O povo quer saber: quanto foi a comi$$ão recebida por Coroneis da PM para comprar essa porcaria pomposamente apelidada de i-MXT 26

Outro lado

Comando da PM nega que tablets tenham problemas

Comando da corporação afirma, no entanto, que eventuais falhas podem ocorrer devido a operadora e ao policial

DE SÃO PAULO

O comando da Polícia Militar paulista nega que haja falhas nos tablets. No entanto, diz que eventuais problemas podem ser causados por “15% de falhas da operadora Vivo e 10% de falhas operacionais do policial”.

“Importante lembrar que a rede de telefonia móvel é a mesma que atende à iniciativa privada. Portanto, é impossível exigir alta disponibilidade do serviço de transmissão de dados, fato que não compromete a operação dos tablets, uma vez que essa é uma ferramenta acessória ao processo de despacho e controle de viaturas”, disse em nota.

Segundo a PM, mesmo desconectado o tablet emite as coordenadas de seus carros, uma das funcionalidades do sistema. Diz ainda que seus bancos de dados registram que os aparelhos ficam pouco tempo fora do ar.

A Vivo informou que só fornece os chips de conectividade à PM e que não comentaria as informações de que o tablet, feito para a tecnologia GSM, não “conversa” plenamente com sua rede.

Quanto à homologação pela Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações), a Polícia Militar informou que, “apesar de não ser exigência no edital, o equipamento foi homologado em agosto [de 2011] e a entrada em operação só se deu após essa data”.

Questionado sobre os 3.000 tablets que, segundo a própria Secretaria de Segurança Pública afirma em seu site, já estavam em operação na capital desde janeiro de 2011, o diretor de telemática da PM, coronel Alfredo Deak, disse que “a instalação foi condicionada à homologação pela Anatel”.

“Foi entregue mesmo [no início do ano] apenas uma parcela para teste em laboratório. O grosso mesmo foi entregue em julho”, disse Deak.

Quanto à informação prestada ao Tribunal de Contas -de que o tablet não precisava do selo-, o coronel informou que, à época, não havia tablets homologados no mercado nacional, por pertencerem a uma tecnologia nova.

Fabricante do i-MXT, a Maxtrack disse que a venda dos tablets esteve “100% de acordo com as exigências e normas legais”. Ela afirma que seu aparelho se comunica, sim, com a rede da Vivo.

“As primeiras unidades foram fabricadas em novembro de 2010 e encaminhadas para o processo de homologação da Anatel. No caso do tablet utilizado no projeto da PM, a comunicação é a GPRS/EDGE. O modem GPRS/EDGE usado é um subproduto interno ao equipamento homologado desde 2008”, informou.

Segundo a Anatel, mesmo que os componentes tenham sido certificados separadamente, o aparelho só pode ser vendido após ser testado e aprovado como um todo.

A Folha apurou junto à área técnica da Anatel que o órgão deverá testar os tablets para saber se modelo que está em uso é exatamente o mesmo que foi certificado.

A Neel não respondeu ao pedido de entrevista.

Coronelato da PM queima 25 milhas em tablets Xing Ling by e-figênia solution …Quanto foi a comissão Dr. Coromé ? 28

11/04/2012-09h15

PM de SP paga R$ 25 milhões por tablets que funcionam mal

DE SÃO PAULO

Tablets comprados pela Polícia Militar de São Paulo para equipar carros que patrulham o Estado apresentam problemas sérios de funcionamento. Ao todo, são 11.750 aparelhos comprados por mais de R$ 25 milhões.

A informação é da reportagem de Reynaldo Turollo Jr. e Rogério Pagnan publicada na edição desta quarta-feira da Folha. A reportagem completa está  abaixo disponível .

Os tablets deveriam se conectar à internet ininterruptamente para que policiais pudessem, das ruas, registrar ocorrências, consultar RGs e placas de carros suspeitos. Mas PMs afirmam que têm dificuldades para “logar”.

Uma possibilidade para o mau funcionamento dos aparelhos está relacionada às características internas do tablet, de acordo com técnicos ouvidos pela Folha.

O comando da Polícia Militar nega que os aparelhos tenham problemas de funcionamento e atribui eventuais falhas à operadora Vivo e ao manuseio dos policiais.

A Vivo informou que só fornece os chips de conectividade à PM e que não comentaria as informações de que o tablet, feito para a tecnologia GSM, não “conversa” plenamente com sua rede.

PM paga R$ 25 milhões por tablets que funcionam mal

Aparelhos usados em carros não conseguem consultar placas e RGs suspeitos

Comando da Policia Militar nega que os tablets adquiridos apresentem problemas de funcionamento

Luiz Carlos Murauskas-12.set.2011/Folhapress
Alckmin conhece, em setembro, tablets já instalados em carros da PM da capital paulista
Alckmin conhece, em setembro, tablets já instalados em carros da PM da capital paulista

REYNALDO TUROLLO JR. COLABORAÇÃO PARA A FOLHA ROGÉRIO PAGNAN DE SÃO PAULO

Os 11.750 tablets comprados por mais de R$ 25 milhões pela Polícia Militar paulista para equipar carros que patrulham o Estado apresentam problemas sérios de funcionamento.

A informação consta de relatório produzido pelos próprios policiais enviado à Assembleia Legislativa. A situação foi confirmada à Folha por mais de uma dezena de PMs que receberam o aparelho na região metropolitana.

O uso da tecnologia foi anunciado em 2011 com alarde pelo próprio governador Geraldo Alckmin (PSDB).

“Meu comando pede que eu tente ‘logar’ o tablet a cada duas horas. Até hoje, só consegui duas vezes”, disse um dos PMs com os quais a reportagem manteve contato nos últimos três meses -ele pediu para não ter o nome revelado.

