ESQUECERAM DE MIM: CALÚNIA, DIFAMAÇÃO, INJÚRIA, QUEBRA DE SIGILO FUNCIONAL E ATÉ CRIME CONTRA A SEGURANÇA NACIONAL…NÃO É PIADA! 2

Cerca de 800 delegados são investigados por crimes em SP
24 de janeiro de 2010 06h25

Cerca de 800 delegados da Polícia Civil de São Paulo são investigados pela Corregedoria da Polícia Civil, com procedimentos relativos a suspeitas de extorsão, enriquecimento, violência, prevaricação e mau uso de dinheiro público, entre outros. A informação é do jornal Folha de S.Paulo. O número atinge 24% dos 3.313 delegados da Polícia, envolvendo nomes importantes da cooperação.
Segundo a reportagem, o aumento no número de investigações teria ocorrido depois que o secretário da Segurança, Antonio Pinto, suspeitou de corporativismo na análise dos casos. Desde agosto de 2009, quando assumiu a corregedoria, mais de 8,5 mil casos teriam sido abertos, com 418 remoções de policiais da Corregedoria, do Deic (que verifica roubos) e do Denarc (Departamento de Narcóticos). Entre os removidos, estariam delegados ligados ao PCC, suspeitos de enriquecimento ilícito, prevaricação, dispensa de licitação e extorsão. Outro delegado teria sido deslocado por ameaçar um preso, que revelou a localização de um suspeito de envolvimento na morte do juiz Antonio Machado Dias.

Ruy Ferraz Fontes foi colocado na “geladeira” depois que surgiram suspeitas contra policiais da sua equipe 18

“Ex-xerife” do combate ao PCC está na periferia Ruy Ferraz Fontes foi colocado na “geladeira” depois que surgiram suspeitas contra policiais da sua equipe

Um outro caso que chama atenção na polícia é o de um delegado que, anos atrás, foi flagrado por superiores ao circular em uma Ferrari

Juca Varella – 1º.out.03/Folha Imagem
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Delegado Ruy Ferraz Fontes, na época em que atuava no Deic; hoje, ele está à frente do 69ºDP

DA REPORTAGEM LOCAL

As recentes mudanças na Polícia Civil de SP têm atingido até mesmo policiais como o delegado Ruy Ferraz Fontes, o xerife do Deic (departamento de roubos), considerado durante anos como o número 1 no combate à facção criminosa PCC.
Com grandes divergências com o secretário da Segurança Pública de José Serra (PSDB), Antonio Ferreira Pinto, Fontes foi sacado da chefia da 5ª Delegacia de Roubos a Bancos e, hoje, está à frente do 69º Distrito Policial (Teotônio Vilela), no extremo leste de SP.
O 69º é um distrito onde quase nenhum policial quer trabalhar. É muito distante do centro, tem pouca estrutura e atua em uma das áreas mais violentas da cidade. Questionado sobre o seu afastamento do posto de destaque no Deic, onde constantemente comandava ações com grande exposição na mídia, Fontes disse ter sido ele que pediu a transferência.
Nos bastidores da polícia, a história que se conta é outra. Fontes teria perdido prestígio depois que policiais de sua equipe começaram a ser investigados por suspeita de extorsão de dinheiro de criminosos, inclusive membros do PCC.
Em um dos casos, o investigador Wilson de Souza Caetano foi preso em flagrante há um mês sob acusação de exigir R$ 300 mil de um suspeito de estelionato, que teve seus bens apreendidos irregularmente. A Folha tentou localizar, sem sucesso, o advogado de Souza para ouvir sua versão sobre o caso.

Ferrari
Um outro caso que chama atenção na chamada operação de depuração da Polícia Civil é o de um delegado que, anos atrás, foi flagrado por superiores ao rasgar as ruas do Jardim Europa a bordo de uma Ferrari.
Espantado com a cena, o chefe do delegado à época mandou ele se desfazer do carro para não chamar atenção. O nome desse policial está na lista dos que hoje estão na mira da Corregedoria, mas é mantido em sigilo, pois o caso ainda está na fase de apuração de provas.
Num outro caso ainda mais curioso, um policial aposentado, também investigado, costuma se gabar de ser dono de uma pequena vila na Itália.
A Corregedoria encontra dificuldades de obter provas de enriquecimento ilícito contra esses delegados porque eles normalmente usam nomes de “laranjas” ou parentes para registrar os bens.
Outro problema da Corregedoria é que muitas apurações foram retardadas e até comprometidas por antigos funcionários do órgão, hoje afastados pelo secretário Ferreira Pinto. Suspeita-se que recebiam propina de policiais para avisá-los sobre investigações e, em casos mais graves, retardá-las.
Hoje, sem as históricas interferências corporativas, a Corregedoria até consegue desenvolver ações como a que atinge o investigador Renzo Borges Angerami, filho do número 2 da Polícia Civil, o delegado-geral-adjunto Alberto Angerami.
Renzo é investigado sob a suspeita de tentar extorquir R$ 300 mil de um suposto estelionatário (no mesmo caso citado acima, do policial Caetano).
Renzo foi transferido do Setor da Investigações Gerais da 4ª Seccional Norte (central da Polícia Civil) na zona norte para a de São Bernardo do Campo.
A reportagem tentou, mas não conseguiu localizar Renzo na sexta-feira. Seu pai, o delegado-geral-adjunto Alberto Angerami, disse que o filho não tem participação na extorsão e não é investigado por nenhum crime
. (ANDRÉ CARAMANTE)

800 delegados são investigados em SP; 24% do total de delegados da corporação; 418 policiais foram removidos 17

800 delegados são investigados em SP Investigações da Corregedoria da Polícia Civil atingem 24% do total de delegados da corporação; 418 policiais foram removidos

Procedimentos foram abertos por suspeitas como prevaricação e violência e atingem alguns dos nomes mais importantes da polícia

ANDRÉ CARAMANTE
DA REPORTAGEM LOCAL

Cerca de 800 dos 3.313 delegados de SP (24%) são investigados hoje pela Corregedoria da Polícia Civil numa das maiores tentativas de depuração dos 104 anos da corporação.
São procedimentos abertos pelas mais variadas suspeitas (extorsão, enriquecimento, violência, prevaricação, mau uso de dinheiro público etc.) e que atingem nomes dos mais importantes da Polícia Civil, que tem 33 mil integrantes.
As investigações se intensificaram em agosto de 2009, quando o secretário da Segurança Pública, Antonio Ferreira Pinto, suspeitando de corporativismo (muitos dos casos se arrastavam havia anos), decidiu reformular a Corregedoria, vinculando-a diretamente ao seu gabinete, e nomear pela primeira vez uma mulher para a chefia do órgão, a delegada Maria Inês Trefiglio Valente.
Além de acelerar as apurações e incentivar a abertura de novos procedimentos (um total de 8.579 casos contra policiais de várias funções), Ferreira Pinto removeu 418 policiais de três dos principais órgãos da instituição, a própria Corregedoria, o Deic (departamento de roubos) e o Denarc (narcóticos).
São policiais contra quem pesam suspeitas ou que simplesmente não têm o “perfil” desejado -Ferreira Pinto os afastou por acreditar que eles não estavam preparados para atuar em departamentos importantes.
Nessas trocas, delegados até então considerados intocáveis foram colocados na “geladeira” -postos de menor destaque. Exemplos:

A) Ruy Ferraz Fontes, “xerife” do combate à facção criminosa PCC, hoje está em uma delegacia na periferia.

