Acabou como previsto a ocupação da reitoria da USP. Duzentos homens da tropa
de choque da Polícia Militar de São Paulo foram ativados para tirar 73
estudantes à força. O imprevisto foi a torrente de impropérios internéticos
contra os uspianos. A rapaziada foi tratada de filhinho de papai pra baixo, com
uns dobermanns advogando pau neles, cassetete, gás lacrimogêneo e cadeia.
É inveja. Quem não queria ter 21 anos e estudar na USP, zero de preocupação
com grana, namorar umas mocinhas cabeça, fumar unzinho na praça do Relógio,
nadar lá naquele piscinão lindo, e ainda se sentir super-rebelde, nas
barricadas, parte de um movimento internacional de libertação? Bem, eu não.
Entrei em duas faculdades na USP, Jornalismo e, só de chinfra, História. A
primeira abandonei. A segunda fui um dia e nunca mais voltei. Imagino ter sido
jubilado nos dois cursos.
Percebi que a USP não era pra mim na minha primeira semana lá, careca,
recém-chegado de Piracicaba, 17 anos. Pensei que ia encontrar a gente mais
doida, interessante e livre da minha geração. Mas na minha classe eu era o único
com camiseta dos Dead Kennedys e a comunicação com meus colegas era, digamos,
precária.
O último ano realmente legal pra entrar na Escola de Comunicações e Artes foi
o anterior – cheguei atrasado. 1982 foi o primeiro ano em que ficou difícil
entrar em jornalismo, que passou a ter vestibular separado do restante das Comunicações.
Dali para frente, nota de corte da Fuvest bem alta, só gente aplicada e
estudiosa entraria na ECA. O engraçado é que 1983, quando cheguei lá, foi um ano
bem animado na ECA. Uma confederação de sacanas anarquistas de todas as matizes
se uniu pra botar para fora do Centro Acadêmico os trombas trotskistas da
Libelu, que a esta altura já estavam em descompasso com a história. Vitória dos
PicaRetas e votei neles.
A USP, onde decididamente não fui feliz, era e é escola para tropa de elite,
gente que vem das melhores escolas pagas, e sonho de todo vestibulando. Muita
cabeça boa estudou lá, e continua estudando. Não é nem de longe uma das melhores
universidades do mundo, mas continua referência de ensino e pesquisa de
qualidade, para nossos pobres padrões locais.
Como qualquer universidade de primeira linha, deveria ser um espaço arejado,
de diversidade e experimentação. O que inclui, sim, uma série de atividades
socialmente questionáveis fora dos muros do campus.
Universidade não é para socar o máximo de informação nos miolos da juventude
e produzir em série um exército de robôs tecnocratas. Trata-se de formar as
melhores cabeças do país, o que é impossível sem liberdade e libertinagem.
Os argumentos contra os ocupantes da reitoria da USP são pífios. Eles quebram
a lei? Primeiro, se quebram, não importa; leis não existem para serem obedecidas
cegamente; a lei é para ser desobedecida e questionada abertamente quando
injusta; não é possível aplaudir as rebeliões contra Mubarak e Gaddafi, ou a
ocupação de Wall Street, e recriminar os uspianos por não seguir a lei.
Segundo, fumar maconha NÃO é contra a lei, o que o amigo (e também veterano
da ECA) Marcelo Rubens Paiva demonstrou em artigo para o Estadão. Leia
aqui.
Terceiro, defender o direito de fumar maconha na USP sem ser preso é uma
maneira de se rebelar contra a crescente truculência dos caretésimos governantes
da cidade e Estado mais ricos do país. Naturalmente, eu defendo que os
estudantes da USP deveriam lutar para que ninguém fosse preso por consumir droga
nenhuma em todo o território nacional, e não só no seu campus…
Mas o que aconteceu agora é o mais recente capítulo da militarização do
aparelho estatal paulista/paulistano. O reitor João Grandino Rodas, advogado,
foi indicado em 2009 por José Serra, quando governador (embora tenha sido o
segundo mais votado na lista tríplice).
Serra, que em economia é indistinguível dos petistas, em costumes é direita
raivosa e higienista. Assumiu, imagino que para fins eleitorais, o manto de
guardião da lei e da ordem, palavras mágicas que encantam parcela importante da
numerosa, masoquista e paranoica classe média do Estado.
