COMO IDENTIFICAR UMA AUTORIDADE LEGAL E POLITICAMENTE ANALFABETA…OU INIMIGO DISSIMULADO DA POLÍCIA CIVIL 15

policia_cientificaBasta ouvir algo assim:  “ação conjunta das policias civil, militar e polícia científica”  ou “aumento para as polícias civil, militar e  polícia científica“.

PERITO CRIMINAL E LEGISTA  não age de ofício, apenas quando requisitados seus trabalhos ( 99  % , requisição de Delegado de Polícia ).

Perito Criminal não é detentor de poder de polícia,  aliás, cabendo ao Delegado , detentor do poder de polícia,   comparecer ao local de crime e deliberar sobre a necessidade ou não de exame ; aliás, preservando-lhe ou determinando a imediata liberação – não  por  vontade pessoal –  conforme o melhor interesse público.  

A Superintendência da Polícia Científica é orgão composto por policiais civis,  funcional e  disciplinarmente  subordinados  aos Delegados de Polícia ,   subordinação por mandamento constitucional,  processual e administrativo. Delegados de Polícia que,  como dirigentes da Polícia Civil, são as autoridades detendoras de poderes correcionais ;  dotados da competência legal para aplicação das penas  disciplinares aos peritos criminais em geral, salvo a penalidade demissória.

                                                                      CONSTITUIÇÃO ESTADUAL

CAPÍTULO III
Da Segurança Pública
SEÇÃO I
Disposições Gerais
Artigo 139 – A Segurança Pública, dever do Estado, direito e responsabilidade de todos,
é exercida para a preservação da ordem pública e incolumidade das pessoas e do
patrimônio.
§ 1º- O Estado manterá  a Segurança Pública por meio de sua polícia, subordinada ao Governador do Estado.
§ 2º- A polícia do Estado será  integrada pela Policia Civil, Polícia Militar e Corpo de Bombeiros.
§ 3º- A Polícia Militar, integrada pelo Corpo de Bombeiros é força auxiliar, reserva do Exército.
SEÇÃO II
Da Polícia Civil
Artigo 140 A Polícia Civil, órgão permanente, dirigida por delegados de polícia de
carreira, bacharéis em Direito, incumbem, ressalvada a competência da União, as funções de polícia judiciária e a apuração de infrações penais, exceto as militares.
§ 1º- O Delegado Geral da Polícia Civil, integrante da última classe da carreira, será
nomeado pelo Governador do Estado e deverá  fazer declaração pública de bens no ato da posse e da sua exoneração.
§ 2º- Aos integrantes da carreira de delegado de polícia fica assegurada, nos termos do disposto no art. 241 da Constituição Federal, isonomia de vencimentos. ( nota : redação  suprimida do art. 241 )
§ 3º – A remoção de integrante da carreira de delegado de polícia somente poderá
ocorrer mediante pedido do interessado ou manifestação favorável do Colegiado
Superior da Polícia Civil, nos termos da lei.
§ 4º- Lei orgânica e estatuto disciplinarão a organização, o funcionamento, os direitos, deveres, vantagens e regime de trabalho da Polícia  Civil e de seus integrantes, servidores especiais, assegurado na estruturação das carreiras o mesmo tratamento dispensado, para efeito de escalonamento e promoção, aos delegados de polícia, respeitadas as leis federais concernentes.

§ 5º Lei específica definirá a organização, funcionamento e atribuições da Superintendência da Polícia Técnico-Cientifíca, que será  dirigida, alternadamente, por perito criminal e médico legista, sendo integrada pelos seguintes órgãos:
1- Instituto de Criminalística; 

2- Instituto Médico Legal.

Nota: a Superintendência é um órgão policial civil,  em linhas gerais, o mesmo  ex- Departamento Estadual de Polícia Científica – DEPC , o qual foi extinto por razões mais políticas do que científicas;  passando a ser dirigido – vitaliciamente –  por PERITO CRIMINAL.

POIS NUNCA CUMPRIU-SE  A CONSTITUIÇÃO ALTERNANDO-SE A DIREÇÃO ENTRE AQUELES E OS  MÉDICOS LEGISTAS.

                                                           _________________________________

Como se vê – claramente –  o Estado de São Paulo possui duas corporações policiais: a Polícia Civil e a Polícia Militar.

Trata-se de uma disposição geral obediente à Constituição Federal; esta ordena que os Estados mantenham duas forças de segurança pública: Civil e Militar. Peritos Criminais e Médicos Legistas são policiais civis, com direito a identidade funcional de policial e porte de arma também funcional. 

Prestam concurso e fazem curso na Academia da Polícia Civil,  na qual poderão ser  futuros mestres.

Só perdem o cargo depois de processo administrativo legalmente presidido por Delegado de  Polícia, que, ao final ,  se manifesta pela absolvição ou penalidade que entender mais justa. 

Subsequentemente o Conselho da Polícia votará parecer ( de viés  político interno;  de duvidosa necessidade e legalidade , em relação a todos os policiais ) que poderá ser aceito ou não pelo Delegado Geral.

Se a penalidade proposta pelo Delegado Geral  for demissória seguirá ao Secretário de Segurança; este –  depois de parecer jurídico de Procurador do Estado – publicará a decisão : seja simples repreensão, seja a infamante demissão “a bem do serviço” ( será que há  demissão para malefício do  serviço ).

Delegados de Polícia –  como dirigentes da Polícia Civil – são demitidos por Decreto do Governador do Estado.

As demais punições, para os Delegados,  são impostas sigilosamente, com a finalidade de que não sofram rotineiros ataques à dignidade funcional, muitas vezes por faltas , injustas, desproporcionais, que em nada  desabonam a íntegridade moral e qualificação profissional. Aliás, as penalidades menos graves deveriam ser sigilosas para todos os funcionários públicos. A publicidade não possui quaisquer efeitos benéficos: salvo  objurgar, injuriar o funcionário. 

Enfim,  A POLÍCIA CIENTÍFICA NÃO EXISTE… 

Existe a Superintendência da Polícia Técnico-Cientifíca da Polícia Civil do Estado de São Paulo.

