Pesquisando os sites dos defensores dos supostos patriotas, não encontramos uma linha sequer solidária aos policiais civis – acusados de tortura – subordinados aos Oficiais comandantes dos DOI-CODI.
Heróis , para eles, apenas quem vestia verde?
Ou não querem a imagem ilibada associada aos que “colocavam a mão na massa”.
Tal silêncio revela a absoluta covardia daqueles que determinavam a tortura e execuções.
A glória da salvação da pátria é toda deles(militares), a lama da barbárie é toda nossa.
Mas nada como a Providência para mostrar que nada mudou.
E que o Rio de Janeiro continua lindo…
Alô, alô Teresinha aquele abraço…

Os milicos levaram um baile de Lamarca no Vale da Ribeira e quem pagou com a perda foi a família do tenente PM Mário Cozel Filho, violentamente assassinado pelo ex-capitão (milico desertor) celerado. Excelente exército, grande Força Armada. Ainda se acham capazes de sair do quartel para assegurar a tranqüilidade da população.
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Um reparo Mário Kozel Filho foi o recruta morto quando da explosão do carro-bomba nos portões do QG na Capital. O Tenente da PM , morto , foi Alberto Mendes Junior.
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Troquei os nomes nas tragédias desculpe Dr.. Ambos foram vítimas de Carlos Lamarca. Mário Kozel Filho no quartel de Quitaúna-Osasco, quando um caminhão carregado de bombas foi lançado por ele (ex-capitão Lamarca) e celerados, contra a guarita desentinela, onde se encontrava o infeliz soldado. Ali, Lamarca roubou farta munição, fuziz, pistolas e metralhadoras, pois havendo prestado serviços enquanto militar naquele quartel, sabia onde estava o paiol e o depósito das armas.
Quanto ao herói Tenente PM Alberto Mendes Junior, foi morto no Vale da Ribeira, após ser capturado pelo bando de Lamarca. Foi morto a golpes de coronha de fuzil pelo terrorista de codinome “japa” a mando de Lamarca. Não me lembro o nome do “japa”, mas volto logo com ele.
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Yoshitame Fugimore desferiu vários golpes contra a cabeça do tenente Mendes Jr., auxiliado que foi por Diógenes Sobroza de Souza (este maldito virou nome de rua em Porto Alegre-RS, por aprovação da Câmara de Vereadores daquela capital).
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Pergunto:tudo isso ocorreu e ainda estão por aí assaltando os cofre públicos, cadê as Forças Armadas, vão deixar de graça?
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Hoje encontro-me aposentado, sendo cruelemente sacrificado como tantos outros, pois os que dizim lutar por nós é um bando de ladrões do passado.O único sentimento que tenho, foi a revolução de 64 mão ter liquidado essa gente, agora eles é que estão nos liquidando. Servi em 1964 na 1a Cia de Guardas conciente do que estava fazendo, e sinto que nosso exército já está dominado por eles.
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Hoje encontro-me aposentado, sendo cruelmente sacrificado como tantos outros, pois os que dizim lutar por nós é um bando de terroristas do passado.O único sentimento que tenho, foi a revolução de 64 não ter liquidado essa gente, agora eles é que estão nos liquidando. Servi em 1964 na 1a Cia de Guardas conciente do que estava fazendo, e sinto que nosso povo já está dominado por eles.
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Malandros foram os delegados do DOPS do Rio de Janeiro que em 1968 enxotaram os militares de dentro do órgão e deixaram a guerra suja por conta do DOI-CODI da Barão de Mesquita. Evitaram o que aconteceu em São Paulo, onde o otário do Fleury assumiu a identidade do repressor mor e enlameou a sua carreira e a corporação. A intenção do Exército sempre foi a de botar a polícia na linha de frente das ações e da má fama.
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