LULU 12 ( AGORA DEVE SER 33 ) – NÃO FOI ORQUESTRADO

To: RE: LULU 12 ( agora deve ser 33)…Date: Mon, 9 Jun 2008 20:24:39 +0000
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Entrei em contato com eles. Amanhã me farão uma visita.
Não é incômodo; pior que eu avisei para não deixarem o cara ira a Brasilia falar sobre a PEC dos Delegados.
Vai dizer, daqui uns dias, que tudo foi orquestrado.
Abraços!
From: @hotmail.com
Subject: RE: LULU 12 ( agora deve ser 33)…Date: Mon, 9 Jun 2008 13:38:26 -0300
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Dr. Guerra, Desculpe pelo incômodo mas uma repórter da BAND/São Paulo quer falar urgentemente com o senhor. Parece que se trata de uma reportagem sobre o Tanganelli e ao que tudo indica meio bombástica. A reportagem já está pronta e vai sair entre hoje e amanhã. Entre em contato comigo para que eu fale com ela ou ligue diretamente para ela – se for de seu interesse é claro. Eu encamihei o número do telefone dela em outro email de resposta a esse.

A MESMA CONVERSA FIADA! EMPRESAS DE SEGURANÇA!

Olho do furacão (13.06.08 – 12h25)
A situação do delegado Everardo Tanganelli Júnior, diretor do Departamento Estadual de Narcóticos da Polícia Civil de São Paulo, o Denarc, está cada vez mais complicada.
O Ministério Público paulista vem analisando, e não é de hoje, a inexplicável evolução patrimonial de Tanganelli Júnior, que antes de assumir o comando do Denarc chefiava uma das divisões da Polícia Judiciária do Interior paulista.
O delegado, que tem um patrimônio avaliado em R$ 4,5 milhões, terá de explicar o milagre da multiplicação, pois seus proventos mensais na Polícia Civil estão na casa dos R$ 8 mil.
Para quem não se recorda, Tanganelli Júnior trabalhou no Denarc sob a batuta do também delegado Ivaney Cayres de Souza, outro policial que construiu fortuna.
A desculpa de sempre é que a maioria dos delegados é dona de empresas de segurança.
Conversa fiada!
(fonte ucho.info)

DESVIO DE DROGAS, ASSASSINATOS E TORTURAS NO DENARC

Sexta-feira, 13 de junho de 2008 – 20h53:
Ouvidoria pede apuração de denúncias contra Denarc em SP
A ouvidoria da polícia de São Paulo pede a apuração de denúncias de desvio de drogas, assassinatos e torturas, envolvendo o departamento de narcóticos, o Denarc.
O delegado que chefia o setor está sendo investigado pela corregedoria, depois de uma denúncia de enriquecimento ilícito e lavagem de dinheiro.
Reportagem de Rodrigo Hidalgo.
FUMADOR DE BASEADO
O DIRETOR DO DENARC – EM DESEPERO DE CAUSA- CONVOCOU UMA COLETIVA, ASSISTIDA E APLAUDIDA POR TODOS OS SEUS FUNCIONÁRIOS, PROMOVENDO DISCURSO OFENSIVO E CALUNIADOR EM DESFAVOR DAQUELES QUE LEGITIMAMENTE O APONTAM COMO AUTOR DE CRIMES.
DEMONSTRA TRUCULÊNCIA…
LEVANDO O DEDO EM RISTE NA DIREÇÃO DOS REPÓRTERES .
DIZ QUE HÁ PROMOTORES COM PATRIMÔNIO MAIOR DO QUE O DELE…
MAS NÃO DEU OS NOMES.
TUDO EM DEFESA DA CONSTITUCIONALIDADE E DAS PRERROGATIVAS DOS DELEGADOS DE POLÍCIA DE CARREIRA.
APROVEITANDO PARA NOS ACUSAR – PELA ENÉSIMA VEZ – DE FUMADOR DE BASEADO, CHEIRADOR, “‘maconheiro”… é “maconheiro”…”é cheirador todo mundo sabe na Baixada”.
“TÁ NOS OLHOS DELE”…
SE BEM QUE ELE NUNCA NOS ENCAROU…
ACHO QUE ELE NECESSITA DE UM CALMANTE.
ESTRANHAMENTE – OBSERVE-SE O VÍDEO – ELE REVELA UM “SUI GENERIS” BRILHO NAS NARINAS…
E UM PECULIAR TIQUE NO NARIZ!
ACABARAM COM TUDO LÁ?
DEVE SER SÓ NERVOSO.
HONESTAMENTE…
GARGALHAMOS MUITO QUANDO DA MATÉRIA LEVADA AO AR NO PROGRAMA DO BORIS CASOY…
UMA PENA QUE NÃO FOI REPRODUZIDO TUDO AQUILO QUE DISSEMOS…
NÃO O PROCESSAREI…
NÃO OCUPAREI O TEMPO DA JUSTIÇA COM UM MENTIROSO E CALOTEIRO QUE NÃO POSSUI BENS LÍCITOS DISPONÍVEIS PARA INDENIZAÇÃO…
TANGANELLI PAGUE O POBRE FAZENDEIRO!

