“Tivemos uma má experiência com o último titular da pasta, que achava que um ministro “civil” da Defesa devia fantasiar-se de militar”…FALANDO SÉRIO: um politicalho fantasiado de jurista; que de falso jurista acabou fantasiado de magistrado; após foi fantasiado de palhaço para justa homenagem aos militares 14

Militares, civis e ordem pública

 

10 de setembro de 2011 | 0h 00
Alexandre Barros – O Estado de S.Paulo

Quando a crise de segurança pública andou séria nos EUA, os políticos cogitaram de usar as Forças Armadas para manter a ordem. Democraticamente, como convém, o chefe do Estado-Maior Conjunto foi convocado ao Congresso para discutir o assunto. Em resumo, disse ele aos congressistas: nosso pessoal é treinado para matar, não para ler os direitos das pessoas presas; se é isso que os senhores querem, e nós vivemos numa democracia, assumiremos a segurança pública, mas os senhores foram avisados das consequências. ( FOI COMEDIDO: O PESSOAL DELE É TREINADO PARA MATAR …ROUBAR…TORTURAR…TRAFICAR…etc…etc…etc. )

No Brasil, não democraticamente, como estamos acostumados, a crise de segurança pública que afeta várias cidades foi enminhada da maneira que acharam mais fácil, sem pensar nas consequências: ocuparam favelas militarmente, com soldados, não com policiais. Veículos blindados fizeram parte do show. O governo do Rio de Janeiro comemorou o restabelecimento da ordem nas favelas do Complexo do Alemão.

Mas gato escaldado tem medo de água fria. E fiquei esperando as más notícias, que chegaram nesta Semana da Pátria: militares dispararam em civis da favela. Pouco importa se eram traficantes, moradores ou tinham duplo status. Antes de tudo, eram cidadãos com direitos constitucionais que tinham de ser respeitados.

Há uma anomalia no Brasil: policiais militares policiam populações civis. Historicamente, são herança das guardas nacionais estaduais, que eram exércitos de cada um dos Estados antes da ditadura Vargas (1937-1945). E uma das primeiras características de militares, sejam policiais ou não, é que são aquartelados. Vivem num mundo à parte, que, anedoticamente, entre os próprios militares, é regido pela máxima: se fica parado, pinte de branco; se se mexe, bata continência. O fato concreto é que é muito difícil, se não impossível, fazer civis, favelados ou não, pobres ou não, viverem num regime de quartel. Em algum momento uma centelha provoca uma explosão. Foi o que aconteceu no Rio.

A vida em quartéis é regida pelo ethos do que Michel Foucault chama de instituições totais. Elas cuidam das necessidades e regulam integralmente a vida de seus membros. Caem nessa categoria quartéis, asilos de “loucos” e prisões. Acontece que os cidadãos de uma sociedade democrática não estão interessados, nem preparados para isso, em viver numa instituição desse tipo, salvo se violarem a lei e forem declarados culpados por um tribunal, se legalmente insanos ou obrigados a fazê-lo, ainda que por pouco tempo – por mais autoritário que isso seja -, ao servir nas Forças Armadas, forçados que são pela legalidade do serviço militar obrigatório.

A vida numa comunidade – não importa se coesa ou não -, numa sociedade democrática, é regida por normas democráticas, que conflitam com o ethos militar. As pessoas podem beber (ainda que se espere que não bebam demais), cantar, dançar, falar alto, discutir e discordar, direitos que não fazem parte da vida de presos, alienados ou soldados.

E o resultado não custou a aparecer: tiroteio com morte de civis no Complexo do Alemão. Infelizmente, ficou mais fácil digerir o assunto porque os envolvidos na frente das armas eram pobres e favelados. Fossem de classe média, o escândalo em nossas mãos seria muito maior. Mas, infelizmente, a parte que cabe aos pobres nesse latifúndio é sempre a mais seca e agressiva.

O que não podemos, de fato, é continuar a conviver com a ideia de controlar comunidades civis manu militari.

Temos ainda um longo caminho a percorrer. O primeiro passo é aprender a não demonizar pessoas que têm comportamentos antissociais. Eles demandam punições legais, não repressão militar. Segundo, precisamos todos, civis e militares, aceitar a ideia de que numa sociedade civil democrática militares seguem ordens civis, e não o contrário. Nossos políticos, desde a criação do Ministério da Defesa, parecem não ter entendido isso, entregando seu comando a diversos políticos desprestigiados e/ou ineficazes. Tivemos uma má experiência com o último titular da pasta, que achava que um ministro “civil” da Defesa devia fantasiar-se de militar. Felizmente, parece que esses tempos se foram.

Militares são regidos por hierarquia e antiguidade. Celso Amorim, o atual ministro da Defesa, tem ambas. Os anos que acumulou como diplomata profissional lhe dão, no barato, 45 anos de serviço e 60 e muitos de idade. Preenche, portanto, os requisitos tão caros aos militares. Espero que se lembre também, e sobretudo, de que é um ministro civil.

Em diversas ocasiões protocolares na minha vida vi o secretário de Defesa norte-americano (que é civil) em solenidades militares, mas jamais de farda. No Chile, a ex-presidente Michelle Bachelet, que havia sido ministra da Defesa, não teve dúvidas quando um capitão – por acaso ou não, neto de Augusto Pinochet -, na Semana da Pátria chilena, fez um discurso pró-ditadura. Foi tratado como mandam as leis e os regulamentos. Na tarde do mesmo dia já havia sido transferido para a reserva.

