dos secretários de Administração Penitenciária, Lourival Gomes, e da Segurança Pública, Antonio Ferreira Pinto, o objetivo dos PLCs 50 e 48 é valorizar e recompor as perdas salariais sofridas pelos integrantes das carreiras, bem como modernizar a gestão administrativa e funcional da Polícia Civil.
O texto do PLC 50/11, além do reajuste, propõe a unificação e aumento do valor do Adicional de Local de Exercício (ALE) para agentes de segurança penitenciária, em dois níveis (Local I – R$ 740 e II – R$ 815), e para agentes de escolta e vigilância penitenciária o aumento do valor da Gratificação por Atividade de Escolta e Vigilância (GAEV – R$ 800).
Reajustes e reestruturação
Os valores dos salários reajustados são de R$ 626,98, para agentes de segurança penitenciária classe I, e de R$ 1.172,62 para agentes de segurança penitenciária classe VIII, valores retroativos a 1º de julho de 2011. O projeto também prevê novo reajuste a partir de 1º de agosto de 2012, para agentes de segurança classe I será de R$ 695,95, e para os da classe VIII, R$ 1.301,61.
Para agentes de escolta e vigilância os valores são R$ 396,30, para os de nível I, e de 1.072,72, para os de nível VI, também retroativos a 1º de julho deste ano. E em agosto de 2012, serão de R$ 439,89, para os de nível I, e de R$ 1.190,72, para os de nível VI.
O governador Geraldo Alckmim informa em sua mensagem ao PLC 51/2011, que o projeto adequa os salários da PM, reclassificando-os em duas etapas, a primeira retroativa a 1º de julho de 2011 (índice de 15%), e a segunda, a partir de 1º de agosto de 2012, (índice de 11%). Os reajustes são aplicáveis também a inativos e pensionistas.
A restruturação das carreiras de delegados, constante do PLC 48/11, estabelece quatro classes de delegados (3ª, 2ª, 1ª e especial) e extingue a atual 4ª classe, implantando promoção por tempo de carreira e por mérito, além de modificar concursos para seu ingresso. Haverá ainda promoção automática por tempo de serviço, quando da vacância de cargos, da 3ª para a 2ª classe, após 15 anos de permanência na 3ª. A exigência de curso de aperfeiçoamento será feita apenas em relação à habilitação para a classe especial, e não mais para o acesso à 2ª classe, como atualmente.
Os salários dos delegados ficam reajustados, a partir de 1º de julho deste ano, para R$ 2.454,65 (delegados de 3ª classe), e para R$ 3.311,90 (classe especial). A partir de 1º de agosto de 2012, passam respectivamente a R$ 2.724,66 e R$ 3.676,21. Pensionistas e inativos também têm direito aos aumentos.
A íntegra dos projetos aprovados e sua tramitação estão disponíveis para consulta no Portal da Assembleia, http://www.al.sp.gov.br, no link Projetos
“FUI A ASSEMBLEIA A MARILDA TAVA LÁ COM OUTROS DIRETORES. NÃO VI NINGUÉM DAS OUTRAS CHAPAS…É EM MOMENTO COMO ESTES QUE PODEMOS VER QUEM REALMENTE TEM INTERESSE EM DEFENDER A CLASSE”…(Os membros da chapa 2 são bem postados financeiramente; para alguns o salário de Delegado é a conta da perfumaria) 20
EU FUI A ASSEMBLÉIA A MARILDA TAVA LÁ COM OUTROS DIRETORES. NÃO VI NINGUÉM DAS OUTRAS CHAPAS CONCORRENTES. É EM MOMENTO COMO ESTES QUE PODEMOS VER QUEM REALMENTE TEM INTERESSE EM DEFENDER A CLASSE.
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Esse delegado, Bel. Domingos é político, como quase todos os outros. Nunca fez e jamais fará nada em benefício de alguém, que não seja o seu próprio.
Não se iludam.
Segundo informes, foi promovido a classe especial em cerca de 15 anos como Delegado.
Conheço alguns, muito bons e trabalhadores, que após 22, 25 anos na carreira permanecem na 2ª e amargando plantões de periferia.
Competência???
Não!!!!!… Ele pertence ao famigerado, indecente e desrespeitoso (conosco) P. S. D. B.
Para os políticos, puxa sacos e corruptos, tudo. Para os que trabalham decentemente. Nada.
É, e será sempre assim.
