BALANÇO SOBRE A GREVE DA POLÍCIA CIVIL 8

08:24 – 14/11/2008
Balanço sobre a greve da Polícia Civil (Serra citado)
(Fonte: Rádio Bandeirantes AM – SP – Jornal Gente – 14/11/2008 08:16 – Duração: 03m10s)
Após a decisão do Supremo Tribunal Federal, terminou a greve da Polícia Civil em São Paulo.
O governador José Serra, inclusive, até já sancionou o projeto de lei aprovado na Assembléia, que garante 6,5% de reajuste à categoria agora e mais 6,5% no ano que vem.
José Paulo de Andrade afirma que agora é preciso juntar os cacos da paralisação e do atentado a uma delegacia em Botucatu, que segundo ele, foi um soco no queixo das autoridades da segurança pública e de José Serra.
De acordo com o jornalista, o atentado “não foi em função direta da greve, mas do descaso que tem havido por parte do Governo em relação à segurança.
A Polícia Civil tem falta de delegados, os salários são incompatíveis com a função, não atrai, como outras carreiras, muitos distritos policiais no período noturno e fins de semana não têm um delegado de polícia, porque a maioria responde por duas unidades e etc”.
Ele também duvida que o secretário de Segurança Pública, Ronaldo Marzagão, reúna condições para continuar no cargo.

VOCÊ DEVE TER RAZÃO RICARDO…MAS NÃO PRECISA DEIXAR A CORRE PRA INGRESSAR NO GRUPO DOS 90% 34

2008/11/14 <ig@ig.com.br>
DR. A REALIDADE É UMA SÓ, VC. FOCOU REPASSANDO O QUE UM MONTE DEBOSTA ESCREVIA, E QUARDAVA O QUE INTERESSAVA, E TEVE GENTE ATE FALANDOQEU VC ESTARIA VENDENDO INFORMAÇÕES, E COBRANDO PARA NÃO PUBLICARCERTAS COISAS.
OLHA NOS AQUI DA CASA COREGEDORA, ATÉ ACHAMOS QUE O SR. IRIA AJUDAR EMALGO, MAIS NO FUNDO VC SO ACABOU DE FUDER COM A POLICIA, POIS OSCORRUPTOS MUDARAM DE ROTINA.
EX. APÓS DENUNCIAS DE POLICIAS DO DEIC, FAZENARIA E DETRAN, ANDAREMCOM CARROS MILIONARIOS, O DIVISIONARIO DA DIG, PROIBIU FUNCIONARIO DEIR PARA DELEGACIA DE CARRO NOVO. NOS OUTROS TAMBEM. OU SEJA VCREESCREVIA AS MERDAS E OS CARAS CONTINUARAM ROUBADO SO QUE MAISESPERTO.
VC ESCREVEU MUITA COISA SOBRE OS CAÇA NIQUEL, E AI OLHA COMO TA SÃOPAULO TÁ PIOR QUE ANTES POIS AGORA O PAU E MAIOR 200 POR MAQUINA ANTESERA 50,00, E OS BINGOS REABRINADO?
EM RELAÇÃO AO DETRAN, ACABEI DE VOLTAR DE SANTO ANDRE, SABE QTO PRAPASSAR AGORA NO PRÁTICO? 500,00, OU SEJA VC AJUDOU A SUBIR TUDO NAPOLICIA.
E OS NOMES QUE FORAM CITADOS NO SEU SITE, O QUE O MP FEZ PORQUE NÃOMANDOU OFICIO, JA QUE QGOSTA DE NÃO SER ANONIMO, MANDAVA AS DENUNCIASPARA O MP PARA ELES DEVAGAR IREM INVESTIGANDO.
VC DEU UMA FALSA IMAGEM AOS POLICIAS HONESTOS, METEMOS A BOCA CONFIAMOSNO SEU SITE, AGORA ESSA MERDA SAIU DO AR VC TA SUMIDO, AOGAR QUEDESAPARECE DA IMPRENSA OS CARAS VÃO TE MATAR, E VC SE FUDEU E QUEM FOINA SUA AGORA NUM TEM ONDE RECORER.
PELA ULTIMA VEZ. A POLICIA CIVIL INTEIRA É CORRUPTA, A COREGEDORIA ÉCONIVENTE, O DEIC E A FAZENDARIA E O DETRAM, SÃO O BANCO CENTRAL DAPOLICIA, O DENARC A ESCORIA MILIONARIA, O DECAP O LIXO QUE SO ROUBA OQUE SOBRA DOS DEPARTAMENTOS.
O PAIS É NOVO A CULTURA E CORRUPTA.
VAMOS AGORA APRENDER A CONVIVER COMA CORRUPÇÃO.ACABEI DE TOMAR UMA ATITUDE , VO SAIR DA CORRE, E SSOU APARTIR DE AGORAMAIS UM DOS 90 POR CENTO CORRUPTO, POIS NA POLICIA 90 POR CENTO ECORRUPTO E NÃO A MINORIA COMO VCS FALAM.
OLHEM PARA SEU LADOS E ME FALEM QUAIS DOS QUE VC TRABALHAM NUM PEGAGRANA NA RUA.
AI VERÃO QUE NA REALIDADE E MAIS DE 90 POR CENTE, MAIS SO PARA NÃOASSUSTAR FALO 90
GRATO
AMEM
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Em São Paulo, lei estadual e decisões judiciais calam os funcionários públicos 30

