Juiz em ação promovida pelo MP determina que Defensoria Pública faça plantão 24 horas 3

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Direitos Humanos

Juiz determina que Defensoria Pública faça plantão

Por Jomar Martins

A Defensoria Pública na Comarca de Gravataí, na Grande Porto Alegre, deve atender ao público ininterruptamente, em regime de plantão, durante 24 horas por dia, nos sete dias da semana. Além disso, tem de contratar mais defensores, para aumentar o número de atendimentos. A determinação partiu da 1ª Vara Cível de Gravataí, ao tornar definitiva liminar obtida pelo Ministério Público estadual em 2008 — posteriormente cassada pelo Tribunal de Justiça. A sentença é do dia 5 de dezembro. Cabe recurso.

No final de agosto de 2008, a promotora de Justiça Débora Regina Menegat ajuizou Ação Civil Pública, após constatar uma série de problemas causada pela recusa da Defensoria em implantar um sistema de plantão que atendesse aos mais necessitados. Os fatos que embasaram a peça jurídica estão documentados no Inquérito Civil 00784.0012/2007, instaurado na 1ª Promotoria de Justiça Cível e de Direitos Humanos de Gravataí.

Em suas razões, a promotora sustentou que “salta aos olhos que a criação de sistema de plantão na Defensoria não depende exclusivamente do aporte de mais recursos (materiais e humanos) para que seja concretizado. É o caso da execução de um serviço de plantão cível. Tal qual o magistrado, que detém o apoio logístico de um servidor plantonista, e o promotor de Justiça, o atendimento do plantão é tarefa de um homem só, não precisando de maior aporte orçamentário para tanto. Ora, se o magistrado e o promotor, tão assoberbados de trabalho quanto, podem fazer o plantão, por que não o pode o defensor público?”, questionou.

Conforme informou a promotora Débora na ação, a escala do plantão seria de forma semanal, o que não viria a acarretar nenhum esforço sobre-humano. Como quatro defensores estão lotados na comarca (dados de 2008), a escala de plantão implicaria em um atendimento semanal por mês. O MP entendeu que não existe óbice para que, de maneira imediata, o plantão seja implantado pela Defensoria Pública, já que não estará impondo trabalho desproporcional às forças da instituição e de seus agentes.

“O objetivo da presente ação não é criar crises institucionais ou se imiscuir na esfera de outra instituição, mas, sim, procurar resolver um problema crônico e que não tem data para ser resolvido”, frisou a promotora. Ela salientou que nem mesmo o atendimento ordinário prestado pela Defensoria na comarca é suficiente para cobrir a demanda. Afinal, são distribuídas apenas 20 fichas por semana, divididas entre os quatro defensores.

Após a concessão de liminar, o estado do Rio Grande do Sul foi citado e apresentou contestação. Preliminarmente, argumentou impossibilidade jurídica, uma vez que inexiste norma legal que autorize o pedido do MP. Na questão de fundo, ponderou que a obrigação de fazer e o pedido liminar deferido representam clara afronta ao princípio da separação dos poderes, atingindo a discricionariedade do administrador público na sua escolha acerca da distribuição de seus agentes.

O juiz de Direito Rodrigo de Souza Allem destacou na sentença, inicialmente, ser inegável que a assistência judiciária integral aos mais necessitados (hipossuficientes) é garantida pela Constituição — artigo 5º, inciso LXXIV —, cabendo à Defensoria a responsabilidade por prestar tal serviço. E que este deve ser o mais amplo possível, inclusive, ultrapassando os limite do horário forense.

“Ademais, como já fora lançado na decisão que deferiu o pedido liminar, a própria Defensoria reconheceu que já atua em regime de plantão junto ao Foro Central de Porto Alegre, o que bem evidencia que o simples fato de não haver previsão legal que obrigue a Defensoria do Estado do Rio Grande do Sul a atuar em regime de plantão, por si só, não impede que a prestação do serviço seja realizada de modo integral. Assim, os argumentos que embasaram a não-implantação do regime de plantão, lançados às fls. 506/508, não se sustentam, pois, como dito anteriormente, há previsão constitucional que impõe a assistência judiciária integral aos hipossuficientes”, fundamentou o juiz.

