A MODERNIDADE VEM DO NORDESTE: Venho aqui parabenizar os verdadeiros gestores da segurança pública deste estado, os SENHORES delegados da Polícia Civil pelos seus recentes feitos e por terem, literalmente, colocado a Polícia Militar no bolso e sob sua subordinação 28

Policial Militar faz análise sobre posições de coronéis e prisão de capitão

Policial Militar faz análise sobre posições de coronéis e prisão de capitão

Um comentário postado no blog da AMESE, mostra um verdadeiro desabafo feito por um oficial da Policia Militar do estado de Sergipe. O militar comenta sobre os postos assumidos por delegados na SSP, inclusive questiona o posicionamento dos coronéis. Alem disso, o oficial comenta ainda sobre a realização do Pré-Caju e também sobre a recente prisão do capitão Leandro. “Senhores, eu também sou um destes insatisfeitos e farei minha parte no período de 17 a 20 de janeiro deste ano em apoio ao meu amigo capitão Leandro”, diz ao final de seu desabafo o militar.

Veja o que pensa o oficial da policia militar em comentário postado no blog da Amese:

Antes de começar a escrever o texto que seguirá neste comentário quero pedir desculpas aos leitores deste conceituado blog para o fato de estar usando o anonimato. Sou oficial da Polícia Militar, há quase dez anos no mesmo posto, e me encontro totalmente insatisfeito com a atual situação por que passa nossa briosa corporação. Para início de conversa, venho aqui parabenizar os verdadeiros gestores da segurança pública deste estado, os SENHORES delegados da Polícia Civil pelos seus recentes feitos e por terem, literalmente, colocado a Polícia Militar no bolso e sob sua subordinação de uma forma nunca antes realizada neste estado. Não bastasse os delegados de polícia civil terem ocupado com bastante destreza os cargos de secretário e secretário-adjunto da Segurança Pública do estado, uma delegada ocupa agora, e com todos os méritos, a recém criada Secretaria Municipa l de Segurança Pública do Município de Aracaju. Para a Polícia Militar, quando sobra, e se sobrar, só nos cabe o segundo escalão e a omissão em tentar pelo menos ocupar uma destas vagas e lutar pela melhoria da instituição. No ano passado a tropa realizou uma demonstração histórica de revolta com o tratamento de quarta categoria que vem sofrendo do governo do estado. Cansada de esperar pelo comando da corporação resolver os problemas históricos de caráter trabalhista e social, ela mesma resolveu chamar a atenção da sociedade e do governo realizando atos que culminaram com o quase cancelamento de Precaju do ano passado. Muitos oficiais da Polícia Militar, eu incluso, cumpriram com seu juramento institucional, compareceram ao evento e trabalharam como elementos de execução nesta festa realizando buscas pessoais, transportando elevados, dirigindo viaturas, obedecendo cegamente  à doutrina de obediência cega que nos é cobrada nas academias de Polícia Militar. Só que a insatisfação que reinava somente no seio das praças pulverizou-se também em direção ao oficialato de baixa patente no dia de ontem com a prisão do oficial mais humilhado da história recente da PM sergipana. Para os que não se recordam, o capitão Leandro tomou uma famosa cangalha de vários capitães mais modernos no final do ano de 2006. Tal cangalha se fosse realizada por oficiais que possuíssem o mínimo de ética no proceder de seus cargos seria plenamente aceitável. Mas, não foi o que ocorrera. Sem citar nomes, todos os que passaram à frente de Leandro eram tradicionais bajuladores de políticos de nosso estado, que construíram suas carreiras na base da pidança e outros jeitinhos que muito bem conhecemos. A prisão do capitão Leandro mostra muito bem o poder que possui um coronel  de Polícia Militar. Um poder apenas interno e constrangedor! Onde estava este mesmo coronel de Polícia Militar quando os delegados da Policia Civil conseguiram derrubar no Tribunal de Justiça a possibilidade de policiais militares continuarem lavrando o Termo Circunstanciado de Ocorrência? Onde, pelo amor de Deus? Com a possibilidade de lavratura de TCO a PM atenuaria e muito o problema de falta de efetivo e perda de tempo em registrar ocorrências, além de mostrar à sociedade que a PM também tem força extra-muros, diminuindo a impunidade na prática dos crimes de menor potencial ofensivo. Onde estavam, também, os coronéis da Polícia Militar quando não ocuparam ou lutaram para ocupar um dos três cargos mais importantes da segurança pública estadual e que já foram ditos aqui quais são? Onde? Graças ao reajuste que conseguimos nas costas de nossos praças, senhores coronéis, tive a oportunida de de viajar por diversos estados e pude constatar que em todos eles os principais cargos na SSP são ocupados por oficiais da PM. Seriam os oficiais sergipanos menos incompetentes que os nossos co-irmãos, ou somente estariam ocupando o último posto da hierarquia castrense sergipana os coronéis mais fracos do Brasil? Onde estavam os coronéis da PM sergipana quando a tropa foi às ruas exigir melhores salários e condições de trabalho? Essa pergunta tem resposta: estavam escondidinhos, com os dedos em figa, torcendo para que o movimento fosse vitorioso e assim abocanharem o reajuste conseguido, vindo depois a punir ou tentar punir os praças para não perderem também os diversos cargos em comissão que são distribuídos na estrutura da corporação para a manutenção do status quo e escravização pecuniária. Tive a oportunidade de acompanhar durante os últimos anos, em silêncio, o surgimento de vários mártires na corporação e o conseqüente castigo divino dos  seus algozes. O primeiro deles foi o Sargento Ataíde, preso em flagrante por ter ser negado a trabalhar em desvio de função em um presídio no interior do estado. Seu opressor, meses depois, foi vítima de um escândalo de adultério em sua cidade e hoje responde a processo criminal. Seguiu-se a esse fato a prisão do Sargento Vieira por um ex-comandante geral, pelo fato de o sargento estar lutando pela carga horária dos militares sergipanos. Meses depois, este comandante perdeu o comando e praticamente pede pelo amor de Deus para os praças o cumprimentarem nas ruas. Todos os fatos narrados no parágrafo anterior se deram com praças como vítimas. O que é uma situação medianamente formal numa tropa esculpida num falso moralismo de hierarquia e disciplina. Digo falso moralismo porque o mesmo coronel que trabalha para punir seu subordinado que participa de movimentos políticos, é o mesmo coronel que pediu a um político para ocupar o posto que ora ocupa. O mesmo co ronel que pune o soldado que leva o filho à escola com viatura, é o mesmo coronel que faz a mesma coisa e não dá nada, etc, etc e etc. Voltando ao raciocínio: quando a letra da lei militar é para “torar” o praça, isso é da natureza da instituição e da falsidade de seus comandantes. Só que agora a situação tomou um rumo diferente. Prenderem um dos oficiais mais honrados desta corporação. O capitão Leandro tornou-se o mártir da falta de efetivo de policiamento ostensivo. A prisão do Capitão Leandro há poucos dias da realização do Precaju pode vir a se tornar, segundo comentários colhidos, o estopim para mais um movimento paredista histórico e que pode ser reforçado pela oficialidade insatisfeita da Polícia Militar. Só para se ter idéia, há tenentes que se encontram já há mais de dez anos no posto, sem qualquer perspectiva de ascenção profissional. O desestímulo e as cobranças são grandes e a tendência é piorar. Analisando friamente de  fora do problema, o tal do Precaju é a causa principal destas animosidades. A tropa já começou a enxergar que seu emprego naquele evento altamente lucrativo para o empresariado sergipano, donos de firma de segurança e oficiais de alta patente trata-se de uma escravidão disfarçada de escala de serviço paga com uma gratificação de valor bem aquém do que recebe, por exemplo, o “pessoal da civil”. Senhores, eu também sou um destes insatisfeitos e farei minha parte no período de 17 a 20 de janeiro deste ano em apoio ao meu amigo capitão Leandro. Um abraço a todos

