A venda e a fabricação de armas de brinquedo serão proibidas a partir de março em todo o Estado de São Paulo 69

Estado de SP proíbe fabricação e venda de arma de brinquedo

Lei foi promulgada pela Assembleia após veto de Alckmin; multa chega a R$ 20,1 mil

15 de janeiro de 2014 | 21h 18

Victor Vieira – O Estado de S. Paulo

Estão proibidas a fabricação e a venda de armas de brinquedo no Estado de São Paulo, de acordo com lei promulgada pela Assembleia Legislativa no Diário Oficial desta terça-feira, 14. A norma, proposta para reduzir o número de crimes com uso de réplicas, entra em vigor no prazo de 60 dias e será regulamentada pelo governo estadual no período.

O projeto havia sido enviado ao Executivo em fevereiro de 2013, mas o governador Geraldo Alckmin (PSDB) optou pelo veto, sob justificativa de que o Estatuto do Desarmamento de 2003, lei federal, já veta fabricação e comércio das armas de brinquedo. De volta à Assembleia, o veto foi derrubado pelos deputados e não houve nova manifestação do governador. Diferentemente do Estatuto, a norma prevê multa em caso de descumprimento: R$ 20,1 mil.

“A intenção é evitar que os bandidos tenham acesso e prevenir assaltos”, explica o deputado André do Prado (PR), autor do projeto. Além daqueles idênticos às armas reais, ele defende a restrição até de brinquedos coloridos e pistolas de água. “Devemos acabar com a cultura da violência”, diz.

Em setembro do ano passado, o governo do Distrito Federal sancionou lei que proíbe a fabricação, a distribuição e o comércio de armas de brinquedo. A restrição vale para produtos que emitem sons, disparam bolas, espumas, luz e laser. A norma prevê multas entre R$ 5 mil e R$ 100 mil, além de suspensão de atividades por 30 dias ou cassação de licença de funcionamento.

Impactos na criminalidade. Para Bruno Langeani, um dos coordenadores do Instituto Sou da Paz, é preciso retirar de circulação as armas, réplicas ou verdadeiras, para mudar a sensação de insegurança. “E o esforço deve ser mais em fiscalizar o comércio do que as fábricas, já que boa parte dos brinquedos é importada”, afirma. Levantamento do instituto no ano passado revelou que 28,4% das armas apreendidas na capital em 2011 e 2012 eram simulacros ou de brinquedo.

Para o coronel da reserva José Vicente Silva Filho, especialista em segurança, a regra terá pouco efeito prático. “Se o contrabando de armas reais já é tão grande, a lei será inócua.” Em nota, a Associação Brasileira de Fabricantes de Brinquedos disse que há 18 anos a indústria nacional não produz esse tipo de mercadoria. O Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia não certifica brinquedos que possam ser confundidos com armas.

Estímulos e riscos. Na opinião de Maria Ângela Barbato Carneiro, coordenadora do Núcleo de Cultura e Pesquisas do Brincar da PUC-SP, usar armas de brinquedo é natural entre as crianças, mas pode ser perigoso. “Jogos de vilões e bandidos se repetem pelas gerações. O problema é que hoje a sociedade está muito violenta, por isso esses brinquedos podem prejudicar”, avalia. Para ela, no entanto, o estímulo da televisão, internet e vídeo-games têm efeitos mais fortes que revólveres e espadas de brinquedo. “Além disso, o controle sobre as mídias pelos pais é bastante difícil”, diz.

Ivani Diniz, de 48 anos, relata que nunca comprou brinquedos parecidos com armas para os filhos, que hoje tem 16 e 12 anos. “Sempre fomos contra porque esses brinquedos envolvem poder e também são uma forma de agressão”, afirma a pedagoga. Ela defende a restrição mesmo dos brinquedos que não se assemelham às armas verdadeiras, com cores e sons diferentes. “Nada que estimule a violência”, diz

“Rolezinho” pela extinção da Polícia Militar 154

Um grupo que defende a extinção da Polícia Militar marcou, por meio do Facebook, um “rolezinho” no shopping Leblon, na zona sul do Rio, no próximo domingo (19).

O evento, dizem os organizadores, será em solidariedade aos participantes de eventos semelhantes em São Paulo, que vêm sendo proibidos pela Justiça e reprimidos com violência pela PM.

