O FLIT PRESTA TOTAL SOLIDARIEDADE AO COLEGA RUI DIOGO DA SILVA…CUNHADO BOM É CUNHADO */-+/* 11

Delegado dá dois tiros em cunhado em briga

Policial afirmou que vítima colocou mão sob blusa, parecendo que levava uma arma

JOSMAR JOZINO, josmar.jozino@grupoestado.com.br

A Corregedoria da Polícia Civil vai instaurar inquérito para apurar as circunstâncias em que o delegado Rui Diogo da Silva, de 44 anos, do Setor de Investigações Gerais (SIG) da 4ª Seccional (Norte), deu dois tiros de pistola 45 no cunhado W.G.G., de 38 anos. A vítima foi internada no Hospital Nossa Senhora da Penha, na zona leste da capital. O policial é investigado por tentativa de homicídio. 

O episódio aconteceu às 14 horas do dia 23, na casa da família, no Jardim Penha. O delegado contou na corregedoria que após discutir com o cunhado, um servidor público, percebeu que W.W.G. colocou as mãos sob a roupa e pensou que ele estivesse armado. Por isso efetuou os disparos.

A irmã do delegado, uma advogada de 41 anos, usou o próprio carro para levar o marido ao hospital. Segundo a corregedoria, Silva não ficou preso porque se apresentou espontaneamente no 24º DP (Ermelino Matarazzo) e não dificultou as investigações.

O caso foi registrado pelo delegado Luiz Eduardo Luz Camargo, da Divisão de Crimes Funcionais da Corregedoria. A arma de Silva foi apreendida e encaminhada ao Instituto de Criminalística (IC) para ser periciada.

De acordo com a corregedoria, Silva ainda está na condição de averiguado, mas poderá ser preso, caso fique comprovado que ele tentou matar o cunhado. A Secretaria da Segurança Pública (SSP) não soube informar se o delegado pode ser afastado de suas funções.

A reportagem do JT entrou em contato, ontem à noite, por telefone, com o delegado Silva. Porém, o policial não quis se manifestar sobre o caso.

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APOSTO QUE O VALENTE  PARASITA FALOU : “TU SÓ SE GARANTE NA ARMA”! EXPRESSÃO ROTINEIRA DE CUNHADINHOS VAGABUNDOS E PARASITAS…

MAS QUE NÃO DIZEM PARA ASSALTANTES OU PARA A MALANDRAGEM EM GERAL.

CONTUDO O COLEGA NECESSITA CONSULTAR UM OFTALMOLOGISTA…

COM 44 ANOS A GENTE  DEVE TROCAR DE LENTES SEMESTRALMENTE.

PARABÉNS AOS POLICIAIS DA 5ª SECCIONAL PELA APREENSÃO DE 260 kg DE COCAÍNA…UMA APREENSÃO QUE VALE POR 1000 FLAGRANTES DE TRÁFICO 7

Polícia acha 260 kg de cocaína

Traficantes foram presos e 4 veículos apreendidos, entre eles um carro de luxo com fundo falso 

Três traficantes foram presos com cerca de 260 kg de pasta de cocaína no fim de semana na zona sul da capital e na cidade de Cotia, na Grande São Paulo. Quatro veículos, entre eles um caminhão baú e um carro de luxo com fundo falso para transporte da droga, foram apreendidos.

De acordo com o delegado Ítalo Zaccaro Neto, do Centro de Inteligência Policial (CIP) da 5ª Delegacia Seccional (Leste), os traficantes abasteciam pontos-de-venda de drogas nos bairros no extremo das zonas leste e sul da capital.

As investigações começaram há cerca de três meses com o monitoramento de dois traficantes identificados pelos apelidos de Jarrão e Cadillac. “Os dois foram presos no mês passado pelo Denarc (Departamento de Investigação sobre Narcóticos). Continuamos as investigações e acabamos prendendo os criminosos que abasteciam esses traficantes”, disse Zaccaro Neto.

Na sexta-feira à noite, no cruzamento da Avenida Diederichsen com a Rua Itatiaia, na Vila Guarani, zona sul, policiais flagraram a entrega de 34 kg de pasta de cocaína. Três suspeitos foram presos. O restante da droga foi encontrado dentro de uma casa em um condomínio em Cotia.

O DOUTOR PINTO DEVERÁ EXPLICAR O PORQUÊ DE A CORREGEDORIA GERAL DA POLÍCIA MILITAR NÃO TER SIDO TRANSFERIDA PARA O SEU GABINETE 9

Diário Oficial Poder Legislativo
sexta-feira, 28 de agosto de 2009
http://diariooficial.imprensaoficial.com.br/nav_v4/index.asp?c=12&e=20090828&p=1

REQUERIMENTO DE INFORMAÇÃO
Nº 197, DE 2009

Nos termos do artigo 20, inciso XVI da Constituição do
Estado de São Paulo, combinado com o artigo 166 da XIII
Consolidação do Regimento Interno, requeiro seja oficiado ao
Senhor Antonio Ferreira Pinto, Secretário da Segurança Pública,
para que preste as seguintes informações a respeito das Corregedorias
das Policias Civil e Militar:

1. O Decreto Nº 54.710, de 25 de agosto de 2009, transferiu
para o Gabinete do Secretário da Segurança Pública, a
Corregedoria Geral da Polícia Civil – CORREGEDORIA. Qual a
razão da Corregedoria Geral da Polícia Militar também não ter
sido transferida para o Gabinete do Secretário da Segurança
Pública?

