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Será que é tradição de família não subir escadas…
Só rampa como a da nossa Academia de Polícia.
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Será que é tradição de família não subir escadas…
Só rampa como a da nossa Academia de Polícia.
Não deve ser tratado como traidor; dedo-duro.
Ora, desde maio de 2008, ele vinha se mantendo silente.
Por certo aguardando que amigos contratassem escritórios de advogados gabaritados como Malheiros, Toron ou Bialsk.
Afinal, se ele nem foi preso em flagrante, porque está preso há dez meses?
No mesmo período dezenas foram capturados por práticas iguais ou piores, mas logo foram postos em liberdade.
Será ele mais perigoso que um Delegado – classe especial – traficante de cocaína?
É querer demais fique na cadeia de bico calado, vendo outros ganhando alvará de soltura e, ainda por cima, receber uma SUGESTA (ameaça) de outro Delegado classe especial.
Conforme boletim de ocorrência lavrado na Corregedoria Geral.
Espero que ele tenha guardado “outras provas”, embora seu depoimento , confirmado em juízo, seja, neste caso, a mais valiosa.
Só não pode , futuramente, alegar insanidade mental , grave perturbação pelos traumas do cárcere ou qualquer outra desculpa para se desdizer.
Policiais civis em geral e interessados em procedimentos disciplinares:
Recentemente a Delegacia Geral baixou normas acerca da necessidade da juntada da procuração outorgada por policiais vítimas de processos disciplinares.
Ocorre que muitos interessados – conforme o costume no órgão – quando patrocinados por advogados conveniados pelas entidades de classe, não outorgavam procuração.
Aliás, muitos advogados conveniados – ex- Delegados da Corregedoria Geral – nem sequer exigiam o instrumento de mandato.
Todavia, muitos desses advogados, acabavam representados por outros profissionais sem conhecimento e consentimento dos interessados (os sindicados e processados).
Em muitas dessas defesas – sem generalizar – prevalece uma forma de peleguismo.
O defensor demonstra a passividade de um cordeiro.
Talvez por conservarem o espírito de corpo policial; talvez para não conquistarem antipatias com as causas “dos conveniados” .
Quero dizer: por pouco dinheiro há quem nunca irá se queimar na Corregedoria defendendo os legítimos direitos de um policial assistido por entidade de classe.
Assim, deixo aqui a minha opinião em razão da exigência de procuração para regularização de atos pretéritos, NÃO OUTORGUEM NENHUMA PROCURAÇÃO PARA ADVOGADOS QUE NUNCA LHES ASSISTIRAM PESSOALMENTE…
Advogados que nunca viram; nem sequer pertencem as quadros de conveniados das associações e sindicatos.
A má-fé – se houver alguma – cabe a quem presidiu o feito apressadamente.
Colhendo assinatura de qualquer advogado que se mostrasse presente; aceitando petições de profissional diverso daquele indicado pelo interessado.
Lembrando: vários defensores no mesmo feito – sem autorização do interessado – poderão prejudicar a defesa; acarretando nulidade absoluta.
Quem escolhe o Doutor FRANCISCO, não deve ser defendido por qualquer CHICO.
E cuidado com ADVOGADOS PELEGOS…
Especialmente com aqueles que foram da PELÚCIA CIVIL.
Sem generalização!
SE O FEITO JÁ FOI CONCLUÍDO E REMETIDO AO RESPONSÁVEL PELA APLICAÇÃO DA PENALIDADE…
NÃO ASSINEM NADA SEM LER OS AUTOS.
SE POSSÍVEL CONSULTEM A OAB.
Aliás, os policiais civis sem recursos para constituir advogado devem consultar a OAB, relatando tais irregularidades, inclusive.
Oportundo lembrar: O SECRETÁRIO-ADJUNTO FOI ACUSADO DE COBRAR PROPINA PARA ABSOLVIÇÃO DE POLICIAIS CORRUPTOS.
Natural, assim, suspeitarmos da existência de uma sistemática para extorquir policiais inocentes .
Aqueles que, inicialmente, denominamos “vítimas de processos administrativos”.