Todas essas são noções que temos de aprender, civis e militares, para que tenhamos um convivência civil, democrática e igualitária (evito o termo republicana porque, de uns anos para cá, ele passou a ser utilizado para se referir a algo que ninguém sabe o que é, e, como tudo o que ninguém sabe o que é, pode querer dizer tudo, mas acaba não querendo dizer nada).

É urgente que uma convivência pacífica seja estabelecida entre cidadãos, bairros e favelas por meio de instituições civis e democráticas, caso contrário teremos repetições – e muitas – do que ocorreu estes dias no Complexo do Alemão. E esse não é, definitivamente, o caminho para reduzir a criminalidade nem para respeitar a cidadania.

CIENTISTA POLÍTICO (PH.D. PELA UNIVERSITY OF CHICAGO), É CONSULTOR EM ANÁLISE DE RISCO POLÍTICO (BRASÍLIA)

Um Comentário

  1. Argumento de autoridade é interessante.
    Mas…
    A m$#%& não vai mudar, seja quem for que patrulhe e faça a polícia ostensiva.
    E já tá enchendo o saco esse pessoal que só tem o militarismo “revolucionário” para se apegar. É o mesmo que dizer que o Brasil foi colonizado por bandidos (isso foi há 500 anos!!! E todo mundo sabe onde errou, basta acertar!!) e que a polícia serviu à ditadura (isso há quarenta anos!).
    Já deu tempo de tomar vergonha na cara.

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  2. Sr alexandre como é fácil fazer analises sentado em um sofa de chicago !!! sic não demonizar pessoas com comportamentos antissociais… de imediato o sr adote um e leve para sua convivência familiar… sr alexandre convido o sr a ir tomar frente de uma área de ocupação por ex favela da maré e fazer o seu discursinho de democracia e direitos e garantias fundamentais… filhao presta atençao o Militar só é chamado quando a coisa ja ultrapassou todos os limites da normalidade… limpe sua boca erudita e junte-se a eles para limpar a merd.. que esta sua idealização criou… todos nós estamos sendo genocidados dia a dia e essa conversinha de tolerância, democracia, parece que não esta dando certo nem nas ilhas britânicas… o homem animal ainda continua interessado apenas em copular e se alimentar…não se esqueça de ir a favela da maré ok sem escolta e sem salve…

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  3. O PROBLEMA É QUE MAGISTRADOS E PROMOTORES ESTÃO COM MEDO DE MORRER……TEM COMISSÃO DE SEGURANÇA PÚBLICA NA CÂMARA DOS DEPUTADOS FEDERAIS PARA INVESTIGAR E DEBATER A MORTE DA MAGISTRADA NO RJ . MAS LÁ NO RJ TUDO É NORMAL NÉ? AS COISAS RUINS SÓ ACONTECEM NO RJ.

    AQUI NO ESTADO DE SP ESTÁ TUDO NA PAZ….TUDO DOMINADO…….O PCC É CONTROLADO E NÃO CORREMOS NENHUM PERIGO.
    AQUELA BOBAGINHA QUE ACONTECEU EM 2006 QUANDO O PCC MATOU UM MONTE DE GENTE, FOI UM CASO ISOLADO NÉ FERREIRA E XUXU?

    A POLÍCIA PAULISTA ESTA BEM MOTIVADA, O SALÁRIO É ÓTIMO, AS VIATURAS SÃO MODERNAS E NOVAS, OS ARMAMENTOS SÃO DE 1ª QUALIDADE, OS COLETES A PROVA DE BALAS SÃO NOVINHOS, A QUANTIDADE DE POLICIAIS ESTA DENTRO DO PADRÃO RECOMENDADO, OS PRÉDIOS DAS POLICIAS SÃO TODOS NOVINHOS COM ÓTIMAS INSTALAÇÕES, OS COMPUTADORES SÃO NOVINHOS DA CHINA, ENFIM, A POLÍCIA PAULISTA É DE 1º MUNDO. ESTA TUDO DOMINADO MESMO!!!!

    JÁ MILITARES……ESSES AI SÃO PARA CASO DE GUERRA!!!!

    QUANTO O PASSADO , PERTENCE AO MUSEU!!!!

    QUANTO O FUTURO, A DEUS PERTENCE!!!!

    QUEM NUNCA ERROU QUE ATIRE A 1ª PEDRA!!!

    QUANDO O ASSUNTO É O TRÁFICO DE ENTORPECENTES, AI A COISA É SÉRIA, SÉRIA MESMO, POIS ROLA MUITA GRANA, ALGO QUE A HUMANIDADE CORRE ATRÁS DESDE QUE O MUNDO É MUNDO.

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  4. QUEREM CONHECER UM POUQUINHO DO NEM TÃO JOBIM???

    http://www.reservaer.com.br/biblioteca/e-books/mentira/3-mortos.html

    SIC ( VEJA, 17 Mai 1995) ” FHC manda preparar um projeto de lei que reconheça como mortos os desaparecidos do regime militar. (…) Caberá agora ao ministro Nelson Jobim, e a seu chefe de gabinete, José Gregori, criar um instrumento jurídico pelo qual o Estado reconheça a mortes dessas pessoas, cujos corpos – uma exigência legal para atestar o óbito de qualquer um – nunca foram encontrados. O texto também vai tratar da indenização. … O reconhecimento da morte pode ser interpretrado como aquilo que de fato é : sinônimo de culpa. Por outro lado, nem todos os 144 desaparecidos estão realmente desaparecidos.
    Entre eles, há uma parcela de militantes que, entre o confronto entre o regime e a lealdade a suas organizações, acabaram mudando de lado, tornando-se informantes do aparato militar. Assumiram nova identidade e podem estar vivos”.

