Anistiada diz: “Se anistiar, aí vira um país sem regra.” 28

Dilma se diz contra anistia a PMs na Bahia e afirma que ficou “estarrecida” com gravações

Agência Estado No Recife

A presidente Dilma Roussef se mostrou categoricamente contra a anistia dos policias grevistas da Bahia. “Por reivindicar, as pessoas não têm de ser presas nem condenadas, mas por atos ilícitos, por crimes contra o patrimônio, crimes contra a pessoa e contra a ordem pública, não pode ser anistiado”, disse ela em rápida entrevista ao vistoriar obras da ferrovia Transnordestina, no município de Parnamirim, sertão pernambucano, a 561 km do Recife.

“Se anistiar, aí vira um país sem regra.” A presidente afirmou que o Brasil tem hoje uma visão de garantia da lei e da ordem muito moderna. “Nós não consideramos que seja correto instaurar o pânico, instaurar o medo e criar situações que não são compatíveis com a democracia.”

Polícia atira em polícia e três investigadores são baleados 35

Investigadores foram confundidos com assaltantes. Corregedorias das duas polícias de São Paulo abriram investigações. As principais notícias do Brasil e do Mundo você acompanha diariamente no Jornal da Band, às 19h20. Este vídeo também pode ser visto no portal band.com.br , ou no canal da Band aqui no Youtube.

Reportagem de Sandro Barboza
Imagens de Roberto Tanaka e Josenildo Tavares
Edição de Luiz Albuquerque

Governo e Rede Globo fulminam as aspirações de policiais de todo o Brasil…Sobreposição de diálogos foi editada e divulgada criminosamente como “PROVAS” 17

[youtube http://www.youtube.com/watch?v=2QigIZ62xRU&w=420&h=315]

Depois de tal edição, o movimento dos policiais militares poderá perder apoio da sociedade civil e de outras entidades de classes que demonstraram apreço pelas reivindicações dos funcionários de segurança pública; parcela pequena, aliás. Ninguém se importa com os funcionários públicos em geral; policiais especialmente.

A matéria, exibida em horário nobre em todo Brasil, servirá para reforçar a tese de que os grevistas são meros criminosos, legitimando possa o Exército invadir a sede do Poder Legislativo para fulminar o movimento reivindicatório.

Por outro aspecto, além de fulminar a greve na Bahia, fulmina o movimento dos policiais do Rio de Janeiro; desmoralizando-se, também, a PEC 300.

Enfim , o carnaval ( futuramente: A COPA ) é mais importante do que a segurança rotineira de cidadãos de todo o Brasil.

Brasil afora há quem comemora com um PHODA-SE direcionado aos policiais.

Pouco importa se a notícia é boa ou ruim para o povo.
Interessa é que favorecerá as ações do governo ao desmoralizar o movimento policial perante a opinião pública.

Perdem os policiais e os cidadãos comuns; alguns amargando prejuízos por saques, roubos e vandalismos.

Escaparão, praticamente sem arranhões, governos irresponsáveis que não buscam uma solução para as necessidades mínimas dos membros das polícias estaduais.

O cabo do Corpo de Bombeiros, Benevenuto Daciolo, foi preso sob a falsa acusação de crime militar….Foi grampeado conversando com o ex-governador Anthony Garotinho (será a tal pessoa importantantissima ?) 10

Daciolo conversa com um homem a quem ele classifica de “importantíssimo” a respeito de uma possível votação da PEC 300, a emenda constitucional que garantiria um piso salarial único para bombeiros e policiais de todo o Brasil. Nesta conversa fica claro que o objetivo é estender a greve de policiais e bombeiros a Rio de Janeiro, São Paulo e outros estados com o objetivo de prejudicar o carnaval.  ( MENTIRA, muito pelo contrário! )

Dacilolo: Pergunta ao senhor que é pessoa importantantissima a respeito da nossa PEC…pergunto: qual é a verdadeira possibilidade de nós conseguirmos passarmos em segundo turno na semana que vem? Não sei se o senhor sabe. Eu estou com uma assembleia Geral amanhã no Rio de Janeiro, com a abertura de uma greve geral no Rio também, com probabilidade de não ter carnaval nem na Bahia nem no Rio esse ano. E São Paulo acho que está para dar uma resposta agora e os outros estados também. Nós acreditamos que, se tivesse uma resposta do governo, assinalando numa possibilidade de votação no segundo turno da PEC, acalmaria muito, muito o que está acontecendo na Federação.