Todos que, no curso do processo, são submetidos aos enredos da Administração.
Ao depor, ele contou que cartel resgatou fortuna de Abadía no Brasil
Bruno Tavares e Marcelo Godoy
O traficante de drogas conhecido como El Negro contou que o Cartel do Norte do Vale, da Colômbia, resgatou no Brasil 70 milhões em dinheiro que o traficante colombiano Juan Carlos Ramirez Abadía, o Chupeta, mantinha escondidos em São Paulo. A operação dos colombianos foi feita pouco depois da prisão de Abadía, em agosto de 2007. El Negro acusou ainda policiais de São Paulo de extorsão e disse que não aguentava mais ser achacado pela polícia. Disse que pagou R$ 400 mil para ser deixado em paz. No Brasil, ele se passava pelo mineiro Manoel de Oliveira Ortiz, de Borda da Mata.
Essa era uma das identidades usadas do traficante acusado de enviar 13 toneladas de cocaína para a Espanha. Além de brasileiro, El Negro já se disse espanhol. Também já usou o nome do mexicano Carlos Ruiz Santamaria. Mas, segundo revelou o Jornal Nacional, a agência antidrogas americana (DEA) afirma que se trata do colombiano Ramón Manuel Yepes Penagos. O depoimento de El Negro aos federais foi tomado na Divisão de Combate a Crimes Financeiros (Delefin) no inquérito que apura onde está a fortuna de Abadía. Estavam ainda presentes um procurador da República e o advogado do traficante. Durante quase três horas, El Negro contou que da operação de resgate do dinheiro de Abadía participaram 40 mulas.
Elas teriam sido enviadas pelos colombianos ao Brasil por meio de voos de Bogotá para São Paulo – algumas fizeram escala em Manaus (AM). Cada mula levou de volta à Colômbia cerca de 1,5 milhão em seu corpo – dividido em 30 pacotes. Duas das mulas foram detidas no desembarque em Bogotá.
El Negro contou ainda que, além de conhecer Abadía, também havia sido ligado a outro megatraficante colombiano: Victor Patiño Fomeque. Extraditado para os EUA, Patiño delatou Abadía e, por isso, quase toda sua família teria sido assassinada em represália. El Negro disse aos federais, mas não deu detalhes, que foi achacado diversas vezes no Brasil.
Ao ser ouvido nesta semana, El Negro chegou a brincar sobre sua nacionalidade. “Yo soy brasileño (eu sou brasileiro).” O próprio traficante não conteve o riso assim como os policiais. A piada se refere ao fato de ele ter sido preso pelo Departamento Estadual de Investigações sobre Narcóticos (Denarc), da Polícia Civil de São Paulo, com 60 comprimidos de ecstasy, em abril de 2008. O Denarc registrou El Negro como mineiro. Ele estava na prisão até que policiais do Departamento de Investigações sobre o Crime Organizado (Deic), descobriram na semana passada que ele era procurado na Espanha. Só então é que apareceu a identidade colombiano.
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Verdade, quase um templo evangelizador.
Nunca faltou Delegado pastor como Divisionário.
Esse traficante é safado…rs.
Não foi preso, apenas hospedado e mantido sob forte esquema de segurança.
Ingrato!
11/fevereiro/2009 12:37
Quanto é preciso pagar para ser o delegado que protege a Daslu? Quem dá mais? Pedágio privatizou a Polícia!
Saiu na Folha (*), pág. C7 (devidamente longe da primeira página…):
“Ex-secretário é acusado de vender cargos (na própria secretaria de segurança) – Policial suspeito de extorsão (!!! de traficante do PCC !!!) acusa advogado Malheiros Neto, ex-adjunto da Segurança Pública, de cobrar por cargos na Polícia Civil. Augusto Peña depôs ao Ministério Público; ele diz que interessados pagavam de R$ 100 mil a R$ 300 mil por nomeações em delegacias”.