Fonte: http://www.ameseluta.blogspot.com.br/2012/12/a-amese-deseja-todos-u…

Um Comentário

  1. ESTE JOVEM, PELO JEITO NÃO SABE O QUE QUER, VEZ NÃO OBSERVA A C.F., QUE DIZ A SEGURANÇA PÚBLICA, É PORTANTO E DEVE SER COMANDADA POR DELEGADO DE POLÍCIA DE CARREIRA, PIOR AINDA QUE ELES DIZEM SER DELEGADO DE POLÍCIA JUDICIÁRIA, QUE É FUNÇÃO DELE, NÃO COMO É AQUI EM SP, PROMOTOR PÚBLICO ASSUME SEMPRE ESTE CARGO, PARA SE PROMOVER E TAMBÉM INGRESSAR NA POLÍTICA E ATÉ COM ÊXITO, A P.M. COMO DIZ O MISSIVISTA, A S.S.P., SE FEZ O QUE DIZ, INSTITUINDO SECRETARIA MUNICIPAL DE SEGURANÇA PÚBLICA I, NÃO CABE A S.S.P. CRIAR SECRETARIA, E TÃO POUCO QUE EXERÇA FUNÇÃO POLICIAL, POIS FERE OS DIREITOS CONSTITUCIONAI, ART 144, DA C.F., CABE SER CRIADO S.S.P. MUNICIPAL, ISTO PELO PODER EXECUTIVO MUNICIPAL, COM MUNIÍIPIO COM MAIS DE 500.000 HABITANTE E OU, – +, PORTANTO NÃO DÁ PARA ENTENDER ESTA REVOLTA, ESTÁ DANDO CORDA, PARA QUE SEJA AMARRADO O ¨CACHORRO ¨ENTENDA? LÁ DEVE TER VAGA DE DELEGADOS, COM ESTES CONHECIMENTOS QUE TEM, DEVE CONCURSAR PARA TAL, VEJOTAMBÉM QUE ACOMPANHA TUDO, MAIS NÃO SE IDENTIFICA, FICA EM CIMA DO MURO, VEJA O ART 220, DA C.F. E AINDA A LEI 7.524/86, PARA OS REFORMADOS. PEDRO BAIANO75a – CÍCERO DANTAS – BA.- EM MONGAGUÁ – SP.

