JOSÉ SERRA É TECNICAMENTE HONESTO: FOI DENUNCIADO E ABSOLVIDO EM 14 AÇÕES; LUTA PARA SER ABSOLVIDO NAS FALCATRUAS DE SOCORRO AOS BANQUEIROS NA ÉPOCA DE FHC…MAS COM TAL EXPERIÊNCIA COMO RÉU – 17 AÇÕES – NEM SEQUER SERIA ACEITO COMO CANDIDATO EM CONCURSO DE AUXILIAR DE SERVIÇOS GERAIS NA POLÍCIA CIVIL…PARA FINS DE CONCURSO PÚBLICO – NAS CARREIRAS MENOS COMPLEXAS, INCLUSIVE – ELE SERIA CONSIDERADO “FICHA SUJA” E REPROVADO! 4

Serra luta contra três processos judiciais

Na Justiça, três processos contra José Serra

Dilma Rousseff e Indio da Costa não sofrem ações. Temer tem três casos já julgados

 

Apesar de realizado antes do primeiro turno das eleições, um levantamento feito pelo site Congresso em Foco sobre a situação judicial dos candidatos a Presidência e Vice-Presidência da República passou praticamente em branco por parte da mídia. No caso, os números mostram que o presidenciável do PSDB, José Serra, tem 17 processos contra ele em seu currículo. Destes, três continuam ativos. Em um dos casos, ainda segundo o site, uma juíza teria considerado que houve, por parte de Serra, dano ao erário, enriquecimento ilícito e violação aos princípios administrativos.

No entanto, o Jornal do Brasil consultou o histórico do processo, no qual não consta qualquer decisão final. Já a rival de Serra na campanha, Dilma Rousseff, informa não haver processos contra ela. Em relação aos candidatos a vice, o papel se inverte. O peemedebista Michel Temer, da chapa de Dilma, lista três processos contra ele, e o candidato do DEM, Indio da Costa, da chapa de Serra, diz não ter sido processado.

Os candidatos são obrigados, por lei, a informar ao Tribunal Superior Eleitoral a respeito dos processos judiciais contra eles.

Num dos processos contra Serra, uma denúncia feita pelo Ministério Público Federal, e aceita pela juíza Daniele Maranhão Costa, da 5ª Vara da Seção Judiciária do Distrito Federal, é por improbidade administrativa, dos tempos em que o tucano era ministro do Planejamento no governo Fernando Henrique Cardoso. No caso, a ação diz respeito ao Proer, programa implementado no primeiro governo FHC para sanear instituições financeiras que enfrentaram dificuldades na virada do período de hiperinflação para o início do Plano Real.

Além de Serra, as ações envolvem diversas pessoas que tiveram algum grau de responsabilidade nas decisões relativas ao programa, como o então ministro da Fazenda, Pedro Malan. As ações questionam a assistência prestada pelo Banco Central, no valor de R$ 2,975 bilhões, ao Banco Econômico S.A., em dezembro de 1994, entre outras decisões adotadas pelo Conselho Monetário Nacional (CMN).

O JB não conseguiu entrar em contato com a juíza Daniele Maranhão Costa. De acordo com as informações no site do TSE, a magistrada teria apenas recebido a denúncia, e não proferido uma decisão. O presidenciável do PSDB também responde por crimes de imprensa, calúnia e injúria, em ações ajuizadas pelo Diretório Nacional do Partido dos Trabalhadores. Em uma delas, o ex-presidente do PT Ricardo Berzoíni é o autor das denúncias, que foram recebidas pela Justiça de São Paulo e estão em andamento.

O Jornal do Brasil entrou em contato com a assessoria de Serra, para que o candidato comentasse a respeito dos processos. Até o fechamento desta edição, não houve resposta.