2. Quantos policiais civis estão lotados e em exercício na
Corregedoria da Polícia Civil? Solicitamos que nos seja informado
o número de policiais separados por carreira policial.

3. Quantas viaturas policiais a Corregedoria Geral da
Polícia Civil possui para o desempenho de suas atribuições?
Solicitamos nos sejam informados a quantidade, a marca, o tipo
e o ano das viaturas.

4. Quantos policiais militares estão lotados e em exercício
na Corregedoria da Polícia Militar? Solicitamos que nos seja
informado o número de policiais militares separados por posto
ou graduação.

5. Quantas viaturas policiais a Corregedoria Geral da
Polícia Militar possui para o desempenho de suas atribuições?
Solicitamos nos sejam informados a quantidade, a marca, o tipo
e o ano das viaturas.

JUSTIFICATIVA
O Decreto Nº 54.710, de 25 de agosto de 2009, transferiu
para o Gabinete do Secretário da Segurança Pública a Corregedoria
Geral da Polícia Civil – CORREGEDORIA, porém, a Corregedoria
Geral da Polícia Militar continua subordinada ao Comando
da Polícia Militar. Sabemos que as apurações realizadas pela
Corregedoria Geral da Polícia Militar deixam muito a desejar,
e, portanto, é incompreensível que só a Corregedoria Geral da
Polícia Civil tenha sido transferida para o Gabinete do Secretário
da Segurança Pública. É necessário que o Senhor Secretário
da Segurança Pública esclareça os motivos pelos quais a Corregedoria
Geral da Polícia Militar não foi transferida para o seu
Gabinete. Essa é a justificativa do presente requerimento.
Sala das Sessões, em 26-8-2009.a) Deputado Rui Falcão.

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EU EXPLICO: É QUE A CORREGEDORIA DA POLÍCIA MILITAR SEMPRE FOI A POLÍCIA CIVIL.

E PROVO DOCUMENTALMENTE.

A CORREGEDORIA DA POLÍCIA CIVIL INDICIOU OS DELEGADOS IRANI GUEDES E PEDRO LUIZ PÓRRIO…SUSPEITOS DE ACHAQUES CONTRA MEMBROS DA QUADRILHA DO TRAFICANTE “ABADIA” 1

12 policiais indiciados por achaques

Corregedoria da Polícia Civil acusa também 3 informantes de extorquirem dinheiro de megatraficante

Marcelo Godoy

A Corregedoria da Polícia Civil indiciou mais 12 policiais e três informantes por causa dos achaques contra integrantes da quadrilha do traficante colombiano Juan Carlos Ramirez Abadía. Entre os indiciados estão dois delegados: Irani Guedes e Pedro Luiz Pórrio. Ambos, que trabalhavam no Departamento Estadual de Investigações sobre Narcóticos (Denarc) quando os achaques e sequestros ocorreram, alegam inocência. Com os novos indiciamentos, já são 21 os acusados pelos achaques contra o grupo de Abadía – outros dois policiais também serão indiciados.

Líder do cartel do Norte do Vale, Abadía foi preso por policiais federais em São Paulo, em agosto de 2007. Um ano depois, após ser condenado a 30 anos de prisão no Brasil por lavagem de dinheiro, Abadía foi extraditado para os Estados Unidos, onde é acusado de homicídios e tráfico de drogas. Antes de embarcar, o colombiano gravou um depoimento detalhando as extorsões. Disse que para acabar com o tráfico em São Paulo bastava fechar o Denarc.

Há dois meses, a corregedoria indiciou a primeira leva de policiais acusados. Na manhã de ontem foi a vez do delegado Guedes. Ele é acusado de envolvimento no sequestro de Henry Edval Lagos, o Patcho, um traficante colombiano que foi solto depois do pagamento de resgate de US$ 280 mil. Além do delegado, nesse caso, também foram indiciados outros quatro investigadores do Denarc e um de Diadema, além de três informantes. A ideia do achaque teria surgido quando o investigador Pedro Paulo Rodrigues Oliveira, que trabalhava em Diadema, soube que Patcho participava de corridas no Kartódromo de Aldeia da Serra, em Barueri, na Grande São Paulo.

Patcho era um dos responsáveis por movimentar a fortuna de Abadía no Brasil e na Colômbia. Segundo promotores e delegados, Oliveira começou a investigar o traficante com o objetivo de recolher informações para as extorsões. Em maio de 2006, o investigador contou o que sabia para dois colegas. Eles teriam decidido sequestrar o traficante. Mas como eram poucos para fazer o achaque, Oliveira teria decidido pedir ajuda a um colega do Denarc. Foi então que, segundo os corregedores, entrou na história o investigador Francisco Carlos Vintecinco.

Ocorre, de acordo com a investigação, que os policiais do Denarc “traíram” seus colegas, passando-os para trás. Os homens do Denarc sequestraram Patcho e o levaram até a sede da empresa La Bella, em Indianópolis, na zona sul de São Paulo. Os policiais saberiam que a empresa pertencia “ao bando de Abadía”. O valor do resgate foi negociado por meio do aparelho de telefone do vigia da empresa. Abadía entregou o dinheiro a seu amigo, o empresário Daniel Braz Maróstica, para que ele levasse aos policiais.

