Ex-escrivã foi torturada pela Corregedoria da PC de São Paulo, diz procuradoria federal 23

20/08/2011

Ex-escrivã foi torturada pela Corregedoria da PC de São Paulo, diz procuradoria federal

reporteralagoas.com.br/Com agências

O caso de uma vítima de tortura por parte de delegados da Corregedoria da Polícia Civil de São Paulo foi reconhecido pela Procuradoria Federal dos Direitos do Cidadão- que manifestou seu entendimento ao procurador-Geral da República.

A ex-escrivã Vanessa Frederico Soller Lopes foi vítima de abusos por parte de delegados da Corregedoria da Polícia Civil de São Paulo, em interrogatório realizado em 15 de junho de 2009, no 25º DP, no bairro de Parelheiros, zona sul da capital.

Desta forma, se encontram preenchidos os requisitos para o deslocamento de competência do Estado para a federação da ação penal, inquérito e eventuais procedimentos.

A informação foi comunicada por Marcus Elicius Lima, da Secretaria de Gabinete da Procuradoria Federal dos Direitos do Cidadão, por meio de ofício, ao deputado Adriano Diogo, presidente da Comissão de Defesa dos Direitos da Pessoa Humana, da Cidadania, da Participação e das Questões Sociais da Assembleia Legislativa de São Paulo.

O pedido para a federalização do caso foi feito, em 17 de junho, pela Procuradora Gilda Carvalho, da Procuradoria Federal dos Direitos do Cidadão atendendo solicitação do presidente da Comissão da Assembleia que relatou que o governo do Estado não tomou as devidas providências em relação ao ocorrido.

Para a procuradora, o deslocamento de competência do Estado para a federação está respaldado na hipótese de grave violação de direitos humanos; em assegurar o cumprimento de obrigações decorrentes de tratados internacionais de direitos humanos; e no fato da Justiça de São Paulo não ter tomado as devidas providências e diligências para punir a conduta infratora.

Em fevereiro, a imprensa divulgou o vídeo gravado pelos próprios policiais da Corregedoria da Polícia Civil de São Paulo durante a ação, mostrando o momento em que os delegados Eduardo Henrique de Carvalho Filho e Gustavo Henrique Gonçalves tiraram a calça e a calcinha da escrivã.

Ao longo dos 12 minutos do vídeo, a ex-escrivã Vanessa Lopes diz que os delegados poderiam revistá-la, mas que só retiraria a roupa para policiais femininas. Mas nenhuma investigadora da corregedoria foi até o local para acompanhar a operação.

http://reporteralagoas.com.br/noticia_brasil.php?cd_secao=1255

Um Comentário

  1. 21/08/2011 – 19h44
    Civis viram “garotos de recados” e ganham metade do “abono” do delegado
    José Trindade
    Redação 24 Horas News

    Em um dos momentos mais difíceis da história da Polícia Civil de Mato Grosso, um escrivão e um investigador, ambos com curso superior completo, mas com um salário que representa apenas a metade da gratificação (abono de R$ 6 mil) ganha hoje um delegado, falam com exclusividade sofre os motivos da insegurança e do aumento de mais de 100% por ano da violência no Estado

    “Não temos segurança pública porque a Polícia Militar não tem policiais suficientes para cobrir a demanda de crimes que tem aumentado mais de 100% de ano para ano e, principalmente, porque a Polícia Civil está sucateada, sem rumo e sem referência’, detona um escrivão. “O policial civil tem que deixar de ser um garoto de recado para investigar e prender ”, alerta um investigador da Polícia Civil.

    O escrivão começa explicando que a que Polícia Militar precisa hoje, de no mínimo 15 mil homens para fazer o combate direto à criminalidade. Ou seja, estar nas ruas para fazer o policiamento preventivo e ostensivo e não tem, a criminalidade dispara.

    Com a criminalidade em alta, sem a polícia na rua como deveria e com as investigações da Polícia Civil totalmente paralisada, a onda de violência explode e deixa todos em estado de pânico.

    O escrivão, que pediu apenas para não ser identificado, tanto como medida de segurança, como para não sofrer represálias, explica que, além da falta de policiais civis: delegados, escrivães e investigadores, a Polícia Civil também perdeu sua antiga referência.

    Lembra o escrivão, que há mais de dez anos que a Polícia Civil exigiu que seus investigadores e escrivães concluíssem o ensino fundamental e o terceiro grau para poder ter direito a aumentos. Também passou a exigir que todos os novos policiais tivessem diploma de nível superior.