Aquela expressão é pejorativa;  empregada por IGNORANTES OU  INIMIGOS DA POLÍCIA CIVIL.

Atentendo à máxima: DIVIDIR PARA ANIQUILAR.

AS REVOLTAS NAS COMUNIDADES CARENTES: POPULAÇÃO MANOBRADA POR TRAFICANTES OU CANSADA DAS MANOBRAS CRIMINOSAS DOS NOSSOS POLÍTICOS ? 5

02/09/2009 – 07h40

Moradores da região de Heliópolis acusam policiais de agressão após protestos

da Folha Online

Três moradores da favela de Heliópolis afirmaram terem sido agredidos por policiais militares durante o protesto realizado na noite de terça-feira (1º) na favela, na zona sul de São Paulo, segundo informações da Polícia Civil. A manifestação aconteceu contra a morte de uma estudante de 17 anos, atingida por uma bala perdida durante uma perseguição policial na região, na noite desta segunda (31)

Segundo o delegado José Benedito Lorena, do 95º DP (Cohab Heliópolis), os três moradores estavam entre os 21 detidos durante os protestos. Todos passaram por averiguação e foram liberados. Já os moradores que afirmaram terem sido vitimas de agressão também passaram por exame de corpo de delito no IML (Instituto Médico Legal).

O delegado ainda afirmou que apesar de terem sido liberados, todos devem passar por averiguação, e destacou que as acusações de agressão contra policiais também serão investigadas.

O protesto teve inicio por volta das 19h de ontem. Durante a ação, o grupo queimou três ônibus e dois carros, além de bloquear alguns acessos à favela, como a avenida Almirante Delamare, a estrada das Lágrimas, na rua do Grito e na rua Cônego Xavier.

Convocação

O capitão Mauricio de Araujo, da Polícia Militar, afirmou na manhã de hoje, que os manifestantes foram convocados para participar dos protestos por bilhetes escritos a mão, que prometia a entrega de uma cesta básica para quem participasse.

Segundo o capitão, os responsáveis pela convocação ainda não tinham sido identificados até a manhã de hoje.

  Andre Penner/AP  
Polícia entra em confronto com moradores da favela de Heliópolis, em SP, durante protesto contra morte de jovem
Polícia entra em confronto com moradores da favela de Heliópolis, em SP, durante protesto contra morte de jovem

Tiroteio

A garota voltava da escola pela estrada das Lágrimas, em Heliópolis, zona sul de São Paulo, na noite desta segunda-feira, quando foi atingida por um tiro no pescoço durante troca de tiros entre guardas civis de São Caetano do Sul (Grande São Paulo) e os suspeitos de roubar o Ford Ka. O corpo da jovem é velado na noite desta terça-feira em uma capela na região.

Ela foi socorrida e encaminhada para um hospital da região, mas não resistiu aos ferimentos e morreu. A jovem morava com a mãe e uma filha de um ano e oito meses.

Durante a perseguição –que começou em São Caetano do Sul– os suspeitos entraram com o carro roubado na favela de Heliópolis, quando os guardas civis atiraram no pneu do carro. O motorista perdeu o controle do veículo e bateu em um Corsa que trafegava pela via.
Ao descerem do carro, os suspeitos trocaram tiros com os guardas e uma bala –ainda não se sabe de qual arma– atingiu a adolescente no pescoço.

Uma mulher que estava no banco de trás do carro foi presa por suspeita de envolvimento no roubo. Ela afirmou à polícia que era vítima de um sequestro, mas a dona do Ka roubado afirmou que a suspeita estava com o homem que levou seu carro. Ela não tinha passagem anterior pela polícia, segundo o boletim de ocorrência. O homem que dirigia o Ford Ka conseguiu fugir. A polícia investiga ainda o envolvimento de uma terceira pessoa.

Os guardas civis que participaram do tiroteio foram afastados da Guarda Civil de São Caetano do Sul até o término das investigações. A decisão foi anunciada pelo secretário municipal de Segurança de São Caetano do Sul, Moacir Rodrigues.

NEO-REPUBLICANISMO DO PARTIDÃO EXPROPRIA VALORES DA BURGUESIA REACIONÁRIA 11

Criminalidade em alta

Mais um secretário de Serra tem a casa assaltada em SP

Publicada em 01/09/2009 às 17h13m

O Globo

SÃO PAULO – No momento em que o estado de São Paulo registra aumento no número de roubos , mais um secretário do governador José Serra teve a casa assaltada. Na última quarta-feira, três homens armados invadiram a residência do secretário estadual de Saúde, Luiz Roberto Barradas Barata, no alto de Pinheiros, mesmo bairro onde mora o governador, na zona oeste da capital. O roubo aconteceu dois dias antes do assalto à casa do secretário de Emprego e Relações do Trabalho, Guilherme Afif Domingos.

Os bandidos agiram de forma muito parecida. De acordo com a Secretaria de Segurança Pública, eles chegaram na casa de Barata por volta das 13 horas. Os homens simularam a entrega de um material e dominaram duas empregadas. Depois, fugiram com dois laptops, uma câmara de vídeo, R$ 300 em dinheiro, além de uma quantia não especificada de dólares e euros. O caso foi registrado no 14º Distrito Policial.

Na última sexta-feira, a residência de Guilherme Afif Domingos, secretário de Emprego e Relações do Trabalho, foi invadida por cinco bandidos. O empresário, a mulher e o filho estavam na casa, junto com os empregados. Ninguém ficou ferido. Os bandidos ficaram pelo menos 30 minutos no local e fugiram levando 3 mil euros, joias, relógios e celulares. Todos usavam máscaras cirúrgicas.

Segundo a Secretaria de Segurança Pública, os assaltantes chegaram à residência, no Jardim Paulistano, zona oeste de São Paulo, por volta das 8h30m. Um dos bandidos tocou a campanhia se fazendo de entregador. A empregada abriu a porta e o homem anunciou o assalto. Os outros bandidos entraram logo em seguida. Um deles chegou a dizer que era da Polícia Federal.