    Entregue o caso ao ministro Jobim, certamente a coisa saiu melhor que a encomenda, haja vista que ele, conforme já declarou, é um ‘expert’ em manipular textos, constitucionais inclusive, quanto mais uma lei ‘mixuruca’ para matar de vez quem não se sabe se, realmente, está morto. Aí a coisa se supera : reconhecer como morta gente que ainda pode estar viva. É demais ! Nem pode o reconhecimento dessas ‘mortes virtuais’ ser considerado como sinônimo de culpa do Estado, uma vez que quem as reconheceu militou no mesmo campo ideológico desses ‘mortos’ ( o que o qualifica como suspeito !) e se encontrava, à época do projeto de lei, à frente do governo brasileiro ; portanto, foi o governo FHC, e não a entidade jurídica Estado Nacional Brasileiro, que reconheceu tal culpa. Assim, isto não é reconhecimento e, sim, favorecimento, premiação, apadrinhamento, compadrismo ou coisa semelhante, tamanho é o número dos beneficiados com vultosas indenizações, aposentadorias e pensões. Seria interessante definir quantos são os daqueles 144 que mudaram de lado, assumiram outra identidade e ‘podem estar vivos’.

    DR GUERRA AGORA VEJA O TAMANHO DA MERD… QUE ESTAMOS METIDOS.. ATÉ A MATEMÁTICA OS CARAS CONSEGUEM SUBVERTER

    http://www.cic.unb.br/~pedro/trabs/e-voto.htm

    Lei do Voto Eletrônico
    Publicado na revista “Consultor Jurídico” em 17/12/2001
    Eng. Amilcar Brunazzo Filho *
    Moderador do Forum do Voto Eletrônico
    17 de Janeiro de 2002

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    No dia 12 de dezembro de 2001 foi aprovado na Câmara o Projeto de Lei 5470/01, que trata da questão da impressão do voto pela Urna Eletrônica. O texto aprovado é o mesmo que veio do Senado, tendo sido derrubado o projeto substitutivo que havia sido aprovado pela CCJ da Câmara.
    A rejeição do substitutivo da CCJ e aprovação do texto do Senado foi possível graças a ação direta do presidente do TSE, ministro Nelson Jobim. Ele costurou um acordo entre vários lideres de partidos, inclusive o deputado Miro Teixeira, líder do PDT, para aprovar o texto do Senado sob argumento de “viabilizar a aprovação do projeto de lei mais rápido evitando modificações que levariam o texto de volta ao Senado”.

    Esta explicação, no entanto, soa contraditória uma vez no dia 4 de outubro, o próprio ministro Jobim havia pedido aos mesmos líderes para que retirassem o pedido de urgência urgentíssima para a votação para o texto que veio do Senado. O ministro teve seu pedido atendido, inclusive pelo deputado Miro Teixeira, o que provocou a perda do prazo para aprovação do projeto de lei vindo do Senado antes de um ano das próximas eleições e, por conseqüência, tornando a nova lei inaplicável para as eleições de 2002.

    Ora, se a nova lei já não se aplicaria para as próximas eleições devido a ação dos líderes de partidos coordenados pelo ministro Jobim, por que esta estranha pressa em aprovar o mesmo texto?

    Para se entender este comportamento e argumento contraditórios carece se conhecer alguns detalhes da história deste projeto de lei agora encaminhado para a sanção presidencial. Apresentaremos a seguir a seqüência cronológica das emendas e substitutivos que culminaram no texto aprovado, mostrando as alterações que foram sendo introduzidas, suas origens e motivações.

    Para efeito de condensar o tamanho final desta análise, ela será restrita a análise de apenas dois dos pontos mais polêmicos do texto final aprovado, a saber:

    A permissão para o TSE manter secreta parte dos programas das urnas;

    O sorteio na véspera das urnas a serem auditadas.

    Seqüência cronológica dos Textos

    O projeto de lei que deu partida na tramitação que resultou no PL 5470/01 recém aprovado, iniciou-se com um projeto de lei do senador Roberto Requião (PMDB-PR) que recebeu o número PLS 173/98 em novembro após as eleições de 1998. Este projeto de lei previa a impressão do voto mas nada falava sobre auditoria das urnas ou sobre a apresentação dos programas para os fiscais dos partidos.

    Com o final da legislatura o PLS 173/98 foi arquivado e o senador Requião apresentou um novo projeto de lei em março de 1999, o PLS 194/99, que previa a impressão do voto pelas urnas e o sorteio de 3% delas, depois das eleições, para fins de auditoria.

    O PLS 194/99 foi aprovado pela CCJ do Senado em outubro de 99 e foi à votação no plenário em maio de 2000. A votação foi adiada por três vezes seguidas devido a pedidos da presidência do TSE que queria melhor debater o tema. Neste sentido, houve um debate entre o ministro Nelson Jobim e o senador Roberto Requião no início de junho de 2000, que resultou no retorno do PLS 194/99 à CCJ para serem feitas alterações.

    O senador Romeu Tuma (PFL-SP), como relator da CCJ, apresentou um projeto de lei substitutivo em fevereiro de 2001 bastante completo que incluía:

    * impressão do voto pelas urnas e deposito automático sem manipulação do eleitor

    * sorteio de 3% das urnas, depois das eleições, para auditoria

    * obrigatoriedade do TSE apresentar TODOS os programas aos partidos

    * desvinculação física das máquinas de identificar e de votar

    * urnas de treinamento nos locais de votação

    (Obs.: Estes mesmos pontos estão incluídos no projeto de lei do Dep. Vivaldo Barbosa, o PL 4575/01. A obrigatoriedade de apresentação de todos os programas foi incluída pelo Sen. Tuma depois do caso do mandato de segurança do PDT contra a não apresentação dos programas pelo TSE.)