Henrique Costa
Observatório do Direito à Comunicação – Liberdade de expressão
13.11.2008
O artigo 5º da Constituição Federal prevê que todo cidadão brasileiro dispõe, como seu direito inalienável, liberdade de expressão isenta de qualquer tipo de sanção ou repreensão.
É evidente que em um país desigual como o Brasil esta liberdade esteja sempre em questão.
Mas no caso do estado de São Paulo, pelo menos, quem questiona este direito é a própria legislação. Trata-se da Lei 10.261/1968, o chamado Estatuto dos Funcionários Públicos Civis do Estado de São Paulo. Resquício da ditadura militar que privou os funcionários paulistas de opinião e participação política por décadas, o estatuto hoje é utilizado, sobretudo, como meio de coerção do funcionalismo, não obstante sua evidente inconstitucionalidade reiterada por diversos juristas.
“Ao funcionário (…) é proibido referir-se depreciativamente, em informação, parecer ou despacho, ou pela imprensa, ou qualquer meio de divulgação, às autoridades constituídas e aos atos da Administração”, é o que informa o artigo 242 do Estatuto, ainda em vigor, surpreendentemente.
Pouco se fala a respeito da lei.
O governo paulista jura que não a aplica e que ela não teria efetividade.
No entanto, o Executivo estadual também nunca se esmerou na revogação da extemporânea peça legislativa e parece pouco atento aos relatos das ONGs dedicadas à defesa da liberdade de expressão.
Agora, mais um capítulo desta história de censura velada está sendo escrito com a greve da Polícia Civil do estado, que produziu pelo menos dois casos de supostos abusos por parte do governo José Serra: a proibição de veiculação de um anúncio dos sindicatos na TV e a cassação do blog de um delegado.
Para os professores da rede pública estadual a situação é ainda mais presente.
Segundo as ONGs Ação Educativa e Artigo 19, acumulam-se os casos de assédio moral usando os termos da 10.621 como instrumento de pressão. Os relatos são corroborados por depoimentos de jornalistas que descrevem as dificuldades que encontram para entrevistar as professoras e professores, o que traz conseqüências, inclusive, para a própria formação do senso crítico do docente.
Polícia censurada
As violações à liberdade de expressão têm sido mais ostensivas nos últimos meses por parte do Governo Serra em resposta à greve dos policiais civis do estado. O movimento, que durou 59 dias e buscou reposição de perdas salariais, tentou, de várias maneiras, furar a blindagem midiática ao presidenciável José Serra.
A Polícia Civil paulista é a nona mais mal paga do país, atrás de Sergipe e Alagoas, por exemplo, e estava há 14 anos sem reajuste.
A iniciativa mais ousada foi comprar uma inserção nos intervalos comerciais, em horário nobre, das redes Record, Bandeirantes e Globo.
O comercial mostrava os policiais batendo à porta do governador sem, no entanto, serem atendidos.
Nas duas primeiras emissoras o comercial foi veiculado, mas na véspera da inserção na Rede Globo uma ação do governo do Estado foi acatada pelo juiz da 6ª Vara da Fazenda Pública, Rodrigo de Oliveira Carvalho, proibindo que a peça fosse ao ar sob a alegação de que causaria “temor e insegurança na população.”
Único abrigo do movimento grevista, a internet também se tornou alvo da Justiça com a retirada do ar, no último dia 23 de outubro, do blog “Flit Paralisante”, mantido pelo delegado Roberto Conde Guerra.
A página tornou-se referência para os policiais em greve por conta das críticas contundentes à política de segurança pública do governo tucano.
O juiz de Direito Davi Capelatto, do Departamento de Inquéritos Policiais, ainda reiterou por três vezes sua decisão, exigindo que o Google atentasse para os novos blogs que o delegado insistia em colocar no ar. Para se ter uma idéia da veemência com que a decisão foi tomada, o juiz dá um prazo de duas horas para a execução da sentença.
“Infelizmente, o direito de comunicar está prejudicado em São Paulo”, afirma o presidente do Sindicato dos Investigadores de Policia João Batista Rebouças.
Punição à opinião
É também de um policial civil a descrição mais impressionante de perseguição a um funcionário público que se arriscou a emitir sua opinião em um grande veículo de comunicação.
Em outubro de 2007, quando da publicação de um polêmico artigo do apresentador Luciano Huck na “Folha de S. Paulo”, que então se queixava da polícia pelo roubo do seu relógio Rolex em um semáforo na capital paulista, o investigador Roger Franchini fez questão de emitir seu ponto de vista sobre a situação da segurança pública em São Paulo.
