Era uma vergonha o serviço prestado pela Ciretran de Hortolândia. 20

Era uma vergonha o serviço prestado pela Ciretran de Hortolândia.
Em 2008 precisei transferir e renovar minha habilitação que era do RJ.
Ao procurar o serviço da citada Ciretran, fui péssimamente atendido por funcionários sem nenhuma identificação, que pareciam mais funcionários comissionados indicados por políticos, tal foi a desatenção com que me prestaram atendimento.
Ao reclamar do atendimento a um deles, fui obrigado a ouvir um desaforo em tom de deboche: – Se o senhor tem alguma reclamação a fazer, fique á vontade. O Estado tem ouvidoria pra isso…
E ainda me disseram que eu teria que procurar uma das Auto-escolas da cidade para fazer um “curso” para prestar exame sobre as novas normas ditadas pelo DENATRAN. De fato, eu teria que fazer uma prova, mas jamais poderia ser “obrigado” a fazer qualquer tipo de “curso” em qualquer auto escola… Isso soou claramente como um tipo de máfia local, o que depois de algum tempo na cidade, pude concluir que é o que de fato existe.
Quando comprei um veículo em Campinas em abril de 2009, fui transferir e emplacar para hortolândia, meu município de residência.
Novamente fui vítima dessa máfia local, pois a revenda em que adquiri o carro, levou o carro numa vistoriadora da LINCES, para fazer a vistoria requerida pelo DETRAN para transferência de propriedade. Serviço que custa em média 50,00 Cinqüenta REAIS. (A LINCES é uma das mais conhecidas e certificadas vistoriadora de veículos do país, credenciada das maiores seguradoras do país).
Mas para minha surpresa, ao tentar fazer minha transferência de propriedade junto a ciretran de Hortolândia, Fui informado que a vistoria da LINCES não seria “reconhecida” em hortolândia, me OBRIGANDO a fazer uma nova vistoria numa ‘oficina’ local, “única e exclusiva” para tal tipo de vistoria.
No local, além de pagar mais caro pela ‘nova vistoria’ pude comprovar que de fato deveria estar ocorrendo algo de muito “podre” nesse tipo de negócio…
Os responsáveis pela ‘oficina’ de vistoria se comportavam com tal arrogância e prepotência que pareceu evidente que eles devem contar com a “cobertura” das “autoridades” locais.
Mas enfim… Não sou louco de peitar uma quadrilha dessas, quando até pequenos empresários locais, se submetem sem esboçar reação alguma… Certamente por conhecer bem o grau de periculosidade dos emvolvidos nessa máfia local…
É o que tenho para dizer.

VALNIR

A POLÍCIA DE SÃO PAULO PRECISA PAGAR SEGURANÇA PRIVADA: O delegado não teme que a medida, que teve início com o seccional antecessor a ele, manche a reputação da Polícia Civil perante a população… 20

Vigilante particular fará segurança em delegacias


Seccional de Campinas fechou contrato com empresa de segurança privada para vigiar unidades policiais

07/07/2010 – 21h00 . Atualizada em 07/07/2010 – 23h24

Lana Torres

 

Ao todo, 400 equipamentos serão distribuídos entre as 38 unidades policiais de Campinas, Indaiatuba, Valinhos, Vinhedo e Paulínia
(Foto: Janaína Maciel/ESPECIAL PARA AAN)

A Delegacia Seccional de Campinas fechou contrato com uma empresa de segurança privada da cidade e, no prazo de sessenta dias, todas as unidades policiais que respondem à seccional devem estar vigiadas por câmeras, alarme e vigilância particular em tempo integral.

Nesta quarta-feira 907/07), as instalações já começaram e uma das primeiras unidades a receber parte dos equipamentos foi a Delegacia da Mulher de Campinas.

Segundo o delegado seccional José Carneiro de Campos Olim Neto, serão 400 equipamentos distribuídos entre as 38 unidades policiais de Campinas, Indaiatuba, Valinhos, Vinhedo e Paulínia. A ideia, de acordo com ele, é preservar os bens que ficam dentro das delegacias. ‘Trata-se da segurança de patrimônio público, bens públicos que necessitam de segurança’, disse.

Neto explica que, pelo serviço, a Secretaria de Segurança deve desembolsar uma mensalidade à empresa Carvalho Tecnologia em Segurança, que cuidará da implantação e do monitoramento do sistema. O valor não foi revelado pelo delegado, que explicou que houve processo de licitação para escolha da firma que assumiria a função.

As imagens capturadas pelo circuito de câmeras ligado 24h por dia são transmitidas em tempo real à base da empresa e também ficam disponíveis para o delegado titular de cada uma das delegacias. No caso de alguma ocorrência, o alarme soa e uma equipe da vigilância privada vai até o local. Além disso, imediatamente, a Seccional é acionada e também envia policiais civis para a delegacia vítima.

O delegado não teme que a medida, que teve início com o seccional antecessor a ele, manche a reputação da Polícia Civil perante a população. Para ele, a contratação de empresas de segurança privada é uma tendência atual em casas e comércio e não há problemas em ser utilizada também pela polícia.

‘Não é função do policial fazer esta vigilância nas unidades. Não dá pra deslocar uma equipe para esta função, então, contratamos o serviço terceirizado’, explica.

O delegado garante que a medida é apenas preventiva, dando entender que o reforço na segurança não tem relação com o caso recente da mulher que foi roubada, no dia 14 de maio, dentro de uma delegacia, em Salto.

Em Campinas, um dos casos mais marcantes que expôs a vulnerabilidade da polícia civil foi quando, em fevereiro de 1999, 340 Kg de cocaína desapareceram do Instituto Médico Legal (IML) do município. A droga havia sido apreendida em Indaiatuba.