B) Everardo Tanganelli Jr., ex-Denarc, hoje no setor de cartas precatórias, é suspeito de enriquecimento ilícito. Em férias, não foi achado pela Folha.

C) Maurício Lemos Freire, ex-n.º 1 da Civil, hoje no setor de helicópteros, é suspeito de não apurar fraude em concurso. Está em férias e não foi localizado.

 D) Antonio Carlos Bueno Torres, que ocupou cargo importante no Detran, está em função de menor importância. É suspeito de dispensar licitação. À reportagem, afirmou: “Vá cuidar da sua vida!”.

E) Pedro Pórrio, importante delegado do Denarc, hoje em funções burocráticas, foi denunciado à Justiça sob acusação de extorquir US$ 800 mil da quadrilha do traficante Juan Abadía. Daniel Bialski, seu advogado, diz que ele é inocente.

Caso do informante
Um outro delegado foi escanteado após ter sido descoberto que ele e membros de sua equipe ameaçaram de morte os familiares de um presidiário informante que “falou demais”.
O preso havia dado às autoridades a localização de um suspeito de envolvimento na morte do juiz Antonio Machado Dias, de Presidente Prudente -ocorrida em 2003. O nome do delegado é mantido em sigilo pela secretaria, que busca provas.

A PREFEITA PETISTA DEVERIA EXPLICAR A QUEM SEUS COLEGAS DE OUTRAS CIDADES PAGAM “UM AUXÍLIO MUNICIPAL” 3

23/01/2010 at 16:05  ( STANDEUTER )

Alguma coisa tem. A prefeita de Cubatão, em entrevista a um jornal ai da baixada deu a entender que havia uma espécie de pagamento, mas não esclareceu a quem. A repórter também não insistiu, talvez não interesse à direção do Jornal comprar a briga, mas a coisa não ficou muito bem explicada não.

“Há uma espécie de conflito”, destacou a prefeita de Cubatão, Márcia Rosa. De acordo com ela, o pagamento atualmente é variável. Algumas cidades, para não ficar sem segurança, são obrigadas a pagar um auxílio municipal, e isso deve acabar.

Fonte: A Tribuna on-line

OS DOUTORES PERITOS DA POLÍCIA CIENTIFICA – A TERCEIRA POLÍCIA DO ESTADO CONFORME PROPALAM – DE VEM EXPLICAR O PORQUÊ DA DESQUALIFICAÇÃO DO LAUDO DO DOUTOR MOLINA…FOI PURO PROFISSIONALISMO , ALIVIADA DE AMIGO PARA AMIGO OU COAÇÃO HIERÁRQUICA? 5

22/01/2010 – 09h18

Governo anula segunda fase de concurso suspeito de fraude em SP

ROGÉRIO PAGNAN
ANDRÉ CARAMANTE
da Folha de S.Paulo

O secretário da Segurança de São Paulo, Antonio Ferreira Pinto, anunciou na quinta-feira (21) no “Diário Oficial” a anulação de toda a segunda fase –entrevista pessoal e exame oral– do concurso para fotógrafo do IC (Instituto de Criminalística). Em dezembro, suspeitas de ligação com fraudes derrubaram dois diretores do IC.
Em 30 de novembro, a Folha revelou que o concurso para fotógrafo pericial, que teve 17.621 inscritos, havia sido fraudado para beneficiar candidatos ligados a funcionários. Em julho, a reportagem já havia registrado em cartório nomes de três candidatos que seriam aprovados.
A investigação em andamento na Corregedoria-Geral da Polícia Civil está na fase em que os beneficiados serão interrogados. Não há como dizer se a primeira fase da disputa por um cargo com salário de R$ 2.246 será ou não anulada.
Existe a suspeita, pela corregedoria, de que os beneficiados na segunda fase também tenham sido ajudados com uma espécie de cursinho preparatório para a prova escrita (a primeira etapa), dentro do IC.
A segunda fase será refeita, mas as datas não foram definidas, diz a secretaria. Dos 415 candidatos nesta etapa, 128 haviam sido aprovados. Nenhum chegou a assumir o posto. A decisão do secretário Ferreira Pinto foi tomada a partir da análise do setor jurídico.
Os dois principais responsáveis pelo concurso, os delegados Adilson José Vieira Pinto (diretor da Academia de Polícia) e Jurandir Correia de Sant’Anna (presidente da comissão do concurso), não quiseram se manifestar ontem.
Um dos candidatos aprovados na prova oral, André das Eiras Braiani é parente do ex-diretor do IC José Domingos Moreira das Eiras, afastado do cargo no fim de dezembro. Ontem, Eiras disse não ter sido o único a entrevistar candidatos e que a corregedoria precisa ir atrás dos outros entrevistadores também.
Segundo Ricardo Fadul das Eiras, filho e advogado do ex-chefe do IC, não houve benefício a Braiani. Na prova oral, Braiani não conseguiu responder corretamente questões como a definição de um quadrado ou em qual região fica a Bahia.
Outro concurso também está sob investigação. O segundo homem mais importante da hierarquia do IC até dezembro, quando deixou o cargo, Osvaldo Negrini Neto, foi acusado por seis integrantes da banca do concurso para peritos de 2005 de vender gabaritos e incluir irregularmente reprovados na lista de aprovados. Negrini, que presidia a banca, nega as acusações.

DE ALFREDO SOUZA ALBERTO: Fotos do I. E. E. MARTIM AFONSO – SÃO VICENTE – 1960 8

———- Forwarded message ———-
From: alfredo souza alberto

Date: 2011/2/10
Subject: FW: fotos do IEMA de 1960
To: dipol@flitparalisante.com

Recordações do I.E.E.M.A – Instituto Estadual de Educação Martim Afonso de Souza – São Vicente 130

ESTUDOU NO M.A.EM QUE ANO,GUERRA?

juan-50

22/01/2010 em 20:46 Editar

JUAN-50

De 1970 a 1977. Bons tempos de infância e adolescência. Apesar das aulas do Professor Joaquim dentro do 2º BC.