Assustado com a virulência e o apetite dos policiais, Patcho deixou o Brasil logo em seguida. Os corregedores indiciaram o policial de Diadema, cinco do Denarc e três informantes neste caso. Outros dois policiais do departamento devem ser indiciados nesta semana.

Pouco depois, os policiais teriam exigido que o bando de Abadía lhes entregasse uma picape Toyota. Para transferir o carro para a pessoa que os delegados queriam, os quatro policiais do Denarc supostamente envolvidos nesse achaque teriam contado com a ajuda de dois investigadores do Departamento Estadual de Trânsito (Detran). Os seis foram formalmente acusados pelos corregedores. Foi neste caso que o delegado Pórrio foi indiciado – em outro caso, o delegado Pórrio e um investigador obtiveram habeas corpus no Tribunal de Justiça contra o indiciamento. Além dos acusados no caso Abadía, a corregedoria indiciou cinco policiais do Denarc por causa do achaque em 2008 contra o traficante colombiano Manuel Yepes Penágos, conhecido como El Negro.

Não estamos em Sparta. Lugar de militar é no quartel.Portanto, atribuir a um sujeito uma presunção de criminalidade simplesmente por não gostar nem de ver pela frente policiais ou qualquer agente estatal é algo inadmissível, que eu não esperaria nem de um militar. 7

Enviado por CAETANO ( candidato a policial )   em 01/09/2009 às 1:14

Capitão (referindo-se ao Capitão Caldeira) , pode ter certeza de que concorto contigo quanto ao problema que é o ataque generalizado às forças estatais – a própria mídia moralista faz isso. Afinal, sou candidato a policial. Também sei que a origem desse problema é superior à alçada da polícia, e talvez nem tanto da educação. Mas o senhor desmascara sua própria doutrina ao dizer:

[Aquele pessoal que “não gosta de Polícia”, bem ilustrado pelo senhor em seu texto, é o mesmo que ouve o “Funk Proibidão”, cujas letras enaltecem o traficante em detrimento dos agentes de segurança pública (PM, Policial Civil, Agente de Segurança Penitenciária, Guardas). Esses são os mesmos que incendeiam ônibus e atiram com arma de fogo na Polícia!
Esses jovens são “massa de manobra” mas mãos dos chefes locais da criminalidade organizada e acredite: prá “ganhar moral” no meio da malandragem, “atacam DP, Base da PM, Bonde da SAP (Administração Penitenciária)”, etc e tal…enfim, são os “simpatizantes da facção”, “lagartos”, “cunhadas”, etc….]

Eu sei eu sei, esses descritos aí existem mesmo. E como vocês os detectam? Memorizam bem os rostos daqueles que cumprimentam as bases da PM, para diferenciar dos que passan ouvindo proibidão? A presunção é de inocência, não se esqueça disso. O senhor falou em um grupo generalizado de “massa de manobra”, como se fala de um partido político, ou uma espécie de oessoa jurídica composta de lagartos e cunhadas sem rosto aos quais se atribui uma acusação genérica de “atacador de bases e agentes Estatais”. Então nós temos o povo do “proibidão” e os jovens íntegros… na verdade é isso mesmo, só que em situações sensíveis nas quais vivem os milhões de jovens da casse D do nosso país, o que separa a vida honesta do crime é algo muito tênue, que a ótica confusa de uma ação militarizada nesses territórios jamais respeita. Pois um jovem que vive numa situação que podemos chamar “de risco” pode, em pouco tempo, passar para a vida de crimes. E o crime não é algo inato, e ao próprio Estado cabe grande parte da responsabilidade pela criminalização do indivíduo – perante à sociedade, do ponto de vista da mídia e da sociedade orientada à classe média, o jovem da favela já nasce com uma presunção de envolvimento criminoso. Pois o Estado só comparece às periferias com a força repressora – é um problema fora da competência polcial, eu sei, mas torna-se também uma rsponsabilidade da polícia quando a ação repressiva, além de excessiva e violenta, afeta toda uma comunidade que não é envolvida com criminosos, e ainda assim as ações não surtem efeito. E também há de se considerar que a própria dimensão do trabalho policial, em território, soldados e número de cidadãos que habitam o território onde age o policiamento, torna a individualização (a separação) entre jovens contraventores e honestos uma tarefa homérica. Estes últimos argumentos podem até defender sua posição quanto a generalização da “massa de manobra”, mas é justamente o que torna a militarização do policiamento algo sem sentido. Se perante à sociedade civil a individualização dos criminosos em meio à uma comunidade carente já é algo quase impossível, imagine a mesma individualização perante uma corporação de doutrina militar (de negação não só dos direitos humanos, individuais e trabalhistas, mas da própria individualidade dos agentes.)
Ou podemos simplificar o debate e apenas perceber que aos civis não cabe o dever de conviver com uma situação ostensivamente militarizada. Não estamos em Sparta. Lugar de militar é no quartel.
Não gostar de polícia é um direito de qualquer cidadão, e que eu respeito, pois a possibilidade de não estar satisfeito com um ramo do serviço público é algo próprio da Democracia. E a revolta contra do Estado e seus agentes não constitui por si só desvio algum, e é natural para quem só vê do Estado as forças repressivas. Portanto, atribuir a um sujeito uma presunção de criminalidade simplesmente por não gostar nem de ver pela frente policiais ou qualquer agente estatal é algo inadmissível, que eu não esperaria nem de um militar.

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CAETANO, Vossa Senhoria  acaba de ser aprovado com grande mérito.

