Grela Vieira: ” Central de ESCUTAS não é nossa. É do JUDICIÁRIO ” 41

Disponível em: http://vp.virtualpaper.com.br/get.aspx?pid=2&eid=302&host=oestenoticias Acesso em: 10 jan. 2013

Disponível em: http://vp.virtualpaper.com.br/get.aspx?pid=2&eid=302&host=oestenoticias Acesso em: 10 jan. 2013

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PAULO GODOY

          O Secretário de Segurança Pública de São Paulo, Fernando Grela Vieira, disse ontem que a central de escutas montada dentro do Comando de Policiamento do Interior (CPI-8), em Presidente Prudente, não diz respeito à sua secretaria, mas ao Judiciário Paulista e o Ministério Público. Segundo ele, a central continuará em atividade, por se tratar de importante mecanismo de inteligência à disposição do Governo. O Tribunal de Justiça negou que seja responsável pela central. O MP não se pronunciou.

          A vinda da cúpula da segurança do Estado a Prudente ocorre em meio às denúncias da existência e funcionamento da central de escutas da PM, conforme publicou com exclusividade o Oeste Notícias.

          Vieira veio acompanhado do coronel Benedito Meira, Comandante Geral da PM, e do delegado Luiz Maurício Blazeck, delegado-geral da Polícia Civil, para um encontro inédito no interior do Estado, onde seriam debatidas estratégias de segurança pública focadas no planejamento, inteligência e atuação integrada entre as polícias. De Prudente, a cúpula seguiu para Bauru. O evento começou por volta das 10 horas, no auditório da Faculdades Integradas “Antonio Eufrásio de Toledo”.

          A coletiva de imprensa foi dominada por dois assuntos: a resolução do Governo do Estado que proíbe policiais militares de prestar socorro a vítimas em estado grave e a central de escutas montada pela PM dentro do CPI.

          Fernando Grella Vieira disse que não se pode falar em desmonte da central de escuta de Prudente, porque o aparato não próprio da Secretaria, mas do Tribunal de justiça.

          “A escuta não é nossa, da Secretaria. A escuta decorre de procedimentos próprios da lei que tramitam pelo Judiciário com a intervenção do Ministério Público”, disse o secretário, defendendo o trabalho de investigação da Polícia Militar. “Aqui há um grande trabalho de investigação que resulta em um grande número de escutas, como acontece em outras regiões do Estado. Essas investigações prosseguem porque são providencias judiciais apreciadas, deferidas e controladas pelo juiz, com a intervenção do MP”.

          O secretário afirmou que a quantidade de escutas diz respeito ao momento e ao assunto investigado. Com isso, situações mais sensíveis exigiriam um número maior de escutas “obtidos de acordo com a lei, em um processo legítimo”.

          Quando perguntado se tinha cem por certeza de que cem por cento das escutas estavam amparadas legalmente, Vieira disse que enquanto não tiver nenhum caso concreto que indique o contrário, ele continuará pressupondo que as escutas de Prudente correm de forma legal, com ordem judicial.

          Segundo ele, nenhuma evidência de que isso não esteja ocorrendo foi apresentada até agora. “Se isso acontecer não só eu como qualquer agente do Estado tem o poder e o dever de apurar”, disse, emendando que não pode e não tem acesso a nenhuma das quase 88 mil gravações feitas até agora.

          Após a divulgação da existência e operação da central de monitoramento telefônico da PM em Prudente, pelo Oeste Notícias, a Associação de Delegados da Polícia Civil do Estado de São Paulo e a sua congênere na esfera federal entraram com protocolos pedindo a abertura de inquérito policial para apurar o funcionamento do aparato e as condições que ele atua.

          Luiz Maurício Blazeck garantiu que o inquérito será aberto, atuando em duas frentes. Nas denúncias em que aparecer como investigado o ex-secretário de Segurança Pública Antonio Ferreira Pinto, a investigação caberá à Procuradoria de Justiça do Estado de São Paulo. Nos demais casos, o inquérito ficará a cargo da Polícia Civil.

          Blazeck não informou de onde estão partindo os mandados judiciais que autorizem as escutas na central de Prudente. Disse apenas que envolve comarca da região.

          Outro lado – A reportagem entrou em contato ontem com a Procuradoria de Justiça e com o Tribunal de Justiça do Estado com pedidos para que comentassem a afirmação do secretário Fernando Grella Vieira de que a central não é de responsabilidade do Governo do Estado, mas do Judiciário Paulista.

          Até as 19 horas, o Ministério Público não havia se manifestado. Em nota, o TJ disse que o Poder Judiciário do Estado de São Paulo não mantém, nem administra nenhuma central de escuta telefônica, haja visto que não é sua função apurar infrações penais e sua autoria. “Toda e qualquer interceptação telefônica autorizada pelo Judiciário somente é deferida por decisão fundamentada, o que  é objeto de comunicação ao Conselho Nacional de Justiça (CNJ)”, completou a nota.

          Além dos emails enviados o Oeste Notícias esteve no Forum de Prudente procurando pelo diretor administrativo, juiz Antonio Roberto Sylla, para que comentasse as afirmações de Grella Vieira, mas a informação é que ele está de férias. Em seu lugar atua interinamente o juiz Luis Carlos Moreira, que se recusou a atender a reportagem.

          Da mesma forma o Ministério Público foi procurado. O promotor Silvio Martins Barbato, que responde pela secretaria das promotorias criminais, também está em férias. Em seu lugar interinamente, responde o promotor Braz Dorival Costa, que disse não ter informação sobre o caso.

PMs estão proibidos de remover vítimas em estado grave

Outro assunto que consumiu boa parte da entrevista coletiva com a cúpula da segurança pública do Estado de São Paulo, em Presidente Prudente, foi a resolução do Governo Paulista, válida desde terça-feira (8), proibindo policiais militares de prestarem atendimento, ou remover vítimas em estado grave. A determinação abriu uma crise com os policiais militares, que se sentem atacados diretamente pelo governo, embora a justificativa oficial seja a de estabelecer protocolos padronizados de atendimento, cabendo ao PM envolvido com a ocorrência preservar a cena de eventual crime. “Nós preconizamos que, por meio dessa resolução, o policial não está obrigado a socorrer, mas a acionar o socorro para que um profissional venha ao local e preste o atendimento adequado, enquanto o policial preserve o local”, disse o secretário Fernando Grella Vieira. De acordo com o titular da pasta da Segurança, nas ocorrências de crimes graves, homicídios, em que haja ferimentos graves, decorrentes ou não do enfrentamento policial, a pessoa ou o corpo deverão ficar no local, aguardando atendimento especializado. Nas cidades em que não existam equipes de resgate ou atendimento médico de urgência, o policial está liberado para prestar o atendimento.

Outros pontos destacados na coletiva

          Viaturas para a PM – De acordo com o coronel Benedito Meira, o final de 2013 encerrará o planejamento bienal em que a região deverá contar com 80 viaturas novas, investimento, segundo o comandante de R$ 2,7 milhões. Os veículos serão adquiridos e distribuídos por lotes a todas as cidades da região de Prudente.