A Drª MARILDA FAZ UM EXCELENTE TRABALHO…APESAR DE BOICOTADA PELOS MEMBROS DO PANELODROMO DA LINHAGEM DO BANDIDO “ANDRÉ DI RISSIO” ( SERGIO ROQUE, ANDRE DAHMER, ANGERAMI, DOMINGOS PAULO, NESTOR SAMPAIO, PAULO LEW e caterva )…LEMBRANDO: o vice de DOMINGOS – embora tenha sido absovildo criminalmente – desviou milhões do condomínio administrado pela ADPESP…DELEGADO HONESTO VOTARÁ NA MARILDA!…OS DA TURMA DA BOQUINHA VOTARÃO NO “CLASSE ESPECIAL” ( ex-DGP ) 10
A chapa que pede vergonha na cara só tem um propósito: Queimar a Marilda e indiretamente ajudar a chapa do Domingos. Só isso. Se forem olhar, no passado o seu candidato à presidente SEMPRE esteve na mesma trincheira. Boa estratégia. O Dr. Domingos pode posar de vítima e ser cordial com a Dra. Marilda enquanto que o Paulo Lew bate com força sem se preocupar com rejeição,
Se está ruim com a Marilda, mulher da base, terceira classe e do interior, dadas às opções atuais, será muito pior sem ela, para a maioria absoluta dos delegados associados. Esquecidos pelos Classes Especiais. Taí os projetos do governo que não me deixa mentir.
O homem tem história na Polícia e foi o único que brigou por nós!!!!…( “Nós” – no caso – os desviadores de verbas…De resto, só brigou pela própria preservação )…Sua história na Polícia se resumiu em fazer campanha na ADPESP ( em 1993 ), em linhas gerais, propalando que a DGP era transviada…O Conselho formado por “Dinossauros” que vendiam cargos e promoções…Tomou um tombo e amargou DP na periferia ( por pouco tempo )…Ganhou a simpatia do Mário Covas, para quem fez campanha em 1994 …Depois – no governo Covas – foi promovido pelo “Dr. Caio” a Seccional e classe especial…Assumindo a condição de Tiranoussauro Rex (“camaleão tirano rei” ) 10
Observação: o documento acima publicado tem a finalidade de demonstrar a nossa suspeição, vez que o ex-DGP Domingos Paulo Neto concorreu relevantemente para nossa demissão.
Também, revelar que o Dr. Domingos Paulo Neto coonestou ilegalidade faltando com a verdade e induzindo conscientemente a erro as decisões subsequentes.
O imputado jamais teve ” procuradora” , no caso, a advogada – Drª Eliana Rasia – é defensora oficial da Corregedoria Geral; não do acusado.
Aparentemente, como defensora, fez bom papel colaborando com o andamento processual; atendendo as solicitações da presidente da unidade processante: EM PREJUÍZO – MANIFESTO – DO RÉU.
Nossa gratidão ao Dr. Domingos Paulo Neto pelo senso de justiça e respeito à legalidade; que nos distinguiu.
O EX-INVESTIGADOR DOMINGOS PAULO NETO – 35 ANOS DE EFETIVO EXERCÍCIO POLICIAL – EM VEZ DE REQUERER APOSENTADORIA ( abrindo vagas nas classes inferiores ) DISPUTARÁ A PRESIDÊNCIA DA ADPESP EM CHAPA ULTRACONSERVADORA: “Polícia Civil de pai para filho” 14
Vamos respeitar o Dr. Domingos! O homem tem história na Polícia e foi o único que brigou por nós!!!!
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Ex-delegado-geral de polícia de SP, Domingos Paulo Neto concorrerá à presidência da Adpesp
Do Blog do Delegado
O ex-delegado-geral da Polícia Civil do Estado de São Paulo, Domingos Paulo Neto, disputará a presidência da Associação dos Delegados de Polícia do Estado de São Paulo (Adpesp), nas próximas eleições para a renovação da Diretoria Executiva da entidade, que serão realizadas no final deste ano. Encabeçando a chapa Dignidade e Ação, Domingos disputa o cargo de presidente da Adpesp para o triênio 2112/2014.
Perfil
Domingos Paulo Neto ingressou na Polícia Civil de São Paulo como investigador, em 1976. Formado em Direito pela Universidade Presbiteriana Mackenzie, foi aprovado no concurso para delegado em 1982. Chefiou o Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), entre 2001 e 2007, onde implementou o “Plano de Combate aos Homicídios Dolosos”, que resultou na queda de 70% do índice desse crime no Estado, em relação ao ano de 1999.
