Cuidado Dr. Guerra, estão tentando arrumar uma casa pro senhor, somente a Maria Inês, o Malufinho e o Toledo votaram contra! 11

Enviado em 14/12/2010 às 23:03– BO 9432/2010 – 30 DP

É isso aí, seu gualda, bota pra phudê!
Os cascos pretos estão nos engolindo em uma nefasta sodomia!
Más provavelmente não vai dar nada! Cúrporativismo!
O Conselho protege os seus e os entes dos seus!
Cuidado Dr. Guerra, estão tentando arrumar uma casa pro senhor, somente a Maria Inês, o Malufinho e o Toledo votaram contra!
Nesta merda, é persona nom grata quem contraria intere$$e$ maiore$, quem fala a verdade e denuncia!
Instituição Autofágica, segundo o SSPinto!
Espero que ele defenda o Senhor!

O Ministério Público Federal (MPF) denunciou à Justiça três delegados da cúpula da Polícia Federal no Rio, acusados de intimidar outro delegado que denunciou irregularidades… 2

 

Enviado em 14/12/2010 às 11:21GENTE SÉRIA NO MP

Três delegados da cúpula da PF no Rio são denunciados à Justiça

Por: Vitor Abdala
Fonte: Uol/Agencia Brasil

O Ministério Público Federal (MPF) denunciou à Justiça três delegados da cúpula da Polícia Federal no Rio, acusados de intimidar outro delegado que denunciou irregularidades no Aeroporto Internacional Tom Jobim.

O superintendente regional, Ângelo Fernandes Gióia, o corregedor, Luiz Sérgio de Souza Góes, e o chefe do Núcleo de Disciplina da Corregedoria, Robson Papini Mota, são acusados de abrir duas sindicâncias contra o delegado que fez a denúncia, supostamente para intimidá-lo.

Segundo denúncia recebida pela 8ª Vara Federal Criminal do Rio, o delegado, cujo nome não foi divulgado pelo Ministério Público, teria revelado ineficiência da Polícia Federal no combate ao tráfico de drogas e armas no aeroporto.

Menos de dez dias depois, segundo o MPF, foram abertos dois processos disciplinares e a vítima foi afastada preventivamente de suas funções por força de um dos processos.

Os procuradores da República Fabio Seghese e Marcelo Freire consideraram o processo disciplinar “completamente atípico e extraordinário para os padrões do setor”.
Os três delegados responderão por denunciação caluniosa, coação no curso do processo e abuso de autoridade.

O MPF também pediu o afastamento dos três delegados de suas funções e moveu ação de improbidade administrativa com pedido de afastamento cautelar e suspensão dos processos disciplinares em curso.

 DELEGADOS DA CORREGDORIA DO RIO SÃO DENUNCIADOS E AFASTADOS POR
INTIMIDAR DELEGADO QUE DENUNCIOU IRREGULARIDADES !!!!!!!
AH COMO EU QUERIA ESSA JUSTIÇA EM SÃO PAULO, ONDE A CORREGEDORIA
PUNE AQUELE QUE DENUNCIA E PROTEGE OS DENUNCIADOS……………
 

=====================

SERIA BOM O MP ESTADUAL AGINDO ASSIM.

Câmara rejeita projeto de lei que legalizaria bingos no país 10

Enviado em 15/12/2010 às 0:58 – HORÁCIO

PELO JEITO AS QUINZENAS VÃO CONTINUAR FORTALECIDAS EM 2011!!

Tamo fudido. Chefe e Titular enchendo o bolso. Assistente e plantonista levando um $ cala a boca. Tira e escrivão mortos de fome esperando chegar dia 15/30 pra pegar 100 conto pra poder comprar uma mistura ou botar gasosa no carro que já tá com a luzinha da reserva acesa faz tempo. Policia que tem seus bicos e não pega essa merreca é tratado com desconfiança e ainda assim tem que fazer vistas grossas pra não tomar bonde. Pelo jeito esse ciclo tem tudo pra continuar por um bom tempo, infelizmente.

14/12/2010 – 20h58 / Atualizada 14/12/2010 – 21h37

Câmara rejeita projeto de lei que legalizaria bingos no país
Camila Campanerut
Do UOL Notícias
Em Brasília LEIA MAIS
Técnicos emitiram nota para municiar deputados de argumentos contra a aprovação do projeto
Os deputados rejeitaram nesta terça-feira (14) o projeto de lei que previa a legalização dos bingos no país. Foram 212 votos contra o projeto, 144 a favor e cinco abstenções. Com a decisão, a atividade continua proibida.