ME CHAMAM DE LADRÃO, BICHA, CHEIRADOR E MACONHEIRO…MAS ELES SÃO OS LADRÕES E TRAFICANTES

PCC PREOCUPAVA O ENTÃO DIRETOR DA POLÍCIA CIVIL.
MAS OCUPAVA-SE – NA VERDADE – EM TRANSFORMAR O DEINTER-6 NA P.C.C – POLÍCIA CIVIL DE CORRUPTOS…
“Te chamam de ladrão, de bicha, maconheiro
Transformam o país inteiro num puteiro
Pois assim se ganha mais dinheiro
A tua piscina tá cheia de ratos
Tuas idéias não correspondem aos fatos
O tempo não pára”(O Tempo não Pára – Cazuza)

FUNCIONÁRIO PÚBLICO HONESTO FAZ GREVE… POLICIAL CORRUPTO DISSOLVE

Sexta, 13 de junho de 2008, 16h09 Atualizada às 17h42

SP: professores da rede estadual entram em greve

O Sindicato dos Professores do Ensino Oficial de São Paulo (Apeoesp) informou que foi decidida em assembléia geral uma greve na rede estadual de ensino, que deve durar pelo menos até a próxima sexta-feira. Segundo a diretora de formação do sindicato, Nilcéia Fleury, cerca de 30 mil professores votaram a favor da paralisação, tendo apenas um voto contra. A Polícia Militar afirmou que cerca de cinco mil fazem uma passeata que saiu da praça da República, no centro de São Paulo, por volta das 17h, com destino ao Museu de Arte de São Paulo (Masp), na avenida Paulista.

De acordo com o Sindicato Apeoesp, os professores querem que o governador José Serra anule o decreto que altera remoções, substituições e contratações temporárias da categoria. Para Nilcéia, a resolução, editada no último dia 28 de maio, traz prejuízos à carreira dos docentes.

Além disso, o governo ainda não acenou com nenhuma possibilidade de reajuste salarial após a proposta entregue pela categoria em janeiro. A rede estadual tem 220 mil professores e grande parte deles seria afetada pelo decreto.

Policiais da 2ª Companhia do 7º Batalhão da PM monitoram a manifestação, que é pacífica. Segundo a Companhia de Engenharia e Tráfego, às 17h25, os manifestantes ocupavam a rua Piauí até a altura da praça Roosevelt.

De acordo com a diretora, na segunda-feira o comando de greve deve se reunir com os pais do alunos afetados e na sexta-feira deve ser feita uma nova assembléia para decidir os rumos da paralisação.

