PM recém-formado atira sem querer contra a própria cabeça em SP 31

Policial atira sem querer contra a própria cabeça em SP

02 de dezembro de 2011 08h06

Um policial militar rodoviário morreu com um tiro disparado pela própria arma na madrugada desta quinta-feira, em São João da Boa Vista, interior de São Paulo. Daniel Cavalcanti da Silva, 29 anos, voltava de uma festa, com quatro amigos em um carro. Uma testemunha falou que ele brincava com a arma, quando tirou o carregador e esqueceu que ainda havia uma munição na “agulha”, disparando contra a própria cabeça.

Daniel era recém-formado e estava de férias. O policial iria trabalhar a partir de janeiro, em Mogi Mirim, também no interior de São Paulo. A Polícia Civil instaurou inquérito para investigar o caso.

Um Comentário

  1. Boa Tarde!

    Senhoras e Senhores.

    Tudo indica que este profissional teve uma infeliz idéia e em hora inoportuna e pelo jeito, sem um pingo de coerência ou explicação.

    No ano de 1980, perdi um colega de farda, numa suposta explicação idiota sobre uma probabilidade matemática relativa à famosa “Roleta Russa”. Eu não estava presente, mas segundo disseram, o Policial de origem e descendência nipônica, tão logo havia saído do refeitório no horário da janta e, dirigindo-se para o quarto na pensão da Dona Celina onde morava, numa das travessas da Avenida Otacílio Tomaniki, nas imediações do 16º BPM/M-CPA/M-5 e, começou a barbaridade. Ouviu-se um estampido ao longe e o respectivo tombou diante de olhares estarrecidos e perplexos dos expectadores.

    Segundo relato dos presentes, a vítima mesmo com a insistência negativa dos presentes, insistiu em realizar tal feito mostrando-se inatingível e diante da soberba, acabou tombando já sem vida.

    E, outro caso, quando eu exercia atividades no GS do SSP/SP, por volta do ano de 1985/86, também ocorreu um caso inusitado com um PM do CPA/M-1 que havia se separado da esposa e encontrava-se em delicada situação financeira e, em determinado momento, tão logo da separação, este começa a namorar uma bela moça de descendência nipônica.

    Depois de algum tempo, percebemos que o respectivo começou a ter bonitos panos e bastante dinheiro no bolso. Pelo visto estava fazendo bons “bicos”. Ficamos satisfeitos em vê-lo de bem com a vida. Porém tamanha foi a nossa surpresa, ele alguns dias depois, também acabou ceifando sua própria vida numa aposta idiota naquela mesma modalidade “Roleta Russa”, lá pelos bairros da Liberdade e nas proximidades do 11º BPM/M-CPA/M-1.

    Meus queridos! Não quero aqui ensejar nenhum tipo de comentário esdrúxulo sem sentido ou depreciativo, mas pelo visto, o momento é pertinente e necessário e, que se faça imediatamente uma melhor análise e acompanhamento psicológico com relação a alguns profissionais atuais e também que se faça uma minúcia apurada nos futuros pretendentes, sob pena de incorrer em problemas ou erros irremediáveis e irreparáveis.

    Ser Policial nunca foi e jamais será fácil e devido às enormes pressões, se não for assistido em momentos de fragilidade e sem uma boa ajuda psicológica, muitos tenderão a tomar ou rumar por caminhos tortuosos.

    Caronte.

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  2. Miguxos é foda mesmo, vai sair pra beber com os amigos?? não dirija nem leve arma…
    Que Deus abençoe a alma do rapaz e console seus parentes.

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  3. Estupidez mesmo. A arma de fogo causa curiosidade nas pessoas. Este é um tipo de artefato que tem em sua essência os maus agouros. Mesmo assim temos que ter o maior respeito por este objeto. Somente manusear quando da necessidade, caso contrário a desgraça estará sempre possível. Que o nosso Pai maior receba este coitado com toda a misericórdia que há em seu coração.

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  4. DUAS COISAS NÃO VOLTAM ATRÁS, A PALAVRA QUE SAI DA BOCA E A BALA DE UMA ARMA.
    MEUS PÊSAMES AOS FAMILIARES E AMIGOS DO POLICIAL.