O PSDB, DEM, PPS, PSOL e PHS votaram contra o projeto. Já o PDT, PMDB, PMN, PP, PR, PTB se colocaram a favor da proposta. PSC e PV, assim como a bancada governista, liberaram seus deputados para votar da forma que quisessem.

Os deputados da base aliada e do PT não chegaram a um consenso sobre o assunto. O líder do governo, Cândido Vaccarezza (PT-SP), já havia dito mais de uma vez que era a favor da regularização que, nas palavras dele, iria coibir atividades criminosas ligadas ao jogo clandestino.

Já o líder do PSDB na Casa, João Almeida (BA), considerou que votar o assunto seria uma volta a um “erro do passado”. “Não muda muito o que era [o projeto] no passado”, defendeu.

O líder do PSOL, deputado Ivan Valente, se mostrou contrário à legalização dos bingos que, segundo ele, não atendia ao interesse público nem a população brasileira. “A prática dos bingos estimula o crime organizado, a lavagem de dinheiro, o uso de laranjas, além de ser criticada pelo Ministério da Saúde por se constituir um vício”, disse.

No entendimento do líder do PDT na Câmara, o deputado federal Paulo Pereira da Silva (SP) –o Paulinho da Força– a legalização geraria empregos. “Nós defendemos a regularização dos bingos, porque você regulamenta uma atividade econômica que vai gerar, pelo menos, 300 mil empregos e você vai acabar com a bandalheira que tem hoje. E aí vai ficar claro o que é a devolução para o apostador, o que é imposto e o que é o lucro da empresa.”

Antes de chegar ao plenário da Câmara, a matéria foi aprovada na CCJ (Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania), nas comissões de Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio e de Finanças e Tributação.

Atualmente, a atividade é proibida no Brasil. Na avaliação da Conamp (Associação Nacional dos Membros do Ministério Público) a regularização dos bingos “criaria um ambiente favorável à lavagem de dinheiro e à atuação das organizações criminosas”.

“A atuação das organizações criminosas na atividade de bingos foi comprovada pelo relatório final da Comissão Parlamentar de Inquérito [a CPI dos Bingos] constituída para apurar as irregularidades no setor de bingos e caça-níqueis, a qual revelou ainda a ocorrência de lavagem de dinheiro, sonegação fiscal e evasão de divisas, em claro atentado ao interesse público”, disse a entidade em nota, divulgada nesta segunda-feira (13).

Entenda o projeto que foi rejeitado
O projeto estabelecia que houvesse uma proporção máxima de um bingo para cada 150 mil habitantes, com exceção das cidades com menos de 500 mil habitantes, nas quais seria permitida uma casa de bingo para cada 100 mil habitantes.

A premiação nos bingos seria de, no mínimo, 70% do valor arrecadado com a venda das cartelas. Já os prêmios dos videobingos seriam de, no mínimo, 80% dos bilhetes vendidos.

A autorização para funcionamento das casas de jogos de azar e bingos seria emitida por um prazo de, no mínimo, cinco e, no máximo, 15 anos, podendo ser renovado. Além disso, cada sociedade poderia operar, no máximo, três estabelecimentos do tipo.

A previsão do relator do projeto na CCJ, deputado federal Regis de Oliveira (PSC-SP), era que os ganhos com os recursos obtidos por meio de tributos às casas de bingo fossem de R$ 7 bilhões a R$ 9 bilhões por ano e viabilizaria a criação de cerca 300 mil empregos.

O texto substitutivo de Oliveira estipulava que, descontados os prêmios pagos, as casas de bingo deveriam pagar por meio de impostos 17% das receitas, sendo 15% destinado para o sistema de saúde, 1% em investimentos em cultura e 1% em esportes. Além dos impostos, estabelecimentos comerciais teriam de pagar uma taxa mensal de fiscalização de R$ 20 mil durante 15 meses.

O projeto estabelecia ainda que os futuros donos das casas de jogos precisariam ter o capital social de, pelo menos, R$ 1 milhão e os estabelecimentos deveriam contratar, ao menos, 50 funcionários. Os locais deveriam também estar a uma distância de, no mínimo, 300 metros de escolas e templos religiosos.

O texto de Oliveira previa ainda a criação de um cadastro nacional dos ludopatas (pessoas viciadas em jogos), que estariam proibidos de entrar nos bingos. Também ficaria estabelecida a proibição do jogo para menores de 18 anos, cuja pena poderia chegar a dois anos de prisão e multa.