          Efetivo – Perto de 400 municípios paulistas dispõem de apenas um grupamento da polícia militar para garantir sua segurança, estrutura que hoje, não comporta mais que sete policiais – o que permite que apenas um policial trabalhe em cada turno.

          Benedito Meira disse que há estudos em andamento que poderão elevar o efetivo dessas cidades para 11 policiais. Com isso, ao menos dois PMS conseguiriam trabalhar juntos em todos os horários do dia. Para poder colocar o plano em prática, seriam necessários pelo menos mais 1.500 novos soldados.

          “A expectativa é que eu tenha alguma coisa formatada até o final do ano. Trabalhei muito tempo no interior e conheço bem a demanda”.

          Polícia Amiga – Depois de dizer que pesquisas encomendadas pela Polícia Militar indicam insatisfação da população paulista com a atuação da PM, o coronel Meira chegou a dizer que uma de suas prioridades é transformar a imagem da corporação.

          Em entrevista à Folha de S. Paulo, o comandante da PM afirmou que pretende com que o policial se aproxime mais do morador e da comunidade em que atua. “No interior isso já acontece, porque o policial está inserido na cidade, conhece os moradores. Mas em São Paulo é diferente”, disse. “A população precisa se sentir protegida pela polícia e isso se dá já na abordagem do policial, uma das maiores reclamações”. Benedito Meira não respondeu à pergunta se sua declaração e proposta tinham a ver com a alta taxa de letalidade da PM registrada em 2012.

          Onda de violência – Apesar de ter tomado posse no auge da violência recente ocorrida em São Paulo, quando mais de cem policiais militares foram mortos em pouco mais de quatro meses Fernando Grella Vieira disse que o Estado não está perdendo a guerra contra a criminalidade.

          “A sensação de segurança se trabalha com esclarecimento para a população e com a abertura dos dados e índices da criminalidade para a sociedade”, disse o secretário.

          Para ele, o Rio de Janeiro tem índices de crime muito piores que os de São Paulo, “no entanto a sensação de segurança lá é maior. Ou seja, o morador do Rio de Janeiro está mais exposto à criminalidade que o de São Paulo, mas se sente mais seguro”.

Um Comentário

  1. Se verdade, fica provado; quem comanda os membros do judiciário são os estrelinhas da força fardada estadual que lhes dão segurança, portanto, sabem tudo sobre a vida dos desembargadores e juiz.

    Se liga São Paulo,

    A ditadura dos ” ilibados” estrelinhas que se autodefinem honestos, senhores da razão e verdade deve ser paralizada enquanto houver tempo.

    Acorda Brasil

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  2. Pingback: ATAQUE DA MÍDIA NÃO ABALA. « FATOS & FOTOS

  3. Começou a queda do novo Secretário. Essa bomba das escutas já deveria ter sido desarmada quando foi noticiada. Ele tentando jogar a bomba no TJ só vai se f….

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  4. kd uma! primeiro um diz q o PCC não existe, agora outro querendo jogar no colo do judiciário um embróglio q a secretaria criou?

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  5. O Secretário de Segurança Pública de São Paulo, Fernando Grela Vieira, disse ontem que a central de escutas montada dentro do Comando de Policiamento do Interior (CPI-8), em Presidente Prudente, não diz respeito à sua secretaria, mas ao Judiciário Paulista e o Ministério Público.
    “porém a investigação ainda continua sendo de responsabilidade da Polícia Civil”, uma vez que não e atribuição do Judiciário e MP manterem centrais de escuta.

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  6. EEEEE Secretario, achava que era so pegar esta cadeira e ganhar seu dinheirinho ne, agora chupa esta, grampos, ameaças de greve dos delegados, e um dinheiro suado este desta pasta ! kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
    Cuidado porque na hora que a bronca estourar, o PSDB vai fritar o secretario, seja ele quem for. Conselho de amigo
    “em rio que tem piranha, jacare nada de costas”

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  7. Se diz respeito ao Ministério Público ele podia explicar melhor, já que comandou aquela Instituição e os grampos já existiam.

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  8. O negócio ta parecendo uma músida de mala, este bagulho aí não e meu não , e do motorista do cobrador , da loira do lado, nem sei o que é “senhor”. Simples assim os PMs que fazem a escuta são da SECRETÁRIA DA SAUDE não estão ligados a secretaria da segurança, veja que eu tenho razão tinha até aposentado fazendo bico, aí acho que o INSS e a PREV devem estar tamabém na parada. EXTRA, EXTRA, EXTRA deu no Jornal FOLHA DE SÃO PAULO, acaba de sair o trofeu pinoquio para o BRASIL , o ESTADO e o ganhador são segredos divulgados nos proximos dias

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  9. Kkkkkkkkkk o pintu é foooooda, o pintu não cai nuuuuunca !!!! Continua mandando forte, e todo mundo tem medo do pintu !!!! Kkkkkkkkkk. !!! A central não é nossa foi ótimo !!!!!! Kkkkkkkkkkkkkk, a próxima é o pcc não passa de tres ou quatro que estão presos !!!! Kkkkkkkkkkkkk….kkkkkkkkk
    Dá-lhe pintu, mostra pro xuxu e pro grelo quem manda nessa porra !!! Kkkkkkkkkkkkkk

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  10. Pela fla do Grela, a nível judicial essas escutas não são ilegais. A autorização das escutas são fundamentadas e comunicadas ao CNJ. Quem usa o telefone pra falar besteira é que deve se preocupar. O meu pode grampear a vontade.
    A discussão é a legalidade sobre as escutas ficarem sob responsabilidade da PM.

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  11. Jogaram a piça no colo do Judiciário e do Ministério Público que tem mais culhão para segurar esse rojão e quanto à Polícia Administrativa cuidar dos grampos instalados no interior, isto se deve à falta de funcionários da Polícia Judiciária para se colocar à disposição para tal mister.

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  12. O Grela já tá mais perdido que cego em tiroteio.
    Bom… quis meter a mão na cumbuca do chuchu, deu nisso…
    Quanto à resolução do socorro de vítimas, agora que me aprofundei no assunto, nunca vi tanta incompetência!
    Deixando de lado as picuinhas entre charlies e mikes que sempre afloram por aqui, a TRAGÉDIA é inevitável.
    O que importa realmente para o socorro de alguém que foi baleado ou esfaqueado é a RAPIDEZ na condução ao hospital, nada mais! Tem os “esquemas”? Claro que tem! Mas no universo de ocorrências atendidas pela PM, a MAIORIA ABSOLUTA delas envolve a boa intenção dos bons policiais. O governo, ao adotar publicamente tal resolução, não só passará a impressão para a população de que a instituição INTEIRA é podre, prejudicará muitos e muitos inocentes, garantirá a morte do marginal pela demora no socorro e colocará muitos policiais em situação de risco ao terem que “preservar” o local, até a “breve” chegada do SAMU.