Afif, que estava fazendo uma massagem terapêutica no andar superior da casa, foi surpreendido por um dos assaltantes. Segundo o secretário de Estado, os bandidos estavam à procura de um cofre. Afif levou o homem até o seu quarto, onde estava o dinheiro e as joias. A mulher do empresário e um filho de 35 anos também ficaram sob a mira de revólveres. Os ladrões sabiam de detalhes da vida da família, inclusive o endereço da outra filha do empresário.

De acordo com a Secretaria de Segurança Pública, os empregados foram rendidos e levados para um cômodo da casa. Um vigilante que trabalha na rua percebeu que o portão da casa estava aberto e foi até o local. Ele tocou a campanhia e foi recebido por três homens, que disseram que estavam fazendo um serviço na casa. Segundo testemunhas, os bandidos fugiram em um carro Fiesta logo em seguida.

No domingo, a mansão do deputado estadual Antonio Salim Curiati (PP), no Jardim Europa, também foi invadida por assaltantes. Houve troca de tiros e duas pessoas ficaram feridas, entre elas uma neta do deputado. Desesperada, a neta de Curiati se jogou do segundo andar da mansão e acabou ferindo a perna. Para fugir, os ladrões roubaram dois carros. O bando fugiu com joias e dinheiro. No tiroteio, um criminoso teria sido baleado, mas ninguém foi preso.

Salim Curiati já foi prefeito de São Paulo entre 1982 e 1983. De acordo com a polícia, por volta das 23h, pelo menos quatro homens armados e encapuzados chegaram à mansão de Curiati, na Rua Turquia, de carro. Segundo testemunhas, os criminosos conseguiram entrar na residência pela garagem, pois tinham o controle remoto do portão, que permaneceria apenas 15 segundos aberto antes de fechar novamente.

Pelo menos outros dois veículos, entre eles, um furgão Fiat Ducato branco e um Pálio Weekend, ficaram rondando as ruas próximas da mansão com radiocomunicadores, para entrar em contato com os comparsas caso a polícia aparecesse. O bando rendeu primeiro uma arrumadeira, a cozinheira e o neto do deputado. Em seguida, foram feitos reféns a neta do deputado, de 22 anos, e o namorado dela.

Nesta segunda-feira, o governo paulista anunciou aumento no número de roubos e assaltos no estado. No primeiro semestre do ano passado foram registrados mais de 113 mil casos de roubos e assaltos no estado. Nos primeiros seis meses deste ano foram mais de 134 mil. O maior aumento foi no interior do estado: 33 mil casos em 2008 e 43 mil este ano.

O balanço da SSP mostra ainda que os furtos também avançaram em relação ao ano passado. No primeiro semestre de 2008 foram registrados mais de 262 mil furtos em todo o estado. Esse ano foram 265 mil e nesses números não estão registrados os casos que envolvem veículos.

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Redistribuição de renda compulsória.

MINISTRO MENEZES DIREITO PARTIU EM “VIAGEM”…SEM ATENDIMENTO ESPECIAL E CHECK-IN COM ASSENTO NO UPDECK 3

Práticas vedadas

Menezes Direito, ministro do STF, é acusado de ter pedido privilégios em aeroporto no Rio

Publicada em 30/04/2009 às 23h38m

O Globo 

BRASÍLIA – Ex-integrante do Superior Tribunal de Justiça (STJ), o ministro Carlos Alberto Menezes Direito, atualmente no Supremo Tribunal Federal (STF), teria usado o antigo cargo para garantir privilégios a amigos e parentes no Aeroporto Tom Jobim, no Rio. Documentos publicados pela revista “IstoÉ” mostram que funcionários graduados da Polícia Federal, da Receita e da Infraero foram acionados para oferecer tratamento vip a passageiros ligados ao ministro. Segundo a reportagem, parentes do ministro Luiz Fux, do STJ, também teriam sido beneficiados. As práticas são vedadas pelo regimento do tribunal.

De fevereiro a dezembro de 2008, a representação do STJ no Rio emitiu 12 ofícios cobrando tratamento diferenciado para passageiros ligados a Direito, que foi empossado no STF em setembro de 2007. Entre os beneficiados, estariam dois filhos dele, Carlos Gustavo e Luciana, e a nora, Theresa. Os documentos pedem “atendimento especial” e acesso a salas vip e áreas restritas do aeroporto. Todos são assinados por Wagner Cristiano Moretzsohn, então chefe da representação do STJ no Rio. Ele que foi afastado no início do ano, após ser alvo de sindicância interna no tribunal.

O auxílio se presta nos aeroportos sem nenhuma conotação de privilégio


Segundo a “IstoÉ”, a chefe da comunicação social da Receita, Valéria Barbosa, disse que a lei não prevê qualquer atendimento especial a autoridades, parentes ou amigos.

Os pedidos para a família de Direito não se limitaram aos órgãos federais. A revista relata que, em dezembro de 2008, o STJ pediu à Air France “atendimento especial e check-in com assento no updeck” num voo para Paris. Os passageiros eram Carlos Gustavo, filho do ministro, e a juíza Daniella Alvarez Prado. O “updeck” corresponde à primeira classe, no andar superior do Boeing 747 da empresa. A passagem de primeira classe Rio-Paris-Rio custa hoje R$ 19.600. O bilhete mais barato, na classe econômica, vale R$ 3.800. Direito é relator, no STF, de três processos que envolvem a Air France.

Os ofícios referentes ao ministro Fux reivindicam privilégios para a filha dele, Mariana, e uma amiga dela, a juíza Débora Blaishman. Para Débora, o STJ pediu “special service” e “upgrade” (mudança de classe) num voo da American Airlines para Miami. O ministro disse à revista que as regalias não foram coisa específica dele.

Direito não se manifestou. O presidente do STF, Gilmar Mendes, defendeu o colega. Disse que as regalias obedeceriam, entre outros motivos, à necessidade de garantir segurança aos magistrados:

– O auxílio se presta nos aeroportos sem nenhuma conotação de privilégio.