No caso de descumprimento das demais regras, a casa de jogos estaria sujeita a pagar multa de até R$ 500 mil, além de ter os equipamentos apreendidos e o funcionamento suspenso ou cassado.

O dono de estabelecimento que não possuísse autorização para o funcionamento, de acordo com as novas regras, poderia pagar multa e ser punido com até cinco anos de prisão.

LOUCADEMIA: DR. COBRA QUE NÃO GOSTA DE ARANHA 100

Enviado em 13/12/2010 às 18:59 – JOW

Dr Guerra, se puder posta na página principal do site….

BARRACO NA ACADEPOL

Essa é novidade… quando pensamos que vimos de tudo na acadepol…..
o ARROGANTE do Diretor da acadepol perdeu a cadeira por um fato que até hoje nunca tinha visto…. SAIU NA PORRADA COM A SUA ASSITENTE, 3 classe, no meio do corredor da academia….
após uma briga com palavrões dos dois lados, o ANIMAL do ex diretor foi para cima de sua assitente , qe não se fez de rogada, e com uma cabeçada, e um murro, deixou o que fala grosso, mas que tem outra fama nos bastidores da polícia de olho roxo e sem um pedaço de um dente….

A Delegada  foi ouvida pelo PRÓPRIO secretário, informando ao mesmo o hábito do nojento do ex diretor de cantar funcionárias, assediar a todas, e xingar os funcionários…..
resumo da ópera…. o BABACA do ex diretor, a ARROGÂNCIA em pessoa conseguiu cair da academia, e está com um X nas costas do tamanho do mundo…. já tinha fama de não gostar de mulher….a gora tem fama que APANHA de mulher… rsrsrsr

____________________________________

O cara pode  até não gostar de mulher, mas algo me diz que  vou sentar por causa desse JOW.

SANTOS F.C. – COM JUSTIÇA – É RECONHECIDO OCTOCAMPEÃO BRASILEIRO 24

13/12/2010 – 21h00

CBF unifica títulos, e Santos e Palmeiras se tornam os maiores campeões brasileiros

Do UOL Esporte
Em São Paulo

O Santos e o Palmeiras são os maiores campeões brasileiros. Atendendo ao pedido de alguns clubes, incluindo a dupla paulista, a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) irá unificar até o fim deste ano as conquistas da Taça Brasil, Torneio Roberto Gomes Pedrosa e Taça de Prata, transformando-as em títulos nacionais, segundo informações do Jornal Nacional.

CAMPEÕES EM CASO DE UNIFICAÇÃO DOS TÍTULOS

8 títulos: Palmeiras e Santos
6 títulos: Flamengo* e São Paulo
4 títulos: Corinthians e Vasco
3 títulos: Internacional, Fluminense
2 títulos: Bahia, Botafogo, Cruzeiro, Grêmio
1 título: Atlético-MG, Atlético-PR, Coritiba, Guaran, Sport*
*A CBF considera o Sport campeão de 1987, já que o Flamengo se recusou ao cruzamento dos dois módulos

Com essa mudança, o Santos, que atualmente conta com dois títulos brasileiros, passará a ter oito conquistas (Taça Brasil de 1961 a 1965 e Roberto Gomes Pedrosa de 1968). O Palmeiras irá dobras os atuais quatro troféus nacionais, já que também venceu torneios em 1960, 1967 (duas conquistas) e 1969.

Não são apenas os dois times paulistas, no entanto, que serão beneficiados com a decisão da CBF. Com a decisão, Cruzeiro, Botafogo e Fluminense também passam a contar com um título a mais do que atualmente.

Outra mudança histórica está no primeiro campeão da história do país. O Atlético-MG, que venceu a edição do Campeonato Brasileiro de 1971, perde esse posto para o Bahia, que venceu a Taça Brasil em 1959.

O trabalho de unificação dos títulos foi liderado pelo historiador Odir Cunha, ligado à diretoria do Santos. Após resgatar matérias da época, o profissional elaborou um detalhado dossiê. Com isso, ganhou o apoio dos presidentes de Palmeiras, Cruzeiro, Bahia, Botafogo e Fluminense, que se juntaram para pressionar a CBF.

Em novembro, a CBF já havia dado indícios de que poderia acatar o pedido dos clubes. Após encontro com o presidente Ricardo Teixeira, lideranças dos clubes ouviram um parecer otimista do homem que comanda o futebol brasileiro.