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Foi preso na noite desta quarta-feira (8), o cabo do Corpo de Bombeiros do Rio de Janeiro, Benevenuto Daciolo  por cometer crime militar. Ele foi levado em uma viatura da coporração ao Quartel Central, no Centro do Rio de Janeiro.
O cabo ficará preso administrativamente por 72 horas, até que a Justiça decrete a prisão preventiva dele, de acordo com a Defesa Civil do estado. Hoje o comandante do Corpo de Bombeiros, Sérgio Simões, adiantou que pediria a prisão do cabo após escutas autorizadas pela Justiça mostrar Daciolo conversando sobre estratégias para a deflagração de atos grevistas no Rio de Janeiro. De acordo com informações do G1, Daciolo estava em Salvador reunido com lideranças do movimento grevista da Polícia Militar da Bahia. A esposa do cabo, Cristiane Daciolo, disse que ele foi preso ao desembarcar no Aeroporto Internacional Tom Jobim, por volta das 22h. Segundo a publicação, Cristiane contou que homens da Corregedoria do Corpo de Bombeiros entraram no avião, onde estava Daciolo, e derão voz de prisão.

Oficiais baianos ameaçam aderir à greve 1

Major afirma que subordinados amotinados na Assembleia Legislativa estão sendo ‘humilhados’ pelo governo

Exército volta a cortar luz e água e isola o local; manifestantes tentam furar barreira e causam tumulto

 

FÁBIO GUIBU ENVIADO ESPECIAL A SALVADOR GRACILIANO ROCHA DE SALVADOR

 

Oficiais da PM da Bahia se reunirão hoje em Salvador para decidir se entram em greve em solidariedade ao movimento iniciado por seus subordinados em 31 de janeiro.

A Associação dos Oficiais avalia que a categoria está sendo “humilhada” e “impelida” a aderir à paralisação.

Os oficiais reclamam do tratamento dado pelo governo Jaques Wagner (PT) aos soldados e sargentos grevistas.

“Estamos sendo impelidos a aderir”, disse o diretor da associação, major Copérnico Mota da Silva, que critica o cerco imposto há quatro dias pelas forças federais aos grevistas que invadiram a Assembleia Legislativa do Estado.

Ainda segundo o oficial, há na categoria um “sentimento doloroso e de indignação” por ver “colegas serem humilhados”. “Não temos mais paciência de ver isso de braços cruzados”, afirmou o major.

Um grupo de tenentes se reuniu ontem no auditório do IML (Instituto Médico Legal) para discutir a adesão. Sob condição de não terem os nomes revelados, quatro deles confirmaram à Folha a intenção de entrar em greve.

Ontem, o Exército bloqueou a entrada de pessoas e alimentos na Assembleia, aumentando a tensão. A água e a luz, restabelecidas anteontem, voltaram a ser cortadas.

A meta é desabastecer os cerca de 300 manifestantes que estão sitiados no prédio e o grupo de 200 grevistas e familiares acampados fora do cordão de isolamento.

Por volta das 20h, um grupo de 50 manifestantes, entre grevistas e apoiadores, avançou em direção a uma das barreiras do Exército.

Usando o corpo, os soldados tentaram impedir que os manifestantes ultrapassassem o cordão de isolamento, mas uma parte do grupo conseguiu passar. Foram lançados jatos de gás de pimenta na direção dos manifestantes.

Quando os grevistas que estão acampados na porta da Assembleia viram o tumulto, correram em direção ao grupo que tentava ultrapassar a barreira. O tumulto durou cerca de 20 minutos.

http://www1.folha.uol.com.br/fsp/cotidiano/24882-oficiais-baianos-ameacam-aderir-a-greve.shtml

João Alkimin: Quem fiscaliza o fiscal II 7

Até o momento não vi ou ouvi nenhum pronunciamento dos fiscais da lei a respeito da demissão dos Delegados Conde Guerra que foi demitido por haver repercutido uma notícia veiculada pela Rede Globo. E do Delegado Frederico que foi demitido por ter retirado das ruas um Juiz de Direito alcoolizado. Do Delegado Carlos Andrade que foi demitido, sem sequer ter sido instalada Ação Penal. Do Delegado Bibiano que se encontra ainda demitido embora tenha sido absolvido por inexistência do fato. Portanto aqueles que devem fiscalizar a lei ainda não se manifestaram e espero que quando o façam realmente verifiquem todas as ilegalidades e arbitrariedades cometida contra esses e tantos outros policiais.

Esta em curso na Câmara Federal, já tendo inclusive passado na comissão de Constituição e justiça com parecer favorável, matéria que trata do poder do Ministério Público para investigar, saliente-se que o referido projeto de lei vem com intuito de proibir.