O titular da 1ª Vara Cível de Gravataí reforçou que a assistência judiciária integral aos hipossuficientes implica em atendimento ininterrupto em regime de plantão, que deve ser franqueado pela Defensoria Pública. “Isso porque não há como se conceber que o cidadão terá acesso ininterrupto à Justiça, mas não ao patrocínio de sua demanda pela Defensoria Pública, o que, se levado a cabo, importa em mera falácia prevista no texto constitucional.”

O juiz julgou procedente a Ação Civil Pública, para tornar definitivas as decisões da liminar — para implantar um regime de plantão — e determinar ao estado que aumente o número de atendimentos na comarca, contratando mais defensores públicos.

Clique aqui para ler a Ação Civil Pública e aqui para ler a sentença.

Jomar Martins é correspondente da revista Consultor Jurídico no Rio Grande do Sul.

Revista Consultor Jurídico, 28 de dezembro de 2011

Ano começa com mudanças nos comandos das Polícias ( Seccional de Mogi das Cruzes, hoje nas mãos do delegado João Roque Américo, que mora na cidade de Araraquara, poderá ganhar um novo titular em 2012 ) 9

Enviado em 29/12/2011 as 0:50 – SERÁ ????

Prestes a completar cinco anos com a maior patente da carreira militar, o coronel Álvaro Batista Camilo deverá deixar o cargo de comandante geral da Polícia Militar de São Paulo no início de 2012. Com a substituição dele, que é nascido na cidade de Ferraz de Vasconcelos, são esperadas mudanças “em dominó” nos comandos de praticamente todas as unidades da PM no Estado, inclusive no Alto Tietê, que tem registrado um aumento nos índices de criminalidade, possivelmente reflexo da falta de investimentos nas estruturas policiais. O avanço da violência tem motivado uma verdadeira campanha de prefeitos locais para a ampliação dos efetivos e, principalmente, para que policiais que tenham ligação com a Região sejam promovidos para os cargos superiores. Agora, com a alteração no comando geral, o momento se torna ainda mais oportuno para que os chefes dos Executivos possam fazer valer os seus pedidos na definição da nova estrutura regional. Para o Comando de Policiamento de Área Metropolitano (CPAM-12), por exemplo, o tenente-coronel José Francisco Braga, que mora em Mogi, responde pelo 17o Batalhão e está na ponta da agulha para uma nova promoção – a coronel -, é cotado para ser o substituto do coronel Antonio Carlos Imperatriz, que é de Ribeirão Preto. Além da PM, são esperadas mudanças no comando também da Polícia Civil, a qual sofre, em especial, com a carência de viaturas. A Delegacia Seccional, hoje nas mãos do delegado João Roque Américo, que mora na cidade de Araraquara, poderá ganhar um novo titular em 2012 e um dos mais cotados para o posto é o delegado do 1o Distrito Policial, Marcos Batalha. Mogiano e conhecedor de cada canto de Mogi e cidades vizinhas, ele foi promovido no semestre passado à condição de delegado de Primeira Classe e, portanto, está apto para exercer o maior posto da Polícia Civil na Região. E o que é melhor, tem a simpatia e o apoio da maioria das autoridades locais.

http://odiariodemogi.inf.br/colunistas/

Já que não cola ( a pressão por “dolo eventual” )… 4

28/12/2011-21h14

SP vai incluir homicídio doloso em acidente de trânsito em estatística

COLABORAÇÃO PARA A FOLHA

A partir de janeiro de 2012, os homicídios dolosos causados por acidente de trânsito serão incluídos no Sistema Eletrônico de Coleta de Dados, da SSP (Secretaria da Segurança Pública) de São Paulo, como nova modalidade criminal.