 

 

O DEPUTADO RODRIGO GARCIA É QUEM DEVE SER EXPULSO DA POLÍTICA, POIS ALÉM DE SUBSERVIENTE DEMONSTRA SER DEFENSOR DO FISIOLOGISMO…INVESTIR EM TODA É QUALQUER CIDADE É OBRIGAÇÃO DO GOVERNO ESTADUAL, SEM EXIGÊNCIA DE CONTRAPRESTAÇÃO DO PREFEITO E DELEGADO DE POLÍCIA DR. JOSÉ FRANCISCO DE MATTOS NETO…SERRA INVESTIU EM TANABI OU COMPROU O DEM? 26

Deputado do DEM quer expulsar prefeito que declarou apoio à Dilma

Plantão | Publicada em 08/07/2010 às 19h51m

SÃO PAULO – O deputado estadual Rodrigo Garcia (DEM) anunciou hoje que encaminhou à Executiva do DEM, em São Paulo, um pedido de expulsão do partido do prefeito de Tanabi (SP),  Dr. José Francisco de Mattos Neto, Delegado da Polícia Civil do Estado.

A medida, segundo Garcia, foi motivada pela participação de Mattos em um evento, em São José do Rio Preto, no interior paulista, de apoio à candidatura de Dilma Rousseff à Presidência nas eleições de outubro. O DEM já oficializou sua adesão ao candidato José Serra (PSDB).

No evento, o prefeito de Tanabi não só declarou apoio a Dilma como fez críticas ao PSDB ao acusar o partido de ter sucateado os serviços públicos no Estado. Serra ocupou o cargo de governador paulista até o final de março deste ano, quando se desincompatibilizou para concorrer ao Palácio do Planalto.

“Como deputado da região e membro do DEM, considero injustas as declarações. Sou testemunha dos grandes investimentos que o governo José Serra realizou em Tanabi nos últimos três anos”, disse Garcia.

PORRA, JUSTAMENTE QUANDO COMEÇAVA ACHAR QUE O “DEM” ERA DE FATO UM PARTIDO DEMOCRATA…ALIÁS, HÁ PARTIDO DEMOCRATA NO BRASIL? 4

AM/07/09 às 10:50 –  PREFEITO DELEGADO ZÉ  FRANCISCO

Queridos colegas, sou do concurso DP-1/01 e estou licenciado para execer o 2° mandato em Tanabi-SP. Obrigado pelos elogios e palavras de apoio. Como policial civil e prefeito, jamais poderia me acovardar e me omitir num momento tão importante para nós, enquanto cidadãos e servidores públicos. Não imaginava que meu discurso de apoio a Dilma e Mercadante tivesse esta repercussão, aliás, pra gente aqui do Flit ele não é novidade.
Suely, em cidades pequenas é normal se filiar a partidos já consolidados, mas fique tranquila, minha expulsão já está no prelo. Abração a todos, e espero que possam trabalhar duro e convencer o máximo de pessoas a votar em Dilma e Mercadante.

ps: de certa forma, me senti vingado das bombas, balas de borracha e gás lacrimogênio que o psdb despejou sobre nossos colegas, e dedico a todos eles meu posicionamento na noite de quarta feira p.p.

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Observação:  o Zé jamais empregou o Flit como palanque pessoal.  Assim , pouquíssimos leitores sabiam da sua condição de Delegado e Prefeito.

A MAIORIA DA POPULAÇÃO CARCERÁRIA É COMPOSTA POR POBRES QUE NASCERAM E CRESCERAM SEM INFÂNCIA DOURADA; SEM O PAI SE VESTINDO DE PAPAI NOEL…PODEM AFIRMAR EM QUALQUER TRIBUNAL: “Não sou bandido, não sou nenhum Pablo Escobar, não tenho quadrilha, não tenho fortaleza, não tenho dinheiro na Suíça”…MAS A POBRE E MORENINHO DIFICILMENTE A JUSTIÇA DÁ O MESMO TRATAMENTO DADO A MAURICINHOS E PATRICINHAS QUE VENDEM DROGAS PARA FINANCIAMENTO DO PRÓPRIO VÍCIO 12

As lições de Johnny  (ÉPOCA maio de 2009)
A história de João Estrella, rapaz de classe média preso por vender cocaína nos anos 90, ajuda a explicar por que hoje tantos universitários traficam ecstasy
celso masson, martha mendonça, solange azevedo e rafael pereira

 
CAMINHO TORTO
O ator Selton Mello na pele de João Estrella. A trajetória de usuário a traficante permite entender o fascínio do mundo das drogas

“Meu nome não é Johnny, meu nome é João. Não sou bandido, não sou nenhum Pablo Escobar, não tenho quadrilha, não tenho fortaleza, não tenho dinheiro na Suíça. Se eu fosse tão poderoso assim, minha família não ia estar vendendo o único imóvel para pagar a minha defesa. Eu usava droga, vendia, ia usando, ia vendendo…”

Com os olhos vermelhos de choro e vergonha, defendendo-se no tribunal perante a juíza Marilena Soares (Cássia Kiss), conhecida por seu rigor, o ator Selton Mello personifica, no filme Meu Nome não É Johnny, o carioca João Guilherme Estrella, jovem de classe média que se tornou um dos maiores fornecedores de cocaína nos anos 80 no Rio de Janeiro. A mãe de “Johnny”, a atriz Julia Lemmertz, enxuga as lágrimas ao ouvir o filho. No escurinho do cinema, avós, pais, mães e jovens se emocionam. Desconfiam que a cena poderia acontecer na família deles. O drama exposto com sensibilidade por Selton Mello é o de uma sociedade que não sabe como deter o fascínio que o mundo das drogas, com seu dinheiro fácil e a ilusão de onipotência, exerce sobre jovens aparentemente comuns. Por que, cada vez mais, os filhos da classe média, educados com carinho, mesada e oportunidades, e com um futuro róseo pela frente, escolhem o caminho do crime? E por que o ecstasy tomou o lugar da maconha e da cocaína como a droga típica do tráfico “de elite”?

