Entrou de gaiato no navio – ‘Estou cogitando deixar o PSL’, diz Major Olimpio 19

‘Estou cogitando deixar o PSL’, diz Major Olimpio

O senador Major Olimpio (PSL-SP) - 18.jan.2019 - Simon Plestenjak/UOL

O senador Major Olimpio (PSL-SP) Imagem: 18.jan.2019 – Simon Plestenjak/UOL

Camila Turtelli

Brasília

28/08/2019

O senador Major Olimpio (PSL-SP) disse ao Broadcast Político, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado, que está pensando em deixar o PSL. “Eu aprendi na vida que são os incomodados que se mudam. Então, se eu estou incomodado, devo me mudar”, disse.

Olimpio, que é líder do partido no Senado, era presidente estadual do partido até abril do ano passado, mas deixou o comando na mão do deputado Eduardo Bolsonaro. Desde então, o senador vem cultivando alguns atritos com a nova diretoria estadual. Sem entrar em detalhes, ele alega apenas que vem tendo “alguns incômodos” que o levam a considerar essa saída do partido.

Olimpio diz que, se decidir por deixar a legenda de Jair Bolsonaro, ficará sem partido, mas não nega a possibilidade de ir para outra legenda como o Podemos. “Lá todos são meus amigos”, diz sobre o partido presidido pela deputada Renata Abreu.

O senador disse que não chegou a conversar ainda com os líderes do PSL sobre sua possível saída e diz que não precisa pedir permissão a ninguém para deixar o partido

Bolsonaro quer congelar promoções e adicionais dos servidores públicos 12

Governo quer propor congelamento de progressões de servidores

A medida integra um conjunto de ações que poupariam mais de R$ 10 bilhões em despesas obrigatórias no ano que vem

Idiana Tomazelli e Adriana Fernandes, O Estado de S.Paulo

28 de agosto de 2019 | 23h33

BRASÍLIA – O governo quer propor o congelamento das progressões de servidores públicos nas carreiras para economizar recursos em 2020, segundo apurou o Estadão/Broadcast.

A medida integra um cardápio de ações que poupariam mais de R$ 10 bilhões em despesas obrigatórias no ano que vem, iniciativa necessária para fechar a proposta orçamentária de 2020 sem risco de estouro do teto de gastos (regra que impede o crescimento das despesas acima da inflação) e sem sacrificar tanto as despesas com custeio da máquina e investimentos, hoje já estranguladas.

Orçamento do governo prevê salário mínimo de R$ 788 em 2015

Gasto com pessoal é um dos que mais crescem, ao lado dos benefícios previdenciários. Foto: Fabio Motta/Estadão

De acordo com o tempo de serviço, os servidores avançam na carreira e ganham aumentos salariais. Na carreira de auditor-fiscal da Receita Federal, por exemplo, o funcionário hoje começa ganhando R$ 21 mil mensais e vai progredindo com os anos, até chegar à remuneração de R$ 27,3 mil mensais.

A intenção do governo é congelar as progressões que seriam chanceladas no ano que vem como medida emergencial para poupar recursos. Mesmo sem reajustes para o funcionalismo, o gasto com pessoal é um dos que mais crescem, ao lado dos benefícios previdenciários.

Segundo apurou o Estadão/Broadcast, a maior parte das medidas que estão sendo elaboradas pelo governo deve ser encaminhada via Medida Provisória, que tem vigência imediata. Uma reunião foi realizada no início da noite desta quarta-feira (28) no Palácio do Planalto para tentar definir ações adicionais para fechar as contas do ano que vem. Além da economia já atingida, a equipe segue em busca de saídas para conseguir mais cerca de R$ 15 bilhões para as chamadas despesas discricionárias, que incluem o custeio da máquina.

A mira da equipe econômica está centrada nas despesas obrigatórias porque o maior obstáculo hoje é o teto de gastos, que vai crescer só 3,37% no ano que vem. Medidas pelo lado da receita reduzem o déficit, mas não resolvem o problema da despesa porque, mesmo com arrecadação maior, existe a trava do teto.

Outra medida, como antecipou o Estadão/Broadcast, é o fim do adicional de 10% da multa rescisória sobre o FGTS pago pelas empresas. Hoje, as empresas pagam 50% de multa nas demissões, 40% ficam com o trabalhador e os outros 10% vão para os cofres da União, que repassa os recursos para a administração do fundo. Por ano, esses 10% correspondem a R$ 5,4 bilhões pagos pelas empresas, dinheiro que passa pelo Orçamento e consome espaço do teto de gastos.

A equipe econômica está tendo de convencer os demais ministros da importância das medidas. Segundo uma fonte da área econômica, as ações “mexem com muitas áreas” e por isso devem enfrentar resistências. Além disso, mesmo que elas sejam enviadas por MP, elas precisarão do aval do Congresso Nacional para não caducarem.

