André Caramante quer briga de bêbado contabilizada como letalidade da polícia 38

Impedido de tragar narguilé em bar, PM mata cabeleireiro

Soldado usou arma da Polícia Militar para promover terror em bar da zona leste de SP

André Caramante, Do R7

Bar onde o soldado da PM de SP Samuel Pine Garcia Rosa matou cabeleireiro, após não conseguir tragar narguilé
Google Street View/Reprodução

O soldado da Polícia Militar de SP Samuel Pine Garcia Rosa, 30 anos, e seu irmão, o professor Daniel Pine Garcia Rosa, 29, foram presos em flagrante no começo da madrugada deste domingo (14), após o PM assassinar com um tiro o cabeleireiro José Raimundo Ribeiro dos Santos, 40, te também disparar contra um comerciante e dar coronhadas em um pedreiro.

Os crimes aconteceram em um bar do Itaim Paulista, na zona leste de São Paulo e, segundo testemunhas ouvidas pela Polícia Civil e pela Corregedoria da Polícia Militar, foram motivados porque o soldado Samuel e seu irmão foram impedidos de tragar um narguilé (cachimbo de vidro usado para fumar tabaco aromatizado).

Apesar de cometido com uma pistola .40 da Polícia Militar do Estado de São Paulo, em poder de um soldado treinado pelo Estado para integrar as suas forças de segurança, o assassinato do cabeleireiro José dos Santos não entrará para a estatística oficial sobre letalidade policial.

Quando a Secretaria da Segurança Pública apresentar as estatísticas criminais em seu site, a morte do cabeleireiro José dos Santos será classificada como um homicídio doloso praticado por qualquer cidadão comum. A pasta estadual explicita apenas “mortes em decorrência de intervenção policial”, antes chamadas de “resistência [à prisão] seguida de morte”.

A não classificação de assassinatos cometidos por PMs fora do horário de trabalho como parte da letalidade policial, como no caso da morte do cabeleireiro José dos Santos, representa uma omissão de 18,5% do total de mortos por PMs no Estado de São Paulo. Essa constatação só é possível a partir da análise dos dados do Centro de Inteligência da Polícia Militar.

Entre mortes cometidas durante o trabalho e durante a folga, PMs mataram 10.379 pessoas em São Paulo, no período de julho de 1995 a julho deste ano. Foram 8.453 mortos por PMs em “mortes decorrentes de intervenção policial”, os supostos confrontos e mais 1.926 mortes como a do cabeleireiro José dos Santos, em situações como brigas de trânsito, por motivos passionais, vingança e etc.

Os números históricos da guerra entre PMs e população civil Arte R7 e André Caramante

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Tragada no narguilé

Na versão do crime apresentada à Polícia Civil por três testemunhas, por volta das das 4h50 de domingo (14), o soldado da PM Samuel, armado com uma pistola .40 pertencente à Polícia Militar de SP e e vestido com roupas comuns, foi com seu irmão ao bar para beber.

Depois de alguns goles na parte interna do bar, o PM Samuel e seu irmão resolveram pegaram algumas cervejas para tomá-las do lado de fora do lugar.

Quando chegaram à calçada do bar, o PM Samuel e seu irmão caminharam na direção de um grupo de jovens que fumavam narguilé e pediram para dar umas tragadas também.

Ao ouvir como resposta que esperassem os jovens que estavam ali fumar primeiro, o PM Samuel se revoltou e chutou o cachimbo de vidro, que foi destruído em vários pedaços.

Logo após destruir o narguilé, o PM Samuel agarrou um dos adolescentes pelo pescoço e o ameaçou de morte. Enquanto o policial apertava a garganta do jovem, o dono do bar, Nivaldo Gonçalves de Sousa, 49 anos, partiu em defesa do rapaz e tentou puxar o policial militar.

Ao mesmo tempo em que Nivaldo afastava o PM Samuel do jovem, o irmão do soldado, Daniel, puxou pegou Gláucia Molina de Sousa, 37 anos, pelos cabelos e acertou um tapa em seu rosto. Gláucia é mulher de Nivaldo e o ajudava no atendimento aos clientes. Após a agressão, ela fugiu correndo do bar para chamar a polícia.

Impedido por Nivaldo de continuar a tentar esganar o jovem, o PM Samuel tirou sua arma da cintura e atirou, uma vez contra o rapaz e outra contra o comerciante Nivaldo de Sousa, mas não acertou nenhum dos dois, que correram.