PENSAMENTOS DE UM OBITUARISTA…DE BRITTO, GERALDO A GAROTINHO 1

ACERCA DOS ESCÂNDALOS DO DETRAN DO RIO GRANDE DO SUL E DE SÃO PAULO.
RUIM COM A POLÍCIA CIVIL, PIOR AINDA SOB O MODELO NEOLIBERAL QUE TENDE A TRANSFORMAR UM ÓRGÃO TRADICIONALMENTE POLICIAL CIVIL EM AUTARQUIA.
ALIÁS – PARA CONSOLO OU DESESPERO – TUDO AQUILO QUE É RUIM DENTRO DA ESTRUTURA DA POLÍCIA CIVIL, ACABA EM DESASTRE NOUTRAS MÃOS.
A VERDADE: CORRUPÇÃO POLICIAL É CONSEQÜÊNCIA POLÍTICA.
É RESULTADO DA VONTADE GOVERNAMENTAL.
O POLICIAL NÃO INVENTA, NÃO CRIA A CORRUPÇÃO…
É ARRASTADO PELAS DIRETRIZES DO GRUPO DE PODER.

DA ANARQUIA POLICIAL EM SÃO PAULO ( VALENDO TAMBÉM PARA O RIO DE JANEIRO e outros Estados)

INCABÍVEL ESTE PARADOXO: ‘na melhor das hipóteses, houve omissão. ‘Não é possível alguém ter policiais agindo desse jeito e não saber’, disse Geraldo Alckmin (quando, em 2001, substituiu a Diretoria do Denarc, mas sem tocar na composição estrutural do órgão).
Posto que – na melhor das hipóteses – conforme sua própria argumentação (aliás, uma falsa analogia) – todo “administrador público”, “quaisquer autoridades”, acabarão reputadas omissas ou coniventes com todas as irregularidades encontradas no âmbito das respectivas gestões.
O regresso ao infinito.
Todavia – GERALDO ALCKMIN, de maneira histórica, involuntariamente- promoveu a anarquia dentro da Polícia Civil.
Anarquia que não teve início, por exemplo, numa carceragem e acabou se estendendo ao gabinete do Delegado Geral.
A anarquia na Polícia Civil de São Paulo decorreu da manutenção do ex- Delegado Geral e do seu auxiliar imediato, quando pilhados, no ano de 2003, em conversação tratando do vazamento de interceptações telefônicas de determinado diretor de um DEINTER.

Conversação muito suspeita acerca do recebimento de propinas: acertamento com contraventores no gabinete do Delegado.
Além de referências aos fundos angariados pela esposa (do Diretor) junto de banqueiros do jogo do bicho.
Por outro aspecto, quanto ao nefasto episódio, a Assembléia Legislativa – por mero espírito de emulação com relação ao bloco opositor – deu total prestígio ao inquinado DELEGADO GERAL.
Ora, mesmo que inocente penal e administrativamente, os palavrórios na conversação, por si, eram suficientes para que fosse exonerado do maior cargo policial deste Estado.
O ex-governador não vislumbrou que a “segunda oportunidade”, o “voto de confiança” dado ao Delegado Geral acarretaria atos de corrupção jamais vistas; com total descrédito e desprestígio interno e externo da cúpula da Polícia Civil.
Chegando-se ao limite insuportável de se comparar o Conselho a uma “quadrilha”.
Assim, do Governador – no que tange a sua responsabilidade – verificam-se duas hipóteses:
PERMITIA OS DESVIOS DA CÚPULA ( apenas da cúpula);
OU NUNCA TEVE CONDIÇÕES – INTERNAS E EXTERNAS – DE REPRIMIR OS DESVIOS.
ENTENDA-SE: A CORRUPÇÃO INSTITUCIONALIZADA NOS MOLDES DE PIRÂMIDE INVERTIDA.
Pior: vislumbrando-se dela tomar proveito as bases governistas na Assembléia Legislativa.
Se verdadeiras tais abstrações:
ESTAMOS DEFUNTOS!
Ah; SEM CHORO! 12061710