Os tablets deveriam se conectar à internet ininterruptamente para que policiais pudessem, das ruas, registrar ocorrências, consultar RGs e placas de carros suspeitos.

O comando da Polícia Militar nega que os aparelhos tenham problemas de funcionamento. A corporação atribui eventuais falhas à operadora Vivo e ao manuseio dos policiais (leia mais na pág. C3).

‘NÃO FUNCIONAM’

Uma possibilidade para o mau funcionamento dos aparelhos está relacionada às características internas do tablet, de acordo com técnicos ouvidos pela Folha.

Além de utilizar tecnologia GSM, anterior à 3G dos celulares comuns, os tablets da PM “não conversam” bem com a rede da operadora Vivo, que fornece à corporação paulista os chips de conexão ao preço de R$ 30 mensais a unidade -um total aproximado de R$ 4,2 milhões por ano.

“Os policiais estão relatando extrema dificuldade de acesso e operação dos tablets. Não funcionam”, disse o deputado major Olímpio Gomes (PDT), membro da Comissão de Segurança da Assembleia.

“Oficiais da área da tecnologia de informação da PM me informaram de que haveria sérios problemas de qualidade desses produtos, na origem e no processo licitatório.”

A COMPRA

Os tablets foram comprados pela PM após uma licitação realizada em novembro de 2010. A empresa vencedora foi a Neel Brasil Tecnologia.

Trata-se da mesma que venceu concorrência da Prefeitura de São Paulo e forneceu GPSs ilegais (sem homologação da Agência Nacional de Telecomunicações) à Guarda Civil -a Anatel lacrou os aparelhos após o caso ser revelado pela Folha em março.

No caso da PM, 3.000 dos 11.750 tablets começaram a ser usados pela PM em janeiro de 2011, antes que houvesse a homologação dos aparelhos pela Anatel, o que só veio a ocorrer sete meses depois.

Todo aparelho que emite radiofrequência, como os tablets, precisa de um selo da Anatel para ser comercializado e utilizado no Brasil.

Ou seja, os tablets podem ter sido usados de forma ilegal por um período de tempo.

INFORMAÇÃO ERRADA

Empresa interessada na licitação para a compra dos tablets, a Consladel tentou impugnar o edital em 2010 porque a PM não exigia, no texto oficial, o selo da Anatel para a compra dos aparelhos.

O Tribunal de Contas do Estado questionou o fato. A corporação, porém, afirmou não ter feito a exigência porque o tablet prescindia dela.

Segundo a Anatel, porém, o produto precisa, sim, do selo. O Tribunal de Contas diz que o caso está sob análise.

Editoria de Arte/Folhapress

Desembargador do TJ é encontrado morto em Santos 30

Santos

Polícia encontra corpo de desembargador com dois tiros

De A Tribuna On-line

O desembargador Adilson de Andrade, do Tribunal de Justiça de São Paulo, foi encontrado morto, em sua casa, em Santos, com dois tiros no abdômen. O caso já está sendo investigado, mas a circunstância do crime ainda é desconhecida.
O corpo de Adilson foi localizado por volta das 7h desta terça-feira, de acordo com informações da polícia.
O desembargador tinha 60 anos. Ele deixa três filhos e a ex-mulher. Na região, exerceu a função de juiz em Iguape, Juquiá, Registro e São Vicente.
Especialista e professor de Processo Civil, Andrade ingressou no TJ-SP em 2006, oriundo da magistratura. Era formado em Direito pela Unissantos e concluiu o curso em 1975. Começou a carreira de juiz em 1982. Antes, foi advogado em São Paulo e escrevente do 2º Cartório de Notas e Ofícios, também na Capital.

O magistrado de 60 anos sofria de depressão e enfrentara um divórcio recentemente, e o suicídio do filho mais novo. Os outros dois filhos de Andrade apresentam problemas de saúde; um é dependente químico e o outro sofre de distúrbios psíquicos.

O presidente do Tribunal de Justiça de São Paulo, desembargador Ivan Sartori, decretou luto oficial de três dias nas unidades judiciárias de todo o Estado.

 

CARREIRA

Andrade ingressou na magistratura em 1982, em Araçatuba (527 km de São Paulo). Em seguida, exerceu a função de juiz nas cidades de Santos, Juquiá, Cotia e São Vicente.

Mudou-se para São Paulo em 1993, quando foi transferido para o Fórum Regional do Jabaquara. Foi promovido a desembargador em 2006 pelo critério de antiguidade.

Atualmente estava na 3ª Câmara de Direito Privado do TJ-SP.

O desembargador nasceu em Santos no dia 3 de abril de 1952.

Mais 2 PMs suspeitos de ajudar ladrões de casas são procurados em SP 34

09/04/2012-17h02

ANDRÉ CARAMANTE DE SÃO PAULO

Equipes do Deic (Departamento de Investigações sobre o Crime Organizado, da Polícia Civil), e da Corregedoria da Polícia Militar estão nas ruas na tarde desta segunda-feira em busca de mais dois policiais militares investigados sob suspeita de colaborar com quadrilhas de ladrões de condomínios e de casas de alto padrão no Estado de São Paulo.

Os dois policiais militares são suspeitos de receber dinheiro para repassar informações sobre o patrulhamento da Polícia Militar nas regiões onde os ladrões escolhem seus alvos para atacar.

Ontem, 14 pessoas –incluindo um PM– foram presos pelo Deic e Corregedoria da PM sob suspeita de planejar um arrastão a um prédio de 36 apartamentos na rua Pedro Pomponazzi, na Vila Mariana (zona sul de SP).

Treze suspeitos foram presos por volta da 1h de ontem em uma casa na rua Cora, no Ipiranga (zona sul), por policiais do Deic. Segundo a polícia, o grupo sairia dali para invadir o prédio às 3h.