Qualquer Polícia mereceria recebê-lo em seus quadros…

Contudo, muito cuidado,  poderá ser rejeitado POR EXCESSO DE QUALIFICAÇÃO.

NOTA DEZ!

Todo mundo quer ser tira. E todo mundo pensa que é. Carcereiro, ganso, auxiliar de pap, pm, preso de confiança…( Delegado, Promotor, etc. ) 20

Enviado por BB BONZINHO em 01/09/2009 às 1:32

A História é a mãe de todos nós.
Quem não aprende com ela, pena muito.
A História é pura e única, não pode ser adulterada por mãos, mentes e bocas imundas. Sua essência sempre pevalecerá.
Inépta e letárgica…
A história nos conta que há bem poucos anos, um jovem secretário de segurança pública andou flertando com homens fardados.
Homens de uma cultura muito inferior à deste detentor de cargo de confiança da SSP.
Apesar de incultos, sonhavam ser Investigadores de Polícia, ou sonhavam ser mais eficientes que os autênticos tiras paulistas…ou pensavam que eram deuses….apesar de serem contratados pelo Estado para não pensar, apenas obedecer…
Deu no que deu. Presos fugindo com viaturas, presos morrendo durante investigações sem inquérito policial presidido por autoridade policial, presos armados de pistolas 9mm, monoteio no pedágio e mais mortes…
A história nos conta ainda que o desenvolvimento destes fatos, resultou no dia das mães de 2006 com dezenas de caixões cobertos com a bandeira de São Paulo…
Paradoxalmente, todos mortos (incluindo o GRADI), continuam bem mortos e nada aconteceu.
O desvio de função ainda é o mote da pseudo policia judiciaria que grassa por estas paragens.
Todo mundo quer ser tira. E todo mundo pensa que é.
Carcereiro, ganso, auxiliar de pap, pm, preso de confiança…
O secretário, se não preferiar a solução mais honrosa para o imbróglio que ele mesmo criou, ou seja, abandonar o cargo, tem outras duas que acabariam com a inépcia e letargia não só da polícia civil, mas de todo o governo, deixando para a história um passado de feitos gloriosos:
1. Extinguir a PM.
Uma organização que tem apenas dois objetivos sociais e historicamente incompatíveis: Enxugar gelo e gastar horrores com pessoas que só precisam ter concluído o segundo grau(homenagens, festas, reverências) tudo pago com o dinheiro do contribuinte.
2. Extinguir o cargo de investigador de polícia. Já que o Estado gasta uma fotuna formando e especializando pessoas que não vão investigar crime nenhum, visto que vão acabar fazendo expediente, fazendo BO, escoltando presos.
Enquanto isto, tem um carcereiro, ou um agente, ou um nada jurídico, ou sabe-se lá o quê fazendo investigações.
Se a função perdeu a importância e qualquer um é capaz de exercê-la, pra que gastar tempo e dinheiro (do povo) com isto.
Inépcia e Letargia, historicamente, decorrem do fato de não enxergarmos que nossa função é importante. Evitar o crime é impossível e improvável.
O que tem que ser mostrado ao criminoso é a certeza da punidade.

DÊ A SUA OPINIÃO SOBRE UM FUTURO MODELO DE POLÍCIA 5

Enviado por JUSTICEIRO em 31/08/2009 às 22:15

Proponho o seguinte esboço para discussão dos colegas:

1) FEDERALIZAR AS POLÍCIAS

2)TORNÁ-LAS ÚNICAS E CIVIS;

3) INSTITUIR A CARREIRA ÚNICA, UNIVERSITÁRIA, COM CARGOS PARA CHEFES SOMENTE PARA BACHARÉIS EM DIREITO (INVESTIGAÇÃO DE CRIMES) E OUTRAS ESPECIALIDADES ACADÊMICAS CONFORME A ATRIBUIÇÃO ESPECÍFICA DE INVESTIGAÇÃO CRIMINAL (IML, CRIMINALÍSTICA, ETC)

4)ASCENSÃO A ESSES CARGOS, MEDIANTE CONCURSO INTERNO E SEM PROVA ORAL

O que acham?

( prá recordar ) MORTE DO POLICIAL: nós estávamos intensificando o patrulhamento nas imediações da residência dele, sobretudo, nos horários de saída e retorno. A fiscalização era feita por meio da força-tática e de viatura da 1ª Companhia da corporação 24

Comandante diz que policial morto em SV recebia ameaças  (  É O MESMO QUE AGORA DIZ QUE O FUKUHARA TINHA ESCOLTA )

De A Tribuna On-line 

O tenente-coronel Marcelo Prado, comandante do 39º Batalhão da PM de São Vicente, disse que, há cinco meses, o policial Marco Antônio Vieira, de 44 anos, assassinado com 10 tiros na tarde deste sábado, em casa, no Japuí, havia comparecido ao batalhão para ser ouvido a respeito das ameaças que vinha recebendo.

“Ele não tinha identificação e não imaginava quem poderia ser. A corregedoria foi notificada sobre o fato e nós estávamos intensificando o patrulhamento nas imediações da residência dele, sobretudo, nos horários de saída e retorno. A fiscalização era feita por meio da força-tática e de viatura da 1ª Companhia da corporação”, explicou Prado, que acompanhou o velório e o enterro do policial.

“Já temos alguns nomes. Estamos aguardando apenas a complementação pelas provas periciais, através de impressão digital. É um trabalho conjunto com a polícia civil e corregedoria da PM”, destacou.

