
Se o Poder Judiciário, em matéria administrativa, não pode examinar a JUSTIÇA – moralidade – DOS ATOS DO EXECUTIVO, que fique apenas reservado ao papel de cobrador fiscal dos cidadãos…Vez que “VIUVINHA DOS PRECATÓRIOS NÃO EXISTE”… 1
A realidade é assim – conforme ouvi de um colega que trabalhou muitos anos no antigo DEIC – há animais que preferem perder um filho a perder uma cadeira de R$ 200.000,00 (duzentos mil reais), por mês.
Logo – embora sabidamente seus costumes funcionais e sexuais escapem a mais elástica moralidade – PARA NÃO PERDER A “BOCA RICA” – encomendam de seus camarilhos pareceres direcionados e carregados de veneno em desfavor de um “FILHO DE ZÉ.
Quem lê o “parecelixo” bonitinho, mas ordinário, não percebe o TRAVESTIMENTO.
Acredita ser sério; feito por gente séria.
E atos administrativos gozam da presunção de legalidade.
Assim, o “FILHO DE ZÉ” acaba na rua; perde a carreira, o orgulho e, pior, sofre injusta desonra.
E não é nada fácil – PARA FILHO DE ZÉ – provar e anular o TRAVESTIMENTO.
Principalmente quando o adversário é A FAZENDA PÚBLICA; especialmente quando o “FILHO DE ZÉ” – necessitado de rápida reintegração – abre mão de falar ao Juiz (depoimento pessoal do autor) e, também, deixa de arrolar testemunhas.
Isto posto, meus caros leitores DESAPADRINHADOS, “injustiçado” na Polícia que não for falar olhando nos olhos do Juiz: DIFICILMENTE À CASA TORNARÁ.
Ganhará uma decepcionante – e cheia de clichês – SENTENÇA, declarando o pedido improcedente.
Digo “cheia de clichês” , pois uma decisão de duas laudas poderia causar frustração ainda maior ao FILHO DO ZÉ. E o magistrado por deferência ao arrazoado de 90 laudas digitalizadas – já que não teve a honra de ouvir o autor – devolve – também digitalizadas – pelo menos 20 laudas enriquecidas por velhos julgados com os velhos dogmas DO MAIS OMISSO SECRETÁRIO DE SEGURANÇA DESTE ESTADO: Hely Lopes Meirelles.
Parece má sina: MESMO DEPOIS DE MORTO SECRETÁRIO DE SEGURANÇA SÓ NOS FODEM (não se trata de desbocamento, trata-se de WITTIGENSTEIN).
Fogueira nos livros do HELY LOPES MEIRELLES, Secretário de Segurança defensor de torturadores e membros do esquadrão da morte.
E defensor dos TRAVESTIMENSTOS ADMINISTRATIVOS, doutrinando – de além túmulo – coisas tais como: uma vez precedida de regular e contraditório procedimento administrativo , diante da formal edição do ato demissório pela autoridade, não é permitido ao Judiciário investigar os motivos de existirem votos favoráveis e desfavoráveis ao policial expulso, pois a escolha entre uns e outros é resolvida conforme a oportunidade e conveniência da Administração. Ensinando, também, que não é competência do Juiz reexaminar as provas produzidas em sindicâncias e processos administrativos.
Para o jurista que escrevia em face do seu tempo (durante a ditadura militar) : ‘O necessário é que a Administração, ao punir seu servidor, demonstre a legalidade da punição. Feito isso, ficará justificado o ato, e resguardado de revisão judicial, visto que ao Judiciário só é permitido examinar o aspecto da legalidade do ato administrativo, não podendo adentrar os motivos de conveniência, oportunidade ou justiça das medidas da competência específica do Executivo’ (grifo nosso)- Hely Lopes Meirelles, ‘Direito Administrativo Brasileiro’, 18a edição, pág. 415.
Em menos palavras: BASTA O PAPEL SER BONITO E ASSINADO JÁ QUE NÃO EXALA PODRIDÃO…
QUANDO MUITO: MOFO COMO LIVRO VELHO.
Há coisa pior: LIVRO VELHO ATUALIZADO E AMPLIADO POR TERCEIROS.
Os besta céleres!
Vivemos novos tempos, novos costumes, novas leis…
MAS A TORPEZA PÚBLICA É DE ANTANHO.
Se o Poder Judiciário, em matéria administrativa, não pode examinar a JUSTIÇA – moralidade – DOS ATOS DO EXECUTIVO, que fique apenas reservado ao papel de cobrador fiscal dos cidadãos. Vez que “VIUVINHA DOS PRECATÓRIOS NÃO EXISTE”, frase de um tal Walter Morais Rodrigues, especialista em fiscalismo; que ocupa – para desgraça do povo – o cargo de Secretário Municipal de Finanças do prefeito Serra-Kassab.
Diga-se de passagem, apenas confirmando as teses e palavras do meu governador JOSÉ SERRA, no sentido de que não há precatórios nas mãos dos cidadãos – das viúvas – mas em poder dos advogados, os quais “tomaram” dos clientes os direitos com deságio de 90%.
Valendo dizer: JOSÉ SERRÁ acredita que advogado é ladrão…”não há dúvidas de que essa figura da viuvinha que vai morrer, que o pessoal da OAB leva e faz drama, não existe” , palavras desse lobista Walter de Moraes( O ESTADO, A 15, de 5 de junho ) .
A mãe dele, por certo, não está entre as credores ; se estivesse furaria a fila das velhinhas.
Justiça pra quê?
É SÉRIO?… CÁSPITE COMO SOU IGNORANTE! 6
Sobre : “envergar as armas da República que o personificam como autoridade policial” – voto do Conselheiro Youssef Abou Chahin.
Sempre pensei que o Delegado de Polícia fosse personificado pela “vergadura” resultante de três livrinhos: Constituição Federal, Código Penal e Código de Processo Penal.