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  2. MEUS PARABÉNS AOS COLEGAS SERGIPANOS, OS QUAIS FIZERAM USO DE SUAS REAIS PRERROGATIVAS. PM, QUER SEJA TENENTE, CAPITÃO, MAJOR, TENENTE-CORONEL OU CORONEL, NADA MAIS É DO QUE S-U-B-O-R-D-I-N-A-D-O À FIGURA DO DELEGADO DE POLÍCIA, ÚNICA AUTORIDADE POLICIAL. TOMA COXA MALDITO, “PAGA PAU” DO GOVERNADOR…

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  3. Pra mim, MILITAR É DAS FORÇAS ARMADAS, O RESTO É ABERRAÇÃO DESSA CONSTITUIÇÃO MAIS EMENDADA QUE A MINHA CALÇA!
    COXA NÃO É MILITAR, VCS COXINHAS, PUXA-SACOS DO PSDB, NÃO SABEM O QUE É TREINAR PARA MATAR!!!

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  4. Os coronéis da PM que Gilberto Kassab (PSD) nomeou para as
    subprefeituras de São Paulo deixam os cargos e quem vai assumir o comando são pessoas acostumadas com o dia a dia da administração municipal. Pelo menos 26 dos 31 novos subprefeitos trabalharam na gestão anterior. Eles serão responsáveis por gerenciar um orçamento estimado em quase um bilhão para 2013.

    A maioria dos nomes apontados nesta terça-feira (1º) por Fernando Haddad (PT) para assumir as subprefeituras da capital é formada por engenheiros e arquitetos que trabalham como funcionários de carreira da administração municipal. A maior parte vai comandar os bairros onde já atuam. É o caso do engenheiro Gilberto Rossi, na Subprefeitura de Vila Maria/Vila Guilherme, na zona norte, onde já foi coordenador de projetos e obras em 2006.

    Outro que permanece perto do local onde trabalha atualmente é Sérgio Roberto dos Santos, na Subprefeitura do Campo Limpo, na zona sul. Ele chegou a ser coordenador de planejamento e desenvolvimento urbano na gestão anterior.

    Leia mais notícias de São Paulo

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  5. Que se fodam os coxas de Sergipe !!! Tá todo mundo fudido, pagando empréstimo do BB e tão postando coisa de um coxa de Sergipe ??? Poorrrrra, por isso é que não faço mais nada, depois desse grupete que o xuxu nos passou com apoio do blá,blá,blá,zec e do grelo….parei, foda-se São Paulo, o que dirá os coxas de Sergipe….vão se foder, que post de merda !!!
    Nossa preocupação é a POLÍCIA CIVIL !!! E só para lembrar, o estado é São Paulo !!!

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  6. Policia forte supera policia fraca. E há uma relação direta com vencimentos. No nordeste policiais civis são melhores remunerados que os policiais militares, logo, a instituição atrai e mantém pessoas qualificadas e isso reflete até em posicionamento politico melhor.

    Em São Paulo, desde o governo Fleury, a PM assumiu posição de vantagem sobre a PC e ela não consegue se reerguer desde então. Nos últimos 20 anos a PC tem visto apenas seu quadro de policiais envelhecer e se esvaziar. Nenhuma das carreiras é atraente ou consegue conter bons e qualificados policiais.