    Caso alguém duvide, olha o que ocorreu nessa madrugada de quinta-feira:

    http://www.pec300.com/2013/01/baleada-pelo-namorado-jovem-nao-tem.html

    Um desentendimento entre um casal de jovens namorados acabou em morte na madrugada desta quinta-feira (10), no bairro Vila Curuçá, zona leste da capital paulista.

    Segundo a Polícia Militar, que não socorreu as vítimas seguindo a nova lei vigente, Adriano da Silva, de 22 anos, atirou em sua namorada, Bruna Batista, de 21, e depois cometeu suicídio.

    A jovem ficou ferida gravemente e a família, em uma ação desesperada, não quis aguardar atendimento do Samu ou dos bombeiros.

    Eles fizeram o socorro com carro da próprio, levando Bruna para o Hospital Ermelino Matarazzo, onde está internada em estado grave. A bala está alojada na parte de trás do pescoço e a jovem deve passar por cirurgia.

    Após a tentativa de homicídio, Adriano atirou contra a própria cabeça. Os bombeiros chegaram a ser acionados para socorrer o rapaz, mas ele morreu no local. O caso deve ser registrado no 50º Distrito Policial do Itaim Paulista.

    Novo procedimento

    Desde segunda-feira (8), em todos os casos que registrem feridos, os policiais que primeiro atenderem as ocorrências descritas deverão chamar uma equipe de resgate do SAMU, ou serviço local de emergência, para o socorro imediato da vítima.

    Em seguida, comunicar o seu centro de comunicações, no caso da Polícia Militar, o Copom (Centro de Operações da Polícia Militar), e no da Polícia Civil, o Cepol (Centro de Comunicações e Operações da Polícia Civil).

    FONTE R7

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  13. PROPONHO JOGAR NOSSOS DIPLOMAS NO LIXO !!!

    Presidência da República
    Casa Civil
    Subchefia para Assuntos Jurídicos

    LEI Nº 9.296, DE 24 DE JULHO DE 1996.

    art. 5°, inciso XII da Constituição Federal
    Regulamenta o inciso XII, parte final, do art. 5° da Constituição Federal.

    O PRESIDENTE DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei:

    Art. 1º A interceptação de comunicações telefônicas, de qualquer natureza, para prova em investigação criminal e em instrução processual penal, observará o disposto nesta Lei e “”””””dependerá de ordem do juiz competente da ação principal””””””, sob segredo de justiça.

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  14. A propósito, parabéns ao Dr. Guerra pelo novo formato do Flit.

    Ficou 100000000!!!

    Só não localizei ainda o comando para “citar” mensagens…

    Se me permite uma sugestão, ainda mantendo a natureza democrática e de livre expressão do Flit, seja criada moderação apenas para postagens repetitivas que “poluem” o espaço (tem gente que posta a mesma mensagem em vários tópicos) e para postagens meramente ofensivas, que não trazem proveito algum.

    Abraço.

    Obs.: é o Sr. pescando na foto? Única diversão em minha vida, além do convívio familiar…

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  15. “A sensação de segurança se trabalha com esclarecimento para a população e com a abertura dos dados e índices da criminalidade para a sociedade”, disse o secretário . . .

    DEFINITIVAMENTE NOSSOS PARÂMETROS

    DE SENSAÇÃO DA SEGURANÇA PÚBLICA SÃO MEDÍOCRES . . .

    SUCESSÃO DE TRAGÉDIAS, ESCÁRNIOS E ESPECIALISTA$$$$$$

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  16. A Resolução da SSP, proíbe a PM de socorrer a “vitima”, a Procuradoria diz se não socorrer entra na omissão de socorro, a população , PC , o Samu e a OAB acha que esta correto; Ora em se tratando de Capital acho que pode ser até possível, mas em se tratando do interior, não sei não; senhor Secretário, não seria melhor o sr avaliar primeiro suas resoluções antes de torna-las determinações? Virou uma lambança só, veja que nem todo PM ou PC é ladrão ou homicida, se liga voce generalizou toda uma organização ou melhor nivelou por baixo, com aval do Comandante geral. Sinceramente meus pêsames.

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  17. Todo mundo preocupado né. Notaram na foto de abertura do post, logo acima, não, repare, é o Guerrinha gente. Guerrinha, Guerrinha, pescando uma misturinha para o almoço né malandro, tá de boa né belezão, vai gostando que logo logo essa mordomia acaba, vai ser reintegrado no cargo, com méritos e aí recomeça o martírio e tome plantão em cima de plantão. Brincadeira Dr. Guerra mas é só para “desestressar’ um pouco, queira meu respeito amigo, não o conheço mas o admiro pela sua luta em favor da nossa Policia Civil mostrando a verdade crua e nua. Um abraço.

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  18. A Central não é nossa.
    O equipamento seria o Guardião que é de uso das UIPs e CIPs na PC.
    Os Agentes que operavam o equipamento e cuidava das informações são da PM.
    De repente a aparelhagem não é da PC, mas os operadores, que deviam estar nas ruas combatendo crime, eram da PM.
    Diante de tudo, senão pelos dois, pelo menos por um a SSP/SP tem sim envolvimento, principalmente o Sr. Antonio Ferreira Pinto.
    Bom pelo nível e forma que foi veiculada a resposta do SSP parece que, se aberta, será a buceta de Pandora*, digo caixa de Pandora.
    http://www.dicionarioinformal.com.br/boceta-de-pandora/

    A respeito do blog: Gostei das alterações. Não gostaria de perder a passagem dos 20.000.000 de acessos.

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  19. As ratazanas não se aposentam antes dos 70 anos mesmo, deve ser uma maravilha ficar tantos anos em cargos de confiança, deve render muita grana, caso contrário pediriam a aposentadoria.

    Secretário de segurança, acorda- tim tim tim tim, desse jeito não haverá mudanças na Polícia Civil paulista e continuará na mesmice, pois esses que estão sendo nomeados já foram no passado e nada melhorou, portanto é persistir nos erros. Coloque delegados que nunca foram porra nenhuma para ver se as coisas não mudam para melhor ! de preferência os Delegados mais jovens, pois os antigões já estão acostumados com as mesmices e não querem que a Polícia se modernize, eles preferem as comodidades do que os desafios. Não tenho nada contra idosos exercerem os cargos não, desde que seja competente e honestos, mas é interessante testar os mais jovens que além de possuírem mais vigores físicos, também tem a mente mais aberta e o desejo da modernização. Acredito que os Delegados mais idosos deveriam assumir funções mais leves e calmas.