HOMENAGEM E DESABAFO DA MÃE DO POLICIAL MILITAR MARCIO LUIZ BUENO: “MORRER NO BICO É MOTIVO DE DESONRA E MAIOR SOFRIMENTO NA FAMÍLIA” 7
Enviado por DERCY FERREIRA DA SILVA em 07/06/2009 às 16:22eu sou mae do policial MARCIO LUIZ BUENO UM GRANDE PROFISSIONAL AMAVA O SEU TRABALHO HONRAVA SUA FARDA ELE NAO TINHA MEDO DO SEU TRABALHO FAZIA SEMPRE COM MUITA CORAGUEM E DEDICAÇAO
QUANDO EU FALAVA FILHO CUIDADO ELE RESPONDIA MAE FICA TRANQUILA EU SOU POLICIAL SE EU TIVESSE MEDO NÃO PODERIA SER POLICIA
ELE SENTIA CHEIRO DE COISAS ERRADAS E NÃO ACEITAVA MESMO E SEMPRE DIZIA EM CASA COM A FAMILIA PARA OS IRMÃOS SE FIZER COISAS ERRADAS EU NÃO QUERO SABER PORQUE EU FIZ UM JURAMENTO QUANTO ENTREI E ISSO E PARA TODOS
ELE ERA MUITO CORRETO COM TODOS GOSTAVA DE TUDO CERTO QUEM CONHECEU BEM O POLICIAL BUENO SABE QUE ESTOU DIZENDO
OU VC AMAVA OU VC ODIAVA COM ELE NÃO TINHA MEIO TERNO NESTE MUNDO EM QUE VIVEMOS E DIFICIL ENCONTRAR ALGUEM ASSIM
ESSE ERA MEU FILHO
AS VEZES ELE FALAVA MAE ESSA PROFISÃO E MUITO INGRATA NOS POLICIAS NÃO TEMOS VALORES MENHUN SE ALGUEM FIZER UM QUEVA CONTRA NOS SOMOS HOMILHADOS ATE PODER PROVAR NOSSA INOCENCIA
ESSO E O LADO RUIM DE SER POLICIAL PARA FALAR MAL E MUITO FACIL OS SUPERIORES NÃO QUERM SABER POLICIAL TEM QUE SER UM BONEQUINHO
AQUENTAR TUDO POEQUE SE RECLAMAREM DELE QUANDOS PROBLEMAS PARA ESSES ESSAS PROFICIOMAIS QUE COLOCAM SUA VIDA EM RISCO PARA SALVAS AS OUTRAS
MEU FILHO ESTAVA EM DIA DE SUA FOLGA E INFELIZMENTE FOI MORTO NA PRAIA GRANDE DIA 23 MARÇO DE 2009
ESTAMOS EM UM SOFRIMENTO SEM FIM AS VEZES PENSO QUE NAO VOU CONSEGUIR CONTINUAR OS SUPERIORES DA POLICIA MILITAR NAO DERAM IMPORTANCIA SABEM PORQUE ?
ELE MORREU NO SEU DIA DE FOLGA PODERIA ESTAR FAZENDO BICO ENTÃO POR ESSE MOTIVO POLICIA NÃO TEM VALOR.
ELE SO E VALIRIZADO SE MORRER EM SERVIÇO AI SIM ELE E HOMENAGIADO POR TODOS TODOS FALAM AAO SEU RESPEITO
MAIS PARA NOS DA FAMILIA E AOS AMIGOS SEMPRE SERA LEMBRADO
OUTRA COISA VERGONHOSA E MUITO CANSATIVA E PARA CONSEGUIR RECEBER O AUXILIO FUMERAL
E TUDO MUITO DIFICIL
FUI VARIAS VEZES NO BATALHAO SEMPRE FALTAVA ALGUMA COISA
AGORRA OS DOCUMENTOS EORAM PARA SAO PAULO SADE DEUS QUANDO MINGUEM APARECEU PARA AJUDAR A SUA FAMILIA
MAIS SE FOSSE AO CONTRARIO ESTARIA CHEIO DE DEREITOS
GOSTARIA DE DIZER QUE OS POLICIAS TAMBEM TEM FAMILIA E SAO SERES HUMAMOS E MERECEM MUITO RESPEITOS ELES DEIXAM FAMILIAS FILHOS SAO PESSOAS QUE SOFREM MUITO O QUE FAZER COM ESSA DOR
ESPERO QUE DESCUBRAM QUEM MATOU MEU FILHO A UNICA COISA QUE FALAM E QUE TEMOS QUE TER PACIENCIA
AOS POLICIAS QUE ESTAO TRABALHANDO VAO COM CALMA PORQUE VC SO VAI TER VALOR SE MORRER EM SERVIÇO CASO CONTRARIO NAO SERA MEN LEMBRADO
SO SUA FAMLIA SOFRERAPARA SEMPRE A SUA FALTA
ESSE E APENAS UM DESABAFO DE UM MAE UM FAMLIA QUE ESTA COM CORAÇAO SANGRANDO DE SAUDADES DO MEU FILHO DO MEU HEROI
FIQUE COM DEUS FILHO GOSTARIA DE FALAR ISSO EM UM JORNAL
SERIA UMA FORMULA DE HOMENAGIAR MEU FILHO E TODOS AMIGOS DE FARDA MAIS E MUITO CARO
QUANDO VC ESTA ENTERRANDO SEU FILHO UM SOFRIMENTO SEM FIM APARECEM VARIOS JORNAIS QUERENDO TIRAR APROVEITO DO SEU SOFRIMENTO
MAIS DEPOIS DE ALGUNS DIAS LIGUEI PARA DESBAFAR SOBRE ISSO QUE COLOQUEI AQUI NAO PUDE POR E UM PREÇO ABSURDO MAIS ESTOU ME SENTINDO MAIS ALIVADA
MAIS GOSTARIA QUE ALGUEM ME AJUDASSE QUE TODOS PAREM PARA PENSAR SOBRE ESSE ASSUNTO E MUITO SERIO
QUE DEUS PROTEJA TODOS OS POLICIAS
DESCULPEM SE AS PALAVRAS NAO ESTAO CORRETAS
AS PALAVRAS MAIS CORRETAS SAO AQUELAS QUE SAEM DO CORAÇAO E ESSA COM TODA CERTEZA SAIRAM.
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QUE O CRIADOR REPARE AS DORES DA SUA FAMÍLIA PELA CULPA DOS HOMENS.
RECOMENDO QUE BUSQUEM ORIENTAÇÃO E AUXÍLIO DO DEPUTADO MAJOR OLÍMPIO GOMES.
A PRISÃO EM FLAGRANTE POR EXTORSÃO MEDIANTE SEQÜESTRO FOI DETERMINAÇÃO DO DELEGADO DIVISIONÁRIO? 2
Seria esse Divisionário o mesmo que, publicamente, nos chamou de DESLEAL?
Seria esse Divisionário – coincidentemente – irmão do Delegado Geral?
Será que esse Divisionário – coincidentemente irmão do DGP – possui mais autoridade do que a Diretora da Corregedoria Geral?
E se verdadeiramente a ordem para “autuar em flagrante” o Delegado – pretensamente arrolado como testemunha – partiu do douto Divisionário, qual o termo que eu, ZOIUDO CÓMEDIA DA POLÍCIA, deverei empregar para definir a sua ordem?
Como – ainda – não recebi os autos não quero me precipitar, mas caso essa prisão tenha sido lavrada “por mandar fritar”, iremos – por lealdade às instituições de direito – buscar colocar em pratos limpos todas as circunstâncias desse flagrante por “presunção formada ao espelho”.