Existem muitos paulistas que têm algo a perder e, inseguros, anseiam pela
tutela de um pai rigoroso, que dite as regras, contenha miseráveis e pardos à
distância, e nos puna exemplarmente em caso de mínima infração.
Serra, sempre com a cara fechada, incorpora perfeitamente o tipo, e defende a
vigilância e o microgerenciamento da vida particular do cidadão. Seu afilhado e
sucessor, Gilberto Kassab, parece sujeito mais afável, mas colocou policiais
militares da reserva nos comandos de 25 das 31 subprefeituras paulistanas, o que Serra, que iniciou o processo, chamava de
“choque de ordem”.

Também há comando militar na Secretaria de
Transportes, na Companhia de Engenharia de Tráfego, no Serviço Funerário, no
Serviço Ambulatorial Municipal, na Defesa Civil e na Secretaria de
Segurança.
São cerca de 90 oficiais da PM com cargos importantes no governo do Estado e
prefeitura. A maior parte das indicações é atribuída ao comandante geral da PM,
Álvaro Camilo, três décadas na polícia militar, que assumiu o cargo em 2009.
E Geraldo Alckmin? Também é da turma da lei e ordem acima de tudo. Natural,
porque integrante da prelazia católica ultraconservadora Opus Dei, ou no mínimo
simpatizante muito próximo. Não assume e também não nega.
A primeira vez que isso foi noticiado foi em 2006, pela revista Época.
Recentemente tivemos confirmação, do próprio secretário (e tucano) Andrea
Matarazzo, que afirmou a diplomatas americanos que Alckmin é da Opus Dei,
conforme telegramas revelados pelo Wikileaks. Leia aqui.
Com tudo isso, o crime em São Paulo segue firme e forte, claro, com especial
destaque para o gueto de craqueiros erigido pela polícia na rua Helvétia, pleno
centro de São Paulo. A corrupção continua grassando na administração pública.
Playboys bêbados continuam atropelando transeuntes impunemente. Continuam
batendo nossas carteiras no metrô. E por aí vai.
O reitor da USP, João Grandino Rodas, iria ser diferente de seus patrões? As
denúncias contra ele se acumulam, e vão da mera extinção de cursos e compra
duvidosa de imóveis a atitudes francamente brucutus, como chamar a Tropa de
Choque para resolver outra ocupação (em 2006) e realizar demissão em massa de
270 funcionários em janeiro de 2011.
Chamado pela Assembleia Legislativa para se explicar, simplesmente não
apareceu. Chegou a ser declarado Persona Non Grata pela congregação da Faculdade
de Direito do Largo São Francisco, com apoio do Centro Acadêmico 11 de
Agosto.
Este último foi só mais um enfrentamento. Outros necessariamente acontecerão.
E não só entre os estudantes e as autoridades da USP. Porque o problema não é a
USP, ou seus estudantes, ou a PM. O problema não é nem o reitor.
O problema é quem indica o reitor, a quem interessa a militarização do
governo, e principalmente quem comanda os comandantes. Da próxima vez, sugiro à
rapaziada começar a ocupação pelo Palácio dos Bandeirantes.



Nada de coxinha na USP. O negócio é pastel integral de escarola, rúcula e outras ervas…
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TJSP: Estado não pode cobrar do PM reparos em VTR acidentada
TJ/SP decide que Estado não pode cobrar do PM motorista o conserto de viatura acidentada
Em decisão inesquecível, Corte paulista decide que Estado deve assumir o risco por acidente com viatura policial e não pode cobrar do PM motorista o valor do conserto.
Após os últimos anos de batalha na Justiça em favor dos policiais militares que, em cumprimento do dever se envolvem em acidentes de trânsito vindo a causar prejuízo ao erário, Recurso interposto pela Oliveira Campanini Advogados é aceito, e em decisão memorável, a 13ª Câmara de Direito Público do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo, julgou improcedente ação em que a Fazenda Pública do Estado tentava cobrar o valor de R$ 4.465,65 de um Sd PM atuante na região do ABCD.