Particularmente sou totalmente favorável a proibição. Não é possível que aquele que é parte no processo e que tem dentre outras a função de acusar possa vir a investigar e depois denunciar. Isso é no mínimo tolher a defesa e desequilibrar a paridade de armas.

Por outro lado investigar função precípua da Policia Civil quer dizer ir a campo, ver corpos estraçalhados, crianças violentadas, debaixo de sol, de chuva, durante a noite ou durante o dia. E o Ministério Público fará isso? Por obvio que não. O Ministério Público com certeza será seletivo naquilo que ira investigar, pois não irá investigar furto de bujão de gás, pequenos furtos em supermercados, mas com certeza casos que poderão dar repercussão na mídia.

Ouvi também o jurista Luiz Flávio Gomes defender apaixonadamente o direito do Ministério Público realizar investigações embora não tenha o brilho e a cultura de sua Excelência dele descordo quando afirma que nossos tribunais vem permitindo a investigação do Ministério Público. Talvez sua Excelência não tenha conhecimento de um robusto voto de aproximadamente 300 páginas do Desembargador Pedro Luiz Ricardo Gagliardi da 15ª Câmara Criminal que secundado por seus pares anulou todo um processo iniciado por investigações do Ministério Público.

Ora senhores volto a dizer oque já disse inúmeras vezes, investigar não é tomar depoimentos dentro de gabinetes com ar condicionado e acarpetados e trajando belos ternos Ricardo Almeida. Investigar é o que fazem os investigadores de polícia, os carcereiros e todos os operacionais e alguns Delegados de Polícia indo para as ruas e misturando-se com a multidão. Entrando em favelas e misturando-se com a população a cata de informações e isso é atividade de risco. Permito-me aqui um parênteses “três investigadores de polícia foram baleados por Policiais Militares quando os referidos Policiais Civis encontravam-se em diligência a cata de malfeitores”. Faço aqui uma indagação, não estavam os policiais com viatura descaracterizada e placa reservada? E eu mesmo respondo: sim. Não estava a viatura parada a porta da casa aonde os Policiais adentraram? A resposta também é afirmativa. Não deveriam os Policiais Militares ter checado o número da placa antes de invadirem a casa e balearem os Policiais Civis? Claro está que sim. E isso infelizmente vem provar oque? Que a Polícia Militar atira primeiro para perguntar depois, e eu espero que o fiscal da lei cumpra seu papel.

Por outro lado como já disse em sua coluna o celebrado jornalista Carlos Brickmann ” não é mais possível que um promotor em início de carreira ganhe nove vezes mais que um investigador de polícia ou soldado da PM. E quatro vezes mais que um Delegado de Polícia de Classe especial”.

Quero dizer com isso que os Promotores ganham muito? Não, quero afirmar que o que se paga aos nossos Policiais não é salário, é esmola. O Governador do Estado de São Paulo Dr. Geraldo Alckmin e o Secretário da Segurança Pública conseguiriam viver com um salário desses? Por óbvio que não, principalmente tendo em vista o preço abusivo de charutos e vinhos de qualidade.

Portanto espero que o Congresso Nacional vote rapidamente e aprove esse Projeto de Lei, pois é meu direito como cidadão, como afirmar o Professor Doutor Jacintho Nelson de Miranda Coutinho ” é direito de todo o cidadão ao ser acusado de cometer um ilícito, ser investigado por um Delegado de Polícia de carreira” e eu acrescento ” Aquele que vai me acusar não tem isenção para me investigar”.

E não se diga também que os Policiais Civis são sujeitos a pressões de autoridades basta que se lhes respeite as garantias profissionais com certeza termos investigações muito melhores.

Por derradeiro, ouvi o Procurador Geral de Justiça do Rio de Janeiro afirmar que em outros países o Ministério Público comanda as investigações policiais e gostaria de esclarecer-lhe  que nos Estados Unidos o Promotor de Justiça é um Advogado contratado e o Procurador Geral é eleito a cada quatro anos. e relembro-lhe também que aqui na vizinha Argentina, especificamente na província de Buenos Aires o Ministério Público conseguiu ficar com o comando de todas as investigações policiais e em três meses abriu mão desse poder devolvendo todas as investigações a polícia pois chegou-se a conclusão que não tinha nenhuma condição de investigar. Portanto recomendo-lhe que pesquise antes de afirmar. 