Na casa, foram apreendidos celulares, coletes –um deles com emblema da Polícia Civil–, um fuzil, duas metralhadoras, além de cinco algemas de aço e dezenas de plástico, que seriam usadas para imobilizar as vítimas.

Já os dois PMs –um do 45º Batalhão (Mooca) e o outro do 12º Batalhão (Vila Mariana)– foram presos entre sexta-feira e ontem. A suspeita do Deic é que eles avisavam a quadrilha caso se deparassem com policiais civis ou militares rondando próximo ao prédio invadido.

Segundo o delegado Nelson Silveira Guimarães, diretor do Deic, o grupo foi “muito provavelmente” o responsável pelo arrastão a um prédio de classe média alta no Paraíso, no dia 3.

Na ocasião, um ladrão passou-se por carteiro para entrar no edifício e render o porteiro. Cerca de 20 moradores foram agredidos, entre eles um juiz do Tribunal de Justiça Militar e seu segurança, um sargento do Exército.

A polícia também investiga se esse mesmo grupo tem envolvimento com a morte de um policial militar durante um furto a caixas eletrônicos em Santo André (ABC), em julho do ano passado.

O grupo é suspeito ainda de comandar roubos contra pasteleiros orientais, na capital paulista. Os acusados não quiseram falar em depoimento. Os advogados deles não foram localizados pela reportagem.

Na quinta, outro policial militar, Rafael Carlos Rebollo Ragate, 35, foi preso sob suspeita de colaborar com um grupo de assaltantes de casas na zona oeste.

Após saber da prisão de Ragate, um dos PMs presos ontem teria ficado com medo de prosseguir com o roubo contra o condomínio na Vila Mariana, previsto para acontecer na sexta-feira, e isso atrasou os planos da quadrilha.

As investigações apontam que ele fornecia informações privilegiadas sobre o patrulhamento da PM nos bairros para ajudar a quadrilha.

Policial militar é preso suspeito de ajudar quadrilha a fazer arrastões 66

Enviado em 08/04/2012 as 18:49 – INFELIZ

 08/04/201221h35

Polícia prende 15 suspeitos de fazer arrastões em SP; 2 são PMs

DE SÃO PAULO

As polícias Civil e Militar prenderam na madrugada deste domingo 15 pessoas, incluindo dois soldados da PM, suspeitos de planejar um arrastão a um prédio na rua Pedro Pomponazzi, na Vila Mariana, zona sul de São Paulo.

Treze suspeitos foram presos por volta da 1h em uma casa na rua Cora, no Ipiranga (zona sul), por policiais do Deic (Departamento de Investigações sobre o Crime Organizado). Segundo a polícia, o grupo sairia dali para invadir o prédio às 3h.

Na casa, foram apreendidos celulares, coletes, armas e algemas que seriam usadas para imobilizar as vítimas.

Divulgação/Polícia Civil
Armas utilizadas pela quadrilha que planejava arrastão na zona sul
Armas utilizadas pela quadrilha que planejava arrastão na Vila Mariana, na zona sul de São Paulo

Os dois soldados –do 45º Batalhão (Mooca) e 12º Batalhão (Vila Mariana)– foram presos entre sexta-feira (6) e hoje. A suspeita do Deic é de que eles avisavam a quadrilha caso a polícia se aproximasse dos locais assaltados. A Corregedoria da PM ainda investiga o envolvimento de outros policiais.

Segundo o delegado Nelson Silveira Guimarães, diretor do Deic, o grupo provavelmente foi o responsável pelo arrastão a um prédio de classe média alta no Paraíso, no último dia 3.

Na ocasião, um ladrão se vestiu de carteiro para entrar no edifício e render o porteiro. Cerca de 20 moradores foram agredidos, entre eles um juiz do Tribunal de Justiça Militar e seu segurança, um sargento do Exército.

O bando preso hoje é suspeito ainda de comandar roubos contra feirantes orientais na capital paulista.

A polícia também investiga se esse mesmo grupo tem envolvimento com a morte de um PM durante um ataque a caixas eletrônicos em Santo André (ABC Paulista), em julho do ano passado.

Na ocasião, os policiais foram recebidos a tiros pelos ladrões. Um dos policiais foi atingido e morreu e outros três ficaram feridos.

Os suspeitos presos hoje não quiseram falar em depoimento à polícia. Os advogados deles não foram localizados pela reportagem.

OUTRO PM

Na quinta-feira, outro policial militar, Rafael Carlos Rebollo Ragate, 35, foi preso sob suspeita de colaborar com um grupo de assaltantes de casas na zona oeste. Entre os alvos estavam os bairros dos Jardins, Butantã e Morumbi.

As investigações apontam que ele fornecia informações privilegiadas sobre o patrulhamento da PM nos bairros para ajudar a quadrilha.

Delegado de Polícia tesoureiro do PSDB; Coronel chamando bicheiro de chefe…Dá pra acreditar 24

8/4/2012 – 08:39 – ( Nacional )

IstoÉ Cachoeira chega a Perillo

A organização criminosa montada pelo bicheiro Carlos Augusto de Almeida Ramos, o Carlinhos Cachoeira, revela-se aos poucos muito mais ampla do que se pensava. Após a derrocada do senador Demóstenes Torres, que foi obrigado a abandonar o DEM e corre o risco de perder o mandato por suas ligações com Cachoeira, o dilúvio de informações que constam no inquérito da Operação Monte Carlo chega ao governador de Goiás, Marconi Perillo (PSDB). De acordo com a PF, pessoas ligadas diretamente a Perillo vazaram previamente a Cachoeira informações sigilosas sobre ações policiais, permitindo ao bicheiro se antecipar a operações de repressão à jogatina. Além disso, o monitoramento de Cachoeira também identificou laços estreitos com políticos e empresários e sua influência na nomeação de dezenas de pessoas para ocupar funções públicas no governo de Goiás.

