A delegada Joana Darc de Oliveira e a perita criminal Anita de Paulo Ferreira foram soltas por ordem da Justiça…A DELEGADA NUNCA ESTEVE ENVOLVIDA COM MÁFIAS E A PERITA JAMAIS FEZ LAUDOS DE MÁQUINAS DE BINGOS E CAÇA-NÍQUEIS…TÁ CERTO, PRENDERAM INOCENTES, MAS FIZERAM TREINAMENTO E ASSIM FUTURAMENTE CHEGARÃO AOS TUBARÕES 40

estadao.com.br, Atualizado: 9/9/2010 1:29

Justiça solta 4 policiais no caso dos caça-níqueis

A delegada Joana Darc de Oliveira, que estava detida havia dez dias sob a acusação de participar de um esquema de proteção à máfia dos caça-níqueis na cidade de São Paulo, foi solta por ordem da Justiça. Além dela, também foram libertados a perita criminal Anita de Paulo Ferreira, o investigador Belmiro Rondelli Junior e o sargento da Polícia Militar Ricardo Bachega.

‘Não há nada que prove a ligação da delegada com os caça-níqueis’, afirmou a advogada Luciana Brandão Grimailoff, que defende Joana. Ela disse ainda que são mentirosas as acusações contra a perita Anita, que foi detida sob a suspeita de fraudar laudos de máquinas caça-níqueis. ‘Ela nunca fez um laudo de máquinas caça-níqueis em sua vida. Esse é um fato incontestável’, afirmou a advogada.

Os acusados haviam sido presos pela Corregedoria da Polícia Civil. O Ministério Público Estadual (MPE) concordou com elas e pediu à Justiça que transformasse a prisão temporária de 10 dias do grupo em prisão preventiva, o que foi negado. O MPE ainda não apresentou denúncia contra os acusados.

O sargento é suspeito de explorar máquinas de caça-níquel e o investigador, de recolher propina. Ambos negam. A delegada é suspeita de avisar integrantes da máfia dos caça-níqueis de blitze da polícia. ‘Ela nunca conversou sobre fatos futuros, mas sempre sobre fatos pretéritos. Não há crime’, disse a advogada. O MPE pode recorrer da decisão da Justiça.

“Os delegados” de São Paulo recebem o menor salário do País e lidam com péssimas condições de trabalho…CADA UM POR SI, DEUS CONTRA TODOS! 31

Delegados protestam no centro

09 de setembro de 2010 | 0h 00

– O Estado de S.Paulo

Cerca de 70 delegados da Polícia Civil protestaram ontem na frente do restaurante popular Bom Prato, no centro da capital, contra o valor do vale-alimentação pago pelo governo, de R$24 mensais ou R$0,92 por dia, a remuneração e a falta de um plano de carreira para a profissão.

“Os delegados de São Paulo recebem o menor salário do País e lidam com péssimas condições de trabalho”, afirmou Marilda Aparecida Pansonato Pinheiro, presidente da Associação dos Delegados do Estado de SP (Adpesp). A Secretaria da Segurança Pública não se pronunciou. Com faixas afirmando que o vale-alimentação não seria suficiente para uma refeição no Bom Prato, os delegados não almoçaram no restaurante. “A escolha do local é simbólica”, disse Marilda. Eles pagaram a refeição de 330 pessoas que estavam na fila.