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  20. 11/01/2013 19h21 – Atualizado em 11/01/2013 19h21
    Homem é assassinado enquanto levava mulher ao ponto de ônibus
    Crime aconteceu nesta sexta-feira (11) em Diadema, no ABC.
    Assaltantes tentaram parar carro e atiraram contra motorista.
    Do G1 São Paulo

    14 comentários

    Um homem foi assassinado nesta sexta-feira (11) em Diadema, no ABC, enquanto levava a mulher ao ponto de ônibus. Nove pessoas morreram baleadas na Grande São Paulo desde a noite passada. A maioria dos casos foi tentativa de assalto.
    Imagens de uma câmera de segurança mostram o carro dirigido por Ronaldo Rodrigues, de 42 anos, na Rua Júlio Prestes, no Centro. Três homens a pé tentaram parar o veículo. Um atirou e acertou Ronaldo. Os criminosos saíram correndo e tentaram ainda roubar uma caminhonete, que vinha na direção contrária, mas não conseguiram.
    saiba mais
    Quatro pessoas são mortas entre quinta e sexta em SP
    Ferido, Ronaldo perdeu o controle da direção e acabou batendo em outro carro, que estava parado na rua. Rodrigues chegou a ser levado para o Hospital Estadual de Serraria, mas não resistiu.

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  21. É É É O BAGULHO É DE QUEM TÁ EM PÉÉÉÉ………..NINGUÉM É O DONO DAS ESCUTAS AGORA…………RESTA SABER QUEM SÃO OS GRAMPEADOS E PARA QUE ESTÃO FAZENDO A ESCUTA…..TOMARA QUE NÃO SEJA PARA OUVIR ADVERSÁRIOS POLÍTICOS OU PARA ATOS ILÍCITOS ……VAMOS AGUARDAR QUE AI CHEIRA COISA GRANDE E FEIA.

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  22. e tem mais uma para a PM (COXA), a partir de fevereiro o horário será igual ao antigo horário da PC, 12 x 24 e 12 x 48 (quatro equipes), ou seja, trabalharam um dia de dias das 07:00 ás 19:00 horas e no dia seguinte a noite das 19:00 ás 07:00 horas, ou seja vão quebrar os bicos dos mikes e também impedirão que apenas dois pelotões trabalhem na “execução noturna”, enquanto um trabalha o outro limpa o trampo, obrigando que os quatro pelotões trabalhem a noite, dificultando que todos participem do caixa dois dos coxas, e se, os coxas vão mudar o horário, em breve vamos voltas as 04 equipes do mesmo modo que era antes, porém acredito, que com as centrais e polos ainda funcionando, ou seja, vai ser uma cagada.

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  23. Fico me perguntando, será que as associações da PC ficam dando tanta atenção aos grampos da PM para desviar a atenção dos restropol em relação a cragos e salários?, pq que ninguem mais fala em nivel superior pra escrivães e investigadores, cadê a reformulação na carreira, basto o governador incorporar o ALE, para que todos os problemas da civil se restringisse as escutas da PM, policiais civis, acordem, o que esse presidente marilda esta fazendo é um carnaval, uma politica do pão e circo, falem uma coisa pra nós se a PM tem ou não escutas, se elas são ou não ilegais, se tem ou não o aval do MP, em que isso muda a vida de quem ganha 3000 mil por mês?

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  24. 11/01/2013 – De olho na Segurança Pública

    Na última quarta-feira (09), uma entrevista do Excelentíssimo Senhor Secretário da Segurança Pública de São Paulo, Doutor Fernando Grella Vieira, publicada pela Agência Estado, nos fez refletir. Na opinião do secretário, “os policiais civis e militares paulistas” não ganham mal. “Não ganham mal, mas precisamos melhorar e todas as reivindicações que eu receber serão levadas ao governo”, prometeu Fernando Grella, completando que “salário é importante”.

    Muito inteligente sua declaração. Ao generalizar o termo “policiais civis”, o Senhor deixa escapar, de maior e mais acurada análise, a situação vivida pelos Delegados de Polícia do Estado de São Paulo, que ocupam a 25ª colocação no ranking salarial entre os 27 entes federados. Ainda, não se sente obrigado a justificar os motivos pelos quais, embora “não ganhando mal”, 23 dos 135 Delegados de Polícia nomeados em dezembro do ano passado, ou seja, há menos de um mês, não tomaram posse. Também se desonera de explicar a crescente e desenfreada debandada de colegas que migram para outras carreiras jurídicas ou para outros Estados, tais como os 25 dos 200 aprovados no concurso em agosto de 2012 fizeram antes mesmo de se apresentarem aos seus postos de trabalho.

    As desistências e as migrações destes Delegados contribuem para a notória desestruturação da classe que chefia toda Polícia Civil e se esquivar destas questões não é tão difícil. Difícil é explicar para o contribuinte que cada um dos participantes deste processo custa cerca de R$ 100 mil para os cofres públicos (leia-se, “nosso bolso”). Os futuros Delegados frequentam a Academia de Polícia de São Paulo, recebem treinamento, salário e, após séria e intensa investigação psicossocial que lhe confere certificação de idoneidade, se tornam aptos e preparados para cumprirem seus deveres. E assim, prontos, são entregues a outro Estado ou partem para outra carreira.

    É importante deixar consignado, por fim, que a presente manifestação trata de mera contextualização do tema, baseado no cenário político que envolve a carreira que orgulhosamente represento. Assim, é preciso observar com atenção e cautela as palavras lançadas, especialmente em momentos de crise. As dores das perdas e do descaso, e a insensibilidade no trato humano se misturam sem medida certa às tentativas de se justificar o injustificável.

    Dra. Marilda Pansonato Pinheiro
    Presidente da Associação dos Delegados de Polícia do Estado de São Paulo

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  25. NOSSA !!!!!! A RESTRUTURAÇÃO DA POLÍCIA CIVIL DO ESTADO DE SÃO PAULO ESTA A TODO VAPOR NÉ? TUDO TRANSCORRENDO CONFORME O SECRETARIO GRELA E DGP PROMETERAM, ESTOU MUITO ADMIRADO. kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
    ESTÃO SUBSTITUINDO OS DIRETORES DOS DEINTER……..ACHO QUE AGORA VAI RESOLVER OS PROBLEMAS, PORQUE ERA ISSO QUE ESTAVA AFUNDANDO A POLÍCIA CIVIL. ESTOU MUITO ADMIRADO DA CAPACIDADE DE DETECTAR ONDE ESTÃO OS PROBLEMAS. kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

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  26. E voltando para o top das músicas mais pedidas nas rádios de S.Paulo: “…é, é, é, eu acho que o bagulho é de quem está de pé…”
    De quem que é a Central de Escutas Telefônicas dentro do Quartel da PM ????
    É da SSP ???? Nããããooo !!!!!
    É do MP ???? Nããããooo !!!!!
    É do TJ ???? Nããããooo !!!!!
    É da minha mãe então ???? Nããããooo !!!!!
    Então de quem que é essa p*** ?????
    …é, é, é, eu acho que o bagulho é de quem está de pé…”
    kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk (só rindo mesmo)