O FLIT PRESTA TOTAL SOLIDARIEDADE AO COLEGA RUI DIOGO DA SILVA…CUNHADO BOM É CUNHADO */-+/* 11

Delegado dá dois tiros em cunhado em briga

Policial afirmou que vítima colocou mão sob blusa, parecendo que levava uma arma

JOSMAR JOZINO, josmar.jozino@grupoestado.com.br

A Corregedoria da Polícia Civil vai instaurar inquérito para apurar as circunstâncias em que o delegado Rui Diogo da Silva, de 44 anos, do Setor de Investigações Gerais (SIG) da 4ª Seccional (Norte), deu dois tiros de pistola 45 no cunhado W.G.G., de 38 anos. A vítima foi internada no Hospital Nossa Senhora da Penha, na zona leste da capital. O policial é investigado por tentativa de homicídio. 

O episódio aconteceu às 14 horas do dia 23, na casa da família, no Jardim Penha. O delegado contou na corregedoria que após discutir com o cunhado, um servidor público, percebeu que W.W.G. colocou as mãos sob a roupa e pensou que ele estivesse armado. Por isso efetuou os disparos.

A irmã do delegado, uma advogada de 41 anos, usou o próprio carro para levar o marido ao hospital. Segundo a corregedoria, Silva não ficou preso porque se apresentou espontaneamente no 24º DP (Ermelino Matarazzo) e não dificultou as investigações.

O caso foi registrado pelo delegado Luiz Eduardo Luz Camargo, da Divisão de Crimes Funcionais da Corregedoria. A arma de Silva foi apreendida e encaminhada ao Instituto de Criminalística (IC) para ser periciada.

De acordo com a corregedoria, Silva ainda está na condição de averiguado, mas poderá ser preso, caso fique comprovado que ele tentou matar o cunhado. A Secretaria da Segurança Pública (SSP) não soube informar se o delegado pode ser afastado de suas funções.

A reportagem do JT entrou em contato, ontem à noite, por telefone, com o delegado Silva. Porém, o policial não quis se manifestar sobre o caso.

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APOSTO QUE O VALENTE  PARASITA FALOU : “TU SÓ SE GARANTE NA ARMA”! EXPRESSÃO ROTINEIRA DE CUNHADINHOS VAGABUNDOS E PARASITAS…

MAS QUE NÃO DIZEM PARA ASSALTANTES OU PARA A MALANDRAGEM EM GERAL.

CONTUDO O COLEGA NECESSITA CONSULTAR UM OFTALMOLOGISTA…

COM 44 ANOS A GENTE  DEVE TROCAR DE LENTES SEMESTRALMENTE.

PARABÉNS AOS POLICIAIS DA 5ª SECCIONAL PELA APREENSÃO DE 260 kg DE COCAÍNA…UMA APREENSÃO QUE VALE POR 1000 FLAGRANTES DE TRÁFICO 7

Polícia acha 260 kg de cocaína

Traficantes foram presos e 4 veículos apreendidos, entre eles um carro de luxo com fundo falso 

Três traficantes foram presos com cerca de 260 kg de pasta de cocaína no fim de semana na zona sul da capital e na cidade de Cotia, na Grande São Paulo. Quatro veículos, entre eles um caminhão baú e um carro de luxo com fundo falso para transporte da droga, foram apreendidos.

De acordo com o delegado Ítalo Zaccaro Neto, do Centro de Inteligência Policial (CIP) da 5ª Delegacia Seccional (Leste), os traficantes abasteciam pontos-de-venda de drogas nos bairros no extremo das zonas leste e sul da capital.

As investigações começaram há cerca de três meses com o monitoramento de dois traficantes identificados pelos apelidos de Jarrão e Cadillac. “Os dois foram presos no mês passado pelo Denarc (Departamento de Investigação sobre Narcóticos). Continuamos as investigações e acabamos prendendo os criminosos que abasteciam esses traficantes”, disse Zaccaro Neto.

Na sexta-feira à noite, no cruzamento da Avenida Diederichsen com a Rua Itatiaia, na Vila Guarani, zona sul, policiais flagraram a entrega de 34 kg de pasta de cocaína. Três suspeitos foram presos. O restante da droga foi encontrado dentro de uma casa em um condomínio em Cotia.

O DOUTOR PINTO DEVERÁ EXPLICAR O PORQUÊ DE A CORREGEDORIA GERAL DA POLÍCIA MILITAR NÃO TER SIDO TRANSFERIDA PARA O SEU GABINETE 9

Diário Oficial Poder Legislativo
sexta-feira, 28 de agosto de 2009
http://diariooficial.imprensaoficial.com.br/nav_v4/index.asp?c=12&e=20090828&p=1

REQUERIMENTO DE INFORMAÇÃO
Nº 197, DE 2009

Nos termos do artigo 20, inciso XVI da Constituição do
Estado de São Paulo, combinado com o artigo 166 da XIII
Consolidação do Regimento Interno, requeiro seja oficiado ao
Senhor Antonio Ferreira Pinto, Secretário da Segurança Pública,
para que preste as seguintes informações a respeito das Corregedorias
das Policias Civil e Militar:

1. O Decreto Nº 54.710, de 25 de agosto de 2009, transferiu
para o Gabinete do Secretário da Segurança Pública, a
Corregedoria Geral da Polícia Civil – CORREGEDORIA. Qual a
razão da Corregedoria Geral da Polícia Militar também não ter
sido transferida para o Gabinete do Secretário da Segurança
Pública?

2. Quantos policiais civis estão lotados e em exercício na
Corregedoria da Polícia Civil? Solicitamos que nos seja informado
o número de policiais separados por carreira policial.

3. Quantas viaturas policiais a Corregedoria Geral da
Polícia Civil possui para o desempenho de suas atribuições?
Solicitamos nos sejam informados a quantidade, a marca, o tipo
e o ano das viaturas.

4. Quantos policiais militares estão lotados e em exercício
na Corregedoria da Polícia Militar? Solicitamos que nos seja
informado o número de policiais militares separados por posto
ou graduação.

5. Quantas viaturas policiais a Corregedoria Geral da
Polícia Militar possui para o desempenho de suas atribuições?
Solicitamos nos sejam informados a quantidade, a marca, o tipo
e o ano das viaturas.