Sem as ações, as chamadas despesas discricionárias previstas para 2020 ficariam pouco acima dos R$ 85 bilhões, nível já considerado muito baixo para garantir que os ministérios consigam manter as atividades e a prestação de serviços à população.

A situação é tão dramática que não há mais cortes que possam ser feitos “só com a caneta” do presidente Jair Bolsonaro para adequar o Orçamento de 2020 ao teto de gastos e desafogar os ministérios, segundo uma fonte da área econômica. Qualquer iniciativa que resulte em alívio nas despesas obrigatórias precisará ser feita por meio de lei.

O quadro é de dificuldades mesmo depois de os técnicos terem decidido incluir nas contas o cenário de aprovação da reforma da Previdência – o que resulta em economia de R$ 10 bilhões a R$ 12 bilhões nos gastos previdenciários. É a primeira vez que o governo decide incluir os efeitos da reforma no Orçamento. Sem isso, a situação estaria ainda mais apertada.

Dos pouco mais de R$ 85 bilhões reservados até agora para as despesas discricionárias, R$ 4 bilhões estão reservados para a capitalização de estatais e não poderão ser usados na manutenção da máquina pública. O valor também está bem abaixo dos R$ 10 bilhões previstos para capitalizações em 2019.

PMs são presos acusados de tentar extorquir dinheiro em SP 5

Os policiais militares Heber Monteiro Gervásio e Eliel Wendel Apolinário dos Santos foram presos nesta segunda-feira (26/8) suspeitos de estarem extorquindo um empresário que supostamente tem ligação com o tráfico de drogas na zona norte de SP.

O flagrante aconteceu no estacionamento do Shopping Center Norte, região do 42º DP, depois de os soldados passarem a ser investigados pela Corregedoria da Polícia Civil de SP.

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Dois policiais militares foram presos acusados de se passar por investigadores da Polícia Civil, com o intuito de extorquir dinheiro de vítimas. A prisão ocorreu nesta segunda-feira (26), perto de um shopping center da Vila Guilherme (zona norte).

Segundo a polícia, uma denúncia indicou que dois supostos policiais civis estariam exigindo R$ 45 mil de um empresário, que teria envolvimento com o tráfico de drogas. A identidade do suposto empresário não foi informada.

Com base nas informações, a Corregedoria da Polícia Civil iniciou uma investigação. Na avenida Otto Baumgart, os dois soldados do 19º Batalhão da PM foram flagrados se passando por policiais civis. “Os dois policiais militares foram presos em flagrante […] por extorsão”, diz trecho de nota da SSP (Secretaria da Segurança Pública), gestão João Doria (PSDB).

Até o fim de 2018, cinco PMs cumpriam pena por extorsão no Romão Gomes, na Vila Albertina (zona norte de SP). As informações são da PM.

Os assassinatos foram os crimes mais praticados pelos 131 policiais militares que cumpriam pena no presídio militar na ocasião.

Os 55 agentes que estão atrás das grades por homicídio correspondiam a 41% do total de encarcerados, até dezembro de 2018.

Estupros e roubos correspondiam, respectivamente, ao segundo e terceiro tipo de crimes que mais levaram PMs para atrás das grades. Eram 21 policiais cumprindo pena por crimes sexuais (16%) e 14 por assaltos (10%).

Policiais também cumpriam pena por tráfico de drogas (8), concussão (6) -quando funcionário público tira vantagem do cargo, para si ou terceiros- além de corrupção (5).

Policiais de Santos cobram do Governo os dias extras trabalhados na Operação Verão 18

Policiais da região cobram pagamentos de jornadas por trabalho extra na Operação Verão

Trabalhadores de Bertioga a Barra do Turvo ainda não receberam pelos dias a mais trabalhados entre janeiro e março

Pino, do Sinpolsan, diz que 160 policiais civis esperam quitação do Dejec

Faltando cerca de três meses para o início da próxima Operação Verão, policiais civis de Bertioga a Barra do Turvo ainda não receberam pelos dias a mais trabalhados entre janeiro e março. O valor se refere às Diárias Especiais por Jornada Extraordinária de Trabalho Policial Civil (Dejec).

Há funcionários que já processam o governo estadual. O sindicato da categoria teme baixa adesão de policiais na próxima temporada, justamente quando a segurança exige reforço.

A Tribuna apurou com funcionários de delegacias que o problema é comum, mas a demora no pagamento está maior.

Segundo o presidente do Sindicato da Polícia Civil de Santos e Região (Sinpolsan), Márcio Pino, cerca de 160 profissionais aderiram ao trabalho remunerado durante a folga para cobrir as vagas abertas.

Em maio, o sindicato protocolou um requerimento à assessoria técnica do Governo, lembrando o atraso.