DELEGADO DE POLÍCIA FEDERAL E O ART. 144 – DA SEGURANÇA PÚBLICA

Sr. delegado,parabenizando-o pela coragem, gostaria de solicitar ao senhor uma releitura sobre a questão apresentada neste tópico. Ao contrário das polícias civis, onde o termo empregado em todos os dispositivos legais, tanto o constitucional como o infra constitucional, é “carreiras” (no plural) para a Polícia Federal o termo empregado foi “carreira”, no singular. Tanto na CF quanto na lei 9.266/96. Relendo e interpretando tais dispositivos, gostaria que o senhor reavaliasse, ou não, o seu posicionamento.atenciosamentemarcelo de almeida, agente federal e leitor quase que diário do Flitparalisante.
Caro Marcelo – acabei de ler o seu comentário. Há anos eu discuto as “supostas” omissões pertinentes à Polícia Federal. Serei breve neste momento. Posteriormente tentarei defender melhor o meu entendimento. Durante os meses de 1988, especialmente ao final dos trabalhos constituintes, a Polícia Civil teve um papel fundamental. E através da ADPESP de São Paulo (na época combativa e representada por autoridades compromissadas e intelectualmente preparadas), conseguiu institucionalizar a Polícia Civil. A tendência do constituinte sempre foi deixar os órgãos policiais; especialmente os estaduais ao largo, ou melhor, como assunto peculiar a cada Unidade Federativa. Pois bem: de afogadilho – através de gestões e manobras – as Polícias Civis foram inseridas, especialmente a figura do Delegado de Polícia de Carreira. Melhor dizendo: se fez interpolação de institutos dentro dos textos já preparados para aprovação. Na ocasião a Polícia Federal era dirigida por pessoas estranhas aos seus quadros, as quais jamais foram preocupadas com os órgãos de origem. Assim não iriam fazer grandes gestões para que lá fosse expresso: órgão permanente dirigido privativamente por Delegado de Polícia Federal. Também estruturada em “carreiras”. Contudo, valem os princípios, o sistema e o costume administrativo. Acreditar que a PF possa ser – em face da omissão – dirigida por outra autoridade que não Delegado dos quadros da Polícia Federal, seria uma absurda distorção. O Delegado de Polícia deve ser entendido como uma carreira policial específica dentro do modelo processual brasileiro. O Brasil é Brasil, valendo aquilo que a nossa tradição cultural e legal determinar. Se bom ou não cabe aperfeiçoarmos o nosso modelo.
Infelizmente, a Polícia Federal – com origens e conduta atreladas à sede do governo da União – foi empregada – muitas vezes – como uma gestapo. Ainda se acham agentes analfabetos com vencimentos de marajás: puliça do Filinto Müller. Continuadamente era dirigida por Oficiais do Exército; estes conheciam o Direito que praticavam. Nunca aquele que a sociedade necessitava.
Não por dolo, pois durante séculos nem sequer os militares eram considerados cidadãos pelas elites brasileiras. Eles fizeram as suas revoluções e mudaram o país. Hoje são cidadãos participantes e não golpistas. Mas retornando, durante o período militar – você sabe melhor do que eu – na PF como nas Polícias Civis os militares como prêmio deram carteiras para despreparados e descompromissados. Depois de 1988 se viu a PF – depois de meter na Cadeia muitos dos seus intocáveis – engrandecida. É um motivo de orgulho para nós. Por ora vou encerrar: a PF é Instituição permanente da União, estruturada em carreiras técnico – cientifica específicas; dirigida por Delegados de Polícia, cargo privativo de bacharel em direito, ocupante da classe final respectiva.
Um abraço! Parabéns e obrigado por ler o blog. É uma honra para mim.
Comente e discorde, pois aprenderei com você.
Mas voltarei ao assunto de grande importância.
Por fim, não podemos compreender o sistema apenas pela dogmática (o texto legal).
Fossem perfeitos (os nossos textos) – como eu e todo cidadão gostaria – escreveria revistas em quadrinhos: Direito para Crianças. O Legislador brasileiro – é da nossa tradição – é propositadamente obscuro quando preparado (a minoria), os demais não sabem fazer leis, tampouco redigi-las. Além de criarem castas: NÃO HÁ RAZÃO DENTRO DE UM QUADRO TÉCNICO PARA GRANDES – POR VEZES ABSURDAS – DIFERENÇAS SALARIAIS. Nunca me achei com quaisquer dotes pessoais ou funcionais para receber muito mais do que um Escrivão, Investigador, Soldado ou agente penitenciário. Nas Polícias não há lugar para príncipes e párias. Todos são príncipes. Por derradeiro: nenhum policial pode ser impedido de buscar formação específica buscando o ingresso noutra carreira, especialmente dentro do mesmo órgão. Eis , talvez, a grande razão para o inconformismo de muitos agentes e escrivães. Embora a Lei Federal assegurar a remoção com direito a matricula em estabelecimento de ensino semelhante, ou seja, público para público; privado para privado. Desde que haja, né! Lá no fim da Amazônia deve ser difícil obter colação de grau…rs
P.S.: compreenda que algumas forças políticas não queriam uma Polícia Federal independente. Não esqueça que até 1995, na PF se achavam tipos detestáveis emprestados dos órgãos estaduais (principalmente do ex- DOPS Paulista). Se for para distorcer – com fundamento apenas no texto da Constituição da República – haverá quem possa advogar que qualquer um possa voltar a dirigir a PF.
O Romeu Tuma Júnior, por exemplo.
E se aparecer um pequeno ditador faz.
E o STF – muito zeloso da própria soberania; nem tanto da do alheio – depois diz: a CF não proibe.
A LEI Nº 9.266, DE 15 DE MARÇO DE 1996 – salvo melhores e abalizadas apreciações – são típicas do MACIEL e do JOBIM.
LEI CHACRINHA; só pra confundir; nada a resolver.