Saiu no Estadão (pág. C7, devidamente longe da primeira página, senão, o Pedágio demite o redator chefe):
“Policial acusa 20 colegas de receber propinas – Peña disse que ex-secretario adjunto da Segurança recebeu dinheiro, mas Malheiros Neto nega; … Peña acusou (Malheiros) de receber propina dentro (dentro, não vai nem ao boteco???) de seu gabinete na Secretaria, da rua Libero Badaró…. O dinheiro serviu para que fosse anulado o processo administrativo que levou à expulsão de três policiais civis do DEIC) … demitidos sob acusação de corrupção…. o acerto final ficou em R$ 300 mil. (Peña está preso porque tomou uma grana de um enteado de Marcola, o chefe do PCC (extinto, como se sabe, pelo então governador Geraldo Alckmin…), para não prendê-lo.
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| Caro navegante do Conversa Afiada: por que será que um funcionário público de São Paulo pagaria R$ 300 mil para servir ao público ? Por quê?Como é que ele conseguiria pagar essa “luva” de R$ 300 mil se, como se sabe, José Pedágio paga os salários mais baixos do Brasil a seus policiais? PSDB? Pago o Salário mais Baixo do Brasil … Quanto vale uma delegacia no Morumbi ? Nos Jardins ? No aeroporto ? Como se calcula o valor de uma delegacia ? Pelo número de shopping centers na área ? Pelo número de agências bancárias ? Quanto vale a delegacia que zela pelos clientes da Daslu ? É um case de Harvard, da GV, do IBMEC: calcular o valor de uma delegacia. E se for o Denarc, que, se fechado, seria o melhor que aconteceria ao combate ao narcotráfico em São Paulo, segundo o especialista na matéria, o Abadía … O eficiente economista José Pedágio saberia fazer esse cálculo, com o que aprendeu nos múltiplos cursos de especialização que fez no Chile e nos Estados Unidos ? Trata-se de uma política deliberada de privatização ? A privatização da Polícia de São Paulo ? O Conversa Afiada insiste na tese. A diferença entre a Polícia do Rio e a de São Paulo é simples. A Polícia do Rio, onde há muita corrupção, mesmo assim enfrenta o crime, especialmente o crime organizado. Sobe o morro e troca tiros. Em São Paulo, a Polícia é sócia do PCC, que domina o crime organizado de dentro da cadeia. E essa é outra contribuição da Chuíça à cultura ocidental: o crime se organiza e se articula DENTRO das cadeias da Chuíça … Paulo Henrique Amorim |
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(*) Chuíça é como o PiG (**) de São Paulo quer que o resto do Brasil pense que São Paulo é: uma combinação do dinamismo econômico da China com o IDH da Suíça.
(**) Em nenhuma democracia séria do mundo, jornais conservadores, de baixa qualidade técnica e até sensacionalistas, e uma única rede de televisão têm a importância que têm no Brasil. Eles se transformaram num partido político – o PiG, Partido da Imprensa Golpista.
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vols. I a IV, em que são interessados Douglas Pagnard
Junior e Outros: “À vista dos elementos de instrução
constantes dos autos, destacando-se a representação
do Secretário da Segurança Pública e o parecer 175-
2009, da AJG, julgo procedente a acusação irrogada
aos indiciados Douglas Pagnard Junior, RG 18.760.864,
Delegado de Polícia, Lincoln Pagnard, RG 27.740.126,
Investigador de Polícia, e Fábio Schubert Gutierrez
Baptista, RG 19.880.540, ex-Investigador de Polícia,
todos do Quadro daquela Pasta, aplicando-lhes, em
conseqüência, a pena de demissão a bem do serviço
público, com fundamento nos arts. 74, II, e 75, II e VI,
da LC 207-79. No que concerne ao indicado Fábio
Schubert Gutierrez Baptista, já tendo sido o mesmo
exonerado do serviço público, por ato publicado no
D.O.3-3-2007, determino a anotação desta decisão no
respectivo assentamento funcional, para resguardo de
eventuais interesses da Administração.”
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Sem direito a sobrestamento…
Não falaram a lingua do Maranhão para o DEIC e Corregedoria Geral?