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  27. O Diretor do SAMU não vê problemas no atendimento dos baleados até então, pois os mesmos só representam 1% dos casos atendidos, até então, claro nosso socorro era imediato, mal fazem os atendimentos de praxe, ficaremos nós Policiais admirando pessoas agonizando e a população nos admirando por não esboçarmos qualquer atitude para salvarmos determinada vida, enfim, distanciaremos cada vez mais da população. À questão de 02 (dois) anos minha Avó teve um mal súbito em sua residência e no momento apenas uma prima adolescente se encontrava próximo, a mesma solicitou socorro ao Resgate do Corpo de Bombeiros e a mesma informou que esse tipo de atendimento deveria ser prestado pela Samu, a solicitação foi feita, reiterada por várias vezes e não foi atendida, momento em que fui informado, já se passavam 1:30 hs da solicitação ao SAMU, me desloquei atravessando a Cidade em 35 minutos, vindo a prestar socorro a minha já idosa Avó, conduzindo a mesma ao Pronto Socorro e segundo os médicos que a atendeu ela não duraria mais que 10 (dez) minutos, ora passados 02 (dois) anos, até o momento o socorro não chegou. Quero acreditar na eficiência do serviço, ainda que o fato narrado gera descrédito, pois o que eu digo para a população quando um indivíduo estiver se esvaindo em sangue, não posso socorrer para não prejudicar a cena do crime, porque na cabeça da população estarei sendo omisso ou estou preocupado em não sujar minha viatura. Concordo que o serviço deva ser prestado por pessoas competentes, agora o serviço é competente?.

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  28. O GOVERNO DE SÃO PAULO AGE DISSIMULADAMENTE. AQUELES QUE ACEITAM FAZER PARTE DA ADMINISTRAÇÃO, POR BONS QUE SEJAM, TORNAM-SE PARTE DO GOVERNO E ASSIM COLOCA SEU NOME NO ROOL DOS DISSIMULADOS TAMBÉM. SEM SALÁRIO JUSTO NINGUÉM VAI PRESTAR SERVIÇOS DE EXCELÊNCIA, ASSIM O ELEITORADO DESAVISADO SERÁ ENGANADO NOVAMENTE COM OS REMENDOS E VAI SE EMPURRANDO OS PROBLEMAS COM A BARRIGA.

    SERVIR ESSE GOVERNO DE SP É O MESMO QUE UM CASAMENTO COM COMPANHEIRO(A) TRAIDOR, SABE QUE VAI SER CORNO(A) , MESMO ASSIM SE CASA E FAZ FESTAS.

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  29. Aos PM’s…. isso ..continua achando que vao concertar o munnnnndo!!!! Pelotao do transito….Forca tragica… continuem agindo assim… seus mane! Pensa…pensa!! Vale a pena.

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  30. 13/01/2013 – 03h00
    Verba de deputado abastece empresa do próprio assessor
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    LEANDRO COLON
    DE BRASÍLIA

    Uma parte do dinheiro das emendas orçamentárias do líder do PMDB na Câmara, Henrique Eduardo Alves (RN), foi parar numa empresa de um assessor do gabinete do próprio deputado.

    Aluizio Dutra de Almeida trabalha com Henrique Alves na Câmara desde 1998, é tesoureiro do PMDB regional em Natal, presidido pelo deputado, e sócio da Bonacci Engenharia e Comércio Ltda.

    Outro lado: Alves nega irregularidade; assessor diz não ver conflito
    Deputado há 42 anos, o líder do PMDB é o candidato favorito para assumir a presidência da Câmara na eleição de fevereiro. Tem o apoio da base do governo, da presidente Dilma Rousseff e de partidos da oposição.

    A Folha identificou pelo menos três prefeituras do Rio Grande do Norte que contrataram a empresa do assessor de Henrique Alves nos últimos anos com recursos da cota do deputado no Orçamento da União, as chamadas “emendas parlamentares”.

    Sergio Lima – 28.mar.2012/Folhapress

    Favorito para comandar a Câmara, deputado Henrique Eduardo Alves, em discurso no plenário
    Na época da contratação, os prefeitos dessas cidades eram do PMDB.

    Funcionou assim: o deputado escolheu o destino do dinheiro público, o governo federal liberou o recurso, que voltou para a empresa do assessor lotado no gabinete.

    OBRAS

    Em 2009, por exemplo, o líder do PMDB destinou R$ 200 mil de suas emendas para a construção da praça da Criança na cidade de Campo Grande, a 265 km de Natal.

    Por escrito, ele pediu a liberação do dinheiro ao Ministério do Turismo, conforme ofício obtido pela reportagem. O convênio foi assinado e, no ano seguinte, a prefeitura usou o recurso para contratar a Bonacci Engenharia, do assessor de Henrique Alves. O prefeito Bibi de Nenca também é do PMDB.

    Do total do contrato, R$ 175 mil foram liberados pelo Ministério do Turismo nas gestões de Pedro Novais e Gastão Vieira, ministros indicados à presidente Dilma Rousseff pelo próprio Henrique Eduardo Alves dentro da bancada do PMDB na Câmara.

    A última parcela deste convênio, no valor de R$ 75,5 mil, saiu no ano passado. Segundo registros do governo, o contrato está com a prestação de contas atrasada.

    Em seu site, a Prefeitura de Campo Grande comemora a obra da praça, a ajuda de Henrique Alves e a iniciativa da Bonacci Engenharia em contratar mão de obra local.

    Também por meio de emendas do líder do PMDB, desta vez no Ministério das Cidades, os municípios de São Gonçalo do Amarante e Brejinho contrataram a Bonacci para obras em 2008.

    A Prefeitura de São Gonçalo, quarto município mais populoso do Estado, fez um contrato de R$ 192 mil com a empresa do assessor de Henrique Alves para pavimentação de ruas. Na época, o prefeito, Jarbas Cavalcanti, também era do PMDB.

    Para o mesmo tipo de serviço a Prefeitura de Brejinhos gastou R$ 137 mil com a Bonacci, num contrato assinado pelo prefeito João Batista Gonçalves, outro membro do PMDB, que comandou o município entre 2004 e 2012.

    Henrique Alves, 64 anos, é o deputado mais antigo em número de mandatos dentro da Câmara.

    Na eleição presidencial de 2002, chegou a ser indicado como vice na chapa do tucano José Serra.

    Ele perdeu a vaga em meio ao escândalo de que manteria contas em paraísos fiscais, segundo documentos que estariam anexados no processo de separação entre ele e sua ex-mulher.

    Alves foi substituído na chapa de Serra por Rita Camata (PMDB).

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  31. Quando as Autoridades Policias se derem conta que são autoridades suficientes e legais, podem e devem instaurar inquéritos para apurar qualquer tipo de delitos sem pedir licença para outras autoridades, ai as coisas mudam, ai serão respeitados, ai o Governo pensa duas vezes para atingir a instituição, mas enquanto os Delegados não se derem conta que são autoridades legais para instaurar inquéritos sem pedir licença para os Seccionais, então as coisas ficarão do jeito que ai estão. A moralização da Polícia Civil tem que partir dos Delegados de Polícia, caso contrário continuaremos escrachados pelo Governo e outros órgãos. Meus amigos, quando os Delegados de Polícia resolverem atender uma ocorrência de grande repercussão no balcão e dali já tomar todas providências cabíveis conforme a lei determina e não conforme os Seccionais orientam, seja ela contra Governos, Deputados, Prefeitos, Vereadores ou contra qualquer bacana, ai temos certeza que a Polícia Civil do Estado de São Paulo será vista com muito mais respeito; Mas enquanto nossos dignos Delegados não assumirem a postura correta, nada vai melhorar.