Com efeito, se crime existiu não lembro ter aprendido que policiais que exigem vantagens patrimoniais para deixar de prender em flagrante quem, hipoteticamente, foi surpreendido praticando delito, sejam incursos em extorsão mediante seqüestro (crime ideologicamente manipulado em virtude da posição social da maioria das vítimas: ricos).
Por outro aspecto, se o Delegado não foi capturar os sacoleiros; ninguém mantinha confinado na Delegacia, tampouco com eles manteve acertamentos , de que forma restou fundada a suspeita de ter ele aderido AO SEQÜESTRO PARA OBTENÇÃO DE VANTAGENS PATRIMONIAIS?
Ora, extorsão mediante seqüestro é VENDA DA LIBERDADE.
VENDER IMPUNIDADE É CORRUPÇÃO PASSIVA QUALIFICADA (quando aceita-se ou solicita-se a vantagem com o fim de não atuar) OU CONCUSSÃO (quando a vantagem é exigida, independente de elemento subjetivo específico).
Crimes formais consumados no momento da solicitação ou da exigência da vantagem. Uma interpretação mais elástica, nos casos acima, pode admitir a flagrância no momento do recebimento da vantagem (exaurimento). Contudo, horas depois, em conseqüência de exaustivas diligências e confronto de depoimentos, só autorizaria representação por prisão temporária ou até preventiva (pois o inquérito ordinário poderia ser concluído em poucas horas).
MAS, NO CASO, FRITAÇÃO EM FLAGRANTE FOI MEGANHISMO PURO.
AOS MEMBROS DO GRUPO DELPOL PC E ALUNOS DO “CFC DAMÁSIO EVANGELIZADOR” 8
FRASE DA MODA NA CORREGEDORIA : “SEQUESTRO E CÁRCERE PRIVADO” !
ISSO É PRÓPRIO DE MAURICINHOS E PATRICINHAS QUE LÁ ESTÃO E VIVEM DE TEORIAS ENSINADAS NO CARO CURSO DO DAMASIO PAGO PELO PAPAI.
FICAM NA CORRÓ GANHANDO O DINHEIRO DO ESTADO, CHEGA AS 13:00 HORAS, ALMOÇA ATÉ AS 15:30, SAI E DÁ UMA CANA EM OTÁRIO-INOCENTE-ÚTIL, FAZ A LOUSA DO DIA E ARRAZA COM A DIGNIDADE ALHEIA, ESTUDA A TARDE E DEPOIS PRESTA CONCURSO PARA O MINISTÉRIO PÚBLICO.
ATENÇÃO COMPONENTES DO GRUPO DELPOL-PC :
É ESTA A NOVA POLÍCIA QUE VOCÊS EXIGIRAM NA GREVE?
É ESTA A POLÍCIA MÃOS LIMPAS QUE VOCÊS SE INTITULARAM?
É ESTA A POLÍCIA QUE VÊ PASSIVA O COLEGA SENDO PRESO?
É ESTA A POLÍCIA QUE NÃO TEM MAIS INDIGNAÇÃO PELA INJUSTIÇA ?
É ESTA A CORREGEDORIA QUE CHEGA NAS DELEGACIAS (PLANTÃO)E CONVIDA O COLEGA PARA DEPOR COMO TESTEMUNHA E DEPOIS O ALGEMA E AVISA QUE ELE ESTÁ PRESO POR CÁRCERE PRIVADO E SEQUESTRO DE SACOLEIRO ???????
ONDE ESTÃO OS CHAMADOS ROÇA-POL QUE EXIGIAM DIGNIDADE NAS RUAS ?
E DIGNIDADE NAS DELEGACIAS NÃO É MAIS NECESSÁRIO?
VOCÊS TAMBÉM FORAM TRABALHAR NA CORREGEDORIA ?
DRA.JOANA, ONDE ESTÁ VOCÊ, NOSSA GUERREIRA ????
CONSEGUIRAM CALAR SUA VOZ ?
VOCÊ CANTOU ESSA BOLA E NINGUÉM ACREDITOU, FALOU QUE UMA LONGA NOITE IRIA ABATER A POLÍCIA CIVIL…
QUE MÃES E ESPOSAS IRIAM CHORAR PELOS FILHOS INOCENTES.
A PROFECIA COMEÇA A SE CONCRETIZAR
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Sem questionar os méritos científicos e didáticos do Professor Damásio – embora tenha elaborado pareceres favoráveis aos jogos eletrônicos (sem ser “TÃO PROFUNDO” quanto o Doutor Miguel Reale Jr.) – ao longo dos anos ele acabou transformando-se, para além de preceptor, em EVANGELIZADOR dos indisciplinados, dos oportunistas, dos beberrões e das namoradeiras.
Indisciplinado: aquele que solitariamente não consegue ordenar os estudos (não é defeito).
Oportunistas: os bajuladores dos professores que – rotineiramente – figuram nas bancas examinadoras; também aquelas muito dadas a umas dadas aos mestres.
Para os pais dos beberrões: melhor a sala de aula – de terça a quinta – aos barzinhos… Na 2a. tá de bode cumprimentando o diabo; na 6a. já está turbinando.
Para os pais das namoradeiras: melhor sentadas nas cadeiras das classes do que sentarem noutros estabelecimentos e compartimentos.
E mesmo com todos os invencionismos “DOS CLASSIFICADORES DAMASIANOS” (os discípulos imitadores), as questões são praticamente as mesmas em todos os concursos. Assim, depois de alguns anos decorando as provas, ALGUNS – para nossa infelicidade – ACABAM VIRANDO ALGUMA COISA.
Como advogar a maioria (dos supra referidos) não possui competência, especialmente pelo fato de facilmente se comprovar as qualidades documentadas durante os três anos de atividade, alguns desses acabam (e acabarão) “virando” Delegados.
Ora; pra cultivar fama de honesto nada melhor do que ser CORREGEDOR!
Com boas possibilidades de eliminar “concorrentes mais qualificados em todos os sentidos”.
NÓIS TÁ NA ROÇA; CHEIA DE ONÇA E CASCAVEL!
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P.S. : ASSINALANDO QUE O CURSO HÁ DÉCADAS PREPARA PROFISSIONAIS DA MELHOR QUALIDADE…
TAMBÉM É ÓTIMO PARA QUEM -COMO EU – NECESSITA ATUALIZAÇÃO…
Ah, aceitaria feliz uma bolsa do Dr. Damásio, do Dr. Marcato ou do Dr. Flávio Gomes!
O DOUTOR DOMINGOS PAULO NETO E “OS DE CONFIANÇA” 1
Outro requisito bastante relevante para o novo DG é o perfil de cada um de seus subordinados. “O perfil jamais pode ser esquecido, e dentro daqueles que tem o perfil adequado serão escolhidos os de confiança”.