Na ocasião, em noite com pouca iluminação em rua onde não se havia sinais de solo, policial militar de serviço colidiu a viatura policial contra uma motocicleta ocupada por dois indivíduos, que, sendo estes, internos do Presídio de Franco da Rocha, evadiram-se, haja vista que estavam usufruindo da saída temporária do Regime Semiaberto, e não poderiam permanecer fora de suas residências até aquele horário (22h30min).
No belo julgado, os desembargadores entenderam que não se vislumbrou a culpa do servidor, e a condenação do mesmo representaria grande prejuízo ao seu sustento próprio e de sua família.
Sustentou o desembargador relator IVAN SARTORI, que: “se o servidor exercia regularmente seu mister (o que em momento algum foi contestado), advindo, nessa situação, dano ao patrimônio do Estado, inconcusso que a conta deve ser debitada ao próprio ente estatal, dado o risco administrativo que assume”.
Segundo a Dra. Karina Cilene Brusarosco, da banca especializada na defesa de PMs, o Estado, ao empregar seus veículos em atividade de risco, deveria contratar o seguro de sua frota, mormente os veículos utilizados na área de segurança pública, eis que estão diuturnamente em deslocamentos de emergência.
Para ela, os condutores de viaturas policiais, deveriam perceber gratificação extra, peloplus de risco que tem em relação aos demais milicianos.
Assim, policiais militares de parcos vencimentos, sem nenhuma vantagem remuneratória pelo risco e ônus de conduzirem viaturas em situações de cerco e perseguições, com exposição da própria vida e saúde, escalados como motoristas sob o tacão do Código Penal Militar, quando de sinistros esperados, quase-certos, são demandados para ressarcimento do erário.
O agir da Fazenda do Estado é torpe. Há na espécie locupletamento da Fazenda, eis que economiza no contrato de seguro, pois sabe que fácil lhe será ressarcir-se dos reparos nas viaturas descontando tais valores dos vencimentos de seus agentes.
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PARABENS NOBRE DESEMBARGADOR.
CASO TAL COMENTÁRIO FOSSE FEITO POR UM POLICIAL, AQUI NESTE BLOG, SERIA PUNIDO?
O agir da Fazenda do Estado é torpe. Há na espécie locupletamento da Fazenda, eis que economiza no contrato de seguro, pois sabe que fácil lhe será ressarcir-se dos reparos nas viaturas descontando tais valores dos vencimentos de seus agentes.
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“se o servidor exercia regularmente seu mister (o que em momento algum foi contestado), advindo, nessa situação, dano ao patrimônio do Estado, inconcusso que a conta deve ser debitada ao próprio ente estatal, dado o risco administrativo que assume”.
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Marcelo Rubens Paiva, lembro-me de você recepcionando nós, os calouros da Unicamp em 1978. Ah! se pudessemos voltar ao tempo. Alguns meses depois, que fatalidade….., mas enfim, Feliz Ano Velho.
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POSSE DE MACONHA NÃO É CRIME
Num estado autoritário, o grupo que toma o poder considera seus opositores inimigos.
A matemática é simples: utiliza todos os meios de repressão para manter a ordem interna. A polícia passa a agir não a favor do cidadão, mas contra.
Durante a ditadura brasileira, a ausência da PM nos campi universitários foi a munição que precisávamos para acabar com ela. Neles, iniciamos os movimentos pela Anistia e Liberdades Democráticas.
As primeiras passeatas e manifestações saíram dos campi. A sociedade civil, inclusive a Igreja, rompeu com o regime depois do movimento estudantil reorganizado.
Num estado democrático, deveríamos dar boas-vindas à presença da PM na USP, para combater a epidêmica violência urbana e dar segurança aos alunos.
No entanto, herança de tempos atrás, as rondas passaram a dar batidas em estudantes a procura de entorpecentes. E flagrou três deles com maconha. A prisão causou protestos, quebra-quebra e a ocupação de prédios da administração.
Não é de hoje que a polícia passa muito tempo revistando a juventude em busca de uma ponta de maconha, para um achaque. A prática existe desde que sou jovem.
Nas ruas e estradas.
Nos postos policiais rodoviários, em que dão uma geral em nossos carros, enquanto passam carros e cargas roubadas, armas e contrabando.
Quem já não foi parado nos postos de Paraty e Penedo e não levou uma geral?