    Em maio de 2001, este substitutivo teve sua votação no Senado mais uma vez suspensa a pedido do ministro Jobim, ainda sob o argumento de que queria melhor debater a questão e que, segundo uma interpretação do STF, o PLS 194/99 não precisaria ser aprovado um ano antes das eleições por não alterar direitos.

    No dia 15 de agosto em uma reunião no STF entre o ministro Jobim com senadores e deputados acertou-se introduzir algumas alterações no PLS 194/99. Estas alterações, sugeridas pelo ministro Jobim, criavam a figura do voto manual em separado e permitia ao TSE fazer uma implantação gradual do voto impresso em mais de uma eleição. Com estas alterações o PLS 194/99 foi a votação no dia 29 de setembro de 2001 com um acordo de lideranças para votação em regime de urgência tanto no Senado quanto na Câmara.

    Para surpresa geral no dia da votação foram apresentadas 19 emendas ao PLS 194/99, 16 das quais tinham por origem o ministro Jobim, que as ofereceu a vários senadores. Destas 16 emendas, 14 tinham texto idêntico duas a duas, deixando inequívoco que a origem das emendas era a mesma, o TSE, mesmo quando apresentadas por senadores de diferentes partidos.

    O senador Sebastião Rocha (PDT) apresentou 8 emendas, mas 7 delas tinham uma emenda igual apresentada por senadores do PFL. Estas emendas apresentadas pelo senador Rocha desfiguravam bastante o projeto substitutivo do senador Tuma, inclusive indo contra a luta pela transparência do processo eleitoral defendida pelo PDT.

    No dia da votação das emendas (2 de outubro) o senador Rocha declarou em plenário que apresentou tais emendas do ministro Jobim para atender um pedido do específico do deputado Miro Teixeira. Tendo compreendido os erros contidos nas emendas que apresentara, o senador Rocha tentou retirá-las, no que foi impedido por questão de ordem levantada pelo líder senador Hugo Napoleão (PFL-PI).

    O senador Napoleão passou então a comandar a tarefa de destacar e aprovar todas as emendas originadas pelo ministro Jobim. O senador Sebastião Rocha acabou na inesperada situação de votar contra as próprias emendas! Ao final da votação TODOS os artigos originais do projeto de lei Requião/Tuma haviam sido substituídos por textos de origem no ministro Jobim do TSE.

    (Obs.: É oportuno lembrar que um mês após esta votação em que o senador. Requião e o senador Hugo Napoleão se confrontaram no debate sobre as “emendas Jobim”. O ministro deu andamento a dois processos eleitorais de 1998 que estavam parados para sua análise: 1) como relator no TSE aprovou o recurso que cassou o governador do Piauí, levando o senador. Napoleão a ganhar este cargo; e 2) como ministro do STF encaminhou ao Ministério Público pedido de abertura de inquérito contra o senador Requião por crime eleitoral nas eleições de 98.)

    Depois que o pedido de urgência na Câmara foi retirado, o PL 5470/01, sucessor do PLS 194/99, foi novamente alterado por um substitutivo do deputado Almir Cabral (PSDB), que se baseou em texto do PT.

    A transparência dos programas

    Analisando os textos sobre a apresentação dos programas de computador do sistema eleitoral aos partidos se vê como a atuação do ministro Jobim, com o participação dos líderes que lhe deram apoio, levou a uma situação pior do que a que existia anteriormente. O Art. 66 da lei 9.504/97 falava o seguinte sobre este tema:

    Art. 66. Os partidos e coligações poderão fiscalizar todas as fases do processo de votação e apuração das eleições, inclusive o preenchimento dos boletins de urna e o processamento eletrônico da totalização dos resultados, sendo-lhes garantido o conhecimento antecipado dos programas de computador a serem usados.

    § 1o No prazo de cinco dias, a contar do conhecimento dos programas de computador a que se refere este artigo, o partido ou coligação poderá apresentar impugnação fundamentada à Justiça Eleitoral.

    Ao se ler este artigo parece claro que o TSE deveria apresentar para análise dos partidos TODOS os programas utilizados no processo eleitoral, na sua forma de código-fonte (que permite a análise). Mas não foi esta a interpretação dos juizes do TSE que decidiram apresentar apenas uma parte dos programas, o Software Aplicativo. As demais partes, Software Básico e Bibliotecas Padrões e de Segurança, não foram apresentadas em código-fonte, apenas “em funcionamento”.

    Baseado no parágrafo 1o, o PDT apresentou impugnação contra este desrespeito à lei pelo TSE, que respondeu com a emissão da Resolução 20.714/00 onde apresenta como um dos motivos da sua recusa em apresentar o Sistema Operacional (incluído no Software Básico) o fato dele ser um programa de propriedade privada da empresa Microbase, cedido ao TSE.