Assim, procedeu nas trocas ocorridas na Corregedoria: “Foi também pelo perfil e conduta ilibada, conhecimento de direito administrativo disciplinar, vontade de trabalhar na Corregedoria, experiência profissional e de confiança da Diretoria, que escolhi seus novos membros, pois sei da importância desse órgão para resgatar a imagem da categoria”.
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Com todo o respeito devido a Vossa Excelência – como sou um homem de confiança – devo-lhe dizer que expressões vagas como “escolha”, “perfil”, “confiança da diretoria”, podem ferir o princípio da IMPESSOALIDADE.
E assim todas as suas palavras seriam resumidas ao seguinte: “À SUA IMAGEM E SEMELHANÇA”.
Ora, um agente público DE CARREIRA deve confiança À SOCIEDADE…
NÂO À DIRETORIA QUE O ESCOLHEU.
Quem ocupa cargo “POR SER DA CONFIANÇA ALHEIA” , nem sequer pode dormir confiante que pela manhã não receberá um ofício de confiança para outra repartição.
Escolha profissionais AUTOCONFIANTES E LEAIS ÀS INSTITUIÇÕES, qualidades de quem é leal por formação e exercício diário, ou seja, transparentes, francos, sinceros, honestos e compromissados com o semelhante.
Coisa rara, pois o trabalho policial leva muitos à dissimulação; quer por oportunismo, quer por autopreservação.
Lembrando aos especialistas no direito disciplinar policial que ser leal às instituições significa apenas: EXERCER COM MORALIDADE AS LEIS FUNDAMENTAIS DA SOCIEDADE BRASILEIRA.
Quem é FIEL DO CHEFE, DO REGIME, DO GOVERNO – de regra – acaba sendo desleal COM O POVO.
Assinalando que GRANDE PARCELA das normas policiais não merece LEALDADE, pelo fato de não ser obedecida por quem as edita, inclusive.
E certos chefes tendem a legislar em causa própria, baixando centenas de portarias regrando o trabalho e conduta alheios.
Menos pelo espírito público, mais para eximirem-se de responsabilidades.
DELEGADO DE POLÍCIA É CARREIRA JURÍDICA DE “JURE ET FACTO” 12
Delegado de polícia é da carreira jurídica?
Por Archimedes Marques ( fonte: CONJUR )
Dentro de um país em que se clama por uma segurança pública mais eficiente e por uma Justiça mais célere, está dentre os agentes institucionais incumbidos dessa árdua missão, a figura do delegado de polícia. O delegado de polícia como chefe da instituição policial civil, como chefe da polícia Judiciária a espera do reconhecimento da sua carreira jurídica.
Trata-se de um tópico ainda bastante discutido nos três Poderes e em diversos segmentos da sociedade, com opiniões diversas e controversas para análise se o delegado de polícia deve ou não, ser reconhecido como sendo da carreira jurídica.
Para alguns analistas, juristas e seguidores o ato principal do delegado de polícia, ou seja, o inquérito policial, não passa de uma mera peça informativa, razão pela qual, é ele um funcionário público com função específica de chefiar a Polícia Civil, arrecadar e juntar as provas para enfim fornecer as informações à Justiça. Para outros, entretanto, o inquérito policial é a peça fundamental do processo criminal, nela o promotor se baseia e forma a sua opinião e através dela é composto o processo para se fazer Justiça, e em assim sendo, o delegado de polícia é item primordial na operação do Direito Processual Penal.
Cabe ao delegado de polícia, dentre outras atribuições e competência a lavratura do flagrante delito ou elaboração de Portaria para a devida instauração de inquérito policial no sentido de apurar os fatos relacionados a crimes para o consequente auxilio à Justiça. No decorrer do inquérito policial, há os despachos interlocutórios e pode haver tantas quantas forem necessárias apreensões de objetos ou demais meios de provas que tiverem relação com o fato delituoso, assim como, requisições de perícias em geral para a formação da prova técnica criminal ou pedido diversos à Justiça, finalizando com o relatório final da autoridade policial que conclui a investigação e passa para o crivo do Judiciário onde primeiramente servirá de base para a denúncia do Ministério Público. Nas decisões interlocutórias ou no próprio relatório final, pode o delegado de Polícia representar pela decretação judicial de prisões temporárias ou preventivas dos suspeitos.
Cabe ao delegado de polícia a verificação e exame dos atos ilícitos chegados a seu conhecimento, tomando as providências Jurídicas necessárias, e nesse sentido o nobre Jurista Frederico Marques explica: “A Polícia tem atribuições discricionárias, visto que a sua ação vária e uniforme não pode ser prefixada em fórmulas rígidas e rigorosas”. Conclui-se que após analise dos fatos, o delegado de polícia toma as providencias legais iniciando o que de direito, criando o seu juízo de valor e adequando o fato típico a ser investigado.
O delegado de polícia gerencia o Órgão Policial em que estiver lotado praticando atos de Polícia Judiciária, e os seus objetivos principais são endereçados ao auxilio do Judiciário para que a Justiça faça Justiça e para que o povo se sinta satisfeito, inobstante haver casos corriqueiros nas delegacias, tais como, “brigas de vizinhos” e correlatos em que há a necessidade imediata da interferência dele para a resolução da contenda. Com isso o delegado também desafoga – embora não seja sua atribuição – a grande demanda Judicial. Deve o Delegado de Polícia agir sempre com moderação, refletindo e considerando com equilíbrio para que os seus atos sejam considerados justos para todos. Possui através da sua autoridade os requisitos necessários para o bom desempenho da sua função.
Assim o delegado de polícia investiga, aconselha, dirime conflitos, evita o crime, faz a paz e regula as relações sociais, além das suas atribuições definidas em Lei, e isso, nada mais é do que fazer Justiça.
O Delegado de Polícia tem os seus atos como sustentáculo das Leis e deve seguir sempre o princípio primordial de jamais colocar as conveniências da sua carreira acima da sua trajetória moral, trabalhando sempre contra a impunidade que é ato nocivo que gera mais violência e aumenta o índice de criminalidade. É preciso correr atrás da verdade com toda força possível, pois a Justiça Criminal é a Justiça que não pode cometer erros, vez que está em jogo o que de mais importante há, ou seja, a liberdade. Todas as ações da Polícia Judiciária devem ser providas do maior número de provas possíveis para que a Justiça tenha uma boa base, um bom alicerce para cumprir o seu mister.