Sobre os processos contra Michel Temer, um deles é um recurso do Banco Central contra um pedido feito pelo próprio Temer à Justiça para a liberação recursos em dinheiro bloqueados durante o governo do ex-presidente Fernando Collor de Mello, na época do plano que confiscou parte dos recursos depositados em cadernetas de poupança. Nos outros dois processos contra Temer, um deles é citado como “caso eliminado”, sem oferecer mais detalhes. O outro é citado como uma apelação civil contra deputados da bancada paulista na Câmara dos Deputados.

Casos encerrados A assessoria de Temer informou, segundo o Congresso em Foco, que todos os casos contra o peemedebista estão transitados em julgado, isto é, já percorreram todas as instâncias judiciais e foram objeto de julgamento, não oferecendo qualquer risco para o candidato.

 

 

Um Comentário

  1. Por Fernando Grecco
    “Um partido é a loucura de muitos em benefício de uns poucos.” (Alexander Pope)

    Mais uma vez prevaleceu, em São Paulo, a ignorância política de nossos conterrâneos. As forças do mal se sobressaíram. Dessa vez, se eternizarão no poder, praticando, sempre, todo tipo de malefício ao povo. A ganância e a cobiça são os sustentáculos às medidas de caráter geral em nosso território.
    Há anos, certo partido denominado “social-democrata” vem promovendo o aparelhamento total do nosso estado, estraçalhando qualquer nova liderança política que poderia ser uma eventual alternativa para nos livrarmos desse conservadorismo tão atroz às nossas crianças, idosos, enfim, aos mais necessitados que são frutos da insensibilidade e do repúdio do poder público. Evidentemente nos referimos ao PSDB, uma sigla de clara tendência fascista, já que se respalda por práticas políticas autoritárias, antidemocráticas e avessas ao povo brasileiro.
    Somente considerando uma total alienação política dos paulistas é que podemos compreender a eleição de Geraldo Alckmin ao governo do estado. Alckmin, ao deixar o governo em abril de 2006 para disputar à Presidência da República, deixou um rombo no Estado na ordem de R$ 1,2 bilhão, obrigando o então governador em exercício, Claudio Lembo, a realizar cortes drásticos em setores como Saúde, Educação e Segurança. Fernando Braga, à época secretario estadual de Planejamento, confirmou à jornalista Mônica Bergamo, do jornal Folha de São Paulo, que “houve diminuição no ritmo da velocidade das obras”.
    Em 26/03/06, a Folha Online divulgou documentos que comprovaram que o governo de Geraldo Alckmin beneficiou aliados ao direcionar recursos da antiga Nossa Caixa para a imprensa, no caso jornais, revistas, programas de rádio e televisão que eram então sustentados ou indicados por deputados da base aliada na Assembléia Legislativa. No mesmo ano, na seqüência dos escândalos envolvendo o banco estatal, Alckmin foi capa da revista Ch’an Tao. A revista havia recebido, no mesmo mês, o valor aproximado de R$ 60 mil, a título de patrocínio, da Companhia de Transmissão de Energia Elétrica Paulista (Cteep). Detalhe, a revista pertencia ao amigo e acupunturista de Geraldo, o médico Jou Eel Jia. Além disso, os filhos de ambos são sócios em uma loja de produtos naturais.
    Nessa empreitada de “auxílio” aos mais próximos, o Banco Nossa Caixa adquiriu, em duplicada, 500 fornos a gás pelo valor de R$ 400 mil ao programa das padarias artesanais criado pela então primeira-dama Lu Alckmin. Nada de irregular até o Ministério Público instaurar procedimento investigativo a fim de se apurar as razões pelas quais o banco ocultara os registros dessa despesa adicional.
    Alckmin, enquanto governador, barrou mais de setenta CPIs na Assembléia Legislativa de São Paulo. Entre elas, as mais importantes tratariam do CDHU, FEBEM, Rodoanel, Aprofundamento da Calha do Rio Tietê, Cessão de Área Pública à TV e Rádio Canção Nova, Contratos de Publicidade da Nossa Caixa, Execuções na Castelinho, Irregularidades em Empréstimos à Eletropaulo, CPI de 980 Contratos, Áreas Contaminadas, Favorecimento à Coca-Cola, Renúncia Fiscal e Tributária, Guerra Fiscal, Fraudes da Empresa Telefônica etc.
    Enfim, centenas ou milhares de irregularidades se sucederam durante a gestão Alckmin. Evidentemente, um percentual ínfimo foi divulgado pela grande impressa, uma vez haver interesses comuns entre governos do PSDB e a mídia majoritária.
    Pobre São Paulo, entregue a um homem antipopular, a um partido tão agressivo, hostil ao povo. Não nos resta qualquer expectativa de melhoria no que depender do Executivo Estadual. Esperaremos, com absoluta certeza, a continuidade de uma política de pedágios extorsivos, de sucateamento, cada vez mais, da Polícia Civil, de uma segurança pública entregue a interesses eleitorais vis, de uma saúde desumanizada e de uma educação sem qualquer compromisso com a juventude.
    Assim, as pessoas de bem que ainda restam nesse país, homens, mulheres, jovens, idosos, lideranças religiosas, enfim, seres que ainda são dotados de certa esperança com relação à condição humana, devem, todos, se unirem no intuito de se evitar o maior de todos os males que pode nos acometer nesse momento: a eleição de José Serra.