“Mandaremos fazer uma análise em cada um dos setores, como o setor técnico, para ver a possibilidade de legalidade dessa iniciativa, que a princípio é factível”, afirmou Teixeira, na época do encontro.

ILTON, O 75 KG DE MÚSCULOS E FÚRIA PODE SER COMPRADO POR R$ 37,50 NO SUBMARINO…E O NOVÍSSIMO “RATO DE REDAÇÃO” NA LIVRARIA PALMARINCA…TAMBÉM VALE CONFERIR AS MEMÓRIAS DO RICARDO AMARAL ( grande amigo e grande credor de Tarso ), VAUDEVILLE: MEMÓRIAS 13

Enviado em 13/12/2010 às 15:11– ILTON

Preciso comprar este livro sobre o Tarso,parece muito bom , como é bom tudo s/ a vida dele. Podem me informar aonde compro

——————————————-

TARSO DE CASTRO (1941-1991)
O rato de redaçãoem 24/8/2010

Rato de redação: homenagem a Tarso de Castro, um jornalista brasileiro, 166 pp., Mauro Gaglietti, Aline do Carmo e Olmiro Schaeffer (orgs.), editoras Imed & Passografic, Passo Fundo, RS, 2010

O livro Rato de redação: homenagem a Tarso de Castro, um jornalista brasileiro, publicado pelas Editoras IMED e Passografic, será lançado no dia 11 de setembro (sábado), a partir das 20h30min, no Velvet, em Passo Fundo, e na Livraria Palmarinca, em Porto Alegre, no dia 16 de setembro (quinta).http://www.livrariapalmarinca.com.br/

A obra apresenta e analisa a trajetória do jornalista passo-fundense Tarso de Castro – o rato de redação mais famoso dos círculos cariocas e paulistas, que ficou conhecido a partir do Pasquim, jornal brasileiro que combateu a ditadura militar com sarcasmo, criatividade e muito humor. A capa do livro foi idealizada pelo chargista e cartunista Paulo Caruso. Já o prefácio e a apresentação foram escritos por Bárbara Abramo, Gilberto Perin, Luís Augusto Fischer e Tânia Carvalho.

A autoria dos capítulos coube a Silvia Brugnera, Marina Campos, João Vicente Ribas, Alessandro Batistella, Mauro Gaglietti, Carlos Alceu Machado, Roberta Scheibe, João Carlos Tiburski, Maria Isabel Bristott, Ivaldino Tasca, José Ernani de Almeida, Francisco Carlos dos Santos Filho, Sônia Bertol, Bibiana de Paula Friderichs, Roberto José Ramos, Carla Rodrigues, Melchíades Cunha Júnior, Sérgio Vaz e Aramis Millarch.

De acordo com um dos organizadores da obra, Mauro Gaglietti, o livro reúne vários textos de diferentes autores para marcar a polêmica passagem do autor de frases como “Viver é fácil. A dor é apenas o intervalo para fumar”; “Perdi 25 milhas. Por sorte, não as tinha”; “Devo ter todos os defeitos possíveis, mas faço questão de exercer minhas virtudes”; “É preciso ter amigos, mas poucos”.

Conforme Gaglietti, a obra também apresenta vários capítulos cuja autoria é de jornalistas e estudiosos da vida e da obra de Tarso de Castro. “Imperdível é, também, a entrevista que Tarso de Castro fez com Chico Buarque e Caetano Veloso”, frisa o professor.

Durante sua trajetória, Tarso de Castro, tornou-se amigo de pessoas influentes como Chico Buarque, João Ubaldo Ribeiro, Luiz Carlos Maciel, Hugo Carvana, José Lewgoy, Leila Diniz, Regina Rozemburgo, Antonio Carlos Jobim, Vinicius de Moraes, Ricardo Amaral, Julinho Rego, César Thedim e Leonel Brizola.

A propósito, a bicha do Paulo Francis nunca mais visitou o Flit; por tal o Tarso não tem com quem polemizar sobre quem comeu quem ou  quê.

ALCKMIN ENXUGARÁ O QUADRO DE ENCOSTADOS DA CASA MILITAR 25

Número de PMs lotados no Palácio dobra em SP
13 de dezembro de 2010 | 8h 17
AE – Agência Estado
Enquanto faltam policiais militares nos batalhões que patrulham as ruas de São Paulo, sobram homens na Casa Militar (CM). Em 4 anos, o total de homens do órgão aumentou 120%. Ele é o responsável pela segurança dos palácios do governador, por sua escolta e a da primeira-dama e pela Defesa Civil. No mesmo período, o policiamento cresceu 0,9%.