No Rio, basta ver uma placa de São Paulo que a PM faz uma revista dura. E se acha algo, extorsão na certa. A sociedade brasileira quer que parte da força policial continue “perdendo tempo” com usuários comuns?
Os três estudantes da USP foram levados para a delegacia e liberados horas depois.
Alguns defenderam a ação da polícia.
Afinal, fumar maconha é crime, e uspianos não deveriam se sentir acima da lei.
Errado.
A Lei 11.343/06, que entrou em vigor em 2006, revogou a n° 6.368/76 e instituiu novas normas reguladoras quanto à posse de tóxicos (artigo 28).
O crime de porte de substância entorpecente para uso próprio não impõe mais pena de detenção ou reclusão. As sanções previstas são de cunho sócio educativo, como prestação de serviços e admoestação verbal.
Se o artigo 28 não prevê pena de detenção ou reclusão, está descriminalizada a conduta do porte de entorpecentes para uso próprio.
O jurista Luiz Flávio Gomes escreveu: “Se legalmente, no Brasil, crime é a infração penal punida com reclusão ou detenção, não há dúvida que a posse de droga para consumo pessoal com a nova lei deixou de ser crime, porque as sanções impostas para essa conduta, advertência, prestação de serviços à comunidade e comparecimento a programas educativos, não conduzem a nenhum tipo de prisão. Aliás, justamente por isso, tampouco essa conduta passou a ser contravenção penal, que se caracteriza pela imposição de prisão simples ou multa.”
“Em outras palavras: a nova lei de tóxicos, no art. 28, descriminalizou a conduta da posse de droga para consumo pessoal. Retirou-lhe a etiqueta de infração penal, porque de modo algum permite a pena de prisão. E sem pena de prisão não se pode admitir a existência de infração penal no nosso país”, completou.
Sua tese está disponível no site http://www.jusnavegandi.com.br
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FONTE: http://blogs.estadao.com.br/marcelo-rubens-paiva/posse-de-maconha-nao-e-crime/
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Para quem não é dessa época, gosta de se informar e de discenir antes de opinar……………
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http://www.slideshare.net/leandrw/feliz-ano-velho-marcelo-rubens-paiva
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Pois afinal “Há três espécies de cérebros: uns entendem por si próprios; os outros discernem o que os primeiros entendem; e os terceiros não entendem nem por si próprios nem pelos outros; os primeiros são excelentíssimos; os segundos excelentes; e os terceiros totalmente inúteis”.
Maquiavel
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O processo de militarização da força repressora não é novidade aqui, é um movimento globalizado, isso vem sendo calculado há décadas, aliás desde o 11 de setembro, querem criar um sistema globalizado onde a repressão será daqui para pior, basta acompanhar como anda a polícia pelo mundo afora…militarizando-se.
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Tá bom fumar maconha não é crime, então não chame a polícia se um bando de nobres garotos estiverem fumando unzinho na frente da sua casa, na frente dos seus pais, na frente dos seus filhos e por lá vai…..Seria o solicitante da vtr hipócrita, ou você que está longe do fumacê..HEHEH….Bagunho bom, só em outras portinhas…..
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Pau nesses VAGABUNDOS, represão o cact….bando de vagabundo MACONHEIROS…estudam com dinheiro público …. vagabundos…isso sim
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É realmente o rabo abanando o cachorro…..Se fosse para desocupar uma área invadida a ordem judicial seria cumprida a risca…. Mas como é para tirar maconheiros de um Prédio PÚBLICO(FEITO COM O DINHEIRO DO POVO), fica este impasse….Mas são estudantes da USP, uma renomada Universidade ….. Se é pra tirar o povinho….Pau neles, são noias mesmo, putas, mendigos…. Já na USP são os futuros governantes deste BRAZILIS….