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  32. 13/01/2013 – 04h52
    Governo Dilma é retrocesso na segurança pública, afirma escritor
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    CASSIANO ELEK MACHADO
    DE SÃO PAULO

    Às vésperas de completar seus 60 anos, Luiz Eduardo Soares resolveu fazer um balanço do tema com o qual vem convivendo cotidianamente há muitas décadas, a segurança pública.

    O antropólogo não ficou muito satisfeito. Contabilizou problemas sérios nas esferas municipal, estadual e federal, na atuação da esquerda e da direita, em governos como o de Fernando Henrique Cardoso, “inerte”, e no de Dilma, “que representa um retrocesso na área”.

    Soares não é um crítico de gabinete. Já colocou mãos na massa, tanto no governo do Rio, seu estado natal, quanto no segundo governo Lula, quando foi, por menos de um ano, secretário nacional de Segurança Pública.

    Também escritor, co-autor das obras que deram origem aos filmes “Tropa de Elite”, ele trabalha atualmente num livro que procura sintetizar sua visão sobre a violência no país, e que deve ser lançado neste semestre pela Companhia das Letras.

    Parte das ideias que ele apresentará no trabalho, seu nono livro, aparecem num artigo que ele escreveu para a revista “Interesse Nacional”, que será lançada amanhã.

    Soares questiona em especial a arquitetura institucional da segurança pública brasileira, que pouco avançou desde a promulgação da Constituição, que completa 25 anos em outubro.

    Ines Laborim-2.dez.12/Folhapress

    O antropólogo e ex-secretário nacional de Segurança Pública Luiz Eduardo Soares, em sua casa no Rio
    Em entrevista à Folha, ele fala sobre esta inércia que faz do Brasil o “segundo país mais violento do mundo”, comenta a retomada do aumento dos homicídios em São Paulo e faz um balanço de cinco anos das UPPs, as Unidades de Polícia Pacificadora, do Rio, onde “não há um só crime importante sem a participação da polícia”.

    FOLHA – Em um artigo recém-publicado, o sr. comenta que na Constituição “não ousamos tocar no cordão umbilical que liga as Polícias Militares ao Exército”. Por que o sr. acredita que após 25 anos este ponto ainda não tenha sido revisto?

    LUIZ EDUARDO SOARES – Esse é o grande enigma. Já escrevi muito a esse respeito, mas nunca me dei por satisfeito. Sempre me pergunto: como é possível que um país que se transforma todo o dia possa enfrentar um de seus maiores problemas, a insegurança pública, com instituições organizadas pelo passado. Claro, na transição era preciso aceitar as imposições dos militares. Mas se passaram 25 anos. Não há como justificarmos nossa inércia com temores de golpes militares.

    Que forças políticas sustentam essa inércia?

    Diria que os conservadores nunca se movimentaram por temerem que a situação se agravasse. Já as esquerdas não foram capazes de formular uma proposta para a segurança pública. De um lado, por preconceito que vem da tradição marxista, que vê polícia como instrumento de dominação de classe. Outros acham que não devemos gastar energia porque para reduzir a violência se deve investir só em educação.

    E o governo?

    Os governos estaduais se sentem constrangidos, como se estivessem sob ameaça das forças policiais. Os governadores acabam adotando discursos mais realistas do que o do rei. Já o governo federal acaba avaliando que mesmo necessárias, as reformas não seriam convenientes. Mais responsabilidade à União significa mais cobrança.

    Quando o governo Dilma completou nove meses o sr. escreveu um artigo para a Folha classificando o início da gestão como decepcionante em termos de segurança pública. Que avaliação faz hoje?

    O governo Dilma representa um passo atrás. Era possível cobrar o governo Lula pela timidez, que não lhe permitiu avançar para promover as reformas, por razões que também imobilizaram Fernando Henrique Cardoso. No segundo governo Lula, foram tomadas medidas significativas. Ainda que insuficiente, o Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania significou algo. Mas Dilma decepciona porque até os avanços foram desorganizados. É retrocesso sem avanço.

    O sr. fala em seu artigo sobre a necessidade de reformar o artigo 144 da Constituição. Que pontos teriam de ser mexidos?

    O artigo 144 atribui pouca responsabilidade à União com relação à segurança pública. A União tem sob sua responsabilidade somente duas polícias, a Rodoviária e a Federal. Elas são importantes, mas longe de cobrir todo o espectro de desafios que a sociedade enfrenta.

    E qual o papel do município?

    Ele praticamente não existe, o que contradiz o processo histórico brasileiro recente. Depois da Constituição de 1988, municípios passaram a ter envolvimento crescente em áreas como saúde e educação. O artigo 144 diz que municípios só podem formar guardas municipais, cuja missão é cuidar das estátuas e prédios municipais. Mas as guardas municipais estão se proliferando pelo país, como no caso de São Paulo, onde há quase 10 mil guardas.

    Isso não é inconstitucional?

    É polêmico. Qualquer cidadão pode prender qualquer outro cidadão que esteja cometendo um crime, desde que isso seja feito em flagrante. Pode-se argumentar que os guardas municipais só prendem em flagrante, e que quando o fazem agem como cidadãos. Mas é claro que na prática muitos estão armados, usam distintivos e atuam como policiais.

    De que modo a redistribuição das forças policiais e a intensificação do papel da União poderiam melhorar a segurança?

    Para dar um exemplo, a União deveria supervisionar a educação e formação dos policiais. Hoje estes pontos são decididos de modo autônomo pelas instituições de cada Estado. Temos situações como a dos policiais contratados para as UPPs, no Rio, que estão sendo capacitados em três meses.

    Três meses mesmo para quem nunca foi policial?

    Sim. É inacreditável. Nas polícias temos um quadro babélico. Um Estado pode formar um policial em um ano. Outro, em dois meses. Já aconteceu no Rio de policiais serem formados em um mês. E não é só o tempo. Não há nenhuma padronização de currículo. Não defendo a imposição de um currículo único, mas um ciclo básico nacional seria razoável.

    As UPPs estão prestes a completar cinco anos. Que balanço seria possível fazer delas?

    É um projeto muito importante, mas não representa política pública porque não se universaliza. Isso não será alcançado sem reformas. Com as polícias do Rio será impossível. Apesar de terem milhares de profissionais honestos, as polícias do Rio têm outros milhares envolvidos em crimes. Não há um só crime importante no Rio sem a participação da polícia.

    E qual a sua avaliação do quadro da segurança de São Paulo, que vive a retomada do crescimento dos homicídios?

    Para agradar setores da opinião pública que pedem políticas duras e para evitar constrangimentos com as forças policiais, os governos acabaram tolerando a brutalidade policial. Como os números caíram, não por conta da brutalidade, os governos acabaram tolerando a violência. A valorização da Rota pelo secretário anterior endossava certa postura na qual a corrupção não é tolerada, mas a brutalidade sim.