Ainda de acordo com o sindicalista, “o que preocupa mais é que está vindo a próxima Operação Verão. O efetivo já é defasado. E a realidade é que esses trabalhadores que deixaram de passar Natal, Ano Novo e outras datas com a família porque queriam complementar o salário com esse bico oficial. Daí, a pessoa conta com o dinheiro e se prejudica”.

O advogado do sindicato, Luiz Guilherme Jacob, está com casos de profissionais que já entraram com ação de cobrança contra o estado.

Também são solicitados também honorários e correção monetária pelo atraso. “Isso quem paga somos todos nós”, destaca Jacob.

Governo promove mais de 2,4 mil policiais militares, civis e técnico-científicos 6

Atos foram publicados no Diário Oficial do Estado de sábado (24); para reforçar efetivo, há concursos em andamento para 8,1 mil vagas

Ter, 27/08/2019 – 19h24 | Do Portal do Governo

O Governo do Estado de São Paulo promoveu 2.451 policiais militares, civis e técnico-científicos a classes superiores no último sábado (24). As promoções, publicadas no Diário Oficial do Estado (DOE), atingiram todas as carreiras e classes e foram concedidas por merecimento e antiguidade. Foram 654 ascensões na Polícia Militar, 1.516 na Polícia Civil e 281 na Polícia Científica.

Na Polícia Militar, foram contemplados três coronéis, 26 tenentes-coronéis, 37 majores, 48 capitães, 226 1º tenentes, 234 2º tenentes, 19 tenentes médicos, um tenente-coronel dentista, dois majores dentistas, três capitães dentistas, 37 1º tenentes dentistas, sete 1º tenentes veterinários, além de um major e 10 capitães do Quadro Auxiliar.

Nas polícias Civil e Científica foram 160 delegados, 665 investigadores, 356 escrivães, 175 agentes de telecomunicações, 65 agentes policiais, 31 carcereiros, 39 papiloscopistas, 25 auxiliares de papiloscopistas, 47 médicos legistas, 141 peritos criminais, 19 desenhistas técnico-periciais, 44 fotógrafos técnico-periciais, 14 atendentes de necrotério e 16 auxiliares de necropsia.

Reforço policial

Para reforçar o efetivo das polícias, estão em andamento concursos para preencher 8.100 vagas de soldados da Polícia Militar e 2.750 vagas da Polícia Civil, sendo 250 delegados, 600 investigadores, 800 escrivães, 300 agentes de telecomunicações, 400 entre papiloscopistas e auxiliares, e 400 agentes policiais.

A Polícia Militar conta ainda com 5.291 soldados em formação na Escola Superior de Soldados (ESSd). A Polícia Científica, por sua vez, tem em formação, na academia, 429 profissionais, sendo 77 fotógrafos técnico-periciais, 42 médicos legistas, 289 peritos, 19 desenhistas e 2 auxiliares de necropsia.

Há também 2.939 vagas autorizadas para futuras seleções, sendo 2.750 para a Polícia Civil e 189 para a Polícia Científica

MP abre inquérito para investigar condições das delegacias de SP 10

Por Walace Lara, TV Globo

 


Goteira no teto de delegacia de Indaiatuba, no interior de SP — Foto: Reprodução/TCE Goteira no teto de delegacia de Indaiatuba, no interior de SP — Foto: Reprodução/TCE

Goteira no teto de delegacia de Indaiatuba, no interior de SP — Foto: Reprodução/TCE

O inquérito tem como base uma fiscalização surpresa do Tribunal de Contas do Estado (TCE), realizada em maio, nas 275 delegacias de do estado. Na ocasião, os fiscais perceberam que 60% das delegacias não têm o espaço físico conservado e 60% delas têm fissuras, goteiras e infiltrações, além de cupim.

Na ocasião, o presidente do TCE, Roque Citadini, afirmou que o governo estadual terá que justificar ou corrigir os problemas nos distritos.

Em nota, a Secretaria da Segurança Pública informou que, “até o momento, não foi notificada da solicitação do Ministério Público. A pasta permanece à disposição do MP para prestar os esclarecimentos necessários.”

Inquérito

Na portaria que determinou a instalação do inquérito, o promotor salientou os resultados da blitz: “Em vistoria realizada pelo TCE em 275 delegacias, constatou-se que 83% estão sem auto de vistoria e 60% possuem problemas estruturais”, diz a portaria.

O promotor cita ainda que o Ministério Público de Contas – órgão ligado ao Tribunal de Contas do Estado – apontou que tal situação provoca subnotificação dos crimes.

Em ofício enviado a Secretaria de Segurança Pública do Estado, o promotor pediu uma relação dos funcionários exonerados dos últimos dez anos, indicação dos concursos realizados e a apresentação dos alvarás de funcionamento dos prédios.

Por ocasião da fiscalização do TCE, a SSP informou que a Polícia Civil já iniciou um programa para reformas e modernização das delegacias e que técnicos estão atualizando os projetos já existentes e realizando vistorias técnicas nos distritos para apontar as melhorias necessárias.