João Alkimin

QUEBRA DE SEGREDO DE JUSTIÇA OU FRAUDE: Rede Globo faz parte do serviço de contrainteligência da União…Inventa uma farsa para desqualificar as reivindicações policiais; tentando fulminar a greve e, também, a PEC 300…Parece que no Brasil todo mundo torce contra o mocinho! 14

Em linhas gerais, contrainteligência é uma  atividade , nem sempre exercida com exclusividade por membros de órgãos policiais, que se caracteriza por  ações  sempre ilegais e clandestinas,  com a finalidade de desqualificar junto a opinião popular, –  desestabilizando,  desarticulando , enfim , quebrando o moral – ,  pessoa ou  grupos de protestos, de oposição,  ativistas em geral e dissidentes  de partidos políticos no Brasil.

Abaixo, material divulgado pela Rede Glogo, exemplar de atividade de contrainteligencia vendido como se fosse trabalho joranalístico legal:

Gravação revela que PMs grevistas da BA teriam planejado vandalismo

Do Portal G1.

Conversas gravadas entre os chefes dos PMs grevistas na Bahia mostram acertos para realização de ações de vandalismo na cidade. As gravações mostram também articulações para que a paralisação se estenda ao Rio de Janeiro, a São Paulo e outros estados. Os PMs envolvidos negam participação em ações violentas.

O Jornal Nacional teve acesso a gravações feitas com autorização da Justiça de conversas de líderes dos movimentos grevistas da Bahia e do Rio de Janeiro.

No primeiro trecho, o presidente de uma associação que reúne bombeiros e policiais baianos, Marco Prisco, combina uma ação de vandalismo com um de seus liderados. Prisco nega ter participado de atos de violência.

Leia abaixo um dos trechos de conversa: Prisco: Alô, oi. Desce toda a tropa pra cá meu amigo. Caesg e você. Desce todo mundo para Salvador, meu irmão… Tou lhe pedindo pelo Amor de Deus, desce todo mundo para cá… – David Salomão: Agora? – Prisco: Agora, agora. Embarque… – David Salomão: Eu vou queimar viatura… Eu vou queimar duas carretas agora na Rio/Bahia que não vai dar tempo… – Prisco: fecha a BR aí meu irmão. Fecha a BR.

Em outra gravação, quem aparece falando é o cabo bombeiro do Rio de Janeiro, Benevuto Daciolo. Ele já foi candidato a deputado estadual no Rio e foi um dos líderes do movimento grevista da corporação no ano passado.

Daciolo conversa com um homem a quem ele classifica de “importantíssimo” a respeito de uma possível votação da PEC 300, a emenda constitucional que garantiria um piso salarial único para bombeiros e policiais de todo o Brasil. Nesta conversa fica claro que o objetivo é estender a greve de policiais e bombeiros a Rio de Janeiro, São Paulo e outros estados com o objetivo de prejudicar o carnaval.

Dacilolo: Pergunta ao senhor que é pessoa importantantissima a respeito da nossa PEC…pergunto: qual é a verdadeira possibilidade de nós conseguirmos passarmos em segundo turno na semana que vem? Não sei se o senhor sabe. Eu estou com uma assembleia Geral amanhã no Rio de Janeiro, com a abertura de uma greve geral no Rio também, com probabilidade de não ter carnaval nem na Bahia nem no Rio esse ano. E São Paulo acho que está para dar uma resposta agora e os outros estados também. Nós acreditamos que, se tivesse uma resposta do governo, assinalando numa possibilidade de votação no segundo turno da PEC, acalmaria muito, muito o que está acontecendo na Federação.

Em outro trecho, o cabo Daciolo, que estava em Salvador, ouve de uma mulher uma recomendação para que tente influenciar o movimento dos grevistas baianos a não fechar um acordo com o governo. Segundo esta mulher, isto enfraqueceria uma possível greve no Rio.

Mulher: Daciolo, Daciolo, presta atenção. Está errado fechar a negociação antes da greve do Rio… Daciolo: Tudo bem, tudo bem… sabe o que vou fazer agora??? Ligue para ele que eu vou embora daqui, não vou ficar mais aqui. Mulher: Eles não querendo que você avalize um acordo antes da greve do Rio. Depois da greve do Rio, muda tudo. Sabe como você vai ajudar eles? Voltando para o Rio, garantindo aqui. O governo vai fazer uma propostinha rebaixada para vocês, vai melhorar um pouquinho esse negócio que eles colocaram. E acho…se vocês garantirem a greve aqui, a mobilização aqui, vocês vão ajudar eles a liberar o Prisco, a ter uma negociação…

Outro lado Ouvido pela equipe do Jornal Nacional por telefone, o cabo Daciolo disse não se recordar da conversa gravada e alegou estar participando de um movimento pacífico na Bahia.