    “Ora, qual a pessoa que estuda até o nível superior que vai querer entrar numa Polícia que paga salário de, no máximo R$ 3 mil no final de carreira, quando um delegado em início de carreira já entra ganhando mais de R$ 10 mil. Sem contar que hoje um delegado ainda ganha um “abono” de seis mil reais por mês? Nunca. Ninguém quer entrar, e os que estão dentro e que se formaram em doutor também não querem fazer nada devido os baixos salários. Essa é a mais pura realidade”, detona.

    Sempre se colocando em uma posição neutra, garantindo que quem sofre com isso é a sociedade que se vê agredida em todos os tipos de crimes, além da própria instituição, cada vez mais esfacelada, o escrivão garante que além de melhores os salários de investigadores e escrivães, o Governo e os mandatários da Polícia Civil também precisam sentar na mesma mesa para discutir políticas que incentivem e qualifiquem os policiais, que hoje estão totalmente esquecidos, para não dizer abandonado.

    Um investigador que também pediu para não ser identificado, não apenas concorda com o escrivão, como também revela coisas ainda mais interessantes que podem ajudar o governo do Estado a rever seu posicionamento em relação à Segurança Pública de Mato Grosso.

    “Precisamos de salários dignos. Os delegados precisam ganhar muito bem e nós não somos contra que eles ganhem até mais que o governador, não. Nós queremos é uma política séria com um bom salário inicial, aumentos regulares e gestões policiais que garantam que tantos delegados, como escrivães e investigadores fiquem em constantes treinamentos, como sejam graduados a medida de sues cursos, conhecimentos e progressão profissional. Igual acontece hoje na Polícia Federal, onde policial é policial, e não garoto de recado”, desabafa o investigador.

    Questionado sobre a questão “garoto de recados”, o investigador com mais de 20 anos de carreira e um salário que não chega a R$ 3 mil foi ainda mais enfático: “Hoje na Polícia Federal, escrivão é escrivão, agente é agente e delegado é delegado. Eles estão preparados para investigar e prender. Lá existem, pessoas especializadas para realizar o trabalho burocrático, que são funcionários federais, mas não são policiais federais. Deu para entender?, explicou o escrivão.

    Para concluir, o escrivão e o investigador soltaram os ‘cachorros’: “Vamos falar sério. Vamos falar a verdade. Antes da greve a Polícia Civil já estava devagar, quase parando e a Polícia Militar em passos de tartaruga. A PM não tem efetivo, pois muitos quartéis só conseguem aglutinar 30 policiais por dia nas ruas, menos de 10% do que precisaria. Na Polícia Civil a coisa ainda é pior. Mais de 50% dos policiais estão em trabalhos burocráticos. Mais de 20% estão entregando intimações. Ou seja, são garotos de recados. Enquanto isso, mais de meio milhão de ocorrências estão paradas nas gavetas e nos arquivos mortos nos últimos cinco anos”.

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  2. SERÁ QUE ESTAMOS FALANDO DO ESTADO MAIS RICO DA FEDERAÇÃO?
    “Ora, qual a pessoa que estuda até o nível superior que vai querer entrar numa Polícia que paga salário de, no máximo R$ 3 mil no final de carreira”

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  3. PODE SER TIRA OU ESCRAVÃO NESTE ESTADO MAIS RICO DA FEDERAÇÃO?
    19/08/2011 13h06 –
    Com apenas 16 anos, jovem mexicano se forma em Psicologia

    O adolescente mexicano Andrew Almazán Anaya, de 16 anos, considerado um menino prodígio por sua precocidade intelectual, se formou nesta quinta-feira em Psicologia, enquanto simultaneamente conclui os últimos semestres no curso de Medicina.
    O jovem declarou que está muito feliz e satisfeito por alcançar um de seus objetivos de vida. “Eu me sinto muito bem, pois já conclui meus estudos em Psicologia e claro que considero uma grande conquista pois agora completo uma das metas que tinha desde pequeno”, disse à Agência Efe após receber seu diploma. s

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  4. Tirar calcinha de escrivã é coisa de enrustido deviam de assumir como os colegas abaixo:
    21/08/2011 12h03 – Atualizado em 21/08/2011 12h03

    Policiais gays e lésbicas formam rede para lutar contra homofobia
    Grupo de profissionais da segurança pública LGBT tem 50 integrantes.
    Corporações informam que não há preconceito ou discriminação.