Segundo a polícia, eles não se consideram bandidos por não ter antecedentes nem usar armas

Meu Nome não É Johnny, mesmo sem grandes pretensões, estreou em janeiro de 20o8( foi exibido na Globo, na última quarta-feira )  com sucesso retumbante. No primeiro fim de semana, 151.486 ingressos foram vendidos. Somados aos 38.921 espectadores que viram o filme nas pré-estréias, o público supera 190 mil pagantes. É uma das dez melhores bilheterias de estréia de filme nacional dos últimos 13 anos. Não houve cópias piratas como em Tropa de Elite, que também trata de tráfico de drogas, mas sob o ângulo do policial e do bandido. Johnny é um filme didático para a família. Por isso vêem-se na platéia adolescentes em companhia dos pais. Em muitos casos, a ida ao cinema é vista pelos pais quase como uma campanha de prevenção. Afinal, têm sido noticiadas com freqüência alarmante as prisões de quadrilhas de universitários traficantes. Cena raríssima há poucos anos, é hoje comum a aparição na mídia de jovens bem-nascidos algemados, fichados e presos.

 
SENTINDO CULPA
O advogado Paulo Roberto David segura a foto do filho, preso. “De alguma forma, devo ter errado como pai”

A história de Johnny como fornecedor de cocaína começou no fim dos anos 80. João tornou-se traficante quase por acaso, por sua popularidade junto aos “mauricinhos” e “patricinhas” da época. Depois de uma infância dourada, com o pai se vestindo de Papai Noel, passando as tardes de domingo em família no Maracanã e sendo tratado em casa como reizinho, saltou do consumo para o tráfico – quase uma ação entre amigos, a princípio – e foi preso em 1995, prestes a levar 6 quilos de cocaína para o exterior. Ficou dois anos no manicômio judiciário. Saiu barato a sentença. Ele diz que sua vida foi salva pela juíza, que não o enxergou como um criminoso irrecuperável nem como um perigo para a sociedade. Nem mesmo como um bandido, mas como um jovem “em desvio”.

Nos anos 80, Johnny era de fato um desvio. Uma exceção. Os traficantes de drogas ainda são, é claro, exceções em qualquer estrato social, e ainda mais entre os garotos de classe média. Menos, porém, bem menos que duas décadas atrás. Hoje, há muito mais Johnnies. A maioria deles nas universidades. A principal causa para a proliferação de traficantes ricos e cultos foi a chegada do ecstasy, uma droga que parece inofensiva e permanece desvinculada da violência dos morros. Sua aura de asséptica atenua o tabu que paira sobre o consumo de drogas e suaviza a fronteira que existe entre o usuário e o traficante.

Nos últimos dois anos, o Departamento de Investigações sobre Narcóticos (Denarc) prendeu 2.068 traficantes em flagrante na cidade de São Paulo. Cerca de 200 vendiam ecstasy. Desses, pelo menos 80% eram de classe média. “A maioria era estudante universitário ou tinha o terceiro grau completo”, diz o delegado Luiz Carlos Magno, do Denarc. Desde 2003, o número de apreensões de ecstasy feitas pela Polícia Federal triplicou no país. No ano passado, seis de cada dez comprimidos foram apanhados em São Paulo. A pena para esse tipo de crime, considerado hediondo, vai de cinco a 15 anos de reclusão. Mesmo assim, quem vende não se vê como traficante. “Eles não se consideram bandidos. Costumam dizer que não têm antecedentes criminais, não usam armas nem obrigam as pessoas a tomar ecstasy”, diz Magno.

Ministério Público procura abortar a interessante iniciativa da Polícia Civil de São Paulo de criar delegacias de conciliação 26

FOLHA DE S. PAULO | EDITORIAL (A2)
JUDICIÁRIO | JUDICIÁRIO

Polícia conciliadora

Editoriais

editoriais@uol.com.br

Na contramão das tendências mais modernas do direito, de tentar agilizar a solução de demandas e desafogar o Poder Judiciário, o Ministério Público procura aniquilar “ab ovo” a interessante iniciativa da Polícia Civil de São Paulo de criar delegacias de conciliação. A ideia é apanhar casos envolvendo delitos de menor potencial ofensivo e solucioná-los no âmbito de um entendimento entre as partes, mediado pelo delegado.
Uma vez firmado o acordo -que pode incluir o pagamento da dívida, a reparação do dano ou o compromisso de não reincidir-, a vítima renuncia expressamente à ação penal. O parquet paulista, entretanto, considera a experiência ilegal, por entender que a conciliação só pode ser feita em juízo e com a sua interveniência.
Parece uma interpretação formalista. É possível alegar que a própria noção jurídica de “poder de polícia” já confere a autoridades a prerrogativa de valer-se daquilo que a doutrina chama de autoexecutoriedade e discricionaridade -palavras pomposas para força e arbítrio- quando o intuito é a promoção da paz pública.
Cabem, é claro, alguns alertas. A renúncia à ação penal por parte da vítima é até certo ponto precária, pois a Constituição determina que não pode haver limitação -nem mesmo legal- ao direito das pessoas de levar suas demandas à apreciação do Judiciário.
E essa precariedade, que pode em princípio parecer uma fraqueza das delegacias de conciliação, é, na verdade, um bom mecanismo de controle sobre o sistema. O temor, afinal, é o de que delegados abusem de suas prerrogativas para forçar acordos contra a vontade das partes. Nesse contexto, a possibilidade de revisão pela Justiça é uma segurança a mais.
Vale a pena, pelo menos, ampliar o experimento e ver como as delegacias de conciliação se comportam. Criar um sistema de solução de conflitos ágil e confiável é uma das prioridades do país.