    Foi para contornar este problema de interpretação inadequada do art. 66 da Lei 9.504 pelo TSE, que o senador Tuma e o deputado Vivaldo Barbosa incluíram em seus projetos de lei um novo parágrafo que deixava bem mais claro que TODOS os programas deveriam ser apresentados. O texto do substitutivo do senador Tuma diz:

    § 3º Todos os programas de computador usados nas Urnas Eletrônicas durante o processo de votação e apuração devem ser obrigatoriamente programas abertos, livres de restrição proprietária quanto a sua cessão, alteração e distribuição e deverão ser apresentados para análise dos partidos e coligações, na forma de programas-fonte, inclusive os programas do SISTEMA BÁSICO, SISTEMA OPERACIONAL, Sistema Aplicativo, Bibliotecas PADRÃO e Especiais e Sistema de Segurança, sendo que as chaves eletrônicas privadas e senhas eletrônicas de acesso se manterão no sigilo da Justiça Eleitoral.

    Porém o ministro Jobim, através de emenda do senador Francelino Pereira (PFL), aprovou o seguinte texto:

    “Art. 66. Todos os programas de computador DE PROPRIEDADE DO TSE, desenvolvidos por si ou sob encomenda, utilizados nas Urnas eletrônicas para o processo de votação e apuração, serão apresentados para análise dos partidos e coligações, na forma de programas-fonte, inclusive os Sistemas Aplicativos e de segurança e Bibliotecas Especiais, sendo que as chaves eletrônicas privadas e senhas eletrônicas de acesso se manterão no sigilo da Justiça Eleitoral.”

    A retirada das expressões: “Sistema Básico, Sistema Operacional e Bibliotecas Padrão” e a inclusão da expressão: “De Propriedade do TSE”, tornam possível que o TSE compre programas de terceiros para incluí-los nas urnas eletrônicas sem precisar apresentá-los para o conhecimento dos partidos.

    As urnas eletrônicas atuais utilizam o Sistema Operacional VirtuOS, da empresa Microbase, e este foi um dos programas que o TSE se recusou a apresentar para conhecimento do PDT. Com esta redação aprovada no Senado e na Câmara, o TSE tem agora o argumento que lhe faltou em 2000 para poder recusar o pedido do PDT, e que o levou a “engavetar” o mandato de segurança sem julgá-lo. Enfim, a situação agora dá ao TSE mais armas para manter secretas partes importantes dos programas eleitorais.

    Qualquer político ou eleitor leigo sabe entender o significado de votar em máquinas de apurar com programas secretos. Os senadores e deputados subservientes ao TSE acabam de colocar em lei este absurdo.

    No substitutivo do deputado Cabral tentou-se corrigir este erro e foi reintroduzido um texto muito semelhante ao do senador Tuma, mas este substitutivo foi derrotado na votação comandada pelos líderes que fizeram o acordo com o ministro Jobim.

    O sorteio na véspera

    O projeto de lei dos senadores Requião e Tuma previa o sorteio de 3% das urnas DEPOIS das eleições para que tivessem os seus votos impressos contados. A função da contagem dos votos impressos de 3% das urnas era a de fazer uma amostragem que detectasse eventual fraude contida nos programas das urnas. O ideal seria se fosse feito a contagem dos votos impressos de TODAS as urnas, mas isto tornaria esta conferência um processo muito grande, caro e demorado.

    Caracterizava-se assim um procedimento de auditoria estatística correto onde, depois do evento a ser auditado, se seleciona os itens a serem inspecionados.

    É este o princípio geral de auditoria estatística como, por exemplo, o exame antidoping em competições esportivas onde os atletas a serem examinados são escolhidos depois de terminada a competição.

    Porém o ministro Jobim, por meio das emendas apresentadas pelos senadores, modificou o texto original para que o sorteio fosse feito na véspera do dia da eleição, sob uma alegação seca e incompreensível de que o “sorteio posterior à eleição inviabiliza o processo de apuração dos votos”.

    É significativo destacar que em vários processos onde se obteve acesso aos arquivos de log das urnas, como Diadema (SP), Santo Estevão (BA), Estado de Roraima e Osasco (SP) ficou claro que as urnas eletrônicas são REGULARMENTE ACESSADAS (ligadas) DEPOIS DA SUA LACRAÇÃO, inclusive na véspera do dia de votação, “para testes” segundo se alega.

    Sortear as urnas na véspera é o mesmo que avisar pela imprensa os locais onde haverá batida policial no dia seguinte ou ainda a sortear na véspera do jogo de futebol quais atletas terão que fazer exame anti-doping. Os sorteados podem alegar contusão e não jogar e outros ficam livres para se dopar a vontade!

    No substitutivo do deputado Cabral a expressão “na véspera” foi substituída por “no dia da eleição”, mas também isto foi derrotado na votação. Esta se tornou uma falha grave na segurança da urna eletrônica pois se refere a uma possível falha sistêmica, que permitiria um ataque centralizado a todos as máquinas.

    Quando se conta para qualquer leigo que o Senado e Câmara aprovaram o “sorteio na véspera”, a reação que se observa é de escárnio, diante de erro tão grosseiro de lógica, e de apreensão, quando se tenta entender qual a motivação que levou o ministro Jobim e seus apoiadores a insistirem neste erro.

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  5. Esse jornalista de elite não sabe como é uma favela. Desde quando ladrão, traficante, estuprador tem direitos constitucionais? Para esses marginais é o PCB – Pau, Cacete e Bala. Esse bando de vagabundo em Brasília que defende Direitos dos Manos e esses politicos de merda (federal, estadual e municipal) tinham que levar no mínimo 300 chicotadas em praça pública. Como disse, esse jornalistazinho de elite burguesa, assim como a própria elite desse país de merda não sabem o que acontece no “andar de baixo”. Essa elite só sabe é ficar com o cú na mão atrás de seus carros blindados e casas fortificadas.