Em diálogo gravado pela PF, obtido com exclusividade por ISTOÉ, Carlinhos Cachoeira pede ao ex-presidente da Câmara Municipal de Goiânia Wladimir Garcez, apontado pela PF como arrecadador de campanha de Perillo, informações sigilosas sobre ações do grupo tático (GT3), a unidade de elite da Polícia Civil local. Wladimir, então, promete apurar com o corregedor-geral de Segurança Pública do Estado, Aredes Correio Pires, e com “Edmundo”, que a PF identifica como o delegado Edemundo Dias Filho, também tesoureiro do PSDB de Goiás. “Vai lá no Aredes pra ver o que que tá acontecendo”, ordena Cachoeira, a quem Wladimir se refere como “chefe”. “É, tô indo aqui do Edmundo. Já tô chegando aqui. Vou ligar pro Aredes.” Horas depois, Wladimir retorna com a informação sobre uma atuação policial na região de Valparaíso, no entorno de Goiás. “Não. Tava previsto só essa ação e uma em Val. Ele vai ver, mas não tem nada previsto mais, não. Mas ele vai confirmar isso para mim agora. Só tava previsto isso… essa aí e… GT3 não tá mais previsto pra lá, não em nenhuma ação”.

Numa outra conversa, Wladimir descreve para Cachoeira um diálogo que manteve com Aredes Pires, em que o corregedor de Segurança Pública fala no “governador” ao tratar de um “processo do Edmundo”. “É o seguinte: eu tava com o Aredes aqui, agora, ficamos um tempão. Ele tá tentando pegar os locais pra gente na inteligência agora”, disse Wladimir Garcez. “Aí eu perguntei pra ele o negócio da… o Edmundo. O Edmundo não tá preocupado com isso, não? Ele falou: ‘Não, tá nem um pouco preocupado’. O governador disse que ia resolver para ele. Tá confiando no governador.”

Cachoeira pede então ao ex-vereador que determine a Edemundo Dias Filho a transferência de responsabilidade sobre as operações de repressão ao jogo do GT3 para a Força Nacional. “Liga no celular do Edmundo, rapaz. Vai lá na casa dele”, manda Cachoeira. Em seguida, Cachoeira fala com o próprio corregedor sobre as ações da polícia no combate ao jogo ilegal. Falando como quem tivesse prestando contas, Aredes tenta tranquilizar o contraventor. “Eu tenho que conversar com o pessoal da inteligência de lá. Lá tem um grupo grande que tava fazendo o serviço. Mas num tá previsto pra esse final de semana, não tá”. O chefe da Polícia Civil e tesoureiro tucano negam qualquer relação com o bicheiro. Na análise dos áudios, a PF indica que Cachoeira pagava regularmente aos integrantes do governo Marconi Perillo “para ter acesso a informações de interesse financeiro ou político da organização criminosa”. Além de Aredes, outro chefe da segurança em Goiás comprovadamente envolvido é o coronel Massatoshi Sérgio Katayama, o “Japão”, comandante da PM. Nos diálogos gravados pela PF, o auxiliar de Katayama, conhecido como Ananias, chamava Cachoeira de “chefe”, a exemplo de Wladimir. O empresário do jogo também exercia influência sobre a Secretaria de Indústria de Comércio, onde trabalhariam seis parentes de Cachoeira e do ex-presidente da Câmara Municipal. O presidente do Detran goiano, Edivaldo Cardoso, também é citado no inquérito da operação.

Cachoeira pede então ao ex-vereador que determine a Edemundo Dias Filho a transferência de responsabilidade sobre as operações de repressão ao jogo do GT3 para a Força Nacional. “Liga no celular do Edmundo, rapaz. Vai lá na casa dele”, manda Cachoeira. Em seguida, Cachoeira fala com o próprio corregedor sobre as ações da polícia no combate ao jogo ilegal. Falando como quem tivesse prestando contas, Aredes tenta tranquilizar o contraventor. “Eu tenho que conversar com o pessoal da inteligência de lá. Lá tem um grupo grande que tava fazendo o serviço. Mas num tá previsto pra esse final de semana, não tá”. O chefe da Polícia Civil e tesoureiro tucano negam qualquer relação com o bicheiro. Na análise dos áudios, a PF indica que Cachoeira pagava regularmente aos integrantes do governo Marconi Perillo “para ter acesso a informações de interesse financeiro ou político da organização criminosa”. Além de Aredes, outro chefe da segurança em Goiás comprovadamente envolvido é o coronel Massatoshi Sérgio Katayama, o “Japão”, comandante da PM. Nos diálogos gravados pela PF, o auxiliar de Katayama, conhecido como Ananias, chamava Cachoeira de “chefe”, a exemplo de Wladimir. O empresário do jogo também exercia influência sobre a Secretaria de Indústria de Comércio, onde trabalhariam seis parentes de Cachoeira e do ex-presidente da Câmara Municipal. O presidente do Detran goiano, Edivaldo Cardoso, também é citado no inquérito da operação.

 

Ovo de chocolate, coelho, viagem. Afinal, o que é mesmo a Páscoa…( Hora de perdoar. Por que não?…Aproveite a Páscoa e esqueça mágoas. Xô , ressentimento! ) 37

Semana Santa

Fernando Santis
“Páscoa é a festa da família. É quando se comemora a passagem da escravidão para a liberdade pelos judeus ou a ressureição de Jesus para os cristãos. É tempo de reflexão, tempo de volta para Deus. A Semana Santa é para buscar Deus e não um pretexto para o turismo ou para se empanturrar de bacalhau e ovo de Páscoa”.
A explicação é do padre José Paulo, da Catedral de Santos, para quem o mundo contemporâneo se apropriou de uma das celebrações mais importantes do cristianismo e do judaísmo com seus ideais de consumo. Semelhante ao que aconteceu com o Natal, que se transformou em festa do Papai Noel.
Para o psicólogo e doutor em Ciências da Religião, Waldemar Magaldi, a fé é fundamental para ajudar no processo de ressignificação da vida, na busca do equilíbrio. O homem contemporâneo está confuso. É empurrado pelo mercado a entrar num espiral entre trabalho e consumo e esquece dos valores fundamentais como a família e preservação da individualidade.