“Os policiais que estão na linha de frente do combate ao crime (todos os que não são delegados ou oficiais da PM), sabemos onde está o ‘rolex roubado’ do Luciano Huck (…)
Mas não vou trocar tiro com bandidos recebendo um salário base de R$ 568,29 ao mês”, afirmou Franchini no “Painel do Leitor” da “Folha” na época.
Acusava ainda o governo do PSDB por manter a polícia paulista “na miséria há 14 anos.”
A ironia do investigador foi interpretada pelo jornal e pela Corregedoria da Polícia Civil como uma admissão de culpa, o que resultou em um inquérito contra o investigador.
Mandado para uma delegacia distante, sofreu processo administrativo e, por fim, a exoneração.
“Eu fiz criticas por me sentir ofendido e ironizei o artigo dele (Huck) de forma democrática”, afirma Franchini.
O investigador conta que tinha conhecimento da Lei dos Funcionários Públicos e também do Estatuto dos Policiais Civis, que conta com restrições semelhantes, mas que não se preocupou porque “ninguém nunca foi processado por isso”.
Franchini, então, é o primeiro de vários que ainda podem sofrer as mesmas retaliações.
Intimidação a professores “Não identificamos nenhum caso de punição citando a lei especificamente”, conta Mariângela Graciano, coordenadora do programa Observatório da Educação, da Ação Educativa.
“Acontece que ela, por não ter sido revogada, é usada como mecanismo de ameaça, uma forma de cercear e intimidar.” Esta tem sido a prática mais comum, pelo menos entre os professores.
De fato, não existem muitos casos de processos administrativos baseados no artigo 242.
Todas as organizações que têm acompanhado essa questão fazem questão de ressaltar que a sua eficácia está no constrangimento que ela causa aos servidores, que vivem sob constante ameaça por seus superiores, o quais, por sua vez, detêm cargos comissionados e precisam “zelar” pela boa imagem das instituições.
Paula Martins, da Artigo 19, define como “sutil” o assédio moral a que estão submetidos os funcionários paulistas.
“Temos casos em que não houve procedimento administrativo ou advertência, mas sim uma ação mais sutil, como transferências e ameaças.
A existência da legislação tem gerado medo de represálias.”
O risco de transferências para lugares distantes de suas casas serve não apenas como aviso, mas também, se efetivada, como uma forma de exílio para aqueles que “falaram demais”.
Para Maria Isabel Azevedo de Noronha, presidente do Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo (Apeoesp), a legislação vigente em São Paulo contradiz o momento histórico de “avanço da democracia”.
“A categoria dos professores está adoecida. Todo dia eles enfrentam salas de aula lotadas, sofrem com stress, perda da voz, tendinite, e são constrangidos a não se manifestar.”
“A lei é um entrave, mas sabemos que os professores não se manifestam apenas por causa disso. Existe um clima de desvalorização geral do magistério”, concorda Mariângela.
Movimento por liberdade de expressão
A Apeoesp, a Ação Educativa e a Artigo 19 prometem ações no sentido de rever a legislação e afirmar o direito à liberdade de expressão dos servidores públicos. “O desafio agora é nacionalizar a campanha”, afirma Mariângela.
“É preciso disponibilizar informações para a comunidade local e paralelamente fazer um trabalho de mobilização na Câmara federal.
O relator da ONU também solicitou informações ao Brasil sobre essa questão.
”Paula Martins admite que existe uma dificuldade em quantificar os casos, mas conta que está se iniciando um projeto de monitoramento em parceria com os sindicatos.
“A liberdade de expressão está garantida na Constituição. Diante de tantas medidas autoritárias deste governo temos que nos juntar por esse direito”, convida Maria Isabel.
A Apeoesp, Artigo 19 e Ação Educativa criaram um blog para receber denúncias feitas por funcionários públicos: http://falaeducadorfalaeducadora.livreacesso.net/
A possibilidade de a legislação vigente transformar-se em instrumento de intimidação do funcionalismo público existe também em outros estados.
Segundo levantamento da Ação Educativa, em 18 estados, o Estatuto dos Funcionários Públicos impede que professores e outros servidores dêem entrevistas. Além de São Paulo, a organização encontrou leis semelhantes no Amapá, Amazonas, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e Sergipe.