O golpe consistia em vender um notebook a um comprador, que levava o computador para casa e, em seguida, era procurado pelos policiais corruptos. Delegado e investigadores apreendiam o aparelho e, para não deter o receptador, exigiam pagamento de propina. Em seguida, revendiam o mesmo equipamento. Uma das vítimas, no entanto, é amigo de outros policiais e denunciou o esquema.
Anteontem, investigadores disfarçados de compradores fingiram cair no golpe e prenderam os colegas. A prisão ocorreu na Avenida Bandeirantes, na zona sul da Capital, com apoio de viaturas do Deic (Departamento de Investigações sobre o Crime Organizado). O Deic, a Corregedoria e a Secretaria da Segurança Pública foram procurados pela reportagem, mas se recusaram a fornecer qualquer informação sobre o caso, até a noite de ontem. Segundo um policial ouvido pela reportagem, que pediu anonimato, o flagrante ‘‘foi um tanto fajuto’’. ‘‘Mas a corregedoria afirmou ter elementos suficientes para acusá-los’’, afirmou ele…
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O “flagrante foi um tanto fajuto”, mas o DEIC e a Corregedoria Geral necessitam fritar alguns “trouxas”.
Imprescindível manterem as aparências…
As aparências e “respectivos assaltos”!
SERPICO :
Frequentei muito o mirante do Sorocotuba antes dos esbulhos; antes dos crimes ambientais cometidos por esses picas grossas que invadiram as nossas praias.
Na época, deixava a minha “motinha” – personalizada pelo Roberto Cohen – aos cuidados de morador local, descendo, sempre bem acompanhado, pela a mata até a praia.
Os únicos perigos eram algumas cobrinhas pelo caminho e a maré do local.
Tudo lindo e maravilhoso, especialmente as companhias que comigo deitavam nalgumas pedras quase planas daquela praia.
Quando estavam ocupadas ( as pedras planas ) sempre se achava um buraquinho entre as rochas para se namorar “ereto”.
Sérpico, já que quis transformar o Blog da Polícia num Blog pornográfico , responda: “o que um desembargador “pica grossa” – dono de um chalé naquele paraíso – tinha que dar pousada para o tal PAULINHO PIMENTA?
Deu nisso!
Suruba criminal na praia das surucutingas.
Juiz, meu caro Juiz!
Êta surucutu gorda foram lhe arrumar. 
Moral do causo: mais feliz um cobra criada comendo aranha!
Policial federal é suspeito de matar zelador no Guarujá
Agente não foi preso; ele disse ter atirado durante tentativa de assalto.
Caso aconteceu no domingo (8); vítima tinha faca na mão.
Do G1, com informações do Bom Dia São Paulo
Um zelador de um condomínio do Guarujá, a 86 km de São Paulo, foi morto com um tiro na cabeça na madrugada de domingo (8). Segundo a polícia, o autor do tiro foi um agente da Polícia Federal.
O corpo de José Francisco de Souza foi encontrado na sala de uma casa em um condomínio de frente para a Praia do Éden. Segundo informações de policiais militares que estiveram no local, na mão direita da vítima havia uma faca de churrasco.
O ajudante geral de 48 anos levou um tiro na cabeça. A vitima trabalhou por mais de 10 anos como zelador em um dos condomínios da praia. Sua ex-mulher não entendia o que aconteceu. “Ele era muito bom para morrer da maneira que morreu. Ninguém sabe ao certo o que aconteceu, precisa ser esclarecido”, afirmou Ana Maria da Conceição.
O boletim de ocorrência foi feito com base na versão das duas pessoas que estavam na casa, o policial federal e o desembargador dono do chalé onde o agente estava hospedado. Em depoimento, o policial contou que atirou durante uma tentativa de assalto.
O delegado responsável disse que comunicou as corregedorias da Polícia Federal e do Tribunal de Justiça sobre o crime. Por enquanto, nenhum dos dois órgãos se manifestou sobre o caso.
O policial não foi preso.
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Nenhuma testemunha!
Será a palavra do agente federal e do desembargador contra a palavra do falecido.
Assim , o coitado ( do falecido ) será julgado e condenado como LADRÃO.