Deve o delegado de polícia trabalhar com circunspecção, ou seja, analisando a coisa por todos os lados com cautela e prudência, agindo sempre com a razão e jamais pela emoção para não praticar o injusto. Assim bem entende Paulo Antonio Coelho dos Santos, membro do Núcleo de Pesquisas Jurídicas Cearense, quando afirma num dos seus artigos publicados referente à Polícia: “O delegado de polícia, assim como qualquer dos agentes essenciais à Justiça (promotor, defensor e juiz), não é autômato, que cumpre sem questionar dispositivos legais e se mantém alheio à criminologia. Pelo contrário: é uma peça fundamental na concretização da pacificação social, que deve atuar não só reprimindo e investigando, mas prevenindo e modificando a realidade brasileira”.
O delegado existe no meio de outras Instituições em que seus membros procuram fazer Justiça. A maioria das suas ações exerce influência decisiva para dar a cada um o que lhe é devido. O ajuste dessa influência é o objeto da Justiça. Como bem proclama o mestre Basileu Garcia: “O delegado é o guardião da sociedade e das Leis penais. Ele verifica, in loco, no calor dos fatos, os verdadeiros problemas sociais. Verificando uma infração penal, consubstancia pela entrega ao Judiciário dos fatos, do autor, da materialidade, dos motivos, condições e circunstâncias do delito, a fim de auxiliar na prática da Justiça. Ele é Polícia Judiciária”.
Na verdade o Delegado de Polícia tem o Juízo de valoração Jurídica, podendo ou não iniciar atos de investigação através da avaliação chamada justa causa. Nesse sentido bem explana Geraldo do Amaral Toledo Neto, professor de Direito da PUC/MG: “O delegado, com a mesma formação jurídica de um promotor de justiça, de um juiz de direito e de um defensor público (apenas com competências próprias e diversas das mencionadas carreiras) tem atribuição, dentre outras, de verificar o aspecto legal e jurídico daquilo narrado no Boletim de Ocorrência, numa informação da imprensa, num requerimento do ofendido, e, discricionariamente instaurar ou não uma Portaria, elaborar ou não um Auto de Prisão em Flagrante, elaborar ou não um Termo Circunstanciado de Ocorrência, promover ou não atos preliminares de investigação (…) O Delegado não fica adstrito ao Boletim de Ocorrência. O Promotor não fica adstrito ao relatório do Delegado. O Juiz não fica adstrito à denúncia do Promotor. Cada um tem a sua valoração Jurídica a respeito do fato, sendo a do Magistrado, a valoração final”. Isso nada mais é do que o poder discricionário que também possui a Autoridade Policial realizando a sua valoração jurídica daquilo que pode ser aplicado ao caso concreto. Ainda concernente a esse item discorre o Mestre e Jurista Julio Mirabete: “As atribuições concedidas à Policia no inquérito policial são de caráter discricionário, ou seja, ela tem a faculdade de operar ou deixar de operar, dentro, porém, de um campo cujos limites são fixados estritamente pelo direito”.
O Delegado de Polícia sempre está no nascedouro de um futuro Processo Criminal contra a impunidade, contudo ali, também é necessário cautela e perspicácia para não confundir a aparência das coisas, pois a verdade dos fatos pode estar além de qualquer realismo. Deve sempre manter a veneração pela investigação, pois se assim perder essa motivação, vai com ela a flexibilidade que faz aparecer o resultado positivo.
Quanto às dificuldades por que passa o Delegado de Polícia na sua missão, o Mestre Roberto Lira Filho, dá uma verdadeira lição aos que, muitas vezes mesmo conhecendo o Direito criticam sem conhecer a rotina policial, quando assevera: “A Autoridade Policial na rotina do seu trabalho cria do nada. Em regra são os fatos brutos que caem às mãos do “premier saisi”. Recebem os fatos brutos, nas versões da voz trêmula dos ofendidos na convocação de diligências urgentes, durante a qual a agressão daqueles elementos sensíveis da infração penal concretizada abalarão os nervos, quando a inteligência procurar a organização dos elementos e circunstâncias, extraindo um padrão firme do tumulto das ocorrências. A autoridade policial é o artífice das emergências trepidantes, o próprio legislador descreve o ambiente… quando ainda persiste a trepidação moral causada pelo crime ou antes que seja possível uma exata visão dos fatos, nas suas circunstâncias objetivas e subjetivas. Nada obstante, sua tarefa é indeclinável”.
Ciente da importância e imprescindibilidade da atuação do delegado, o notável Jurista acima citado, se manifestou em seu artigo publicado no livro de Estudos de Direito Penal e Processual Penal em homenagem a Nelson Hungria, discorrendo: “Bem sei que a tarefa não é fácil. É mais difícil do que a mutatio libelli, com a qual, sob certos aspectos - notai a restrição! – se confunde. Porque a mutatio apenas corrige. O próprio Ministério Público tem a calma do gabinete e o socorro das consultas desafogadas sem falar no apoio do Inquérito Policial ou do auto de flagrante, aonde a matéria já vem modelada, para conferências e retificações….”
O Delegado de Polícia deve sentir orgulho de ser Polícia. Orgulho maior ainda de ser o líder da sua equipe de Policiais Civis e de saber que através dos seus atos a Justiça pode chegar a sua finalidade. Nesse sentido há o exemplo tão bem delineado por Luiz Marcelo da Fontoura Xavier, delegado civil do Rio de Janeiro e professor de Direito Penal, quando explicitou num dos seus artigos inerente ao seu cargo: “O que é fascinante na carreira de delegado é que além do mesmo ser policial é um operador de Direito. Além de utilizar seu conhecimento jurídico para orientar as atividades policiais deve se valer do mesmo no sentido de melhorar a qualidade do trabalho de Polícia Judiciária, buscando a correta aplicação dos princípios Constitucionais e Processuais Penais.
Diante de todas essas evidencias e fatos comprobatórios de que a Autoridade Policial é um operador do Direito, um sustentáculo das Leis e um produtor de Justiça, é bom que se reflita também que a própria Polícia Judiciária ganharia muito mais força se o seu chefe, se o delegado de polícia fosse reconhecido por mérito e por Justiça como sendo da carreira jurídica.
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AS PROFISSÕES JURÍDICAS
…”que coisa fará na vida profissional quem se forma em Direito. Porque, é certo – no mais comum dos casos – que o estudante de Medicina estuda para ser médico, o de Engenharia, para ser engenheiro, o de Direito, esse, porém, com o só ofício de jurista estará vocacionado a inúmeras profissões”
Poderá exercer a advocacia, a procuradoria ou defensoria públicas, a função de juiz ou integrante do Ministério Público. Também: pareceristas, assessores, consultores jurídicos, oficiais dos cartórios de justiça, de registros ou tabelião.
Tabelião: o profissional do Direito “a serviço da profilaxia jurídica, da cautela”…”sua missão é prevenir, para, pela só forma (aconselhando as partes e elaborando tecnicamente as escrituras públicas), evitar a necessidade de remediar, em via litigiosa”.