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  5. Aconteceu com um Tenente durante o EAP de Sargentos no CPAM1, pelo que comentaram o Sgt disse que a metralhadora era mais rápida que a pistola. O Ten sabia que não tinha bala na agulha, era só tirar o carregador; mas antes de tirá-lo ele puxou o ferrolho e uma subiu para a câmara sem ele perceber e após ele soltou o carregador. Foi quando o Tenente disse estamos sem munição vamos ver qual arma dispara primeiro e aí, ele acertou o Sargento sem dolo e até achou que era uma brincadeira do Sargento que tombou logo em seguida dizendo: Tenente o Senhor me acertou…Triste o caso em uma “aula de Tiro”…

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  6. atc :
    Miguxos é foda mesmo, vai sair pra beber com os amigos?? não dirija nem leve arma…
    Que Deus abençoe a alma do rapaz e console seus parentes.

    Policial sair de casa sem arma? tá de brincadeira né??

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  7. Meu avô dizia que não existe tiro a acidental. Existe, dizia, um dedo que aperta o gatilho…Quando entrei na Academia da Polícia Civil, falavam de um recém-formado investigador, também nissei, que, assim que recebeu a .40, foi para motel com a namorada. O que fez no motel? Em vez de curtir a namorada, fez roleta russa para mostrar a arma e se exibir. A mesma história de sempre: tirou o “pente” da arma, mas um cartucho ficou na câmara. O disparo “acidental” na cabeça foi o desenlace trágico. Querem saber? Isso não vai acabar nunca – sempre vai ter um dedo apertando o gatilho conta a própria cabeça. E vão continuar falando que foi “acidental”. É, foi.

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  8. Lord Synclair, na verdade não foi em um motel, mas sim no quarto da casa dele, casa onde estava praticamente toda a família. Aquele era meu amigo, meu irmão…Infelizmente combinação de álcool, arma e inexperiência. Até hoje todos nós sentimos um imenso vazio em nossos corações. Toda vez que vejo uma notícia desta imagino que deveria haver mais e mais palestras nas Academias, dizendo o verdadeiro perigo de se portar uma arma de fogo, ainda mais quando se esta alcoolizado. Meus sentimentos para a família do jovem PM.

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  9. Caronte :
    Boa Tarde!
    Senhoras e Senhores.
    Tudo indica que este profissional teve uma infeliz idéia e em hora inoportuna e pelo jeito, sem um pingo de coerência ou explicação.
    No ano de 1980, perdi um colega de farda, numa suposta explicação idiota sobre uma probabilidade matemática relativa à famosa “Roleta Russa”. Eu não estava presente, mas segundo disseram, o Policial de origem e descendência nipônica, tão logo havia saído do refeitório no horário da janta e, dirigindo-se para o quarto na pensão da Dona Celina onde morava, numa das travessas da Avenida Otacílio Tomaniki, nas imediações do 16º BPM/M-CPA/M-5 e, começou a barbaridade. Ouviu-se um estampido ao longe e o respectivo tombou diante de olhares estarrecidos e perplexos dos expectadores.
    Segundo relato dos presentes, a vítima mesmo com a insistência negativa dos presentes, insistiu em realizar tal feito mostrando-se inatingível e diante da soberba, acabou tombando já sem vida.
    E, outro caso, quando eu exercia atividades no GS do SSP/SP, por volta do ano de 1985/86, também ocorreu um caso inusitado com um PM do CPA/M-1 que havia se separado da esposa e encontrava-se em delicada situação financeira e, em determinado momento, tão logo da separação, este começa a namorar uma bela moça de descendência nipônica.
    Depois de algum tempo, percebemos que o respectivo começou a ter bonitos panos e bastante dinheiro no bolso. Pelo visto estava fazendo bons “bicos”. Ficamos satisfeitos em vê-lo de bem com a vida. Porém tamanha foi a nossa surpresa, ele alguns dias depois, também acabou ceifando sua própria vida numa aposta idiota naquela mesma modalidade “Roleta Russa”, lá pelos bairros da Liberdade e nas proximidades do 11º BPM/M-CPA/M-1.
    Meus queridos! Não quero aqui ensejar nenhum tipo de comentário esdrúxulo sem sentido ou depreciativo, mas pelo visto, o momento é pertinente e necessário e, que se faça imediatamente uma melhor análise e acompanhamento psicológico com relação a alguns profissionais atuais e também que se faça uma minúcia apurada nos futuros pretendentes, sob pena de incorrer em problemas ou erros irremediáveis e irreparáveis.
    Ser Policial nunca foi e jamais será fácil e devido às enormes pressões, se não for assistido em momentos de fragilidade e sem uma boa ajuda psicológica, muitos tenderão a tomar ou rumar por caminhos tortuosos.
    Caronte.