PENSAMENTOS DE UM OBITUARISTA…DE BRITTO, GERALDO A GAROTINHO

ACERCA DOS ESCÂNDALOS DO DETRAN DO RIO GRANDE DO SUL E DE SÃO PAULO.
RUIM COM A POLÍCIA CIVIL, PIOR AINDA SOB O MODELO NEOLIBERAL QUE TENDE A TRANSFORMAR UM ÓRGÃO TRADICIONALMENTE POLICIAL CIVIL EM AUTARQUIA.
ALIÁS – PARA CONSOLO OU DESESPERO – TUDO AQUILO QUE É RUIM DENTRO DA ESTRUTURA DA POLÍCIA CIVIL, ACABA EM DESASTRE NOUTRAS MÃOS.
A VERDADE: CORRUPÇÃO POLICIAL É CONSEQÜÊNCIA POLÍTICA.
É RESULTADO DA VONTADE GOVERNAMENTAL.
O POLICIAL NÃO INVENTA, NÃO CRIA A CORRUPÇÃO…
É ARRASTADO PELAS DIRETRIZES DO GRUPO DE PODER.

DA ANARQUIA POLICIAL EM SÃO PAULO ( VALENDO TAMBÉM PARA O RIO DE JANEIRO e outros Estados)

INCABÍVEL ESTE PARADOXO: ‘na melhor das hipóteses, houve omissão. ‘Não é possível alguém ter policiais agindo desse jeito e não saber’, disse Geraldo Alckmin (quando, em 2001, substituiu a Diretoria do Denarc, mas sem tocar na composição estrutural do órgão).
Posto que – na melhor das hipóteses – conforme sua própria argumentação (aliás, uma falsa analogia) – todo “administrador público”, “quaisquer autoridades”, acabarão reputadas omissas ou coniventes com todas as irregularidades encontradas no âmbito das respectivas gestões.
O regresso ao infinito.
Todavia – GERALDO ALCKMIN, de maneira histórica, involuntariamente- promoveu a anarquia dentro da Polícia Civil.
Anarquia que não teve início, por exemplo, numa carceragem e acabou se estendendo ao gabinete do Delegado Geral.
A anarquia na Polícia Civil de São Paulo decorreu da manutenção do ex- Delegado Geral e do seu auxiliar imediato, quando pilhados, no ano de 2003, em conversação tratando do vazamento de interceptações telefônicas de determinado diretor de um DEINTER.