Impôs pânico 

Ainda segundo as testemunhas, fora de controle, o PM Samuel passou a apontar sua arma contra os outros frequentadores do bar e também deu uma coronhada na testa do pedreiro Paulo Ferreira da Silva, 41 anos, tio do jovem que foi pego pelo pescoço pelo policial militar.

Quando se virou na direção do cabeleireiro José Raimundo Ribeiro dos Santos, 40, o PM Samuel o acertou com um tiro. Antes de fugir do bar, o policial militar e seu irmão ainda continuaram a agredir as outras pessoas que lá estavam.

Levado para o Hospital Santa Marcelina, em Itaquera, pelo comerciante Nivaldo, o cabeleireiro José dos Santos já chegou morto ao pronto-socorro.

O PM Samuel e seu irmão Daniel foram localizados por policiais militares a cerca de cem metros do bar onde aconteceram o homicídio contra o cabeleireiro José, a tentativa de homicídio contra o comerciante Nilvaldo e a lesão corporal contra o pedreiro Paulo.

PM fica calado e irmão nega briga por narguilé

Questionado pelo delegado Marcelo Marques de Oliveira, do 50 DP (Itaim Paulista), o PM Samuel não quis apresentar sua versão sobre o crime. Até a conclusão desta reportagem, ele não havia constituído advogado de defesa.

Na tentativa de justificar a morte do cabeleireiro José dos Santos, o professor Daniel, irmão do PM que o matou, disse ao delegado que a confusão no bar começou quando a vítima os provocou ao perguntar por qual motivo os irmãos ficaram à porta do banheiro do bar, um esperando o outro utilizá-lo.

Segundo a versão do professor Daniel, ele e o cabeleireiro José discutiram enquanto o PM Samuel estava no banheiro. Daniel afirmou ter levado uma gravata de José e, caído no chão, foi agredido por ele com um chute no rosto. Foi no momento da agressão que, de acordo com o professor, o PM Samuel deixava o banheiro e partiu em sua defesa, identificando-se como policial militar.

O professor Daniel disse ao delegado que o cabeleireiro José também tentou aplicar uma gravata no PM Samuel e ainda quis pegar a arma do policial que, somente nesse momento, o acertou com um tiro.

O professor Daniel disse ao delegado que o cabeleireiro José também tentou aplicar uma gravata no PM Samuel e também pegar sua arma e, somente nesse momento, o policial o acertou com um tiro.

Daniel negou em seu depoimento que os crimes no bar foram motivados pela discussão após os jovens terem impedido ele o PM Samuel de fumar narguilé. Daniel também não tinha constituído advogado de defesa até a conclusão desta reportagem.

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A PM não mata muito, a PM mata pouco e,  por vezes,  erroneamente . 

Tanto que os líderes do PCC estão por aí bem vivos.

A maioria dos policiais militares da reserva trabalharam 30 anos sem disparar única vez contra uma pessoa. 

A PM, no mínimo, em São Paulo deveria ter eliminado uns 100.000 criminosos durante esse período. 

De qualquer forma, bandido não tem medo de bala. 

Criminoso, principalmente jovem, pensa que com ele nunca irá acontecer.

Bandido tinha medo de ser “detido para averiguações” , ou seja, para ser torturado por dias, semanas e meses…

Depois, conforme o caso, enterrado sem deixar vestígios .

Estamos no Brasil; aqui criminoso é parido em ninhada.

Todo ladrão, de regra,  é filho de uma vadia com um vagabundo qualquer; o tipo de gente que a Polícia pode ( deveria ) matar e arrebentar a  vontade sem perder o direito de ir para o céu.

Direitos absolutos apenas para pessoas honestas e benfeitoras.  

Um Comentário

  1. A UNICA COISA CERTA DA ” COMISSÃO DA MENTIRA ” É A PROPOSTA DE ACABAR COM A PM, APESAR DO IMPORTANTE TRABALHO PARA A SOCIEDADE, É TB UMA FABRICA DE MALUCOS, REVOLTADOS Q MUITOS FICAM COM O FAMIGERADO TREINAMENTO MILITAR. POLÍCIA É ESSENCIALMENTE JUDICIARIA E COMUNITARIA. DESMILITARIZAR JÁ, QUEM TOCA A PM SÃO DE SOLDADOS A SARGENTOS, Q SÓ SÃO FERRADOS PELOS OFICIAIS. ACABAR COM A JUSTIÇA MILITAR, EXCRESCÊNCIA DO A. I. 5 DA DITADURA, UNICA TRANQUEIRA Q SOBROU DA ABERTURA DEMOCRÁTICA.

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  2. Não vou comentar, não estava lá para saber o que realmente aconteceu.