    Caronte é o cara!

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  10. E agora José :

    Caronte :Boa Tarde!Senhoras e Senhores.Tudo indica que este profissional teve uma infeliz idéia e em hora inoportuna e pelo jeito, sem um pingo de coerência ou explicação.No ano de 1980, perdi um colega de farda, numa suposta explicação idiota sobre uma probabilidade matemática relativa à famosa “Roleta Russa”. Eu não estava presente, mas segundo disseram, o Policial de origem e descendência nipônica, tão logo havia saído do refeitório no horário da janta e, dirigindo-se para o quarto na pensão da Dona Celina onde morava, numa das travessas da Avenida Otacílio Tomaniki, nas imediações do 16º BPM/M-CPA/M-5 e, começou a barbaridade. Ouviu-se um estampido ao longe e o respectivo tombou diante de olhares estarrecidos e perplexos dos expectadores.Segundo relato dos presentes, a vítima mesmo com a insistência negativa dos presentes, insistiu em realizar tal feito mostrando-se inatingível e diante da soberba, acabou tombando já sem vida.E, outro caso, quando eu exercia atividades no GS do SSP/SP, por volta do ano de 1985/86, também ocorreu um caso inusitado com um PM do CPA/M-1 que havia se separado da esposa e encontrava-se em delicada situação financeira e, em determinado momento, tão logo da separação, este começa a namorar uma bela moça de descendência nipônica.Depois de algum tempo, percebemos que o respectivo começou a ter bonitos panos e bastante dinheiro no bolso. Pelo visto estava fazendo bons “bicos”. Ficamos satisfeitos em vê-lo de bem com a vida. Porém tamanha foi a nossa surpresa, ele alguns dias depois, também acabou ceifando sua própria vida numa aposta idiota naquela mesma modalidade “Roleta Russa”, lá pelos bairros da Liberdade e nas proximidades do 11º BPM/M-CPA/M-1.Meus queridos! Não quero aqui ensejar nenhum tipo de comentário esdrúxulo sem sentido ou depreciativo, mas pelo visto, o momento é pertinente e necessário e, que se faça imediatamente uma melhor análise e acompanhamento psicológico com relação a alguns profissionais atuais e também que se faça uma minúcia apurada nos futuros pretendentes, sob pena de incorrer em problemas ou erros irremediáveis e irreparáveis.Ser Policial nunca foi e jamais será fácil e devido às enormes pressões, se não for assistido em momentos de fragilidade e sem uma boa ajuda psicológica, muitos tenderão a tomar ou rumar por caminhos tortuosos.Caronte.

    Caronte é o cara!

    É o cara mesmo. Ele consegue postar seus comentários sem agredir ninguém, e ELE deve ter um QI elevadíssimo; não daqueles QI(s) que correspondem ao que “I” de quem indica; e sim o PURO COEFICIENTE DE INTELIGÊNCIA MESMO.

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  11. ESCRIPER :

    E agora José :

    Caronte :Boa Tarde!Senhoras e Senhores.Tudo indica que este profissional teve uma infeliz idéia e em hora inoportuna e pelo jeito, sem um pingo de coerência ou explicação.No ano de 1980, perdi um colega de farda, numa suposta explicação idiota sobre uma probabilidade matemática relativa à famosa “Roleta Russa”. Eu não estava presente, mas segundo disseram, o Policial de origem e descendência nipônica, tão logo havia saído do refeitório no horário da janta e, dirigindo-se para o quarto na pensão da Dona Celina onde morava, numa das travessas da Avenida Otacílio Tomaniki, nas imediações do 16º BPM/M-CPA/M-5 e, começou a barbaridade. Ouviu-se um estampido ao longe e o respectivo tombou diante de olhares estarrecidos e perplexos dos expectadores.Segundo relato dos presentes, a vítima mesmo com a insistência negativa dos presentes, insistiu em realizar tal feito mostrando-se inatingível e diante da soberba, acabou tombando já sem vida.E, outro caso, quando eu exercia atividades no GS do SSP/SP, por volta do ano de 1985/86, também ocorreu um caso inusitado com um PM do CPA/M-1 que havia se separado da esposa e encontrava-se em delicada situação financeira e, em determinado momento, tão logo da separação, este começa a namorar uma bela moça de descendência nipônica.Depois de algum tempo, percebemos que o respectivo começou a ter bonitos panos e bastante dinheiro no bolso. Pelo visto estava fazendo bons “bicos”. Ficamos satisfeitos em vê-lo de bem com a vida. Porém tamanha foi a nossa surpresa, ele alguns dias depois, também acabou ceifando sua própria vida numa aposta idiota naquela mesma modalidade “Roleta Russa”, lá pelos bairros da Liberdade e nas proximidades do 11º BPM/M-CPA/M-1.Meus queridos! Não quero aqui ensejar nenhum tipo de comentário esdrúxulo sem sentido ou depreciativo, mas pelo visto, o momento é pertinente e necessário e, que se faça imediatamente uma melhor análise e acompanhamento psicológico com relação a alguns profissionais atuais e também que se faça uma minúcia apurada nos futuros pretendentes, sob pena de incorrer em problemas ou erros irremediáveis e irreparáveis.Ser Policial nunca foi e jamais será fácil e devido às enormes pressões, se não for assistido em momentos de fragilidade e sem uma boa ajuda psicológica, muitos tenderão a tomar ou rumar por caminhos tortuosos.Caronte.