Outras funções propriamente jurídicas: professores de Direito, escrivães judiciais …DELEGADO DE POLÍCIA. ( consoante lições de PAULO FERREIRA DA CUNHA e RICARDO DIP, em Propedêutica Jurídica – Uma Perspectiva Jusnaturalista, fls. 115/116, Ed. Millenium – 2001).
Sou burrinho, mas tenho livrinho!
Enfim, o Delegado de Polícia só não é carreira jurídica para as seguintes pessoas: MALUF, QUÉRCIA, LUIS ANTONIO FLEURY FILHO, MÁRIO COVAS, GERALDO ALCKMIN e JOSÉ SERRA…
Também não é carreira jurídica para os seguintes personagens históricos: o falecido Sérgio F. Paranhos Fleury, o sumido Domingos Campanella, o egresso “GUGU”, o desaventurado Josecyr Cuoco, o analista de informações Massilon Bernardes, o interrogador Capitão Ubirajara, o detetive Marco Antonio Desgualdo, o administrador Mário Jordão, o sniper Maurício Lemos Freire, o empresário Youssef, o condutor de algemados Pórrio, o modelo publicitário Leon Carrel e o marqueteiro Tanganelli, entre outros menos famosos.
Também não é carreira jurídica: PARA OFICIAL PM MATADOR, PERITO CRIMINAL ENGANADOR E POLICIAL DEFENSOR DA CARREIRA ÚNICA.
Também não é carreira jurídica: PARA TODOS AQUELES INJUSTAMENTE PRESOS mediante um PAPELIXO chamado NOTA DE CULPA. E aqui está o problema maior da carreira: INJUSTIÇAS.
assinado: DR. GUERRA ZOIÃO DOS INFERNO – COMÉDIA DA POLÍCIA ( conforme um admirador deste Blog )

Dnª VANIA: JURO NÃO DEIXAR IMPUNES OS ALGOZES DO SEU QUERIDO JOÃO PAULO 21
Bom dia !
Sou esposa do Dr. João Paulo e é claro que estou indignada, revoltada, triste com a injustiça que aconteceu com meu marido.
Vou falar um pouco dele e com certeza se perguntar com quem trabalhou com ele e aos amigos afirmarão a mesma coisa.Moramos com minha sogra de 73 e dividimos as nossas rendas e o aluguel.
Meu marido pretende ficar na policia civil durante os 03 anos do estagio probatório porque ele se mata de estudar para realizar o sonho dele de ser juiz.
Ele somente toca o plantão nas 12 horas e quando sai, sai orgulhoso que quer ir para casa ver a filha, a mulher e a mãe. Isso às vezes até vira motivo de chacota para ele por ser tão Caxias com a nossa família. Não saímos muito, somos caseiros e uma das nossas diversões é passear no Ibirapuera com nossa filha.
Tirando os plantões eu nunca fiquei tanto longe do meu marido, nunca dormi sem ele a não ser por causa dos plantões noturnos para se ter uma idéia do convívio que tenho com ele.
Temos uma filha de 06 meses que é a razão da vida dele e da minha é claro.
Na hora do ocorrido ele estava atendendo outros flagrantes e este da qual foi acusado injustamente estava na fila para ser atendido e ele estava indo para a chefia atender mais uma lá. Foi quando esses indivíduos perguntaram ao meu marido se poderiam tomar um café e ele deixou. Depois de um tempo chegou a corregedoria e já sabemos o que aconteceu.
Meu marido nunca foi policial na vida até o momento de fazer o curso de delegado, realmente não tem a malicia dos policiais mais experientes e ele pecou na ingenuidade de acreditar nos seus “parceiros de trabalho”.
Meu marido não tem teto de vidro com muitos que conhecemos e ficamos indignados porque não acontecem absolutamente nada com eles.
E com grande fé em Deus vamos sair desta e ele sairá forte desta injustiça toda a justiça verdadeira será feita.
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Dnª Vânia:
Hoje, ao retornar de Hortolândia para Santos, subitamente resolvi visitar a ADPESP…
Depois de 12 anos sem lá colocar os meus pés.
Foram tantas as injustiças que observei meus colegas praticarem contra seus próprios pares – nem quero falar das injustiças contra funcionários mais humildes – que acabei me distanciando do convívio com Delegados, salvo o estritamente necessário; salvo, também, aqueles poucos camaradas que podemos contar com os dedos de uma única mão.
Vislumbro – pelo que ouvi nesta tarde – que seu marido não se trata de “ingênuo”.
Foi vítima da sua absoluta honestidade e absoluta consciência de que nada de irregular estava cometendo.
Um homem íntegro não sabe se proteger das armadilhas da Polícia…
Pureza de propósitos não é tolice.
Fosse ele um ladrão – como muitos dos ocupantes de altos cargos – não teria deixado nenhum vestígio dos seus atos.
Confiem no Criador.
SEU MARIDO FOI O CORDEIRO EXPIATÓRIO DE CRIMES CONTINUADAMENTE COMETIDOS NA POLÍCIA CIVIL.
PROCURA-SE UM HERÓI: VIVO OU MORTO 9
A recompensa: RESGATE DA DIGNIDADE DA POLÍCIA CIVIL.
O procurado: aquele que não ficou de quatro para os milicos , mercenários torturadores e matadores do jaez do DOUTOR FLEURY.
Internacionalmente apontado como o MAIOR TORTURADOR DO BRASIL…
Absurdamente: PROFESSOR DA ACADEMIA DA POLÍCIA CIVIL.
SAD nº 60/09: “O Dr. ROBERTO CONDE GUERRA, DELEGADO DE POLÍCIA, COMO RESPONSÁVEL PELO “BLOG FLIT PARALISANTE”, ALI POSTOU NOTÍCIA ULTRAJANTE AOS DELEGADOS DE POLÍCIA E À TODA INSTITUIÇÃO POLICIAL CIVIL, EXPONDO AO VEXAME NACIONAL E INTERNACIONAL TODA UMA HISTÓRIA” (“sic”, portaria de 1º de abril ) 8
ONU rejeita dados sobre queda de homicídios no Brasil
04/06/2009-14:15
Autor: Danilo Fernandes Christófaro;
A Organização das Nações Unidas rejeitou os números apresentados pelo governo brasileiro que indicam queda nos índices de homicídios no país. Ontem, o relator da ONU contra assassinatos sumários, Phillip Alston, afirmou ter “sérias dúvidas sobre a credibilidade” das informações. A Anistia Internacional denunciou ontem o fato de que a polícia continua a matar e não há qualquer mudança para lidar com a impunidade. O Conselho de Direitos Humanos da ONU ouviu o relato de Alston, que, em 2007, fez uma viagem pelo Brasil.