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  3. Essa estória tá quadrada pra caraleo … PM em bar de quebrada pedindo para fumar narguilé em funçãozinha com uma arma na cintura e depois baixando a pomba-gira e dando uma de loko sem motivo ? difícil acreditar …

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    • Também acho meio esquisito!
      Não seria o contrário, ou seja, o PM não deixou os maconheiros fumar a porra do “narguilé” em público deboche ?
      Na continuidade os rapazes cheios de direito e razão foram para cima e um tomou no peito?
      De qualquer forma, o CARAMENTE mente mesmo, já está mais do que comprovado.
      É tão mentiroso e descarado que copiou uma mentira que foi publicada aqui no FLIT e publicou como sua…Hehehehehe!!!!!!!
      E depois – para não ficar mal na fita – disse que as fontes foram delegados do DHPP e Oficiais da Corregedoria da PM.
      Foi nada!

      ( Japa da pipoca que morreu picadinho )

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  4. Olha vamos lá:

    1- nunca vi versões tão antagônicas. Nao sei quem ta mentindo. Agora CASO nao sejam os Pms e montaram uma história dessa….vixi…nem vou completar….mas tiro 148 anos de ponta a ponta com um sorriso no rosto, pq eu ia buscar até a 5 geração….(de novo: CASO a versão do PM seja verdadeira).

    2 – pela ultima vez: bar + periferia + policia = nao combina. Pega sua mulher , seu amigo e larga a mão de ser mão de vaca e vai pra Pinheiros. Só gente bonita, na maioria que nao utilizam e nao utilizaram nada publico (escola, hospital)…ou seja : nao se misture com lugares de pobre .

    3 – o jornalista quer é fuder o bônus. Isso mostra que ter uma policia bem paga e eficaz vai de encontro aos pensamentos dos jornalistas. Eles querem uma policia mal paga para vibrar com notícias como essa. Ouso dizer que ele até goza.

    Burro são os “puliça” que dão esse gosto.

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  5. acorda POLÍCIA…..o mar não tá pra peixe…tem que ficar na miuda … faz o arroz/feijão e não dá mole não…

    ainda mais nestes tempos de inimigos declarados…pcc , políticos , pobres com celulares de última geração , jornalistas bem como dos superiores hierarquicos…

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  6. Por quê nenhum jornalista escreve a violência sofrida dos policiais?

    Há alguns meses, vi em uma matéria um lixo atirando contra um policial, e este ao solo, agonizando, levou chutes e uma cusparada…

    Parece que a violência sofrida pelos agentes é aceitável….agora contra um ex-preso é inaceitável….

    Um policial, ao entrar em uma favela atrás de um ladrão, é hostilizado, humilhado, fazem de tudo para dificultar seu trabalho, até tem risco de morrer….

    Se um policial der um grito ao pé do ouvido do mala, é imprensa, corregedoria, familiar do lixo, superiores,etc etc… enchendo o saco….

    Mais injusto ainda é alguém praticar um latrocínio, estupro, e logo após cumprir sua pena, seus antecedentes sair “nada consta”.

    Competem de igual para quem nunca teve qualquer tipo de passagem…

    Já passou da hora deste país “pegar” alguns políticos corruptos de exemplo e pendurá-los em postes na via pública, fazer um corte em seus pescoços e deixá-los agonizando até morrer….e deixar um recado objetivo: que sirva de exemplo, pois o próximo será você.

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  7. ” O Como Vejo ” disse tudo em seu ítem 02. Eu reforço a ideia dele. Não sei pq Policial insiste em frequentar boteco fuleiro. Porra, será que o PM é tão burro a ponto de não ter este discernimento?

    Sei que Policial é um cidadão comum que tem direito a diversão, entretenimento, mas PQP procure um lugarzinho melhor. E não venha com está histórinha que ganha pouco que não cola. Não existe soldado da PM hj em dia ganhando menos que 3 mil por mês. Fora os bicos que muitos fazem e lhe propiciam aumento nos rendimentos. Quantas pessoas neste Brasilzão desgraçado ganham 3 contos?

    Então, Srs Policiais, se estão frequentando lugarzinho ” boca de porco ” onde só tem zé povinho, maloqueiro vc tem mais é que se fuder mesmo, afinal reitero o raciocínio do colega acima, Policia em lugar onde só tem gente de baixo nível não vai dar coisa boa….