Rio de Janeiro O governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral, disse que as gravações comprovam que o movimento tem como objetivo gerar insegurança na população e provocar distúrbios que ameaçam a lei e a ordem. Para o governador, essas pessoas não representam o sentimento da maioria dos profissionais de segurança do estado.

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Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos

LEI Nº 9.296, DE 24 DE JULHO DE 1996.

art. 5°, inciso XII da Constituição Federal

Regulamenta o inciso XII, parte final, do art. 5° da Constituição Federal.

        O  PRESIDENTE  DA   REPÚBLICA Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei:

        Art. 1º A interceptação de comunicações telefônicas, de qualquer natureza, para prova em investigação criminal e em instrução processual penal, observará o disposto nesta Lei e dependerá de ordem do juiz competente da ação principal, sob segredo de justiça.

 Art. 8° A interceptação de comunicação telefônica, de qualquer natureza, ocorrerá em autos apartados, apensados aos autos do inquérito policial ou do processo criminal, preservando-se o sigilo das diligências, gravações e transcrições respectivas.

Respondo: o maior filho da puta foi quem se deixou pressionar…Não tem moral, não tem honra: DELEBOSTA! 19

Enviado em 08/02/2012 as 20:51 – PIOR

Quem foi ou foram os filhos da puta que pressionaram o Delegado  a mudar sua tipificação de tentativa de homicídio para lesões ?.

Porque a Corregedoria não apura também o constrangimento ilegal ou abuso de autoridade ou assedio moral praticado contra o Delegado e Escrivão e Investigadores de sua equipe ?

O MP , não vai questionar tal tipificação ou mante-la quem sabe em um TC ?

E o Conselho dos Direitos Humanos ou Policiais não são Humanos ?

Coregedoria da Polícia Civil – Independência DE PINTO ou DE MERDA? 14

A Folha apurou que o delegado responsável pelas prisões dos PMs queria autuá-los por tentativa de homicídio, mas que ele foi pressionado por seus superiores a lavrar o boletim de ocorrência por disparo de arma de fogo, lesão corporal dolosa e abuso de autoridade.

Tanto o suspeito de estelionato quanto seu sobrinho, ambos testemunhas dos tiros dos PMs nos policiais civis, não foram conduzidos pelos militares direto para a sede da Corregedoria da Polícia Civil, na rua da Consolação, área central de São Paulo, logo após o incidente.
Antes de serem apresentados ao delegado do caso, tio e sobrinho ficaram cerca de sete horas no batalhão onde trabalham os PMs envolvidos.
A Corregedoria da Polícia Civil também investigará a informação de que os PMs envolvidos no caso chegaram a fazer uma parada demorada no caminho entre a casa em que os policiais civis foram baleados e o Hospital Antônio Giglio, onde eles foram socorridos.
Essa parada só terminou quando o rádio de um dos policiais civis, ligado no viva voz, começou a tocar e dele partiu uma voz que falava “ô, polícia, está tudo bem? Onde vocês estão? Aconteceu algo? Ô, polícia, fala com a gente”.
A Secretaria da Segurança Pública de São Paulo foi procurada pela reportagem para se manifestar sobre o caso, mas informou que nenhum representante do órgão falará sobre o caso.
Em nota, a pasta informou que o caso também é investigado pela Corregedoria da Polícia Militar e que “a Corregedoria da Polícia Civil constatou que não houve qualquer atividade ilícita ou irregular na ação dos policiais civis”.

http://noticias.bol.uol.com.br/brasil/2012/02/08/policiais-civis-baleados-por-pms-se-identificaram-e-estavam-rendidos.jhtm

PMs suspeitos de atirar em policiais civis são presos em SP…( Os dois policiais que entraram primeiro dominaram os policiais civis, mas os que entraram pelos fundos chegaram atirando; “a Corregedoria da Polícia Civil constatou que não houve qualquer atividade ilícita ou irregular na ação dos policiais civis” ) 47

Enviado em 08/02/2012 as 19:52 – MARCOS
  • Dois policiais militares foram presos nesta quarta-feira (8) suspeitos de disparar contra três policiais civis em Osasco, na Grande São Paulo. A dupla foi autuada em flagrante e levada para o presídio especial da corporação.Eles atiraram em três policiais civis que estavam dentro da casa de um suspeito de estelionato na noite de terça (7). A PM foi chamada por uma vizinha que suspeitou de assalto.Os dois policiais que entraram primeiro dominaram os policiais civis, mas os que entraram pelos fundos chegaram atirando.
  • Os policiais civis baleados não correm risco de morrer.
  • http://g1.globo.com/sao-paulo/noticia/2012/02/pms-suspeitos-de-atirar-em-policiais-civis-sao-presos-em-sp.html
  • ——————————
  • Enviado em 08/02/2012 as 18:45 – BB

    Seus filhas de uma puta que ficam postando merda, criticando as vítimas e valorizando esses Policiais Militares lixos, olha a reportagem da Folha (se vc não sabem ler, pede para alguém ler), seus mentecaptos.