Quando eu ingressei no ginásio, depois do tal vestibulinho, ainda usávamos uniforme e havia aulas aos sábados.

O Jarbas Passarinho fez algo de bom ( pra mim ) acabou com as aulas aos sábados… rs

Bem, ele acabou mesmo foi com o ensino público.

No lugar de Filosofia, reforço de Educação Moral e Cívica… rs.

Criou mais uma turma encurtando as aulas e os intervalos.

Nada como um Coronel do Exército pra dar solução para a falta de vagas…

Ah, além da reforma ortográfica de 71, para  nos phoder a partir de 72…

Levei uns 10 anos para deixar de grafar êle, nêle, êsse…etc.

Agora , já que não preciso de nota ( apenas cédulas ), quero que a atual reforma se phoda…rs.

Imperdoável acabar com o trema, pois só apedeutas  escreverão qüinqüênio…

Mas não posso reclamar da minha educação no “Afonsinho”, pois aos 10 anos já tinha lido 26 livros do Monteiro Lobato…

A trilogia do Tesouro dos Martírios,  de Francisco Marins…

E as memórias de Hans Staden “Duas viagens ao Brasil ( tinha umas 1000 páginas ).

Bastou complementarmos  essa vasta cultura com a revista MAD,  a revista Geração Pop ( que sempre foi uma merda, pois a maioria dos colaboradores não sabia nada de nada; acabavam inventando ).

Bem depois – QUANDO A DITA ABRANDOU –  com todas as revistas “Ele e Ela” , “Status” e depois “Playboy”.

Eu era apaixonado pela Rose Di Primo; tinha até um pôster dela montada acho que numa moto Triumph.

Fiquei tão letrado que ganhei um banheiro exclusivo no fundo do quintal.

Tapetão do Itararé – São Vicente

Eu era um bom garoto até que o meu pai teve uma idéia brilhante: para eu parar de fazer barulho com a guitarrinha comprou, quando completei 15 anos, um Yamaha RD 50, azul, a primeira motocicleta Made In Manaus.

Assim, quando no 3º ano colegial rumava para o Afonsinho pela praia, pois “soy latino americano e nunca me engano“.

O problema é que não dava pra ficar com a bunda na cadeira agüentando aulas como  as Professor Renato ( Física ).

Numa das escapadas fui  imitar o Adu Celso  – ( Eduardo Celso Santos ,  falecido em 5 de fevereiro de 2005, em Juquey-SP, um famoso  piloto de motocicletas e empresário de São Vicente, um dos filhos do Sr. Celso Santos, dono da Cidade Náutica Imóveis e de toda a praia de Pernambuco ,  no Guarujá, Hanga Roa, Bertioga, Juqueí, etc.  ) – ; acabei atropelando um coqueiro da Avenida Padre Manoel da Nóbrega ( também conhecida como “Tapetão” do Itararé).

Resultando, prá mim, 5 meses de cama; para o meu pai quase uma “cana”.

O diploma ficou para depois; a faculdade de Direito, idem.

No ano seguinte, muito revoltado porque ” andava a pé e achava que assim estava mal” , mudei para o período noturno, já que depois de quase um ano gessado e de muletas – não tinha porrada que me fizesse levantar da cama as 6h30.

No período noturno redescobri a alegria de viver; passei a estudar no Batidão e no Cruzeiro do Sul.

Além de aprender política, filosofia e ficar falando Jacomi, também aprendemos a arte de  causar curto-circuito no Afonsinho e explodir bombinhas de São João no banheiro ( quatro das gordinhas bem amarradas); aprendi a saborear o bom e velho Fogo Paulista.

Culpa de uma turma de celerados que migraram compulsoriamente do Vidrobrás para o Afonsinho, pois acabaram  com o curso colegial da Escola Vidrobrás. O que foi muito bom, pois as moças eram mais interessantes e emancipadas.

A maioria já trabalhava, inclusive. Até hoje não entendo a razão de as moças da época, embora mais baixinhas, nascerem mais bonitas e harmoniosas do que as das gerações posteriores.

Naquele tempo não chovia o ano inteiro na Baixada; a madrugada era estreleda e perfumada pela dama-da-noite.

Não tinha ladrão armado.

O que estragava o sossego de quem andava na madruga eram as “Barcas da Polícia Civil” e do “Juizado de Menores”.

A PM –  com os fusquinhas e veraneios acho que nas cores vermelho e preto  – não incomodava.

Mas como na PC, da época, a maioria era ganso com carteirinha de inspetor de quarteirão, todo cuidado era pouco.

Cabeludo com violão sofria: aí  “maluco beleza” ( era o sucesso do Raul daquele ano )  balança o pinho pra gente ver se não tem bagulho!

E leva aí “Abismo de Rosas” prá gente conferir se tu sabe tocar…Mas seu guarda, só aprendi solar “O Milionário”…

Playboy,  que guarda?

Tá vendo guarda onde?

Aqui é Polícia, apito tu vai ouvir na orelha… já, já!

“De menor” na rua de madrugada, tu tem pai?

Tenho sim senhor! Ele deixa? Não, esperei ele dormir e pulei o muro!

Filho da puta…sobe…sobe…sobe! Pelo amor de Deus, deixa eu ir embora…

O caralho! Farei melhor “seu punheta” vou te deixar no colo da mamãe.

Fui salvo pelo rádio, mas o guarda grandão da “petra e branca” me fez tirar o sapato e sumir correndo pela av. Quintino Bocaiúva… FDP, ainda não era asfaltada…cheia de pedregulho; eu correndo com o violão debaixo do braço e os sapatos na outra mão…

Mas achei melhor obedecer e não olhar pra trás.


Assim , em dezembro de 77, em vez de velinhas e bolo de aniversário, bomba levei eu.

Com direito a honrosa jubilação para outra escola  mais compatível com o meu elevado nível intelectual e cultural.

O restante contaremos daqui a dez anos, ainda não cheguei à fase de escrever minhas memórias.

Mas eu amava aquela escola; amava mais ainda três pessoas: A Dnª Suely, nossa professora de Geografia; a Dnª Iracema, professora de História e a Dnª Cleuza, Diretora; que apesar de muito austera foi uma espécie de anjo protetor.

E tinha uma que eu odiei por anos: a professora Zuleica. O Pink Floyd fez a música The Wall, certamente inspirados nalgum professor como ela.

Eu tinha lá algumas limitações matemáticas; durante quatro anos eu lhe dei trabalho extra no mês de fevereiro.