Quem souber queira nos informar o nome do desembargador.
Afinal, nada há para que o nome da testemunha permaneça sob sigilo.
O morto não lhe fará coação.
Publicada em 09/02/2009
Leonardo Guandeline, O Globo, Tribuna Digital
SÃO PAULO – Um policial federal, cujo nome não foi revelado ( PAULO PIMENTEL, conforme as fontes do Flit Paralisante ) matou com um tiro na cabeça um caseiro durante uma suposta tentativa de assalto à casa de veraneio de um desembargador do Tribunal de Justiça, na Praia de Sorocotuba, no Guarujá, a 81 km de São Paulo.
Segundo a polícia, a vítima, José Francisco de Souza, de 48 anos, tomava conta de uma das residências vizinhas à do desembargador, que também não teve a identidade revelada.
O crime aconteceu no início da noite do sábado, por volta das 18h30m. Segundo o delegado Claudio Rossi, titular da Delegacia Sede do Guarujá, o policial federal alegou que agiu em legítima defesa, pois o caseiro estaria armado com uma faca e pretendia roubar a residência. A mesma versão foi confirmada pelo desembargador, que também estava presente.
Segundo informações extra-oficiais, há outra hipótese para o motivo do crime: o ajudante geral, que moraria nas redondezas, teria reclamado do som alto e foi morto. A vítima teria sido encontrada com um tiro na parte de trás da cabeça, conforme o Instituto Médico Legal (IML).
A princípio, o caso foi registrado como tentativa de roubo e resistência seguida de morte. O delegado Rossi, no entanto, disse que aguarda a chegada de laudos periciais e o depoimento de outras testemunhas para finalizar o inquérito.
A Praia de Sorocotuba, entre as praias da Enseada e de Pernambuco, é uma praia particular, dentro de um condomínio de casas de luxo, localizada na Reserva Ecológica de Sorocotuba. Em algumas casas do condomínio, erguidas antes da criação da reserva, a vista da natureza é privilegiada.
O comentário do âncora do Jornal da Record, jornalista Boris Casoy, sobre a participação do advogado Alberto Zacarias Toron na defesa do juiz Nicolau dos Santos Neto constitui-se no pleno exercício da liberdade de imprensa.
A Sexta Turma do Superior Tribunal de Justiça considerou que não houve abuso nem má-fé quando o jornalista criticou a participação do advogado na defesa dos envolvidos no escândalo do TRT de São Paulo. Boris afirmou em seu programa: “como eles têm bons advogados, pagos, aliás, com dinheiro rapinado de todos nós, acabam saindo ilesos”.
Na seqüência do programa, apresentado em julho de 2001, Boris foi mais específico ao assinalar: “sem voz, sem grandes advogados, sem o Dr. Toron, os pobres acabam mofando nas masmorras brasileiras”. Para concluir, disse: “certamente Lalau tem um tratamento melhor do que o pequeno batedor de carteira do centro de qualquer cidade brasileira”.
Para o advogado Alberto Toron, a crítica o atingiu diretamente, até porque dedicou parte de sua vida ao atendimento de pessoas carentes.
A ligação do seu trabalho aos envolvidos no TRT seria meramente profissional. Não caberia ao jornalista fazer ilações sobre as atividades do advogado. Boris foi denunciado por calúnia.
De acordo com os ministros da Sexta Turma do STJ, não houve a tipificação de crime que justifique a condenação por calúnia. A crítica também não foi desferida diretamente à pessoa do advogado Alberto Toron. Qualquer advogado naquela ocasião, de clamor público e repulsa em relação ao desvio do Fórum paulista, receberia a mesma crítica.
Boris teria dito em outro programa que Toron estava sendo pago a peso de ouro, provavelmente, com dinheiro roubado de todo o povo brasileiro. Para os ministros, não há sequer vazão para aplicar um crime de receptação, como desejava o advogado.
O relator do processo, ministro Paulo Gallotti, considerou que o jornalista fez uma constatação. “Os pobres, de fato, carecem de patrocínio e não tem acesso aos melhores profissionais”, disse ele.