Conversação muito suspeita acerca do recebimento de propinas: acertamento com contraventores no gabinete do Delegado.
Além de referências aos fundos angariados pela esposa (do Diretor) junto de banqueiros do jogo do bicho.
Por outro aspecto, quanto ao nefasto episódio, a Assembléia Legislativa – por mero espírito de emulação com relação ao bloco opositor – deu total prestígio ao inquinado DELEGADO GERAL.
Ora, mesmo que inocente penal e administrativamente, os palavrórios na conversação, por si, eram suficientes para que fosse exonerado do maior cargo policial deste Estado.
O ex-governador não vislumbrou que a “segunda oportunidade”, o “voto de confiança” dado ao Delegado Geral acarretaria atos de corrupção jamais vistas; com total descrédito e desprestígio interno e externo da cúpula da Polícia Civil.
Chegando-se ao limite insuportável de se comparar o Conselho a uma “quadrilha”.
Assim, do Governador – no que tange a sua responsabilidade – verificam-se duas hipóteses:
PERMITIA OS DESVIOS DA CÚPULA ( apenas da cúpula);
OU NUNCA TEVE CONDIÇÕES – INTERNAS E EXTERNAS – DE REPRIMIR OS DESVIOS.
ENTENDA-SE: A CORRUPÇÃO INSTITUCIONALIZADA NOS MOLDES DE PIRÂMIDE INVERTIDA.
Pior: vislumbrando-se dela tomar proveito as bases governistas na Assembléia Legislativa.
Se verdadeiras tais abstrações:
ESTAMOS DEFUNTOS!
Ah; SEM CHORO!

CORRUPÇÃO INSTITUCIONALIZADA:“Confirmei tudo à Corregedoria. Mas eles não tomaram providências. Abriram um inquérito como se eu fosse caluniador”