Tribunal de Contas do Estado fiscaliza delegacias
SP2
Tribunal de Contas do Estado fiscaliza delegacias

Tribunal de Contas do Estado fiscaliza delegacias

Polícia Civil prende dois PMs por extorsão…Infelizmente a imagem e identidade desses bandidos foi mantida sob sigilo 15

Por Bom Dia SP — São Paulo


Equipes da polícia prenderam dois policiais acusados de extorsão — Foto: Reprodução/TV GloboEquipes da polícia prenderam dois policiais acusados de extorsão — Foto: Reprodução/TV Globo

Equipes da polícia prenderam dois policiais acusados de extorsão — Foto: Reprodução/TV Globo

A Polícia Civil prendeu em flagrante, na noite desta segunda-feira (26), dois policiais militares suspeitos de extorsão. O caso aconteceu na Avenida Otto Baumgart, na Vila Guilherme, na Zona Norte da cidade.

O trabalho de investigação para chegar aos dois homens foi feito pelas equipes de investigação da Corregedoria Geral da Polícia Civil, que foram as responsáveis por prender os dois homens. A corregedoria da Polícia Militar também foi acionada e os policiais foram encaminhados para o presídio Romão Gomes.

Medidas protetivas concedidas a mulheres aumentam 29% em 2019 em SP…Como dar conta 10

Por Léo Arcoverde e Cíntia Acayaba, Globo News e G1SP — São Paulo

 

A cada 5 minutos uma mulher em SP consegue na Justiça uma medida protetiva
Jornal Hoje
A cada 5 minutos uma mulher em SP consegue na Justiça uma medida protetiva

A cada 5 minutos uma mulher em SP consegue na Justiça uma medida protetiva

A Justiça de São Paulo concedeu 57.240 medidas protetivas de urgência para mulheres em situação de violência doméstica de todo o Estado entre janeiro e junho deste ano. Esse número representa um aumento de 29% na comparação com o mesmo período de 2018, quando 44.483 medidas protetivas foram determinadas judicialmente nos municípios paulistas. No mesmo período, os casos de feminicídio aumentaram 44%.

Houve no primeiro semestre deste ano uma média de uma decisão dessa natureza a cada cinco minutos. É o que aponta levantamento feito pelo Tribunal de Justiça de São Paulo a pedido do G1 e da GloboNews.

De acordo com o Tribunal de Justiça, o aumento registrado em 2019 é também a maior variação percentual entre dois anos seguidos verificada ao longo da série disponibilizada pelo órgão. Os 13% de aumento contabilizados entre 2015 e 2016 era o maior avanço registrado até então.

Medidas protetivas concedidas no estado de SP

Primeiro semestre

  • 2013 – 29.263
  • 2014 – 32.021
  • 2015 – 33.821
  • 2016 – 37.329
  • 2017 – 42.365
  • 2018 – 44.483
  • 2019 – 57.240
Medidas protetivas aumentam 29% no 1º semestre
SP1
Medidas protetivas aumentam 29% no 1º semestre

Medidas protetivas aumentam 29% no 1º semestre

Só no primeiro semestre deste ano, a Polícia Civil de São Paulo solicitou à Justiça 32.562 medidas protetivas de urgência, o que equivale a um aumento de 23% na comparação com as 26.446 solicitações feitas no mesmo período de 2018, segundo dados da corporação obtidos pela reportagem por meio da Lei de Acesso à Informação.

Para a magistrada, o aumento dos pedidos indica ainda uma possível alta dos casos de violência contra a mulher. “Tenho a impressão que aumentaram os casos, não as notificações, pela falta de serviços. Ninguém consegue sair da situação de violência sem o acolhimento. Eu acho que teve mais procura das mulheres pela medida porque aumentou a violência. A gente precisa de mais estímulo para a mulher sair da situação de violência.”

Segundo a promotora de Justiça Silvia Chakian, coordenadora do Grupo Especial de Enfrentamento à Violência Doméstica (Gevid), medida protetiva é “um mecanismo de proteção, uma ferramenta, prevista pela Lei Maria da Penha, que permite que, a partir de decisão judicial, o agressor da mulher seja afastado do lar ou não se aproxime dela, fixado um limite de distância, para preservação de integridade física e psicológica dela”.

De acordo com especialistas, além de poder partir do delegado, promotor, defensor público ou advogado, a própria vítima pode solicitar uma medida protetiva, em um distrito policial, ou até mesmo no setor de protocolo de um fórum, desde que, nesse caso, o pedido esteja vinculado a um processo judicial em andamento.

Essa é a segunda vez que ela conta com essa proteção, que interrompeu um ciclo de violência doméstica iniciado em 2015. Ela foi casada por 12 anos com o ex-companheiro.