O tenente estima que quatro pessoas estejam envolvidas no assassinato. Segundo ele, as testemunhas que estavam no local viram apenas dois indivíduos, porém a polícia trabalha com a hipótese de terem recebido o apoio de outras duas pessoas em uma motocicleta.

Enterro

O enterro do policial no Cemitério Municipal Memorial Vicentino foi marcado pela tristeza e inconformismo de amigos, familiares e colegas de profissão.

“Ele era uma pessoa muito querida no bairro onde morava. Estava sempre disposto a ajudar quem precisasse, dava a vida pelas pessoas. Ele se foi, mas honrou a sua farda e tinha muito orgulho do trabalho que fazia”, afirmou uma pessoa da família, que preferiu não se identificar.

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Tudo  conversa!

Policial ameaçado só pode contar com o Criador .   

PROSTITUTA DE JUSTIÇA ACOBERTAVA CRIMES PRATICADOS POR POLICIAIS MILITARES DO GRUPO DE APOIO AOS PROMOTORES – GAP 12

Flagrante

Escutas revelam que promotora acobertaria crimes cometidos por policiais militares

Publicada em 29/08/2009 às 19h23m

O GLOBO

Na conversa interceptada em escuta telefônica, o cabo da PM Denílson Custódio de Souza agradece à promotora Beatriz Leal de Oliveira o dinheiro recebido durante visita ao Batalhão Especial Prisional (BEP), em Benfica, onde ele está preso acusado de assassinato. Por 45 dias, a Polícia Civil monitorou as ligações do policial militar, o que revelou o envolvimento da representante do Ministério Público em um esquema para acobertar crimes, entre eles execuções, praticados por PMs, em Cachoeiras de Macacu. O caso está sendo investigado por representantes do Ministério Público e do Tribunal de Justiça (TJ) do Rio. Quem conta é o repórter Sérgio Ramalho, em reportagem do jornal O GLOBO.

Em pouco mais de um mês, o PM e a promotora trocaram 32 telefonemas. Nos diálogos, Beatriz Leal dá orientações jurídicas a Denílson, oferece dinheiro, afirma estar acompanhando no TJ a movimentação do habeas corpus impetrado para solicitar sua libertação, recomenda a troca constante dos celulares para evitar escutas e até faz planos para comemorar o resultado do julgamento do recurso numa churrascaria.

Testemunha de execução foi morta

O envolvimento da promotora na proteção de crimes praticados por PMs, entre eles integrantes do Grupo de Apoio aos Promotores (GAP), foi constatada na investigação da 159 DP (Cachoeiras de Macacu) sobre a morte da testemunha Bruno Barreto Raposo, em janeiro de 2008. Meses antes de ser executado, ele havia apontado em depoimento o PM Delton Belmont Pereira e Heverton Falcão da Rocha como responsáveis pelo assassinato de Leandro Melo da Silva, em fevereiro do ano anterior.

Na ocasião, a promotora opinou em inquérito contra a decretação da prisão dos dois suspeitos, desacreditou o depoimento de Bruno e afirmou que ele não corria qualquer risco para justificar as detenções de Delton e Heverton. Após a morte da testemunha, policiais do GAP que trabalham com Beatriz Leal apresentaram Antônio Peçanha Torres como autor do crime, contrariando a linha de investigação da delegacia local. A versão, contudo, foi classificada de “farsa” e o suposto autor apresentado pelos PMs como “bucha”(bode expiatório) em relatório do promotor Giuliano Sete, que assumiu o caso após Beatriz Leal ter se dado como suspeita.

A iniciativa de se afastar da investigação, no entanto, só foi tomada pela promotora após ter dois procedimentos questionados por juízes da região, que encaminharam ao procurador-geral de Justiça pareceres contrários às decisões de Beatriz Leal. Somado a isso, parentes de vítimas do “grupo de extermínio formado por PMs” – como descreve o relatório da investigação – prestaram depoimentos na corregedoria do MP, acusando a promotora de acobertar crimes praticados pelos policiais.

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GAP – deve ser um grupo de apoio sexual às vagabas do “parquet” Carioca.

Protagonistas de  casos como o  do PM, segurança de um filho de Promotora,  que matou um rapaz na porta de uma danceteria; acabou  rapidamente absolvido.

CORREGEDORIA AFIRMA QUE 90 HOMENS ESTÃO SOB SUSPEITA DE ENVOLVIMENTO COM EMPRESÁRIOS DO RAMO DE JOGOS ELETRÔNICOS 8

A cada dez dias, um cassino caseiro é estourado em São Paulo

Criminosos alugam residências para servir de fachada a bingos clandestinos; polícia fechou 24 casas neste ano

Fernanda Aranda, O Estado de S. Paulo

SÃO PAULO – A máfia do jogo de azar explora um novo filão na cidade de São Paulo. Os criminosos passaram a alugar imóveis residenciais, até mesmo apartamentos, para servir de fachada a bingos clandestinos. Neste ano, em média, um “cassino caseiro” com máquinas caça-níquel, videobingo e apostadores foi estourado pelas polícias Civil e Militar a cada dez dias. Bairros nobres da capital paulista – Lapa, Perdizes, Pinheiros e Itaim-Bibi, nas zonas oeste e sul – aparecem como antro da jogatina doméstica e ilegal, que resiste mesmo após a proibição das casas de apostas em todo o País, em 2004.