FICOU PARA 2015: Por ‘motivos eleitorais’, como se verá, acaba de ser frustrada uma tentativa de reengenharia na Polícia Civil do Estado que estava sendo gestada há anos…EM 2014 O ARTIGO PODERÁ SER REPRODUZIDO ALTERANDO-SE OS NOMES DAS AUTORIDADES 10

DIÁRIO DO GRANDE ABC

Contexto Paulista
Ficou para 2011
08/07/2010

Por ‘motivos eleitorais’, como se verá, acaba de ser frustrada uma tentativa de reengenharia na Polícia Civil do Estado que estava sendo gestada há um ano com apoio da Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo), que bancou os custos de uma consultoria a respeito.

O plano era testar uma moderna central regional para o atendimento de chamadas e gestão do deslocamento de viaturas, além da unificação de delegacias. No planeta em mudanças, a Polícia Civil também quis se adaptar aos novos tempos. Se desse certo, a experiência poderia ser adotada em todo o Estado.

O projeto começaria experimentalmente neste mês nas seccionais de Piracicaba, Americana, Limeira, São João da Boa Vista, Casa Branca e Rio Claro, numa área que compreende 52 municípios e população de 2,8 milhões de habitantes. O Cepol (Centro de Comunicações e Operações da Polícia Civil), em Piracicaba, centralizaria o controle das informações.

A iniciativa se baseia na tendência de call centers, como fazem as operadoras de telefonia. A própria Polícia Militar está centralizando o atendimento do serviço 190 em regiões do Estado.

O objetivo seria aumentar a produtividade dos agentes policiais, que deixariam de fazer funções cartorárias e se dedicariam mais a ações conjuntas no combate ao crime – afinal, o que é esperado pela população. Pequenas unidades policiais absorvem demais os delegados em tarefas burocráticas, em prejuízo da investigação.

A reengenharia foi anunciada pelo governador Alberto Goldman em visita a Piracicaba no dia 21 de junho para inaugurar a sede da nova central, que custou 1,6 milhão, e iria propiciar “projeto piloto de reengenharia das unidades policiais civis do Estado”. Uma data foi marcada para o início do projeto: 1º de julho. “Vamos ter uma polícia investigativa mais eficiente”, prometeu o governador. Palmas.

Eleições
De fato, a maioria das delegacias foi instalada nas últimas três décadas de forma caótica e não integrada. Agora, são tempos de tecnologia e racionalização. “Não é possível manter a estrutura atual. Há a necessidade de se distribuir nossos recursos de forma mais racional. O crime não tem fronteiras e estávamos presos nas unidades”, disse o delegado-geral, Domingos Paulo Neto. “Não se cogita a extinção de nenhuma unidade policial, mas sim o agrupamento delas”, afirmou o delegado do Deinter-9 (Departamento de Polícia Judiciária de São Paulo Interior), Oduvaldo Mônaco. Goldman enfatizou que, com os avanços tecnológicos, ter acesso a uma delegacia não significa que seja preciso viver ao lado dela. E o secretário da área, Antonio Ferreira Pinto, tascou que a “Polícia Civil não é o número de imóveis, mas sim investigação. Polícia é serviço de inteligência, é troca de informações”. O discurso oficial parecia redondo.

Mas faltou o bendito diálogo regional para azeitar o plano. A população passou a temer prejuízos com a ausência de delegacias mais próximas a suas casas. Em Sumaré, com o apoio de autoridades, 600 pessoas realizaram protesto contra a fusão dos distritos policiais e a prefeitura ameaçou retirar os 42 funcionários administrativos emprestados à Polícia Civil. Vereadores se movimentaram também em Hortolândia. Em Americana, o Ministério Público prometeu agir. E em Campinas, o Parlamento Metropolitano da Região Metropolitana manifestou-se contrário à reengenharia. O governo do Estado, sozinho, sem o apoio da opinião pública em ano eleitoral, recuou solenemente.

Às 18h do dia 30 de junho, fim do expediente da véspera do dia marcado para o início oficial da reengenharia, o delegado seccional de Americana, João José Dutra, recebeu telefonema informando que a ideia havia sido abortada. “Por se tratar de um ano eleitoral, o projeto poderia ser visto como uma manobra política, o que não é o caso”, afirmou.

Em Limeira, o delegado seccional José Henrique Ventura também anunciou que a fusão dos distritos policiais não aconteceria mais, pelo menos por enquanto.”Essa questão começou a dar problemas em Americana e Sumaré, pois as populações destas cidades se posicionaram contra a reengenharia, achando que os distritos iam ser fechados. Mas isso não aconteceria, apenas iriam para um local só”.

Em nota, a Secretaria de Segurança Pública do Estado explicou que “a iniciativa não será implantada em decorrência de dificuldades advindas de restrições legais impostas pelo período eleitoral, quanto à movimentação de recursos humanos e efetivação de despesas não previstas em orçamento, imprescindíveis à concretização do projeto, que, por sua extrema relevância, há de ser retomado em momento oportuno”.

Combinado?
A suspensão do projeto acalmou a população e não criou animosidade aos candidatos do PSDB. O governo do Estado também não enfrentará problemas com a Justiça. Só faltou, a exemplo de Feola com os russos, combinar com os bandidos.

http://www.dgabc.com.br/Columnists/Posts/44/4216/Ficou%20para%202011.aspx

SELVAGERIA DA PM E A CONTINUIDADE DA GREVE 17

———- Mensagem encaminhada ———-
De: CIDADAO BRASILEIRO <CIDADAOBRASILEIRO@easy.com>
Data: 7 de julho de 2010 23:07
Assunto: SELVAGERIA DA PM E A CONTINUIDADE DA GREVE
Para: robertocguerra@gmail.com, dipol@flitparalisante.com

 

Notícias da ASSETJ

Postado por: Sylvio Micelli – em: 07-07-2010 / 18:53:58

SELVAGERIA DA PM E A CONTINUIDADE DA GREVE

SELVAGERIA DA PM E A CONTINUIDADE DA GREVE

Aguardem mais informações!

Tendo  em vista as cenas de selvageria e truculência protagonizadas pela Polícia Militar do Estado de São Paulo contra Servidores do Judiciário Paulista que realizavam um ato pacífico em frente ao Fórum João Mendes informamos a todos que faremos um noticiário completo sobre o acontecimento logo mais.