“Em 2015, ele tentou me atropelar. Aí eu fiz um boletim de ocorrência, mas não dei continuidade. Depois, a gente sentou, conversou e nos reconciliamos”, conta. “Em 2018, ele tentou me enforcar. Foi a primeira vez que eu fui até a Delegacia da Mulher, porque, da primeira vez, eu fui numa delegacia normal. Lá, fiz o boletim de ocorrência, daí eles me encaminharam para a Coordenadoria da Mulher [órgão de acolhimento da Prefeitura de Taboão da Serra]. Lá, eu solicitei uma medida protetiva.”

A vendedora conta que chegou a pedir a suspensão da primeira medida protetiva concedida pela Justiça. “Só que aí ele veio para conversar novamente e acabamos nos reconciliando. Mas eu não imaginava que este ano iria acontecer novamente. Uma vez que agrediu, vai agredir sempre.”

“Em maio deste ano, fiz um boletim de ocorrência de agressão. Com o BO, após três dias, já entrou a medida protetiva. Com isso, ele não podia chegar perto de mim 200 metros. Mas, antes de eu conseguir a medida protetiva, ele ficava me rondando. Antes de me mudar aqui para o condomínio, eu me mudei para uma outra casa. E ele não me dava sossego, ficava na porta da casa, 24 horas me vigiando. Todo mundo me orientou a me mudar para um condomínio, que um condomínio seria bem mais seguro. Graças a Deus, agora eu tenho em paz.”

“São 57 mil mulheres salvas”, avalia advogada

A advogada Sueli Amoedo chefia a Coordenaria dos Direitos da Mulher da Prefeitura de Taboão da Serra e atuou no processo que resultou na concessão da medida protetiva dada à vendedora. Tendo a experiência de quem lida diariamente com mulheres em situação de violência, Sueli vê um aspecto positivo e outro, negativo, no aumento do número de medidas protetivas concedidas neste ano pela Justiça paulista.

“O lado positivo é que as mulheres estão denunciando mais. Antigamente, havia um tabu muito grande. Esse aumento pode estar ligado a elas estarem falando mais, porque já não há tanto julgamento pela sociedade”, explica a advogada. “Por outro lado, as medidas protetivas de urgência são concedidas quando há uma gravidade maior na agressão. São agressões físicas graves, são ameaças de morte, são perseguições. Essas 57 mil medidas protetivas significam 57 mil mulheres salvas.”

Vítima de violência doméstica em São Paulo — Foto: GloboNews/ReproduçãoVítima de violência doméstica em São Paulo — Foto: GloboNews/Reprodução

Vítima de violência doméstica em São Paulo — Foto: GloboNews/Reprodução

Somos todos Brigitte Macron – Pô, avó traficante, mãe puta , filha crente do rabo quente e ainda vem falar em humilhação ? 45

Inicialmente , com todo o respeito , panela velha é que faz comida boa Assim diz a música!

No assunto: esse idiota que anda por aí já falou que o Congresso Nacional é um grande prostíbulo, certo!

Porra meu se pegou a mulher lá ( no maior puteiro do Brasil ) ; que era de outro tá se achando irresistível, por quê ?

Resultado de imagem para macron e esposa

Brigitte Macron, perdão!

A maioria de nós não é ( não somos ) como ele.

Por que esses bandidos ainda estão na PM de São Paulo?…Sim, esses aí são criminosos da pior espécie! 6

Exclusivo: PMs forjam flagrante em carro e colocam inocente na cadeia

O desempregado Douglas Alves de Souza, de 20 anos, passou 105 dias preso depois de ser parado em uma blitz em São Bernardo do Campo (SP). Os policiais disseram que dentro do carro dele havia um tijolo com 720 gramas de maconha. Porém, imagens registradas pelo funcionário de um condomínio, localizado bem em frente ao local da blitz, mostram que os próprios PMs colocaram a droga dentro do carro do rapaz. Veja na reportagem exclusiva.


 

Ou será que tal conduta é uma espécie de direito penal subterrâneo criado pela PM, ou seja, um protocolo padrão para punir supostos inimigos ou suspeitos ?  

Fotos de perita criminal que mostram artisticamente policiais devorando doces desaparecem em Belo Horizonte 3

Fotos de artista que mostram policiais devorando doces são furtadas em Belo Horizonte

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Oito fotografias da artista e perita criminal Berna Reale foram roubadas na madrugada desta quarta-feira (21). Dispostas ao longo de uma rodovia, ao ar livre, as obras de grandes dimensões -elas têm três metros de altura e quatro de largura- faziam parte de “Festa”, exposição que ela apresentava no centro cultural Viaduto das Artes, em Barreiro, bairro da periferia de Belo Horizonte.