 

Embora o efetivo da CM seja fixado por decreto do governador em 361 homens, o órgão, que mantém status de secretaria, tem hoje quase o dobro. São 657 PMs que trabalham lá, segundo dados do Estado Maior da Polícia Militar. Esses 296 policiais que ultrapassam o total de homens previsto seriam suficientes para criar um novo batalhão de policiamento em São Paulo.

Por meio de nota oficial, o governo do Estado respondeu que o “efetivo da Casa Militar é dimensionado para atender às necessidades do governo”. Segundo a nota, a principal delas “é a prestação de socorro e apoio às atividades da Defesa Civil”. “Nos últimos anos, o Estado sofreu as maiores enchentes da sua história, mobilizando grande efetivo para atender a população, especialmente nas áreas do Jardim Romano (zona leste da capital) e no município de São Luís do Paraitinga, no Vale do Paraíba”, informou a nota oficial do governo.

Não é o que disseram ao Estado oficiais da PM e até o ex-governador Cláudio Lembo (DEM). Segundo eles, o inchaço do órgão é um fenômeno recente. Quando Lembo deixou o governo, em 31 de dezembro de 2006, havia 298 PMs ali, um número bem menor do que era então o efetivo legal (359). “Os números atuais são excessivos. Não há ação na Defesa Civil que o justifique, pois não há tragédias acontecendo todo dia”, diz o ex-governador Lembo.

A proliferação de homens da PM trabalhando como assessores, motoristas e seguranças deve ser alvo de uma ação enérgica do futuro secretário-chefe da Casa Militar, coronel Admir Gervásio Moreira. Gervásio recebeu duas orientações do futuro governador, Geraldo Alckmin (PSDB): reforçar as ações de coordenação da Defesa Civil e enxugar os efetivos da CM, pondo fim à chamada farra dos assessores. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Os delegados deixaram de respeitar as chefias de Investigadores e Escrivães… 15

Enviado em 13/12/2010 às 1:16– CARLOS

Primeiramente gostaria de dar os parabens ao Dr. Conde Guerra. Não o conhecia e tive o prazer de conheçe-lo em Hortolândia-SP., pessoa competente e sofre com perseguições.
Gostaria de expor a minha opinião com referência ao nosso baixo salário.
Primeiro – PMfaz em todos os seus seviços muita propaganda,
Segundo – Os delegados deixaram de respeitar as chefias de Invetigadores e Escrivães;
Terceiro – Todos nós fazemos muita exposição dos nossos problemas, deveríamos ser mais honestos conosco mesmo, procurar resolver entre a gente não admitindo outras pessoas que não fazem parte da nossa Instituição tomar parte;
Quarto – Se nós nos colocarmos no lugar de patrão nunca darímos aumento salarial para um funcionário que não produz;
Quinto – Outras Instituições que conheço, não admitem que falem mal delas e de seus colegas, precisamos nos UNIR contra esse fala-fala, precisamos nos valorizar, mostrar para a nosso patrão(POVO) que somos úteis e que fazemos falta, precisamos de representantes(policiais Civis) na Assembleia, comprometidos com a Istituição, Não importa a função e Por fim, fico muito triste quando vejo e leio algo que depoe contra os meus colegas policiais.
Trabalhei com um tira antigão, logo quando começei – Sr. Salviano (falecido);um cara sendo abordado por nós e o cara começou a falar mau dInstituição de alguns Pms e civis foi quando eu ouvi o Chefe Salviano falando bem baixinho no ouvido do cara ” O SEU BOSTA, EU SEI QUE A MINHA MÃE E MEUS IRMÃOS TEM DEFEITO, MAS NÃO DA O DIREITO DE VC SEU MERDA VIR FALAR MAU CALA A SUA BOCA SE NÃO EU A QUEBRO”.
Tenho saudades que nós éramos respeitados inclusive pelo Judiciário.

______________________________

Verdade, Carlinhos!

Infelizmente , em muitas plagas  inóspitas, tem Titular  que dá preferência para ganso vagabundo e  vagabunda puta; a gente sabe o motivo, né?