Os dados apresentados pelo governo apontam que, entre 2002 e 2007, o número de homicídios caiu 20%. “Tenho sérios motivos para colocar em dúvida essa queda”, disse Alston. “O que acreditamos que está ocorrendo é apenas uma nova classificação dessas mortes para que não haja o perigo de elas serem registradas como homicídios”. Segundo ele, uma das “aberrações” no Brasil é a possibilidade de PMs classificarem mortes como “autos de resistência”. “Policiais alegam que podem atirar caso um suspeito resista a uma prisão. Os casos são simplesmente fechados e não há investigação”, disse.
“Não temos nenhuma confirmação de fontes independentes de que essa queda de fato esteja ocorrendo. Muito pelo contrário.” Em relatório de 2008, a ONU alertou que parte da polícia no Brasil está envolvida com o crime organizado, é corrupta e os abusos não são punidos. “O Brasil tem um dos mais elevados índices de homicídios do mundo, com mais de 48 mil mortes a cada ano”, alertou o documento, baseado em dados de 2007.
A constatação é de que as políticas de segurança não dão resultados. Para piorar, Alston constatou que a política está intimamente envolvida com o crime. Outra conclusão do documento é que viver sob o julgo das milícias formadas por policiais é tão perigoso como viver diante do crime organizado. Alston ainda deixou claro que a classe política, em busca de votos, também adota uma postura dúbia. “Muitos políticos, ávidos por agradar um eleitorado amedrontado, falham ao demonstrar a vontade política necessária para refrear as execuções praticadas pela polícia.” As informações são do jornal “O Estado de S. Paulo”.
Fonte: http://www.estadao.com.br
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Com todo o respeito ao Delegado subscritor da portaria inaugural – autoridade de grande experiência, humilde e religiosa – jamais será o legítimo direito de expressar-me sobre o nepotismo que vulnera a “INSTITUIÇÃO POLICIAL BANDEIRANTE” , ainda que de forma nada ortodoxa, capaz de EXPOR AO VEXAME NACIONAL E INTERNACIONAL TODA UMA HISTÓRIA.
A história da “INSTITUIÇÃO POLICIAL BANDEIRANTE” é mundialmente conhecida por nódoas indeléveis, em face da conduta de muitos dos contemporâneos de Vossa Senhoria.
A história do terrorismo policial protagonizada pelos membros do ESQUADRÃO DA MORTE ; dos TORTURADORES do antigo DEIC, DOPS, OBAN e DOI-CODI. Em pouco tempo assimilada e vulgarizada por todas as Unidades Policiais deste Estado.
E digo-lhe, história de terrorismo estatal contra o qual Vossa Senhoria – possivelmente – jamais levantou a voz.
Pois, nestes vinte e um anos como Delegado de Polícia, NUNCA OUVI FALAR SOBRE UM ÚNICO DELEGADO QUE TENHA BUSCADO REPRIMIR OS TORTURADORES E JUSTICEIROS DA “POLÍCIA BANDEIRANTE”.
Se existiu tal homem quero saber o nome…
POR DIREITO E DEVER DE CULTUAR ESSE VERDADEIRO HERÓI.
LIÇÃO DE UM “NÃO-FUDÊNCIO” PARA POLICIAIS INGÊNUOS 2
Se algum dia – por qualquer razão – alguém chegar com a delicada conversa de que para arredondar a “situação” é melhor você devolver “o bagulho” ou “a grana” para a parte; especialmente buscando as coisas e as partes na mesma hora, faça o seguinte:
1. Ria e estenda os braços pedindo seja logo algemado.
2. Saque a pistola e dê um tiro no pé desse (a) safado…Ele(a) é muito pior do que você.
Do contrário, caso tenha acreditado nas “boas palavras” e, logo após, foi dormir na cadeia, só lhe restará lembrar “QUANTAS VEZES VOCÊ FEZ A MESMA COISA’…
Ou seja, quantas vezes foi fingido para “fuder” o alheio.
Pois acreditar em tal coisa da boca de Corregedores não é ingenuidade…
É safadeza de quem com ela ( Corregedoria) já fez muitos acertos.
MARU: SE É ASSIM DAREI INTEGRAL APOIO AO COLEGA JOÃO PAULO, LEVANTANDO FUNDOS PARA A DEFESA, INCLUSIVE 11
Guerra antes de você acusar um colega é bom que saiba o que realmente aconteceu.
O Dr. João Paulo foi vendido pelos tiras do plantão, isto porque apesar de ser uma pessoa muito inteligente é tambem bem ingenuo.
Quem o conhece sabe do que falo. Me admira voce postar algo sobre um colega sem saber o que relamente houve, depois vc vem aqui e reclama de ter sido injustiçado.
Se eu tambem for dar ouvido ao que os outros falam de voce por ai com certeza seria impublicavel.
Se informe antes de colocar merda nesse seu blog, procure vá atrás de informações sobre o q ocorreu e pare de ser papagaio de pirata que só repete o que os outros dizem.
Na policia em que estamos não ponho a mão no fogo por quase ninguem, mas uma coisa eu te falo pelo baiano “Joao Paulo” ponho a mão no fogo.
Ele foi vítima de um sistema que coloca jovens inteligentes e sem malícia pra comandarem cobras venenosas sem qualquer tipo de apoio e assistencia de seus superiores.
Na academia te ensinam um monte de teoria, só não te ensinam como tudo funciona na verdade.
Não te ensinam como funciona um plantão, mas te ensinam a fazer BO como se fossemos escrivães.
Não te ensinam como lidar com corruptos, mas te dizem pra por no papel o tira que anda sem cinto de segurança.
Enfim não te ensinam nada, pois com certeza quem passou nos ultimos anos no concurso sabe o que é Inquerito Policial, mas não sabem como funciona a policia, e isso nao ensinam.
É triste voce ver um colega de uma inteligencia impar ser injustiçado e ser tolhido de sua liberdade, simplesmente porque um colega não quis ver o que realmente de fato ocorrreu, afinal é mais fácil acionar a reportagem do Estadão do que investigar o que realmente ocorreu.
Conseguiram destruir a vida de um colega, acabaram com a imagem dele e isto sem dar a ele o direito de defesa.
Parabéns ao órgao corregedor, com certeza a cidade está mais segura com o Joao Paulo preso, ou melhor agora sim a polícia civil pode olhar de cabeça erguida e dizer: prendemos um inocente, mas tudo bem, afinal foi publicado no jornal que estamos trabalhando.
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Primeiramente: não revelei o nome do colega preso e do Titular afastado , muito embora a Corregedoria Geral tenha divulgado maiores detalhes que foram publicados em O ESTADO.
Se o Delegado foi vendido pelos tiras de plantão, não me cabe culpar esses policiais pela desgraça do colega.