A situação agora é tranquila na Praça João Mendes. O presidente da ASSETJ, José Gozze acompanha, neste momento, os servidores feridos que, após terem sido medicados, registram Boletim de Ocorrência no 1º DP de São Paulo. Outros servidores que foram agredidos pela PM devem adotar o mesmo procedimento.

Para que todos saibam, a Assembleia Geral deliberou por unanimidade a continuidade da greve, nova Assembleia está marcada para o dia 14 de julho, às 14 horas na Praça João Mendes. Em reunião ocorrida hoje do meio-dia às 15 horas no Palácio da Justiça, o TJ-SP nada apresentou de proposta para a categoria.

Finda a Assembleia, a PM apresentou aos servidores, sem que nada justificasse a agressão, bombas de gás lacrimogênio, cacetetes e balas de borracha.

A ASSETJ lamenta o ocorrido, solidariza-se com os feridos e lembra que Servidor Público não é bandido até porque os bandidos têm assegurado o tratamento digno dentro daquilo que se convencionou chamar de Direitos Humanos.

As medidas judiciais cabíveis serão tomadas contra os responsáveis por terem transformado a Praça João Mendes, um espaço democrático, numa praça de guerra e numa luta desigual onde a PM dispunha de farta munição, inclusive metralhadoras e nós, servidores, apenas a ideologia e a luta pelo cumprimento da Constituição Federal do Brasil.

 

SERVIDORES SÃO AGREDIDOS PELA TROPA DE CHOQUE DA PM 11

http://www.assojuris.org.br/verDestaque.asp?Noticia=3923
 
SERVIDORES SÃO AGREDIDOS PELA TROPA DE CHOQUE DA PM
Depois da realização de mais uma Assembléia Geral da categoria, na Praça João Mendes, em São Paulo, onde os servidores do Poder Judiciário do Estado de São Paulo deliberaram pela continuidade do movimento grevista, o funcionalismo foi agredido por dezenas de policiais militares que se deslocaram para lá a pedido da Presidência do Tribunal de Justiça.
AGRESSÃO – Após a realização do ato, os servidores iriam promover um abraço simbólico no entorno do prédio, quando passaram a ser atingidos por tiros de borracha e bombas de gás lacrimogênio, disparadas por policiais da Tropa de Choque e da Força Tática da PM. Vários servidores ficaram feridos pelos tiros, e inúmeros outros passaram mal após aspirarem o gás.
FORMA COVARDE – A direção da ASSOJURIS entende que a polícia agiu com excesso, de forma covarde, uma vez que os servidores, pacificamente, apenas entoavam refrões e palavras de ordem, sendo que a maioria era de mulheres. Vale ressaltar que os comandantes da ação policial, Major Rangel, Capitães Amarildo e Henrique, estão lotados no TJ/SP, prestando serviço diretamente para a Presidência do TJ/SP.
É importante lembrar ainda que, em recente entrevista, o Presidente do TJ/SP, Desembargador Antônio Carlos Viana Santos, havia dito que o confronto com os grevistas seria inevitável, e foi isso que aconteceu. De forma truculenta, o uso de gás e o disparo de tiros à queima roupa provocou corre-corre e ferimentos a dezenas de pessoas.
DEPUTADOS PRESENTES – A manifestação foi acompanhada pelos deputados Major Olímpio, do PT, e Carlos Gianazzi, do PSOL, que ao lado dos dirigentes de entidades, entre eles da ASSOJURIS, fizeram o uso do microfone falando aos representantes de comarcas de todo o Estado que estavam na Capital.
NENHUMA PROPOSTA – Nenhuma nova proposta foi feita pela Presidência do TJ/SP e o movimento segue ganhando importantes adesões em todo o Estado. É de fundamental importância que a categoria continue pressionando os deputados para que consigamos as assinaturas necessárias para a instauração de uma CPI &#8211 Comissão Parlamentar de Inquérito que vai investigar o Poder Judiciário do Estado na Assembléia Legislativa. Para que isso aconteça, a ASSOJURIS disponibiliza um modelo de abaixo assinado, que pode ser obtido clicando abaixo.
 
 
 
http://www.assojuris.org.br/verDestaque.asp?Noticia=3923

GREVE.doc

O prefeito de Tanabi (SP), José Francisco de Mattos Neto, do DEM, roubou a cena hoje no jantar de empresários e políticos em apoio à candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff. Além de declarar o apoio à candidata, o prefeito fez duras críticas aos governos tucanos no Estado de São Paulo 25

PM/07/08 às 12:53 – REPÓRTER AÇO

O ilustre colaborador Zé Francisco tá por cima.Foi citado no Blog do Azenha.

Prefeito de Tanabi quer que direita escreva Brasil com “s”

Prefeito do DEM declara apoio a Dilma e ataca tucanos
07 de julho de 2010 | 21h 53

sugestão do leitor Celso Neves Cavallini

GUSTAVO PORTO – Agência Estado

O prefeito de Tanabi (SP), José Francisco de Mattos Neto, do DEM, roubou a cena hoje no jantar de empresários e políticos em apoio à candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff. Além de declarar o apoio à candidata, o prefeito fez duras críticas aos governos tucanos no Estado de São Paulo. “São duas décadas de desmonte do Estado e de sucateamento do serviço público”, disse Mattos Neto. Segundo ele, Dilma é a mais preparada para a Presidência e os servidores públicos estão mobilizados para eleger o senador Aloizio Mercadante governador paulista.

O prefeito afirmou ainda, sem citar o seu partido, que a atual direita vai acabar no País e que vai haver uma nova direita “que escreve Brasil com ‘’s” e que sabe negociar”.

Dilma chegou por volta das 20h45 a um bufê de São José do Rio Preto, acompanhada de Mercadante e de Marta Suplicy, candidata do PT ao Senado. Um pouco mais tarde, chegou Netinho de Paula, candidato a senador pelo PCdoB.

