O Globo
Sindicatos ligados à PF querem fim do inquérito »
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Uma campanha que será deflagrada este mês pelos 27 sindicatos de servidores da Polícia Federal pedirá o fim dos inquéritos policiais como instrumento de investigação. Para parte dos policiais federais, o inquérito policial é uma ferramenta ultrapassada e ineficiente na elucidação de crimes.
– O inquérito é o retrato da ineficácia na investigação. Há muita burocracia no envio de documentos entre o delegado, o MP e o juiz. Em tese, o inquérito teria que se encerrar em 30 dias se o suspeito está preso. E, em 90 dias, se está solto. Mas isso nunca ocorre. O resultado é que o depoimento de testemunhas demora a ser ouvido. Algumas até morrem no meio do caminho ou nem são localizadas. E as provas periciais ficam prejudicadas – diz Alexandre Santana Sally, presidente do Sindicato dos Servidores da PF de São Paulo.
A campanha será iniciada com um seminário no próximo dia 26, em Minas. Serão convidados agentes do FBI americano e da Polícia Federal da Argentina para falar sobre métodos mais modernos de investigação. Segundo um estudo do sociólogo Michel Misse, professor da UFRJ, feito a pedido da Federação Nacional dos Policiais Federais, atualmente apenas Brasil, Cabo Verde e Moçambique utilizam inquéritos policiais.
De acordo com Alexandre Sally, uma alternativa aos inquéritos é o juizado de instrução, já usado em países como a Espanha. Nesse caso, não existe a figura do delegado para conduzir o inquérito. Há um juiz que conduz o trabalho de produção de provas, e os agentes ficam encarregados apenas da investigação, sem funções burocráticas.
Já para o presidente do Sindicato dos Delegados de Polícia do Estado de São Paulo, George Melão, a campanha dos servidores da PF devia mudar o foco:
– Em tese, o Código de Processo Penal já prevê que o inquérito policial é dispensável se o Ministério Público, ou quem estiver fazendo a denúncia de um crime, tiver provas contudentes. Na prática, pode-se ir direto ao juiz. O que se deve discutir hoje é a modernização do processo de investigação – diz, defendendo a criação de “inquéritos digitais”.
http://fenapef.org.br/fenapef/noticia/index/34896
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A pergunta não possui viés pejorativo dos irmãos do Rio Grande do Sul; dizendo respeito tão só a influências culturais e regionais.
As primeiras pela forte presença Italiana e Alemã; a segunda: proximidade territorial.

Eu acredito que o Jogador Edmundo não comprou ninguém pra conseguir a prescrição mesmo tendo cometido um crime gravíssimo…que em qualquer país sério passaria dez anos atrás das grades trabalhando…
BRASIIIIIsssssssssssssssIIIIIILLLLL!
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Na França há o Juizado de Instrução, mas lá também há o chamado contencioso-administrativo, em que o Poder Executivo julga, fazendo coisa julgada formal e material quando o próprio Executivo é réu em algum processo. Isto se dá em nome da separação de poderes, não se permitindo ao Judiciário “julgar” o Executivo.
Isto também seria aplicável aqui?
O Juizado de Instrução também existe na Itália. Lá, entretanto, a Magistratura é unificada, tratando-se de carreira única entre Juiz e Promotor. A Magistratura “de pé” (“parquet”) e a Magistratura “sentada” (Juiz de Direito) integram uma carreira única.
Aqui isto seria possível, extinguindo-se, porventura, o MP?
Ora, querer pinçar um único aspecto da dinâmica processual de países outros para fazer o implante aqui, no Brasil, é um erro crasso, que só ratifica o quão jejunos são os defensores destas aberrações.
Ademais, o próprio Código de Processo Penal, em sua Exposição de Motivos, datada de 1941, já demonstra, fundamentadamente, as razões da inconveniência da adoção do Juizado de Instrução no Brasil. A discussão está, pois, superada há quase um século!
A propósito, a Itália, muito particularmente, não serve de exemplo, nem mesmo, aos olhos leigos. Com seu Juizado de Instrução, é um lindo país, porém dominado até hoje por um crime organizado de estruturas medievais, como a máfia.
Pelo visto, alguns, na ânsia de serem “chefes” de alguma coisa a qualquer preço, querem aqui adotar um modelo de investigação apenas porque é “a última moda na Europa”.