De acordo com a secretaria, a mudança fixa uma nova metodologia nas unidades da Polícia Civil, já que acidentes com vítimas fatais, provocados por motoristas embriagados, passaram a ser registrados como homicídios dolosos recentemente.

A mudança foi publicada no Diário Oficial do Estado no último dia 22 e entra em vigor dia 1º de janeiro de 2012.

Pela nova regra, as unidades policiais deverão elaborar planilhas eletrônicas contendo os números dos Registros Digitais de Ocorrências de homicídios dolosos e latrocínios.

O levantamento deve ser encaminhado ao Núcleo de Análise de Dados, setor estatístico da Delegacia Geral de Polícia. Após a consolidação dos dados, o levantamento é disponibilizado para a Coordenadoria de Análise e Planejamento.

EXATIDÃO

O anúncio da mudança ocorre para após o levantamento do jornal “Agora”, do Grupo Folha, publicado na segunda (26) que aponta falhas no dados divulgados pela secretaria. De acordo com a reportagem, não foram contabilizados nas estatísticas criminais 43 homicídios ocorridos na Grande São Paulo entre 1º de janeiro a 30 de outubro deste ano. À época, a Secretaria da Segurança Pública atribuiu a “erros de registro” a maior parte dos casos.

Em nota, a secretaria disse nesta quarta-feira que oito, dos 43 casos, já haviam sido contabilizados anteriormente. “Depois da matéria, outros 15 casos foram revistos e inseridos nas estatísticas –portanto, 23 dos 43 casos já estão corrigidos”.

Ainda segundo a SSP, restam ainda 10 casos que estão sob investigação, “cujos delegados responsáveis deverão esclarecer porque não foram classificados como homicídios”. “E finalmente outros 10 casos que envolveram PMs que reagiram a assaltos e foram todos contabilizados como mortes em confronto com excludente de ilicitude, publicados no Diário Oficial do Estado, conforme a Resolução 516, de 2001”, acrescenta a secretaria.

TÔ COM NOJO DE SERVIR A POLÍCIA CIVIL, A SECRETARIA DE SEGURANÇA PÚBLICA E AO GOVERNO DO ESTADO DE SP! 28

Enviado em 28/12/2011 as 14:34 – ASTROGILDO

MANO INACREDITÁVEL!

O CARA PEITOU O JUIZ HÁ POUCO MESES ATRÁS!

É MUITA COINCIDÊNCIA!

O JUIZ DE DIREITO VIROU DESEMBARGADOR DO TJ!

E O DELEGADO QUE ATUOU EM ESTRITO CUMPRIMENTO DO DEVER LEGAL FOI EXONERADO!

ESSE PSDB PAULISTA PERDEU COMPLETAMENTE A VERGONHA NA CARA!

É MAIS UM ‘DR. CONDE DA VIDA’ DELEGADO QUE TEM COLHÃO PRA DIZER A  VERDADE!

AQUELE DELEGADO DA CORRÓ QUE TIROU AS CALÇAS DA ESCRIVÃ ESSE SIM ERA DESEQUILIBRADO E NA ÉPOCA ESTAVA EM ESTÁGIO PROBATÓRIO PORQUE ELE NÃO FOI MANDADO EMBORA ENTÃO ?

NOSSA TÔ COM NOJO DE SERVIR A POLÍCIA CIVIL, A SECRETARIA DE SEGURANÇA PÚBLICA E AO GOVERNO DO ESTADO DE SP!

AGORA: Número de mortos em assaltos é maior do que o divulgado 9

28/12/2011

 

EDITORIAL

Assassinatos, roubos e estatísticas

 

Depois de cinco meses de alta, o número de assassinatos finalmente voltou a cair no Estado de São Paulo.

Se a situação continuar assim, existe uma grande chance de a taxa fechar o ano abaixo de 10 casos para cada 100 mil habitantes, o que pode ser considerado uma boa notícia.

O índice ainda é muito mais alto que o de países civilizados, mas bem baixo para o histórico brasileiro –é só lembrar que na década de 90 chegou a ser três vezes mais alto.