    Caronte é o cara!

    É o cara mesmo. Ele consegue postar seus comentários sem agredir ninguém, e ELE deve ter um QI elevadíssimo; não daqueles QI(s) que correspondem ao que “I” de quem indica; e sim o PURO COEFICIENTE DE INTELIGÊNCIA MESMO.

    AH! PODE SER ELA, INTELIGÊNCIA NÃO TEM NADA A VER COM O DNA QUE DETERMINA O SEXO DA PESSOA.

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  12. “AH! PODE SER ELA, INTELIGÊNCIA NÃO TEM NADA A VER COM O DNA QUE DETERMINA O SEXO DA PESSOA.” – cosmentário #18
    Dr, Guerra, este blog está com defeito, para quem está vendo agora, parece que eu postei a “asnice” acima que copiei, colei e acrescentei aspas. Só quis elogiar o (a) Sr(a) Caronte no meu comentário que por ora aparece como # 17 o comentário #18 não foi postado por mim. Tenho convicção que inteligência é hereditária sim, está no DNA dos seres humanos. Agradeceria de coração que fosse detectado e publicado neste blog o codinome do autor do comentário #18

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  13. Lord Synclair :
    Meu avô dizia que não existe tiro a acidental. Existe, dizia, um dedo que aperta o gatilho…Quando entrei na Academia da Polícia Civil, falavam de um recém-formado

    TJ :
    Lord Synclair, na verdade não foi em um motel, mas sim no quarto da casa dele, casa onde estava praticamente toda a família. Aquele era meu amigo, meu irmão…Infelizmente combinação de álcool, arma e inexperiência. Até hoje todos nós sentimos um imenso vazio em nossos corações. Toda vez que vejo uma notícia desta imagino que deveria haver mais e mais palestras nas Academias, dizendo o verdadeiro perigo de se portar uma arma de fogo, ainda mais quando se esta alcoolizado. Meus sentimentos para a família do jovem PM.

    investigador, também nissei, que, assim que recebeu a .40, foi para motel com a namorada. O que fez no motel? Em vez de curtir a namorada, fez roleta russa para mostrar a arma e se exibir. A mesma história de sempre: tirou o “pente” da arma, mas um cartucho ficou na câmara. O disparo “acidental” na cabeça foi o desenlace trágico. Querem saber? Isso não vai acabar nunca – sempre vai ter um dedo apertando o gatilho conta a própria cabeça. E vão continuar falando que foi “acidental”. É, foi.

    Tb conheci o japonês, na academia ,era um menino gente boa,com muito entusiasmo e cheio de coragem e disposição,provavelmente seria um bom policial,contudo era muito novo e precisava de orientação,principalmente de professores bem qualificados da academia,coisa que não aconteceu,pois os professores eram despreparados e mais interessados em seus ganhos.
    Foi um curso tão ruim que na aula de direção defensiva tivemos que usar um carro de um aluno e treinar abordagem em um espaço de 4 à 5 mts,e nos treino de tiro efetuamos apenas somente 7 tiros de trinta e oito e dois calibre 12.

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  14. Não imagino, e nem quero saber, como seria uma “roleta russa” com semi-automática.

    Roleta russa com uma bala na agulha, em câmara em que só cabe, mesmo, uma munição???