TEM IDIOTA AQUI QUE ADORA O PINTO…TEM IMBECIL POR AÍ QUE ADORA E DEFENDE O “COITADO DO DELEGADO DO CEPOL”…COITADO DE MIM QUE NÃO SEI FAZER PAPEL MOEDA 29

Enviado em 13/12/2010 às 1:41

Ué, isso é normal…
o TÃO ADORADO por alguns idiotas aqui do Ferreira Pinto, instaurou um P.A. contra o Delegado do Cepol que informou, via mensagem no rádio, e email para as salas de meios dos Departamentos, e Seccionais, acerca da possibilidade de ataques do PCC no final de ano, devido as saidinhas temporárias….
a justificativa do NOBRE secretário é que isos deveria ser passado por intranet, e que era um ABSURDO alarmar a populaçõa sem sentido… para PIORAR, esse e-mail foi divulgado no programa de domingo da Record… ou seja, o coitado do delegado tenta fazer o seu papel, e é punido…
E TEM IMBECIL QUE DEFENDE ESSE SECRETÁRIO !!!

DOIS POLICIAIS FORAM SUMARIAMENTE MORTOS NA BAIXADA SANTISTA 49

Enviado em 12/12/2010 às 19:42 – PM DA BAIXADA

ONTEM UM PM DA 3ªCIA DO 40ºBPM/M FOI EXECUTADO QUANDO ENTRAVA EM UM COMERCIO NA CIDADE DE PRAIA GRANDE, HOJE UM PM DO 22ºBPM/M ACABOU DE SER EXECUTADO, FARDADO INDO TRABALHAR NO BOLSÃO 8 EM CUBATÃO, LEVARAM SUA ARMA E COLETE, ATÉ QUANDO O ESTADO VAI FICAR MASCARANDO QUE ESTAMOS SENDO CAÇADOS, MAIS UMA VEZ GERALDO ALCKMIN VAI SE ACOVARDAR EM FAZER ACORDO COM O PCC, E NÃO USAR O EXEMPLO DO RIO DE JANEIRO, AOS CAROS COLEGAS CIVIS E MILITARES EU SÓ POSSO PEDIR UMA COISA, REDOBREM SUA SEGURANÇA E REZEM BASTANTE, É SÓ O QUE NOS RESTA……

TJ-SP pressiona por aumento em verba do Orçamento 13

Colaboração: Márcia para dipol@flitparalisante.com

A Justiça de São Paulo está preocupada com a verba do orçamento para 2011 destinada ao Judiciário. De acordo com reportagem da Folha de S.Paulo, o tema é delicado, pois, mesmo com o aumento de 10% em relação ao orçado para 2010, há consenso entre servidores, advogados e juízes de que o Judiciário está subfinanciado.

O Tribunal de Justiça de São Paulo pediu R$ 12,3 bilhões do Orçamento, mas o Executivo cortou o valor da verba para R$ 5,6 bilhões. O deputado estadual Bruno Covas, relator do Orçamento e que vem tratando do assunto com a equipe de transição do governo, vai apresentar nesta segunda-feira (13/12) seu relatório à Comissão de Finanças e Orçamento.

Segundo a Folha, há duas semanas, o presidente do TJ-SP, Antonio Carlos Viana Santos, visitou o colégio de líderes da Assembleia para pedir que os deputados recomponham parte do corte. Em 2010 os servidores do Judiciário fizeram a mais longa greve de sua história e ameaçam parar caso não haja novas reposições salariais.

Setores do PSDB avaliam que o ex-governador José Serra (PSDB) foi muito duro com o funcionalismo, sobretudo na Justiça, na Educação e na Polícia. Por isso, avaliam que o Orçamento será o primeiro indicativo da forma como o governo de Geraldo Alckmin lidará com os servidores públicos.

Legislativo
O presidente da Assembleia, Barros Munhoz (PSDB), também vai pressionar o governo para que o Legislativo tenha um acréscimo de R$ 71 milhões em sua verba, equivalente a 10,4% do Orçamento deste ano. Pela proposta enviada pelo governo aos deputados, a Assembleia teria, em 2011, uma verba de R$ 680,5 milhões, um crescimento de R$ 435 mil, ou 0,06% a mais.

http://www.conjur.com.br/2010-dez-12/judiciario-paulista-pressiona-governo-conseguir-aumento-verba

Polícia e intolerância racial 15

Domingo, 12 de dezembro de 2010 – 09h48

Estatística

Inquéritos por intolerância racial lideram casos em delegacia especializada de São Paulo

 

G1

No gabinete da delegada Margarette Barreto, titular da Delegacia de Crimes Raciais e Delitos de Intolerância de São Paulo (Decradi), não param de chegar casos motivados pelo o que ela chama de “intolerância”. São agressões a homossexuais, negros, judeus, envolvendo torcedores rivais ou gangues.