FIM AOS CADEIRANTES 9

eduardo disse…
EU TENHO UMA SUGESTÃO!:
VAMOS FORMAR, EM CADA DELEGACIA, DE CADA CIDADE, PEQUENAS EQUIPES (OS HONESTOS SÃO MINORIA, EU SEI) E RAPELAR AS MAQUININHAS CAÇA-NÍQUEIS E AS BANCAS DE CD´S/DVD´S PIRATAS.
NÃO VAMOS DEIXAR UMA SEQUER.
PEDIREMOS A AMIGOS E CONHECIDOS QUE NOS INFORMEM QUANDO ENTRAREM EM BOTECO E VIREM ALGUMA MÁQUINA.
MAS TEMOS QUE ORGANIZAR A COISA: NA ELABORAÇÃO DO TC, JÁ EMITIR UM TERMO DE ARROMBAMENTO E APREENDER O DINHEIRO E O LEITOR DE NOTAS.
O DINHEIRO DEPOSITA JUDICIALMENTE ASSIM QUE POSSÍVEL E O CONTADOR, MANDA PRO IC IMEDIATAMENTE (PRA EVITAR SABOTAGEM, SABEM CUMÉ NOSSOS COLEGAS…) NÃO É DO DIA PRA NOITE. A AÇÃO TEM QUE SER CONTÍNUA E PACIENTE.
DAS DUAS, UMA: OU MANDAM NOS MATAR, OU A GENTE COMEÇA A MORALIZAR ESSA POLÍCIA. PORQUE NÃO TENHAM DÚVIDAS: É POR CAUSA DA NOSSA CORRUPÇÃO QUE VIMOS APANHANDO DE MANEIRA TÃO VEXATÓRIA, TÃO HUMILHANTE. NÃO MERECÍAMOS PASSAR PELO QUE ESTAMOS PASSANDO, NÃO NÓS QUE SOBREVIVEMOS DO HOLERITE.
ESSA É A OPORTUNIDADE DA GENTE PARAR E COMEÇAR A ATACAR O QUE ESTÁ ERRADO, PRINCIPALMENTE A ARRECADAÇÃO.
VAMOS PARAR DE ABASTECER OS CADEIRANTES, QUE NO FINAL ENTREGARAM NOSSAS CABEÇAS.
SE COMEÇARMOS A AGIR NESSE SENTIDO, UM DIA OBTEREMOS A VITÓRIA.
13 de Novembro de 2008 23:55