JUSTIFICATIVA
O Decreto Nº 54.710, de 25 de agosto de 2009, transferiu
para o Gabinete do Secretário da Segurança Pública a Corregedoria
Geral da Polícia Civil – CORREGEDORIA, porém, a Corregedoria
Geral da Polícia Militar continua subordinada ao Comando
da Polícia Militar. Sabemos que as apurações realizadas pela
Corregedoria Geral da Polícia Militar deixam muito a desejar,
e, portanto, é incompreensível que só a Corregedoria Geral da
Polícia Civil tenha sido transferida para o Gabinete do Secretário
da Segurança Pública. É necessário que o Senhor Secretário
da Segurança Pública esclareça os motivos pelos quais a Corregedoria
Geral da Polícia Militar não foi transferida para o seu
Gabinete. Essa é a justificativa do presente requerimento.
Sala das Sessões, em 26-8-2009.a) Deputado Rui Falcão.

________________________________________

EU EXPLICO: É QUE A CORREGEDORIA DA POLÍCIA MILITAR SEMPRE FOI A POLÍCIA CIVIL.

E PROVO DOCUMENTALMENTE.

A CORREGEDORIA DA POLÍCIA CIVIL INDICIOU OS DELEGADOS IRANI GUEDES E PEDRO LUIZ PÓRRIO…SUSPEITOS DE ACHAQUES CONTRA MEMBROS DA QUADRILHA DO TRAFICANTE “ABADIA” 1

12 policiais indiciados por achaques

Corregedoria da Polícia Civil acusa também 3 informantes de extorquirem dinheiro de megatraficante

Marcelo Godoy

A Corregedoria da Polícia Civil indiciou mais 12 policiais e três informantes por causa dos achaques contra integrantes da quadrilha do traficante colombiano Juan Carlos Ramirez Abadía. Entre os indiciados estão dois delegados: Irani Guedes e Pedro Luiz Pórrio. Ambos, que trabalhavam no Departamento Estadual de Investigações sobre Narcóticos (Denarc) quando os achaques e sequestros ocorreram, alegam inocência. Com os novos indiciamentos, já são 21 os acusados pelos achaques contra o grupo de Abadía – outros dois policiais também serão indiciados.

Líder do cartel do Norte do Vale, Abadía foi preso por policiais federais em São Paulo, em agosto de 2007. Um ano depois, após ser condenado a 30 anos de prisão no Brasil por lavagem de dinheiro, Abadía foi extraditado para os Estados Unidos, onde é acusado de homicídios e tráfico de drogas. Antes de embarcar, o colombiano gravou um depoimento detalhando as extorsões. Disse que para acabar com o tráfico em São Paulo bastava fechar o Denarc.

Há dois meses, a corregedoria indiciou a primeira leva de policiais acusados. Na manhã de ontem foi a vez do delegado Guedes. Ele é acusado de envolvimento no sequestro de Henry Edval Lagos, o Patcho, um traficante colombiano que foi solto depois do pagamento de resgate de US$ 280 mil. Além do delegado, nesse caso, também foram indiciados outros quatro investigadores do Denarc e um de Diadema, além de três informantes. A ideia do achaque teria surgido quando o investigador Pedro Paulo Rodrigues Oliveira, que trabalhava em Diadema, soube que Patcho participava de corridas no Kartódromo de Aldeia da Serra, em Barueri, na Grande São Paulo.

Patcho era um dos responsáveis por movimentar a fortuna de Abadía no Brasil e na Colômbia. Segundo promotores e delegados, Oliveira começou a investigar o traficante com o objetivo de recolher informações para as extorsões. Em maio de 2006, o investigador contou o que sabia para dois colegas. Eles teriam decidido sequestrar o traficante. Mas como eram poucos para fazer o achaque, Oliveira teria decidido pedir ajuda a um colega do Denarc. Foi então que, segundo os corregedores, entrou na história o investigador Francisco Carlos Vintecinco.

Ocorre, de acordo com a investigação, que os policiais do Denarc “traíram” seus colegas, passando-os para trás. Os homens do Denarc sequestraram Patcho e o levaram até a sede da empresa La Bella, em Indianópolis, na zona sul de São Paulo. Os policiais saberiam que a empresa pertencia “ao bando de Abadía”. O valor do resgate foi negociado por meio do aparelho de telefone do vigia da empresa. Abadía entregou o dinheiro a seu amigo, o empresário Daniel Braz Maróstica, para que ele levasse aos policiais.

Assustado com a virulência e o apetite dos policiais, Patcho deixou o Brasil logo em seguida. Os corregedores indiciaram o policial de Diadema, cinco do Denarc e três informantes neste caso. Outros dois policiais do departamento devem ser indiciados nesta semana.

Pouco depois, os policiais teriam exigido que o bando de Abadía lhes entregasse uma picape Toyota. Para transferir o carro para a pessoa que os delegados queriam, os quatro policiais do Denarc supostamente envolvidos nesse achaque teriam contado com a ajuda de dois investigadores do Departamento Estadual de Trânsito (Detran). Os seis foram formalmente acusados pelos corregedores. Foi neste caso que o delegado Pórrio foi indiciado – em outro caso, o delegado Pórrio e um investigador obtiveram habeas corpus no Tribunal de Justiça contra o indiciamento. Além dos acusados no caso Abadía, a corregedoria indiciou cinco policiais do Denarc por causa do achaque em 2008 contra o traficante colombiano Manuel Yepes Penágos, conhecido como El Negro.