Conhecida por performances radicais, nas quais usa o corpo para denunciar episódios de injustiça e violência, Reale é uma das artistas mais importantes do cenário nacional. Ela já participou de mostras como a Bienal de Veneza, uma das maiores de arte contemporânea do mundo, e do Panorama, mostra bienal do Museu de Arte Moderna.

Nas imagens, policiais devoram sobremesas chiques de boca aberta. Em outra, três meninos são postos contra a parede vestindo só cuecas samba-canção com estampas de fast-food. A galeria Nara Roesler, que representa a artista, preferiu não divulgar os valores dos trabalhos.

Idealizador do Viaduto das Artes, Leandro Gabriel afirma que dois policiais o abordaram antes da abertura da exposição, no sábado passado. Eles disseram estar na região por causa de uma ocorrência.

Gabriel diz ter explicado a ação, que envolvia expor as obras da artista ao ar livre, debaixo de um viaduto, e se oferecido para retirar as imagens, mas os policiais disseram que isso não era necessário. Mais tarde, na abertura, viaturas rondavam o local.

Segundo o diretor do Viaduto das Artes, o centro cultural recebeu ao longo da semana uma série de ligações anônimas, desligadas uma vez atendidas.

Gabriel conta ter conseguido acesso a câmeras de segurança da vizinhança que registram o furto no dia seguinte à ação. Nas filmagens, por volta das 1h30 da manhã da quarta-feira vários homens de capacete trouxeram cones para desviar o trânsito e retiraram as fotografias do espaço.

Ele afirma ter enviado às imagens à Polícia Civil e agora aguarda um posicionamento deles para esclarecer o paradeiro dos trabalhos.

Outra das obras que compunham a mostra, uma instalação que recria um ambiente animado com luzes de antigas viaturas policiais e trilha sonora das chamadas de socorro, não foi furtada -a peça estava exposta dentro do centro cultural.

Reale conta que os trabalhos questionam a intimidade que as pessoas mantêm hoje com a violência, consumindo e compartilhando imagens como aquelas dos presos decapitados durante o massacre no presídio de Altamira, no interior do Pará, no final de julho.

“Coloco os doces porque essas imagens são saborosas”, explica a artista, por telefone. Em protesto ao furto, ela disponibilizou para download gratuito um autorretrato em que, vestida de policial, se lambuza com um cupcake. A imagem pode ser baixada na sua conta do Instagram, @bernareale. “Existe um prazer nessa divulgação, nessa propagação de violência.”

Especialidade: invadir delegacias para furtar os atarefados e distraídos policiais civis 36

Homem que invadia delegacias para furtar policiais é preso em SP

Detido após levar arma de delegado na zona oeste da capital, suspeito cometeu mais de dez crimes semelhantes e já tinha condenações anteriores

Assaltante tinha como especialidade invadir delegacias de polícia na capital

Assaltante tinha como especialidade invadir delegacias de polícia na capital

Reprodução/Google Maps

A extensão da ficha criminal de Ricardo Bruno Pagliou, que completa 30 anos no próximo dia 1º de setembro, é impressionante. Porém, ainda mais surpreendente — e arriscada — é a modalidade escolhida por ele no mundo do crime: praticar roubos e furtos dentro de delegacias de polícia. Foram pelo menos 11 invasões. E o suspeito terminou preso em flagrante na maioria delas.

A mais recente ousadia ocorreu no último dia 12, quando Ricardo entrou na sede do 34º DP ( Vila Sônia), subiu até o primeiro andar do prédio, situado na Avenida Francisco Morado, na zona oeste da capital paulista, se passou por um indivíduo intimado a depor no local e furtou a arma de  um delegado que da expediente no local.

Questionado, Ricardo confessou que vendeu a arma, avaliada em R$ 9 mil, para um desconhecido que passava pela rua por R$ 1 mil porque “precisava de dinheiro para pagar contas e comprar objeto”, conforme depoimento prestado e que consta no boletim de ocorrência.

O flagrante rendeu mais um indiciamento ao acusado, agora pelos crimes de furto qualificado (Artigo 155 do Código Penal), tráfico de drogas (Artigo 33) e posse ilegal de armas (Artigo 16).

Especialidade: invadir delegacias

O nome de Ricardo Bruno Pagliou consta em 19 processos criminais na Justiça paulista. Ele já teve seis mandados de prisão expedidos contra si. Permaneceu detido em algumas oportunidades, mas foi beneficiado por indultos.

Retrato falado do suspeito

Retrato falado do suspeito

Reprodução/Polícia Civil

Desde 2007, o assaltante adotou uma forma pouco comum para cometer os crimes. Ricardo entra nas delegacias e finge que precisa ser ouvido em um inquérito qualquer. Depois, ele se aproveita da distração dos policiais de plantão para pegar celulares, armas e outros pertences deixados nas salas pelos agentes públicos.