Anônimo disse…
¨Tudo o que sempre quis¨
Onde estão as pessoas guerreiras da ¨GREVE¨, parece que não sei, será que não pararam para pensar que esta acontecendo tudo o que eles já previam, deixaram até onde quiseram, para agora ficarmos prostados sem ação, para continuar tudo como sempre foi.
Imaginem Polícia federal atuante como está e agora ¨Policia Civil¨ tambem ¨Deus me livre¨ onde vamos parar.
Temos que apesar de tudo pensarmos e como muitos estão dizendo que a greve serviu para alguma coisa vamos mostrar para que serviu então, em vez de ficar choramingando, vamos começar a desbancar tudo o que é lucrativos aos ¨Cadeirantes¨.
Ou estamos no mesmo barco????
Vamos parar de produzir papel, fazendo Polícia só assim traremos nossa dignidade de volta.
14 de Novembro de 2008 00:00

O Flit do Dr. Roberto Conde Guerra 31

Desculpem-me a aparente pretensão, mas sou obrigado a alterar a denominação do Blog.
Pois verifico que as postagens não são indexadas.
Possivelmente efeitos da decisão judicial que proibiu o Google de hospedar o Flit Paralisante em seus “domínios”.
Vou aceitar, em caráter experimental, a sugestão de leitor no sentido de o nosso nome constar do título.
Igualmente , devo pedir desculpas a todos, pois de certo modo ainda não me recuperei dos sucessivos golpes pessoais e funcionais recebidos nos últimos meses.
E a decisão do STF foi mais um soco na cara (de quem tem vergonha).
Embora vergonha tenhamos só das nossas maiores autoridades.
Do Senhor Governador, Deputados e Ministros do STF, inclusive.
Nunca vergonha daquilo que somos, fizemos e ainda faremos em busca de melhores condições de trabalho e vida.
O dinheiro pode calar muitas palavras, conquanto jamais silencie a palavra em defesa dos direitos de terceiros.
E deste movimento espero o nascimento de uma nova Polícia Civil, independente da figura do Delegado de Polícia.
Carreira em que, no seu topo, verificamos homens descompromissados com os destinos de milhares de pessoas humanas.
Obviamente discursam sua preocupação com o destino da Instituição; como se ela (instituição) verdadeiramente, para eles, estivesse em primeiro plano.
Não está; se é que algum dia esteve.
Em primeiro plano está a fortuna e carreira.
Enfim, aproveito-me de um comentário de um leitor que escreveu “para cada Kfoury sempre há um Amândio”; afirmo: PARA CADA KFOURY HAVERÁ SEMPRE CEM AMÂNDIOS.