Só tem um porém nessa história. Nesta semana, o Agora mostrou que 43 assassinatos estavam fora das estatísticas. Depois disso, o governo incluiu alguns, mas não todos –é bom investigar direitinho esse caso.

As informações precisam ser confiáveis, até para que a população acredite no governo e na polícia.

Bem preocupante, também, foi a revelação de que a quantidade de latrocínios –os roubos que terminam com a morte da vítima– subiu 15% no mês passado.

Segundo a polícia, a maior parte dos latrocínios acontece em tentativas de roubo de carro, crime que, não por coincidência, também aumentou 15%.

Quase todo mundo já passou por aquela situação de parar em um sinal à noite e ficar olhando para os lados, com medo de ser assaltado. O dado só ajuda a aumentar a sensação de insegurança.

Nessas horas, é sempre bom lembrar, a única coisa a fazer é não reagir. Ninguém deveria arriscar a vida para não perder um bem material, qualquer que seja.

Polícia Civil de SP deve abrir 3.752 vagas em 2012 32

28/12/2011

Thâmara Kaoru do Agora

O governo de São Paulo autorizou a abertura de 3.752 vagas na Polícia Civil para o ano que vem.

Segundo a Secretaria de Segurança Pública do Estado, só para escrivão e investigador foram autorizadas 2.000 oportunidades.

As carreiras exigem ensino superior e o salário é de R$ 3.193,30.

O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, liberou ainda mil vagas para agente policial, além das 391 que já haviam sido autorizadas.

  • Leia esta reportagem completa na edição impressa do Agora nesta quarta, 28 de dezembro, nas bancas

ANDRÉ CARAMANTE: Delegado que prendeu juiz é exonerado…( Será que a moça cega da balança torta lhe dará abrigo ? ) 22

28/12/201112h50

Delegado que prendeu juiz é exonerado do cargo em São Paulo

ANDRÉ CARAMANTE DE SÃO PAULO

O delegado Frederico Costa Miguel, 31, foi exonerado da Polícia Civil de São Paulo. A exoneração, assinada pelo governador Geraldo Alckmin (PSDB), foi publicada ontem (27) no “Diário Oficial”.

Há 80 dias, Miguel acusou Francisco Orlando de Souza, magistrado do Tribunal de Justiça, de dirigir sem habilitação, embriaguez ao volante, desacato, desobediência, ameaça, difamação e injúria.

O governo nega qualquer relação entre a exoneração do delegado e o incidente.

Souza discutiu no trânsito com um motorista e ambos pararam no 1º DP de São Bernardo do Campo (ABC Paulista) para brigar, mas foram impedidos pelo então delegado.

Apesar da repercussão, o caso não foi investigado pela Corregedoria da Polícia Civil. Dez dias após o incidente, o juiz foi promovido a desembargador pelo TJ.

Por conta do caso, o presidente do TJ paulista, José Roberto Bedran, pediu para a Secretaria da Segurança Pública criar a função de “delegado especial” para cuidar de casos envolvendo juízes. O pedido não foi atendido.

“Estou surpreso com a exoneração. Não sei os motivos da decisão do governador e não tive direito de defesa”, disse o ex-delegado.

Segundo o ato, Miguel foi exonerado por não ser aprovado no estágio probatório de três anos. Ele chegaria ao fim dessa fase em 30 de janeiro.

Desde 2008, quando entrou na polícia, Miguel foi alvo de três apurações na Corregedoria. Em todas, ele obteve pareceres favoráveis.

Miguel era plantonista quando apartou a briga, em outubro. Segundo o delegado, o juiz gritou várias vezes: “Você não grita assim comigo, não! Eu sou um juiz!”.

O desembargador afirmou ontem que não sabia da exoneração e que “tudo não passou de um mal entendido”. Souza disse ainda ser alvo de apuração na Corregedoria do TJ. A assessoria do órgão disse não ter acesso aos documentos da investigação “porque ela é sigilosa e por conta do recesso do Judiciário”.

