“Defenda PM e Bolsonaro”. Eles se merecem. 7

Autor: Amigo do 9. andar da Brigadeiro Tobias 

Preliminarmente, Cel. Miler e Maj Olímpío são oficiais da mesma turma de Barro Branco(Aspirantes 1982).

O Olímpio é um parceiro das forças de segurança deste Estado, independentemente da instituição. Sempre se disponibilizou a apoiar, incondicionalmente, as pautas por melhores condições de trabalho e salarial das entidades de classe das instituições deste Estado.

O mesmo não pode ser dito em relação ao Cel. Elias, aluno mediano no Barro Branco, que decolou na carreira por ser lobista da PM no Congresso Nacional, graças a sua qualidade de bom articulador.

Ao passar para a reserva(aposentadoria) criou a entidade “DEFENDA PM”, cujo proposta básica não é defender as atribuições legais e constitucionais da PM, pelo contrário, é invadir as atribuições de outras instituições, com flagrante infração às disposições legais e constitucionais existentes, criando demandas absolutamente desnecessárias e infundadas para dar a PM a atribuição legal e constitucional que ela não tem.

Sem sombra de dúvidas, a PM presta relevantes serviços à população deste Estado, mas é inegável os recorrentes casos de abusos, muitos dos quais com resultado morte, repercutidos em parte pela mídia nacional, decorrentes de abordagens violentas, com flagrante violação dos protocolos existentes.

A existência de uma polícia judiciária, de natureza civil, para apuração de infrações penais protagonizadas por PM’s, é indispensável para a defesa do cidadão e do Estado Democrático de Direito. É a garantia de transparência que deve existir na apuração quanto à legalidade da atuação policial.

Não deve pairar dúvidas sobre a verdade real dos fatos, o que só é possível numa investigação imparcial, não maculada por nenhum interesse corporativo.

Para que amanhã ou depois, o cidadão não tenha que fazer parte da entidade “DEFENDA SE DA PM”, devemos ficar atentos às decisões judiciais e movimentações legislativas que possam acarretar o esvaziamento das atribuições legais e constitucionais das instituições existentes, e, por via reflexa, o enfraquecimento do controle na atuação dos integrantes das PM’s em todo o Brasil.

Como policial, não votei no Dória, e acertei em ter feito essa opção. Mentiu quando na campanha se comprometeu a recompor a precária situação salarial dos policiais no Estado, o que persiste até hoje. Em São Paulo, tanto policiais ativos como inativos, recebem um dos piores salários do Brasil.

Votei no Bolsonaro e me arrependi muito por isso. Sua bandeira de combate à corrupção, com a qual me identificava muito e acreditava que aconteceria, com a indicação de Sérgio Moro para o Ministério da Justiça, foi esgarçada em apenas um ano e meio de governo. Sérgio Moro pediu exoneração em razão, entre outras coisas, da flagrante e suspeita ingerência de Bolsonaro na Polícia Federal. Somando-se a isso, a inusitada negociação de cargos no 1º e 2º escalões da administração com o centrão (segmento”barganhento” da Câmara dos Deputados, que tem entre seus integrantes, vários condenados e processados por atos de improbidade administrativa).

O eventual envolvimento do filho Senador na chamada “rachadinha”, o firme propósito de indicar o outro, Deputado Federal, para a embaixada dos EUA, corroborado pela péssima atuação de vários ministros (relações exteriores, meio ambiente e educação), com verbalizações inoportunas, bem como sua própria oratória, repleta de palavras de baixo calão, vez ou outra com posturas que afrontam a liturgia do cargo que ocupa, são algumas das razões que fundamentam meu arrependimento. Sem falar na indisfarçável indiferença às milhares de mortes de brasileiros pela covid-19, bem como a enorme capacidade de desagregação em tudo o que põe a mão ou comenta.

Felizmente, as instituições se mostram muito mais consolidadas nos dias de hoje. A “ruptura”, conforme palavras do filho, é algo muito improvável que aconteça. Somos uma democracia consolidada. A bem da verdade, somos muito mais do que 70%.
Não é uma minoria que além de não ver, não enxergou o que o despreparo e a insensatez de quem detém o poder pode acarretar. Nada vai impedir o Brasil de corrigir seus erros e seguir seu destino como uma das grandes nações do mundo.