Foi assim no 31º DP (Vila Carrão), 49º DP (São Mateus), 35º DP (Jabaquara), 11º DP (Santo Amaro), 4º DP (Consolação), 58º DP (Vila Formosa), 5º DP de Guarulhos, 69° DP (Teotônio Vilela), 1º DP de São Caetano do Sul e até o DHPP (Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa).

Ousadia

A presidente do Sindpesp (Sindicato dos Delegados de Polícia do Estado de São Paulo), Raquel Kobashi Gallinati, considera a invasão de delegacias com o objetivo de furtar ou roubar pertences de agentes públicos incomum.

“A ação mostra que os criminosos estão cada vez mais ousados e contando com a certeza da impunidade”, frisou a delegada que, por outro lado, fez um alerta para bandidos que possam se sentir encorajados. “Tanto isso não é verdade [impunidade] que acabou preso”, completou.

Raquel Kobashi Gallinati entende que tais práticas são pontuais e não representam uma ação em série ou coordenada. Entretanto, o fato expõe a precariedade que abala a rotina dos policiais dentro das delegaciais paulistas.

“A ação revela claramente que a falta de policiais civis nas unidades de todo o estado. Estamos falando de um déficit de 14 mil profissionais. [A defesagem] Compromete não só a segurança de toda a sociedade, mas também dos próprios policiais”.

Para superar essa fragilidade, a presidente do sindicado dos delegados de São Paulo cobra investimentos na Polícia Civil, como a compra de equipamentos, melhoria de salários e condições de trabalho.

“Contratando profissionais para sanar o déficit e oferecendo treinamentos cada vez mais atualizados”, finalizou Raquel Kobashi Gallinati.

Já o presidente da Associação dos Delegados do estado de São Paulo, Gustavo Mesquita Galvão Bueno, vai além e vê tal situação como “fruto do processo de descaso do Governo do Estado de São Paulo com a Polícia Civil durante as últimas décadas”.

“Em muitos casos, são prédios inteiros com poucos funcionários, que acumulam atividades de atendimento ao público em meio às rotinas de investigação, operacionais e administrativas. Um acréscimo de tarefas que prejudicam não só o atendimento satisfatório à população, mas também a eficiência das atividades investigativas e a segurança de todos os demais funcionários dos DPs”, comentou o delegado.

Gustavo Mesquita Galvão Bueno também citou o déficit de efetivo de policiais civis no estado como fator que prejudica o desempenho da instituição e sugeriu que o caso de Ricardo Bruno Pagliou sirva para gerar um amplo debate sobre a devida modernização das estruturas atuais dos distritos.

“As delegacias de polícia deveriam ter controle de acesso como qualquer prédio privado, além de centrais de monitoramento permanente. Porém, a realidade no estado é precária, muitas vezes com falta de insumos básicos, como tinta para impressora, material de limpeza e higiene, entre outros”, opinou o presidente da associação dos delegados paulistas.

SSP-SP

A Secretaria da Segurança Pública de São Paulo foi indagada pelo R7 sobre a prisão de Ricardo Bruno Pagliou e possíveis medidas em relação à invasão das delegacias.

No entanto, o órgão do governo estadual não respondeu aos questionamentos até a publicação da matéria.

Outro lado

A reportagem do R7 também entrou em contato com advogada Bethania Meves Belarmino, que representa Ricardo Pagliou, para buscar as explicações sobre os possíveis motivos que o levaram a cometer tais delitos.

Porém, de acordo com a advogada, a família do acusado não a autorizou a fazer declarações sobre o caso

Em vez de polêmicas…Por que não transferir os policiais civis para a Polícia Militar ? 14