Na mesa da candidata do PT, sentaram-se alguns empresários, entre eles os usineiros Luciano Sanches, do Grupo Cerradinho, e Hermelindo Ruete de Oliveira, do Grupo Virgolino de Oliveira.

SEGUNDO PESQUISA DA FGV JUÍZES, POLÍTICOS, PADRES E POLICIAIS NÃO MERECEM CONFIANÇA 11

Credibilidade da Justiça só ganha do Congresso

Índice de confiança no Judiciário fica em 33% dos entrevistados contra 28% no Legislativo e 21% nos partidos

Fausto Macedo – O Estado de S.Paulo

 

Quando o tema é confiança nas instituições públicas, a Justiça vai mal e só ganha do Congresso e dos partidos políticos. A informação sobre o elevado grau de descrédito da toga consta da mais recente investigação do ICJBrasil (Índice de Confiança na Justiça), iniciativa da Escola de Direito da FGV para verificar resultados das relações entre o cidadão e o Judiciário  só 33% dos entrevistados dizem confiar nos tribunais, 28% no Legislativo e 21% nas agremiações partidárias.

A apuração, realizada no segundo trimestre, mostra que a população confia bem mais em outras sete instituições citadas, até na polícia  corporação frequentemente alvo de denúncias por corrupção e arbítrio. As Forças Armadas lideram a tabela dos que estão bem acreditados, com 63% de aprovação. Depois, seguem grandes empresas (54%), governo federal (43%), emissoras de TV (42%), imprensa escrita (41%), polícia (38%), Igreja Católica (34%).

“Essa é a grande novidade do trabalho, a comparação do patamar de confiança no Judiciário e outras instituições, públicas e privadas”, diz Luciana Gross Cunha, professora da Direito GV e coordenadora do ICJ. “É uma questão que chama muito a atenção nesse momento por causa do resultado. A Justiça só ganha do Congresso e dos partidos.”

O radar ICJBrasil ouviu 1.550 pessoas de diversas faixas de renda e de escolaridade e crava que a avaliação da Justiça segue negativa porque ela não desgruda de características anacrônicas: lenta, cara e pouco acessível.

A credibilidade do Poder nos quesitos honestidade, imparcialidade e competência para solucionar os casos que são de sua alçada também está em baixa. Ainda assim, a maioria dos entrevistados respondeu que não hesitaria em procurar o Judiciário para solucionar eventuais conflitos.

Quase metade dos entrevistados já acionou a Justiça. Questões trabalhistas (28%)e de família (24%)lideram razões para busca do Judiciário. Outros motivos são relativos a direitos do consumidor (19%), causas previdenciárias (8%), criminais (6%), trânsito (3%).

O ICJBrasil adotou quatro categorias para a consulta: muito satisfeito, pouco satisfeito, muito insatisfeito e pouco insatisfeito.

Os muito insatisfeitos e aqueles que se declararam pouco satisfeitos somam 49%. Quanto menor a renda, menor o contingente de entrevistados que foram à Justiça  19% dos que disseram já ter batido à porta dos tribunais recebe até dois mínimos; e 57%, mais de 4 e até 12 mínimos.

A maioria dos entrevistados já consultou advogado  75%, dos quais 34% acessaram a defensoria pública. “Ou seja, o Judiciário não é tão desconhecido assim”, destaca Luciana Gross.

No item Judiciário e resolução de conflitos trabalhistas, apesar de depositar pouca confiança na Justiça a população ainda prefere decisão do juiz a acordo por mediador ou conciliador.

Outro lado. “Essa conta não é só nossa”, reagiu Mozart Valadares, presidente da Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB). “Não quero dizer que não haja casos de juízes que deixam a desejar, mas existem outros fatores que provocam o desgaste da imagem do Judiciário”, diz, citando que tem ministro do Superior Tribunal de Justiça com 13 mil processos. “Em Pernambuco, juízes e promotores respondem simultaneamente por até três comarcas distantes 100 quilômetros uma da outra.”

Para Valadares, “tudo o que é lentidão” jogam na conta do Judiciário. “Na ação penal o titular é o Ministério Público”, anota. “Há verdades nessa pesquisa (ICJBrasil), mas também há injustiças porque a população precisa enxergar onde é que está o verdadeiro gargalo”, alerta.

Em São Paulo, os dados mostram grande produtividade dos juízes, reconhecida pelo Banco Mundial, segundo Paulo Dimas De Bellis Mascaretti, presidente da Associação Paulista de Magistrados. “Mas mesmo assim não conseguimos passar uma imagem positiva”, afirma ele.

SENTENÇA IMUTÁVEL: OS POLICIAIS MILITARES GANHAM MAL E MORRERÃO GANHANDO MAL…PRAGA DE MILHÕES DE BRASILEIROS! 3

ENQUANTO EXISTEM TANTOS BANDIDOS AÍ MATANDO, A POLICIA ESTÁ BATENDO EM FUNCIONÁRIOS PÚBLICOS, COMO ELES TAMBÉM O SÃO E PIOR DE TUDO, UM FUCIONALISMO (ESTADUAL) QUE GANHA TÃO MAL EM SÃ PAULO. ACHO QUE PENSAM QUE NÃO SÃO FUNCIONÁRIOS PUBLICOS “ESTADUAIS”, QUE PENA POR ISSO QUE GANHAM MAL E VÃO MORRER GANHANDO MAL.

NO CHILE, NA FRANÇA, NA ALEMANHA SE FOSSE LÁ A COISA SERIA MUITO DIFERENTE E O PAU IA QUEBRAR MESMO.

É UMA PENA QUE BRASILEIRO PENSA QUE É SEMPRE ELITE.
ACORDAAAAAAAAAAAAAAA

Promotor Thales Schoedl pede indenização de R$ 400 mil por danos morais causados pelo JORNAL O ESTADO 32

AM/07/08 às 0:39 – REPÓRTER AÇO

Fonte: Consultor Jurídico.