“Em apoio à galera de São Paulo, contra toda forma de opressão e discriminação aos pobres e negros, em especial contra a brutal e covarde ação diária da polícia militar no Brasil, seja nos shoppings, nas praias ou nas periferias”, escreveram os criadores do evento, que até o início desta segunda-feira, já tinha quase 4.000 confirmações de presença e quase 45 mil convidados.

PT e PSDB têm muita coisa em comum, além da malversação e desfalque do erário , ódio ao jornalismo e o apreço incontido pela censura 45

Silêncio obsequioso. Carlos Brickmann, para o Observatório da Imprensa

O deputado estadual João Paulo Rillo, do PT paulista, acusa o jornalista Augusto Nunes de ser “antijornalista” e quer retirá-lo da TV Cultura, por ser “um soldado de José Serra”. Rillo é advogado de formação e sabe perfeitamente que está não apenas tentando censurar o trabalho de um jornalista como proibi-lo de trabalhar – aquilo que, quando a ditadura militar ousou fazer, provocou tamanha reação que foi obrigada a desistir da barbaridade.

O deputado estadual Fernando Capez, do PSDB paulista, quer proibir o jornalista Juca Kfouri de publicar textos, no futuro, que possam “ofender sua honra e imagem” – em outras palavras, censura prévia. E, considerando-se que Fernando Capez é profissional de Direito, proveniente do Ministério Público, deve saber perfeitamente que a Constituição da República proíbe a censura prévia.

São dois parlamentares, dois profissionais de Direito, pertencem a partidos adversários que se consideram inconciliáveis, mas têm uma coisa em comum: o ódio ao jornalismo e o apreço incontido pela censura prévia.

Cada um tem seu motivo particular para odiar o jornalismo.

Capez, que tem alguma militância na área esportiva, é criticado pelo jornalista Juca Kfouri. Tem todo o direito de não gostar das críticas; tem todo o direito de pedir direito de resposta, quando achar que é necessário; tem todo o direito de processar Kfouri, quando achar que as críticas ultrapassaram os limites do legalmente aceitável. Mas não tem o direito de querer calá-lo.

Rillo está ofendidíssimo porque Augusto Nunes, a seu ver, é tucano. E mais ofendido ainda porque, no programa Roda Viva, entrevistou o músico Lobão. “Esse sujeito (Lobão) precisa ser tratado urgentemente”, garante Rillo. E por que precisa de tratamento? Porque não é petista e se manifesta contra o PT nos meios de comunicação. Segundo Sua Excelência, advogado que se imagina com conhecimentos de psiquiatria, Lobão “sofre da Síndrome de Estocolmo, se apaixonou por quem o prendeu”.

Caso se desse ao trabalho de ler alguma coisa, o nobre parlamentar João Paulo Rillo encontraria um trecho interessante num livro autobiográfico de Ricardo Kotscho, Do golpe ao Planalto. De volta ao Brasil depois de uma temporada como correspondente, e sem emprego, Kotscho, petista até o último fio de cabelo (sim, o último ele ainda tem) foi procurar emprego na Sucursal paulista do Jornal do Brasil . A quem buscou? Augusto Nunes, que o empregou imediatamente. Augusto Nunes sabe quem é bom jornalista. Rillo não sabe – não apenas não sabe, como pensa que é conhecido e poderoso. Segundo disse, pretende questionar a Fundação Padre Anchieta, mantenedora da TV Cultura, até que Augusto Nunes seja removido da função. “Vou usar todas as ferramentas que meu cargo me permite utilizar para tirar esse sujeito de lá”.

Capez foi longe, também, no seu objetivo de calar o jornalista que não o elogia. Embora, vamos repetir, seja um cultor do Direito, interpôs embargos de declaração que não têm sentido no caso – tanto que foram todos rejeitados pelo Superior Tribunal de Justiça. “Embargos de Declaração são utilizados para tornar clara a decisão em que exista omissão relacionada a algum ponto cuja manifestação seria obrigatória”, diz a relatora do caso, ministra Nancy Andrighi. E por que falha tão flagrante? Segundo a ministra, Fernando Capez “admite expressamente que, na realidade, pretende apenas e tão somente abrir caminho para a futura interposição de recurso ao Supremo Tribunal Federal”. Lembrou também que a aceitação do pedido de censura formulado por Capez “viola o direito à liberdade de imprensa e à informação”.