ESTÁGIO

O governador Geraldo Alckmin (PSDB), por meio de sua assessoria, disse que “a exoneração de Frederico Costa Miguel seguiu a lei sobre estágio probatório de delegados de polícia”.

“A decisão segue recomendação do Secretário da Segurança Pública [Antonio Ferreira Pinto], por sua vez fundamentada em três pareceres distintos: do Conselho da Polícia Civil, do Delegado-Geral de Polícia e da Consultoria Jurídica da Secretaria da Segurança Pública”, diz a nota.

“Após processo administrativo, no qual o servidor teve assegurado o contraditório e a ampla defesa, as três instâncias concluíram que o delegado não podia ser confirmado na função diante dos fatos ocorridos em agosto de 2010 e janeiro de 2011 [três investigações contra Miguel]”, continuou a nota.

Segundo a nota, o ex-delegado demonstrou falta de equilíbrio, prudência, bom senso e discernimento. A nota não diz quantos delegados são exonerados por ano na fase probatória.

Versão da Administração acerca da exoneração de Delegado ( Mais um trouxa que acreditava em direitos e garantias constitucionais ) 59

Com relação à exoneração do delegado, argumenta a Administração restar demonstrado em autos de procedimento, no qual foi assegurada ao interessado a mais ampla defesa, que durante o estágio probatório teria deixado, no meado de 2010, de atender ocorrência de furto conduzida  por policiais militares; fatos apresentados em outra Unidade em que se lavrou auto de flagrante.

Posteriormente, no início do corrente ano, durante seu plantão em São Bernardo do Campo, se dirigiu ao município de Jundiaí;  onde se viu envolvido em ocorrência de abuso de autoridade.

A não confirmação na carreira NÃO POSSUI QUAISQUER RELAÇÕES COM OS FATOS ENVOLVENDO O JUIZ DE DIREITO.

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Eu acredito!

http://atualidadesdodireito.com.br/lfg/2011/02/22/delegados-coagem-e-deixam-mulher-nua-em-busca-pessoal/

O rapaz –  além de imbroglios com a PM e com o Juiz – parece que era dado a manifestações classistas em prol da carreira em que iniciava.

Cidadão Brasileiro?

Que governo é esse?

Ora, um governo como qualquer outro governo:

COMPOSTO POR MILHARES DE  EXCELENTÍSSIMOS  FILHOS DA PUTA!

Como (des) funciona a estatística da Secretaria de Segurança Pública…( São Paulo mascara crimes violentos objetivando enganar a população ) 3

Casos como o de um químico que morava ao lado do Palácio dos Bandeirantes, e do jovem assassinado na USP desapareceram das estatísticas oficiais da Secretária de Segurança Pública. As principais notícias do Brasil e do Mundo de segunda a sábado no Jornal da Band, às 19h20. Este vídeo também pode ser visto no portal band.com.br .

Reportagem de Sandro Barboza
Imagens de Josenildo Tavares
Edição de Camila Moraes
Finalização de Luiz Pessoa Jr

JOÃO ALKIMIN: “Senhores Policiais, parem imediatamente de trabalhar se quiserem conservar seus empregos na atual Administração”” 57