    Abraços

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  8. O dia que pegarem o zé buceta que passa fofoca pro camarante espero que seja derretido em ácido ainda vivo

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  9. Pm ganhando inicial de 3000,00 é boa, hoje aluno soldado ganha 3700,00 líquidos, é mole ou quer mais, imagine nós carcepols com 20 anos levando 4250,00

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  10. Andre Caramente como sempre. Este sujeito é incapaz de escrever matéria de forma honesta. Quando vejo matéria assinada por ele já espero deturpações e distorções. Parece ser este o ponto alto do estilo dele.

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  11. quer saber já foi trade a verdade que a sociedade não quer ver é que a polícia esta enfraquecida vai no exterior a chibata como solta , direitos humanos nen pensar afronta Policial Americano, Coreano, Alemão, Filipino, Chinês , Japones, fuma maconha na cara deles e também pode afrontar Policial Israelense , o arabe fuma maconha na cara deles despois diz o resultado ou então ofende eles ou tenta tirar arma deles ou agredi-los.

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  12. PIOR….

    TAI A DIFERENÇA DE NÓS VIVERMOS EM UM REGIME DE CLEPTOCRACIA…

    AOS HONESTOS NADA……
    AOS DESONESTOS TUDO…

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  13. Sem entrar no mérito da questão, mas se o PM fosse morto. Pergunto. A família do PM receberia o seguro do Estado?

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  14. Engraçado três anos depois da criação do PCC passou-se a matar mais policial. Culpa do PT.

    Um ano depois de assumir o governo de São Paulo, sabe o que estou falando. Vinte anos depois os índices continuam latentes.

    Amigos esse gráfico é bem interpretativo, mas reflete a politica de insegurança, ao optar pelo confronto em detrimento da inteligência. Isso da para afirmar com certeza. Mas para outros a culpa é do PT, o Estado de São Paulo comprovado alguma irregularidade ou a batata assar o estado é vitima. O resto se for algo é mera coincidência.

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  15. Avatar de cel pm. disse : O Caramente nunca foi um cara bom ! há uns 3 anos ele era uma graça ! cel pm. disse : O Caramente nunca foi um cara bom ! há uns 3 anos ele era uma graça ! disse:

    um dos cagoetas era o ex oficial da pm , ex secretário de segurança Dr. A.F.P. , que recebia diariamente o famigerado reporter, com as devidas bençãos da policia militar, que se deleitava com as tendenciosas linhas grafadas em prejuízo da policia civil e seus integrantes. Agora que o cara virou a casaca e ataca todo mundo , agora ele é o maior F.d. p. , antes ele era joinha ! para alguns, não é Coroneis PM ?!

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  16. Policial, encontrou zica na folga, tem só duas.opçoes : 1) toma atitude e se fode 2) pega a carteira, sua arma e sua moral, enfia no rabo e vai embora.
    País adm por vagabundagem, para vagabundagem.

    Dica: beba em casa , bar, nem pensar…

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  17. Esse CARAMENTE é um verdadeiro fanfarão, quando nasceu a sua parideira jogou o feto fora, e criou a placenta, um grade babaca querendo aparecer as custas dos outros.

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  18. E aí será que essa fita não foi filmada???? Será que não foram distribuidas cameras para os nóias da leste?????

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  19. ANDRÉ CARAMENTE, DEMITIDO DA FOLHA DE S. PAULO, AGORA ESCREVE NO JORNAL DO BAIRRO EM QUE MORA E, POR VEZES NO R7. ALGUÉM LÊ?!…

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  20. A PM MATA MUITO? E O OUTRO LADO ? ESTRANHO, PORQUE NÃO PERGUNTAM PARA ELES O PORQUE DE TANTO LATROCÍNIO EM SÃO PAULO. QUAL É A IDEIA, ROUBA MAIS NÃO MATA !
    TA DIFÍCIL SABER O Q O POVO QUER, ACHO QUE O FIM DOS ROUBOS, PODER ANDAR COM SEU CARRO, JANTAR SEM SER ROUBADO, COISAS QUE HOJE SÃO ARTIGOS DE LUXO, A NÃO SER PARA AQUELES QUE PAGAM UNS QUINZE SEGURANÇAS DAQUELA EMPRESINHA DO DR. DELEGADO, NÃO E !
    A me ajuda ai, é uma inversão de valores descabida. Isso só porque favorece a uma minoria que ganha muito com essa insegurança. DELEGADOS, CORONÉIS ESSES SIM SÃO O CÂNCER DESSA SOCIEDADE QUE VIVE TRANCADA EM SUAS CASAS.