Dois políticos, dois partidos inimigos, o mesmo objetivo: calar a imprensa. Jornalismo livre só é bom para eles quando o jornalista é livre para falar bem. Se não falar bem, rezam ambos, tem de ser mantido em silêncio. Esse tipo de raciocínio, aliás, é o que se vê amplamente divulgado em redes sociais: jornalista bom é o que está do nosso lado. Os demais são gente horrorosa, a ser difamada e isolada. Só que Parlamento não é rede social, deputado deveria tomar atitudes coerentes, pessoas formadas em Direito precisariam envergonhar-se de defender a censura prévia.

E não imagine o caro colega que, como jornalista, estou com a impressão de que todo mundo nos detesta. Não! Tenho alguns parentes que gostam de mim.

Mudando de tática

Nos dois casos de guerra a jornalistas, os nobres parlamentares modificaram os usos e costumes de seus partidos. O PT sempre mobilizou equipes nas redes sociais para falar mal dos jornalistas de quem não gostava, mas nunca tinha feito esse tipo de pressão direta e aberta para proibir alguém de trabalhar (ao contrário: quando o presidente Lula resolveu livrar-se de Larry Rohter, correspondente americano, quem o convenceu a desistir da bobagem foram três petistas puro-sangue, Márcio Thomaz Bastos, Ricardo Kotscho e Sigmaringa Seixas).

O PSDB sempre optou por manobras subterrâneas, movendo dezenas de processos judiciais contra jornalistas que o incomodavam, tentando sufocá-los economicamente, enquanto os dirigentes do partido proclamavam sua irrestrita adesão à plena liberdade de imprensa. Certa vez, quando este colunista publicou a notícia de que pela primeira vez na História uma organização não governamental estava sendo lançada no Palácio do Governo, o tucano-mor Mário Covas fez um duro discurso de ataque, com citação de nome e tudo. Mas ameaças, não – isso ficou por conta de processos diversos movidos por parentes e secretários.

Abrir o jogo contra jornalistas, da maneira como abriram Capez e Rillo, é novidade. Agora, aguardemos que Juca Kfouri e Augusto Nunes vençam a guerra contra os inimigos da liberdade de imprensa, sejam do partido que forem.

São Paulo veta férias de policiais durante Copa do Mundo, afirma jornal 67

 

Além de protestos, agente de segurança tentam evitar problemas com seleção dos EUA Foto: AFP
Além de protestos, agente de segurança tentam evitar problemas com seleção dos EUA
Foto: AFP

De acordo com o jornal Folha de S. Paulo desta sexta-feira, os policiais civis do estado de São Paulo não poderão tirar férias no período entre 1º de junho e 15 de julho de 2014. A decisão foi tomada pela corregedoria do órgão por conta da realização da Copa do Mundo no período, entre 12 de junho e 13 de julho.

Com a iniciativa, a polícia civil quer contar com todo seu efetivo durante o Mundial a ser realizado no Brasil. Os agentes de segurança também não poderão tirar licenças-prêmio durante o período de 45 dias.

Além da possibilidade de protestos populares durante a Copa de 2014, outro fato preocupa a polícia civil de SP: a presença da seleção dos Estados Unidos, que se abrigará no centro de treinamentos do São Paulo durante o torneio.

O homem mais injustiçado e perseguido da Polícia Civil: Abdalla Chammus Achcar…( Queria ser delegado de polícia ) 23

INVESTIGADOR VÍTIMA DO AI-5 

Não sou eu, errou quem pensou tratar-se do ex-delegado criador do Flit Paralisante.

O policial civil mais perseguido de todos os tempos – por questões pertinentes à liberdade de pensamento, convicção e engajamento ideológico –  foi o Dr. Abdalla Chammus Achcar.

Investigador de polícia , desde os anos 1960, passou a ser perseguido pelos próprios contemporâneos da Escola de Polícia  ( antiga Acadepol )  , a partir de 1969 , quando aprovado e matriculado nas Arcadas – Faculdade de Direito do Largo de São Francisco.

Verdade, foi objeto de inveja em razão de lograr aprovação na São Francisco!

Queria ser Delegado.

O “turco” como era chamado ( aliás, como são chamados árabes e judeus ) , – na juventude – foi um pacato e bem intencionado comunista, militante do  PCB.

