14 de outubro de 2011 • 13h23 • atualizado às 13h42
A partir de maio, 60% das tentativas de roubo a caixas eletrônicos em SP
fracassaram, segundo a SSP
Foto: Eduardo Gilum/Futura
Press
- Direto de São Paulo
A polícia registrou em 2011 mais de dois ataques por dia a caixas eletrônicos
em todo o Estado de São Paulo. De acordo com dados divulgados nesta sexta-feira
pela Secretaria de Segurança Pública (SSP), foram 727 ocorrências do tipo nos
primeiros nove meses do ano, com pico nos meses de fevereiro e março, que
concentraram mais de um terço dos ataques.
No balanço geral, a capital concentrou 30,7% (223) de todos os ataques no
Estado. No entanto, essa relação diminui se levados em conta apenas os últimos
meses. Em agosto, a capital teve 16 ocorrências (16%), e em setembro, apenas
três (6%).
De acordo com o coronel Wagner César, coordenador operacional da Polícia
Militar, a queda se deu por causa de ações localizadas da polícia, que se focou
na capital a partir de maio. “Nessa época, os crimes contra caixas eletrônicos
praticamente acabaram na capital. Mas aí as quadrilhas migraram para o
interior”, afirmou.
Neste ano, no interior de São Paulo houve 333 ataques a caixas eletrônicos
até setembro, mais de um por dia. O pico dos atentados, segundo o coronel, foi
entre os meses de julho e agosto, decorrente da “migração” dos criminosos. Em
agosto, a polícia reforçou o efetivo nas regiões mais visadas pelos bandidos,
como Santos, Campinas e Piracicaba, e o índice de ocorrências caiu de 65, em
agosto, para 38, em setembro.
Ao mesmo tempo em que a polícia voltava a atenção para o interior, as
investigações do Departamento de Investigações sobre Crime Organizado (Deic)
conseguiram desmantelar diversos bandos especializados. “A maioria das grandes
quadrilhas foi presa”, disse César. Segundo ele, a maioria dos ataques passou a
ser feita por amadores, porque o roubo a caixas eletrônicos “virou crime da
moda”.
É esse amadorismo que explica, segundo o coronel, a queda na eficiência dos
ataques. De janeiro a abril deste ano, 73,6% dos ataques foram consumados e em
26,4% deles os criminosos conseguiram levar o dinheiro. No entanto, de maio a
setembro, as tentativas fracassadas de abertura dos caixas para retirada do
dinheiro passaram a ser maioria: 59,1% dos ataques não chegaram a ser
consumados.
Até o fim deste mês, a Polícia Militar deverá apresentar à Federação
Brasileira de Bancos (Febraban) um levantamento detalhado relacionando os locais
mais perigosos e vulneráveis a ataques em municípios de todo o Estado. As
informações, segundo o coronel, serão apenas sugestões para a entidade orientar
os bancos quanto aos locais menos recomendados para se instalar terminais
eletrônicos. “Eles podem remover ou trocar de lugar, são apenas sugestões”,
disse. Segundo César, a maioria dos bancos não consulta a polícia antes de
construir agências ou instalar equipamentos de autoatendimento.
“De acordo com o coronel Wagner César, coordenador operacional da Polícia
Militar, a queda se deu por causa de ações localizadas da polícia, que se focou
na capital a partir de maio.”
Ação localizadas da polícia, leia-se, DEIC prendendo Papa-Malas…
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“Segundo César, a maioria dos bancos não consulta a polícia antes de
construir agências ou instalar equipamentos de autoatendimento.” Que absurdo, todos sabem que devemos consultar os seres divinos da PM antes de fazer qualquer coisa. Como os banqueiros tem a audácia de abrir uma agência sem a opinião do sagrado oficial, e instalar equipamentos de auto-atendimento então???????
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Enquanto mendigamos por 15%, a polícia do Mato Grosso receberá 115% (cento e quinze) de aumento salarial.
Que vergonha!!! Que humilhação!!!!!
Tânia
http://www.midianews.com.br/?pg=noticias&cat=1&idnot=65522
AL aprova nova tabela salarial para a Polícia Civil
Aumento de 115% será pago em quatro anos da gestão do governador Silval Barbosa
Widson Maradona
Deputados aprovaram aumento para a Polícia Civil e acreditam no fim do impasse salarial da categoria
RAFAEL COSTA
DA REDAÇÃO
A Assembleia Legislativa aprovou, na semana passada, a nova tabela salarial para investigadores e escrivães da Polícia Civil que será válida até dezembro de 2014. Os valores corrigidos, que beneficiam servidores ativos e aposentados, passam a vigorar a partir de dezembro deste ano.
Pela proposta encaminhada pelo governador Silval Barbosa (PMDB) e aprovada por unanimidade pelos parlamentares, o aumento salarial está dividido em cinco anos e vai permitir, neste período, aumento de 115% a categoria.
Assim, o salário inicial, que corresponde atualmente a R$ 2.265,00, vai saltar para R$ 3.900,00. Em 2014, quando termina a fase de reajuste salarial, a categoria vai ganhar salário inicial de R$ 5.165,00 e ainda permitir vencimentos de até R$ 11.079,00.
Se a inflação de 2011 a 2014 superar o índice de 6%, o Governo do Estado, automaticamente, vai conceder a reposição.
Atualmente, a Polícia Civil detém 1760 investigadores ativos e mais 120 perto de concluir a formação. O número de escrivães chega a 630.
A aprovação do reajuste salarial, que aguarda somente a sanção do Executivo, põe fim à crise de relacionamento da Polícia Civil com a cúpula do Governo do Estado. Isso porque investigadores e escrivães deflagraram este ano uma greve que durou dois meses diante das reinvindicações por melhores salários.
A paralisação só chegou ao fim quando o governador Silval Barbosa endureceu o discurso e anunciou corte de salários e possibilidade de demissão geral, se não houvesse retorno ao trabalho em 24 horas.
Agora, o presidente do Sindicato dos Agentes da Polícia Civil (Siagespoc), Clédison Gonçalves da Silva, afirmou que está satisfeito com a aprovação da nova tabela salarial.
“Vamos ganhar aumento de 100 % a 115%, o que está contento diante do cenário da economia, que sinaliza para uma crise mundial. Sem dúvida, é um bom índice”, disse.
O presidente da Assembleia Legislativa, José Riva (PSD), comemorou a aprovação da tabela salarial.
“A Polícia Civil precisava de uma atenção do Governo, pois era perceptível a defasagem salarial. Até porque, a carreira passou a exigir nível superior, mas os salários não tinham sido devidamente ajustados”, afirmou.
O líder do Governo na Assembleia Legislativa, deputado Romoaldo Junior (PMDB), acredita que o impasse salarial do Estado com a Polícia Civil chegou ao fim.
“O conflito por conta disso está superado. O governador Silval Barbosa nunca fechou o diálogo com a categoria. Por isso mesmo, a negociação continuou, fluiu e o Governo cumpriu seu compromisso. Tenho certeza que os servidores da Polícia Civil estão satisfeitos”, disse.
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http://transparenciasaopaulo.blogspot.com/
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SILENCIO! OUTRO DIA NO DATENA PUXA SACO DA MEGA,UM MAIK DISSE COMO DIZ O NOSSO CAPITAO SE A VIATURA NAO ESTA NA RUA DE BAIXO ESTÁ NA RUA CIMA,MENOS NO ROUBO DA PROTEGE,KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK,QUE PIADA,SANGRA SP
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