Pois, conforme você afirma, quem destruiu a vida do colega JOÃO PAULO foram os despreparados, desqualificados e enganadores DELEGADOS BANDEIRANTES DA CORREGEDORIA DA POLÍCIA BANDEIRANTE.
Ou seja: aqueles que prenderam o colega para justificar a corrupção há anos instalada na Corregedoria Geral.
Também o Excelentíssimo Delegado Geral que, de pronto, publicou o afastamento do colega.
E de fato , a nossa carreira está repleta de desqualificados que se limpam com a desgraça de um inocente, mas não é o meu caso.
Agora, diante da carinhosa menção ao doutor João Paulo, ficou explicado o motivo da prisão em flagrante, muitas horas depois da consumação da concussão: o nosso colega É BAIANO.
É BAIANO , SEM DINHEIRO NO BOLSO E SEM PARENTES IMPORTANTES.
Finalizo observando o seguinte: a EXCELENTÍSSIMA CORREGEDORA GERAL, na esteira do afastamento do Titular do Distrito da Sé, deve representar pelo afastamento e pela prisão das seguintes autoridades – em face da omissão penalmente relevante – O SECCIONAL CENTRO, O EX-SECCIONAL CENTRO, O DIRETOR DO DECAP, O DIRETOR DO DEIC E, TAMBÉM, DOS EX-CORREGEDORES GERAIS.
Depois é só verificar o patrimônio deles para constatação de enriquecimento incompatível…
Ela poderá encontrar muito dinheiro tomado de sacoleiros, comerciantes e contrabandistas.
Quanto ao que falam de mim foi escrito nos jornais : LADRÃO, MACONHEIRO…
So não me chamaram publicamente de “BICHA”!
De resto, em linhas gerais, você disse o seguinte: DELEGADO DE POLÍCIA NÃO É PROFISSÃO PARA GENTE DE BEM.
É carreira para malfeitores…
Como eu.
O SIPESP ACUSA O “GOVERNO BANDEIRANTE” DE ATENTADO CONTRA A EXISTÊNCIA DOS SINDICATOS DOS POLICIAIS CIVIS DE SÃO PAULO 10
SITE> http://www.sipesp.org.br/index1b.html
02/06/2009
Caros Colegas!
O SIPESP sempre procura o diálogo, antes de qualquer tomada de posição mais radical. Assim foi durante a greve passada, em que nenhum momento juntamente com os verdadeiros policiais, fraquejamos ou desistimos da paralisação. Agora mais uma vez estamos tentando retomar as negociações, das reivindicações que foram prometidas pelos deputados, principalmente o atual presidente da Assembléia Legislativa, Barros Munhoz (PSDB) e pelo atual líder do Governo, Vaz de Lima (PSDB). Infelizmente ao que parece, alguns deputados não tem memória e se as tem ignoram que houve de parte a parte um acordo para que as negociações fossem retomadas a partir de março de 2009.
Pois bem, estamos no meio do ano, nada foi feito. As migalhas que nos deram, foi uma trapaça, pois, tudo ou quase tudo foi modificado. Exemplo? A Lei nº1. 062. E o desconto do ALE?
Vamos recomeçar com as reuniões, vamos novamente erguer nossa bandeira pela DIGNIDADE. Se o Inquilino do Morumbi acredita que até 31/12/2009 ele irá nos calar com o engodo em que entramos, mais uma vez se enganou.
Senhores deputados da base do governo, hoje o SIPESP está presente em todo o Estado, com seus valorosos e dignos Delegados Sindicais, eles serão o porta voz do que cada um dos senhores tem dificultado para que o nosso Estado tenha uma polícia realmente voltada para a população.
Temos hoje um governo ditatorial, que proibiu uma entidade de se envolver em qualquer manifestação salarial, sob pena de suspender dos holerites, a cobrança da mensalidade e outros descontos, o que levaria a entidade à falência em pouco tempo. Este é o mandatário que mora no Morumbi.
O atual governador é contrário à dignidade da família policial brasileira. Ele apenas (só pensa naquilo…) está preocupado com a eleição para presidente e não com o salário digno dos policiais e ao bem estar da população do Estado.
OBS.: Excetuando o nosso secretário de Segurança Pública e o nosso Delegado Geral nada mudou no famigerado governo do PSDB, há 14 anos no poder e nestes anos desmantelando a nossa polícia.
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Com efeito, a razão da existência de um Sindicato de trabalhadores , antes de tudo, é a luta salarial.
Impedir ou dificultar as atividades sindicais – mediante ameça de suspender da folha de pagamento os descontos autorizados pelo trabalhador sindicalizado – é ato típico de ditaduras. Um atentado contra a Constituição da República, atentado contra a dignidade do funcionário público.
O REMÉDIO LEGAL E JUSTO: “GREVE”.
CONDUTA TÍPICA DO TÍPICO “DELEGADO BANDEIRANTE DA POLÍCIA BANDEIRANTE” 6
Delegado e dois agentes são presos em SP suspeitos de corrupção
Prisões foram feitas pela Corregedoria da Polícia Civil na segunda (1º).
Policiais são suspeitos de tentar extorquir sacoleiros.
Da Agência Estado
Um delegado e dois agentes foram presos na segunda-feira (1º) pela Corregedoria da Polícia Civil de São Paulo suspeitos de exigir R$ 5 mil e metade dos cerca de cem aparelhos de DVD e câmeras que sacoleiros transportavam do Paraguai.
Vítimas de achaque, dois sacoleiros foram levados pela Corregedoria à Polícia Federal onde foram presos por contrabando.
A prisão dos policiais levou ainda ao afastamento de um delegado de São Paulo, que teria falhado ao fiscalizar os subordinados.
O suposto achaque começou quando dois sacoleiros e um amigo deles foram detidos no Terminal Rodoviário do Tietê, na Zona Norte.
Eles foram levados à delegacia, mas um deles acabou solto para conseguir o dinheiro supostamente exigido pelos policiais.
Em vez disso, a vítima procurou a Corregedoria.
Os corregedores foram até a delegacia, mas não acharam ninguém.
O delegado plantonista não havia feito boletim ou auto de apreensão da mercadoria, mas em sua sala foi achada uma das sacolas das vítimas.
Os corregedores exigiram que os agentes voltassem com as vítimas.
Três horas depois, os dois policiais apareceram com as vítimas e a mercadoria.
Os policiais foram presos suspeitos de extorsão.
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NÃO POSSO CHAMAR A AUTORIDADE DE “DELEGADO DE MERDA”, POIS “DE MERDA” SOMOS NÓS QUE NÃO ROUBAMOS SACOLEIROS.
MAS O “DELEGADO BANDEIRANTE” PODERÁ ALEGAR EM SUA DEFESA SEGUIR UMA ROTINA ESTABELECIDA HIERARQUICAMENTE .
COSTUME ANTIGO, ALIÁS!