Vejo estarrecido que mais um Delegado de Polícia de nome Frederico passa a fazer parte do panteão dos injustiçados que é encabeçado pelo Delegado Conde Guerra, pois um é demitido por ter cumprido seu dever, ter vergonha na cara mas desgraçadamente bateu de frente com os poderosos de plantão, esse é Frederico.
O outro teve a coragem e a dignidade de repercutir notícia publicada pelo Jornal Nacional que dava conta que o Delegado de Policia Pedro Herbela havia revendido ternos por preço superior.
Saliento aqui que não noticiou nem mentiu, ou distorceu os fatos, simplesmente repercutiu uma noticia e por isso foi demitido, esse é o Delegado Conde Guerra. Indago aqui quantos mais terão que ser sacrificados no altar da covardia, da maldade, da crueldade até que os Policiais Civis acordem e tomem uma atitude?
Não falo em greve, pois quando existe uma greve, os próprios Policiais são punidos e a população que tem como ultima guarida uma Delegacia de Policia, é quem sofre.
Mas alguma coisa deve ser feita. Senhores Delegados, parem de passar a mão na cabeça de filhos de autoridades e das próprias autoridades, quando estas chegam envolvidas em alguma ocorrência Policial.
Lembrem-se que são a primeira barreira para contenção da criminalidade e talvez a única.
Portanto, cabe aos Policiais que estão nas ruas, investigadores, carcereiros, agentes e aos Delegados de Policia que estão no plantão ou mesmo titulares, fazer valer sua autoridade.
Não é mais possível que sejam subservientes somente porque uma das partes é Juiz, Promotor ou mesmo Delegado de Policia de classe superior, não importa sequer que seja Oficial Superior da Policia Militar.
Quando vocês passarem não somente em São Paulo, mas em todo Brasil a fazer valer sua autoridade, com certeza passarão a ser respeitados.
Digo-lhes aqui o que uma vez foi dito pelo Coronel Aviador Washington Mascarenhas: “O Poder despreza aqueles que não sabem usá-lo”; ou como o dito de certa feita pelo eminente Desembargador Pedro Glagliardi: “a maior autoridade é o Investigador que está na rua e o Delegado de Policia que primeiro recebe a ocorrência, que percebendo que é uma ocorrência que não prosperará, simplesmente dispensa as partes, não submetendo o homem a um longo processo que certamente culminará com a absolvição, mas não se esqueçam que quando um homem é processado, a ultima coisa que pensa antes de dormir e, a primeira ao acordar é em seu processo crime”.
Isso foi dito em uma palestra proferida por Sua Excelência na sede da 36 subseção da Ordem dos Advogados em São José dos Campos.
Entendo que hoje os Policiais, não sem motivo, vivam acabrunhados, cabisbaixos e amargurados, mas não se esqueçam da música que dizia: “Apesar de você, amanhã há de ser outro dia…”, portanto levantem a cabeça, continuem lutando, não desanimem.
A sociedade precisa da Policia Civil, mas é necessário que vocês consigam conquistar corações e mentes e, a única maneira é mostrando a essa sociedade aquilo que sofrem, salários vergonhosos, falta de condições dignas de trabalho, pressão constante das Chefias, terror incutido pela Corregedoria, não abaixem a cabeça, vocês são Policiais Civis de carreira, devidamente concursados. O Secretário de Segurança Pública é cargo passageiro, que dura no máximo 8 anos, 4 do primeiro mandato do Governador e mais 4 se o mesmo se reeleger.
Indago mais uma vez dos senhores, quantos Secretários já passaram pela pasta e quantos estão no mais negro ostracismo e, os senhores concursados continuam, pois Policia é simplesmente uma roda gigante.
Quem está por cima hoje, estará por baixo amanhã.
E vocês que estão subindo, ou se encontram no topo, certamente encontrarão com aqueles que estão descendo quando a roda recomeçar a girar.
Portanto, um conselho de um velho simio: não tripudiem de quem está por baixo ou dos que estão descendo, pois o mundo gira e a lusitana roda, velho ditado, muito a gosto de Carlos Brickmann.
Acredito que brevemente o Delegado Frederico e o Delegado Conde Guerra estarão novamente nas fileiras da Polícia Civil pois como já disse várias vezes o Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo é um Tribunal de passagem, as coisas realmente se resolvem no Supremo Tribunal Federal, longe das pressões e do compadrio que impera em alguns Tribunais Estaduais.
Também não entendo porque o senhor Secretário não define qual a sua politica, pois o Delegado Geral de Policia, bacharel, Marcos Carneiro há dias atrás ironizou declarações do Ministério Público de que o crime organizado havia se expandido para outros países da América do Sul.
O Secretário Ferreira Pinto disse aos quatro ventos que não existia mais crime organizado no Estado de São Paulo, que o PCC se resumia a alguns gatos pingados já devidamente presos. Hoje surpreendentemente no caderno cotidiano da Folha de São Paulo, Marcos Carneiro Lima diz que : “O aumento dos roubos e furtos de veículos em São Paulo tem relação direta com o Crime Organizado, que busca fazer capital para comprar drogas e armas”.
Portanto, bestificado eu indago, essas duas autoridades mentiram antes quando disseram que o crime organizado estava desmantelado ou mentem agora?
Exijo como cidadão uma resposta. Pois quero saber se posso ter tranquilidade para viver uma vida normal ou se devo continuar usando carros blindados.
Com certeza não obterei a resposta e continuarei usando carro blindado, pois não posso confiar nas declarações conflitantes dessas duas autoridades.
Delegado Conde Guerra tenha certeza de que quando seu processo de reintegração chegar no Tribunal, assim como agora o do Delegado Frederico, estarei sentado na primeira fila da Câmara de Julgamento para acompanhá-los, pois quero ver que decisão será tomada, se for para o STJ e para o Supremo Tribunal Federal, também lá estarei. Primeiro para que se faça justiça a liberdade de imprensa no seu caso e, no Delegado Frederico para que se reconheça que todos são iguais perante a Lei, independente de ser um mendigo ou um Magistrado.
Para encerrar digo que sou capaz de entender todos os erros de um inculto homem de rua, mas não entendo, não aceito e não admito a de um Juiz de Direito, pois a mulher de César não basta ser honesta, há que parecer.
Como minha digitadora entrará de férias, voltarei a escrever nos primeiros dias do ano que vem.
Desejo portanto a todos um Feliz Ano Novo e que realmente 2012 nos livre do terror institucional que hoje ronda os quadros da Policia Civil.
Feliz Ano Novo a todos.
 João Alkimin