Pois sistematicamente no 1º bimestre ela me dava 0 ( zero ), no 2º 0,5 ( meio ), no 3º uns 2,5 ( dois e meio ), só começava a melhorar no final do ano, tirava 5,0 ( cinco ).

Assim já sabia que passaria as férias , todos os dias,  acompanhado de professora particular.

E chegava para fazer a prova na base do tudo ou nada, ou seja: precisando no mínimo de 9,5 ( dez né? ).

Eu conseguia, dias depois começava tudo novamente.

Por uma única razão, como era um dos menores e  o mais novo, quando um ano a dois, alguns três anos mais velhos,  faz uma baita diferença, entrava apanhando e saia apanhando.

Logo no primeiro bimestre, do primeiro ano do ginásio, as minhas notas nas duas provas foram 0 ( zero ).

A mulher fazia questão de mostrar as provas e anunciar as notas nominalmente; fazendo seus comentários.

Iniciava pela maior nota e decrescia: eu fui o último.

Ela disse em voz alta: o nº 33, “seu” Roberto Conde Guerra, 0 ( zero ) na primeira e 0 ( zero ) na segunda, média final 0,5( meio ).

A classe desabou na gargalhada.

Constrangido só me restou dizer em voz alta: Dnaª Zuleica, a Srª se enganou, zero mais zero não é igual a meio!

A mulher possessa: meio em respeito ao trabalho do seu pai que pagou as folhas de papel almaço.

Tá bom professora, mas então arredonda prá um.

Meio pelo trabalho do meu pai que compra as folhas ; meio pelo trabalho da Srª em me ensinar!

Fora! Fora! Prá diretoria. O senhor ( naquele tempo as professoras tratavam as crianças por senhor ), em matéria de cinismo é um “Einstein”  (prá mim era o humorista da foto com a língua de fora…rs ).

Vai contar piada pra Inspetora.

Phodeu-se! Daquele dia em diante deixei de ser o “Marciano”, virei o Einstein piadeiro…

Chegava o dia da prova era um massacre: estudou Einstein? Vai tirar dez hoje Einstein?

Fala Einstein piadeiro!

 Só depois de uns dez anos eu compreendi o motivo de tanta raiva.

Ela estava me humilhando dando meio para o trabalho do meu pai; pensou que com a minha resposta estivesse dando meio pelo trabalho dela como professora.

Mas eu não possuía inteligência para compreender, tampouco responder,  conscientemente,  daquela maneira.

Estava absolutamente arrasado pela vergonha, pela gargalhada da classe…

Ela viu cinismo, não viu nosso choro sufocado.

E os anos passam, mas , intercorrentemente, fatos semelhantes vão se sucedendo.

Lembro de uma outra antipatia plantada inconscientemente,  sem nenhuma malícia.

Nos primeiros anos da carreira,  desconhecendo regras protocolares de tratamento, endereçava requerimento aos Seccionais, Regionais, empregando o tratamento Excelência.

A uma: fomos advogados por certo tempo.

E advogado novinho  –  pelo menos naquela época –  mesmo no interior de uma livraria jurídica, tratava a todos por Excelência…

Vossa Excelência daqui…Sua Excelência ali…

Tinha livro ou autos embaixo do braço era Excelência.

A duas: um Delegado Seccional, um Delegado Regional, no final dos anos de 1980, eram autoridades de grande relevo.

Bem, eu acreditava fossem.

Ou seja,  dentro dos quadros profissionais do Poder Executivo, altas autoridades. 

Certo dia, depois de apresentarmos um requerimento endereçado ao Dr. LEVINO MANOEL RIBEIRO, fomos  –  na presença de uma Escrivã e de um Escrivão  –  corrigidos pelo assistente JOSÉ ALVES DOS REIS, o “Português”. 

Ele  arvorava-se  –  soberbamente  – profundo conhecedor da arte de bem escrever. 

Destarte ou Des’arte ( termo ridículo de largo emprego por Delegados afetados ),  deselegantemente, achou devido nos dar aula na presença de outras pessoas.

Disse: Guerra  venho percebendo que você dá tratamento de Excelência ao Delegado Seccional. Está errado, o correto é Vossa Senhoria.

Simploriamente respondemos: mas doutor acredito que um Delegado Seccional  deva ser considerado uma  autoridade de elevada hierarquia.

Não Guerra, consulte o Aurélio!

Ele chutou; devolvi:  eu só uso o Caldas Aulete ( aquele que nas antigas edições enciclopédicas, trazia milhares e milhares de verbetes, gravuras,  exemplos de emprego por grandes escritores , etc.).

O homem de branco foi avermelhando até ficar roxo.

Deve ter achado uma grande insolência ouvir tal resposta do Investidura Temporária.

Pela vida é assim: uma besta por te  achar um simples burro nunca aceita coice trocado.

ROSE DI PRIMO – NO TEMPO QUE MULHER TINHA CABELOS E NÃO FAZIA MUSCULAÇÃO

Obs.: OSPB (Organização Social e Política Brasileira) Disciplina que, de acordo com o Decreto Lei 869/68, tornou-se obrigatória no currículo escolar brasileiro a partir de 1969, juntamente com a disciplina de Educação Moral e Cívica (EMC). Ambas foram adotadas em substituição às matérias de Filosofia e Sociologia e ficaram caracterizadas pela transmissão da ideologia do regime autoritário ao exaltar o nacionalismo e o civismo dos alunos e privilegiar o ensino de informações factuais em detrimento da reflexão e da análise. O contexto da época incluía a decretação do AI5, desde 1968, e o início dos “anos de chumbo” – a fase mais repressiva do regime militar cujo “slogan” mais conhecido era “Brasil, ame-o ou deixe-o”.

Dessa forma, as duas matérias foram condenadas pelos Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN), estabelecidos pela Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB) de 1996, por terem sido impregnadas de um “caráter negativo de doutrinação”.

Citação bibliográfica: MENEZES, Ebenezer Takuno de; SANTOS, Thais Helena dos.”OSPB (Organização Social e Política Brasileira)” (verbete). Dicionário Interativo da Educação Brasileira – EducaBrasil. São Paulo: Midiamix Editora, 2002, http://www.educabrasil.com.br/eb/dic/dicionario.asp?id=365, visitado em 9/7/2012.

Educação Moral e Cívica (EMC ) , foi criada nos anos de 1940, por Francisco Campos,  no curso da Ditadura Vargas.

PLACAS DO DETRAN, CFC FERRARI, RUBENS LARA E ROGER FERREIRA…REMINISCÊNCIAS DE UM EX-DELEGADO DE POLÍCIA DE TRÂNSITO DURANTE O GOVERNO GERALDO ALCKMIN 6

No meado de 2003, quando ocupávamos o cargo de Delegado de Trânsito na CIRETRAN de Cubatão, por dever de ofício, instauramos diversos procedimentos em desfavor dos responsáveis pela AUTO-ESCOLA FERRARI, estabelecida naquela cidade.