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  7. Capitão Nascimento :
    Policia forte supera policia fraca. E há uma relação direta com vencimentos. No nordeste policiais civis são melhores remunerados que os policiais militares, logo, a instituição atrai e mantém pessoas qualificadas e isso reflete até em posicionamento politico melhor.
    Em São Paulo, desde o governo Fleury, a PM assumiu posição de vantagem sobre a PC e ela não consegue se reerguer desde então. Nos últimos 20 anos a PC tem visto apenas seu quadro de policiais envelhecer e se esvaziar. Nenhuma das carreiras é atraente ou consegue conter bons e qualificados policiais.

    Vc tem razao os bons ou envelheceram ou foram para inciativa privada, e os novos transvestiram preto parecendo SWAT, A ROUBO A BANCO , POR PERCEGUICOES , O OSCAR MATSUO E O FERRAZ FONTES, DENARC DIOGO, POR AI VAI!

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  8. bozo :

    Capitão Nascimento :
    Policia forte supera policia fraca. E há uma relação direta com vencimentos. No nordeste policiais civis são melhores remunerados que os policiais militares, logo, a instituição atrai e mantém pessoas qualificadas e isso reflete até em posicionamento politico melhor.
    Em São Paulo, desde o governo Fleury, a PM assumiu posição de vantagem sobre a PC e ela não consegue se reerguer desde então. Nos últimos 20 anos a PC tem visto apenas seu quadro de policiais envelhecer e se esvaziar. Nenhuma das carreiras é atraente ou consegue conter bons e qualificados policiais.

    Vc tem razao os bons ou envelheceram ou foram para inciativa privada, e os novos transvestiram preto parecendo SWAT, A ROUBO A BANCO , POR PERCEGUICOES , O OSCAR MATSUO E O FERRAZ FONTES, DENARC DIOGO, POR AI VAI!

    Digo, persseguicoes desculpe a nossa falha!

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  9. bozo :

    bozo :

    Capitão Nascimento :
    Policia forte supera policia fraca. E há uma relação direta com vencimentos. No nordeste policiais civis são melhores remunerados que os policiais militares, logo, a instituição atrai e mantém pessoas qualificadas e isso reflete até em posicionamento politico melhor.
    Em São Paulo, desde o governo Fleury, a PM assumiu posição de vantagem sobre a PC e ela não consegue se reerguer desde então. Nos últimos 20 anos a PC tem visto apenas seu quadro de policiais envelhecer e se esvaziar. Nenhuma das carreiras é atraente ou consegue conter bons e qualificados policiais.

    Vc tem razao os bons ou envelheceram ou foram para inciativa privada, e os novos transvestiram preto parecendo SWAT, A ROUBO A BANCO , POR PERCEGUICOES , O OSCAR MATSUO E O FERRAZ FONTES, DENARC DIOGO, POR AI VAI!

    Digo, persseguicoes desculpe a nossa falha!

    PERSEGUIÇÕES amigo…

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  10. estressado :

    bozo :

    bozo :

    Capitão Nascimento :
    Policia forte supera policia fraca. E há uma relação direta com vencimentos. No nordeste policiais civis são melhores remunerados que os policiais militares, logo, a instituição atrai e mantém pessoas qualificadas e isso reflete até em posicionamento politico melhor.
    Em São Paulo, desde o governo Fleury, a PM assumiu posição de vantagem sobre a PC e ela não consegue se reerguer desde então. Nos últimos 20 anos a PC tem visto apenas seu quadro de policiais envelhecer e se esvaziar. Nenhuma das carreiras é atraente ou consegue conter bons e qualificados policiais.

    Vc tem razao os bons ou envelheceram ou foram para inciativa privada, e os novos transvestiram preto parecendo SWAT, A ROUBO A BANCO , POR PERCEGUICOES , O OSCAR MATSUO E O FERRAZ FONTES, DENARC DIOGO, POR AI VAI!

    Digo, persseguicoes desculpe a nossa falha!

    PERSEGUIÇÕES amigo…

    O efeito da 51 com limao nao acabou! obrigado!

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  11. É engraçado como os papéis se inevertem em alguns Estados…Aqui as Autoridades Policiais não presidem o Inquérito Policial, não são classistas, mandam pro olho da rua operacional desapadrinhado(que não leva $$$$$$$$$) não lutam por aumento de salario mas ficam rezando pra que os subalternos façam greve pra ganharem aumento sem se arriscarem…rsrs..E raramente exercem funções na Secretaria de Segurança Pública de SP.

    É exatamente o oposto de Sergipe….rs

    PARABÉNS AS ÚNICAS AUTORIDADES POLICIAIS DE SERGIPE (os Delegados de Polícia segundo o C.P.P.)

    Deve bater uma saudade né dotô cond ?

