CONCLUSÃO: quando o assunto for caça-níqueis e jogatina em geral, os instrumentos hierárquicos não merecem confiança 1

Corregedoria e Polícia Civil negam falta de respaldo à ex-delegada
São José dos Campos
O corregedor-geral da Polícia Civil do Estado de São Paulo, Ruy Estanislau Silveira Mello, disse que a Corregedoria-Geral, em todos os momentos em que ex-delegada Audrey Kanaan de Oliveira Sampaio precisou, foi disponibilizado o “respaldo total” à atuação da então delegada-assistente da Corregedoria da Polícia Civil de São José dos Campos.”Ela (Audrey) sempre teve total respaldo da Corregedoria-Geral, ela teve o respaldo total de São Paulo, através da Corregedoria Auxiliar de São José e do delegado divisionário das Corregedorias Auxiliares, dr. Francisco Alberto Souza Campos”, afirmou.O corregedor-geral negou represálias após a apreensão de máquinas caça-níqueis em São José.”De tempos em tempos, o diretor faz mudanças, não está contente com alguns trabalhadores dele e resolve trazer outros de confiança. É (saída de Dini) rotineira, se o diretor não concorda com um subordinado, ele troca”, disse Silveira Mello, que negou ter feito um acordo para transferir Audrey após a apreensão das máquinas, em outubro de 2004.Ele confirmou que a sala de reconhecimentos da Corregedoria-Geral não foi disponibilizada para o reconhecimento dos policiais. “Havia uma ordem judicial para que fosse feito na Corregedoria de São José”, declarou.
POLÍCIA CIVIL – O diretor do Deinter-1 (Departamento de Polícia Judiciária do Interior), Claudinê Pascoetto, negou que tenha feito um acordo para que Audrey fosse transferida. “Nunca pensei em transferí-la, ela não é minha subordinada”, afirmou.
Segundo o diretor do Deinter-1, ela não poderia ser transferida por ser casada com um funcionário público.Pascoetto afirmou que não haverá tolerância quanto a irregularidades praticadas por policiais civis.”Eu sofri pressão, inclusive doValeParaibano, pela transferência de 14 policiais civis (em janeiro). Eu não transijo e não vou transigir. Quem não seguir na linha, está fora”, declarou.A pressão citada pelo diretor do Deinter-1 se refere ao fato de o jornal ter publicado matérias relatando a decisão da polícia em transferir os policiais.O delegado seccional de São José, Djahy Tucci Júnior, afirmou que foi dado à doutora Audrey o apoio necessário. “Eu dei todo o apoio, tudo que pediram de apoio, foi dado”, afirmou.”Foi uma moça que foi ouvida na seccional e não pelo delegado seccional. Não a conheço, ela foi acompanhada por dois advogados e o expediente foi entregue para a Corregedoria-Geral.”O delegado-corregedor de São José, Paulo Roberto Galvão, declarou que não comentaria o assunto. O ex-delegado divisionário das Corregedorias Auxiliares de São Paulo Emerenciano Dini e o ex-ouvidor da Polícia do Estado, Itajiba Cravo, não foram localizados para comentar o assunto.

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