    Tahiane Stochero
    Do G1, em São Paulo

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    Breno é gay e atua como agente penitenciário em
    Campinas (Foto: Flavio Moraes/G1)Policiais, agentes penitenciários, vigilantes ou outros profissionais que atuam na área de segurança pública e que assumiram publicamente a homossexualidade resolveram se unir para lutar contra a homofobia. Para isso, criaram a Rede Nacional de Operadores de Segurança Pública LGBT (Renosp-LGBT), que hoje conta com 50 integrantes.

    São delegados, policiais civis e militares, bombeiros, guardas e agentes prisionais que passaram a não mais esconder a opção dos colegas de trabalho e a lutar contra o preconceito a gays, lésbicas, travestis e bissexuais no meio em que atuam.

    Um dos integrantes, o agente penitenciário Breno Agnes Queiroz, de 26 anos, conta que o grupo foi formado durante um evento no Rio de Janeiro, em novembro de 2010, que reuniu operadores de segurança pública do país para discutir formas de lidar com a população LGBT.

    “O seminário era para fazer algo para a segurança pública da população, mas aproveitamos que alguns de nós éramos homossexuais para nos reunirmos e defendermos nossos interesses”, afirma Breno, que tem o apoio dos colegas do presídio em que trabalha em Campinas, no interior de São Paulo.

    “Sempre tem gente achando que vamos nos aproveitar da situação, por ser homossexual, na hora da revista de algum detento. Eles acham que tem que ser macho para colocar autoridade. Mas nossa presidente é uma mulher e sabe liderar. Há muita homofobia no meio policial”, diz.

    O agente declara que “há uma homofobia institucional velada ou latente, que pode se manifestar de várias formas”. Para ele, o preconceito, porém, não é da corporação: mas sim, “das pessoas” que convivem com os policiais assumidamente gays ou lésbicas.

    “Eu tive que trabalhar muito a conscientização dos meus colegas. Tive que mostrar que não sou nada diferente, que não há motivos de me impedir de fazer um tipo ou outro de serviço. Sabemos separar a opção sexual do trabalho”, afirma.

    Maicon é policial rodoviário federal em Pelotas, no
    Rio Grande do Sul (Foto: Arquivo Pessoal)’Preconceito institucional’
    Casado há 13 anos com um guarda de trânsito de Porto Alegre, o policial rodoviário federal Maicon Nachtigall, de 33 anos, reclama que tem que lutar diariamente contra o que chama de “preconceito institucional”. Ele acredita que é discriminado por ser homossexual.

    “Sou um dos policiais que mais se destaca no relacionamento com a comunidade e em trabalhos sociais na minha região e nunca consegui uma promoção por merecimento. O fato de ser gay me impede de competir e vencer com os outros da mesma forma”, afirma.

    Breno e Maicon concordam sobre a falta de uma política pública nacional sobre o tema, afirmando que tiveram que brigar individualmente para garantir o respeito nas corporações principalmente para integrantes da Polícia Militar, onde o militarismo impede que assumam suas opções sexuais sem ter medo de repreensão de superiores ou de homofobia.

    “Ainda não há uma política interestadual. O que fazemos são trabalhos isolados, em cada estado, em cada polícia. Conheço muitos gays na Polícia Federal, na Polícia Civil e na Polícia Militar aqui no estado que não assumem, por medo. Ser gay ainda é um desafio nessas corporações”, afirma Maicon, que atua em Pelotas, no Rio Grande do Sul.

    O G1 conversou também com duas lésbicas que integram a rede, uma PM de São Paulo e uma policial civil do Mato Grosso do Sul, que pediram para não ter o nome divulgado porque, apesar de não sofrerem discriminação dos colegas, temem que a corporação não entenda a forma como estejam expondo sua opção sexual.

    “A gente não precisa escancarar”, diz a policial militar de São Paulo, que pediu para não ser identificada e não gosta de falar do assunto. “Nunca sofri preconceito por parte dos meus colegas do policiamento e nem vi discriminação deles com gays ou lésbicas na rua”, afirma ela.

    ‘Não precisa usar placa’
    Policial civil há 11 anos no Mato Grosso do Sul, Joana (nome fictício) escondeu dos colegas policiais durante 5 anos o relacionamento que tinha com outra mulher, com quem morava. Tudo mudou quando uma escrivã lhe perguntou por que fazia isso.