Apesar de sua integridade  funcional e pureza de  propósitos políticos , por  conta de sua transparência ideológica  e diferenciadas cultura e inteligencia ,  acabou vítima de delação anônima ( relinter de  invejoso parceiro de distintivo ).

Pouco  tempo depois , sem direito a defesa, com fundamento no AI-5 , sofreu a sanção de  demissão publicada no  D.O. de  26-06-1972, página nº 5517.

Não obstante  os percalços e humilhações decorrentes da demissão , em dezembro de 1974, colou grau e , posteriormente , se transformou num dos maiores advogados de São Paulo, quiça do Brasil…

A partir de então,  sem rancor , com  denodo e destemor , defendeu e absolveu  – no Tribunal do Júri, inclusive –  centenas de policiais civis , grande parte – assim como ele – perseguidos e acusados injustamente.

Quis a vida – sabe-se lá por quais desígnios – que o Dr. Abdalla Chammus Achcar – como advogado do Dr. Pedro Herbella – fosse o subscritor  das representações que deflagaram a nossa demissão.

Conclusão, tudo aquilo que cruza seu caminho tem um propósito; nem sempre aparente…

Socorro João ( Radialista ) , socorro Dr. Daniel, socorro ADPESP, na Casa Civil do Geraldo Alckmin só tem suspeito de corrupção!…( Será por isso que não gostam do Flit ? ) 33

Enviado em 10/01/2014 as 1:04 – GENÊ

09/01/2014 – 03h30
Delator de cartel diz que tratou de propina com secretário de Alckmin
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FLÁVIO FERREIRA
DANIELA LIMA
DE SÃO PAULO

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A principal testemunha das investigações sobre o cartel dos trens disse à Polícia Federal que tratou pessoalmente de propina com o atual secretário de Desenvolvimento Econômico do governador Geraldo Alckmin (PSDB), Rodrigo Garcia (DEM), e um interlocutor do secretário de Energia, José Aníbal (PSDB).

As afirmações constam de um depoimento prestado pelo ex-diretor da multinacional alemã Siemens Everton Rheinheimer em novembro. Ele assinou um acordo de delação premiada e colabora com as investigações sobre formação de cartel e suspeitas de pagamento de suborno a políticos do PSDB e funcionários do Metrô e da CPTM.

O teor completo de suas declarações é mantido em sigilo pelas autoridades, mas parte do depoimento foi transcrita na decisão da Justiça Federal que encaminhou o caso para o Supremo Tribunal Federal, em dezembro.

Garcia, Aníbal e outros políticos mencionados por Rheinheimer são deputados federais licenciados e, por isso, só podem ser investigados com autorização do Supremo. O ex-executivo da Siemens afirmou à polícia que Garcia era um “ponto de contato” político para as empresas do cartel e que conversou “algumas vezes” com ele sobre o pagamento de “comissões”.

Ele disse que recebeu indicação para negociar também com José Aníbal. Rheinheimer declarou que “nunca” foi recebido pessoalmente por Aníbal, mas tratava com uma pessoa que o “assessorava informalmente em relação ao pagamento de propinas”.

Garcia e Aníbal negam ter cometido ilegalidades. O advogado de Garcia, Alexandre de Moraes, negou as acusações e desqualificou o testemunho de Rheinheimer. “Nos 52 volumes do processo, o secretário Garcia é citado três vezes, duas em denúncias anônimas, em nenhuma delas com provas”, afirmou.

A assessoria de José Aníbal disse que ele “nunca viu ou havia ouvido falar de Rheinheimer” antes do início do escândalo. Afirmou ainda que ele jamais autorizou qualquer interlocutor a tratar com o ex-executivo da Siemens.

À PF, o delator disse que tratou de propina com Garcia na época em que ele presidia a Comissão de Transportes da Assembleia Legislativa, quando ainda era deputado estadual. Posteriormente, enquanto Garcia esteve na presidência da Assembleia, entre 2005 e 2007, seu contato teria passado a ser Aníbal.

Segundo Rheinheimer, um dirigente da CPTM lhe disse que o deputado federal Arnaldo Jardim (PPS), o deputado estadual Campos Machado (PTB) e o atual secretário da Casa Civil de Alckmin, Edson Aparecido (PSDB), também receberam propina. O executivo diz não ter provas disso. Os três negam a acusação.