  1. Quantos governadores interferem na escolha do SSP e do DGP ? Ou todos foram colocados ali por votação dos seus membros? Esse papo de interferencia na PF não cola porque todo governador e prefeito escolhem seus subordinados a dedo, de sua confiança.

    Sobre o filho rachadinha, esse que se foda. Tem vários indícios contra ele e merece ser afastado, se comprovado.

    Agora, já que a PM é tão ruim, na hora do aperto liguei 197 em vez de 190.

    Primeiro que não temos contingente, segundo que os que estão na ativa vão alegar mil desculpas e não irão te ajudar.

    Dependendo da região, o GOE/GARRA, provavelmente, estará passando por algum bairro nobre fazendo desfile, enquanto o resto estará em casa e não aceitará que voce atrapalhe o sono deles.

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  2. circo completo. uma coisa é verdade. se voce precisar de apoio emergencial, pode gritar no caneco a vontade porque o mais proximo a te prestar auxilio vai demorar uma hora pra chegar. Acabaram com a Policia judiciaria. Talvez antevendo que poderiamos, em sonho, nos tornarmos uma policia judiciaria independente como a federal, foram nos extinguindo ate não sobrar uma sombra de vontade. demissoes arbitrarias, perseguições, falta de investimento pessoal, material eed ai por diante. Planos mirabolantes para blindar o governo fazendo de conta que temos segurança. e Assim estamos nos dias de hoje! Não sei quanto tempo de policia tens, mas antigamente, distrito com 300 malas presos, equipe de 5 policiais, tocava-se inquerito, PM pedia licença para entrar; viatura era um gol quadrado fudido, arma um revolver com mais ferrugem que ferro, saia de papel timbrado dizendo que voce era policial, ate chegar funcional e distintivo. e a malandragem respeitava. se voce gritasse PRIORIDADE, ate delegado geral se tivesse na rua chegava na ocorrencia, ou apos tomar ciencia elogiava na rede. Corregedoria, te tratava como profissional e não tinha o animus fudence. se devesse e tivesse prova era pote, senao, arquivava e vida segue. HOJE, ninguem nos respeita. Nem PM, nem GCM, nem ninguem! infelizmente os novos não saberão o que foi essa policia! e olha que torcia pela evolução da instituição! Mal sabia que essa evolução era o caminho para a extinção!

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  3. Caro amigo Guerra, em pleno momento de protestos pulverizados por todo o mundo contra a violência, o preconceito e o arbítrio das polícias, pulverizados por todo o mundo, o comentário é o retrato fiel da realidade brasileira nas periferias das grandes cidades.

    Neste final de semana, tivemos a oportunidade de assistir, em quase todos os programas jornalísticos das emissoras de televisão do Brasil, quiça de outros países do mundo, o quão violentas e arbitrárias são boa parte das abordagens feitas pela polícia militar. Numa delas( Município de Barueri), o rapaz está sentado na calçada e, de repente, estaciona a viatura da PM, dela desembargando policiais distribuindo, graciosamente, socos, chutes, golpes de cassetete, tanto no rapaz, bem como em quem dele se aproximava.Na outra(Jardim Tranquilidade/Jaçanã), o mesmo “modus operandi” acrescido do fato de terem arrastado a vítima ao subirem uma escadaria do local.

    Com certeza a “DEFENDA PM” deve estar ajuizando ações para “trancar” eventuais investigações feitas pela Polícia Civil a respeito, ou para impedir que instrumentos usados na prática criminosa sejam apreendidos para a devida perícia.

    Espero que as autoridades judiciais da região de São José do Rio Preto tenham assistido também as reportagens, o que, com certeza, vai auxiliar na formação do livre convencimento fundamentado ao decidir questões afetas às atribuições das instituições policiais quanto a apuração das infrações penais COMUNS perpetradas por policiais militares.

    Não obstante às inúmeras manifestações mundiais de protestos contra a violência policial, paradoxalmente o Ministério dos Direitos Humanos do Brasil, em flagrante contramão de direção em relação a todas as demais nações democráticas, no relatório anual sobre violência, SONEGOU a mais importante das informações, ou seja, a que consolidava os casos de violência policial.

    Que ministra dos direitos humanos do cacete é essa?

    É a do cacete e bala, só pra agradar o chefe e preservar a cadeira é lógico.

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  4. Caro amigo Guerra, em pleno momento de protestos pulverizados por todo o mundo contra a violência, o preconceito e o arbítrio das polícias, o comentário é o retrato fiel da realidade brasileira nas periferias das grandes cidades.