Foi ainda diretor do Departamento de Inteligência da Polícia Civil (Dipol), onde permaneceu até setembro de 2008, e delegado-geral de polícia de março de 2009 até janeiro de 2011.
Outras chapas
Também concorrem às eleições da entidade para o triênio 2012/2014 a chapa Nova Adpesp, encabeçada pela atual presidente da Adpesp, Marilda Pansonato Pinheiro, e a chapa Indignação, com o delegado Paulo Lew, atualmente licenciado do cargo, disputando a presidência.
Conheça a composição das três chapas:
Chapa 1 – Nova Adpesp
Chapa 2- Dignidade e Ação
Chapa 3 – Indignação
Centrais de Flagrantes apresentam balanço das atividades 25
———- Mensagem encaminhada ———-
De: Portal do Governo do Estado de São Paulo <saopaulosite@comunicacao.sp.gov.br>
Data: 4 de outubro de 2011 15:53
Assunto: Centrais de Flagrantes apresentam balanço das atividades
Para: dipol@flitparalisante.com
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Chapa 2- Dignidade e Ação…DOMINGOS PAULO NETO ENCABEÇA CHAPA QUE É A PERSONIFICAÇÃO DO PATRIMONIALISMO NEFASTO NA POLÍCIA CIVIL…VERDADADEIRAMENTE, É UMA CHAPA TUCANA…FORMADA POR UMA FAMÍLIA DE BENEMÉRITOS MEDALHÕES 7
Pré- campanha eleitoral – Dr. Domingos, Vossa Senhoria honrou o compromisso de responder as mensagens que lhe enviaram?…Ou esta nota puplicada pelo seu pupilo André Dahmer não passou de mais uma propaganda enganosa da Adpesp e da DGP?…No passado ( em 1993 ) V. Srª afirmava que as aprovações em concursos e promoções estariam sendo vendidas; fatalmente causariam a derrocada da Polícia Civil…E hoje?…Parece que é muito pior, não é?…Patrimonialismo e lealdade aos irmãos sanguíneos, aos primos, aos irmãos de loja, aos amigos e amigos dos amigos…Certo? 19
Date: Fri, 24 Apr 2009 18:19:03 -0300
Subject: Re: Representa ção Policial de Jornada de Trabalho! !!! !!!!
From: dompn@ig.com.br
To: xxxxxxxxxxxxxxxxxl@hotmail.com
2009/4/14 e e <xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxl@hotmail.com>
Exmo. Sr. Delegado Geral!!!
Ainda estamos no aguardo de decisão de Sua Senhoria sobre a nossa representação; aproveitando o momento encaminhamos anexo a abusiva portaria 02/2001 que regulamenta o plantão em completo desacordo com o DECRETO Nº 52.054,DE 14 DE AGOSTO DE 2007, tratando o policial com desumanidade e colocando em risco nossa integridade física e mental.
Policiais Civis de Hortolândia.
(por favor confirmar o recebimento deste e_mail)
Obrigado
Subject: Re: FW: Repres entação Policial de Jornada de Trabalho
França fecha o site Copwatch (vigiando a polícia, em tradução livre) que denuncia supostos abusos policiais…”A polícia é enganadora. Espero que o site permita às vítimas de violência policial encontrar em nossa base de dados seu agressor ( A Polícia da França – corrupta, racista e violenta – foi o modelo adotado pelas Polícias Militares do Brasil; pistolas MANURHIN , inclusive ) 7

França fecha site que denuncia supostos abusos policiais
Site traz dados de mais de 400 policiais violentos ou racistas de Paris.
O Ministério do Interior da França solicitou nesta sexta-feira à Justiça o fechamento de um site que divulga fotos e comentários sobre policiais que seriam supostamente violentos ou racistas.
O site Copwatch (vigiando a polícia, em tradução livre) reúne nomes, imagens e dados pessoais de mais de 400 policiais em Paris e na periferia da capital, além de algumas cidades do norte da França, como Lille e Calais.
O símbolo do Copwatch na homepage mostra um policial agredindo uma pessoa no chão e sendo filmado por uma câmera.
Os autores do site, desconhecidos até o momento, alertam que identificarão os policiais “um por um” e que “denunciarão com todas as suas forças as violências cometidas” e a “repressão sofrida pela camada mais pobre da população”.
Entre as fotos publicadas, há policiais da tropa de choque prendendo imigrantes, imagens de policiais sorrindo com armas de fogo nas mãos e até mesmo ingerindo bebidas alcoólicas dentro da viatura.
As fotos são seguidas de textos bastante críticos em relação aos policiais, acusados, por exemplo, “de caçar o povo roma (ciganos), os árabes e os pobres”.