No texto da decisão em que determinou o envio dos autos para o Supremo, o juiz federal Marcelo Costenaro Cavali afirma que, na sua opinião, “os elementos obtidos pela autoridade policial até o momento são fragilíssimos em relação às autoridades” apontadas por Rheinheimer.

Ele ressalva, no entanto, que cabe ao Supremo analisar e autorizar qualquer medida no inquérito que diga respeito a políticos detentores de mandato e que por isso decidiu enviar os autos. A medida, na prática, evita o risco de que, no futuro, provas contra autoridades sejam anuladas pelo fato de terem sido obtidas sem a supervisão do Supremo.

Editoria de Arte/Folhapress

OUTRO LADO

Todos os citados pelo delator do caso Siemens, Everton Rheinheimer, negam relação com o esquema investigado pela Polícia Federal. O advogado do secretário de Desenvolvimento Econômico, Rodrigo Garcia (DEM-SP), Alexandre de Moraes, afirma que as acusações são infundadas. “Tanto não existem provas que o próprio juiz considerou o depoimento ‘fragilíssimo’ e a Procuradoria opinou contra o envio dos autos para o STF.”

Por meio de sua assessoria, o secretário José Aníbal (Energia), afirmou que o ex-executivo da Siemens é “reconhecidamente um delinquente”. “O secretário jamais teve contato com o ex-executivo ou autorizou qualquer pessoa a falar em seu nome.” Aníbal cobra judicialmente explicações de Rheinheimer.

O deputado Arnaldo Jardim (PPS-SP) disse que o delator faz afirmações “descabidas”, desqualificadas pelo próprio juiz que analisou o depoimento. A assessoria de Campos Machado (PTB-SP) diz que o deputado nunca teve contato com o ex-executivo. O secretário da Casa Civil, Edson Aparecido, diz que a posição do juiz é “firme e esclarecedora” no sentido de que não existe prova alguma

O sonho de quem sonha ser policial é ser delegado…Ninguém sonha ser soldado , oficial , escrivão , coronel ou agente de polícia… 64

Com efeito, um menino quando sonha ser militar sonha e diz: QUERO SER SOLDADO!

O menino não conhece graduação; nem sequer a Arma.

Quer ser soldado seja da Aeronáutica, quer da Marinha ou mesmo – até preferencialmente – do Exercito ( a desordem é proposital ).

Contudo, o menino que quer ser policial – aos dez anos – enche o peito e brada: QUERO SER DELEGADO !

Por quê ?

Resposta: O DELEGADO DE POLÍCIA É A VERDADEIRA INSTITUIÇÃO POLICIAL!

O Delegado sempre foi instituição, a delegacia sempre será o local de trabalho do Delegado de Polícia…E quem busca por direitos e garantias – não um mero B.O. – quer ser atendido pelo DOUTOR DELEGADO DE POLÍCIA…

Excelências, uni-vos contra a felonia inoculada nas instituições policiais civis…

Com trabalho , honestidade e entendimento( e bom atendimento ) :

A verdadeira e única instituição policial – COM TODOS OS SEUS DEFEITOS – sempre foi e sempre será: O DELEGADO !

Lembrem-se, nosso Brasil é o único que tem SUS e DELEGACIA DE POLÍCIA…Ainda bem!

( Até 1969 , a instituição policial era: Delegados de Polícia. )

No resto do mundo aos pobres e aos fracos nem sequer é dado o direito de clamar por um Dr. Qualquer .

Por fim , defendam a carreira com todas as forças, pois o Brasil,  até o presente , não se vê sob uma NOVA ditadura ( a VELHA será que foi exterminada )    graças aos Delegados de Polícia.

PEC 51 para os autodidatas – Observem a obra de um ex-operacional de polícia guindado por merecimento ( dos Sarney ) a “chefe de polícia” …( Agente federal não presta nem sequer para chefiar academia de ginástica, mas querem ser delegados ) 60

Barbaridade !!! Sinistro as coisas no Maranhão, não é a toa que o povo está na merda.

UOL
 
 No epicentro da crise de violência no Maranhão, o secretário de Segurança Pública do Estado, Aluísio Guimarães Mendes Filho, resiste no cargo graças à proximidade com o senador José Sarney (PMDB-AP), chefe do poderoso clã e pai da governadora Roseana (também do PMDB). Ele foi segurança de Sarney, comandou a arapongagem no Maranhão e obteve emprego para a filha no Senado.
 