Indiretamente, para o relator, Boris acabou por realçar a qualificação do advogado.
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Defensor de Lauro Malheiros Neto, o advogado Alberto Zacharias Toron afirmou ontem que o policial civil Augusto Peña, que acusou a existência de um esquema de corrupção que funcionaria na sede da Secretaria da Segurança, “é uma pessoa absolutamente desqualificada, um corrupto confesso, e que começa a falar sem prova e sem lastro nenhum”.
“Não conheço ainda o depoimento dele [Peña], o que eu conheço de muitos anos é o Lauro e sua família. Ele tem uma vida absolutamente compatível com o que ele ganha, enfim, nada, um cara absolutamente normal”, disse o advogado.
“Ele [Peña] vai ter de provar o que ele diz”, afirmou Toron.
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Será que ex-secretário adjunto é um cara que leva uma vida tão normal quanto o Excelentíssimo Juiz Nicolau, mais conhecido como Juiz Lalau?
Com efeito, se formos valorar as condutas do Lalau, do Malheiros e do Pena, o investigador – por “ser confesso”, inclusive – é o mais idôneo dos três.
O menos nefasto e menos perigoso dos três.
O Lalau é descuidista do erário.
O Malheiros executor de CABALA ADMINISTRATIVA NA POLÍCIA CIVIL; há sérios indícios de empregar a máquina policial para defender interesses de criminosos.
O Pena é o recolha, quem mostra a cara; quem foi parar na cadeia e, caso não receba efetiva proteção do Governo José Serra, irá morar na Consolação.
E não será na Corregedoria Geral…
Em frente ; cercado por acácias-vermelhas…
R.I.P ( ado ) deste mundo.
Tudo é verdade
Concordo com alguns leitores: OS POLÍTICOS QUE TRANSFORMARAM A POLÍCIA CIVIL EM COLETORIA DE PROPINAS DEVERIAM SER COLOCADOS NO PAREDÃO DO B.B.B.
O POLICIAL PENA PODE SER TUDO, MAS NESTE CASO, MENOS MENTIROSO.
Bang! Bang! Bang!
SERPICO 6:
Frequentei muito a praia do Sorocotuba antes dos esbulhos; antes dos crimes ambientais cometidos por esses picas grossas.
Na época, deixava a minha “motinha” , personalizada pelo Roberto Cohen, aos cuidados de morador do local, descendo, sempre bem acompanhado, pela a mata até a praia.
O único perigo eram algumas cobrinhas pelo caminho e a maré do local.
Tudo lindo e maravilhoso, especialmente as companhias que comigo deitavam nalgumas pedras quase planas daquela praia.
Quando estavam ocupadas sempre se achava um buraquinho entre as rochas para se namorar “ereto”.
Sérpico, já que quer transformar o Blog da Polícia num Blog pornográfico , responda: “o que um desembargador “pica grossa” – dono de um chalé naquele paraíso – fazia acompanhado do PAULINHO PIMENTA?
Pica grossa !
Essa “estória” tá mais pra PINGA GROSSA!
Policial federal é suspeito de matar zelador no Guarujá
Agente não foi preso; ele disse ter atirado durante tentativa de assalto.
Caso aconteceu no domingo (8); vítima tinha faca na mão.
Do G1, com informações do Bom Dia São Paulo
Um zelador de um condomínio do Guarujá, a 86 km de São Paulo, foi morto com um tiro na cabeça na madrugada de domingo (8). Segundo a polícia, o autor do tiro foi um agente da Polícia Federal.
O corpo de José Francisco de Souza foi encontrado na sala de uma casa em um condomínio de frente para a Praia do Éden. Segundo informações de policiais militares que estiveram no local, na mão direita da vítima havia uma faca de churrasco.
O ajudante geral de 48 anos levou um tiro na cabeça. A vitima trabalhou por mais de 10 anos como zelador em um dos condomínios da praia. Sua ex-mulher não entendia o que aconteceu. “Ele era muito bom para morrer da maneira que morreu. Ninguém sabe ao certo o que aconteceu, precisa ser esclarecido”, afirmou Ana Maria da Conceição.