    A resolução que estabelece que PMs não podem prestar socorro às vítimas é uma mudança importante?

    Sim. O novo secretário de São Paulo, que não conheço, me pareceu muito bem intencionado. Esta medida busca claramente conter as chacinas.

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  33. 14/01/2013 – Adpesp inicia campanha pelas ruas de São Paulo

    Na manhã desta segunda-feira (14), a Adpesp iniciou a campanha “Você se sente seguro em São Paulo?” com o objetivo de escancarar as péssimas condições de trabalho enfrentadas pelos Delegados de Polícia do Estado. A campanha já foi divulgada em jornais de grande circulação da Grande São Paulo, na TV e também através de busdoor. Além disso, centenas de pessoas já estão espalhadas pelas principais ruas da capital com faixas e folhetos que contêm informações a respeito do movimento.

    O objetivo central da campanha é mostrar à sociedade a realidade do sistema de segurança pública no Estado. Fatores como os crescentes índices de criminalidade, a insegurança que permeia o dia a dia do cidadão, o descaso do governo e o desamparo suportado pela população, associados à debandada de Delegados para outros Estados ou outras carreiras, levaram a Associação dos Delegados de Polícia a desencadear uma ação de conscientização e apoio, apresentando soluções simples e eficientes que esbarram na indisposição do governo em executá-las.

    A campanha será dividida em três etapas. A primeira delas buscará atingir São Paulo (Capital) e a Grande São Paulo com ações das mais diversas, desde folhetos e cartazes espalhados pelas ruas até inserções na televisão. A segunda fase será direcionada ao interior do Estado e a terceira, a todo País. Além disso, serão realizadas ações pontuais de apoio, como a Operação Alerta São Paulo, a Operação Vigília e a Operação 13 de maio. Os detalhes dessas e de outras ações pontuais serão divulgados em momentos oportunos.

    E você, se sente seguro em São Paulo? Fique atento e participe!

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  34. O ato de movimentar gera energia, portanto vamos movimentar-se, quem sabe essa energia venha produzir bons efeitos. Quem fica sentado esperando cair do céu não produz reação no governo, não incomoda, portanto vamos engrossar o caldo e assim quem sabe o governo se mexe e causa uma energia positiva direcionada á reparação salarial. Todos devem ficar atento quanto as eleições em 2014, sabemos que o governador Geraldo Alckimim sonha com a cadeira de Presidente da república em 2014, tanto é verdade que o Serra quer mudar de partido para sair candidato também, pois sabe que não terá a menor chance de disputar com os também interessados Aécio Neves e Alckimim; O que eu quero dizer com isso? Alckimim já determinou á todos secretários para enfurecer os eleitores com obras e qualquer bem feitoria que fizerem para elevar seu nome, principalmente no interior do estado e assim vencer o Aécio nas prévias que estão chegando logo mais, pois o PSDB tem pressa de definir o seu candidato e Alckimim já se apressou em avisar que será um deles. Hoje, seria uma péssima notícias para Alckimim se qualquer classe dos servidores sinalizarem uma possível greve, isso é tudo que ele não quer e com certeza fará de tudo para contornar a situação, mesmo que ele dê o reajuste salarial espontâneo, não passará dos 7 % e isso continuará a causar euforias grevistas por parte dos servidores da segurança, saúde e educação, mas não pensem que ele não esta preparado para enfrentar essa situação não, pois os baba ovos estarão de prontidão para desmotivar qualquer tipo de movimento grevista, não esqueçamos que ele é um grande estrategista nessa área, tanto é verdade que os servidores continuam ganhando pouco e não deflagraram greves até agora. Acredito que essa reunião terá mais cunho político do que de fato o que nos interessa que é salário adequado, mas não deixa de ser um ato que poderá despertar uma massa que anda meia adormecida e desacreditando que é possível botar o governo contra a parede, pode sim, pode desencadear um sentimento direcionado para uma paralisação, isso é tudo que os partidos de oposição almeja nesse momento, disso podemos também tirar algum proveito, depende da dimensão do movimento, acredito que é válido a presença maciça . Lembremos também que as chefias das seccionais, deinter e departamentos estão fechadas com o governo, não se engane, pois eles estão ganhando muito dinheiro nas nossas costas e não querem desagradar o governo, então nesse caso poderão armar as famosas casinhas de caboclos para intimidar diminuindo a adesão de movimento contra o governo.

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  35. PROMETEU E NÃO CUMPRIU..hehehehehehehe FALA BONITO PARA ENGANAR OS ELEITORES hehehe

    20/12/2011
    Geraldo Alckmin afirmou: Agentes e carcereiros se tornarão investigadores até o fim de 2012 511
    por Flit Paralisante • Sem-categoria
    Polícia Civil não terá mais carcereiros até o fim de 2012

    Agentes se tornarão investigadores. Decisão anunciada pelo governador Geraldo Alckmin integra plano de fechar as prisões dos distritos policiais

    Bruno Huberman

    Alckmin: “Não ter presos em distritos traz uma vantagem na eficiência, na investigação, ou seja, em todo o trabalho do policial civil” (Eugênio Novaes/Governo de SP)

    O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, anunciou nesta sexta-feira ( 16 /12) que será extinta, até o final de 2012, a figura do carcereiro na Polícia Civil.

    Segundo o governo, será o primeiro estado do país a acabar com a função. A medida faz parte da estratégia de Alckmin de zerar o número de presos nos distritos policiais. Atualmente, há por cerca de 6.500 presos em delegacias, segundo o governador. No início do próximo ano, informou, 2.000 mulheres detidas em carceragens civis serão transferidas para presídios. “Não ter presos em distritos traz uma vantagem na eficiência, na investigação, ou seja, em todo o trabalho do policial civil”, diz o governador.

    Até o final de 2012, 6.164 vagas estão previstas para serem abertas em dez novos presídios, segundo levantamento feito pelo site de VEJA a partir de dados oficiais da Secretaria de Administração Penintenciária (SAP). O custo estimado é de aproximadamente 370 milhões de reais. Hoje, estão em contrução 14 carcerargens no interior de São Paulo. As obras fazem parte do plano de expansão do sistema penitenciário paulista. Até 2014, 49 novas unidades devem ser erguidas a um investimento de 1,5 bilhão de reais. Ao todo, serão geradas 39.000 vagas. Neste ano foram inaugurados cinco novos presídios. De acordo com a assessoria da SAP, 173.457 pessoas estão em detenção provisória ou cumprindo pena em penitenciárias estaduais.

    Os carcereiros deverão passar por um curso de reciclagem para se tornarem investigadores.

    O secretário de Segurança Pública, Antonio Ferreira Pinto, afirma que, por terem experiência policial, na prática, já estão aptos para desempenhar a nova função. Hoje, em torno de mil carcereiros trabalham em distritos de todo o estado.

    Alckmin e Pinto participaram, nesta sexta-feira, de uma cerimônia que oficializou a integração de 967 novos policias civis à corporação. O governador autorizou a abertura de um novo concurso público para a contratação de outros 500 agentes.