    Policiais civis baleados por PMs se identificaram e estavam rendidos 

  •  ANDRÉ CARAMANTE DE SÃO PAULOOs três policiais civis baleados por policiais militares dentro de uma casa em Osasco, Grande São Paulo, na noite de terça-feira (7), estavam rendidos e deitados no chão quando foram feridos pelos disparos.

    Antes de serem baleados, os civis haviam se identificado como policiais civis e chegaram a jogar armas e distintivos na direção dos PMs do 42º Batalhão.

    Por conta dos tiros contra os policiais civis, os PMs Fernando dos Santos Filho, 31, e Thiago Rodrigues de Oliveira, 24, foram presos em flagrante pela Corregedoria da Polícia Civil por disparo de arma de fogo, abuso de autoridade e lesão corporal dolosa.

    Os dois PMs foram encaminhados para o Presídio Militar Romão Gomes, no Jardim Tremembé, zona norte paulistana, e onde a reportagem não tem acesso a eles. Seus advogados de defesa não foram localizados.

    Santos Filho e Oliveira alegaram ter atirado contra os policiais civis porque os confundiram com ladrões e também porque eles fizeram “movimentos bruscos”.

    Os policiais civis Carlos Francisco Burgos, 33, Flávio Fernandes Fagundes, 58, e José Maria de Souza, 47, são da SIG (Setor de Investigações Gerais) da Delegacia Seccional de Franco da Rocha, Grande São Paulo.

    Burgos foi ferido por tiros de pistola.40 nas costas e no rosto. As duas balas estão alojadas em seu corpo.

    Souza teve parte do fêmur triturada por um tiro. Os dois serão operados, mas não correm risco de morte.

    Fagundes, o terceiro policial civil ferido pelos PMs, levou um tiro na mão e foi liberado pelos médicos.

    Os três policiais civis haviam ido ao Jardim Rochdale, em Osasco, porque tinham uma ordem para localizar e levar para a SIG João Seabra, que era investigado oficialmente por suspeita de estelionato. Havia ordem de serviço para que Seabra fosse localizado no nº 2227 da avenida Brasil, onde ele vive, e fosse conduzido à Seccional de Franco da Rocha para ser interrogado no inquérito policial nº 11/2012.

    De acordo com a versão de um sargento da PM que acompanhava os dois policiais que foram presos, os três policiais civis foram baleados pelos PMs Santos Filho e Oliveira mesmo depois de terem se rendido e se apresentado como policiais civis.

    Santos Filho e Oliveira havia entrado na casa onde os policiais civis estavam pela parte de trás do imóvel. Por isso, um dos tiros que atingiu o policial civil Burgos atingiu suas costas. Outros três PMs, inclusive o sargento, haviam entrado pela parte da frente da casa do suspeito de estelionato procurado pelos policiais civis.

    O depoimento desse sargento foi prestado ao delegado Rodrigo Corrêa Batista, da Corregedoria da Polícia Civil. Seabra, o suspeito de estelionato alvo da operação dos policiais civis, confirmou que os investigadores se renderam quando viram os PMs, se desarmaram e deitaram no chão antes de serem feridos pelos tiros.

    Os cinco PMs envolvidos no caso (dois presos e três que estão na condição de “averiguados”) haviam ido à casa do suspeito de estelionato porque o sobrinho dele, Rogério Cardoso, ligou para o 190 e pediu ajuda dizendo que a casa do tio havia sido invadida por ladrões.

    A Folha apurou que o delegado responsável pelas prisões dos PMs queria autuá-los por tentativa de homicídio, mas que ele foi pressionado por seus superiores a lavrar o boletim de ocorrência por disparo de arma de fogo, lesão corporal dolosa e abuso de autoridade.

    Tanto o suspeito de estelionato quanto seu sobrinho, ambos testemunhas dos tiros dos PMs nos policiais civis, não foram conduzidos pelos militares direto para a sede da Corregedoria da Polícia Civil, na rua da Consolação, área central de São Paulo, logo após o incidente.