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  6. O cientista político sem vergonha que com certeza vive às custas do erário esqueceu de dizer que os pobres favelados xingam os policiais e militares que lá estão, atiram pedras nos mesmos e não obedecem ordens, se recusam a ser revistados pois se acham mais cidadãos do que o resto. Vá se fuder junto com toda a elite nojenta, cheiradora e fumeta a qual representa.

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  7. Que tal esse Alexandre dar uma voltinha com uma patrulha do exército lá no complexo do alemão pra sentir o drama que os militares enfrentam!!!!!
    O que se viu essa semana na tv foi patético. Militares sendo achincalhados na frente das câmeras de tv sem poder fazer nada.; o medo da imprensa não deixou eles agirem.
    Nego chegava a dançar na frente dos soldados e alguns se recusavam a passar por revista e os soldados simplesmente olhavam sem fazer nada. Se fosse em copacabana seria preso por desacato, mas no complexo os militares são obrigados a só assistirem as provocações.
    Lógico que exército não foi treinado pra patrulhar favela; mas fazer o quê se o Rio foi abandonado nas ultimas décadas!!!!!

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    • O Rio foi abandonado desde escolhido capital da colônia; ficou mais abandonado após assunção do primeiro presidente, do segundo presidente; do terceiro…e do quarto, do quinto e posteriormente, mais abandonado ainda, com a brilhante e estratégica ideia dividir ainda mais o abandono: ESTADO DA GUANABARA ( de 1960 a 1975 para os ricos ) e ESTADO DO RIO ( para o resto ) . Como o Brasil , historicamente, foi governado ora por militares, ora por “bachareis em direito” ( diploma preferido dos políticos profissionais), não sei qual das duas bandas é a mais inoperante e corrupta.

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  8. MEUS AMIGOS, O NEGÓCIO É O SEGUINTE, Á MUITOS ANOS, A ELITE VEM CAGANDO E ANDANDO PARA OS PROBLEMAS SOCIAIS, MAS AGORA A MERDA ESTA PRÓXIMO Á ELES TAMBÉM …..VAMOS AO DEBATE, CHAMA TODO MUNDO, CHAMA AS FORÇAS ARMADAS TAMBÉM….E O PAPO É MAIS OU MENOS ASSIM #@%&%$#@*¨%$@#@, ENTENDERAM? NÃO NÉ! NEM ELES ENTENDERAM!! VOU DAR UMA DICA…… O ASSUNTO INICIAL É ESSE $ …ENQUANTO NÃO TIVER INVESTIMENTOS PESADO NA SEGURANÇA PÚBLICA, NENHUM DEBATE VAI RESOLVER, POIS O CRIME COMPENSA AQUI NO BRASIL, ESSE PAPO FURADO DE COMISSÕES E DEBATES TODOS NÓS ESTAMOS DE SACO CHEIO!!! SABEMOS QUE O TRÁFICO DE ENTORPECENTES RENDE MAIS DINHEIRO QUE AS INSTITUIÇÕES FINANCEIRAS (BANCOS), PORTANTO, SE QUISERMOS SEGURANÇA PÚBLICA, O GOVERNO TERÁ QUE INVESTIR PESADO , É MUITA GRANA MESMO. O PIOR DE TUDO ISSO, É QUE O GOVERNO NÃO PODE MUDAR NADA SEM INVESTIMENTO PESADO E, A FILOSOFIA DOS NOSSOS POLÍTICOS É DE ECONOMIZAR NOS INVESTIMENTOS PÚBLICO, SABEM PARA QUE? PARA ELES SAQUEAREM O ERÁRIO MAIS TARDE.

    RECEITA PARA MELHORAR SISTEMATICAMENTE A SEGURANÇA PÚBLICA NO BRASIL…..SÃO APENAS 10 ITENS.

    1º- PAGAR ÓTIMOS SALÁRIOS AOS POLICIAIS.
    2º- INVESTIMENTOS EM TECNOLOGIA E EQUIPAMENTOS DE 1ª QUALIDADE COM ABUNDÂNCIA.
    3º- ABERTURA DE CONCURSOS E CONTRATAÇÃO DE MAIS POLICIAIS, QUANTO MAIS MELHOR.
    4º-FEDERALIZAR AS POLICIAIS.
    5º-FORMAR UMA CORREGEDORIA ÚNICA E FEDERAL, SUBORDINADA AO MINISTÉRIO DA JUSTIÇA.
    6º- PROIBIR QUALQUER INGERÊNCIA OU INTERFERÊNCIA DE POLÍTICOS NO SEIO POLICIAL.
    7º-MANTER VIGILÂNCIA INTENSA EM EMBARCAÇÕES, REVISTAS EM TODOS BARCOS E NAVIOS, REVISTAR OS AEROPORTOS, ATENÇÃO ESPECIAL AOS PEQUENOS AVIÕES QUE VOAM DURANTE A NOITE E MADRUGADA, MANTER FORTE ESQUEMA DE SEGURANÇA NAS RODOVIAS SEMPRE EM LOCAIS ALTERNADOS, PROCEDENDO REVISTAS EM VEÍCULOS E CAMINHÕES.
    8º-MANTER A PRESENÇA DAS POLÍCIAS EM TODOS OS LUGARES DO PAÍS, COM DELEGACIAS E BASES MÓVEIS, MESMO QUE AQUELE MUNICÍPIO NÃO APRESENTE ÍNDICES DE CRIMINALIDADE NAS ESTATÍSTICAS.
    9º-REFORMA NO SISTEMA PRISIONAL DO PAÍS INTEIRO, SEPARANDO CONDENADOS DE ALTA PERICULOSIDADE EM PRESÍDIOS SISTEMATICAMENTE COM DISCIPLINAS RÍGIDAS E NÃO PERMITIR INGERÊNCIA OU INTERFERÊNCIAS DE COMISSÃO DE DIREITOS HUMANOS OU QUALQUER OUTRA.
    10º-APERTAR O CERCO AOS BANDIDOS QUE MORAM EM MANSÕES, POIS SÃO ELES QUE FABRICAM E FINANCIAM OS PEQUENOS CRIMINOSOS.