    A alteração faz parte de um processo de reformulação da corporação promovida pelo estado. Segundo ele, há cidades no interior que contam com apenas um investigador e um escrivão. E muitos desses profissionais estão para se aposentar. Além da integração de novos agentes e da extinção dos carcereiros, foi implantado um novo plano de carreira para os policiais civis e encurtado o período de treinamento dos novos agentes contratados. Agora, eles passarão por um treinamento de três meses e por um estágio de cinco semanas no distrito. Essa mudança, diz o secretário, não diminui a eficiência e a qualidade do policial e o torna apto mais rapidamente.

    Violência – O Mapa da Violência, divulgado nesta quarta-feira pelo Instituto Sangari, mostra que o estado de São Paulo diminuiu a sua taxa de homicídios. Em 2010, o número de mortes violentas foi de 13,9 para cada 100 mil – abaixo da média nacional, de 26,2. Em 1999, São Paulo era o quinto estado mais violento, com índice acima da média nacional: 44,1 a cada 100 mil habitantes contra 26,2 no Brasil.

    “Nós enfrentamos uma guerra em que todo dia temos que vencer uma batalha”, disse Alckmin. “Agora, graças ao nosso trabalho, estamos em outra curva descendente”. Segundo o levantamento dos ministérios da Saúde e da Justiça, São Paulo se tornou o terceiro estado menos violento do país – atrás de Santa Catarina e Piauí

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  36. 17/01/2013 11h02 – Atualizado em 17/01/2013 15h55
    Sensação de insegurança é a mais alta em SP desde 2008, diz estudo
    Rede Nossa São Paulo lança indicadores sobre qualidade de vida.
    91% dos entrevistados acham pouco ou nada seguro viver na cidade.
    Roney Domingos
    Do G1 São Paulo

    155 comentários

    A sensação de insegurança do paulistano em 2012 foi a mais alta observada desde 2008, de acordo com quarta edição do estudo Indicadores de Referência de Bem-Estar no Município (Irbem), realizado pela Rede Nossa São Paulo e divulgado nesta quinta-feira (17). A rede reúne organizações não-governamentais voltadas à discussão de políticas públicas.
    O levantamento aponta que 91% dos entrevistados acham pouco ou nada seguro viver na cidade. A opção “nada seguro” aumentou de 35% para 45% no último ano. Realizada no fim do ano passado, a pesquisa coincidiu com a onda de violência que provocou a mudança na cúpula da Segurança Pública no estado.
    Na pesquisa, foram entrevistados 1.512 moradores da capital paulista com 16 anos ou mais, entre os dias 24 de novembro e 8 de dezembro de 2012. A margem de erro é de 3 pontos percentuais para mais ou para menos. Confira a íntegra da pesquisa.

    Na classificação por tipos, “Violência em geral” desperta medo em 71% dos entrevistados, contra 67% que a indicaram em 2011. “Assalto /roubo” ficou em segundo lugar (63%), seguido por “sair à noite” (41%).
    Questionados sobre “quais ações e medidas são mais importantes para diminuir a violência”, a resposta mais citada foi “combater a corrupção na polícia e nos presídios” , seguida por “criar oportunidades de trabalho para jovens de baixa renda” e “aumentar o número de policiais nas ruas.”
    A preocupação com segurança apontada na pesquisa revela parte do cotidiano de Carlos Eduardo Alves da Silva, de 35 anos, que é supervisor de segurança de uma livraria. Ele esteve nesta quarta-feira (16) na Central de Flagrantes do 26º Distrito Policial para formalizar uma queixa de furto contra um homem pego em flagrante levando quatro livros técnicos. “Este ano é a primeira vez, mas no ano passado estive aqui três vezes em um único mês”, afirmou.

    Encarregado da loja, Felipe Dantas Prete afirma que as perdas são relevantes porque os livros custam entre R$ 200 e R$ 400. Ele não quis mostrar os livros para evitar novos furtos. Além dos livros, os criminosos também furtam jogos de computador e para consoles.
    Sobre a violência na cidade, a Secretaria da Segurança Pública informou que não comenta pesquisas realizadas por outros órgãos sem conhecer a metodologia empregada.
    Irbem
    Composto de 169 itens, o Irbem revela o nível de satisfação dos paulistanos em relação à qualidade de vida e bem-estar em São Paulo.
    Em uma escala que começa em 1 (totalmente insatisfeito) e termina em 10 (totalmente satisfeito), a média geral para a qualidade de vida caiu em São Paulo para 4,7 em 2012, a menor desde o início da série. Foi de 4,8 em 2009, 5 em 2010 e 4,9 em 2011.
    O levantamento apresenta também o nível de confiança da população nas instituições. Como nos anos anteriores, a Câmara Municipal é a que desperta maior desconfiança (69%), seguida por Tribunal de Contas do Município (64%), Polícia Civil (60%) e Polícia Militar (60%).

    Tempo médio de espera de ônibus aumentou em
    2012, mostra estudo (Foto: Roney Domingos/ G1)
    A pesquisa revela que o tempo médio para utilização dos serviços públicos de saúde para consultas passou de 52 para 66 dias; para exames, de 65 para 86 dias; para procedimentos mais complexos (internações, intervenções cirúrgicas etc), de 146 para 178 dias.
    A percepção sobre a educação, que vinha estável até 2011, em 2012 apresentou quedas significativas nas médias obtidas para todos os aspectos. A falta de vagas em creches ou pré-escolas e a falta de respeito e valorização ao profissional de ensino são os aspectos mais críticos.

    O levantamento mostra que embora 7 entre 10 paulistanos utilize ônibus todos os dias, o tempo médio de espera no ponto é de 21 minutos, contra 22 minutos no ano anterior.
    Segundo a pesquisa, realizada pelo Ibope, em 2012, pelo segundo ano consecutivo, 56% dos entrevistados afirmaram que sairiam da cidade caso tivessem oportunidade de viver em outro lugar. Caiu de 44% para 38% o número de paulistanos que consideram que a qualidade de vida melhorou.
    Para quem mora em São Paulo, bom mesmo é ter amigos. “Relações humanas” foi o item que recebeu a melhor nota na pesquisa, 6,5, seguido de “religião e espiritualidade”, “tecnologia de informação” e “trabalho”.
    Antídoto
    Entidades pretendem entregar ao prefeito Fernando Haddad (PT) um manifesto intitulado “Para eliminar a violência na raiz de suas causas”, que estabelece metas como construção de mais creches, transformar favelas em bairros e melhorar os salários dos policiais.
    O documento foi formulado pelo Centro Santo Dias de Direitos Humanos e Pastoral Fé e Política da Arquidiocese de São Paulo, Instituto Ethos de Empresas e Responsabilidade Social, Instituto São Paulo contra a Violência e Sociedade Santos Mártires.
    O manifesto também será entregue ao governador Geraldo Alckmin e ao ministro da Justiça, José Eduardo Martins Cardozo.

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