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COMO DIZIA UM SÁBIO DELEGADO DA CORREGEDORIA: “INQUÉRITO SERVE PRA QUÊ, PRA TOMAR UMA NOTA.”
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Ele disse: indiciamento.
Quanto a tomar uma nota: qualquer coisa serve pra tomar uma nota.
O melhor instrumento: metralhadora!
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ALLGUÉM AÍ SABE EXPLICITAR O MODELO AMERICANO E ALEMÃO?
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Parabéns à POLÍCIAFEDERAL por extinguir este falido instrumento da opinião pessoal,totalmente dispensável IP.
EVOLUÇÃO JÁ !!!!!!!!
Pelo FIM do INQUÉRITO POLICIAL, mudança do CPP já em 2012, aprovação garantida !!
Parabéns a PF, o Brasil agradece !!!
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O Inquérito Policial é tão dispensável que o MP apenas repete aquilo que está no bojo do Inquérito e não há um condenado, por crime grave, que não tenha, na base de sua condenação, um Inquérito Policial instaurado.
E, olha que as cadeias estão superlotadas…
Realmente, muito “dispensável” o Inquérito…
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EU QUERO MEU AUMENTO PRA JÁ
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Acredito em papai noel, por isso vou ser um bom menino(escrivão), e vou pedir ao papai noel o fim do inquerito policial.
Se isso acontecer , acredito que meu salario pode se aproximar ao da polícia federal.
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Apoiado
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kkkkkkkkk
parei de ler no rigidamente controlado.
sem mais!
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OURO DE TOLO – JOIAS E PEDRAS APREENDIDAS PELO DEIC: “REQUISITEM PERÍCIA IMEDIATAMENTE, POIS NESTA FOTO NÃO TEM NADA QUE PRESTE”…( só tem berilos, topázios, turmalinas, jade, opalas e turquesas…com cara de sintéticas )
Ouro de Tolo é meu holertih , pois quando recebo ele do departamento pessoal já não tenho mais nenhum na conta, é só abrir , ler e chorar (vale cebola). Trabalho e eles fingem que me pagam.
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Angola , Moçambique e Brasil……. estamos bem hein???…. não sei como ainda há defensores. Todos sabem que o inquérito policial, na forma atual, é um procedimento demasiado burocrático e falido. Vejam os índices de elucidação dos procedimentos instaurados, o tempo que se gasta para não dar em nada…. realmente como o colega acima falou só serve para “tomar uma nota”….”arredondar a ocorrência”. Seria excelente a sua extinção ou uma mudança que seja, mas será que politicamente interessa????
Quero ver acontecer. Só vejo fumaça…….Enquanto isso, continuamos no “ranking” Angola, Moçambique e Brasil.
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sabio mesmo esse delegado da corregedoria; trabalhei numa delegacia onde o inquérito só engordava a conta bancaria do delega pois todo policial sabe que é só forjar as próvas na investigaçao que o indiciado da o que não tem pra evitar sua condenaçao, agora se for um durango quid ta mais perdido que azeitona na boca de banguela.
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Caro ESCRIBA:
A modernização do procedimento, acredito, seja benéfica. Mas a extinção pura e simples do único procedimento que formaliza a investigação criminal no país é uma panaceia com ares de “salvação da pátria” que, no frigir dos ovos, será um tremendo retrocesso.
Sem Inquérito Policial devidamente regulado por lei, o que teremos será uma série de “investigações” anotadas com garranchos, em folhas arrancada de caderno espiral, com ares de “fé pública”, e, pior, com pretensão de interferir nas liberdades de qualquer cidadão.
Quanto a tomar uma nota, quem conhece o mínimo de Polícia, sabe que não se toma “nota” de ninguém, necessariamente, em cartório de Distrito.
O pagamento de pau se dá na rua, no “trampo”, e, isto, com Inquérito, sem Inquérito e, de preferência, “antes” de se cogitar até da sua instauração.
Ademais, nem dá para rebater os argumentos dos antagonistas do Inquérito Policial, pois estes não preconizam nada para substitui-lo.
Os detratores do procedimento apenas se limitam a se dizer contrários a ele, mas são incapazes de construir o mais prosaico raciocínio que traga uma alternativa para preencher o vácuo eventualmente deixado pelo Inquérito, caso houvesse, mesmo, sua extinção, o que, realisticamente, no Brasil, dificilmente ocorrerá nas próximas décadas.