Já ganhou, já ganhou.

Atenção para os nomes dos advogados.

Mauzangão.

Alguém tem saudades do paipai dos ilustres ?

Depois da absolvição

Promotor Thales Schoedl pede R$ 400 mil por dano
Por Fernando Porfírio

O promotor de Justiça Thales Ferri Schoedl entrou na Justiça com ação de reparação de danos contra a empresa S.A. O Estado de S. Paulo, responsável pelos jornais O Estado de S. Paulo e Jornal da Tarde. A defesa de Thales pede que a empresa seja condenada a pagar indenização, por danos morais, no valor de R$ 400 mil.

Os advogados Luís Felipe Marzagão e Rodrigo Otávio Marzagão, que representam o promotor, sustentam que os dois jornais faltaram com o dever de informar. E que seu cliente foi vítima de injúrias e xingamentos em reportagens e editoriais publicados. Afirmam que empresa responsável pelos jornais extrapolou o direito de informação ao invadir a intimidade, a honra, a imagem e a vida do promotor de Justiça.

A defesa de Thales chama de “verdadeira campanha de ódio” feita com o intuito de “condenar o promotor por antecipação”, à série de reportagens e editoriais produzidas pelos veículos de comunicação. Segundo os advogados, em várias reportagens seu cliente é tratado como “assassino”, mesmo antes do julgamento pelo Tribunal de Justiça que acabou absolvendo-o.

“O jornal teve a intenção deliberada de mentir, com a finalidade clara de promover um falso esclarecimento à opinião pública, colocando-a contra o autor, de forma a acabar com a reputação dele e tentar prejudicá-lo nos diversos julgamentos pelos ainda teria de passar”, afirmam os advogados do promotor de Justiça ao comentar um dos editoriais do Estadão.

A ação de indenização por danos morais foi proposta à 35ª Vara Cível Central da Capital paulista. A defesa de O Estado de São Paulo, a cargo da advogada Lourice de Souza, já contestou as acusações feitas por Thales. Procurada pela revista Consultor Jurídico, a defesa do jornal disse que preferia não se manifestar.

O caso
Em dezembro de 2004, após uma discussão à saída de uma festa no condomínio Riviera de São Lourenço, no litoral paulista, Schoedl atirou contra um grupo de rapazes que importunava sua namorada. Matou Diego Mendes Modanez e feriu Felipe Siqueira Cunha de Souza. Além das vítimas outros dois rapazes compunham o grupo. Um deles mexeu com a garota.

Uma discussão começou e o promotor sacou uma pistola Taurus, calibre 380, e fez 14 disparos para o alto, para o chão e contra o grupo. Diego foi atingido por dois disparos e morreu na hora. Felipe foi baleado quatro vezes, mas sobreviveu. A defesa do promotor alegou que ele disparou em legítima defesa, por se sentir acuado pelos jovens que o provocavam.

O Tribunal de Justiça de São Paulo, por votação unânime, aceitou a tese da defesa de Schoedl e o absolveu da acusação dos crimes de homicídio e tentativa de homicídio. Os desembargadores entenderam que o promotor de Justiça agiu em legítima defesa e sem cometer excessos.

Para o Tribunal, Schoedl fez os disparos usando de meio necessário. Para o relator, desembargador Barreto Fonseca, ele tinha menor estatura do que as vítimas. “Apesar do número de disparos, não se pode dizer que foi um uso imoderado da arma porque ele atirou antes para o alto e para o chão”, disse na época o relator.

A ação penal contra Schoedl não tem decisão definitiva, pois ainda depende de dois recursos que aguardam decisão do Superior Tribunal de Justiça e Supremo Tribunal Federal.

Grevistas do Judiciário e PM entram em confronto em São Paulo 29

FERNANDO GALLO
DE SÃO PAULO

Atualizado às 21h02.

Com os braços cruzados há mais de 2 meses, servidores do Judiciário paulista entraram em confronto nesta quarta-feira com o batalhão de choque da Polícia Militar na praça João Mendes, região central de São Paulo.

Cerca de 500 manifestantes tentavam impedir, de braços dados, a entrada e saída de pessoas do fórum quando o tumulto começou.

A PM, que alega que os grevistas jogaram pedras nos policiais, e que não pode compactuar com a interrupção do livre trânsito das pessoas, jogou bombas de efeito moral e disparou balas de borracha, que feriram alguns manifestantes. Cerca de 100 policiais participaram da ação, que durou cerca de cinco minutos.

Os grevistas, no entanto, alegam que o confronto teve início quando os servidores se aproximaram das grades que cercam o prédio e a polícia disparou gás de pimenta.

Ninguém foi preso.

Como em toda quarta-feira, os grevistas fizeram uma assembleia e decidiram manter por mais uma semana a greve iniciada em 28 de abril. Eles reivindicam 20,16% de reajuste imediato.

VIVA O LEÃO DA CANELEIRA…VIVA O JABUCA…VIVA ESPANHA PROVANDO A SUPERIORIDADE DO POVO IBÉRICO…AH, VIVA OS GALELOS! MAS VAMOS EXPULSAR O SANTANDER DO BRASIL, LADRÃO POR LADRÃO FIQUEMOS COM OS NACIONAIS 5

Jabuca: JABAQUARA ATLÉTICO CLUBE

Nome: Jabaquara Atlético Clube
Alcunhas: Jabuca, Leão da Caneleira
Mascote: Leão
Fundação: 15 de novembro de 1914
Estádio: Espanha
Capacidade: 5.000 pessoas
Presidente: Delchi Migotto Filho

 