O boletim de ocorrência foi feito com base na versão das duas pessoas que estavam na casa, o policial federal e o desembargador dono do chalé onde o agente estava hospedado. Em depoimento, o policial contou que atirou durante uma tentativa de assalto.
O delegado responsável disse que comunicou as corregedorias da Polícia Federal e do Tribunal de Justiça sobre o crime. Por enquanto, nenhum dos dois órgãos se manifestou sobre o caso.
O policial não foi preso.
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Os três – juntos – foram vistos bebendo na praia.
Não tinha nenhuma mulher no local do crime…
Aliás, nenhuma testemunha!
Será a palavra do agente federal e do desembargador contra a palavra do falecido.
Assim , o coitado ( do falecido ) será julgado e condenado como LADRÃO.
Quem souber queira nos informar o nome do desembargador.
Afinal, nada há para que o nome da testemunha permaneça sob sigilo.
O morto não lhe fará coação.
SAIU NA TV LOCAL MAS OS JORNAIS SEGURARAM.
SÁBADO PARA DOMINGO, GUARUJÁ, CONDOMÍNIO FECHADO EM SOROCOTUBA, CASAS DE UM MILHÕA PRA CIMA.
A NOITE, O DONO DA CASA, DESEMBARGADOR DO TJ, LIGA PRA PM E DIZ QUE UM AMIGO MATOU UM LADRÃO QUE ENTROU NA CASA, COM UMA FACA.
A DELEGADA FOI CHAMADA, O DESEMBARGADOR ESTAVA BÊBADO E AO QUE TUDI INDICA CHEIRADO, JUNTAMENTE COM O AUTOR DOS TIROS, AGENTE DA PF, DE SÃO SEBASTIÃO, QUE FOI TIRA EM SANTOS, PAULO PIMENTEL, TOTALMENTE BEBADO E DROGADO.
A DELEGADA DO GUARUJA FOI HUMILHADA E DESTRATADA; ACIONOU O PERMANÊNCIA, PRA LÁ FORAM, SECCIONAL, VALDOMIRO E ARANHA COM A DIG.
O QUADRO PIOROU, OS DOIS DESACATAVAM TODOS E NÃO IRRIAM PASSAR E NÃO PASSRAM POR BAFOMETRO, DOSAGEM OU CLÍNICO.
COM MUITO CUSTO A ARMA FOI APREENDIDA E ENTREGUE AO BUENO.
A VÍTIMA, CASEIRO DO CONDOMÍNIO, COM 27 ANOS DE SERVIÇO, ESTAVA CAÍDA COM UM TIRO NA CABEÇA E UMA FACA AO LADO.
AS TESTEMUNHAS INFORMARAM QUE O CASEIRO ERA BOM FUNCIONÁRIO MAS GOSTAVA DE UM GORÓ E HAVIA BEBIDO DURANTE O DIA, NA PRAIA COM O AGENTE E O DESEMBARGADOR.
ORA, O CARA TEM A CHAVE DE TODAS AS CASAS, QUE FICAM VAZIAS DURANTE A SEMANA, E VAI INVADIR UMA CASA OCUPADA PARA ROUBAR COM UMA FACA, SABENDO QUE TEM DOIS CARAS ARMADOS ?
O AGENTE E O DESEMBARGADOR SUSTEM ASSALTO !
FEITO O BO, JÁ TEVE REUNIÃO COM A PROMOTORIA DE GUARUJÁ MAS O DESEMBARGADOR É PICA GROSSA EM SP, NINGUÉM SABE O NOME, SÓ A CÚPULA.
A ORDEM É FRITAR O AGENTE NO 121 !