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  12. Próximos capítulos na segurança pública..
    A rivalidade entre PC e GMs, embora aí com bastante supremacia da PC sobre as GMs. Primeiro, pelo incomparável grau de escolaridade, muito maior na PC; segundo, pelo sistema civil, apesar da estética militar adotada pela GMs; terceiro, pela fragmentação das forças municipais.
    Aí, daqui a algumas décadas, dois cenários possíveis: uma instituição policial civil, subordinada aos Delegados e atuais integrantes das carreiras de PC, ou seja, a PC dirigindo uma polícia única e os GMs responsáveis pelo serviço de rua; OU o inevitável retorno ao presente, porque as GMs – então cansadas de serem submissas à herança da PC – buscarão união para formar um corpo independente e com disciplina própria, ou seja, a “velha” PM…
    E aquela PM? Talvez fique nos quartéis, como era a antiga FP…
    Aliás, dias desses vi uma proposta de unificação entre PC e PM (idealizada por um Delegado) que era idêntica (na forma) ao projeto de unificação entre Força Pública e GM na década de 60…
    E por fim: como há novos “especialistas” em segurança pública também nas GMs dando cursos para outras GMs, não?

    Resumo: nada mudará.

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  13. GCM revolta não estou entendendo nada !!!!!!!!!!!!!!!!!! GCM é policia? subordinada a porra nenhuma quem vai querer mandar em babaloo .que comentario ridiculo de loco….quem vive de passado é museu ……..

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  14. GCM e subordinada a Prefeitura do Municipio e Policia e subordinada ao governo estadual. Que eu saiba existe certa rivalidade entre GCM e PM, Policia Civil ? Desconheço essa informação, tudo acaba na Delegacia. GCM, PM todos vão ser ouvidos na Delegacia ou Departamentos.

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  15. Enquanto isso, no mundo real, PCC está `deitando e rolando´.
    Cadê a Polícia Civil?
    Não queriam investigar o PCC?

    Divulguem prisões da Polícia Civil relacionada ao crime organizado.

    Até parece que o PCC não existe mais, ninguém comenta nada.
    Acredito que eles venceram o único oponente, a PM, ou os vermes, como os vagabundos dizem.
    Agora é só dominar tudo.

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  16. Não entendo o motivo das comparações. Cada polícia na sua função. A PM em nada é subordina à PC. A PM faz o seu preventivo e quando flagra alguém no crime, entrega à PC que faz sua parte jurídica. O problema nessa merda de país é que as coisas são feitas do modo mais difícil, dando margem a um verdadeiro cabide de empregos e consequentemente uma disputa por poder que só prejudica a população. Pra que serve os oficiais superiores da PM? Pra que duas polícias? Tá tudo errado, principalmente a PM sempre tentando ganhar espaço da PC e a PC no intuito de ganhar mídia, fazer patrulhamento ostensivo; é como se uma achasse que a outra não tem competência para fazer sua função. Só não fazem uma polícia só por causa dos oficiais superiores da PM. Alguém tem alguma dúvida sobre isso?

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  17. 03/01/2013 10h38 – Atualizado em 03/01/2013 13h57
    Um ano após operação no Centro de SP, cracolândia resiste e ganha filiais
    Número de vias com usuários monitoradas em SP aumentou de 17 para 33.
    Em vez de buscarem tratamento, dependentes se espalharam pela cidade.
    Kleber Tomaz e Paulo Toledo Piza
    Do G1 São Paulo

    111 comentários

    Ao lado de ponto onde usuários de crack se reúnem na Avenida 23 de Maio, em São Paulo, mulher aguarda para atravessar pistas do Corredor Norte-Sul (Foto: Paulo Toledo Piza/G1)

    Um ano após a Prefeitura de São Paulo e o governo estadual intensificarem as ações contra o crack, a chamada cracolândia no Centro da capital resiste e ganha “filiais”. Dados da administração municipal e da Defensoria Pública, relatos de policiais militares, guardas-civis e ex-dependentes químicos, além de flagrantes do G1, indicam que ruas e avenidas da região central seguem ocupadas por usuários e traficantes de drogas. Moradores de bairros das zonas Sul, Norte, Leste e Oeste da cidade também passaram a conviver com usuários reunidos em minicracolândias (veja o mapa abaixo).