Não estamos em Sparta. Lugar de militar é no quartel.Portanto, atribuir a um sujeito uma presunção de criminalidade simplesmente por não gostar nem de ver pela frente policiais ou qualquer agente estatal é algo inadmissível, que eu não esperaria nem de um militar. 7

Enviado por CAETANO ( candidato a policial )   em 01/09/2009 às 1:14

Capitão (referindo-se ao Capitão Caldeira) , pode ter certeza de que concorto contigo quanto ao problema que é o ataque generalizado às forças estatais – a própria mídia moralista faz isso. Afinal, sou candidato a policial. Também sei que a origem desse problema é superior à alçada da polícia, e talvez nem tanto da educação. Mas o senhor desmascara sua própria doutrina ao dizer:

[Aquele pessoal que “não gosta de Polícia”, bem ilustrado pelo senhor em seu texto, é o mesmo que ouve o “Funk Proibidão”, cujas letras enaltecem o traficante em detrimento dos agentes de segurança pública (PM, Policial Civil, Agente de Segurança Penitenciária, Guardas). Esses são os mesmos que incendeiam ônibus e atiram com arma de fogo na Polícia!
Esses jovens são “massa de manobra” mas mãos dos chefes locais da criminalidade organizada e acredite: prá “ganhar moral” no meio da malandragem, “atacam DP, Base da PM, Bonde da SAP (Administração Penitenciária)”, etc e tal…enfim, são os “simpatizantes da facção”, “lagartos”, “cunhadas”, etc….]

Eu sei eu sei, esses descritos aí existem mesmo. E como vocês os detectam? Memorizam bem os rostos daqueles que cumprimentam as bases da PM, para diferenciar dos que passan ouvindo proibidão? A presunção é de inocência, não se esqueça disso. O senhor falou em um grupo generalizado de “massa de manobra”, como se fala de um partido político, ou uma espécie de oessoa jurídica composta de lagartos e cunhadas sem rosto aos quais se atribui uma acusação genérica de “atacador de bases e agentes Estatais”. Então nós temos o povo do “proibidão” e os jovens íntegros… na verdade é isso mesmo, só que em situações sensíveis nas quais vivem os milhões de jovens da casse D do nosso país, o que separa a vida honesta do crime é algo muito tênue, que a ótica confusa de uma ação militarizada nesses territórios jamais respeita. Pois um jovem que vive numa situação que podemos chamar “de risco” pode, em pouco tempo, passar para a vida de crimes. E o crime não é algo inato, e ao próprio Estado cabe grande parte da responsabilidade pela criminalização do indivíduo – perante à sociedade, do ponto de vista da mídia e da sociedade orientada à classe média, o jovem da favela já nasce com uma presunção de envolvimento criminoso. Pois o Estado só comparece às periferias com a força repressora – é um problema fora da competência polcial, eu sei, mas torna-se também uma rsponsabilidade da polícia quando a ação repressiva, além de excessiva e violenta, afeta toda uma comunidade que não é envolvida com criminosos, e ainda assim as ações não surtem efeito. E também há de se considerar que a própria dimensão do trabalho policial, em território, soldados e número de cidadãos que habitam o território onde age o policiamento, torna a individualização (a separação) entre jovens contraventores e honestos uma tarefa homérica. Estes últimos argumentos podem até defender sua posição quanto a generalização da “massa de manobra”, mas é justamente o que torna a militarização do policiamento algo sem sentido. Se perante à sociedade civil a individualização dos criminosos em meio à uma comunidade carente já é algo quase impossível, imagine a mesma individualização perante uma corporação de doutrina militar (de negação não só dos direitos humanos, individuais e trabalhistas, mas da própria individualidade dos agentes.)
Ou podemos simplificar o debate e apenas perceber que aos civis não cabe o dever de conviver com uma situação ostensivamente militarizada. Não estamos em Sparta. Lugar de militar é no quartel.
Não gostar de polícia é um direito de qualquer cidadão, e que eu respeito, pois a possibilidade de não estar satisfeito com um ramo do serviço público é algo próprio da Democracia. E a revolta contra do Estado e seus agentes não constitui por si só desvio algum, e é natural para quem só vê do Estado as forças repressivas. Portanto, atribuir a um sujeito uma presunção de criminalidade simplesmente por não gostar nem de ver pela frente policiais ou qualquer agente estatal é algo inadmissível, que eu não esperaria nem de um militar.

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CAETANO, Vossa Senhoria  acaba de ser aprovado com grande mérito.

Qualquer Polícia mereceria recebê-lo em seus quadros…

Contudo, muito cuidado,  poderá ser rejeitado POR EXCESSO DE QUALIFICAÇÃO.

NOTA DEZ!

Todo mundo quer ser tira. E todo mundo pensa que é. Carcereiro, ganso, auxiliar de pap, pm, preso de confiança…( Delegado, Promotor, etc. ) 20

Enviado por BB BONZINHO em 01/09/2009 às 1:32

A História é a mãe de todos nós.
Quem não aprende com ela, pena muito.
A História é pura e única, não pode ser adulterada por mãos, mentes e bocas imundas. Sua essência sempre pevalecerá.
Inépta e letárgica…
A história nos conta que há bem poucos anos, um jovem secretário de segurança pública andou flertando com homens fardados.
Homens de uma cultura muito inferior à deste detentor de cargo de confiança da SSP.
Apesar de incultos, sonhavam ser Investigadores de Polícia, ou sonhavam ser mais eficientes que os autênticos tiras paulistas…ou pensavam que eram deuses….apesar de serem contratados pelo Estado para não pensar, apenas obedecer…
Deu no que deu. Presos fugindo com viaturas, presos morrendo durante investigações sem inquérito policial presidido por autoridade policial, presos armados de pistolas 9mm, monoteio no pedágio e mais mortes…
A história nos conta ainda que o desenvolvimento destes fatos, resultou no dia das mães de 2006 com dezenas de caixões cobertos com a bandeira de São Paulo…
Paradoxalmente, todos mortos (incluindo o GRADI), continuam bem mortos e nada aconteceu.
O desvio de função ainda é o mote da pseudo policia judiciaria que grassa por estas paragens.
Todo mundo quer ser tira. E todo mundo pensa que é.
Carcereiro, ganso, auxiliar de pap, pm, preso de confiança…
O secretário, se não preferiar a solução mais honrosa para o imbróglio que ele mesmo criou, ou seja, abandonar o cargo, tem outras duas que acabariam com a inépcia e letargia não só da polícia civil, mas de todo o governo, deixando para a história um passado de feitos gloriosos:
1. Extinguir a PM.
Uma organização que tem apenas dois objetivos sociais e historicamente incompatíveis: Enxugar gelo e gastar horrores com pessoas que só precisam ter concluído o segundo grau(homenagens, festas, reverências) tudo pago com o dinheiro do contribuinte.
2. Extinguir o cargo de investigador de polícia. Já que o Estado gasta uma fotuna formando e especializando pessoas que não vão investigar crime nenhum, visto que vão acabar fazendo expediente, fazendo BO, escoltando presos.
Enquanto isto, tem um carcereiro, ou um agente, ou um nada jurídico, ou sabe-se lá o quê fazendo investigações.
Se a função perdeu a importância e qualquer um é capaz de exercê-la, pra que gastar tempo e dinheiro (do povo) com isto.
Inépcia e Letargia, historicamente, decorrem do fato de não enxergarmos que nossa função é importante. Evitar o crime é impossível e improvável.
O que tem que ser mostrado ao criminoso é a certeza da punidade.