“Esses comentários prejudicam gravemente a honra e a reputação dos policiais civis e militares”, afirmou o ministro do Interior, Claude Guéant, que já apresentou duas queixas contra o site, além do pedido para que a página na internet seja bloqueada.
Uma da queixas é por difamação da polícia e a outra por difamação da administração pública.
Além de mostrar cenas de operações da polícia, o Copwatch fornece informações detalhadas sobre os policiais, como currículo, cargo, apelido e até gostos pessoais, obtidos nas páginas de redes sociais como Facebook.
O site possui ainda um “banco de dados” específico sobre os policiais vestidos à paisana, vários deles que estariam infiltrados em manifestações contra políticas do governo.
“Esses comentários são escandalosos. Eles são acompanhados de fotografias, de dados sobre a identidade e, em alguns casos, até mesmo do endereço residencial dos policiais. Isso coloca em risco a segurança dessas pessoas e de suas famílias”, afirmou um porta-voz do Ministério do Interior.
O sindicato de policiais informou nesta sexta-feira que dezenas de policiais que aparecem nas listas do site prestaram queixa.
O sindicato pediu ao ministro do Interior para adotar rapidamente medidas “para proteger os policiais”.
“A polícia é enganadora. Espero que o site permita às vítimas de violência policial encontrar em nossa base de dados seu agressor”, declarou um dos autores de Copwatch à Radio France Info, sem revelar sua identidade.
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SENHOR DIRETOR DO DECAP: Onde está a fiscalização? 23
SENHOR DIRETOR DO DECAP ?
Onde está a fiscalização das delegacias ??
na maioria delas as equipes já estão com apenas 01 escrivão
e o povo está aguardando até 3 horas para registrar os boletins.
Nem precisa mandar o ” Pablo” para fiscalizar, apenas pegue por
amostragem os boletins das delegacias mais movimentasa das periferias
e veja a diferença entre os horários de registro das ocorrências.
Pelo tempo entre um registro e outro, dá para perceber que só existe
um (01) escrivão atendendo.
Os tiras,que na verdade são carcereiros, agentes, quando tem 2 deles,
não estão registrando ocorrências.
A desculpa é a de sempre : o segundo escrivão está resolvendo umas
coisas para a chefia, o tira tem de levar o titular não sei onde,
os tiras da chefia precisa dos plantonistas para dar uma cana, e por
aí vai o engodo.
Dr.Guerra, obrigado!
“Lá ( na Adpesp ) só entra raça pura e puro sangue”…Mentira!…Estudo da Acadepol ( 2010 ) revela que 63% da carreira dos Delegados – desde 1967 – é composta por policiais civis aprovados em concurso de provas e “títulos” da Acadepol ( outrora Escola de Polícia )…A pesquisa busca identificar as causas do envelhecimento, estagnação funcional e científica dos cargos dirigentes da Polícia Civil…A VERDADE: “não contem com os Delegados”, pois a maioria sempre foi “pelúcia”…Apenas para exemplificar: o Dr. Alberto Angerami – autor do anteprojeto – era investigador…Seria a explicação para ele praticar o reverso daquilo que na teoria professa em sala de aula e doutrina em seus livros? 8
DR. RAPADURA :
Os Delegados de Polícia de SP, representados pela ADPESP, estão equivocadamente e egoistamente reivindicando melhorias salariais apenas para eles como se fossem os únicos e insubstituíveis Policiais Civis de SP. Os Delegados sabem que eles não são nada sem os demais Policiais, portanto , a ADPESP, associação que quer exercer a função de sindicato, faz muito mal para a Polícia Civil como um todo, quando propõe ações isoladas apenas para os seus associados, isso de comum acordo com os associados que até brigam para defender essa tese que eles tem direitos de serem tratados com diferencial dos demais policiais Civis. Essa desagregação da Polícia Civil, poderá, no futuro bem próximo, causar sérios danos á Instituição Policial Civil de SP, tudo por egoísmo dos Delegados de Polícia. O correto seria uma luta com apoio das associações e Sindicatos para que todos Policiais Civis recebam os mesmos benefícios . Não discordo em momento algum que os Delegados tem o direito justo e líquido de reivindicar melhorias salariais, assim como todos policiais também tem esse direito, mas, desde que não use o ombro dos outros como trampolim, dessa forma que esta ocorrendo é incorreto, pois compromete a harmonia entre Delegados e subordinados, consequentemente com sérios prejuízos para a Polícia Civil como um todo. É correto os Delegados criarem desarmonias dentro da instituição? claro que não! Mas sempre tem Delegados dizendo que estão lutando por eles mesmos e que cada um que cuide de seus problemas….eu vejo como ato de covardia essa situação, pois o Delegado não faz nada sem os operacionais, ele trabalha em conjunto, portanto não pode querer benefícios salariais separados. Nós operacionais vemos isso com muita preocupação, pois é a mesma coisa de um pai que faz uma bela refeição na frente do filho que passa fome sem se quer lhe oferecer a comida, portanto estamos preocupados com a relação Delegados x Operacionais, creio que não será boa e que isso custará caro para a população. Todos nós sabemos que o Delegado não é igual um gerente de empresa que manda e desmanda e se encher o saco ele demite o funcionário. Sabemos que esse egoísmo alimentado pela ADPESP causará desunião , sabemos que os Delegados não serão mais tratados com aquele urbanismo que era antes e nem mesmo suas ordens, pois tudo segue dentro da legalidade e os serviços jamais sairão conforme o desejo do Delegado e com certeza haverá boicotes aos Delegados. É vergonhosa essa situação!!