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  9. Como é lindo ver um teórico falando das modernidades, modernosas do outros com uma total falta de conhecimento de causa, fica aqui e alhures falando e escrevendo do que não sabe, em primeiro lugar temos que colocar as coisas nos seus devidos lugares, para se tentar fazer uma análise ao menos superficial dos fatos.
    Em primeiro lugar as forças armadas brasileiras são amadoras, isso não se discute obrigar um jovem, aos 18 anos, a se alistar e a prestar serviço militar a troco de meio salário mínimo, é no mínimo piada de mau gosto, mas como as forças armas brasileiras são e estão falidas, e nada melhor do que obter mão de obra desqualificada, quase escrava, e mal paga para fazer o serviço de vigilância e limpeza e manutenção predial que esta mesma forças armadas necessitam, quando se falar em profissionalizar as forças armadas o que os políticos, ladrões, de sempre falam nos custos e realmente profissionalizar, treinar , equipar um soldado não é coisa para país de terceiro mundo como o Brasil, isto é fato.
    O mesmo se aplica as policias sejam elas civis ou militares, os políticos e governantes não querem que um policial bem remunerado, bem treinado, e bem equipado para que e por que?!
    Afinal de contas as policias só servem para manter o povão no seu devido lugar, que são os guetos e favelas deste país, e se ocorrer os investimentos acima que é que irá para as cadeias em primeiro lugar? Os políticos ladrões de todo as cores e ideologias e partidos é por isso que não há investimento nas forças armadas e nas policias é para sobrar mais dinheiro e impunidade para que os ladrões dos cofres públicos como tem acontecido neste país desde o descobrimento, fora desta verdade o que o jornalista escreveu é só mais um monte de obviedades de quem ganha um bom dinheiro aqui neste país de terceiro mundo e vai gastar nos países ricos, só esta fazendo o que muito já fizeram e fazem todos os dias.

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  10. O problema é que a democracia só existe em época de eleição, pois quando acontece qualquer manifestação os governos descem o pau nos manifestantes. Quando tivermos leis que defendam originalmente os direitos do “povo”, será um grande avanço. mas enquanto os governos estaduais mandarem o “choque” descer o pau em todo mundo não teremos um país digno de se viver.

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  11. Avatar de É PRECISO UNIÃO ENTRE CLASSES E SOCIEDADE CONSCIENTIZAÇÃO P/ INVERTER O JOGO TALVEZ GOLPE DE ESTADO! É PRECISO UNIÃO ENTRE CLASSES E SOCIEDADE CONSCIENTIZAÇÃO P/ INVERTER O JOGO TALVEZ GOLPE DE ESTADO! disse:

    O mal maior da massa explorada pelo SISTEMA,esse QUE FABRICA E GERENCIA AO INVÉS DE GOVERNAR AS MAZELAS HUMANAS,POIS SÃO ELAS QUE OS ALIMENTAM E OS MANTÉM EM SEUS CARGOS, é que não há uma união ,fazem lutas individuais ,e quando as fazem prejudicam aqueles que não tem poder de decisão,e assim aumentando mais essa desunião e até indignação com a classe que ao fazer uma greve acaba deixando de prestar seus serviços aqueles que pagam suadamente seus impostos,enquanto os bom da boca,os EXPLORADOS,sendo que muitos deles um dia apoiaram greves,mobilizações para depois se lançarem a candidatos ,OS DEPUTADOS DA VIDA,OS GOVERNADORES DA VIDA ,OS SENADORES E OS PRESIDENTES.

    Enquanto o povo continuarem usando de estrategias que são ARTICULADAS por gente da Política e ou por quem quer entrar para o ROLL DO CHIQUEIRO DA POLÍTICA,então continuarão sendo massas de manobras ,ONDE SÓ ELES SEMPRE SE DARÃO BEM E O POVO SEMPRE FICARÃO COM AS SOBRAS.

    E podem ver eles fazem de tudo para desunirem OS SERVIDORES PÚBLICOS ,AINDA MAIS POLICIAIS CONTRA OS CIDADÃOS,pois em pleno seculo XXl,onde a MACONHA TÁ QUASE SENO LIBERADA,ONDE CASAIS HOMOSSEXUAIS ESTÃO PODENDO ADOTAR CRIANÇAS ,É INACEITÁVEL OS GOVERNANTES IMPOREM UMA DITADURA GOELA ABAIXO.

    Usarem policias para limparem as sujeiras que eles mesmos aprovam em LEIS ABSURDAS E DEPOIS ACABAM SE PERDENDO O CONTROLE.

    Acho que os Policiais deveriam SE LIMITAR A PEGAR BANDIDOS,se o governo liberou Bebida Alcoólica ,foda-se o bar que vender até o caro manguaçar, ele que pague um segurança,Policia atrás de bebum,a droga ,é uma piada ,tem ponto de fumo na cara de todas as autoridades,não acabam porque levam uns,depois mandam os policias irem lá tomarem uns pipoco,porque precisam fazer de conta que combatem o crime, será que só os PMs praças é os PCs que as vezes levam uns ? Claro que não os cara sabem que tem peixe grande,.rabo preso,maus exemplos,mas quando a casa cai o mais fraco e que dança.