Patrimônio de diretor do Denarc é investigado pelo MP
Além de enriquecimento ilícito, o delegado Everardo Tanganelli Júnior é suspeito de lavagem de dinheiro.
O policial tem salário de R$ 8 mil e acumulou bens avaliados em R$ 4,5 milhões.
Ele nega todas as acusações
Josmar Jozino e José Dacauaziliquá
O diretor do Departamento Estadual de Narcóticos (Denarc), delegado Everardo Tanganelli Júnior, um dos cardeais da Polícia Civil de São Paulo, está na mira do Ministério Público Estadual (MPE).
Ele é investigado por suspeita de enriquecimento ilícito e lavagem de dinheiro. Segundo promotores do Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado (Gaeco) de São Paulo, o policial tem salário de R$ 8 mil e acumulou um patrimônio de R$ 4,5 milhões.
Tanganelli nega todas as acusações.
Promotores de Justiça apuraram que Tanganelli é dono de seis fazendas no Mato Grosso do Sul; dois apartamentos de luxo em Moema, bairro nobre da Zona Sul de São Paulo; duas salas comerciais no Ibirapuera; um apartamento de frente para o mar na praia de Pitangueiras, no Guarujá.
Ele também é proprietário de dois terrenos no condomínio de alto padrão Riviera de São Lourenço, em Bertioga.
Uma das fazendas, comprada em 1996, custou R$ 750 mil.
O contrato de compra e venda estabelecia o pagamento em três parcelas.
Em entrevista à TV Bandeirantes, um dos ex-proprietários afirmou que até hoje sua família só recebeu a primeira parcela do dinheiro da venda da propriedade.
O ex-dono da fazenda disse ao Jornal da Band que passa por dificuldades financeiras.
Ele contou ainda que Tanganelli lhe ofereceu pedras preciosas como pagamento e também que o ameaçou, mencionando seu cargo de delegado e acrescentando que era uma pessoa muito importante e o mandou procurar os seus direitos na Justiça.
De acordo com promotores, Tanganelli responde a processos na Justiça por várias dívidas.
Os débitos com condomínios, empresas e pessoas físicas somam R$ 1,5 milhão.
O Gaeco apurou ainda que nas entregas de imposto de renda, o delegado declarou suas propriedades com preços inferiores aos valores de compra.
O Gaeco quer que o diretor do Denarc comprove seu enriquecimento.
Tanganelli entrou com ação na Justiça para tentar impedir a quebra de seu sigilo fiscal.
Ele passou a ser investigado depois de ser denunciado por corrupção pelo delegado Roberto Conde Guerra, seu ex-subordinado em Santos.
Antes de assumir a diretoria do Denarc, Tanganelli dirigia o Departamento de Polícia Judiciária do Interior 6 (Deinter-6), em Santos.
Na época, ele comandava a Polícia Civil nos municípios da Baixada Santista, Litoral Sul e Vale do Ribeira.
Em entrevista ontem ao JT, o delegado Roberto Guerra disse que, em julho de 2007, prestou depoimento ao promotor Cassio Conserino, do Gaerco de Santos, a quem denunciou que Tanganelli recebia R$ 50 mil por mês de propina de donos de bingos e de caça-níqueis e de banqueiros de jogo do bicho da Baixada Santista.
Roberto Guerra afirmou ainda que, em novembro de 2007, confirmou suas declarações à Corregedoria Geral da Polícia Civil. “Confirmei tudo à Corregedoria. Mas eles não tomaram providências. Abriram um inquérito como se eu fosse caluniador”, acrescentou.
Esse é o segundo caso investigado pelo Gaeco de São Paulo, nos últimos dias, envolvendo policiais conhecidos por sua atuação no Denarc.
Sexta-feira passada, o delegado Robert Leon Carrel foi preso sob a acusação de ter desviado 202 quilos de cocaína. Segundo o Gaeco, em 2003, Carrel e sua equipe apreenderam 300 quilos da droga com traficantes, mas apresentaram só 98 quilos.
Carrel também foi denunciado à Justiça pelo desvio de outros 327 quilos de cocaína, apreendidos em abril de 2003.
Antes de ser preso, ele atuava no Detran.
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CURIOSIDADES CLASSISTAS:
O responsável pelo inquérito, doutor Dovairdes Carmona Cogo, 2a classe, com tempo de carreira inferior ao Indiciado(2a. classe), instaurado para apurar crimes contra a honra – absurdamente deslocado para a Capital; mesmo não restando quaisquer dúvidas quanto ao domicílio do pretenso Réu, bem como nenhuma dúvida sobre o local da suposta ação delitiva – parece que esqueceu dos limites de suas atribuições.
O DELEGADO, EM VEZ DE RELATÓRIO, PRATICAMENTE OFERTOU DENÚNCIA.
A zelosa autoridade(2a.classe) – não obstante suscitarmos a necessidade da quebra do sigilo fiscal e bancário da “VÍTIMA(classe especial); para tal oferecemos alguns elementos – indeferiu as diligências.
Talvez pela força do dogma corporativista: DELEGADO CLASSE ESPECIAL – filho de Delegado Classe Especial – é rico e íntegro…
Ah, POR ATAVISMO!
CORREGEDORIA INDEPENDENTE OU MORTE!
E QUE NUNCA SE DIGA ORQUESTRAÇÃO DO MINISTÉRIO PÚBLICO…
SOMOS OS ÚNICOS CULPADOS.

ESTA É DA DIRETORIA! FELIZ DIA DOS NAMORADOS! 1

PALHAÇADA – Miltinho
Cara de palhaço
Pinta de palhaço
Roupa de palhaço
Foi este o meu amargo fim;
Cara de gaiato,
Pinta de gaiato,
Roupa de gaiato,
Foi o que eu arranjei pra mim.
Estavas roxa por um trouxa
Pra fazer cartaz,
Na tua lista de golpista
Tem um bobo a mais
Quando a chanchada deu em nada
Eu até gostei
E a fantasia foi aquela que esperei.
Cara de palhaço
Pinta de palhaço
Roupa de palhaço
Pela mulher que não me quer,
Mas se ela quiser voltar pra mim
Vai ser assim,
Cara de palhaço,
Pinta de palhaço
Roupa de palhaço
Até o fim!!!