Os proprietários, os irmãos CIDÃO e VADINHO, continuadamente praticaram inúmeras irregularidades  e crimes contra a Administração Pública.

Patrocinaram, como retaliação,  intensa campanha difamatória; por meio de um pequeno jornal local, inclusive.

Depois, em comitiva formada por amigos e políticos, compareceram ao gabinete do falecido João Jorge Guerra Cortez, então Seccional de Santos.

Pelo que, de pronto, fomos convocados para explicações;  presenciadas pelo Dr. Quelhas, seu assistente e conhecedor da legislação.

Ao termino de detalhada demonstração dos fatos que desencadearam “a injusta perseguição aos donos do CFC Ferrari; cujo proprietário Cidão, dentro daquela sala teria “aos prantos alegado que pensava em se matar por nossa culpa”, o Seccional, laconicamente: “dá um tempo lá no 2º DP, depois da coisa esfriar você volta”!

Respondemos: SE O MOTIVO FOR A “FERRARI” O SENHOR QUE ME RETIRE DA CIRETRAN!

Ele não gostou, mas também não nos retirou…

O CFC impetrou mandado de segurança, em razão do bloqueio do funcionamento da auto-escola… E PERDEU! 

Trouxeram o Dr. PANTALEÃO –  ex-divisionário do DETRAN – objetivando fossem ,  juntamente com o Delegado aposentado e atualmente advogado,  recebidos  e ouvidos. O doutor PANTALEÃO  –  infelizmente obrigado a abaixar-se pela espécie da “cancela de cavalo” formada pela divisão da porta em duas folhas, pois a folha de cima estava com fechadura quebrada – pode entrar. Os dois não, pois legalmente não eram diretores do estabelecimento, ou seja, não estavam habilitados para representar o CPF na repartição de trânsito.

Ouvimos os argumentos do digno doutor PANTALEÃO, mas informamos que não poderíamos proceder ao desbloqueio sem que fossem cumpridas as exigências legais, ou seja, saneamento de irregularidades continuadamente despercebidas noutras gestões.

Lavraram um  B.O.  –  subscrito pelo doutor ARMANDO LIRA –  relatando que também DEIXEI DE RECEBER A ESPOSA , na qualidade de sócia, COM INSULTOS E GRITOS presenciados por uma filha pré-adolescente.  De fato não a recebi formalmente, mas depois de ouvir verborragia da mulher, chamei-a de canto para dizer-lhe algumas “verdades” ( sem insulto,berros e sem a presença da menina ).

COMO É QUE O GOVERNADOR ALCKMIN  FICAVA  SABENDO DE COISA MIÚDA E NÃO FICAVA SABENDO DE FRAUDES GRAÚDAS, GOSTARIA DE ENTENDER?  

Os “empresários”, por meio do saudoso RUBENS LARA, encomendaram um lamuriento e  mentiroso pedido de providências sob o fundamento de que o Delegado estava atentando contra a livre iniciativa, causando prejuízo econômico ao CFC, ao Município de Cubatão e ao Estado.

SEM DEMORA

Dias depois de o protocolado ser levado ao Gabinete da Casa Civil,  PRESTAVAMOS CONTA AO ILMO DOUTOR “ROGER” , da assistência do Palácio dos Bandeirantes.

Obviamente, tendo em mãos os telefones da sede do governo , não perguntamos acerca da qualidade funcional do Dr. Roger.

Expliquei verbal e expressamente. O Dr. Roger –  gentilmente – deu retorno; informando-nos de não se constatar nenhuma das irregularidades apontadas pelos interessados, ou seja, perseguição de cunho pessoal…

Recordo-me de algumas das palavras do Dr.ROGER, em linhas gerais,  o governador adota uma política de fortalecimento ao micro e pequeno empresariado… Assim ele pessoalmente verifica tais denúncias , cobrando com urgência informações e providências, pois também se preocupa em preservar a boa imagem das autoridades. “PODE FICAR TRANQUILO”!

Fiquei tranquilo, aguardando merecidas férias marcadas a partir do dia 16 de setembro.

Um dia antes, por volta das 18h00, recebemos telefonema do Ilustre João Jorge Guerra Cortez: “xará” você não foi falar com o homem ( Dr. Corazza), né?

É o seguinte…você vai sair de férias, mas não volta…O EDY ASSUMIRÁ A PARTIR DE SEGUNDA! 

Depois das tuas férias a gente vê!

Cortez muito cortez, mas não no significado de cortesia, delicadeza no tratar os colegas…

O falecido era tão cortês quanto o explorador “CORTEZ THE KILLER” ( o assassino espanhol  ).

Do Dr. ROGER  –  anos depois  –  soube que se tratava de Roger Ferreira, ex-assessor de comunicação do ex-governador de São Paulo, investigado por participar de alegado esquema de uso político de verbas de propaganda da Nossa Caixa, vinculada ao governo paulista.

Valendo dizer: DELEGADO DE POLÍCIA é obrigado a dar explicação para qualquer ocupante de cargo de confiança.

Enfim: GERALDO SABIA OU NÃO SABIA DA DENÚNCIA FEITA VERBAL E EXPRESSAMENTE NO CASO DA LICITAÇÃO DO DETRAN?

Sabia! Mas dizem que ele passeava de helicóptero com o dono da CASA VERRE. 

Dias antes de deixarmos a CIRETRAN( setembro de 2003 ), ocorreram mudanças das empresas de placas. Um emplacador –  “vagabundo e apadrinhado” –  foi designado para substituir aquele que há anos estava em Cubatão.

Tentamos impedir a demissão do bom funcionário e ouvimos de um dos assistentes da Divisão do Interior: “Guerrinha deixa quieto…O governador passeia de helicóptero com o dono de todas essas empresas de placas!”

É MENTIRA, TERTA?

PARA GOVERNADOR: Aloysio Nunes Ferreira Filho 2

Alckmin foi avisado em 2006 de suspeita de fraude no Detran

Ex-governador recebeu documentos que apontavam conluio para favorecer empresa fantasma em pregão

André Mascarenhas, do estadao.com.br

 

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SÃO PAULO – O ex-governador Geraldo Alckmin e a cúpula da Secretaria de Segurança Pública do governo de São Paulo foram alertados, em janeiro de 2006, de fortes indícios de manipulação em um pregão que garantiu o controle de todo o serviço de emplacamento de veículos no interior do Estado a uma única empresa, a Cordeiro Lopes, suspeita de ser uma firma fantasma. A denúncia foi protocolada no Palácio do Governo por um perito contábil que participou do pregão, que afirma também ter alertado pessoalmente o então governador. A Cordeiro Lopes é hoje, quatro anos após Alckmin ter sido avisado das suspeitas, alvo de investigação do Departamento Estadual de Trânsito (Detran), que analisa a quebra do contrato. 