DÊ A SUA OPINIÃO SOBRE UM FUTURO MODELO DE POLÍCIA 5

Enviado por JUSTICEIRO em 31/08/2009 às 22:15

Proponho o seguinte esboço para discussão dos colegas:

1) FEDERALIZAR AS POLÍCIAS

2)TORNÁ-LAS ÚNICAS E CIVIS;

3) INSTITUIR A CARREIRA ÚNICA, UNIVERSITÁRIA, COM CARGOS PARA CHEFES SOMENTE PARA BACHARÉIS EM DIREITO (INVESTIGAÇÃO DE CRIMES) E OUTRAS ESPECIALIDADES ACADÊMICAS CONFORME A ATRIBUIÇÃO ESPECÍFICA DE INVESTIGAÇÃO CRIMINAL (IML, CRIMINALÍSTICA, ETC)

4)ASCENSÃO A ESSES CARGOS, MEDIANTE CONCURSO INTERNO E SEM PROVA ORAL

O que acham?

( prá recordar ) MORTE DO POLICIAL: nós estávamos intensificando o patrulhamento nas imediações da residência dele, sobretudo, nos horários de saída e retorno. A fiscalização era feita por meio da força-tática e de viatura da 1ª Companhia da corporação 24

Comandante diz que policial morto em SV recebia ameaças  (  É O MESMO QUE AGORA DIZ QUE O FUKUHARA TINHA ESCOLTA )

De A Tribuna On-line 

O tenente-coronel Marcelo Prado, comandante do 39º Batalhão da PM de São Vicente, disse que, há cinco meses, o policial Marco Antônio Vieira, de 44 anos, assassinado com 10 tiros na tarde deste sábado, em casa, no Japuí, havia comparecido ao batalhão para ser ouvido a respeito das ameaças que vinha recebendo.

“Ele não tinha identificação e não imaginava quem poderia ser. A corregedoria foi notificada sobre o fato e nós estávamos intensificando o patrulhamento nas imediações da residência dele, sobretudo, nos horários de saída e retorno. A fiscalização era feita por meio da força-tática e de viatura da 1ª Companhia da corporação”, explicou Prado, que acompanhou o velório e o enterro do policial.

“Já temos alguns nomes. Estamos aguardando apenas a complementação pelas provas periciais, através de impressão digital. É um trabalho conjunto com a polícia civil e corregedoria da PM”, destacou.

O tenente estima que quatro pessoas estejam envolvidas no assassinato. Segundo ele, as testemunhas que estavam no local viram apenas dois indivíduos, porém a polícia trabalha com a hipótese de terem recebido o apoio de outras duas pessoas em uma motocicleta.

Enterro

O enterro do policial no Cemitério Municipal Memorial Vicentino foi marcado pela tristeza e inconformismo de amigos, familiares e colegas de profissão.

“Ele era uma pessoa muito querida no bairro onde morava. Estava sempre disposto a ajudar quem precisasse, dava a vida pelas pessoas. Ele se foi, mas honrou a sua farda e tinha muito orgulho do trabalho que fazia”, afirmou uma pessoa da família, que preferiu não se identificar.

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Tudo  conversa!

Policial ameaçado só pode contar com o Criador .   

PROSTITUTA DE JUSTIÇA ACOBERTAVA CRIMES PRATICADOS POR POLICIAIS MILITARES DO GRUPO DE APOIO AOS PROMOTORES – GAP 12

Flagrante

Escutas revelam que promotora acobertaria crimes cometidos por policiais militares

Publicada em 29/08/2009 às 19h23m

O GLOBO

Na conversa interceptada em escuta telefônica, o cabo da PM Denílson Custódio de Souza agradece à promotora Beatriz Leal de Oliveira o dinheiro recebido durante visita ao Batalhão Especial Prisional (BEP), em Benfica, onde ele está preso acusado de assassinato. Por 45 dias, a Polícia Civil monitorou as ligações do policial militar, o que revelou o envolvimento da representante do Ministério Público em um esquema para acobertar crimes, entre eles execuções, praticados por PMs, em Cachoeiras de Macacu. O caso está sendo investigado por representantes do Ministério Público e do Tribunal de Justiça (TJ) do Rio. Quem conta é o repórter Sérgio Ramalho, em reportagem do jornal O GLOBO.

Em pouco mais de um mês, o PM e a promotora trocaram 32 telefonemas. Nos diálogos, Beatriz Leal dá orientações jurídicas a Denílson, oferece dinheiro, afirma estar acompanhando no TJ a movimentação do habeas corpus impetrado para solicitar sua libertação, recomenda a troca constante dos celulares para evitar escutas e até faz planos para comemorar o resultado do julgamento do recurso numa churrascaria.

Testemunha de execução foi morta

O envolvimento da promotora na proteção de crimes praticados por PMs, entre eles integrantes do Grupo de Apoio aos Promotores (GAP), foi constatada na investigação da 159 DP (Cachoeiras de Macacu) sobre a morte da testemunha Bruno Barreto Raposo, em janeiro de 2008. Meses antes de ser executado, ele havia apontado em depoimento o PM Delton Belmont Pereira e Heverton Falcão da Rocha como responsáveis pelo assassinato de Leandro Melo da Silva, em fevereiro do ano anterior.