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  21. Esses repórteres são MARXISTAS ou BOBOS.
    Querem por que querem acabar com a PM para implantar o comunismo no BRASIL.
    Em qualquer país de primeiro mundo, BANDIDO É BANDIDO – quando o cara escolhe esse caminha já sabe que vai se ferrar.
    DIREITO HUMANOS SÓ PARA HUMANOS!
    JAIR BOLSONARO PARA PRESIDENTE 2018.

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  22. E ESSA COMESSÃO DA VERDADE, QUE LIXO!
    E NÓS TEMOS QUE FINANCIAR ESSA “CHEISE” COM OS NOSSOS IMPOSTOS – DINHEIRO DESVIADO DE CRECHES E ESCOLAS QUE PODERIAM DAR ALGUMA EDUCAÇÃO PARA O NOSSO POVO, A FIM DE TORNÁ-LO MENOS RECEPTIVO A ESSE TIPO DE ENGANAÇÃO.

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  23. Todo ladrão, de regra, é filho de uma vadia com um vagabundo qualquer; o tipo de gente que a Polícia pode ( deveria ) matar e arrebentar a vontade sem perder o direito de ir para o céu.

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  24. Na minha opiniao, todo policial civil e militar, de regra, é filho de uma vadia com um vagabundo qualquer; o tipo de gente que a sociedade pode ( deveria ) matar e arrebentar a vontade sem perder o direito de ir para o céu.

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    • Ronaldo,

      Aqui todo mundo sabe o que a sociedade pensa e deseja para os seus policiais .

      A Polícia odeia o cidadão porque no Brasil o cidadão odeia a sua Polícia, embora dela não queira abrir mão.

      De qualquer maneira não fique preocupado que a Polícia não sairá matando ladrões a baciada, você não corre muito perigo!

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  25. O ex-juiz Tovani omite fatos, companheiros. Recentemente, ele deu entrevista para o tal repórter. Curioso, né?

    Após chacina, ex-membro da Corregedoria da PM de SP está foragido há 7 anos

    Sargento se aposentou pouco depois de crime do qual é acusado de ser o mandante

    André Caramante, Do R7

    Durante anos, o sargento da Polícia Militar do Estado de São Paulo José Aparecido Ferreira, 58 anos, fez parte da Corregedoria (órgão fiscalizador) da corporação. Era P2, como são chamados no jargão policial os PMs que, disfarçados e à paisana, têm a missão de investigar e prender outros militares suspeitos de crimes e os criminosos comuns que matam policiais.

    Hoje, o sargento da PM Ferreira está em posição oposta. No jogo de gato e rato, ele está sempre um passo à frente. Usa o que aprendeu na corregedoria para escapar dela. É contra o veterano policial que está em aberto o mandado de prisão mais antigo à espera de cumprimento por parte da mesma Corregedoria da PM que ele integrou durante nove anos.

    Ferreira tem prisão preventiva decretada pelo 2º Tribunal do Júri de São Paulo, em Santana (zona norte de São Paulo), por ser réu desde 2007 em um processo no qual é acusado de participar como mandante de uma chacina contra três vizinhos — mãe, filha e o namorado da jovem. Outras quatro pessoas, duas delas filhas e dois amigos do sargento Ferreira, também foram acusadas pelo crime.

    Ao decretar a prisão do sargento, o juiz Rogério de Toledo Pierri afirmou que o militar recebeu proteção dos colegas de corporação para fugir do Jardim Brasil após a chacina e também para tentar acobertar o crime.

    Segundo um dos advogados do PM foragido, em 2013 ele compareceu à sede da Associação de Cabos e Soldados da PM de SP para pedir ajuda para manter sua aposentadoria. O sargento Ferreira recebe cerca de R$ 5.000 (mensais) brutos.

    A dona de casa Vera Cristina Molina, 39 anos, sua filha, a estudante e vendedora Thamirys Molina Keid, 19, e o noivo da garota, Rafael da Rocha e Silva, 22, foram mortos a tiros, segundo o Ministério Público e Polícia Civil, por conta de uma briga com familiares do sargento Ferreira. Horas antes da chacina, Vera, motorista de carteira nova, manobrava seu carro para guardar na garagem de casa quando o veículo deu um solavanco e assustou uma das filhas do PM, que passava na rua onde as famílias viviam naquele momento.

    A prisão do sargento, conhecido como “Banana” nas ruas da zona norte de São Paulo, é considerada questão de honra entre os policiais do P2 da PM de São Paulo. Foragido desde julho de 2007, quando pediu para ser reformado (aposentado) da PM, o sargento vive hoje com um salário bruto mensal de R$ 5.086,58, pago pela SPPrev (São Paulo Previdência), órgão previdenciário do Estado de São Paulo, e com o dinheiro resultante da venda da casa onde morava com a família até ser acusado da morte dos vizinhos.