Ah! O PODER DAS PALAVRAS! 53

LUIZINHO PIU disse…
O PODER DAS PALAVRAS
Na Maçonaria aprendi sobre o poder das palavras.
Quando você deseja muito que alguma coisa aconteça e diz as palavras com todo o seu coração, essa coisa se materializa através da força do pensamento e da sua insistência.
“As palavras tem poder”!
Por inúmeras vezes eu disse: “Ah! que saudade dos tempos do “cacete e bala”! referindo-me ao tempo em que ingressei na polícia e onde vagabundo não tinha vez.
Na semana da pátria, todos eram obrigados a ir à escola com uma fitinha verde e amarela no braço ou no peito e todos cantavam o hino nacional antes das aulas.
Quando a professora entrava na sala, todos se perfilavam em sinal de respeito.
Ninguém se levantava para agredir o professor.
Trabalhador andava com a carteira de trabalho no bolso, registrada para provar que era trabalhador e vagabundo não vacilava na rua .PCC de ladrão era “PORRADA, CANA E CAIXÃO”!Eram anos de medo, mas, havia o respeito.
Todos respeitavam o policial, talvez por medo, mas, respeitavam!Para cada policial morto, iam dez vagabundos para o inferno.
Quase não se matava policial.
É desse tempo do “cacete e bala” que eu sempre disse ter saudades!
E como disse no início sobre o poder das palavras, acho que o “Cara Lá De Cima” me entendeu errado.
Me mandou cacete e bala lá no morumbí!
Vejo professores sendo agredidos por alunos em sala de aula!
Ninguém mais sabe cantar o hino nacional!
O PCC criou asas, virou um sindicato e cresce cada vez mais!
Trabalhador que é trabalhador continua provando que é homem de bem mas, perdeu o direito de não ser importunado por criminosos, de andar com segurança nas ruas!
O vagabundo, ganhou direitos inclusive os “Humanos”!
Eles roubam, estupram, sequestram, matam (inclusive muitos de nós), e não acontece nada! Chegam na cadeia como heróis!
Antes não havia liberdade de imprensa e ela só dizia o que a ditadura permitia (Censura).Hoje, ela conseguiu se livrar da censura mas continua dizendo só o que interessa aos governantes.
Ressurgiu a liberdade de expressão “Menos ao FLIT PARALISANTE”!
E para finalizar, um douto juiz cassou uma própria liminar sua, e decretou que não temos o direito à greve!O nosso direito é o de não ter direitos!!!
Ah! O poder das Palavras!!!
13 de Novembro de 2008 10:29

A ÚLTIMA ESPERANÇA: A MAGISTRATURA DE CARREIRA…OS QUINTOS PARA O QUINTO! 19


Advogado e professor de 1963 a 2004.
Formado pela Universidade Metodista.
Especializado em Direito Econômico.
Um advogado que enfrentou árduas batalhas políticas para tomar assento no STF.

Não é Juiz de Carreira.
Independente?
Correto; justo?
Não sei.
Mas, ontem, matou – de uma vez por todas – o pouco de dignidade existente em milhares de policias civis.
Também demonstrou como um Ministro do STF busca sustentação para decisões, um tanto quanto duvidosas e absurdas, na matéria quase-paga.
E como o Ministro Presidente Gilmar Mendes – através da imprensa semanas atrás – plantou as palavras na decisão de ontem.
Grupos armados e assemelhados.
Gilmar Mendes deu o recado.
A imprensa consolidou a opinião.

Eros Roberto Grau capitulou.

STF INDEPENDENTE DETERMINA “a insubsistência do direito de greve no que concerne aos policiais civis”. 83

12/11/08 – 20h46 – Atualizado em 12/11/08 – 21h01
STF decide que greve de policiais civis de São Paulo é ilegal
Liminar obrigava que 80% dos policiais continuassem trabalhando. Reajuste aprovado por Assembléia Legislativa pode pôr fim à greve.
Érica Abe Do G1, em Brasília
O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu, nesta quarta-feira (12), que todos os policiais civis do estado de São Paulo devem retornar ao trabalho nesta quinta-feira (13).
Nesta quarta, a Assembléia Legislativa de São Paulo aprovou projeto de lei que reestrutura as carreiras da categoria e concede aumento salarial de 6,5% aos delegados. O governador José Serra tem 15 dias úteis para sancionar o projeto. O ministro Eros Grau cassou liminar concedida por ele mesmo anteriormente que determinava a manutenção de 80% do efetivo dos policiais trabalhando enquanto a categoria negociava reajuste salarial e benefícios com o governo do estado.