Na ocasião, a promotora opinou em inquérito contra a decretação da prisão dos dois suspeitos, desacreditou o depoimento de Bruno e afirmou que ele não corria qualquer risco para justificar as detenções de Delton e Heverton. Após a morte da testemunha, policiais do GAP que trabalham com Beatriz Leal apresentaram Antônio Peçanha Torres como autor do crime, contrariando a linha de investigação da delegacia local. A versão, contudo, foi classificada de “farsa” e o suposto autor apresentado pelos PMs como “bucha”(bode expiatório) em relatório do promotor Giuliano Sete, que assumiu o caso após Beatriz Leal ter se dado como suspeita.

A iniciativa de se afastar da investigação, no entanto, só foi tomada pela promotora após ter dois procedimentos questionados por juízes da região, que encaminharam ao procurador-geral de Justiça pareceres contrários às decisões de Beatriz Leal. Somado a isso, parentes de vítimas do “grupo de extermínio formado por PMs” – como descreve o relatório da investigação – prestaram depoimentos na corregedoria do MP, acusando a promotora de acobertar crimes praticados pelos policiais.

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GAP – deve ser um grupo de apoio sexual às vagabas do “parquet” Carioca.

Protagonistas de  casos como o  do PM, segurança de um filho de Promotora,  que matou um rapaz na porta de uma danceteria; acabou  rapidamente absolvido.

CORREGEDORIA AFIRMA QUE 90 HOMENS ESTÃO SOB SUSPEITA DE ENVOLVIMENTO COM EMPRESÁRIOS DO RAMO DE JOGOS ELETRÔNICOS 8

A cada dez dias, um cassino caseiro é estourado em São Paulo

Criminosos alugam residências para servir de fachada a bingos clandestinos; polícia fechou 24 casas neste ano

Fernanda Aranda, O Estado de S. Paulo

SÃO PAULO – A máfia do jogo de azar explora um novo filão na cidade de São Paulo. Os criminosos passaram a alugar imóveis residenciais, até mesmo apartamentos, para servir de fachada a bingos clandestinos. Neste ano, em média, um “cassino caseiro” com máquinas caça-níquel, videobingo e apostadores foi estourado pelas polícias Civil e Militar a cada dez dias. Bairros nobres da capital paulista – Lapa, Perdizes, Pinheiros e Itaim-Bibi, nas zonas oeste e sul – aparecem como antro da jogatina doméstica e ilegal, que resiste mesmo após a proibição das casas de apostas em todo o País, em 2004.

Levantamento da 3ª Delegacia Seccional de São Paulo, feito a pedido do Estado, mostra que entre janeiro e o início de agosto foram flagradas 24 residências que funcionavam como bingos nas áreas oeste e sul (veja mapa). O balanço não contempla a operação policial realizada anteontem na Vila Mariana, na zona sul. Um imóvel da Rua Napoleão de Barros abrigava 23 máquinas caça-níquel, com R$ 13 mil “investidos” por apostadores, bebidas e até máquinas reservadas para os clientes preferenciais.

Pelo esquema identificado pelos policiais, são alugadas para este fim casas de pequeno, médio e grande porte. A arquitetura residencial é mantida intacta para despistar. Os endereços que constam nos boletins de ocorrência registrados tratam desde mansões – como a localizada na Avenida Pedroso de Moraes, que espalhou pelos mais de cinco dormitórios 43 computadores de videopôquer – até casebres como o da Rua George Smith, na Lapa, que abrigava só duas máquinas. No mês passado, na região central, fiscais da Subprefeitura da Sé identificaram um bingo até mesmo dentro de um apartamento de 30 metros quadrados, no 1º andar de um prédio.

Somente por meio de denúncias anônimas os policiais conseguem chegar aos locais. No entanto, quase nunca flagram os “cabeças” do jogo. “Precisamos ter certeza absoluta de que no local funciona jogo, caso contrário, se invadirmos podemos ser acusados de abuso de poder”, afirma o delegado seccional, Jorge Carlos Carrasco.

Os frequentadores dos cassinos caseiros são “órfãos” dos bingos tradicionais hoje fechados. As casas agora usadas pelo jogo são administradas por antigos proprietários de bingos, segundo apostadores. Até os funcionários que trabalham nos locais são os mesmos. “Nós somos avisados pelo telefone ou por e-mail quando uma nova casa é aberta”, contou Denise (nome fictício), de 59 anos, frequentadora de todas as fases dos bingos, dos legais ao residenciais. “Éramos cadastrados quando os bingos funcionavam legalmente. Com esse catálogo, hoje somos encontrados”, disse.

A concentração de bingos domésticos em regiões mais favorecidas economicamente é explicada pelo público que frequenta esses serviços. A seleção dos clientes, a maior parte com idade acima de 60 anos, segue critérios parecidos com os utilizados em festas VIPs. É preciso ser convidado ou indicado para participar. Em alguns casos, até senhas são solicitadas.

O bairro de Perdizes lidera o número de cassinos caseiros descobertos neste ano. As seis casas estouradas no local abrigavam, juntas, 236 máquinas caça-níquel. Em uma delas, uma senhora de quase 90 anos fazia apostas e precisou ser encaminhada ao distrito policial para prestar depoimento. Apesar da maior prevalência da terceira idade, jovens também são figuras cativas nesses recintos.

Em seguida, no ranking de regiões de bingos caseiros, aparece o Itaim-Bibi, onde os exploradores do jogo mantinham 105 máquinas em funcionamento.

DISCUSSÃO NACIONAL

Em junho, os deputados federais trouxeram de volta a discussão sobre a legalização dos bingos. Um dos argumentos é que a proibição fomenta o envolvimento do crime organizado na prática. Em São Paulo, algumas investigações apontam o envolvimento de policiais na máfia do jogo, como a descoberta semana passada, em Sorocaba, no interior – dez policiais são suspeitos. No Estado inteiro, conforme já anunciado pela Corregedoria da Polícia Civil, 90 homens da corporação estão sob a mesma acusação.