    O que me preocupa, mais que tudo, é um Policial, profissional de Polícia, ser capaz de fazer “roleta russa”, seja com que arma for.

    Espero que o sinistro do caso em comento tenha se dado de modo verdadeiramente acidental e que o jovem tenha encontrado conforto em alguma outra dimensão da existência.

    Com relação às armas, dependendo do momento, uso a semi-automática, mas sempre como back-up. A minha arma principal continua sendo o bom e velho revólver, munição de primeira, +P com alguns ‘jet loaders’ comigo. A pistola fica como “reserva”. Sempre deu certo…

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  15. Bom Dia!

    Senhoras e Senhores.

    Caros “ESCRIPER” e “E agora José”:

    Confesso que fiquei lisonjeado, tanto pelos elogios como também pelos comentários, porém humildemente falando, não quero ser redundante e, nem posso e nem o momento é oportuno para me apresentar e somente digo que, todas as opiniões relativas e pertinentes aos assuntos aqui postados são de inteira responsabilidade deste signatário e que se fique bem claro que, daqueles que efetivamente falei opinei ou comentei e, tenho plena certeza e convicção que sempre me prestei ao respeito e não nunca foram depreciativas ou inibidoras ou que mexeram ou tocaram nos seus foros íntimos.

    Foram feitos ou confeccionados de maneira límpida impar e sincera, tendo-se sempre a preocupação de simplesmente ter-se uma nítida idéia de comentar-se construtivamente e positivamente e, talvez assim citando exemplos de casos que efetivamente aconteceram próximos à minha pessoa e, para assim também, tê-los como exemplo para que no futuro outros profissionais não façam ou cometam os mesmíssimos erros.

    Devemos sim nos preocupar em sempre sermos honestos e assim assimilarmos e termos a certeza de acordo com estes fatos passados poder desempenhar funções ou investigações futuras, tomando-os sempre como exemplos e tendo-se sempre a preocupação de não se envolver ou cometer alguns erros cruciais e que de certa forma possa no final deixar dúvidas à sua pessoa ou a seu ofício. Construa sempre comentários construtivos e positivos e, use somente alguns exemplos de casos verídicos tomando-se somente como exemplo, evitando-se assim ao máximo citar nomes, para não denegri-los ou deixá-los em situações constrangedora.

    Confesso também que agradeço aos meus companheiros de trabalho que sempre fazem o bom uso deste espaço democrático e que, sabedores e conhecedores do meu nome e codinome na Polícia, aqui nunca me denunciaram e sempre mantiveram nobre o enorme respeito e, ao me verem e me cumprimentarem, simplesmente sorriem e me têm sempre em suas mentes como um verdadeiro amigo.

    Agora! A quem de fato me conhece e, sempre a título de explicação e contentamento, digo:

    “Errar é humano, mas, persistir no erro é burrice”.

    “Não sou simplesmente o cara! Mas sou o cara que literalmente catou o cara.

    Caronte.

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  16. Estou na Polícia Civil há 22 anos, e observei muitos casos como desta notícia, ocorre que, realmente a arma mata e, os cuidados devidos não são observados, por inúmeras razões, seria interessente que, quando o pente não estiver na pistola, mesmo que, um cartucho estivesse na agulha, não disparesse a arma, fica a quem de direito encamihar a Taurus e outras fabricantes, para que, pudessem colocar este dispositivo nas pistolas…

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  17. Robson, já vi, infelizmente, até Policiais, com o intuito de desmuniciar uma pistola com bala na agulha, primeiro moverem o ferrolho para trás, ejetando a munição que está na câmara, e, em seguida, retirarem o carregador. Claro que o correto é o contrário. Óbvio que, ao puxar o ferrolho com o carregador municiado ainda na arma, ao ejetar a munição da agulha, outra já foi “puxada” do pente para a mesma agulha. Daí a arma fica sem carregador e com bala na agulha. Propício para os disparos “acidentais” os quais, não obstante, são bastante “lógicos”. Sinceramente, não sei que curso dão de manuseio de semi-automáticas.

    Isso sem falar nas Glocks, excelentes armas, mas cujo sistema de travas fica no próprio gatilho. Já vi vários casos de acidentes graves com ela.

    Na realidade, pouco se pensa em armas destinadas especificamente para as Polícias. Aqui no Brasil, a Imbel, de ótima qualidade, tem, entretanto, um peso excessivo, além da “bendita” trava de empunhadura a qual sempre preferi anular, customizando a máquina com uma “manga” tipo Hogue.