Créditos: Davi Ribeiro
As celebrações do Calvário de Cristo, como a realizada em Santos pela Igreja de Nossa Senhora Aparecida, integram os rituais da Semana Santa
“Por causa da busca de dinheiro e para manter o status – como comer bacalhau na Páscoa acompanhado de um bom vinho –, a tradição foi praticamente erradicada do dia-a-dia e sobrou um vazio em seu lugar”, comenta Magaldi. Isso explica a depressão que tomou conta das famílias.
Ao pai, o provedor, ficou a sobrecarga. À mãe, a quem cabia a função de “cuidadora”, sobrou a tarefa de dividir a função de provedora. Assim, os filhos se perderam no trajeto. Sua educação foi “terceirizada”, segundo o psicólogo.
A partir deste ponto de vista, o trabalho é o escravizador, o faraó, e a Pessach (liberação, leia matéria abaixo) se daria somente com uma mudança na compreensão da mensagem da Páscoa, da transformação das relações sociais e familiares. E a paciência é muito importante neste processo de transformação, que exige tempo e dedicação. Há o tempo de colher. Mas, antes, tem o de adubar e plantar. A sociedade do imediato é um desvio, segundo o analista.
Para o também mestre em Ciências da Religião e pastor presbiteriano, Darly Gomes Silveira Filho, a ressurreição de Cristo veio para perdoar a humanidade pelo erro de Adão e Eva, que comeram o fruto proibido no Jardim do Éden. “Foi aí que o pecado entrou em nossas vidas”.
Para ele, crer em Cristo seria o suficiente para que todos os erros sejam perdoados. Darly acredita que o mercantilismo, a Páscoa vista somente como uma oportunidade para viajar e comer ovos de chocolate são distorções propostas pelo Diabo. Mas, adverte que é a sociedade quem aceita ou não os palpites malignos. “A alternativa é voltar para Deus. Esta é a função da Páscoa, voltar para Deus. Somos escravos do pecado”, afirma o pastor.
O frei Claudemir Vialli, da Basílica de Santo Antonio do Embaré, compara o Pessach judaico com a Paixão de Cristo: “Em ambos os casos, se fez uma ressurreição e uma passagem: os judeus escravizados no Egito renascem quando saem da escravidão. Os cristãos têm sua passagem quando são libertos pela atitude de Cristo, entregar-se à morte pela redenção dos pecados da humanidade. A morte é uma passagem. É a volta para Deus”.
O frei acredita que o pensamento contemporâneo, imediatista, é o que gera pessoas individualistas e consumistas. Para ele, a mensagem evangélica tem de ser humanizada. “Evangelizar é humanizar. A Páscoa é a celebração que pretende fazer um ser humano melhor. A pregação deve ser baseada no amor ao próximo”.

Gabriel Silvestre: Minha formatura na Polícia – Agradecime​ntos. 68

Prezados Amigos,
É com muita felicidade que informo a vocês que concluí meu curso de formação técnico-profissional na Academia de Polícia Civil no último dia 03 de abril de 2012.
Muitas foram as lutas que travei para chegar até este dia mas a todo o momento sempre tive o apoio e incentivo de todos vocês.
O sonho de ser policial surgiu ainda na infância e percorri um longo caminho até sua concretização.
Prestei 8 concurso seguidos para a Polícia Civil de São Paulo, tendo sido reprovado, em geral na última fase, a prova oral, em 7 concursos.
No 8º concurso, para Fotógrafo Técnico Pericial, fui aprovado com a 4º maior nota do concurso na prova oral, todavia, por motivos que todos vocês conhecem, esse concurso teve justamente sua prova oral anulada.
Iniciou-se então um grande desafio em minha vida: lutar pelo meu sonho, pelo meu Direito, pela minha dignidade ou ficar inerte diante do Estado.
Optei, com o apoio de todos vocês pela primeira opção.
Tal escolha acarretou em diversos dissabores, decepções e tristeza em um primeiro momento, porém, me fez conhecer pessoas maravilhosas, me fez crescer espiritualmente, como homem e como profissional.
Em 03 de abril de 2012 não apenas me formei na Academia de Polícia Civil de São Paulo, mas o fiz em primeiro lugar de uma turma de 90 novos policiais e sendo o único de minha turma a ter artigo acadêmico publicado pela biblioteca daquela casa de ensino  (A DISCIPLINA DO PORTE E APTIDÃO PARA O USO DE ARMA DE FOGO POR POLICIAIS CIVIS PAULISTAS)
Como primeiro colocado no curso de formação, recebi meu certificado de conclusão do curso, com média final de 93,17 pontos, das mãos do Dr. Marcos Carneiro Lima, Delegado Geral de Polícia e pude escolher o local onde irei trabalhar.
A partir de segunda-feira, 09 de abril de 2012, assumo meu posto na Equipe de Perícias Criminalísticas SUL, Av. Onze de Junho, 89 – Vila Clementino, zona sul de São Paulo.
Esse triunfo não é apenas meu, mas de todos vocês que sempre me motivaram, aconselharam e não me permitiram desistir ao longo do caminho.
Com isso, deixo aqui consignada minha eterna gratidão a todos vocês!
Muito Obrigado,
Gabriel Silvestre
Fotos da cerimônia de formatura no site da Polícia Civil

Delegado Gilmar Guarnieri afirma que foi denunciado injustamente pelo MP-SP 22

 por Ricardo Faria

 Hoje responsável pelo Primeiro Distrito Policial de São José dos Campos, o conhecido Delegado Gilmar Guarnieri está revoltado com a denuncia de prevaricação feita contra ele pelo Ministério Público Estadual.