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Contratado para fazer um estudo de custos para uma das empresas que participou do pregão, o perito Diógenes Gonzaga de Moraes reuniu uma série de documentos e informações que, em linhas gerais, apontavam para a formação de conluio entre as empresas Cordeiro Lopes, Maxi Placas, Nortear e Casa Verre, com o objetivo de garantir a vitória da Cordeiro – o que só foi possível, ainda segundo a denúncia, pela oferta de preços inexequíveis pela vencedora. A documentação apresentada pela empresa ao Detran à época do pregão mostra ainda que a Cordeiro Lopes, antes de se aventurar no concorrido setor automotivo paulista, era uma microempresa de consertos de fogões, com capital social de R$ 5 mil, cuja matriz era uma sala localizada em São José, cidade da periferia de Florianópolis.

“Tudo estava na denúncia”, diz Moraes que, antes de alertar o então governador, teria apresentado as suspeitas ao pregoeiro no dia da licitação, respeitando as regras do certame.

A desconfiança começou ali mesmo, no momento em que começaria o pregão. “Nós tínhamos olhado a documentação da Cordeiro. Vimos que era uma microempresa, com capital social ínfimo, sem provas de estrutura de empregados. O edital dizia que indícios de irregularidade documental deveriam ser apresentados à mesa, para a desqualificação da empresa suspeita. Mas quando tentamos nos pronunciar, o delegado falou ‘olha, estamos em cima da hora, se começarmos a fazer isso agora, vai atrapalhar muito. Vamos começar o pregão e, ao final, a gente ouve as reclamações'”, descreve o perito.

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Com início marcado para as 9 horas, o processo só terminou à meia-noite. Moraes seguiu a recomendação do delegado e tentou novamente apresentar a denúncia – o que foi descartado, devido ao avançado da hora. A recomendação passou a ser de que as empresas apresentassem suas alegações em três dias úteis. “Ali já houve um vício”, lamenta o perito, que desconfiou da postura do pregoeiro e decidiu procurar o governo.

A partir daí, não apenas a empresa representada por Moraes, mas praticamente todas as derrotadas entraram com recursos contra o resultado do pregão. Apesar das afirmações de que os valores ofertados pela Cordeiro Lopes seriam inexequíveis, o Detran manteve o resultado da licitação.

Nove dias após o pregão, Moraes encontrou-se com Geraldo Alckmin no Palácio do Governo, onde sustenta ter participado de uma audiência rápida com o então governador, em uma sala ao lado do Salão Nobre, que estava em reforma. Nela, teria exposto rapidamente as suspeitas de que a Cordeiro Lopes e outras três empresas agiram em conluio, demonstrado que os valores que resultaram na vitória da empresa eram inexequíveis e apresentado a documentação que comprovaria se tratar de uma empresa sem estrutura para se manter no negócio. Mas foi enfático ao descrever a omissão do pregoeiro quando confrontado com as denúncias.

Segundo o perito, Alckmin teria se comprometido a apurar as denúncias. Um assessor do ex-governador recomendou que ele protocolasse a documentação num guichê ao lado do salão nobre do Palácio.

Procedimento padrão

Contatada pela reportagem do estadao.com.br no último dia 15, a assessoria de Alckmin, que atualmente é secretário de Desenvolvimento do governo de São Paulo, deu versões conflitantes sobre o caso. Inicialmente, em conversa preliminar, alegou ser improvável que o ex-governador tenha sido informado pessoalmente das denúncias, uma vez que em situações como essa ele deveria “receber pessoalmente a documentação”. Num segundo contato, no dia 18, garantiu faltar uma autenticação mecânica no ofício protocolado por Moraes. O carimbo que consta no documento é da Casa Civil, e está datado de 13 de janeiro de 2006.

Informada de que a reportagem seria publicada, a assessoria de Alckmin apresentou outra versão, e disse que a providência tomada foi “o procedimento padrão”, que consistiria em encaminhar a denúncia à Secretaria de Segurança Pública (SSP) que, por sua vez, deveria notificar a Corregedoria da Polícia Civil. A assessoria afirmou ainda que o “governador não tem como investigar pessoalmente todas as denúncias”, e informou que ele não daria entrevista para esclarecer o assunto.

“Ele disse que iria tomar as providências cabíveis e apurar. E garantiu que eu seria avisado do andamento”, lembra Moraes. “Nunca tive nenhum retorno, seja do governador, seja da Secretaria de Segurança Pública, seja da Corregedoria. É como se a denúncia não existisse.”

Contatada, a SSP “informa que, oficialmente, não recebeu nenhuma denúncia referente ao contrato licitatório à época da assinatura”, mas diz “que a apuração sobre possíveis irregularidades administrativas foi iniciada pela Corregedoria do próprio Detran, em 2006.”

No mesmo dia em que esteve com Alckmin, Moraes repetiu o procedimento por duas outras vezes, nos gabinetes do então secretário de Segurança Pública, Saulo de Castro Abreu Filho, e de seu sub à época, Marcelo Martins de Oliviera. Ele ressalta, entretanto, não ter sido recebido por ambos. “No mínimo, (a denúncia) deveria ter sido mandada para o Tribunal de Contas”, desabafa.

Mais uma vez, a atual gestão da SSP nega responsabilidade sobre o caso. Com relação às denúncias feitas diretamente ao órgão, afirma que, em 2006, a gestão era outra e que, por isso, não é possível responder por que nenhuma providência foi tomada à época. O órgão do governo estadual destaca, entretanto, que “atualmente, a Corregedoria Geral da Polícia Civil apura as denúncias de irregularidades referentes ao contrato assinado durante a antiga gestão, em inquérito policial instaurado no ano passado. As investigações continuam e outros detalhes não serão divulgados neste momento”.

Modus Operandi

Os indícios de que houve uma articulação entre quatro das empresas que participaram do pregão estão num dos documentos protocolados no Palácio. No laudo, o perito relata a existência de parentesco entre os proprietários da Casa Verre e da Maxi Placas, além de utilização do mesmo nome fantasia pela Casa Verre e a própria Cordeiro Lopes.

Mas mais do que a existência dessas relações, o que parece confirmar a atuação em bloco para garantir a vitória da Cordeiro Lopes foi a maneira como essas empresas, com a ajuda de uma quarta, a Nortear, aturam durante o pregão. Em nove dos dez lotes do certame, Cordeiro Lopes, Maxi Placas e Nortear apresentaram ofertas idênticas, com valores muito abaixo do considerado exequível pelo mercado. Sempre na segunda rodada de cada lote, as últimas desistiam da disputa em favor da Cordeiro Lopes.