    Policiais e agentes de segurança LGBT formaram a
    rede em 2010 (Foto: Arquivo Pessoal)“Sofri muito com a minha história, tinha muito medo, não me expunha. Quando ia para festas da polícia, ela me largava na esquina, não entrava comigo. Descobri que não precisa fazer isso. Se estou com ela, por que esconder?”, questiona Joana.

    “Não precisa dizer abertamente, usar placa, mas também não precisa esconder”, diz ela, que atua em uma delegacia da mulher.

    Joana já viveu situações de homofobia no trabalho, mas lidou com elas. “Tem mulheres que vão me procurar porque foram agredidas pelo marido, dizendo que ouviram deles frases tipo: ‘Pode ir procurar aquela delegada sapatão’. Os agressores às vezes usam isso para me atingir, mas sei lidar com as situações”, afirma.

    “Eu não posso levantar bandeiras, porque lido com a população e preciso me preservar e porque ainda há um certo receio e preconceito. Mas tomei a decisão de não esconder mais dentro da polícia para encorajar outras pessoas”, acrescenta ela.

    Opção sexual na polícia
    A Secretaria de Administração Penitenciária de São Paulo informou que “não há nenhum preconceito com relação a funcionários LGBT e nem presos” e que a pasta integra um comitê interestadual de defesa da diversidade sexual da qual fazem parte servidores da secretaria e que tem por objetivo definir diretrizes de combate à homofobia.

    A assessoria de imprensa da PRF informou o fator sexual da pessoa não tem nenhuma influência e que não há diferenciação nem preconceito dentro da PRF por questões de opção sexual. Segundo a PRF, todo servidor público tem um código de ética a cumprir, independentemente de outros fatores.

    Em nota, a Polícia Militar de São Paulo diz que “é uma Instituição legalista e comprometida com a dignidade da pessoa humana” e que “não há discriminação quanto à origem de seus integrantes quanto à raça, cor, religião, sexo, orientação sexual ou identidade de gênero”. A corporação diz que a postura do policial, quando em serviço, é a mesma exigida para qualquer pessoa que integre a PM.

    Já a assessoria de imprensa da Polícia Civil de Mato Grosso do Sul afirmou em nota “não possuir qualquer dispositivo para impedir ou dificultar o acesso de pessoas LGBT à seus quadros”. Segundo a Polícia Civil do MS, “a filosofia institucional é de que a opção sexual é de caráter personalíssimo e só se torna impedimento se motivar crime ou irregularidade administrativa prevista em lei”.

    O Ministério da Justiça não respondeu aos questionamentos do G1 sobre se há políticas voltadas para profissionais de segurança pública LGBT e nem informou se a Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp) reconhece a Renosp-LGBT como entidade representativa da categoria.

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  5. 21/08/2011

    Até onde vai a faxina para varrer a corrupção?

    O Globo

    A faxina iniciada pela presidente Dilma Rousseff para reduzir os focos de corrupção no governo federal tem sido creditada pela sociedade, em parte, a um traço de personalidade da presidente. Há quem identifique nela uma intolerância maior em relação à corrupção em comparação ao antecessor, Luiz Inácio Lula da Silva. Mas ninguém nutre expectativas de que, sozinha, Dilma conseguirá seguir muito além do que já foi, desmontando esquemas de corrupção alimentados pelo loteamento político da máquina pública. Até porque muitos dos partidos que a apoiam são contra a faxina.

    – A sociedade tem que apoiá-la ou ela não conseguirá governar – opina Ney Matogrosso.

    Na terça-feira que vem, a Frente Suprapartidária Contra a Corrupção e a Impunidade, lançada semana passada por um grupo de senadores que apoiam a faxina, fará um ato no Congresso para receber apoio de diversas entidades.

    “Dilma tende a se isolar se a sociedade não apoiá-la. Não sei até que ponto (a faxina e a mobilização dos senadores) é briga política, mas quando os movimentos sociais eram fortes, a pressão da sociedade fazia com que o Congresso tomasse determinada atitude. Se as universidades, a OAB, a ABI, os sindicatos e os estudantes se manifestarem, esse movimento pode não ser só a luta pelos interesses de determinado grupo, mas pode pressionar os políticos que nos representam. As novas mídias também podem ajudar”

    – Adauto Novaes, filósofo

    “Isso precisa ser feito, mas sou pessimista se não forem adicionadas novas medidas institucionais para deixar de ser algo voluntarista, que dependa da personalidade deste ou daquele presidente. Seria algo equivalente à operação Mãos Limpas que ocorreu na Itália. Uma das coisas que eu acho que a Dilma precisa fazer é ter um discurso nessa direção. Dizer que a partir de agora vamos tomar várias medidas de combate à corrupção que visem à montagem e ao fortalecimento de instituições que façam isso. Por exemplo, termos na Justiça equipes com juízes e promotores aparelhadas para só fazer investigação desse tipo. O voluntarismo é bom, mas se ficarmos dependendo deste ou daquele presidente nada vai adiante. Não acho que ela esteja jogando para a plateia. Isso é uma coisa que vem dela.”