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    Governo de SP diz ter procurado sargento da PM antes do fim das investigações sobre chacina

    Apesar da gravidade dos crimes atribuídos ao sargento Ferreira pela Promotoria e pelo DHPP (Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa), da Polícia Civil, não há menção ao militar na página de procurados da polícia paulista. Nas quase 3.000 páginas do processo pela chacina da qual é acusado, existe apenas uma fotografia do sargento Ferreira.

    O sargento José Aparecido Ferreira é réu em processo pela morte de três vizinhos
    O sargento José Aparecido Ferreira é réu em processo pela morte de três vizinhos
    Reprodução
    Quando determinou a suspensão do pagamento da aposentadoria ao sargento, em junho de 2012, o juiz Alexandre Andreta dos Santos, do 2º Tribunal do Júri, escreveu: “Criou-se um paradoxo. O Estado que está à procura do réu no intuito de fazer cumprir a ordem de prisão [preventiva] e a citação [sobre o processo pelas três mortes], agora está financiando sua fuga por meio do benefício da aposentadoria. Para resolvê-lo, deve-se sopesar quais dos direitos em análise devem ceder, isto é, a eficácia do processo e da ordem judicial, ou o direito ao benefício do INSS [Instituto Nacional do Seguro Social]”.

    A suspensão do pagamento do benefício de Ferreira aconteceu efetivamente pela primeira vez em julho de 2013, quando o coronel David Antônio Godoy, diretor de benefícios militares da SPPrev, informou que o valor seria retido em uma conta bancária da entidade previdenciária.

    Apenas dois meses após a retenção do benefício previdenciário do sargento Ferreira, a 8ª Câmara de Direito Criminal, formada por cinco desembargadores do Tribunal de Justiça de São Paulo, concedeu liminar favorável ao foragido e ele voltou a receber a aposentadoria da SPPrev.

    O advogado do sargento Ferreira na questão previdenciária, Frederico Nogueira, do corpo jurídico da Associação de Cabos e Soldados da PM de SP, argumentou aos desembargadores que “a suspensão do benefício causa-lhe prejuízos imensuráveis, uma vez que é a sua única fonte de renda, bem como de sua família”, e ele voltou a receber sua aposentadoria.

    A conta bancária na qual é depositada mensalmente a aposentadoria do sargento Ferreira é registrada na agência do Banco do Brasil da avenida Guilherme Cotching, na Vila Maria, zona norte paulistana. No dia 29 de setembro, o juiz Raphael Garcia Pinto, do 2º Tribunal do Júri, determinou a quebra do sigilo bancário do militar foragido e que o banco informe como ele saca seus vencimentos.

    Comprovante de pagamento realizado em agosto ao sargento José Ferreira Aparecido, foragido da Justiça
    Comprovante de pagamento realizado em agosto ao sargento José Ferreira Aparecido, foragido da Justiça
    Reprodução
    O advogado Frederico Nogueira afirmou não ter autorização para falar sobre as questões jurídicas do sargento Ferreira. Segundo ele, somente o dono do escritório para o qual trabalha e que presta serviços para a Associação de Cabos e Soldados da PM de SP, o também advogado Ronaldo Tovani, poderia se manifestar sobre a questão previdenciária de Ferreira.

    ‘Ano passado, ele apareceu na sede dos Cabos e Soldados’

    “Um dia, no ano passado, ele [Ferreira] apareceu na Associação de Cabos e Soldados e pediu para cuidarmos da questão da suspensão da aposentadoria dele. Como não gosto do juiz nem do promotor que cuidam do caso [da chacina, no Tribunal do Júri], já que ambos são autoritários, fizemos uma petição para reverter a suspensão do pagamento do sargento. E foi isso o que aconteceu”, disse Tovani.

    “Não cuidamos da questão dos homicídios. Na Associação de Cabos e Soldados não pegamos casos de homicídio em andamento. Para ele não achar que, caso venha a ser preso um dia, fomos nós que o denunciamos, nem nos preocupamos em saber onde ele vive. Apenas perguntei um endereço que ele queria declarar e mais nada”, concluiu Tovani.

    José Avanildo de Lima, advogado nomeado mês passado pela Defensoria Pública para atuar na defesa do sargento Ferreira, afirmou ao R7, na quinta-feira (9), não ter sido notificado oficialmente sobre sua designação, mas que pretende atuar no processo. “Ainda não sei nada sobre o caso. Fui informado por você agora, mas vou passar a defendê-lo assim que for intimado pelo Tribunal do Júri onde tramita o processo”, explicou Lima.