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Quanto fumar ou não fumar maconha, nem é a questão, a verdadeira questão, a qual não pode ser cedido aos baderneiros, é a indevida ocupação de um estabelecimento de ensino ou de qualquer outro….Não sou contra manifestação, mas sou contra o uso de entorpecentes seja ele qual for, desde bebidas alcoólicas até os ilegais, pois entendo que é legítimos a liberdade de manifestar ou fazer greves em um país democrático, mas, a liberdade de manifestar não pode ser confundida como promover badernas ou arruaças, pois os direitos de cada um de nós termina onde inicia o direito de outros, portanto essa parcela de alunos da USP mais me parecem baderneiros e arruaceiros de que manifestantes ou grevistas. Claro que é legitimo e necessário sempre o uso da força policial, tem que conter ou dispersar esse tipo de gente que mantém comportamentos reprováveis atrapalhando o aproveitamento dos estudos dos demais alunos. Quanto usar entorpecentes dentro de um estabelecimento de ensino ai é demais, pois ali é local para estudar e ficar mais culto e não para ficar mais besta, portanto , acredito que esses indivíduos usuários de entorpecentes devem ser internados em clínicas especializadas para tratar desse maldito vício e não ficar transitando dentro de uma universidade incentivando outros alunos a usarem essas malditas drogas que não tem nada de bom a oferecer. Quanto a PM ou PC transitar ou permanecer dentro do Campus, é ou deveria ser uma rotina normal, tanto dentro como fora do Campus também, sempre visando oferecer segurança pública á todos cidadãos, pois esse é o dever da Polícia. É bom que se lembre que, onde frequenta o usuário de entorpecentes, também frequenta o fornecedor (traficante) e ai é a questão primordial que deve primar os interesses policiais para prendê-los. Eu nunca vi cidadãos de bem falar bem de usuários de entorpecentes e muito menos de traficantes, pelo contrário, eles querem que essas pessoas fiquem longe deles e de seus familiares. Portanto, os Policiais cumprem com seu papel mesmo tardiamente em razão dos tramites judiciais, mas cumpriram e cumprem, portanto, eu, enquanto cidadão, espero que continuem a cumprir com suas obrigações mantendo a ordem pública custe o que custar, acredito que os cidadãos de bem estão a favor da Polícia, pois a razão da Polícia existir é para oferecer tranquilidade para a sociedade poder estudar e aprimorar seus conhecimentos, trabalhar, ter lazer e ser feliz .
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Não me parece haver qualquer similitude entre o conflito defronte o Palácio dos Bandeirantes e essa operação de desocupação da reitoria da USP.
A atuação da PM nesse epsódio é digna de elogio. Operação inteiramente executada dentro da legalidade.
Polícia é serviço próprio do Estado, razão pela qual é executada diretamente por seus agentes.
Convênio para o Estado exercer seu poder de polícia de manutenção da ordem pública na circunscrição territorial onde encontra-se instalada uma instituição de ensino superior, chega a ser ridículo.
Não passam de baderneiros, vândalos que infelizmente ocupam o lugar de milhares de jovens que sonham em frequentar os mesmos bancos escolares que ora destroem sem qualquer justificativa.
O indiciamento pelas infrações penais de desobediência, crime ambiental e dano ao patrimônio público é coerente, mesmo não sendo possível de plano individualizar a conduta de cada um.
Tenho dó da delegada da central de flagrante que com certeza deve estar segurando esse RDO sozinha.
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Choque filho da p. . .??! Se fosse camelô ou sem teto o chicote estralava. Mas com os viciados filhos de mamãe, engoliram sapo. Estudante “doidão” dando entrevista na rede glóbulo. Na frente do palacio na greve de 2008 tiveram ordens pra descer o pau. Agora tambem tiveram ordem pra não ofender os burqueses maconheiros. É a cara do governo. Bando de paus mandados.
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Esses esquerdistas não têm jeito. Só aprendem no cacete!!! Esse boçal do R7, petista de carteirinha, encontrou um modo de defender esses maconheiros e criticar a policia ao mesmo tempo. Segundo o seu modo de pensar, os estudantes que financiam o tráfico, deveriam consumir o baseado em paz; sem PM enchendo o saco. As leis não valem dentro da USP pra essa gente.
Já sei: vamos mandar todos os maconheiros de SP para a porta da casa dele, só pra ver sua reação. E aí dele chamar a policia. Está proibido!!!
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Que texto maravilhoso!!! “Lei não é pra ser cumprida…”. “Fumar maconha não é crime”, “os caretésimos governantes de São Paulo”. Esse tiozão parou em 1968!!! Parece até aquele personagem, o Austin Powers!!!! ahahahahahá. Só faltou a boina e a camiseta do Che Guevara pra ficar mais ridículo!!!