    – Alberto Carlos Almeida, Cientista político e autor do livro “A cabeça do brasileiro”

    “O Brasil não tem tradição no combate à corrupção, e a postura da presidente causa boa impressão. A Polícia Federal gasta 23% do tempo investigando corrupção e 15%, tráfico de drogas. Estão presos, no Brasil, menos de 80 corruptos; presos por tráfico são 135 mil. Estou otimista, mas os resultados não dependem apenas dela. O combate à corrupção deve ser praticado com envolvimento compartilhado dos Poderes. A polícia tem que ser mais bem estruturada. A Justiça deve sair da catalepsia.”

    – Odilon de Oliveira, juiz federal que combate o tráfico de drogas em Mato Grosso do Sul

    “Nossa obrigação é apoiar. O Congresso fez a vida inteira de um jeito, os políticos acham que estão imunes. Pode até ser que a presidente erre em algum momento. Mas acho excelente que a casa comece a ser arrumada. Vejo com bons olhos, acho saudável esse movimento, como um recado que diz: não é mais assim que a banda toca, não é como você pensa que é.

    – Marina Person, cineasta

    “A presidente Dilma sempre esteve muito perto da corrupção. Não se sabe se por vontade própria ou devido ao contexto político do governo anterior. Também não se sabe se a atual faxina partiu dela ou se resulta da atuação independente da Polícia Federal. Seja como for, o tamanho e a profundidade da sua faxina vão nos dar uma medida do peso que a ética e o jogo político tradicional têm nas suas decisões. – José Padilha, cineasta

    “Mesmo que a opinião pública fracasse, o governo tem a obrigação de combater a corrupção. Não podemos depender só da opinião pública, ainda que toda manifestação que cobre mudanças seja benéfica. Nós temos leis. No mais, se Dilma continuar a faxina, terá sua ação facilitada. Vai ganhar respeito e autoridade.

    – Célio Borja, jurista e ex-ministro da Justiça

    “A faxina da Dilma é inesperada, ter coragem para realizá-la é inesperado, mas também uma questão delicada. Não tenho certeza ainda do que isso pode representar, mas a sociedade tem que apoiá-la ou ela será destruída e não conseguirá governar. Afinal, o Congresso não está muito satisfeito com o rumo das coisas. O que tem acontecido (o combate à corrupção) é positivo porque tinha que ser feito em alguma hora. Ou continuaríamos como no governo Lula, que fez acordos com muita gente e aí precisava fingir que não via.

    – Ney Matogrosso, cantor

    “A democracia é praticada no civismo, o ano inteiro, e não só na eleição. A democracia não está circunscrita só aos políticos. Essa faxina, esse movimento de combate à corrupção deve mostrar a união cívica de todos os brasileiros, acima das ideologias partidárias. O Brasil tem um problema amplo de corrupção. A pressão da opinião pública é importante.

    – Jorge Mautner, cantor, compositor e escritor

    “Sou cético. Meu pensamento é grego clássico: “políticos aprenderam com os sofistas retórica e corrupção”. Não acho que todo mundo que está lá está roubando. Tem gente séria, incluindo Dilma. Tenho fé nela. Não que ela vá resolver, mas vai ser mais difícil roubar com ela. Vejo austeridade no governo, mas me desmotivam o Congresso e a Justiça. A faxina pode se dar em torno da Dilma, mas e no Congresso? A vassoura da Dilma não atravessa a praça, a rua.”

    – Gabriel Vilella diretor de teatro.

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  6. Após a faxina, a cadeia? DIÁRIO SP

    Entre 8 de junho e 17 de agosto, caíram quatro ministros do governo Dilma Rousseff: Antonio Palocci (Casa Civil), Alfredo Nascimento (Transportes), Nelson Jobim (Defesa) e Wagner Rossi (Agricultura). Com exceção de Jobim, que caiu por revelar que não votou em Dilma e por debochar de duas colegas de ministério, os outros caíram debaixo de pesadas denúncias de corrupção. Merece aplauso a presidente, pela firmeza revelada. Mas falta completar a obra. Falta levar às ultimas consequências a apuração das denúncias e a punição dos culpados.