Esse modus operandi é minuciosamente descrito pelo advogado empresarial Luiz Marcelo Breda Pereira, que entrou com ações em favor de algumas das empresas derrotadas. Ele dá o caminho que explica como um negócio baseado em preços considerados inexeqüíveis tornou-se uma verdadeira mina de ouro. Além do superfaturamento de até 200% na medição dos serviços contratados, como revelado pelo Estado em novembro, a Cordeiro Lopes valia-se da venda de placas especiais, várias vezes mais caras do que o valor ofertado no pregão, para garantir a lucratividade na operação. Segundo reportagem de dezembro, o esquema contaria com a falta de informação do consumidor, que quase sempre não sabe ter direito a uma placa comum, sem custo extra, no momento em que paga o emplacamento.

Como o pagamento pelo Estado pelas placas comuns, no valor estabelecido pela licitação, é obrigatório, a Cordeiro Lopes ganhava duas vezes: com a venda forçada da placa especial e com o superfaturamento no número de carros emplacados.

“Isso comprova tudo o que dissemos à época do pregão. O preço que foi aplicado não remunera o serviço, por isso que dizemos que o preço da placa é inexequível”, diz Breda, para quem o Estado também acaba lucrando com a operação, já que o valor da taxa de lacração está em cerca de R$ 90, muito acima dos cerca de R$ 2,50 pagos por cada placa comum instalada. “Como o preço pago pela placa comum é muito baixo, o Estado fatura com a diferença.”

Denúncia documentada

Ofício protocolado no Palácio do Governo, confirmando a entrega dos documentos…( site do Estadão )

  

  

 

…Que trazem indícios de conluio e prática de preços inexequíveis pela vencedora de pregão ( site do Estadão

 

O mal de muitas pessoas e falar que tudo de ruim que aconteceu no “brasil”(sic) foi culpa dos militares…VERDADE, SÃO CULPADOS APENAS POR 90% DA NOSSA TRISTE HISTÓRIA! Tanto que seus defensores escrevem “brasil”! 3

Tem muita gente escrevendo daquilo que não sabe ou seja, é mais um teleguiado, que acredita em tudo que lê, mas que não sabe de nada. Teve um até que falou de Itaipu, como se isso fosse um mal (tenho a imprensão que, o mesmo ainda vive sob a luz de velas) e não sabe de onde vem a energia elétrica.

Quanto a continência, é simplesmente uma saudação para dizer bom dia, sem falar nada, somente isso.

O mal de muitas pessoas é falar que tudo de ruim que aconteceu no brasil foi culpa dos militares, mas se isso fosse verdade o brasil seria o melhor pais de mundo.

Hoje, a China, já se pode considerar a maior economia do mundo e também o pais que mais cresce, ai faço uma pergunta?

Qual o regime da China?

É isso aí.

Acho que a nação brasileira deve e muito, aos militares que, cumprindo ordem, defenderam e defendem a nação com o sacrificio da própria vida, coisa que muitos dos que se dizem patriotas, nunca fizeram nada pela nação e nunca irão fazer, pois tudo que sabem fazer é criticar, somente isso e mais nada.

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Qual o regime da China?

É uma ditadura militar: animalesca!

Qual o regime de Cuba?

Uma ditadura militar: bestial!

O “militares”  fabricam guerras; quando estão a um passo da derrota pedem socorro para voluntários. Os civis convocados,  heróica e patrioticamente,   SEMPRE FORAM OS SALVADORES DE TODAS AS PÁTRIAS

Aqueles militares de academia nunca defenderam a soberania do “brasil” ( conforme a  grafia do defensor dos construtores da binacional Itaipu ), defenderam e defenderão, enquanto mortos-vivos,  a soberania da Farda. 

Ah, soberania da Farda engalanada!

À República Confederativa das Forças Armadas do brasil, investida do Poder Constituinte legitimado pela superioridade de armas, viva!

Ao dia 9 de abril de 1964, viva!

Aos seus Comandantes-em-Chefe ( engalanados e engabeladores ), viva!

Mas, durante o regime dos engalanados,  havia uma pequena porção de alegria:

Como a cantada pela dupla Dom e Ravel na música “Brasil eu te amo”:

“As praias do Brasil ensolaradas,
O chão onde o país se elevou,
A mão de Deus abençoou,
Mulher que nasce aqui tem muito mais amor.
O céu do meu Brasil tem mais estrelas.
O sol do meu país, mais esplendor.
A mão de Deus abençoou,
Em terras brasileiras vou plantar amor.
Eu te amo, meu Brasil, eu te amo!
Meu coração é verde, amarelo, branco, azul anil.
Eu te amo, meu Brasil, eu te amo!
Ninguém segura a juventude do Brasil.
As tardes do Brasil são mais douradas.
Mulatas brotam cheias de calor.
A mão de Deus abençoou,
Eu vou ficar aqui, porque existe amor.
No carnaval, os gringos querem vê-las,
No colossal desfile multicor.
A mão de Deus abençoou,
Em terras brasileiras vou plantar amor.
Adoro meu Brasil de madrugada,
Nas horas que estou com meu amor.
A mão de Deus abençoou,
A minha amada vai comigo aonde eu for.
As noites do Brasil tem mais beleza.
A hora chora de tristeza e dor,
Porque a natureza sopra
E ela vai-se embora, enquanto eu planto amor.”

Pode até ter sido composta sob encomenda (  EU DUVIDO ) ,  mas com UM RECADO MUITO CLARO,  embora despercebido ou deturpado pela velhacaria da época:

NINGUÉM SEGURA A JUVENTUDE DO BRASIL…

E não seguraram…

Os adolescentes e meninos de então, agora comandam as Forças Armadas COM BRILHANTISMO E COMPROMETIMENTO SOCIAL…Apesar de certo Ministro metido a Generalíssimo.

Nunca ouvi Oficiais, entre 45 a 50 anos, CUSPINDO MERDA! 

subscrevendo meu comentário no flit, confirmando envio! 1

Date: Thu, 21 Jan 2010 15:59:34 -0200
Subject: subscrevendo meu comentário no flit, confirmando envio!
From: victormbatis
To: dipol@flitparalisante.com

Amiga Andréia, você sempre foi guerreira e um doce de pessoa, continue lutando e iluminando onde passa com sua luz e magnetismo.

Por mais injusto que pareça, nem o direito de sofrer há, pois você é uma grande mãe e tem o anjinho para acolher!

A dor da perda é inarrável, imensurável, insuperável…

Amiga, que vocês possam encontrar Luz e Paz, dentro da eterna sofreguidão da perda!