rac 23/08/2019

Por Alenita Ramirez

Divulgação

Mudança de atribuições vira polêmica na Polícia

Em setembro completará 10 anos que o Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO) passou ser elaborado exclusivamente pela Polícia Civil no Estado de São Paulo. Entretanto, nos últimos tempos ativistas ligados à Polícia Militar (PM) buscam reverter a medida, determinada pelo então secretário de Segurança Pública, Antônio Ferreira Pinto.
No final do mês passado, o coronel Elias Miler da Silva, presidente da Associação de Oficiais da Polícia Militar do Estado de São Paulo (Defenda-PM), participou de uma palestra organizada pelo Conselho Municipal de Segurança Pública de Campinas, sobre a volta do registro de crimes tipificados como infração de menor potencial ofensivo para a corporação. Miler disse que já havia reivindicado a demanda para a Secretaria de Segurança Pública (SSP), que afirmou em nota, que o pedido já está em análise por uma equipa operacional da Pasta.
Delegados reagiram contra a divisão de tarefas com a PM na elaboração do TCO e defenderam que a transferência para a corporação tem que ser “amplamente” debatida com a categoria, o Judiciário e o Ministério Público (MP), uma vez que sua atribuição consta na Constituição Federal. Além disso, segundo alguns delegados, também existe o fato de que alguns atendimentos necessitam do parecer da autoridade policial.
“Fico surpreso como estão fazendo o debate sobre quem fará a elaboração do TCO. Este é um assunto delicado. Tem situações que o atendimento não pode ser feito na rua. E aí como fica? Há princípios constitucionais, que devem ser obedecidos”, disse o delegado aposentado e especialista em Segurança Pública, Ruyrillo Pedro Magalhães.
O TCO é destinado a crimes cuja pena é de até dois anos, com pagamento de multa, ou cesta básica ou prestação de serviços para a comunidade. Em 2009, uma reivindicação das classes ligadas à Polícia Civil levou o então secretário de Segurança Pública, Antônio Ferreira Pinto, a estabelecer que apenas a Polícia Civil faria o termo.
No entanto, ativistas protestam e querem a volta da elaboração pela PM. Um dos argumentos é a redução de tempo no atendimento dos crimes de menor potencial ofensivo, especialmente nas delegacias, já que os policiais militares ficariam presos e com viaturas retidas nos plantões, aguardando o registro pela Polícia Civil. “Não sou contra o fato da PM fazer o TCO. Como medida emergencial, pelo fato da Polícia Civil passar por um sucateamento grande, é até interessante.
Mas existe lei, que também precisa ser mudada. Tem casos em que o MP pede para ouvir novamente as partes. E aí, como ficará? O cidadão vai ser levado para um batalhão da PM? Isso é militarismo. Um civil deve ser ouvido por um civil e não por um militar”, disse o delegado Hamilton Caviolla Filho.
O procurador Regional da República e ex-presidente da Associação Nacional dos Procuradores da República (ANPR), José Robalinho Cavalcanti, defende que o TCO possa ser elaborado pela PM e entende que qualquer policial que exerce sua função é uma autoridade. “A elaboração de boletins de ocorrência é meramente burocrático. Serve para noticiar o estado de que determinado caso ou local precisa de atenção. Hoje em dia, algumas ocorrências são feitas pela internet.
Quando há conteúdo investigativo, é direcionado para a Polícia Civil. Então porque uma ocorrência que não tem nada para investigar, em que todas as partes foram identificadas, ser registrada na delegacia? Nas situações em que não há todos elementos no local, aí sim, tem que ser investigado”, disse o procurador.
Cavalcanti concorda que tem que haver regras e parâmetros para o atendimento de ocorrências, cujas penas são superior a 2 anos. No entanto, ele acredita que os policiais militares estão habilitados para fazer qualquer atendimento na rua.
“Meu respeito a todos os delegados, mas essa é uma medida que visa contribuir para o trabalho da Polícia Civil, que é de desvendar os crimes e os ilícitos que não tem autoria conhecida. No Brasil, apenas 8% dos crimes registrados são descobertos. Não resta dúvida de que será um grande ganho, tanto para as polícias como para a população”, frisou.
O delegado aposentado e especialista em Segurança Pública, Carlos Henrique Fernandes, acredita que é possível a transferência do registro do TCO pela PM, entretanto, ele defende a necessidade de uma desmilitarização, já que a corporação tem uma cultura e tradição (regime) diferenciado, com regras rígidas.
“O que não pode acontecer é uma sobreposição de atividades. A PM previne e a Civil repreende. A tendência é caminhar para uma polícia única, mas tem que haver a desmilitarização”, disse.

Deu zebra! – Policial civil é preso suspeito de receber propina em jogo do bicho 9

Por EPTV 2 — Pouso Alegre, MG

 

Policial civil é preso suspeito de receber propina em jogo do bicho em Pouso Alegre, MG
Jornal da EPTV 2ª Edição – Sul de Minas
Policial civil é preso suspeito de receber propina em jogo do bicho em Pouso Alegre, MG

Policial civil é preso suspeito de receber propina em jogo do bicho em Pouso Alegre, MG

A operação chamada “Deu Zebra” também prendeu o homem apontado como responsável por realizar os pagamentos ao policial. Conforme o Gaeco, eles foram presos por corrupção e associação criminosa.

Na operação, também foram apreendidos materiais em vários pontos da cidade, como máquinas de cartão usadas no jogo do bicho. A assessoria da Polícia Civil em Belo Horizonte (MG) informou que a prisão do policial será acompanhada pela corregedoria, para que sejam tomadas as medidas necessárias.

Já o advogado do outro homem preso disse que a prisão foi uma surpresa porque o jogo do bicho se enquadraria em uma contravenção penal.

Dinheiro e máquinas de cartão foram apreendidos em Pouso Alegre (MG) — Foto: Reprodução/EPTVDinheiro e máquinas de cartão foram apreendidos em Pouso Alegre (MG) — Foto: Reprodução/EPTV

Dinheiro e máquinas de cartão foram apreendidos em Pouso Alegre (MG) — Foto: Reprodução/EPTV