O Jabaquara Atlético Clube é um clube brasileiro de futebol do estado de São Paulo. Localizado na cidade de Santos, no Estádio Espanha, o time (antes chamado de Hespanha), é um dos membros fundadores da Federação Paulista de Futebol.
História
Com a união de associações ou agremiações esportivas dos imigrantes europeus na região de santos no início do século XX, e o interesse na nova modalidade esportiva, reuniam-se em torno do atual bairro do Jabaquara e fundaram o Hespanha Foot Ball Club, conforme denominavam, em 15 de novembro de 1914.
A sua primeira partida oficial ocorreu em 1916, contra o Clube Afonso XIII, em um resultado de 1×1 numa ocasião em que foi levantado o primeiro pavilhão do clube. Surpreendeu com uma gloriosa vitória e arrecadação contra o SPR no ano seguinte, onde festejaram e conquistaram diversos associados e atenção na cidade.
Nos anos de 1918 a 1920, conquistou a “Taça Grande Café D’Oeste” e participou como convidado na inauguração do estádio da Associação Atlética Portuguesa.
O seu crescimento foi tamanho a partir de então, que em 1924 foi construído um estádio maior, localizado no bairro do Macuco como “Estádio Antonio Alonso”, que levou o nome do seu proprietário, passando a ser chamado o time popularmente como o “Leão do Macuco”.
Em 1930, o Hespanha enfrenta seu primeiro adversário internacional com uma vitória de 3×2 contra a Seleção de Buenos Aires.
Com a fundação da Federação Paulista de Futebol, esteve presente o Hespanha nos campeonatos oficiais de São Paulo na divisão principal.
Como o início da década de 40 trouxe a Segunda Guerra Mundial, houve a necessidade de mudança do Hespanha, pois levava o nome de país, o que não era permitido a partir de um decreto de lei, passando a denominar-se após votação como Jabaquara Atlético Clube em homenagem ao seu bairro de origem, gerando o popularizado apelido de “Jabuca”.
Em 1944 o time atingiu o seu auge com o melhor ataque do futebol paulista. Foi no período entre 1940 e 1957 que o clube revelou vários craques, com o técnico Arnaldo de Oliveira, popularmente conhecido como Papa. As maiores estrelas reveladas foram o goleiro Gilmar, ingressado depois no Sport Club Corinthians Paulista e na Seleção Brasileira de Futebol, e Osvaldo da Silva, conhecido como Baltasar, que era o nome do seu irmão que jogava no Santos FC. Outros craques formados: Marcos (revelado para o Corinthians); Feijó, Getúlio, Ramiro e Álvaro (para o Santos); Célio (para o Vasco da Gama, no Rio de Janeiro); e Melão, (do Santos para o SPAL na Itália).
No entanto, em 1945 o clube sofreu grave crise financeira que afetou o time quase com o rebaixamento à segunda divisão, senão disposse de um recurso de seu advogado. Houve a venda de um valorizado terreno, próximo à praia, no bairro Ponta da Praia (Santos), que não saldou as dívidas do clube, para questionamento de muitos até os dias atuais. Restou treinar em um campo na cidade vizinha de São Vicente.
Assim correram os anos até que em 1957, com uma vitória de virada em partida histórica contra o bicampeão paulista Santos FC na Vila Belmiro, sob cordenação de Nelson Ernesto Filpo Nuñes, passando a ser chamado de Dom Filpo pelo seu feito de vitórias consecutivas no Jabaquara, salvando ainda o clube de um rebaixamento pela segunda vez em 1959. O inevitável rebaixamento ocorreu em 1963.
Finalmente, uma grande área definitiva com 67.380m2 para o clube em um local alagadiço e pouco valorizado, que contribuiu a partir de 1961 para o crescimento do bairro da Caneleira. Apesar de ser bem maior que o Estádio Urbano Caldeira da Vila Belmiro, nenhum torcedor admite a venda do local por lembranças amargas de sua história. Em virtude das crises, em 1967 o Jabaquara passa a se dedicar a equipes amadoras, deixando o futebol profissional, para retornar somente em 1977 inserido na terceira divisão.
Em luta pela sobrevivência, este histórico clube alterna entre a segunda e a terceira divisão, como privilegiado como fundador da Federação Paulista. Em 1983, Nabi Abi Chedid aumentou o número de times na segunda divisão, inserindo o clube, mas acabou retornando à terceira. Somente conseguiu vitória no campeonato da Terceira Divisão em 1993, entre 56 equipes, e em 1995 entre os Juniores.
Em 1997, destacou-se o artilheiro Sérgio Miler, e no ranking paulista, ocupou o 9° lugar. Com uma invencibilidade de 23 jogos, o Jabaquara tornou-se campeão paulista da série B-3 de 2002 e a 11ª colocação no Campeonato Paulista da Série B-2 de 2004.
No ano de 2006, o Jabaquara fez uma de suas piores campanhas no campeonato paulista da segunda divisão e no ano de 2007, através de uma parceria com a equipe do Litoral F.C. chegou às quartas de final do Campeonato Paulista da segunda divisão.
A luta desse clube honroso e histórico fazem a paixão de seus torcedores e a simpatia dos torcedores rivais regionais São Vicente Atlético Clube(com quem faz o maior clássico da região atualmente, o Derby Praiano), Santos FC e Portuguesa Santista.
Em 2008 a equipe anexou ao seu patrimônio o Litoral Futebol Clube, clube de um projeto social idealizado por Pelé, do qual agora o Jabaquara também faz parte. Com isso a equipe conseguiu apoio para as disputas da Série B estadual e para as categorias de base, alem de um patrocínio com a empresa alemã fornecedora de materiais esportivos Puma. Além do Jabaquara, o recém criado Monte Alegre e o Paulista de Jundiaí também fazem parte do projeto.
Títulos Estaduais
Vice-Campeonato Paulista: 1927.
Campeonato Paulista – Série A3: 1993.
Campeonato Paulista Segunda Divisão B3: 2002.
Outras Conquistas
Taça Grande Café D’Oeste: 3 vezes 1918, 1919 e 1920

http://ligeirinhosena.blogspot.com/2009_04_09_archive.html