A história do promotor de crédito bancário Luiz Fernando Pereira Guedes, atacado a pauladas na Avenida Paulista em maio deste ano, poderia estar lá se ele tivesse feito a denúncia. Por ser negro, o rapaz, de 30 anos, acha que foi vítima de racismo. Esse tipo de crime lidera a estatística na delegacia, diz Margarette.
“Os casos são subnotificados porque, geralmente, a vítima não quer exposição. Existem cifras negras. Às vezes, a família não conhece a orientação sexual da pessoa”, diz a delegada, referindo-se aos gays que levam surras na rua. Foram pelo menos seis ataques nos últimos meses, com oito vítimas. Todos nos arredores da Avenida Paulista. “Geralmente, são crimes de gangue, praticados por rapazes de 16 a 25 anos. Nesses crimes de ódio, as pessoas gostam de bater para causar sofrimento”, explicou.

Margarette disse não ter números, mas percentuais de casos que foram parar na Decradi entre janeiro e novembro de 2010. Inquéritos por intolerância racial/ étnica, onde caberia o caso de Guedes, estão no topo da lista, correspondendo a 29,91% dos registros. Em seguida, vêm os inquéritos abertos por outros motivos (21,34%), como perda de documentos (situações que acabam indo parar na delegacia e não deveriam), e em terceiro os abertos por intolerância à orientação sexual (19.65%). Nestes, se encaixam os episódios de agressão a homossexuais.

REVOLUÇÃO ÉTICA EM POLÍCIAS SUBORDINADAS A GOVERNADORES E POLÍTICOS CORRUPTOS, SERÁ POSSÍVEL? 25

Segurança no caminho certo
Editorial – GLOBO

É ponto pacífico que a ocupação do Complexo do Alemão fechou com êxito uma operação de ataque ao bunker do tráfico de drogas no Rio. Nesse episódio, ficou comprovado que não se pode prescindir da participação de tropas e do emprego de equipamentos das Forças Armadas, em apoio a investidas policiais. O sucesso da ação que culminou com a retomada, pelo Estado, de uma área subjugada pelos traficantes fez brotar uma unânime corrente de apoio da opinião pública aos movimentos das forças de segurança, mas, por outro lado, não foi suficiente para evitar críticas ou reparos à estratégia que a invasão desse conjunto de favelas acabou por precipitar.
A primeira delas parte do duvidoso princípio de que tropas federais, ainda que sua participação em ações pontuais seja bem-vinda, não devem se imiscuir no dia a dia de uma ocupação, como a que está em curso no Alemão. O raciocínio é que há o risco de contaminação dos soldados pelo supostamente inquebrantável poder de cooptação do crime organizado. A argumentação é tíbia, vista sob qualquer ângulo: do ponto de vista de pessoal, as Forças Armadas dispõem de rígido manual disciplinar, suficiente para punir desvios de comportamento – que, de resto, devem ser vistos como exceção, não como regra; pelo viés estratégico, não há exemplo no mundo de país que tenha partido a espinha do crime organizado sem contar com algum tipo de apoio de um aparato coercitivo que atue em nível nacional. Óbvio: já se viu que enfrentar quadrilhas encasteladas no alto dos morros, sem lhes cortar o suprimento de armas e drogas (pela ação em fronteiras, rodovias e malhas aéreas), é o mesmo que enxugar gelo.
A outra ponta das críticas à bem-sucedida estratégia do governo do estado prende-se a determinados setores com voz em reverberantes áreas da sociedade, para quem ações pontuais não atacam os problemas de fundo da segurança. Neste caso, há quem considere, por exemplo, que sem uma limpeza radical nas polícias, de modo a lhes varrer a banda podre, operações como a do Alemão são apenas respostas tópicas à violência.
É fora de questão que as corporações precisam fazer uma faxina funcional. A promiscuidade entre maus policiais e criminosos estimula a desenvoltura dos bandidos, e principalmente alimenta a outra face do crime organizado – as milícias, que são de fato potencialmente mais perigosas que o tráfico e igualmente precisam ser desarticuladas. Mas é pueril acreditar que outros movimentos na área de segurança, igualmente emergenciais, precisam ficar a reboque da revolução ética que as polícias Civil e Militar precisam operar.
Nenhuma dessas providências é excludente. Todas são inadiáveis, mas a aplicabilidade de cada uma delas deve ser avaliada à luz das necessidades que se impõem numa guerra em que o crime organizado não dá tréguas. Só por lembrança, as forças de segurança do Rio foram obrigadas a precipitar estratégias em razão do terrorismo de traficantes, o que desembocou no Alemão. O fundamental é ter um plano de ação definido, firme e implacável contra o banditismo, e isso implica elaborar uma política de segurança que integre todas as instâncias de poder, sem esquecer a imperiosa necessidade de o Estado cumprir de fato, nas áreas que venham a ser resgatadas do jugo do crime organizado, seu papel de fomentador da cidadania