    (O G1 publica, nesta semana, uma série de reportagens sobre o consumo de crack e como é feito o tratamento de dependentes. Foram ouvidos os órgãos públicos responsáveis pelo atendimento aos usuários e pelo combate ao vício, como o Ministério da Saúde e Secretaria Nacional de Segurança Pública, além de pesquisadores, médicos e pacientes. O governo federal liberou recursos para estados e municípios sem conhecer a dimensão do problema.)
    Em 3 de janeiro de 2012 foi intensificada a Operação Integrada Centro Legal, com objetivo de combater o tráfico e dar tratamento aos usuários com ações de agentes de saúde, sociais e da Polícia Militar e Guarda Civil Metropolitana.
    saiba mais
    Governo libera R$ 738 milhões sem conhecer ‘epidemia’ de crack
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    Secretaria e PM dizem que liminar não muda ação na Cracolândia
    Justiça dá liminar que limita ação da PM contra viciados na Cracolândia
    Especialistas ouvidos pela reportagem apontam alguns dos motivos que explicam a continuidade e a expansão da cracolândia, entre eles a falta de organização da ação. Além disso, decisões judiciais que impediram a repressão ao consumo de drogas pelas forças de segurança, truculência da PM e da Guarda Civil Metropolitana (GCM) e falta de internação compulsória dos viciados também foram citadas como causas dos problemas.
    Depois de a operação começar, o número de vias da região frequentadas por usuários saltou de 17 para 33. O levantamento é da Coordenadoria de Atenção às Drogas, órgão ligado à Secretaria de Participação e Parceria da Prefeitura. Agentes da pasta tiveram de ampliar o monitoramento das vias no Bom Retiro, Santa Cecília e República. Os craqueiros se espalharam após forças policiais tentarem expulsá-los da Luz.

    Alegando que os dados são irrelevantes diante de toda a ação, a administração pública não forneceu à equipe de reportagem o mapa atualizado com os nomes das ruas e avenidas.

    A Operação Integrada Centro Legal existe desde 2009, mas, no início do ano passado, quando passou a contar com policiais militares e guardas-civis, parte dos viciados da cracolândia começou a migrar para outras regiões da cidade, numa fuga chamada por eles de “procissão do crack”. De acordo com a Secretaria Municipal da Saúde de São Paulo, já foram identificados grupos de viciados em entorpecentes em dez bairros: Sé, Santa Cecília, República e Bela Vista (no Centro); Cambuci e Itaim Bibi (Zona Sul); Pari (Zona Norte); Mooca e Belém (Zona Leste); e Barra Funda (Zona Oeste).

    Mulher caminha próxima a usuários de crack na Sé,
    região central de SP (Foto: Paulo Toledo Piza/G1)
    Apesar de dependentes continuarem a usar drogas na cracolândia, o secretário municipal da Saúde na gestão do prefeito Gilberto Kassab (PSD), Januario Motone, afirmou que a ação da pasta teve êxito. “Melhoramos a saúde dessas pessoas. Elas tinham tuberculose e outras doenças”, disse o secretário, comemorando a atuação dos agentes de saúde, que oferecem tratamento aos viciados.
    De acordo com Montone, como a internação dos usuários é voluntária, dados mostram que a maioria desiste do tratamento e volta às ruas. “Não existe política de combate à droga. Temos o número de 71% de pessoas viciadas que desistem do tratamento, segundo dados mais recentes. Isso porque São Paulo é a única cidade com 300 vagas para clínicas terapêuticas”.

    Segundo a pasta, até 19 de dezembro foram feitas 89.291 abordagens, que resultaram em 11.279 encaminhamentos para serviços de saúde e 1.363 internações para tratamento de dependência química.
    Cracolândia
    Na Luz, a maior concentração de usuários continua sendo vista na esquina da Rua Helvétia com a Alameda Dino Bueno, segundo policiais e guardas que pediram para não terem os nomes divulgados. Grupos de 200 a 500 viciados, entre homens, mulheres, idosos e até crianças, perambulam com cachimbos artesanais e latinhas de refrigerantes amassadas para fumar o crack na frente de bases móveis da PM e GCM. Os agentes da lei alegam que não podem fazer nada.

    “Desde que a Justiça nos proibiu de revistar e abordar suspeitos na cracolândia, eles não se intimidam com as nossas presenças”, falou um guarda-civil sobre a decisão da Justiça de impedir a exposição de dependentes químicos à situação “vexatória, degradante ou desrespeitosa” na região.

    A determinação judicial proíbe a polícia de retirar usuários de droga das calçadas e ruas. O pedido foi feito pelo Ministério Público logo após a Operação Integrada Centro Legal, em janeiro de 2012. A Promotoria também ajuizou uma ação civil pública cobrando R$ 40 milhões do estado pela operação, considerada pelos promotores um “fracasso”, que “violou direitos humanos” e trouxe prejuízos para a toda sociedade.