    A Taurus, por sua vez, às vezes tão criticada, tem uma arma de bom desempenho que é a PT-100. Excelente pistola. Mas, de difícil (e incômoda) dissimulação para o trabalho de Polícia Civil…

    Em Portugal, a Polícia de Segurança Pública chegou a pedir e conseguir que a Glock fizesse um sistema de travas especial para aquela Polícia.

    E nós, aqui???

    Nenhuma outra profissão tem, na arma de fogo, uma ferramenta de trabalho tão diária quanto a Polícia. Nem mesmo as FFAA em tempos de paz.

    Os governos bem que poderiam agir mais positivamente quanto ao assunto, quem sabe propondo a Indústrias brasileiras, como Portugal fez com uma multinacional, a adaptação do mecanismo de certas armas para o trabalho Policial. Claro que estou sonhando…

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  18. Esse cara era um amigo muito especial! Eu tentei tantas vezes tirar da cabeça dele a ideia de entrar para a PM, mas era o sonho de sua vida. Ele fez vários concursos, até conseguir ser aprovado em SP. Brincadeira estúpida que vai me deixar sem meu amigo. Que tristeza!!!

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  19. APRENDAM DE UMA VEZ POR TODAS, ARMA DE FOGO É FERRAMENTA DE TRABALHO PARA PROFISSIONAL, QUE SÓ USA A ARMA EM ULTIMA INSTÂNCIA, QUEM SE IMPRESSIONA COM ARMA DE FOGO,NÃO SERVE NUNCA PARA PORTA-LA.

    TEM “P O L I C I A L” E PULIÇA, ESTES QUE SE FUDERAM ERAM PULIÇA, OU TO MENTINDO..?

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  20. Artur Junqueira Filho :
    APRENDAM DE UMA VEZ POR TODAS, ARMA DE FOGO É FERRAMENTA DE TRABALHO PARA PROFISSIONAL, QUE SÓ USA A ARMA EM ULTIMA INSTÂNCIA, QUEM SE IMPRESSIONA COM ARMA DE FOGO,NÃO SERVE NUNCA PARA PORTA-LA.
    TEM “P O L I C I A L” E PULIÇA, ESTES QUE SE FUDERAM ERAM PULIÇA, OU TO MENTINDO..?

    Caro Artur,

    Não julgue aquilo que não sabe, afinal, conhecimento, pratica e cautela no manuseio de arma de fogo, SÃO REQUISITOS BÁSICOS PARA EVITAR UMA TRAGÉDIA, portanto, NÃO BLASFEME DAQUILO QUE NÃO SABE…..

    Abraços.

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  21. Certa vês li no noticiário que um bandido que morava em uma faverla estava em casa com o filho de dois meses no carrinho, o cara sem ter o que fazer começou a brincar com a arma, retirou o pente de balas e mirou na cabeça da criança que estava no carrinho e puxou o gatilho, explodindo a cabeça do bebê.

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  22. Infelizmente, não conheci “Daniel”, mas tive a oportunidade de compartilhar na cadeira de uma barbearia, o seu pai.
    Cada vez que ia lá, sempre uma nova notícia, o esforço e dedicação de seu filho era orgulho daquele senhor; cada passo uma vitoria e assim partilhava da felicidade desse humilde barbeiro.
    Passei um período sem frenquentar aquela babearia, mas quando fui lá há uma semana atrás, a conversa não podeia ser outra, mas ele falou assim…
    “Nem te conto…
    …Perdi o meu garoto!!”
    Um silêncio naquele momento e um turbilhão de pensamentos. Como posso me sentar naquela cadeira e não me lembrar desse fato? Mas aconteceu, com alguém próximo, com alguem que tinha o futuro numa Instituição respeitada, mas aconteceu.
    Com certeza, muita gente vai passar por essa estrada da vida e nunca terá a chance de segurar um armamento, mas pra aqueles que a tiveram ou terão lembrem-se desse aprendizado que tive a 15 anos atrás, na formação de Marinheiro, que um Sargento nos passou:
    1 – “Só coloque o dedo na tecla do gatilho quando for disparar”
    2 – “Nunca aponte a arma pra alguém, exceto em ação”
    3 – “Respeite o armamento”
    Assim, não abreviaremos outra história de vida, nem faremos sofrer a quem amamos!!!

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