Levantamento da 3ª Delegacia Seccional de São Paulo, feito a pedido do Estado, mostra que entre janeiro e o início de agosto foram flagradas 24 residências que funcionavam como bingos nas áreas oeste e sul (veja mapa). O balanço não contempla a operação policial realizada anteontem na Vila Mariana, na zona sul. Um imóvel da Rua Napoleão de Barros abrigava 23 máquinas caça-níquel, com R$ 13 mil “investidos” por apostadores, bebidas e até máquinas reservadas para os clientes preferenciais.

Pelo esquema identificado pelos policiais, são alugadas para este fim casas de pequeno, médio e grande porte. A arquitetura residencial é mantida intacta para despistar. Os endereços que constam nos boletins de ocorrência registrados tratam desde mansões – como a localizada na Avenida Pedroso de Moraes, que espalhou pelos mais de cinco dormitórios 43 computadores de videopôquer – até casebres como o da Rua George Smith, na Lapa, que abrigava só duas máquinas. No mês passado, na região central, fiscais da Subprefeitura da Sé identificaram um bingo até mesmo dentro de um apartamento de 30 metros quadrados, no 1º andar de um prédio.

Somente por meio de denúncias anônimas os policiais conseguem chegar aos locais. No entanto, quase nunca flagram os “cabeças” do jogo. “Precisamos ter certeza absoluta de que no local funciona jogo, caso contrário, se invadirmos podemos ser acusados de abuso de poder”, afirma o delegado seccional, Jorge Carlos Carrasco.

Os frequentadores dos cassinos caseiros são “órfãos” dos bingos tradicionais hoje fechados. As casas agora usadas pelo jogo são administradas por antigos proprietários de bingos, segundo apostadores. Até os funcionários que trabalham nos locais são os mesmos. “Nós somos avisados pelo telefone ou por e-mail quando uma nova casa é aberta”, contou Denise (nome fictício), de 59 anos, frequentadora de todas as fases dos bingos, dos legais ao residenciais. “Éramos cadastrados quando os bingos funcionavam legalmente. Com esse catálogo, hoje somos encontrados”, disse.

A concentração de bingos domésticos em regiões mais favorecidas economicamente é explicada pelo público que frequenta esses serviços. A seleção dos clientes, a maior parte com idade acima de 60 anos, segue critérios parecidos com os utilizados em festas VIPs. É preciso ser convidado ou indicado para participar. Em alguns casos, até senhas são solicitadas.

O bairro de Perdizes lidera o número de cassinos caseiros descobertos neste ano. As seis casas estouradas no local abrigavam, juntas, 236 máquinas caça-níquel. Em uma delas, uma senhora de quase 90 anos fazia apostas e precisou ser encaminhada ao distrito policial para prestar depoimento. Apesar da maior prevalência da terceira idade, jovens também são figuras cativas nesses recintos.

Em seguida, no ranking de regiões de bingos caseiros, aparece o Itaim-Bibi, onde os exploradores do jogo mantinham 105 máquinas em funcionamento.

DISCUSSÃO NACIONAL

Em junho, os deputados federais trouxeram de volta a discussão sobre a legalização dos bingos. Um dos argumentos é que a proibição fomenta o envolvimento do crime organizado na prática. Em São Paulo, algumas investigações apontam o envolvimento de policiais na máfia do jogo, como a descoberta semana passada, em Sorocaba, no interior – dez policiais são suspeitos. No Estado inteiro, conforme já anunciado pela Corregedoria da Polícia Civil, 90 homens da corporação estão sob a mesma acusação.

DA POLÍCIA OS LÍDERES COBRAM HONESTIDADE E APTIDÃO…MAS – SALVO POUCOS HONRADOS – LÍDERES SÃO OS ÍMPROBOS MAIS TORPES 2

É injusto cobrar eficiência se o líder não dá o exemplo

Do desembargador Sergio Coimbra Schmidt, do Tribunal de Justiça de São Paulo, sobre depoimento de servidor colhido pelo professor Herval Pina Ribeiro e reproduzido no livro “Os Operários do Direito”:

“O juiz dá o tom, é o maestro. Se ele trabalha, todo mundo trabalha. Agora, se ele fica com três mil processos e não dá um despacho, uma sentença, acabou o serviço do cartório…” Bingo! Como líder de uma equipe (e não um suserano do grupo de apoio), cabe ao juiz dar o exemplo e ditar o ritmo. Se é eficiente, dinâmico, objetivo, sua equipe corresponderá. Se não o fizer, poderá cobrar-lhe desempenho. Caso contrário…

Aliás, a regra é elementar e vale para toda e qualquer situação em que há líderes (chefes, qualquer que seja sua denominação) e liderados (subordinados), qualquer que seja seu nível hierárquico. É injusto cobrar do valoroso eficiência quando o líder não dá seu exemplo.

Podemos ver nisso uma das grandes causas da ineficiência; não do Judiciário, mas do serviço público em geral. Parece-me que, poucos anos atrás, pesquisa coordenada pela Profa. Sadek tocou nessa chaga. Vale relembrá-la.