    O Núcleo de Direitos Humanos da Defensoria Pública de São Paulo recebeu quase 80 denúncias de agressões de policiais contra usuários no início do ano passado na cracolândia. “Verificamos violações aos direitos das pessoas, truculências da PM e violação grave aos direitos das pessoas que estavam ali”, disse o defensor público Carlos Weiss, coordenador do núcleo.

    “Toda e qualquer pessoa é portadora de direitos inalienáveis. Não existe autorização para espancar quem é fora da lei, usuário, etc. O intuito de dispersão para pessoas que precisam de saúde é inaceitável”, afirmou a defensora Daniela Skromov de Albuquerque.
    Desde que a Justiça nos proibiu de revistar e abordar suspeitos na cracolândia, eles não se intimidam com as nossas presenças”
    Guarda municipal
    Verificamos violações aos direitos das pessoas, truculências da PM e violação grave aos direitos das pessoas que estavam ali”
    Carlos Weiss, defensor público
    Sem ações de repressão policial, como a ocorrida no início do ano passado (veja foto abaixo), traficantes também encontram facilidade para agir na cracolândia. “Se há consumo é porque há tráfico”, disse um policial militar. Cada pedra é vendida por preço que varia entre R$ 5 e R$ 10. Quem é viciado chega a fumar até 15 delas por dia.

    “No começo [após a ação da PM] a gente teve dificuldade em encontrar o crack. Teve gente que foi para outras regiões, mas voltou depois. Depois dessas decisões a nossa situação ficou melhor. Teve menos rigidez dos guardas”, afirmou ao G1 Paulinho, viciado que há anos frequenta a cracolândia. “O que é mais difícil fica mais prazeroso”.

    Nos primeiros dias da ação integrada na cracolândia, o poder público investiu contra pontos de uso e tráfico, fechando seus acessos e aumentando a vigilância em suas cercanias. Os viciados, porém, rapidamente se adaptaram à nova realidade e encontraram alternativas para manter o vício, como buracos em viadutos e canteiros de movimentadas vias.
    Quem passa pelas avenidas 23 de Maio e Jornalista Roberto Marinho, por exemplo, se depara com pessoas sob efeito da droga caminhando entre os veículos. São moradores de rua e pessoas que abandonaram emprego e família. Passaram a viver nas vias ou em pensões para alimentar o vício. Eles são os protagonistas da cracolândia e das minicracolândias.

    Ação policial gera tumulto na Rua Helvétia, no início de 2012 (Foto: Nilton Fukuda/Agência Estado)
    Longe dos olhos das pessoas, os viciados se matavam e as meninas e meninos de 13 anos faziam sexo com os mais velhos em troca de pedra. Eu sei porque passei dois anos dentro destes casarões”
    Fabian Penyy Nacer,
    consultor e ex-dependente de crack
    Centro
    Na região central, parte da Praça da Sé chega a ficar intransitável por causa dos usuários. “Aqui sempre teve bêbado perto da igreja [catedral]. Agora tem os ‘craqueiros’ que ficam do outro lado, numa sujeira só”, afirmou um funcionário de uma banca que não quis ter o nome revelado. “É bem difícil passar por lá. Toma cuidado para não ser roubado”, alertou.
    Andar em grupos é uma estratégia adotada pelos viciados. Além de garantir a segurança deles, isso facilita na hora de fugir da polícia. “Eles conseguem se espalhar e não perdem a droga que ainda possuem”, disse o consultor no tratamento e prevenção de droga Fabian Penyy Nacer, ex-viciado em crack. “Os traficantes se misturam com os usuários e não são pegos com tanta facilidade”.

    Nacer contou que apenas um terço dos usuários mora nas ruas. A maioria se refugia em hotéis baratos, casarões e terrenos abandonados para fumar sem ser incomodado. “Longe dos olhos das pessoas, os viciados se matavam e as meninas e meninos de 13 anos faziam sexo com os mais velhos em troca de pedra. Eu sei porque passei dois anos dentro destes casarões”.

    O G1 também notou a presença de viciados em ruas e avenidas que antes eram frequentadas por moradores de rua. Ainda no Centro, há a Rua Amaral Gurgel, sob o Elevado Costa e Silva (popularmente conhecido como Minhocão), onde os usuários aproveitam o canteiro central, pouco frequentado por pedestres, e usam a droga sem se importar com o movimento intenso de veículos.

    A equipe de reportagem também flagrou consumo da droga no túnel sob a Praça Roosevelt, além da concentração de usuários no Largo do Paissandu, em trecho da Avenida Nove de Julho, na Praça Marechal Deodoro e no Túnel Noite Ilustrada (entre Rebouças e Doutor Arnaldo).
    Zona Sul
    O bairro de Cidade Dutra, na Zona Sul, a cerca de 30 km da cracolândia original, foi um dos pontos escolhidos pelos usuários e traficantes que ficavam na região da Luz para, respectivamente, usarem e venderem o crack.