Ex-agente da Polícia Federal, Aluísio é ligado ao senador desde a década de 90. Em 2003, Sarney o escolheu para ser um dos oito funcionários de confiança remunerados com verba pública a que todo ex-presidente da República tem direito. Nomeou Aluísio para ser seu segurança pessoal. O ato foi publicado no Diário Oficial da União em 23 de abril de 2003.
 
Hoje ele enfrenta, no comando da Segurança Pública do Estado, aumento de 17,4% da taxa de homicídio de 2011 a 2012 –último dado disponível –, incêndios propositais em ônibus urbanos e uma disputa sangrenta entre duas facções criminosas.
 
Aluísio fez a segurança pessoal de Sarney até 3 de setembro de 2009, quando sua lealdade foi recompensada e acabou alçado ao cargo de subsecretário de Inteligência do Maranhão. O posto lhe deu o comando do sistema “Guardião” do Estado, capaz de grampear 300 celulares e 48 linhas fixas simultaneamente.
 
 Um ano antes, um grampo havia colocado Aluísio na mira de um inquérito da PF (Polícia Federal). Ele teve conversas telefônicas interceptadas e foi alvo de um pedido de prisão preventiva no âmbito da Operação Faktor (ex-Operação Boi Barrica), negado pela Justiça.
Os policiais e o Ministério Público Federal suspeitaram que Aluísio aproveitara seus contatos na PF para repassar informações sigilosas a Fernando Sarney, filho do senador, que estava sendo investigado por formação de quadrilha, lavagem de dinheiro e tráfico de influência.
 
risão preventiva no âmbito da Operação Faktor (ex-Operação Boi Barrica), negado pela Justiça.
 
 Por falta de provas, a Justiça determinou o arquivamento do inquérito contra Aluísio. Em abril de 2010, ele assumiu o posto máximo da Segurança Pública maranhense no governo Roseana.

Filha no Senado

O vínculo de benefício mútuo entre Aluísio e os Sarney vai além do campo da pasta da Segurança. Em janeiro de 2007, a filha do ex-agente da PF, Gabriela Aragão Guimarães Mendes, então estudante, ganhou um cargo de confiança no gabinete de Sarney no Senado.
 
A nomeação foi assinada pelo ex-diretor-geral da Casa, Agaciel Maia, exonerado em 2009 após a imprensa divulgar que ele costumava nomear parentes de senadores para cargos por meio de atos secretos, não publicados no Diário Oficial.
 
O jornal “O Estado de S. Paulo” divulgou, à época, que Gabriela seria “funcionária fantasma” e não aparecia no trabalho. Sarney negou e disse que a jovem cumpria seu horário “com assiduidade”.
Aluísio também foi chefe de gabinete da presidência do CJF (Conselho da Justiça Federal), órgão supervisor e corregedor das varas e tribunais da Justiça Federal no país, na gestão de Edson Vidigal –ex-assessor jurídico de Sarney na Presidência da República e nomeado por ele ministro do Superior Tribunal de Justiça, em 1988.
Para exercer o cargo, Aluísio obteve licença do posto de segurança pessoal de Sarney de julho de 2004 a outubro de 2005. Vidigal se aposentou em março de 2006.

“Dívida”

O deputado federal Domingos Dutra (SDD-MA), adversário histórico dos Sarney no Maranhão, afirma que Roseana manterá Aluísio no cargo pois o clã “tem uma dívida” com o ex-agente da PF. “Como o Aluísio era da comunidade de informações da Polícia Federal, ele alertou o Fernando [Sarney] sobre vários procedimentos, inclusive no caso da Operação Boi Barrica”, afirma.
 
O UOL entrou em contato com a assessoria de imprensa da Secretaria de Segurança Pública do Maranhão na quarta-feira (8), mas não obteve retorno até esta quinta-feira (9)
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Delegados de Polícia e policiais em geral, saibam vocês que a maioria dos agentes federais – que vomitam  ódio  aos delegados por meio da FENAPF –  são portadores de diplomas do antigos “Madureza” , “Minerva” , “Supletivo”  e , depois de 1996 ,  com a necessidade de curso superior,  Educação Física…
Pois bem, são os autodidatas,   fisicultores  e egressos de NPOR e similares – campeões de tiro de clubes sociais –  que desmoralizam quem cursou um regular curso de Direito e prestou com afinco rigoroso concurso público – competindo com portadores de igual diploma – para a carreira de delegado de polícia.
Mas polícia não é para autodidata,  fisicultor; muito menos para amantes de tiro ao alvo. O Maranhão – como se vê acima – é a prova eloquente da meritocracia perseguida pelos felões policiais. 
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PS : A maioria dos agentes policiais federais concursados  desde o meado dos anos 1990 é diplomada em Educação Física.
Certamente ,  tal graduação não lhes serviu para habilitação à nenhuma das  profissões correlatas.
Por que ser policial ?
( Resposta: em razão do “rigorosas”  provas de aptidão física! )
Que direito assiste a quem ingressa na polícia portanto um diploma de Educação Física a menoscabar aqueles que cursaram Direito com o fim específico de se tornar Delegado ?