    Neste final de semana, tivemos a oportunidade de assistir, em quase todos os programas jornalísticos das emissoras de
    televisão do Brasil, quiça de outros países do mundo, o quão violentas e arbitrárias são boa parte das abordagens feitas pela polícia militar. Numa delas( Município de Barueri), o rapaz está sentado na calçada e, de repente, estaciona a viatura da PM, dela desembarcando policiais que, graciosamente, passaram a distribuir socos, chutes, golpes de cassetete, tanto no rapaz, bem como em quem dele se aproximava.Na outra(Jardim Tranquilidade/Jaçanã), o mesmo “modus operandi” acrescido do fato de terem arrastado a vítima ao subirem uma escadaria do local.

    Com certeza a “DEFENDA PM” deve estar ajuizando ações para “trancar” eventuais investigações feitas pela Polícia Civil a respeito, ou para impedir que instrumentos usados na prática criminosa sejam apreendidos para a devida perícia.

    Espero que as autoridades judiciais da região de São José do Rio Preto tenham assistido também as reportagens, o que, com certeza, vai auxiliar na formação do livre convencimento fundamentado ao decidir questões afetas às atribuições das instituições policiais quanto à apuração das infrações penais COMUNS perpetradas por policiais militares.

    Não obstante às inúmeras manifestações mundiais de protestos contra a violência policial, paradoxalmente o Ministério dos Direitos Humanos do Brasil, em flagrante contramão de direção em relação a todas as demais nações democráticas, no relatório anual sobre violência, SONEGOU a mais importante das informações, ou seja, a que consolidava os casos de violência policial.

    Que ministra dos direitos humanos do cacete é essa?

    É a do cacete e bala, só pra agradar o chefe e preservar a cadeira é lógico.

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  5. Caro amigo Guerra, em pleno momento de protestos pulverizados por todo o mundo contra a violência, o preconceito e o arbítrio das polícias, o comentário é o retrato fiel da realidade brasileira nas periferias das grandes cidades.

    Neste final de semana, tivemos a oportunidade de assistir, em quase todos os programas jornalísticos das emissoras de
    televisão do Brasil, quiça de outros países do mundo, o quão violentas e arbitrárias são boa parte das abordagens feitas pela polícia militar. Numa delas( Município de Barueri), o rapaz está sentado na calçada e, de repente, estaciona a viatura da PM, dela desembarcando policiais que, graciosamente, passaram a distribuir socos, chutes, golpes de cassetete, tanto no rapaz, bem como em quem dele se aproximava.Na outra(Jardim Tranquilidade/Jaçanã), o mesmo “modus operandi” acrescido do fato de terem arrastado a vítima ao subirem uma escadaria do local.

    Parabéns ao Delegado de Polícia que, em um dos casos, ao ao assistir o vídeo e constatar que foi induzido a erro pelos policiais militares que noticiaram o fato, tempestivamente, lavrou outro RDO por TORTURA e FALSO TESTEMUNHO tendo como indiciados os policiais militares que apresentaram inicialmente a ocorrência.

    Com certeza a “DEFENDA PM” deve estar ajuizando ações para “trancar” eventuais investigações feitas pela Polícia Civil a respeito, ou para impedir que instrumentos usados na prática criminosa sejam apreendidos para a devida perícia.

    Espero que as autoridades judiciais da região de São José do Rio Preto tenham assistido também as reportagens, o que, com certeza, vai auxiliar na formação do livre convencimento fundamentado ao decidir questões afetas às atribuições das instituições policiais quanto à apuração das infrações penais COMUNS perpetradas por policiais militares.

    Não obstante às inúmeras manifestações mundiais de protestos contra a violência policial, paradoxalmente o Ministério dos Direitos Humanos do Brasil, em flagrante contramão de direção em relação a todas as demais nações democráticas, no relatório anual sobre violência, SONEGOU a mais importante das informações, ou seja, a que consolidava os casos de violência policial.

    Que ministra dos direitos humanos do cacete é essa?

    É a do cacete e bala, só pra agradar o chefe e preservar a cadeira é lógico.

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  6. Péssimo. Totalmente desinformado. Olímpio é um traidor mentiroso. Sabemos bem que Moro foi um safado pilantra. Mais uma narrativa de arrependido de alguém que provavelmente nem votou no Bolsonaro e se votou não sabe nem consegue entender o cenário político.

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