Na decisão, Grau alegou “a insubsistência do direito de greve no que concerne aos policiais civis”. Segundo ele, a Constituição proíbe paralisação a grupos armados, como os militares e policiais militares e civis. O ministro afirmou ainda que cabe ao governo do estado de São Paulo acompanhar o retorno da greve e verificar eventuais faltas de policiais. O governo do estado havia entrado com uma petição no tribunal alegando questão de ordem, depois de frustradas as tentativas anteiores de negociação com o movimento grevista. No documento, o governo afirmava que caberia ao STF examinar sobre a aplicabilidade do direito de greve dos policiais. Nesta quarta, porém, a Assembléia Legislativa de São Paulo aprovou o projeto de lei que reestrutura as carreiras da categoria e concede reajuste salaria aos delegados. A aprovação pode pôr fim à greve e tornar a decisão do STF inócua.

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A LUTA CONTINUA 29

12/11/2008 – 16h59
A LUTA CONTINUA!!!
O Presidente do SIPESP esteve reunido com a bancada aliada do governo no dia 11/11/08, na Assembléia Legislativa, a fim de tentar um acordo.
O Governo manterá o Projeto Original e, propôs encaminhar um novo projeto de lei, a partir do dia 18 deste mês, alterando a data do reajuste de 6,5% de novembro de 2009 para o mês de agosto do mesmo ano, e outro projeto concedendo o nível Universitário para Investigadores e Escrivães.
O Líder do Governo Deputado Barros Munhoz, assumiu um compromisso de abrir um canal de negociação, no do início do próximo ano, para debater as condições de trabalho e nova remuneração da categoria, dando início à uma nova Polícia com uma ampla discussão sobre a reestruturação e a incorporação do ALE pelo maior, para todos os policiais e extensivo aos inativos e pensionistas.
Portanto, em havendo o cumprimento dos compromissos ora assumidos pelo Governo, no que se refere à aprovação do Projeto e demais promessas, aí então reavaliaremos o rumo do nosso movimento.
A GREVE CONTINUA!!!
Juntos somos fortes!
João Batista Rebouças da Silva Neto
Presidente

PAINEL DO LEITOR DA FOLHA 1

Polícia Civil
“A Secretaria de Gestão Pública de São Paulo, ao responder, em carta publicada nesta seção (10/ 11), à reportagem “18 Estados pagam mais a delegados que SP” (Cotidiano, 9/11), deveria explicar por que os salários da Polícia Civil estão vinculados aos da Polícia Militar.
Deveria dizer que a lei 731/93, que criou a vinculação, foi declarada inconstitucional pelo STF e que recentemente o TJ-SP recusou-se a manifestar-se sobre o assunto devido à inconstitucionalidade da lei.
Deveria explicar que essa vinculação ocorre somente em São Paulo, por interesses políticos, e que toda vez essa vinculação serve como escudo de um governo desleal: “Podemos dar aumentos para os 35 mil policiais civis, mas para os 90 mil militares é impossível”.
A secretaria deveria informar sobre estudo do Dieese que mostra a defasagem de 96% para delegados e de 55% para as demais carreiras.
Se não bastasse, poderia explicar por que os secretários do governo receberam 89% de aumento e por que querem dar à Polícia Civil 6,5% de aumento no salário-base, porcentagem que não cobre nem mesmo inflação do corrente ano.
Poderia também revelar que os policiais recebem R$ 4 de vale-refeição.
Será que o assessor de imprensa da secretaria já conseguiu almoçar com R$ 4?
CLÁUDIO MOREIRA DE ABREU (Taubaté, SP)