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………………………………………………
Acho que vc precisa se atualizar vide a Lei 11.343/06, é vá argumentar com o legislador.
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Concordo inteiramente com o autor do texto e esriper, salientando que o poder da PM via PSDB e MP está passando dos limites aceitáveis, num país dito democrático de direito, aqui no Vale do Paraíba vivemos uma onda de grampos ilegais da PM com anuência do MP via GAECO, a GESTAPO e SS são fichas perto dos caras.ORWELL ficaria arrepiado, então aos conservadores cuidado, vc pode ser a próxima vítima.A militarização não presta, milico não gosta de civil, pra eles paisano bom é paisano morto.Fui PM 15 anos, advogo hj. e sou contra o militarismo da segurança pública.Todo cuidado é pouco com esses caras. e o PSDB, numa atitude fascista está levando isso a um estágio perigoso com aval do MP.Então nós seres pensantes temos de pelo menos nos rebelar, a exemplo dos uspianos.Belo texto, parabéns.
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O REGIME MILITAR NÃO ACABOU EM SP, E VEM SE FORTALECENDO A CADA DIA.
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“ESRIPER” Aqui a maioria conhece a lei, talvez você que devesse se atualizar.
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E como V. Sa. sabe que eles portavam apenas o suficiente para o consumo próprio?
Tá sabendo demais.
Os pms cumpriram com o dever ao apreender esses indivíduos para averiguação.
Não falta esquerdalha pra defender esses vagabundos covardes que agridem a imprensa mas fecham o cu pra pm. Esses vermes não passam de manobra de sindicatos e partidos esquerdistas, nada mais que isso.
Gente sem moral!
Garanto que só não deflagraram uma operação como a que foi feita no Mack ano passado, que descobriu traficantes de cocaína por questões políticas.
O governo adora bancar o esquerdopata e defender essa escória.
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O jurista Luiz Flávio Gomes escreveu: “Se legalmente, no Brasil, crime é a infração penal punida com reclusão ou detenção, não há dúvida que a posse de droga para consumo pessoal com a nova lei deixou de ser crime, porque as sanções impostas para essa conduta, advertência, prestação de serviços à comunidade e comparecimento a programas educativos, não conduzem a nenhum tipo de prisão. Aliás, justamente por isso, tampouco essa conduta passou a ser contravenção penal, que se caracteriza pela imposição de prisão simples ou multa.”
“Em outras palavras: a nova lei de tóxicos, no art. 28, descriminalizou a conduta da posse de droga para consumo pessoal
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EU VOU ESCREVER POR MIM. O GOV DISSE QUE OS ESTUDANTES DEVIAM APRENDER A DEMOCRACIA!!! QUE HIPOCRISIA !!! ELE É O PRIMEIRO A IMPOR UMA VERDADEIRA DITADURA A SEUS FUNCIONÁRIOS. QUANTO AO FATO DE OS ESTUDANTES ESTAREM FUMANDO UM, SABEMOS QUE EM TODAS AS FACULDADES O BAGULHO ROLA SOLTO, FUMA QUEM QUER. ISSO É A UNICA DESCULPA PARA FERRAREM ESTES MOLEQUES. EU TENHO ESPÍRITO DE CORPO PARA COM ESTES ALUNOS, POIS O INIMIGO DO MEU INIMIGO TEM TUDO PARA SER MEU AMIGO. QUANTO AO PATRIMÔNIO PÚBLICO, QUE SE DANE, O GOV NUNCA CUIDOU DE SEU PATRIMÔNIO, HAJA VISTA O ESTADO DE NOSSAS VTRS , INSTALAÇÕES,ETC, ELES NÃO VÊEM A HORA DE ACABAR,ESTRAGAR POR FALTA DE MANUTENÇÃO, PARA SUBSTITUÍ LOS POR OUTROS DE BAIXA QUALIDADE E DIGA-SE SUPER FATURADOS. EU ESTOU PREVENDO, A MOLECADA VAI ACABAR ENCARANDO O CHOQUE E TODOS NÓS SABEMOS O ESTADO PSICOLÓGICO QUE ESTES POLICIAIS ESTÃO , MAU PAGOS ,CHEIO DE DÍVIDAS,COM OS NERVOS A FLOR DA PELE, ASSIM COMO NÓS,EU VEJO COMO UMA TRAGÉDIA PRÉ ANUNCIADA. DETALHE; OS PROFESSORES TAMBÉM ESTÃO MAL POIS SÃO VÍTIMAS DO FAMIGERADO PSDB E SEUS DEMÔNIOS.