A notícia foi publicada com destaque pelo jornal O Vale na edição do dia 27 de março último: “Promotoria acusa 3 policiais e 2 delegados de crimes – Justiça de S. José aceita denúncia contra policiais – Grupo é acusado de extorsão e falsidade ideológica, entre outros crimes; advogado alega inocência”.

Gilmar Guarnieri nega qualquer envolvimento e afirma que, à época dos fatos, não estava no 1º Distrito e sim na Delegacia do Idoso, que também respondia, interinamente, pela Delegacia Seccional de São José dos Campos.

Quando tomou conhecimento da matéria do jornal O Vale, estranhou o texto ao lado da enorme foto da fachada da Delegacia, na Praça Afonso Pena, “Entrada do 1º Distrito Policial de São José dos Campos, onde atuavam os policiais e delegados em agosto do ano passado, data em que os crimes teriam sido cometidos, segundo a denúncia.”

“Eles falam em delegados e eu pergunto: Delegados? Quem são eles? Para mim só existia um, o responsável pelo Distrito.”

“Após quarenta anos de Polícia Civil, é terrível enfrentar uma denúncia dessas. Corro o risco de ser afastado, tenho que prestar contas à Corregedoria e à Justiça. Não fui conivente, não prevariquei. Me sinto horrivelmente prejudicado. Exijo que tudo isto seja esclarecido.”

E foi mais longe: “Quando o Senhor Douglas Firme Figueiredo me procurou na Seccional e me contou que estava sendo ameaçado, imediatamente solicitei a vinda do delegado responsável pelo Primeiro Distrito, Rubergil Violante. Na presença da vítima, ordenei ao delegado que tomasse providências e ouvi dele que os marginais seriam procurados e presos. Me dei por satisfeito. O que mais eu poderia fazer como Delegado Seccional?

Acontece que, alguns dias depois, promotores do Gaerco, de Taubaté, estiveram na cidade, prenderam os acusados, mas, não me comunicaram nada.

Estranhamente, estes mesmos promotores me denunciam, afirmando que não tomei providências, que prevariquei.

Mas, como, se a própria vítima, Douglas Firme Figueiredo, afirma que o atendi bem, que viu quando exigi providências do delegado responsável pelo Primeiro Distrito e até me agradeceu?”

Veja a entrevista do Dr. Gilmar Guarnieri

Depoimento da vítima – Fomos procurar o Sr. Douglas Firme Figueiredo que nos atendeu no Posto Samambaia, na Av. Francisco Longo, onde os fatos ocorreram. Douglas solicitou que as imagens não fossem mostradas. Aqui, basicamente, o que ele nos relatou;

“No mês de agosto do ano passado fui informado pela gerente do Posto Samambaia que dois celulares haviam sido furtados e que tudo tinha sido registrado pelas câmeras de vídeo que possuímos.

Dias depois, estava lanchando na padaria, em frente ao Posto, quando a mesma gerente me disse que os homens que tinham levado os celulares haviam retornado e queriam abastecer um carro.

Fui até lá e pedi para um deles que me acompanhasse até o escritório, no andar de cima, lhe mostrei a fita de vídeo onde ele aparece pegando os celulares e pedi que ele devolvesse os aparelhos.

Nesse meio tempo, chegaram os policiais que prenderam o homem que havia ficado em baixo, se dirigiram ao escritório assistiram a fita e prenderam o segundo homem.

Para minha surpresa, os homens que haviam sido presos me procuraram no Posto e disseram que eu teria que dar R$ 20 mil reais para que eles levassem aos policiais que os tinham prendido.

Eu falei que não concordava e que não daria nada. Eles passaram a me ameaçar, afirmaram que iriam explodir o Posto, que já sabiam onde eu morava e que iriam me pegar. Voltaram mais algumas vezes com a mesma exigência de dinheiro.

Me sentindo acuado, resolvi ir à Delegacia Seccional de Polícia, no Jardim Satélite.

Lá, fui bem atendido pelo Delegado Gilmar Guarnieri que prontamente chamou o delegado responsável pelo 1º Distrito, contou a ele o que estava ocorrendo e ordenou que tomasse providências o que me deixou mais sossegado.

No Posto, comentei os fatos com um Capitão da Polícia Militar que me assegurou que tomaria providências.

Tomei conhecimento que os dois caras que levaram os celulares haviam sido presos, mas, para minha surpresa constatei que haviam sido soltos, passando em frente do Posto.

Voltei a apelar ao Delegado Gilmar Guarnieri. Tenho esposa e filho, estou amedrontado. Sinceramente, não sei mais o que fazer.”

Jornal O Vale – Procuramos o jornal O Vale e o editor chefe, Elcio Costa, afirmou que iria consultar o editor de polícia e que depois ligaria ao Delegado Gilmar Guarnieri.

Ministério Público – Como o processo corre em segredo de Justiça, o espaço para o pronunciamento do Ministério Público está aberto e pode ser utilizado assim que decidam os promotores envolvidos na denuncia.

“Entenda o caso:

FURTO – Em agosto de 2011, dois homens teriam furtado dois celulares de um posto de gasolina na região central de São José.