DENÚNCIA PUBLICADA NO FLIT SOBRE A CORRUPÇÃO TUCANA – Juiz acata pedido do MP e suspende obras no trajeto do VLT que foram alteradas pela prefeitura, EMTU e CETESB para atender aos interesses de megaempresários financiadores de campanhas eleitorais do PSDB 18

Justiça suspende parte das obras do VLT em Santos

Decisão determina a paralisação de 2,3 quilômetros na Avenida Francisco Glicério a pedido do Ministério Público, que aponta alteração no traçado original

09 de janeiro de 2014 | 17h 47

Fabio Leite – O Estado de S. Paulo

SÃO PAULO – O juiz Daniel Ribeiro de Paula, da 2ª Vara da Fazenda Pública de Santos, concedeu uma liminar nesta quinta-feira, 9, determinando a suspensão das obras do Veículo Leve Sobre Trilhos (VLT) da Baixada Santista, num trecho de 2,3 quilômetros na Avenida Francisco Glicério, entre o Canal 1 e a Avenida Conselheiro Nébias. A obra é uma das promessas de campanha do governador Geraldo Alckmin (PSDB) e está prevista para este ano.

Veja também:
link MP move ação para suspender obra do VLT em Santos

O pedido foi feito em ação cautelar movida pelo Ministério Público Estadual (MPE), que contesta uma alteração no traçado original do corredor de 11 quilômetros que ligará São Vicente ao Porto de Santos. Segundo os promotores, no Estudo de Impacto Ambiental (EIA) não existiu a menção de que a avenida seria alargada para que o VLT passasse no canteiro central e que todos os documentos da investigação evidenciam que o traçado original era o da linha férrea existente.

Tanto a Empresa Metropolitana de Transportes Urbanos (EMTU), responsável pela obra, quanto a Companhia Ambiental do Estado (Cetesb), responsável pelas licenças ambientais, negam a acusação. Segundo o secretário estadual dos Transportes Metropolitanos, Jurandir Fernandes, o governo entregou todos os estudos prévios ao MPE e não recebeu nenhuma manifestação contrária à obra durante 90 dias. “Estamos perfeitamente corretos em tudo aquilo que nós apresentamos”, afirmou.

“A paralisação de obras no trecho de 2,3 quilômetros apenas até que sobrevenha resposta nos autos pelos requeridos é menos drástica do que correr-se o risco de que até a superveniência de sentença haja irreversibilidade fática da obra já em caráter adiantado, tornando-se custoso e trabalhoso posterior desfazimento, se determinado futuramente”, escreveu o juiz, que além da suspensão da obra até a sentença final, deu prazo de 10 dias para a EMTU detalhar os custos e o projeto do VLT no trecho.

A DUPLA FACE DA CORRUPÇÃO TUCANA – Extra!…Extra!…Extra!…Houve suborno e tráfico de influência na EMTU para alteração do trajeto do VLT em Santos com a finalidade de beneficiar hipermercado multinacional e centro de convenções de megaempresa da Baixada Santista 19

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O VLT foi projetado para ocupar o trajeto da antiga linha férrea; e assim seria executado desde o trecho que liga São Vicente até o bairro do José Menino na cidade de Santos. A partir deste ponto foi desviado para o canteiro central da avenida Francisco Glicério com o OBJETIVO EXCLUSIVO DE NÃO BLOQUEAR O ACESSO DE VEÍCULOS AO MENDES CONVENTION CENTER e ao HIPERMERCADO EXTRA.   

Mais uma patifaria dos Tucanos para favorecimento da iniciativa privada em detrimento da população da Baixada Santista.