Escrito por Fred às 13h35

frederico vasconcelos

EM SEIS MESES 130 MIL ROUBOS FORAM REGISTRADOS NA TERRA DOS BANDEIRANTES…OBVIAMENTE OUTROS MILHARES NÃO FORAM NOTICIADOS PELAS VÍTIMAS 9

Roubos batem recorde no Estado
Da AE

No primeiro semestre do ano, o Estado de São Paulo registrou 130 mil casos de roubo, um recorde nas estatísticas. Os picos históricos ocorrem tanto em cidades grandes, casos de São José dos Campos e Jundiaí, quanto em médias e pequenas. A região de Presidente Prudente – com 53 cidades, 50 delas com menos de 40 mil habitantes – foi onde os registros mais cresceram: 54% em relação ao mesmo semestre de 2008.

Conforme o ranking de roubos feitos pelo Estado, entre os 645 municípios paulistas, cidades com economias ricas e problemas históricos em segurança – como Praia Grande, Diadema, São Paulo, Santo André, São Bernardo, São Vicente, São Caetano, Santos e Campinas – lideram a lista entre as cidades com mais de 100 mil habitantes. Só 6 dos 73 municípios com essa densidade populacional registraram quedas nos índices de roubos.

Os dados mostram ainda que esse crime aumenta principalmente em cidades antigamente mais calmas e menos populosas. Santana de Parnaíba, na Grande São Paulo, teve o maior crescimento no semestre: 113%. Várzea Grande Paulista e Jandira, segundo e terceiro lugares, também tiveram aumento acima de 100%.

E a explosão de roubos em São Paulo se torna intrigante por ocorrer depois de resultados positivos na redução dos homicídios. Os três primeiros lugares no ranking atual de roubos – Praia Grande, no litoral; Diadema, no Grande ABC, e a Capital – já lideraram os índices de assassinatos na década de 1990 e no último semestre ficaram abaixo da 20ª posição nesse ranking. “As vítimas de roubos têm perfis diferentes das de homicídios. São casos que ocorrem em horários e circunstâncias distintas e, por isso, demandam políticas de segurança específicas”, afirma a cientista social Tatiana Whapely de Moura, que obteve o primeiro lugar no concurso de monografias da Conferência Nacional de Segurança Pública.

O comandante-geral da PM, Álvaro Batista Camilo, observa que a prioridade da política de segurança pública passou dos assassinatos para a prevenção e punição aos crimes patrimoniais. “Fora o homicídio, é o crime que cria mais sensação de insegurança.” Reforçar o policiamento nas comunidades rurais e atuar nos locais apontados como os mais procurados pelos ladrões serão duas estratégias.

Para melhorar a investigação, o governo do Estado pretende ainda dar continuidade ao reforço no trabalho de investigação da Polícia Civil. Quarenta homens do Grupo Armado de Repressão a Roubos e Assaltos (Garra) passaram a reforçar as investigações nos distritos policiais e já comandaram duas grandes operações, na Praça da Sé e 25 de Março, na Capital. Com isso, nos últimos dois meses, os roubos no Estado já mostram tendência de queda.

O DEPUTADO MÁRCIO FRANÇA DEFENDE PORTE DE ARMA PARA CONSELHEIROS TUTELARES…MAS QUANDO PREFEITO DE SÃO VICENTE SEMPRE NEGOU O MESMO DIREITO AOS GUARDAS MUNICIPAIS 17

Sábado, 29 de Agosto de 2009, 19:06

Deputado federal quer porte de arma para conselheiros tutelares

De A Tribuna On-line  

Um projeto de lei de autoria do deputado federal Márcio França (PSB) propõe que os conselheiros tutelares do todo o País tenham o direito de portar arma de fogo no exercício das suas atividades profissionais. 

O parlamentar considera a medida polêmica, mas acredita que dará mais condições de segurança para a categoria. “Nem todo mundo sabe que os conselheiros, além da função social, praticam atividades juridiscionais, ou seja, precisam aplicar medidas de proteção específica da criança e do adolescente, e isso inclui os riscos de ter que ir a lugares perigosos, receber ameaças ou mesmo agressões físicas”, comentou França. 

A matéria precisa de parecer do relator, o deputado Raul Jungmann (PPS/PE), na Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado. “O projeto, que é uma proposição conclusiva, deverá ainda ser apreciado por outras comissões, como a de Constituição e Justiça. Porém, não terá necessidade de ir a plenário para votação”, explicou. 

França disse que criou o PL com base em solicitações da própria categoria. “Os conselheiros são pessoas escolhidas democraticamente, por meio de eleição, e têm várias atribuições legais. São verdadeiros soldados, assim como oficiais de justiça, que executam até prisões, se isso for necessário”. 

França argumentou ainda que, para tirar o porte efetivamente, o conselheiro terá que passar por curso específico e capacitação, como exige a Lei 10.826, de 22/12/2003, que disciplina as questões de registro, posse e comercialização de armas de fogo, conforme a atividade profissional do cidadão. 

______________________

Caro Deputado, conselheiro tutelar não necessita de arma de fogo…

Necessita –  eventualmente –  do apoio de uma bem treinada , bem armada e bem remunerada POLÍCIA MUNICIPAL ( as guardas municipais ).

marcio frança

MAIS UM POLICIAL MILITAR EXECUTADO NA BAIXADA SANTISTA…VIROU ROTINA! 5

Domingo, 30 de Agosto de 2009, 06:47

PM é executado na casa de parentes no Japuí

Da Redação

 

LUIZ GOMES OTERO

Um policial militar foi assassinado com 10 tiros no início da tarde de ontem, em São Vicente. O crime, que teve requintes de execução, mobilizou as polícias Civil e Militar do Município, que trabalham para identificar os autores dos disparos.