    Entre políticos, diz-se que a punição maior é a perda do poder. De fato, entre os meses finais de 2010, quando já era certa a vitória da candidata Dilma, Antonio Palocci pontificou como o mais poderoso político em cena. Indicado para a chefia da Casa Civil, concentrou em seu gabinete todas as conversações políticas. Nas reuniões mais decisivas com ministros e líderes partidários, a presidente Dilma fazia questão de incluir Palocci. Foi assim até os primeiros dias de maio de 2011, quando surgiu a revelação de que Palocci se tornara um milionário durante os poucos meses de atividade de sua empresa de consultoria.

    Para ele, pessoalmente, a punição mais sentida talvez seja mesmo a perda da condição de homem mais poderoso do Planalto, depois da presidente. Mas, para a população, isso não basta. Foi pego em flagrante. E agora? O mesmo tipo de dúvida paira sobre Alfredo Nascimento e Wagner Rossi. Nos seus anos de ministro, desde o governo Lula, Nascimento teve sob seu comando subordinados que se revelaram suspeitos. Mais ainda, se soube que a empresa de seu filho multiplicou receitas graças a negócios com os Transportes. E agora?

    Wagner Rossi foi torpedeado por denúncias de Oscar Jucá Neto, o “Jucazinho”, que ele demitira de uma das diretorias da Conab. Irmão do líder do governo no Senado, Romero Jucá, o demitido Jucazinho afirmou que a corrupção na Agricultura é pior que a dos Transportes. Soube-se depois que um notório lobista influiu em licitações no Ministério da Agricultura. Por fim, veio a revelação de que Rossi tinha o hábito de pegar carona no jatinho de um empresário que, além de ter negócios com a Agricultura, é um dos financiadores de campanha do filho de Rossi, o deputado Baleia. E agora?

    Esses ex-ministros estão fora do poder. Não pisam mais aqueles tapetes brasilienses. Não são mais atendidos de imediato, quando ligam para bancos, para multinacionais. Mas a população não se contenta com esse tipo de punição. Eles caíram por causa de pesadas denúncias de corrupção. A presidente Dilma está na obrigação de levar adiante a faxina. Os órgãos de controle, a polícia, o Ministério Público, todos estão na obrigação de não baixar a guarda. Os meios de comunicação também não podem sossegar enquanto não houver culpados atrás das grades

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  7. O PROMOTOR DE JUSTIÇA E O JUIZ QUE TAMBÉM SOUBERAM E NÃO FIZERAM NADA, DECLARANDO QUE TUDO ESTAVA DENTRO DA LEGALIDADE, NÃO SERÃO INVESTIGADOS TAMBÉM ????????????

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  8. Com a palavra o CNJ e o CNMP
    O PROMOTOR DE JUSTIÇA E O JUIZ QUE TAMBÉM SOUBERAM E NÃO FIZERAM NADA, DECLARANDO QUE TUDO ESTAVA DENTRO DA LEGALIDADE, NÃO SERÃO INVESTIGADOS TAMBÉM ?

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  9. ESTOU VENDO UMA LUZ NO FIM DO TÚNEL…

    JUDICIÁRIO E MP CONIVENTES COM ESSA TORTURA

    A FEDERALIZAÇÃO DO CASO IRÁ ESCLARECER TUDO…

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  10. ESTES CARAS QUE TORTURARAM A ESCRIVÃ VÃO TOMAR COM FORÇA NO C…,MAS QUE ELA É UMA TREMENDA SAFADA ELA É,ALEM DE CORRÚPTA, MAS A FORMA QUE A CORREG. TRATOU O CASO E AÍNDA DEIXOU GRAVAR , AÍ ELES TNC M,ESMO E COM FORÇA COMO JÁ DISSE , ISSO É BÃO QUE ELES APRENDE

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  11. INSISTEM EM ENGANAR A POPULAÇÃO, MAIS OS ENGANADOS SÃO VOCÊS MESMOS SEUS MEDÍOCRES ESTELIONATÁRIOS DE VOTOS E FRAUDADORES DOS RECURSOS PÚBLICOS……QUEREM ENGANAR QUEM? A MERDA ESTA FEITA…MORRE MAIS GENTE NO BRASIL VÍTIMAS DA VIOLÊNCIA QUE EM PAÍSES EM GUERRA DECLARADA!! CONTINUEM A ENGANAR A SOCIEDADE E A RESPOSTA VEM LENTAMENTE!!!!