FLAGRANTE – Dias depois, eles voltaram ao posto e foram levados à sala do proprietário,quando viram as imagens das câmeras de segurança mostrando o furto

POLÍCIA – A Polícia Civil foi chamada por um detetive particular, amigo do dono do posto. Os suspeitos foram levados para o 1° DP

EXTORSÃO – Na delegacia, segundo a denúncia do MP, os três policiais civis teriam pedido R $20 mil para não prender os dois homens acusados de furto no posto

DENÚNCIA – O caso acabou sendo investigado pelo Gaeco do Vale do Paraíba, que denunciou os policiais em março deste ano

PROCESSO – A Justiça de São José acatou a denúncia e abriu um processo contra os acusados,que terão que apresentar defesa prévia “

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Ricardo Faria – ricardo@vejosaojose.com.br

Policiais civis prendem PM em flagrante dentro do 16º Batalhão da Polícia Militar, no Butantã, ao lado da USP…Mas o coronel Telhada aparece no local do tiroteio e se apresenta ao programa Brasil Urgente como protagonista de um suposto resgate de vítima de sequestro-relâmpago…É muita cara de pau…Que falta faz o comandante Hamilton aê Datena; num inventa…Traz o homem de volta ou fecha essa bagunça…Ajuda nóis pô! 44

Policial Militar ajudava bando em assaltos a casas

  • 6 de abril de 2012
  • 23h38

FABIANO NUNES

O soldado da Policia Militar Rafael Carlos Rebollo Ragate, de 35 anos, foi preso em flagrante, na tarde desta quinta feira, suspeito de ajudar uma quadrilha especializada em assaltar residências em São Paulo. Ele foi detido logo após a Polícia Civil impedir uma tentativa de assalto em uma residência de alto padrão, na Rua Geraldo Nogueira Cobra, no Butantã, zona oeste. Um assaltante foi morto durante a ação e outros fugiram após troca de tiros com os policiais civis da 3ª Delegacia Seccional (Oeste).

O policial militar era investigado há três meses. Neste período, os agentes descobriram que os criminosos mantinham contato com um PM por celular. O militar era responsável por avisar os assaltantes de uma possível aproximação policial. Dessa forma, os bandidos podiam agir tranquilamente. “A sociedade não aceita que um policial que é contratado para combater o crime passe a auxiliar a bandidagem. A ordem é ser muito rigoroso com esse tipo de desvio. Vamos continuar as investigações para saber se existe o envolvimento de outros policiais com essa quadrilha”, declarou o delegado-geral da Polícia Civil de São Paulo, Marcos Carneiro Lima.

Na tarde de quinta-feira, os investigadores descobriram que o grupo atacaria uma residência no Butantã e cercou a região. Um vigia, de 52 anos, que trabalha na região há 25 anos, foi rendido por quatro homens, por volta das 16h, na Rua Geraldo Nogueira Cobra, próximo da Avenida Eliseu de Almeida. Ele foi colocado dentro de um EcoSport, com dois assaltantes, onde ficou sob a mira de uma pistola. Enquanto isso, outros criminosos invadiam a residência.

De acordo com informações da Secretaria de Segurança Pública, após a polícia chegar ao local, dois suspeitos tentaram fugir à pé. Os homens que estavam dentro da residência tentaram pular o muro para escapar pelas casas vizinhas. Neste momento houve tiroteio com os policiais.

Na troca de tiros, Rodrigo Mendes de Souza, de 21 anos, foi atingido. Ele foi levado pelos policiais ao Hospital Bandeirante, onde morreu. Segundo a Polícia Civil, com Souza foi encontrada uma pistola, produto de roubo registrado na Delegacia de São Roque.

Durante a troca de tiros, os outros criminosos, que estavam no EcoSport, também tentaram escapar levando o vigia como refém. Na fuga, entraram na contramão de uma rua, sentido Avenida Eliseu de Almeida, e bateram em uma motocicleta dos Correios. Depois da batida, os bandidos fugiram à pé e não foram localizados. O vigia foi liberado após o acidente, sem ferimentos. De acordo com o relato de testemunhas, outra parte da quadrilha, que estava em um Palio azul, também conseguiu fugir do local.

Após essa ocorrência, o PM foi preso em flagrante dentro do 16º Batalhão da Polícia Militar, no Butantã, ao lado da USP. A equipe de investigação tem provas da participação do policial através de escutas telefônicas autorizadas pela Justiça. Ele trabalhava na Rocam (Rondas Ostensivas com Apoio de Motocicletas). “Ele nunca ia ao assalto, mas passava informações privilegiadas para os criminosos”, disse o presidente do Conselho de Segurança do Portal do Morumbi, Celso Neves Cavallini. “A atitude dele é revoltante. Ele dizia ao grupo quando a polícia estava a caminho e qualquer policial poderia ser recebido a tiros pelos bandidos. Ele ajudou os criminosos a atacarem residências do Morumbi, dos Jardins e de Pinheiros”, informou Cavallini.

Depois de receber voz de prisão, o soldado Ragate foi acompanhado por um sargento da Corregedoria da Polícia Militar até o Presídio Romão Gomes, na zona norte, onde permanecerá preso. Segundo a PM, após a prisão do soldado, foi aberto um processo disciplinar para investigar a atitude do policial. Ao fim desse processo, que pode durar 90 dias, ele poderá ser expulso da corporação.

Pode ter certeza de que isso é apenas coincidência: 290 Kg de cocaína e outros 10 Kg de crack em um clube de campo de Oficiais da Polícia Militar 84