O comando da Polícia Militar do Município já havia recebido denúncias de ameaças contra policiais da 1ª Companhia da corporação. E vinha monitorando o trabalho da equipe que trabalha na área.

O assassinato aconteceu por volta das 14 horas, na casa de parentes, no Japuí. O soldado Marco Antônio Vieira tinha 44 anos de idade, 23 deles na corporação.

A vítima estava nos fundos da residência conversando com familiares. Uma testemunha contou que estava de costas quando ouviu tiros.

De acordo com o tenente-coronel Marcelo Prado, comandante do 39º Batalhão da PM de São Vicente, foi neste momento que um homem subiu em cima do muro da casa e passou a atirar, acompanhado de outro marginal. Há suspeita de que outros dois homens aguardavam em um veículo estacionado próximo do local.

Atingido por pelo menos dez tiros, Vieira foi levado de carro pelos parentes para o Hospital Municipal de São Vicente (antigo Crei), onde chegou a ser atendido mas não resistiu aos ferimentos e veio a falecer. Ele foi atingido na cabeça, tórax, braços e pernas.

Em pouco tempo, viaturas da PM chegaram ao hospital, bem como os familiares do policial morto. O irmão da vítima estava inconsolável e só se limitava a dizer que não acreditava no que havia acontecido. A esposa do soldado teve que ser amparada ao entrar na unidade de emergência.

Durante as diligências efetuadas ainda ontem em São Vicente, os policiais militares localizaram um veículo Corsa prata, abandonado na área próxima da Favela México 70, na Vila Margarida. No interior do carro foi encontrado um revólver calibre 38, que foi recolhido para análise da perícia técnica da Polícia Científica.

Embora ainda seja cedo para relacionar o veículo como crime, os policiais não descartam a hipótese de o carro ter sido utilizado pelo grupo que executou o PM.

As testemunhas ainda não conseguiram identificar com clareza o modelo exato do carro usado na fuga.

O tenente-coronel Prado revelou ontem que a Corregedoria da PM já havia recebido uma denúncia de ameaça contra policiais da 1ª Companhia, que atuam na área do Japuí. “Desde então vínhamos monitorando todos que trabalham na área para tentar prevenir qualquer tipo de ação criminosa. Infelizmente aconteceu isso. Vamos apurar o que ocorreu”.

O CASO DA CORAJOSA APOSENTADA ARMADA COM UMA FILMADORA 3

Enviado por Casos de Polícia – 30.8.2009

Parte 1

Dona Vitória leva 34 pessoas para a cadeia

 

 

Nascida no interior de Alagoas, no ano de 1925, a aposentada X. passou a ser reconhecida até mesmo fora do Brasil como Dona Vitória (nome fictício) em Agosto de 2005. Foi aos 80 anos que ela teve publicada nas páginas do EXTRA um documentário da vida real que demorou dois anos para ficar pronto. Com uma filmadora nas mãos e muita coragem, Dona Vitória registrou da janela do apartamento onde morava a movimentação de traficantes, viciados e policiais na Ladeira dos Tabajaras, em Copacabana. Com a ajuda do repórter Fábio Gusmão, as 22 fitas, com 33 horas de imagens, chegaram às mãos do então secretário de Segurança Pública e hoje deputado federal Marcelo Itagiba, que determinou uma apuração rigorosa.

Com a ajuda de interceptações telefônicas autorizadas pela Justiça, policiais da 12ª DP (Copacabana), da Coordenadoria de Inteligência da Polícia Civil (Cinpol) e da corregedoria da Polícia Militar conseguiram mandados de prisão para 34 pessoas. Todas foram presas, entre elas nove policiais militares, sendo um oficial, acusados de vender armas e receber dinheiro dos traficantes.

 

 

Além das imagens fortes flagradas pela aposentada, o que mais impressionou foi a narração feita pela própria Dona Vitória, demonstrando indignação com o desfile de armas, a venda e o consumo livre de drogas e o envolvimento de crianças no tráfico. As primeiras imagens foram feitas em dezembro de 2003, com uma câmera de R$ 800, ligada na tomada, que ficava apoiada em uma montanha de livro, sempre preparada para o próximo flagrante.

 

 

O apego da aposentada pelo apartamento, comprado em 1967, com um financiamento feito pela Caixa Econômica Federal, quase atrapalhou a polícia. Dona Vitória não queria sair de casa e ficou decidido que nada aconteceria enquanto ela ainda estivesse lá. Em 2005, apoiada pelo repórter Fábio Gusmão, Dona Vitória aceitou alugar o apartamento onde morava e se mudar para outro no mesmo bairro. Como não conseguiu encontrar nenhum lugar bom, vendeu o apartamento e entrou para o Programa de Proteção à Testemunha do Governo Federal. Hoje vive em outro Estado, onde pode acordar, abrir a janela e ver os pássaros, no lugar de jovens armados consumindo drogas…

Escutas comprovaram envolvimentos de policiais com o tráfico:

Policial militar do Destacamento de Policiamento Ostensivo (DPO) conversa com traficante sobre o pagamento de R$ 2 mil para a propina.

Traficante Mais Velho conversa com Policial Militar pedindo para aliviar a repressão ao tráfico e reclama a atuação de um oficial que estaria rondando a favela.

Chefe do tráfico na favela, Ronaldinho conversa com o comparsa Mais Velho sobre a chegada de um novo capitão no batalhão, dizendo que ele é tranquilão.

Fonte: EXTRA.