    Qui, 18/08/11 – 18h30
    Alckmin discursa no programa para erradicação da miséria no Estado

    Governador Geraldo Alckmin: Bom dia a todas e a todos. Estimada presidenta da República Federativa do Brasil, Dilma Rousseff; presidente Fernando Henrique Cardoso; governadores: do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral; de Minas Gerais, Antônio Anastasia; do Espírito Santo, Renato Casagrande; ministra do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Tereza Campello; ministros e ministras aqui presentes; vice-governador de São Paulo, Guilherme Afif Domingos; do Rio de Janeiro, Luiz Fenando Pezão; deputado Barros Munhoz, presidente da Assembleia Legislativa do nosso Estado, senadores da República por São Paulo, Marta Suplicy e Eduardo Suplicy; governador Paulo Maluf; secretário de Estado, quero abraçá-los cumprimentando aqui o Rodrigo Garcia; presidente da Câmara de São Paulo, vereador José Police Neto; João Coser, prefeito de Vitória, no Espírito Santo; presidente da Frente Nacional de Prefeitos; parlamentares; lideranças municipais; beneficiários do programa; lideranças sociais; amigas e amigos.

    É uma alegria, com a minha esposa, a Lu, recebermos a todos hoje aqui na sede do Governo de São Paulo. Identifico aqui, neste ato, um momento de avanço do Brasil, um momento em que a política, tantas vezes aviltada, cumpre a sua função primordial, a de zelar pelo bem-estar das pessoas, de abrir portas, criar oportunidades para que cada um se supere e encontre o seu caminho. Identifico aqui um marco. Ultrapassamos um período de disputas para unir esforços em prol dos que mais precisam no Brasil. Senhora presidente, isso se deve em grande parte ao seu patriotismo, à sua generosidade, ao seu espírito conciliador, sob seu protagonismo, governos estaduais, municipais e Federal se aproximam ainda mais, reunindo o mesmo esforço, com programas sociais complementares. Em São Paulo, vamos unificar em um só cartão, aliás, para disputar aqui com o Sérgio Cabral. Vamos unificar o Bolsa Família e o Renda Cidadã e, com isso, nós vamos poder atender mais 300 mil famílias, ou seja, um milhão de pessoas que ainda estão abaixo da linha da pobreza. E, acima de tudo, avançaremos em uma agenda da família, e para as prefeituras, os municípios que têm um papel extremamente importante, nós vamos levar o Banco do Povo. Levar os programas do EJA, que é a Escola de Jovens e Adultos, para quem não teve oportunidade de estudar, poder ter o seu diploma do Ensino Fundamental, do Ensino Médio. O Via Rápida para o Emprego, que são os programas rápidos de qualificação profissional, as ETECs, as FATECs, o Ensino Técnico, Tecnológico; enfim, fortalecer uma agenda de emprego e de renda junto a todas essas famílias.

    O trabalho focado na erradicação da miséria é uma obrigação do Estado Brasileiro para com os mais pobres, e nós estamos avançando. Por isso, presidenta Dilma, a senhora faz um acerto histórico ao aceitar a experiência daqueles que vieram antes de nós, e nos legaram saberes e experiências. Foi a estabilidade da economia nos anos 90 que permitiu que o Governo e a sociedade começassem a se organizar para atender os que mais sofrem. Atingida a estabilidade, sobre o Governo Fernando Henrique Cardoso, começamos esse processo com o Bolsa Escola, com o programa nacional de renda mínima, chamado Bolsa Alimentação, depois veio o programa Auxílio Gás. Esses programas de transferência de renda voltados aos muito pobres chegavam, ao fim de 2002, a cinco milhões de famílias. Em 2003, uma inteligente medida provisória do Governo Lula juntou todos esses programas no Bolsa Família e deu a eles unicidade e notável expansão. Vamos repetir as experiências bem sucedidas para consolidá-las; vamos inovar para avançar. A erradicação da miséria é uma das formas de ser da ética na política; por isso hoje, com a presença de todos vocês, lideranças, prefeitos, governadores, parlamentares, ministros, presidente Fernando Henrique, presidente Dilma Rousseff, São Paulo se orgulha em recebê-los aqui nesse novo capítulo ambicioso de combate à miséria. O bem-estar das pessoas é a obra prima do Estado, é a razão de sua existência. Muito obrigado!