JOSÉ SERRA É TÃO QUERIDO PELA POPULAÇÃO QUE ATÉ POSSUI DIREITO A 30 POLICIAIS COMO SEGURANÇAS, 10 A MAIS QUE ALCKMIN 30

Serra tem escolta 3 vezes maior que antecessor

Ex-governador Lembo diz que tucano dispõe de 30 homens para segurança, mais que ele e Alckmin; Casa Militar define número, diz ex-secretário

10 de dezembro de 2010 | 23h 01 

Marcelo Godoy, de O Estado de S.Paulo

SÃO PAULO – O ex-governador José Sera (PSDB) tem à disposição 30 homens da Casa Militar (CM) de São Paulo. O número é um pouco mais do que o triplo do contingente de policiais que servem os ex-governadores Geraldo Alckmin (PSDB) e Claudio Lembo (DEM). Quem conta essa história é Lembo. “Ele tem 30 homens. Esse é um número público”, disse.

O Estado procurou Serra por meio de sua assessoria, mas não obteve resposta. O senador eleito Aloysio Nunes Ferreira (PSDB), que foi seu secretário-chefe da Casa Civil, afirmou que quem fixa os efetivos da escolta é a Casa Militar. “O governador não diz quantos soldados devem compor sua escolta.”

Segundo ele, o que define o número de PMs são critérios técnicos. “Não é o capricho do governador. Isso é definido segundo as características de cada governador. O chefe da Casa Militar fixa o efetivo necessário. Não sei quantos, e ela (CM) não divulga por razões de segurança.”

O aumento da escolta teria ocorrido enquanto Serra ainda era governador. Depois que deixou o Palácio dos Bandeirantes, ele manteve a segurança, a exemplo dos ex-governadores, com base no decreto 48.526, de 2004. Este define que ex-ocupantes do cargo têm direito a escolta no período do mandato subsequente ao seu, mas não diz o tamanho da proteção – ex-presidentes da República têm o mesmo direito.

Alckmin manteve à sua disposição quatro soldados e um capitão e Lembo, um oficial e oito soldados. Atual secretário de Negócios Jurídicos da Prefeitura de São Paulo, Lembo governou o Estado em 2006, quando assumiu o cargo em substituição a Alckmin, que se afastara para concorrer à Presidência da República.

Ele disse que sua escolta era franciscana mesmo enquanto era governador. “Eu só tinha motorista e um ajudante de ordens (um capitão da PM). E eu enfrentei os ataques do PCC (Primeiro Comando da Capital). Um governador não pode ter medo.” O democrata se refere aos ataques, em maio de 2006, que deixaram 47 agentes públicos mortos.

Austero

Lembo afirmou que procurava “ser austero”. “O Geraldo (Alckmin) também tinha muita austeridade.” O ex-governador afirmou não se lembrar quanto gastava em média por mês no palácio, mas disse que só despendia o essencial. “Tinha um cuidado miserável.” E criticou Serra, seu sucessor, dizendo que os gastos cresceram depois que ele saiu. “No meu tempo tinha vinha de São Roque”, disse.

Lembo diz que não fez grandes gastos. Depois que deixou o cargo, afirmou que foram construídos um restaurante para os funcionários no palácio. Este teria passado ainda por outras mudanças, como a saída das instalações da CM do andar superior do prédio, perto da ala residencial.

“Até hoje os PMs estão tristes. Ele (Serra) os pôs no subsolo”, afirmou. Além disso, Lembo lembrou que seu sucessor criou um jardim de inverno na ala residencial do palácio, onde antes “não havia nada”. “O Geraldo deixava os cachorros dele lá”. Lembo disse não saber se o “jardim é bonito”, “Mas a vista é muito bonita.”

Aloysio Nunes afirmou que as obras no palácio foram necessárias. Havia infiltração no prédio e a reforma do restaurante, além da garantir mais conforto aos funcionários, serviu para proteger obras de arte dos Bandeirantes que eram afetadas pela fumaça da cozinha. “Estranho que ele (Lembo) tenha esperado Serra deixar o governo para fazer essas declarações”, afirmou