Ao contrário do que afirmou à imprensa na última sexta-feira o major Marcelo Salles, da Casa Militar, a Baixada Santista não contará com 400 policiais civis a mais nas delegacias. 17

Papo com editor

Polícia Civil vai remanejar oficiais na região; Operação Verão não terá reforço do Estado

Alcione Herzog

 

Créditos: Alberto Marques

Polícia Civil não virá reforçar a região

A Operação Verão 2011-2012 começa hoje com mais um capítulo da polêmica envolvendo o reforço de policiais civis.
Ao contrário do que afirmou à imprensa na última sexta-feira o major Marcelo Salles, da Casa Militar, a Baixada Santista não contará com 400 policiais civis a mais nas delegacias. Foi o que informou ontem o titular do Departamento de Polícia Judiciária de São Paulo Interior (Deinter 6), Waldomiro Bueno, ao ser questionado por A Tribuna sobre como seriam dimensionados os reforços.
> Comente esta reportagem com o subeditor Rafael Motta no Blog Papo com Editores
“Não teremos 400 policiais civis de fora, mas, sim, um esquema que usamos em datas especiais. Faremos um remanejamento interno para cobrir os plantões onde houver necessidade. Para isso, colocaremos parte do pessoal que atua internamente nos plantões”.
Férias e licenças-prêmio também estão suspensas até 31 de janeiro. Já o acréscimo na quantidade de delegados seguirá o que já havia declarado o delegado geral Marcos Carneiro de Lima: serão cinco, nos plantões em Praia Grande (2), Guarujá (2) e Bertioga (1). “Mais para frente outros cinco devem cobrir outros locais”.
Porém, A Tribuna apurou que o incremento de delegados contará com nomes que já atuam na região. Esse quadro trouxe preocupação às delegacias.
“O trabalho da PM com efetivo maior gerará uma sobrecarga nos distritos, que não tiveram reforços. Com mais flagrantes, quem sofrerá é o cidadão”, analisou um delegado, que não quis se identificar.
Bueno, por outro lado, acredita que o esquema adotado será suficiente. Ele estima uma alta no volume de boletins de ocorrência de 25% durante o mês de janeiro, em comparação com outros meses do ano. “Esse movimento extra será suprido pelo atendimento da Polícia Militar, que também atuará registrando boletins”.
Bueno ressalta que os cidadãos também podem utilizar a Delegacia Eletrônica. Por meio da internet (www.ssp.sp.gov.br/bo) é possível registrar as ocorrências de menor potencial ofensivo.
“Nossa meta é que os munícipes sejam atendidos nas delegacias em até 30 minutos durante a temporada”.
Até o fechamento desta edição, a Secretaria de Segurança Pública do Estado não havia se pronunciado sobre o assunto.
Vai e volta O imbróglio da presença ou não da Polícia Civil na Operação Verão desta temporada começou quando a Delegacia Geral da Polícia Civil optou pelo convite aos policiais interessados em participar – em anos anteriores, o costume era convocar o efetivo.
Este ano, no entanto, não houve interessados na corporação. No dia 14 de dezembro o delegado geral, Marcos Carneiro de Lima, afirmou, em entrevista a A Tribuna, que não há motivo para deslocar policiais civis do Interior e da Capital para a Baixada Santista.
No dia seguinte, o governador Geraldo Alckmin, em visita à região, confirmou a decisão. Dez dias depois, a pedido de Alckmin, o major da casa Militar, Marcelo Salles, foi destacado para falar sobre o assunto. Ele anunciou o reforço de 400 homens, informação refutada ontem por Bueno.