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  12. Alguém aqui sabe me dizer sobre um GM que fora baleado nas costas semana passada e perdeu o braço,e seu parceiro atirou na cabeça do sei-la se era bandido?

    Tao sabendo de algo,qual foi o BO?

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  13. e agora dr. eduardo imbecil? sera que seus padrinhos, que nos sabemos quem são, vão segurar esta piça na justiça federal? duvido!… não esquece de dar no papel quem mandou vc fazer esta cagada. I M B E C I L !

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  14. Agora o passaralho e federal e não tem secretario que vai segurar, pois a justiça e federal, corregedora, secretario e governador devem estar preocupados pois esse atrocidade foi para aonde ninguém imaginava!

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  15. DUDU e GUGU vão tomar nomeio do CÚ com muita força se o caso se tornar de esfera federal!!!!!!!!!!!!!!!!!

    Vamos torcer para isso acontecer, porque se depender de São Paulo o caso já esta resolvido!!!!!!!!

    Para o restopol resta a pica do Pinto, do Carneiro e da Corregedoria!!!!!!!!!!!!!!!

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  16. e ai DR EDUARDO IMBECIL vai se preparendo para dar aquela bruxa nojenta e teu superior imediato no papel. sua batata vai assar cretino. por falar nisso a ex-corregedora,apesar de lotada na DGP, continua recebendo do estado sem trabalhar,pois ha meses não aparece no predio. fica esperta bruxa, voce é outra. sempre soube de tudo o que acontece em termos de corrupção na policia e nunca fez nada para conter. limitou-se a sentar em sua cadeira de corregedora e fazer produção para se manter, indiciando e demitindo funcionarios subalternos e fazendo “vistas grossas” aos seus colegas ladroes que mantem recolhes em varios departamentos (vide denuncia do jornalista João Leite Neto no Milk TV) a Sra. dra. não sabia ou tava “ARREGADA”. Vc é outra. Parabens dr Eduardo Imbecil a policia esta menos corrupta depois da sua “grande” cana. I M B E C I L .

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  17. POLICIA NO FUNDO DO POÇO :

    -FIZ UMA PROMESSA PARA ESSA SENHORA MORRER COM CANCER BEM NO MEIO DA BUNDA, PARA NÃO PODER SENTAR EM NENHUMA CADEIRA.
    EXTENSIVO AOS FAMILIARES E FILHOTES, CLARO !

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  18. ja estamos em abril de 2012 e o caso encontra-se da seguinte maneira: a escriva já demitida a mais de ano passa necessidades desempregada e sob tratamento psiquiatrico. a ex-corregedora, agora curte praia no guaruja ja devidamente transferida para santos. os delegados que torturaram a escriva estão lotados no DENARC mas, ao que parece, não trabalham (mas recebem seus salarios normalmente). Na justiça a audiencia vem sendo sistematicamente “remarcada”. é sempre assim a corda sempre estoura do lado mais fraco. PS a corrupção na policia continua igual (toda seccional tem recolhe, toda distrital tem recolhe, DEIC tem recolhe, DPPC idem, …… é uma corrupção sem fim. as periferias lotadas de prostibulos (que segundo o DG são uteis a sociedade), caça niqueis são mato, gasolina adulterada (paga pau também) , é o FUNDO DO POÇO.

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  19. aos colegas operacionais do DECAP: não aceitem trabalhar e receber ordens deste lixo que esta a caminho do DECAP….so se não tiver vergonha na cara…nos sabemos o que este cretino pensa a respeito dos operacionais….

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  20. SE ESSAS “TRANQUEIRAS”, APORTASSEM EM NOSSA DELEGACIA HÁ TRINTA E CINCO ANOS, TENHO CERTEZA DE QUE ELES SAIRIAM CORRENDO LIGEIRINHO. OS ANTIGÕES, LEMBRAM-SE MUITO BEM ,QUE AINDA NÃO EXISTIA O DEPARTAMENTO DA CORREGEDORIA, NAQUELA ÉPOCA ERA APENAS UMA DIVISÃO. OCORRE QUE ELES FORAM ATÉ O QUARTO DISTRITO POLICIAL-CONSOLAÇÃO, SABE O QUE OCORREU TODOS OS PNEUS DAS VIATURAS FORAM CRIVADOS DE BALAS, ENQUANTO QUE OS “CORREGEDORES”, DESCERAM A RUA AUGUSTA EM DESABALADA CARREIRA. INCLUSIVE UM “MAJURA”, QUE ATÉ HOJE ENCONTRA-SE NA ATIVA E É DIRETOR.

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