FAÇA BOM PROVEITO, SE FOSSE TROUXA IA PRO FLAGRANTE
ass.: SERPICO 6

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| CIDADE | |||||||||
| ÍNDICE GERAL | ÍNDICE DA EDITORIA | ANTERIOR | PRÓXIMA | |||||||||
| Agente da PF mata caseiro no Guaruja – JTUm agente da Polícia Federal matou o caseiro José Francisco de Souza, de 48 anos, na noite de sábado, na praia de Sorocotuba, no Guarujá, litoral sul de São Paulo. O crime ocorreu na casa de veraneio de desembargador do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo. O agente alegou na Delegacia Sede do Guarujá que Souza entrou na casa empunhando uma faca e com a intenção de atacar. Por isso, ele sacou a pistola da Polícia Federal e atirou para se defender. |
11/02/2009
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ANDRÉ CARAMANTE
da Folha de S.Paulo
O policial civil Augusto Peña, preso desde maio de 2008 sob suspeita de extorsão de dinheiro, acusou o ex-secretário-adjunto estadual da Segurança Lauro Malheiros Neto de vender cargos de chefia dentro da Polícia Civil. Malheiros nega as acusações (leia abaixo).
Peña prestou depoimento ao Ministério Público no último dia 4. Ele afirmou que havia um esquema de corrupção que funcionava na sede da Secretaria da Segurança, na rua Líbero Badaró (centro de SP).
No depoimento aos promotores, Peña citou o nome de seis delegados que, segundo ele, teriam pago propina a Malheiros Neto para conseguir escolher cargos. Os depoimentos estão sendo mantidos em sigilo. Dois dos envolvidos já deixaram as funções após a saída de Malheiros Neto da secretaria.
Para obter a vaga, os interessados pagariam de R$ 100 mil a R$ 300 mil, além de pagamentos mensais ao ex-secretário. Uma das hipóteses é que os policiais pagavam para ficar em delegacias onde depois poderiam praticar algum crime, como extorsão, e obter lucros.
Foi a primeira vez que Peña, acusado de vários crimes, admitiu manter uma relação próxima com o ex-secretário.
Nomeado para o cargo em janeiro de 2007, Malheiros Neto pediu exoneração em maio de 2008, logo após a prisão de Peña, que, à época, sempre negara ser ligado ao ex-secretário.
A existência de um vínculo entre os dois já havia sido denunciada por Regina Célia de Carvalho, ex-mulher de Peña.
Peña também admitiu ao Ministério Público ter exigido dinheiro para não prender, em março de 2005, Rodrigo Olivatto de Morais, 28, enteado de Marco Willians Camacho, o Marcola, tido pela polícia e pelo Ministério Público como chefe da facção criminosa PCC.
Até o dia 4, Peña sempre negara o crime. Peña também é réu em processo no qual é acusado de exigir R$ 150 mil de um empresário para não forjar uma investigação contra ele.
Ao assumir parte dos crimes imputados a ele pelo Ministério Público, Peña tenta obter o benefício da delação premiada.
Outro lado
Defensor de Lauro Malheiros Neto, o advogado Alberto Zacharias Toron afirmou ontem que o policial civil Augusto Peña, que acusou a existência de um esquema de corrupção que funcionaria na sede da Secretaria da Segurança, “é uma pessoa absolutamente desqualificada, um corrupto confesso, e que começa a falar sem prova e sem lastro nenhum”.
“Não conheço ainda o depoimento dele [Peña], o que eu conheço de muitos anos é o Lauro e sua família. Ele tem uma vida absolutamente compatível com o que ele ganha, enfim, nada, um cara absolutamente normal”, disse o advogado.
“Ele [Peña] vai ter de provar o que ele diz”, afirmou Toron.
O secretário da Segurança Pública da gestão de José Serra (PSDB), Ronaldo Marzagão, responsável pela ida de Malheiros Neto para a pasta, não quis se manifestar ontem sobre as denúncias feitas por Peña sobre a existência de um esquema de corrupção que funcionaria na sede do órgão estadual.
Em nota oficial, Marzagão afirmou que a Corregedoria da Polícia Civil instaurou apuração preliminar tendo em vista a menção ao envolvimento de policiais civis em diferentes crimes citados por Peña.
Ainda segundo a nota do secretário, “o delegado Gerson Carvalho, da Corregedoria, oficiou o Ministério Público para que ele forneça cópia das declarações de Peña”.