Momentos da verdade da Polícia Civil: admissão, promoção e demissão 10

Da formação de quadrilha: quando um órgão autoriza ou trata com brandura  o gestor que  contrata ( aprova em concurso ) por favoritismo.

Corrupção ativa e passiva: quanto gestores  reconhecem mérito e aumentam os salários ( promoção ) de quem mais  lhes adula com favores de toda ordem.

Queima de arquivo:  quando demitem para se livrar de quem lhes cobra resultados e postura de líder íntegro ; também quando demitem para facilitar suas vidas, eliminando “sombras”.

Empresa  ou órgão que assim procede propaga e incentiva  crimes silenciosos que minam suas estruturas e seus resultados.

Tais casos – em determinados órgãos , há muito ,  bastante transparentes  – deveriam ser levados ao Poder Judiciário.

Contudo,  com o perdão daqueles  que ainda têm alguma fé na velha  cega, a Justiça também padece por “chefetes” de mau caráter que (des) regulam a sua balança.

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O termo Momentos da Verdade é também o título do livro de Jan Carlzon, sobre  sua experiência pessoal como CEO da SAS (Scandinavian Airlines) ao reverter a história negativa que a empresa passava. O tema central de toda a trajetória de recuperação da empresa foi a remodelação dos processos no sentido de humanizá-los. A melhor forma de definir o que foi a humanização dos processos da SAS é o título de outro texto de Jan Carlzon publicado em 1989: “Nós costumávamos fazer aviões voarem, agora nós fazemos pessoas voarem”.

Com essa filosofia os clientes e funcionários passaram ser tratados como pessoas e não como objetos que podem ser manipulados e rearranjados conforme o interesse da empresa…

ler mais em http://www.cullencia.com.br/archives/206

Tulio Kahn: Prepare o bolso para o aumento do seguro do seu carro em 2012…País passa por um ciclo de alta da criminalidade 8

Prepare o bolso para o aumento do seguro do seu carro em 2012

Analisando as estatísticas criminais de São Paulo, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e Bahia, que publicam seus dados mensalmente (como sempre defendi…) mostramos que o pais passa por um ciclo de alta da criminalidade desde o segundo semestre de 2010. Minas Gerais, infelizmente, não publicou ainda nenhum dado de 2011 mas ali também é perceptível uma piora nos crimes patrimoniais desde maio de 2010.
E o carro chefe….leia mais