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Olá doutor ,ainda estou apanhando na net tinha blog word ,mas muito mais complicado perto do blogspot,então cancelei minha conta,mas não consigo postar aqui.
Sei que nas ultimas postagens eu peguei um pouco pesado nos videos ,me desculpe não é de meu feitio,não porque seja uma santa ,mas porque não me levaria a lugar algum,apenas estaria baixando ao nível dos que sem argumentos de defesa ou de justificativas, acabam usando de forma baixa e vil ,para faze-los .
Mas ultimamente tenho aprendido que se andarmos muito na linha do trem ele acaba nos atropelando.E por mais que eu tente me controlar ,fico cabreira por ver que as pessoas se deixam enganar facilmente,com certeza o caso do senhor deva haver pessoas que acreditam no senhor e outros que acreditam no Governador e sua TROPA DE ELITE.
Há eu tenho 2 emails porque um uso para receber mensagens só de blogs que sigo e outro para fins profissionais,pois minha caixa estava ficando cheia.
Espero que tenha me entendido,pois apenas queria que as pessoas deixassem de ser dependentes dos POLÍTICOS ,não há um que trabalhe em prol do povo.
Entra eleição sai eleições e os mesmos ladrões estão lá!
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“Quanto a tomar uma nota, quem conhece o mínimo de Polícia, sabe que não se toma “nota” de ninguém, necessariamente, em cartório de Distrito.” Esqueceu do caso da escrivã. No mais pode-se não tomar uma nota no cartório, mas aquele que tem influência, é amigo, declara o que quer sem ser questionado, quando não dão um jeito de guardar o inquérito numa gaveta, esperando o tempo passar pra favorecer alguém. Mas como cadeia não recupera ninguém e polícia não dá voto, e somos atrasados e benevolentes em matéria penal e processual penal e o nosso sistema judiciário é atrasado e incompetente o inquérito policial sobreviverá por mais algumas décadas para deleite de todos os envolvidos.
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Salvo engano, essa entiade sindical é a mesma que reclama que um Agente de Polícia Federal possa ASCENDER ao cargo de Delegado de Polícia Federal sem que precisem fazer concurso público para tal, a dizer, pretendem suprimir o princípio constitucional do concurso público. Invocam o modelo americano, o italiano, o ucraniano, o nepalês, o marroquino (sei lá mais o quê), dentre outros, querendo introduzir institutos alienígenas, tudo para que possam ser chamados de delegados, UM DIA, sem que precisem fazer concurso público.
Deveriam fazer como muitos policiais federais que iniciaram como escrivães, agentes, papiloscopistas, estudaram e passaram em concurso público para o cargo que, verdadeiramente almejavam. Em verdade, todas essas propostas carregam oculta um componente psicológico que poucos conseguem enxergar, a dizer, a FRUSTRAÇÃO.
As falhas do nosso SISTEMA PENAL estão na polícia, no Judiciário, no sistema penitenciário e, principalmente, na nossa legislação penal e processual penal, porém, quere afastar um PRINICÍPIO CONSTITUCIONAL, o do CONCURSO PÚBLICO, aí é querer atingir objetivos ilegítimos de maneira oblíqua e a qualqer custo.
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Eles podem até acabar com o Inquérito Policial (nome), porque isso que eles pretendem fazer é a mesma coisa.
Eles querem entregar um “monte” de relatórios.
O IP é um conjunto de relatórios e provas, que são juntadas e encaminhadas ao Judiciário (falando grosseiramente).
Se esse país fosse sério, o Judiciário usaria o IP, e não existiria mais nada além disso.
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CARREIRA ÚNICA JÁ!!!
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Tem que acabar mesmo com essa palhaçada! fim desse monte de lixo que não resulta em nada! só não quer que acabem com essa merda aqueles que não querem trabalhar e viver as custas do escrivão.
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Engraçado como essa notícia é absolutamente PARCIAL. Quem a escreveu sequer se preocupou em disfarçar isso…
O Inquérito Policial só existe no Brasil. Foi criado por D. Pedro II em 1871 (Lei 2033/1871) e permanece imutável até hoje. Ou estamos MUITO atrasados, ou então Dom Pedro II era realmente um cara visionário kkkkkkkkkkkkkkkkkkk
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