    Fernando Grecco é articulista da Folha de Votorantim.

    Fonte: http://www.webartigos.com/articles/49007/1/Sao-

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  2. Serra se irrita com pergunta sobre ex-diretor da Dersa
    Ao ser questionado sobre Paulo Preto, candidato diz que assunto é “pauta petista” e abandona entrevista
    Nara Alves, enviada ao Rio Grande do Sul | 13/10/2010 18:47

    O presidenciável tucano José Serra irritou-se nesta quarta-feira em Porto Alegre (RS) ao ser questionado sobre a denúncia contra o ex-diretor da Dersa, Paulo Vieira Souza, conhecido como Paulo Preto, que teria desviado R$ 4 milhões da campanha do PSDB.

    Foto: Agêcia Estado
    Serra toma café durante campanha em Porto Alegre

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    Primeiro, Serra classificou de “preconceito odiento” a forma como o jornalista se referiu ao ex-diretor, como Paulo Preto, e afirmou que o preconceito estava “embutido na pergunta”. Em seguida, o presidenciável disse que o assunto faz parte da “pauta petista”.

    Depois, Serra perguntou ao repórter para qual veículo de comunicação ele trabalhava. Ao ouvir que o profissional era do jornal Valor Econômico, Serra afirmou que o jornal não se interessava pelo o que estava acontecendo na Casa Civil e que “faz manchetes para o PT botar no horário eleitoral”.

    Quando o repórter do Valor Econômico rebateu dizendo que as afirmações eram preconceito da parte dele, Serra decidiu encerrar a entrevista coletiva e deixou o local.

    No último domingo, a presidenciável petista Dilma Rousseff usou a denúncia sobre o ex-diretor para atacar Serra no debate organizado pela TV Bandeirantes. Ontem, em Aparecida, Serra defendeu Paulo Souza e negou que tenha havido desvio de verbas de sua campanha. Antes disso, Serra havia negado conhecer Paulo Souza.

    ESSA É A VERDADEIRA FACE DO SR. JOSÉ SERRA: QUANDO UM BOM REPORTER INVESTIGATIVO CONSEGUE LEVANTAR INDICIOS DE QUE SERRA NÃO TEM NADA DE ÉTICO(FALA TANTO DO PT…RS) E HONESTO (A CASA DELE EM ALTO DEPINHEIROS VALE NO MINIMO R$ 1.500.000,00)

    SÓ RINDO… PRA ACREDITAR QUE TEM GENTE QUE ACRETIDA E E VOTA NESSE CARA.

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