Seja forte e conte com o astral maior tendo a certeza de que o Alê estará em um bom lugar olhando e amparando vocês.

Tente emanar energia positiva, pois onde quer que ele esteja, quererá ver vocês bem. (dentro do possível!)

Com sua licença, gostaria de postar uma consideração sobre a imperdoável ocorrência.

Primeiramente gostaria de PARABENIZAR os colegas que atuaram no caso do Alê, que combateram a inércia, a covardia institucional e o silêncio sepulcral do conformismo e descaso com a verdade real!  

Vocês foram IRMÃOS e POLICIAIS!

O que falta nesta polícia falida e covarde, é o que há muito se via, cumplicidade funcional!

Antes nossa classe policial figurava como IRMÃOS, havia unicidade e corporativismo em prol da classe policial.

Hoje, mal colega podemos ser …

Vai precisar de apoio por volta das 18/19hs …

Ainda mais se for nos rincões …

Ou os colegas estarão preocupados em irem logo para os bicos ou para a faculdade e que se exploda o operacional infante que arrumou qru, quer seja por fatalidade ou por operacionalidade! Quem tem sangue de polícia não consegue deixar quieta uma ocorrência!

Quantos já não tomaram reprimenda ou esculacho por apresentarem ocorrência em horários avançados ou em desinteresse da autoridade competente?

Más carregamos um grande fardo, todos nós, e muitos se esquecem que não basta ser operacional e nem tampouco policial atuante para arrumar qru!

Temos que nos apoiar mutuamente e ceifar as asinhas dos cochinhas que não cansam de dar rasentes sobre nós…

Tenho orgulho de ter vocês como companheiros de ofício funcional, DIGNOS COLEGAS QUE APOIARAM O FINADO E QUERIDO ALÊ E FIZERAM PREVALESCER A VERDADE!

Se não fosse a perseverança e a amizade, este iníquo acontecimento teria se findado como “carcereiro ladrão que morreu na mão de PM herói”, conforme covardemente veiculado na mídia, inclusive em página da net policial civil.

O que se desnudou fato incontesto é que a PM manipula ocorrência em favor de seus pares inidôneos e arredonda conforme lhes interessa, principalmente contra policiais civis. E que nossa instituição mantém-se silente! Quer por omissão, quer por covardia, quer por interesse e por medo de migração de cadeiras.

No caso do policial civil que baleou o coxinha no shopping da Z. S.,  as imagens do circuito interno desnudaram que os demais PMs presentes no bico, tentaram manipular o local da ocorrência, inclusive ocultar a arma do miliciano, tal como na ocorrência do carcereiro, onde os milicianos fizeram o algoz trocar de vestes e tentaram instruir testemunhas e favorecer e sublimar a cagada homérica do coxa.   

Policial Civil de fileiras morrer nas mãos de PMs mal intencionados, “Papa Malas”, não passa de estatística e de produção, pois como eles dizem, “somos ladrões e eles heróis santificados”.

Se são meticulosos ao ápice de matar um coronel PM, se cometem tantas chacinas, muitas fardados, em total descrédito da Justiça e de Deus, e se são dominantes no ardiloso ofício de roubar caixas eletrônicos, inclusive matando outros pms pela manutenção de seus interesses criminosos, o que se dirá em dar produção nas costas de policial civil vitimado, maquiado como ladrão e veicular-se herói na mídia.

Parabéns aos colegas que bradaram por JUSTIÇA e a impuseram sobre ferro e fogo, não desamparando um ente de sua pá!

Pois na polícia quem não tem pá, morre pagão!

Muitos que não possuem pá e apenas trabalham árdua e honestamente, literalmente morrem pagãos, ou são silenciados nas masmorras do PPC.

Irmãos Policiais Civis, cuidado, pois quem aviltar milicianos ou atrapalhar seus interesses escusos será penalizado com a morte, afinal morto não fala! Ainda mais quando integra os quadros funcionais de instituição cega, surda e muda!

Parabéns aos irmãos valentes e meritórios.

Saudades do irmão, grande Policial e Paz, onde quer que esteja!

Aos amigos tudo, aos inimigos a Lei!

 

Andréia, um beijo no seu coração e que o plano maior possa aplacar a dor sua e de seus entes.

Paz, Luz e Força!

VICTOR

Segurança: Sindicatos dos policiais programam ato público e não descartam greve 3

Date: 2010/1/21
Subject: Segurança: Sindicatos dos policiais programam ato público e não descartam greve
To: dipol

Devemos cobrar os sindicatos – UNIÃO
Desistir jamais,
A briga por melhores condições é de mais de 1/2 século.

Acho que devemos procurar pela imprensa para que publiquem algo sobre a paralisação da próxima semana, sobre o descaso do Governo com suas promessas para por fim à GREVE DE 2008, dentre outros. – Trabalho de formiguinha –

Dr. Guerra,

Deu no jornal: http://www.diariodafranca.com.br/conteudo/noticia.php?noticia=20663&categoria=8.

Segurança: Sindicatos dos policiais programam ato público e não descartam greve

Presidentes e diretores de associações e sindicatos de policiais civis da Capital e Interior programaram para a próxima terça-feira, 26 de janeiro, às 14 horas, no vão livre do MASP (Museu de Arte de São Paulo), na Avenida Paulista, em São Paulo, um ato público com a distribuição prévia de uma “carta aberta à população de São Paulo”, explicando as razões do protesto.
A manifestação foi acertada em um encontro realizado na última semana na sede da IPA (International Police Association), na Avenida Cásper Libero, Bairro da Luz, em São Paulo. Representantes de associações e sindicatos de policiais civis se reuniram para tratar da pauta de reivindicações da categoria, entregue ao governo em 2008 e cobrada durante todo o ano de 2009, segundo eles, sem sucesso. Em nota, as associações e os sindicatos de policiais civis dizem que “em face dessa procrastinação”, decidiram pela realização do ato público.
Os policiais pleiteiam, além da reestruturação das carreiras, a incorporação aos vencimentos dos proventos e pensões do adicional que recebem a título de local de exercício; a implantação do sistema de subsídio, previsto na Constituição Federal; aposentadoria especial e; cumprimento da lei que instituiu o dia 1º de março como a data-base dos servidores públicos de São Paulo.
O ato público e a distribuição da “carta aberta” é a primeira de uma série de ações que sindicatos e associações pretendem realizar até que as reivindicações da categoria, acertadas com o governo do Estado em 2008, sejam colocadas em pratica. Segundo sindicalistas, foi este acordo que colocou fim a última greve realizada no final de 2008 e o não cumprimento pode desencadear uma nova paralisação da categoria, provavelmente, para fevereiro.