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JUJU, DEUS TE OUÇA. Pois naquela época não tinha essa orda de parasitas perambulando pelas ruas da cidades, causando intranquilidade que se vê hoje. Um monte de lixo (desculpem), usuários de entoprcentes pelas ruas assaltando e matando, alimentando o extremamente lucrativo tráfico de entorpecentes. E tem uns bostas que vem defender o consumo legalizado de drogas. Esses viadinhos da USP tem mais é que tomar tonfada no lombo.
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Provavelmente você deve fumar maconha. Tese do LFG, nem mesmo a mãe dele acompanha. Ele gosta de polemizar. Ganha a vida com isso.
Abra o link e leia a materia:
http://www.stf.jus.br/arquivo/informativo/documento/informativo465.htm
Segundo decisão do Supremo, houve a DESPENALIZAÇÃO e não a DESCRIMINALIZAÇÃO. Ou seja, fumar maconha ainda é crime, mesmo que não tenha pena.
Para de fumar maconha e vai fazer BO.
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A invasão da reitoria sob o ponto de vista juridico
http://direito.folha.com.br/1/post/2011/11/a-invaso-do-prdio-da-usp-do-ponto-de-vista-jurdico.html
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PAÍS DEMOCRÁTICO? VOTO OBRIGATÓRIO, ALISTAMENTO MILITAR OBRIGATÓRIO, PAÍS DEMOCRÁTICO? VCS QUEREM DIZER ANARQUICO!
Quanto fumar ou não fumar maconha, nem é a questão, a verdadeira questão, a qual não pode ser cedido aos baderneiros, é a indevida ocupação de um estabelecimento de ensino ou de qualquer outro….Não sou contra manifestação, mas sou contra o uso de entorpecentes seja ele qual for, desde bebidas alcoólicas até os ilegais, pois entendo que é legítimos a liberdade de manifestar ou fazer greves em um país democrático, mas, a liberdade de manifestar não pode ser confundida como promover badernas ou arruaças, pois os direitos de cada um de nós termina onde inicia o direito de outros, portanto essa parcela de alunos da USP mais me parecem baderneiros e arruaceiros de que manifestantes ou grevistas. Claro que é legitimo e necessário sempre o uso da força policial, tem que conter ou dispersar esse tipo de gente que mantém comportamentos reprováveis atrapalhando o aproveitamento dos estudos dos demais alunos. Quanto usar entorpecentes dentro de um estabelecimento de ensino ai é demais, pois ali é local para estudar e ficar mais culto e não para ficar mais besta, portanto , acredito que esses indivíduos usuários de entorpecentes devem ser internados em clínicas especializadas para tratar desse maldito vício e não ficar transitando dentro de uma universidade incentivando outros alunos a usarem essas malditas drogas que não tem nada de bom a oferecer. Quanto a PM ou PC transitar ou permanecer dentro do Campus, é ou deveria ser uma rotina normal, tanto dentro como fora do Campus também, sempre visando oferecer segurança pública á todos cidadãos, pois esse é o dever da Polícia. É bom que se lembre que, onde frequenta o usuário de entorpecentes, também frequenta o fornecedor (traficante) e ai é a questão primordial que deve primar os interesses policiais para prendê-los. Eu nunca vi cidadãos de bem falar bem de usuários de entorpecentes e muito menos de traficantes, pelo contrário, eles querem que essas pessoas fiquem longe deles e de seus familiares. Portanto, os Policiais cumprem com seu papel mesmo tardiamente em razão dos tramites judiciais, mas cumpriram e cumprem, portanto, eu, enquanto cidadão, espero que continuem a cumprir com suas obrigações mantendo a ordem pública custe o que custar, acredito que os cidadãos de bem estão a favor da Polícia, pois a razão da Polícia existir é para oferecer tranquilidade para a sociedade poder estudar e aprimorar seus conhecimentos, trabalhar, ter lazer e ser feliz .