    Jogo do bicho ,caça níquel,alimenta o tráfico,por isso que ele é proibido,QUE PIADA ,COMO SE MEMBROS DO PRÓPRIO SISTEMA ,DO PODER NÃO ALIMENTASSE O CRIME.
    Porque então não liberam para arrecadarem impostos e assim teriam verbas para pagar os salários dos servidores,porque diz para mim ,jogo do bicho,mega sena,mega mania,loto,tudo é JOGATINA,JOGO DE AZARADO,E JÁ TEVE DENUNCIA ATE PAPA TUDO DA XUXA.

    ESSES GOVERNANTES SÃO UMA PIADA,DEMAGOGOS,PIEGAS, HIPÓCRITAS,JUDAS DO POVO. E O POVO ,AH ESSE POVO VARONIL ,ALIMENTAM A TODAS ESSAS INJUSTIÇAS.

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  12. PENSANDO POR NÓS E NOSSOS DESCENDENTES :
    MEUS AMIGOS, O NEGÓCIO É O SEGUINTE, Á MUITOS ANOS, A ELITE VEM CAGANDO E ANDANDO PARA OS PROBLEMAS SOCIAIS, MAS AGORA A MERDA ESTA PRÓXIMO Á ELES TAMBÉM …..VAMOS AO DEBATE, CHAMA TODO MUNDO, CHAMA AS FORÇAS ARMADAS TAMBÉM….E O PAPO É MAIS OU MENOS ASSIM #@%&%$#@*¨%$@#@, ENTENDERAM? NÃO NÉ! NEM ELES ENTENDERAM!! VOU DAR UMA DICA…… O ASSUNTO INICIAL É ESSE $ …ENQUANTO NÃO TIVER INVESTIMENTOS PESADO NA SEGURANÇA PÚBLICA, NENHUM DEBATE VAI RESOLVER, POIS O CRIME COMPENSA AQUI NO BRASIL, ESSE PAPO FURADO DE COMISSÕES E DEBATES TODOS NÓS ESTAMOS DE SACO CHEIO!!! SABEMOS QUE O TRÁFICO DE ENTORPECENTES RENDE MAIS DINHEIRO QUE AS INSTITUIÇÕES FINANCEIRAS (BANCOS), PORTANTO, SE QUISERMOS SEGURANÇA PÚBLICA, O GOVERNO TERÁ QUE INVESTIR PESADO , É MUITA GRANA MESMO. O PIOR DE TUDO ISSO, É QUE O GOVERNO NÃO PODE MUDAR NADA SEM INVESTIMENTO PESADO E, A FILOSOFIA DOS NOSSOS POLÍTICOS É DE ECONOMIZAR NOS INVESTIMENTOS PÚBLICO, SABEM PARA QUE? PARA ELES SAQUEAREM O ERÁRIO MAIS TARDE.
    RECEITA PARA MELHORAR SISTEMATICAMENTE A SEGURANÇA PÚBLICA NO BRASIL…..SÃO APENAS 10 ITENS.
    1º- PAGAR ÓTIMOS SALÁRIOS AOS POLICIAIS.
    2º- INVESTIMENTOS EM TECNOLOGIA E EQUIPAMENTOS DE 1ª QUALIDADE COM ABUNDÂNCIA.
    3º- ABERTURA DE CONCURSOS E CONTRATAÇÃO DE MAIS POLICIAIS, QUANTO MAIS MELHOR.
    4º-FEDERALIZAR AS POLICIAIS.
    5º-FORMAR UMA CORREGEDORIA ÚNICA E FEDERAL, SUBORDINADA AO MINISTÉRIO DA JUSTIÇA.
    6º- PROIBIR QUALQUER INGERÊNCIA OU INTERFERÊNCIA DE POLÍTICOS NO SEIO POLICIAL.
    7º-MANTER VIGILÂNCIA INTENSA EM EMBARCAÇÕES, REVISTAS EM TODOS BARCOS E NAVIOS, REVISTAR OS AEROPORTOS, ATENÇÃO ESPECIAL AOS PEQUENOS AVIÕES QUE VOAM DURANTE A NOITE E MADRUGADA, MANTER FORTE ESQUEMA DE SEGURANÇA NAS RODOVIAS SEMPRE EM LOCAIS ALTERNADOS, PROCEDENDO REVISTAS EM VEÍCULOS E CAMINHÕES.
    8º-MANTER A PRESENÇA DAS POLÍCIAS EM TODOS OS LUGARES DO PAÍS, COM DELEGACIAS E BASES MÓVEIS, MESMO QUE AQUELE MUNICÍPIO NÃO APRESENTE ÍNDICES DE CRIMINALIDADE NAS ESTATÍSTICAS.
    9º-REFORMA NO SISTEMA PRISIONAL DO PAÍS INTEIRO, SEPARANDO CONDENADOS DE ALTA PERICULOSIDADE EM PRESÍDIOS SISTEMATICAMENTE COM DISCIPLINAS RÍGIDAS E NÃO PERMITIR INGERÊNCIA OU INTERFERÊNCIAS DE COMISSÃO DE DIREITOS HUMANOS OU QUALQUER OUTRA.
    10º-APERTAR O CERCO AOS BANDIDOS QUE MORAM EM MANSÕES, POIS SÃO ELES QUE FABRICAM E FINANCIAM OS PEQUENOS CRIMINOSOS.

    11 – Tolerância zero dentro das policias;
    12 – Pena minima de 20 anos para crimes de corrupção.

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