    Diariamente, dependentes concentram-se em praças e edifícios abandonados entre as avenidas Atlântica e Senador Teotônio Vilela. Por conta dos “vizinhos indesejados”, quem mora ou trabalha na região evita passar por esses pontos. “O pessoal fica deitado ou espalhado na Atlântica, em grupinhos”, relatou um frentista que não quis revelar o nome.

    Em Cidade Dutra, viciados usam imóveis e vias
    para fumar crack (Foto: Paulo Toledo Piza/G1)
    Abordagem
    Quando a Operação Integrada Centro Legal teve sua fase mais intensa, agentes de saúde relataram que tiveram dificuldades para convencer viciados a se tratarem. “Alguns pensavam que a gente trabalhava com os policiais. Foi uma fase difícil”, lembrou a agente Maria Helena de Santana, de 53 anos.

    Essa população, como qualquer outra, também tem direitos. Não só de não ser espancada, mas também de receber tratamento de saúde”
    Maria Isabel Campos, coordenadora
    de Saúde do Centro Legal
    O G1 acompanhou o trabalho dos agentes após o Natal. Em grupos identificados por um colete azul, eles saem pelas ruas e abordam não só os viciados, mas os moradores de rua também. Sem recriminar o usuário pelo vício, procuram monitorar como está a saúde dele e se precisa de algum cuidado, principalmente por conta de doenças.
    “Essa população, como qualquer outra, também tem direitos. Não só de não ser espancada, mas também de receber tratamento de saúde”, disse a coordenadora da parte de Saúde da operação, Maria Isabel Campos. “Mas só se eles quiserem o tratamento. Não há forçação de barra”.
    Governo estadual defende PM
    O governo estadual defendeu que o uso da PM na cracolândia foi necessário para “quebrar a logística do tráfico de drogas naquela região e resgatar a cidadania”. Como exemplo de eficiência, a corporação destacou, em nota, a desobstrução da Rua Helvétia, “que era ocupada por centenas de dependentes químicos”. Em nota, apontou ainda que 763 suspeitos foram presos e 211 foragidos, recapturados até 2 de janeiro.
    O número de apreensões de drogas na região central, porém, é modesto se comparado a outras ações policiais. Desde o início de 2012, foram encontrados na região cerca de 32,7 kg de crack, 19 kg de cocaína e 48 kg de maconha. Em apenas uma semana da Operação Saturação na Favela de Paraisópolis, na Zona Sul, a PM apreendeu 30 kg de cocaína e 333 kg de maconha.
    Para o coronel Benedito Roberto Meira, comandante da Polícia Militar do estado de São Paulo, é preciso haver a ação de outros segmentos para acabar com a região conhecida como cracolândia. “Mas, se não houver internação compulsória, a cracolândia vai se expandir mais”, disse Meira.
    Há pouco mais de um mês no cargo, ele avaliou que a polícia precisa estar integrada às ações. “O viciado é doente, mas pode ser criminoso também. Quando é viciado somente, a atuação não é da Polícia Militar, mas dos órgãos de saúde porque é uma questão de saúde. Quando passa a ser criminoso, compete à PM agir”, afirmou.

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  18. Nunca vi comentários tão sem noção… Dá pra ver porque existe tanta rixa entre PC e PM… (GCM é comédia né?)… O cara é OFICIAL do sergipe, tá mostrando exemplo de retidão e caráter e olha o que se fala do cara… O cara rasga uma seda pra PC, e os Charlie xinga o cara de trouxa e etc… Por isso que essa p**** não vai pra frente. Ao invés de inspiração no exemplo sergipano, ofensas e ironias… policial é tudo burro mesmo, pq se não fosse, não era policial… independente de Civil ou Militar blz?? Tamo tudo fudido…

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  19. ( PSDBosta) Lógica de Asno :
    Enquanto isso, no mundo real, PCC está `deitando e rolando´.
    Cadê a Polícia Civil?
    Não queriam investigar o PCC?
    Divulguem prisões da Polícia Civil relacionada ao crime organizado.
    Até parece que o PCC não existe mais, ninguém comenta nada.
    Acredito que eles venceram o único oponente, a PM, ou os vermes, como os vagabundos dizem.
    Agora é só dominar tudo.

    E frustração em coxa? Mas olha, se tiver nível superior, o que é difícil, ainda dá para prestar concurso para investigador, agora caso contrário, poder prestar para agente, corre, quem sabe assim, sua frustração acabe.

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