A relação entre Delegados e Operacionais sempre foi péssima, a não ser entre aqueles que “correm juntos”, esses se relacionam muito bem. Nós sabemos, e eles também sabem, o quanto delegados são amados e respeitados pelos operacionais rsrs…. Eles sabem que não têm uma migalha de respeito de seus subordinados, que se sujeitam aos seus desmandos única e exclusivamente por que não têm opção, já que esses verdadeiros “deuses” detém o poder de decidirem sobre nossas vidas. Ou faz ou é “ripado!!! No rastro de sujeira desses “deuses”, têm seus asseclas, aqueles que andam de mãozinhas dadas com seus “teudos e manteudos”, feito cachorrinhos, prejudicando os colegas que estão hoje na mesma situação em que else estiveram no passado, antes de serem chefes. Vocês lembram dos delegados que foram nas portas das delegacias chamando a todos para a greve em 2008? Tem algum deles por aqui? Eu via aquele bando de policiais de plantão aplaudindo os caras, acreditando neles, nossa…. Onde estão agora esses delegados? Dr. Rapadura, o delegado não pode demitir, mas ele e “seus chefes” fazem o que bem entendem com a vida do funcionário, que acaba cedendo, se calando, porque não agüenta a pressão. Hoje tem a Portaria DGP 22 /2010, mas muitos dos colegas não apelam para essa Portaria, pois sabem que vão sofrer represálias no futuro, porque nós também sabemos que delegado “NÃO ESQUECE”. Agora eu pergunto: Vocês acham que delegados estão muito preocupados se são respeitados ou não, se são bem quistos ou não, se são têm nosso apoio ou não, etc…? Eles não estão nem aí conosco!!! Eles ficam sentadinhos em suas cadeirinhas de presidente, esperando as “sextas feiras e finais de mês”, se lixando para “O RESTO”, porque é assim que dizem: na polícia existem os delegados de polícia e o “RESTO”. Tem algum chefe por aqui? Tem nada!!! Estão lá, atrás do monitor, de mãozinhas dadas com os integrantes do clube do bolina e Klu Klux Klan lendo o que nós escrevemos, tomando um Old Pulteney 12 Anos e rindo da nossa cara. Vai um operacional tentar almoçar na ADPESP!!! Imagiiiiine!!!! Lá só entra raça pura e puro sangue. Pangaré só entra acompanhado. E ainda tem gente que vai, isso é que dá raiva. A verdade é uma só: ESTAMOS SOZINHOS, NÓS OPERACIONAIS!!!!!! NÃO CONTEM COM DELEGADOS!!!! SEMPRE FOI ASSIM E ISSO NÃO MUDA!!! E NÃO CONTEM COM UMA GRANDE PARCELA DE OPERACIONAIS, POIS AQUELES QUE ALIMENTAM OS PARASITAS NA BOQUINHA E DEPOIS DIGEREM O REGURGITO, não vão dar a cara a tapa ao nosso lado.
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Essa “grande parcela” é composta por muitos daqueles que pretendem aprovação no concurso para Delegado.
Mas sabem a propaganda feita por policiais civis durante o curso de Direito?
Propalam aos colegas de graduação: não prestem concurso para Delegado!
Eu estudo para ser “coisa” bem melhor.
Quero sair da Polícia!
(A lógica da astúcia: quanto menos concorrentes melhor! )