    Antes de serem apresentados ao delegado do caso, tio e sobrinho ficaram cerca de sete horas no batalhão onde trabalham os PMs envolvidos.

    A Corregedoria da Polícia Civil também investigará a informação de que os PMs envolvidos no caso chegaram a fazer uma parada demorada no caminho entre a casa em que os policiais civis foram baleados e o Hospital Antônio Giglio, onde eles foram socorridos.

    Essa parada só terminou quando o rádio de um dos policiais civis, ligado no viva voz, começou a tocar e dele partiu uma voz que falava “ô, polícia, está tudo bem? Onde vocês estão? Aconteceu algo? Ô, polícia, fala com a gente”.

    A Secretaria da Segurança Pública de São Paulo foi procurada pela reportagem para se manifestar sobre o caso, mas informou que nenhum representante do órgão falará sobre o caso.

    Em nota, a pasta informou que o caso também é investigado pela Corregedoria da Polícia Militar e que “a Corregedoria da Polícia Civil constatou que não houve qualquer atividade ilícita ou irregular na ação dos policiais civis”.

Mais um policial é vítima de homicídio em Cubatão 14

Enviado em 08/02/2012 as 16:22 – PUNISCHER

ATENÇÃO,ATENÇÃO!!!!!,Foi alvejado ontem (terça-feira),em Cubatão,na rua Nossa Senhora de Fátima, no jardim Casqueiro, mais um policial;Trata-se do policial militar adjonar(mazinho), segundo informes o mesmo encontrava-se no famigerado “bico”, quando foi atinjido por seis(6),disparos de arma de fogo,sendo um deles na cabeça.ontem até às 18:00hs o mesmo encontrava-se internado no hospital modelo de Cubatão em estado gravíssimo . Agora a pouco,por volta de 15:45,infelizmente nos chegou à noticia que tanto temíamos, o referido policial não resistindo à gravidade dos ferimentos,veio a óbito,e seu corpo encontra-se sendo velado no velório municipal do cemitério de Cubatão. O mais estarrecedor disso tudo é que desde ontem quando do ocorrido,até o presente momento não se teve notícias ou se viu qualquer representante daquilo que chamam “direitos humanos”,sequer para confortar à família,a contrário censo fosse um policial, no estrito cumprimento do dever que tivesse atingido o “mala” com um tapa,certamente já estaria preso arbitráriamente e sem direito a qualquer direito, e tenho dito.

—————————-Cubatão

Bandido mata PM com cinco tiros em frente a escola

Eduardo Velozo Fuccia – A TRIBUNA

Atualizado às 22h21
Um marginal não identificado matou a tiros um soldado da Polícia Militar, por volta das 16 horas desta terça-feira, na frente de uma escola de educação infantil em uma das principais avenidas do Jardim Casqueiro, em Cubatão.
Informações preliminares indicam que Adjonar Pereira de Lima levou cinco tiros, um deles na cabeça. Apesar de o autor dos disparou ter roubado uma arma da vítima, os indícios não são de latrocínio, mas de execução sumária.
Após os disparos, o desconhecido fugiu em direção à favela da Vila dos Pescadores. Para isso, ele atravessou a vala existente entre a Avenida Nossa Senhora de Fátima e a marginal da Via Anchieta.
Na sequência, o assassino ultrapassou alguns obstáculos pelo caminho: cruzou as duas pistas da Anchieta, pulando a mureta de concreto.
O soldado ainda chegou a ser levado por uma ambulância do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) ao Pronto-Socorro Central de Cubatão, mas morreu algumas horas mais tarde, por volta das 19 horas, conforme informou uma irmã.