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Viva a democracia por permitir que verdadeiros lixos como esse, usem esse meio de comunicação para vomitar suas imbecilidades.
Agora, esse “escriper”… nah! não vale a pena comentar.
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Finalmente um artigo sério sobre a ação da polícia.
E quanto ao seu nickname, assino em baixo…se o pt apresentar um cavalo como seu candidato ao governo do estado, terá o meu voto e de minha família. PSDB nunca mais.
Abs.
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Essa é pro ESTRIPER!!!
“Em 2006, o Congresso Nacional discutiu a possibilidade de liberar o consumo de determinadas drogas. Diante do impasse (liberar ou não), optou o legislador por manter o consumo como figura criminosa, mas criou uma nova modalidade de pena, a advertência (art. 28 da Lei 11.343/06). Efeito prático: não cabe cadeia para o sujeito enquadrado como consumidor. Nesses casos, LAVRA-SE UM TERMO DE OCORRÊNCIA e libera-se o mesmo com o compromisso de comparecer à justiça para o preenchimento de formalidades.
É comum acharmos que a única tradução da pena (conseqüência da existência de um crime) é a cadeia, mas não. Além da pena privativa de liberdade (cadeia), temos a restritiva de direitos (ex.: proibição de freqüentar determinados locais), a multa e a própria advertência prevista na Lei Antidrogas.”
http://www.7segundos.com.br/blogs/franca-junior/98
Maconha, por enquanto, é considerada uma droga ilícita (Lei 11.343/06) e, quem for flagrado com a mesma, sofrerá as consequencias (artigo 28 desta mesma Lei), SENDO CONDUZIDO PARA A DELEGACIA para a elaboração um Termo Circunstanciado de Ocorrência.
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“Eles quebram a lei? Primeiro, se quebram, não importa; leis não existem para serem obedecidas cegamente; a lei é para ser desobedecida e questionada abertamente quando
injusta; ”
E o direito de fumar maconha é mesmo uma causa muito justa…
Fala isso pra mãe do estudante Felipe Ramos de Paiva, morto com um tiro a cabeça dentro da USP.
Quando você for prestar boletim de ocorrência porque te roubaram, o policial vai responder: “- ah, mas a lei é pra ser quebrada mesmo…”
Não sei se o “revolucionário” percebeu, mas não vivemos no regime do Mubarak ou do Gaddafi, mas numa democracia, que permite que tipos como esse, que escreveu a referida matéria, defequem pela boca.
Os estudantes desobedeceram a uma ordem judicial de desocupação do prédio da reitoria e isso é crime sim.
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NÃO SOU USUÁRIA DE DROGAS ILÍCITAS, SOU FUMANTE E TOMO OS MEUS DESTILADOS DE VEZ EM QUANDO. MAS COMO POLICIAL, ACHO SINCERAMENTE QUE MUITOS DE NÓS PODERÍAMOS DAR O MÍNIMO DE NÓS MESMOS; FOCANDO EM DESVENDAR CRIMES. MEU FILHO ESTUDA DA USP E NÃO É, NUNCA FOI FILINHO DA MAMÃE OU FILINHO DO PAPAI, ELE É APENAS UM GAROTO CONSCIENTE, DE ORIGEM HUMILDE, SE PREPARANDO PARA TER UM FUTURO MELHOR; E GRAÇAS AO ACOLHIMENTO FAMILIAR ELE NÃO É DEPENDENTE DE NENHUMA DROGA, E COM CERTEZA TERÁ UM FUTURO BRILHANTE PELA FRENTE.
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Ao ESTRIPER:
Você escreveu “FOCANDO EM DESVENDAR CRIMES”, não foi?
Bem, eu entendo que, ao conduzir estudantes que fumam maconha à delegacia, pode-se averiguar onde compraram a droga e fechar a boca de fumo.
E, se o que você escreveu for verdade, seu filho não deve fazer parte daqueles que apedrejaram viaturas de polícia e quebraram/ picharam as dependências da reitoria causando um prejuízo que será pago com o suor de pobres “proletários” explorados pela burguesia capitalista.
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