‘Furto subiu, mas roubo caiu’ 4

29/08/2011

Roubos e furtos aumentam 50% na Líbero Badaró, a ‘rua da segurança’

Josmar Jozino
do Agora

Aumentaram 50% os furtos e roubos na “rua da segurança”, a Líbero Badaró (região central de SP), no primeiro semestre deste ano, na comparação com o mesmo período de 2010.

Nessa rua ficam as sedes da SSP (Secretaria de Estado da Segurança Pública) e da DGP (Delegacia Geral de Polícia).

Foram 69 crimes de furtos e roubos contra 46, segundo o Infocrim (Informações Criminais), o serviço de consulta criminal do governo do Estado. A SSP contesta os números.

Um Comentário

  1. Extraído do texto da matéria jornalística:
    “Em nota, acrescentou que, muitas vezes, as vítimas não sabem com certeza onde foram furtadas”
    Como se o lugar onde a pessoa foi vítima mudasse alguma coisa, a vítima poderia ser vítima lá em Pindamonhangaba-SP ou na Praça da Sé, ela é vítima do mesmo jeito, e mesmo assim ainda estaria dentro do Estado de São Paulo, que é desgovernado há anos pelo PSDBosta, com a grande ajuda do PINTO e também de muitos Drs. que passaram pela direção da polícia civil estes sim como no texto acima NÃO SABEM COM CERTEZA nada de segurança pública, são verdadeiros teóricos de um assunto que nunca viveram nada vida, ou que só sabem que existe através do filmes, é assim que se administra a segurança pública e São Paulo, só VTR Captiva para CMTO da PM e os seus gestores, tablet para jogar paciência em determinadas VTRs, sistema RDO que cai ao todo instante essas são as mais novas ferramentas que os “jênios” da segurança pública disponibilizada para os phodidos e mal pagos combaterem o crime.
    Muita ficção e pouca prática, pagar bem para os linha de frente e dar condições salariais e matérias dá muito trabalho para estes que com certeza NÃO SABEM COM CERTEZA ONDE estão e o que estão fazendo na SSP/SP.

    Curtir

  2. A vítima não sabe ao certo, mas não sabe se foi defronte ao numero 100, ou 200, ou 300, mas que foi nas barbas da ssp, isso foi…

    Curtir

  3. SÓ AQUI NO ESTADO DE SÃO PAULO QUE NÃO EXISTE FERIMENTO DA ORDEM PÚBLICA, POIS OS POLICIAIS GANHAM UMA MISÉRIA, SÃO SUBMETIDOS A FAZER BICOS NA HORA DA FOLGA E AINDA SÃO ENGANADOS PELO GOVERNADOR GERALDO ALCKIMIM DO PSDB….SÓ QUE ISSO NÃO FERE A ORDEM PÚBLICA….PQP.

    O Senado pagou, na semana passada, parcela acumulada de cerca de R$ 3 milhões aos servidores da Casa. O valor havia sido bloqueado por extrapolar o teto salarial do funcionalismo previsto pela Constituição – hoje equivalente a R$ 26,7 mil, que é quanto ganham os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF).

    O cálculo, no entanto, é conservador. As parcelas do chamado “extra-teto” complementam os vencimentos de julho e agosto deste ano. O pagamento, depositado na sexta-feira, foi autorizado por meio de folha suplementar pela Diretoria Geral.

    Leia também:
    Procuradoria recorre contra pagamento de supersalários
    Servidores ganham ‘supersalários’ de até R$ 55 mil
    ‘Supersalários’ no Senado dobram em apenas dois anos
    Senado emite passagens aéreas para parlamentar licenciado
    Imbróglio da Ficha Limpa pode custar até R$ 842 mil ao Congresso
    Subcomissão aprova reforma com gratificação ‘turbinada’
    A medida beneficiou principalmente funcionários em altos postos no Senado, como a própria diretora-geral, Dóris Marize Romariz Peixoto, e a secretária-geral, Cláudia Lyra.

    A Casa havia suspendido essas parcelas no início do mês passado, quando o Ministério Público obteve liminar judicial limitando o teto. Mas, no último dia 22, o presidente do Tribunal Regional Federal (TRF) da 1ª Região, Olindo Menezes, derrubou a liminar.

    O iG revelou que os chamados “supersalários” dos funcionários da Casa chegam a até R$ 55 mil por mês. Também mostrou que o número de servidores que recebem remunerações acima do teto do funcionalismo dobrou nos dois últimos anos.

    A assessoria de imprensa do Senado confirmou o pagamento da parcela complementar. Porém, não informou o número de servidores beneficiados pela medida ou o valor gasto com a parcela complementar. O Senado argumenta que, com a derrubada da liminar, prevalece uma norma administrativa da Casa, que autoriza o acúmulo de benefícios aos vencimentos.

    A medida voltou a ser questionada na Justiça. Anteontem a Procuradoria Regional da República da 1ª Região recorreu ao TRF contra o pagamento dos “supersalários”. A procuradoria alega que o não cumprimento do teto público é inconstitucional e fere a ordem pública.

    Curtir

Deixar mensagem para ZINHO Cancelar resposta