——

Os sem-noção, Coluna Carlos Brickmann 1

Os sem-noção, Coluna Carlos Brickmann
(*) Coluna exclusiva para a edição dos jornais de Quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012
1 – Os policiais militares de Salvador podem ter toda a razão a seu lado. Mas uma corporação armada não pode desafiar o Governo. Isso não é greve: é motim. E deixar uma cidade sem polícia, com aumento do número de crimes, é pior que motim: é considerar que seu próprio trabalho é inútil. Então, por que pagá-los?
2 – O governador baiano Jaques Wagner pode ter toda a razão a seu lado ao condenar o motim e exigir disciplina da tropa. Mas não pode esquecer que, quando estava na oposição, apoiou uma greve igualzinha. Agora é a volta do cipó de aroeira no lombo de quem mandou dar. Que não se faça de vítima.
3 – Os erros que levaram à calamidade são antigos e nacionais: pagar a um PM pouco mais de R$ 2 mil mensais para que arrisque sua vida todos os dias é obrigá-lo a morar na favela, a viver endividado, a perguntar-se se vale a pena lutar por quem não lhe paga. Isso vale em todos os Estados. E os governadores, seja qual for seu partido, pagam mal à PM; avaliam por baixo a vida dos outros.
Em outras épocas, quando governador não tirava férias para ajoelhar-se e gritar “Caramuru” na frente de Fidel Castro enquanto seu Estado pegava fogo, o mineiro Milton Campos teve de enfrentar uma greve da PM por falta de pagamento. Seus assessores lhe recomendaram que enviasse um trem blindado, cheio de soldados, à cidade onde se reunia o comando da greve.
Sempre ponderado, Milton Campos forjou uma frase clássica:
“Não seria melhor mandar para lá o trem pagador?”
Pressão total
Jaques Wagner já não é a pessoa mais firme do mundo, e está sendo submetido a forte pressão federal, para que não faça concessão alguma. O Planalto teme que os eventos baianos se repitam nos Estados. Motivos para que a greve se espalhe, há: a PM ganha mal mesmo e pede a aprovação da PEC-300, uma emenda constitucional que determina que recebam pelo menos o salário pago hoje em Brasília, o maior do país. A PEC-300 está no Congresso e o Governo manobra para impedir que seja votada (se for para o voto, quem terá coragem de votar contra o aumento?)
Teme-se que Rio, Pernambuco, Rio Grande do Norte, Alagoas, Acre e Espírito Santo sigam os passos dos baianos.
Baixo nível
Bem que a TV Cultura de São Paulo tentou dar voz a pelo menos dois lados, na greve da PM baiana: o Jornal da Cultura, de Maria Cristina Poli, convidou o historiador Marco Antônio Villa e o diretor da Infraero (e ex-deputado) Aírton Soares para debater o caso. Aírton não deixou Villa falar: gritou sem parar, interrompeu no início, aos berros, as frases do outro convidado, falou por cima, impediu que o telespectador sequer ouvisse o que ambos tinham a dizer (em TV, como em rádio, interromper a fala do outro é falta de educação – mais do que na vida diária, pois gera tamanho ruído que não é possível entender nenhum dos dois).
Soares levou vantagem: não tinha o que dizer e censurou quem tinha.
Questão no ar
O Ministério Público faz questão de fazer investigações. Quando alguém vai preso, o Judiciário decide se continuará preso ou não. Como se sentirão os PMs (e os policiais civis, que ganham salários tão ridículos quanto), sabendo que o MP paga a um procurador em início de carreira nove vezes o salário de um PM? Ou quatro vezes o salário de um delegado de primeira classe? E que os juízes não precisam entrar em greve, porque raramente o Governo nega seu aumento? E estão todos no mesmo ramo: segurança pública e combate à criminalidade.
Aprendendo a voar
Agora, vai: um dos consórcios privados que, com dinheiro do BNDES, vão tocar os aeroportos que a presidente Dilma privatizou, foi buscar know-how na Argentina. Outro procurou a mundialmente famosa expertise da África do Sul.
Já o menor dos aeroportos licitados traz o savoir-faire dos franceses.
De empresa pública a privada
E como se fez a privatização dos aeroportos? Nos três consórcios, a Infraero tem 49%. Num deles, que opera o maior dos aeroportos, Guarulhos, juntam-se três fundos de pensão estatais, Previ, Funcef e Petros – ou seja, quem manda é o Governo.
Quem paga, também: o BNDES entra com 80% dos investimentos, com aqueles jurinhos legais que o caro leitor não vai achar em lugar nenhum.
O mundo gira
O tempo passa, o tempo voa, nem a poupança Bamerindus continua numa boa. Houve tempo em que, se o time perdesse, podia ser aniversário até do presidente do clube: ninguém iria fazer festa em público. Se este colunista fosse torcedor do Santos, estaria irritadíssimo com a comemoração logo após a derrota.
Quanto é?
Há cinco portais na Internet (CGU, Senado, Instituto Ethos, Tribunal de Contas da União, Ministério dos Esportes) com informações sobre os gastos da Copa de 2014. Cada um traz uma informação diferente e muita gente ficou confusa. Bobagem: este colunista sabe quanto vai custar a Copa.
É o triplo do cálculo sério mais alto. Haverá escândalo, inquérito e gente com o bolso cheio.

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