Pode ter certeza de que isso é apenas coincidência

O comandante-geral da PM tinha mais dois meses para se aposentar: depois de uma série de reportagens da Band, pediu para sair antes.
O Secretário Antônio Ferreira Pinto queria o comandante do Choque no lugar.
Nomearam o coronel do ABC.
O Ministério Público queria o Felipe Locke como novo Procurador Geral de Justiça. Nomearam o segundo colocado, o Márcio Rosa.
Locke prometia uma devassa na Secretaria de Segurança Pública.
No ano passado todos os dias dois caixas eletrônicos eram explodidos em São Paulo. Sessenta por cento dos casos do Brasil.
A principal quadrilha presa em 2011 tinha participação de PMs.
São Paulo tem mais assaltos proporcionalmente do que o Rio de Janeiro.
O número de furtos nos aeroportos de Congonhas e Franco Montoro subiram 47% no primeiro bimestre.
Uma série de reportagens da Band mostrou que o PCC pagava semanalmente para os policiais do 16 BPM/M.
Ontem foi preso um policial da Rocam que ajudava os bandidos.
No dia quatro de abril do ano passado o Denarc estourou um laboratório de refino de cocaína, apreendeu 290 Kg da droga e outros 10 Kg de crack em um clube de campo de Oficiais da Polícia Militar.
Logicamente os bandidos não sabiam onde estavam.
No mesmo dia, a PM divulgava uma gravação antiga de uma mulher que denunciava que um policial militar estava executando uma pessoa dentro de um cemitério.
A execução ganhou destaque na imprensa e a apreensão de drogas no Clube de Oficiais da PM ficou em segundo plano.
O terceiro colocado na lista tríplice do Ministério Público, Mário Papaterra Limongi, e dois desembargadores aposentados foram sondados para assumir a Secretaria de Segurança Pública no fim de semana passada.
Isso, logo após uma série de reportagens da Band.
Os três declinaram.
Em um café da manhã no último domingo um delegado de Classe Especial foi sondado para assumir a delegacia geral.
Aceitou somente após a troca do atual secretário.
Também após uma série de reportagens na Band.
Reportagens da Band, do Agora e da Folha de S. Paulo mostraram que as estatísticas da Secretaria de Segurança Pública sempre tem crimes a menos, nunca a mais.
Por fim, o  aposentado coronel Telhada – acompanhado do filho: Tenente da ROTA  – ao deixarem o Palácio dos Bandeirantes, ontem, no momento em que policiais civis prendiam o policial da ROCAM do 16º PM ,   intervieram numa ocorrência de sequestro de uma mulher ; auxiliados pelo Homem Aranha e guarnições do mesmo  16º Batalhão  do Morumbi.
O Telhada , imediatamente,  foi entrevistado  pelo  Datena; aproveitando do espaço para auto-elogios e  mandando um recado (sugesta )  àqueles que pretendiam  denegrir sua imagem.
Tudo isso apenas coincidência.
Aaaaaaaaaaaaranhaaaaaaaaaaaaa !!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

PM é preso sob suspeita de ajudar ladrões de casas do Morumbi…( A mentira: “e também pela Corregedoria da PM” ) 7

ANDRÉ CARAMANTE ANDRÉ MONTEIRO DE SÃO PAULO

O policial militar Rafael Carlos Rebollo Ragate, 35, foi preso na noite desta quinta-feira (5) sob suspeita de colaborar com quadrilhas de ladrões que roubam casas de alto padrão na zona oeste de São Paulo. Entre os alvos estavam os bairros dos Jardins, Butantã e Morumbi.
Ragate é integrante da Rocam (Rondas Ostensivas com Apoio de Motos) do 16º Batalhão, onde foi preso por policiais civis acompanhados da Corregedoria da PM. Ele já foi transferido ao presídio Romão Gomes, da PM, onde vai aguardar a conclusão das investigações.
O soldado, que estava na PM desde 2003, era monitorado pela Polícia Civil e pela Corregedoria da PM havia quase três meses.
As investigações apontam que ele usava informações privilegiadas sobre o patrulhamento da Polícia Militar nos bairros da zona oeste para indicar quais os melhores dias e horários para que os ladrões pudessem cometer crimes.
INVESTIGAÇÃO
Policiais do 89º DP (Portal do Morumbi) descobriram que suspeitos de integrar quadrilhas sempre ligavam para um celular antes de ocorrerem roubos de casas.
Por meio de escutas autorizadas pela Justiça, policiais da 3ª Delegacia Seccional constataram que o interlocutor ficava responsável por avisar sobre uma possível aproximação da polícia.
O policial foi ligado a um roubo ocorrido em uma casa dos Jardins no dia 2 de março. Na ocasião, ele consultou na central da PM informações sobre a placa de um carro e o RG de uma vítima.
Com o monitoramento telefônico, a polícia obteve a informação de que ocorreria um novo assalto, desta vez na rua General Nogueira Cobra, no Butantã.
Policiais foram até a casa na tarde de ontem. Ao perceberem a presença da polícia, dois suspeitos tentaram fugir a pé e houve tiroteio. Rodrigo Mendes de Souza, 21, foi socorrido ao hospital Bandeirante, onde acabou morrendo.
Com ele os policiais apreenderam uma pistola. O outro suspeito conseguiu fugir.
Testemunhas informaram que havia mais assaltantes esperando do lado de fora. Eles renderam um vigia de 52 anos e o mantiveram dentro de um EcoSport. Ao verem a polícia chegando, tentaram fugir, mas acabaram batendo em uma moto dos Correios e fugiram a pé. Ninguém foi preso.
Com base nas escutas, os policiais civis foram até o 16º Batalhão e prenderam Regate em flagrante.
O caso foi registrado no 15º DP (Jardins), mas a investigação será feita no DHPP (Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa) pela delegada Beatriz Bravo Henrique.
Regate deve ser indiciado sob suspeita de roubo, receptação e formação de quadrilha. Ele também enfrenta processo interno na PM que pode levar à sua expulsão.
A PM disse que vai aguardar a conclusão das investigações para se pronunciar. Nenhum advogado ou parente de Regate foi localizado pela reportagem na tarde desta sexta-feira.
CONSEG
“Fomos pegos de surpresa, nem desconfiávamos de que um policial estaria envolvido em roubos a residência na região” disse Júlia Rezende, presidente do Conseg (Conselho Comunitário de Segurança) Morumbi.
Apesar de achar que a prisão é uma medida positiva, Rezende não acredita que o problema será reduzido na região. “Vimos que as ocorrências de roubos, assim como os casos de arrastões a condomínios, estão pipocando também em outros bairros, então serão necessárias outras ações da polícia”, diz.

Colaborou MARCELLE SOUZA