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  26. E tem mais essa aqui, hein:

    São Paulo, sábado, 03 de setembro de 2011

    Policial civil que ganha R$ 3.500 é dono de apartamento de R$ 2 mi

    Despesa mensal só com o condomínio de edifício em área nobre de São Paulo é de R$ 2.500

    Agente é investigado pela Corregedoria por evolução patrimonial incompatível com o salário que recebe

    ANDRÉ CARAMANTE
    DE SÃO PAULO

    A Corregedoria da Polícia Civil de São Paulo investiga a evolução patrimonial do agente Ismar José da Cruz, tido como um expert do departamento de narcóticos do Estado.
    A vida confortável que levava num apartamento de 280 m², em Perdizes, na zona oeste paulista, chamou a atenção dos corregedores.
    O imóvel, comprado há cerca de três anos e registrado em nome de um parente do policial, é avaliado em cerca de R$ 2 milhões. Só de condomínio, o gasto mensal no edifício é de R$ 2.500. O salário de Cruz é de R$ 3.500.
    A investigação em curso ainda não encontrou justificativas, como o recebimento de herança, por exemplo, para seu padrão de vida. Hoje, o apartamento está à venda.
    Os responsáveis pelo inquérito nº 691/09, que apura o caso, tentam descobrir se há outros bens de Cruz registrados em nome de terceiros.
    A Corregedoria investiga, por exemplo, se o policial também é proprietário de um sítio de 6.000 m², cujo valor de mercado pode chegar a R$ 1 milhão, em Mairinque , município a 71 km de São Paulo.
    O sítio está em nome de Ronaldo Tovani, ex-juiz e advogado. Atualmente, ele trabalha para integrantes da Associação de Cabos e Soldados da Polícia Militar paulista.
    Os investigadores do caso já têm em mãos um contrato de gaveta no qual Cruz aparece como o verdadeiro dono do sítio de Mairinque.
    Tovani afirma ser proprietário apenas do terreno e não das edificações do sítio. O ex-juiz afirma que recebeu o terreno de Cruz como um pagamento de uma dívida que o policial tinha com ele. A edificação ainda é de Cruz, segundo o ex-juiz.
    Outro indício de patrimônio incompatível levantado pela Corregedoria é o fato de, num assalto à casa do policial em 2004, os ladrões terem levado R$ 300 mil. Cruz guardava o dinheiro em casa. O fato foi registrado no boletim de ocorrência 1299/04, do 13º DP, da Casa Verde.
    O policial também é investigado num caso de 2009 em que ajudou a apreender 269,5 kg de cocaína. O Instituto de Criminalística constatou, porém, que só 4% do pó branco era droga de fato. Há suspeita de que o restante tenha sido desviado antes da perícia.
    Em fevereiro, ele foi absolvido de outro caso, em que era acusado de trocar 327,5 kg de cocaína apreendida por droga com qualidade inferior.

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  27. Será que o Tovani tem algo a dizer?

    Promotoria denuncia policial civil por lavagem de dinheiro

    ANDRÉ CARAMANTE
    DE SÃO PAULO

    O agente policial Ismar José da Cruz, investigado pela Corregedoria da Polícia Civil de São Paulo por suspeita de ter uma evolução patrimonial incompatível com seu salário mensal de cerca de R$ 3.500, foi denunciado (acusado formalmente) à Justiça pelo Ministério Público Estadual.

    Leia a denúncia da Promotoria contra Cruz

    Segundo os promotores do Gedec (Grupo de Atuação Especial de Repressão à Formação de Cartel e à Lavagem de Dinheiro e de Recuperação de Ativos) e do Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado), Cruz construiu um patrimônio incompatível com seus rendimentos na Polícia Civil ao traficar drogas, principalmente quando atuou no Denar (departamento de narcóticos). Cruz foi denunciado à Justiça por lavagem de dinheiro.

    Ele sempre negou os crimes atribuídos a ele pelos promotores. O advogado Jonas Marzagão, defensor de Cruz, disse em outubro que seu cliente não é corrupto e jamais desviou drogas apreendidas em operações do Denarc. “Ele é um policial exemplar”, afirmou. “Vamos provar que ele nunca cometeu nenhum crime.”

    A evolução patrimonial de Cruz foi revelada pela Folha em setembro de 2011. No fim de outubro, a Justiça determinou o sequestro dos bens do agente policial, dentre eles apartamento de apartamento de 280 m², em Perdizes (na zona oeste paulista), avaliado em cerca de R$ 2 milhões e cujo condomínio custa mensalmente R$ 2.500. O apartamento está à venda.

    Um sítio de 6.000 m², cujo valor de mercado pode chegar a R$ 1 milhão, em Mairinque (71 km de São Paulo), também está na lista de bens investigados e sequestrados, assim como duas casas na zona norte de São Paulo e um carro de Cruz.

    Após a Folha revelar a investigação contra o agente policial Cruz, o sítio foi colocado à venda por R$ 750 mil.

    O sítio está em nome de Ronaldo Tovani, ex-juiz e advogado. Atualmente, ele trabalha para integrantes da Associação de Cabos e Soldados da Polícia Militar paulista. Tovani também foi denunciado à Justiça pelo Gedec e pelo Gaeco por lavagem de dinheiro.

    Os investigadores do caso já têm em mãos um contrato de gaveta no qual Cruz aparece como o verdadeiro dono do sítio de Mairinque.

    Em setembro, Tovani afirmou à Folha ser proprietário apenas do terreno e não das edificações do sítio. O ex-juiz afirma que recebeu o terreno de Cruz como um pagamento de uma dívida que o policial tinha com ele. A edificação ainda é de Cruz, segundo o ex-juiz. Tovani disse nunca ter cometido crimes.

    Outro indício de patrimônio incompatível levantado pela Corregedoria é o fato de, num assalto à casa do policial em 2004, os ladrões terem levado R$ 300 mil. Cruz guardava o dinheiro em casa. O fato foi registrado em boletim de ocorrência no 13º DP, da Casa Verde.

    O policial também é investigado num caso de 2009 em que ajudou a apreender 269,5 kg de cocaína. O Instituto de Criminalística constatou, porém, que só 4% do pó branco era droga de fato. Há suspeita de que o restante tenha sido desviado antes da perícia.

    Em fevereiro do ano passado, ele foi absolvido de outro caso, em que era acusado de trocar 327,5 kg de cocaína apreendida por droga com qualidade inferior.

    Conhecido como Martinho da Vila entre seus colegas na polícia, Cruz é tido como um expert do departamento de narcóticos do Estado.

    Após ter sido afastado do Denarc, Cruz foi realocado no Decap (Departamento de Polícia Judiciária da Capital), órgão coordenador das 93 delegacias da capital. Lá, ele ficou alguns dias na geladeira e, recentemente, foi colocado para trabalhar no 102º Distrito Policial (Socorro), na zona sul de São Paulo.

    Em janeiro deste ano, Cássia Cristina dos Santos Gomes, 33, ex-mulher de Cruz cometeu suicídio ao se jogar do 15º andar de um prédio de alto padrão na região do Sumaré, zona oeste da capital paulistana. Antes de pular, segundo a polícia, ela jogou o filho que tinha com Cruz, um menino de seis anos.

    No apartamento de Cássia foram encontrados bilhetes que revelaram a intenção de Cássia se matar. Nos escritos haviam mensagens indicando que ela teria jogado o filho e depois se atirado porque sua mãe teria um relacionamento com seu ex-marido.

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  28. Alguém aqui conhece o Caramante? A sua vida pregressa? É gente antes de dar credibilidade e esse rapaz, procurem saber um pouco sobre ele. Não vou entrar em detalhes, mas já vi situações onde ele execrava certas pessoas com imputações inverídicas e depois da sua versão ser derrubada veio com a desculpa de que eram informações obtidas de suas fontes. Sabe-se que fontes!

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  29. O Guerra mudou, antes fazia ataques constantes a PM, chamava ela de facista, cães fardados etc……
    Gostaria de saber o porquê da mudança repentina, ameaças ou só a mijação de sempre mesmo? Ninguém muda tanto em tão pouco tempo.

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  30. Caro Guerra,
    ainda bem que como voce disse “que a Polícia não sairá matando ladrões a baciada, você não corre muito perigo!”, porque se estivesse matando muitos ladroes, nao ia sobrar muitos policiais vivos, porque todos sabemos que 98% sao corrputos, adoram um $$$$$. Quem se acha no direito de matar alguem é fascista. Mas como voce colocava foto dos policiais c a facha na mao falando que os verdadeiros bandidos eram od PSDB e depois colocou a foto do Alckmin na capa do blog, sei que nao se pode confiar no que voce fala.
    PS: eu nao sou ladrao, nao nao tenho distintivo pra fazer acerto. Tenho que trabalhar

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