Polícia paulista matou quase 200 desde janeiro. Violência fardada será discutida pelo CNMP… (A PM não mata muito, mata errado ) 15

   No Blog do Pannunzio:

Para o subprocurador de Justiça Arnaldo Houssepian, que ocupou até o ano passado a cadeira de secretário-adjunto de Segurança Pública no Estado de são Paulo, os dados da violência policial justificam a necessidade urgente de aprimoramento dos mecanismo de controle externo da atividade . Ele será o representante do MP paulista numa reunião que o Conselho Nacional do Ministério Público promove a parte desta quinta-feira, em Brasília, para tratar do problema.

http://www.pannunzio.com.br/archives/11659

Campanha Valorização Escrivães e Investigadores – Investigador da Polícia Civil estadual, Olímpio da Rocha Molina, critica o Governo 104

Investigador da Polícia Civil estadual, Olímpio da Rocha Molina, critica o Governo do Estado de São Paulo em audiência pública proposta pelo Grupo de Trabalho que estuda a reestruturação da Polícia Civil de São Paulo. O deputado Marco Aurélio (PT) faz parte do grupo e esteve presente à audiência

Delegado DUDU – “fui vítima da incompetência e despreparo desse canalha” 28

Enviado em 23/05/2012 as 2:59 – CESAR

Sou Policial Civil, e fui vítima, da incompetência e despreparo desse canalha desse Delegado, fui indiciado em inquérito, e preso pelo DOP, sob o comandado desse ordinário. Na ocasião, numa situação clara de legítima defesa, caso contrário não estaria aqui nesse momento fazendo esse relato, fui indiciado e preso pelo art. 121 do CPB. Apesar do depoimento de todas as testemunhas “oculares”, se pronunciarem a meu favor, e olha que a sociedade numa grande maioria odeia a Polícia, a Autoridade; esse incompetente me prendeu em flagrante, sob a alegação de que não vislumbrou legítima defesa.  Pois é seu ordinário, tive que pagar uma nota pra ter de provar minha inocência, que só não foi clara pra Você e pra Maria Inês. Mas a justiça de Deus, essa não falha, e tive absolvição sumária no Judiciário, que competente como você não foi, vislumbrou legítima defesa e fui absolvido por inexistência de crime. Agora com certeza sou eu quem estou processando o Estado pela sua Incompetência, Talvez você não vai estar mais no cargo pra  ver eu recebendo meu precatório fruto de sua imbecilidade. Mas já está indo tarde, seu babaca. Ah tem mais, sua sorte é que te pouparão de descer lá pro PEPC, quando me mandou pra lá, entrei e saí de cabeça erguida, mas lá queria ver Você se esconder atrás da carteira vermelha

Chico Formiga morre em São Vicente

22/05/2012 22h17- Atualizado em 22/05/2012 22h41

Morre Chico Formiga, técnico da 1ª geração dos ‘Meninos da Vila’

Ex-zagueiro, técnico e coordenador das categorias de base do Santos faleceu aos 81 anos. Ele foi vítima de um infarto, nesta terça-feira.

Por GLOBOESPORTE.COMSantos, SP

Chico Formiga como técnico do Santos em 1978 (Foto: Reprodução / TVTribuna)

Chico Formiga como técnico do Santos, em 1978
(Foto: Reprodução / TVTribuna)

Chico Formiga, treinador responsável pela 1ª geração dos ‘Meninos da Vila’, campeã paulista de 1978, morreu nesta terça-feira, em São Vicente, SP. O ex-técnico estava em seu apartamento, no bairro do Itararé, e foi vítima de um infarto, por volta das 18h30. Ele tinha 81 anos.
Nos últimos tempos, o ex-jogador vinha sofrendo com problemas de saúde, chegando a ser internado devido a um efisema.

Quem foi Chico Formiga
Nascido em Araxá (MG), no dia 11 de novembro de 1930, Francisco Ferreira de Aguiar, o Chico Formiga, atuou como quarto-zagueiro do Cruzeiro, Santos e Palmeiras.
Começou a carreira de jogador no Cruzeiro Esporte Clube e se transferiu para o Santos 1950. Defendeu o Peixe até 1956, mesmo ano em que Pelé chegou ao clube. Na primeira passagem pelo Alvinegro Praiano, Formiga foi duas vezes campeão paulista: 1955 e 1956.
Em 1957, Formiga se transferiu para o Palmeiras. Pelo Alviverde jogou 72 partidas, entre 1957 e 1959. Após a passagem pelo clube da capital paulista, o jogador retornou ao Santos onde conquistou os estaduais de 1960, 1961 e 1962, a Libertadores de 62.
Como técnico, Formiga começou a se destacar no comando do Santos, onde foi campeão paulista de 1978. Ele foi o comandante da primeira geração de “Meninos da Vila” e tinha como principais jogadores os meias Aílton Lira e Pita, além dos atacantes Nílton Batata, Juary e João Paulo.
Entre 1981 e 1982, foi treinador do São Paulo e conquistou o título paulista de 81. Depois, passou pelo comando técnico de grandes como Cruzeiro e Corinthians. Após isso, dirigiu clubes de menor expressão. Voltou ao Santos no ínicio dos anos 2000, para trabalhar como coordenador das categorias de base, na gestão do presidente Marcelo Teixeira. Formiga ajudou na revelação de grandes jogadores como Diego e Robinho. Após a mudança na gestão do clube, Formiga foi dispensado e ficou muito abalado.
Chico Formiga vinha enfrentando problemas de saúde (Foto: Reprodução / TVTribuna)Chico Formiga vinha enfrentando problemas de saúde (Foto: Reprodução / TVTribuna)

PF transformou um deputado extorsionário em vítima de um contrabandista 11

As cenas agora publicadas ampliam o que já se sabia do caso — e mostram como o delegado que conduzia a investigação, o agora deputado Protógenes Queiroz, se utilizou de provas que poderiam ter colocado Medeiros na cadeia para prender a vítima de extorsão praticada pelo parlamentar.

Assim que o contrabandista caiu nas malhas da Comissão Parlamentar de inquérito, três emissários do deputado começaram a assediá-lo com ofertas pornográficas para que ele saísse impune do processo. Um dos assessores de Medeiros chegou a criticar o chefe, que estaria pedindo pouco dinheiro para livrar a cara de Law — 500 ou 600 mil reais apenas, contra uma estimativa do restante da quadrilha de assessores de que a armação poderia render pelo menos R$ 3 milhões.

Esses assessores provocaram uma reunião entre Medeiros e Law num hotel em Araraquara, no interior de São Paulo. O vídeo que publico agora revela o que ocorreu na conversa. Dele, a única parte conhecida pela opinião pública (por meio de vazamentos seletivos para uma rede de televisão chamada a participar da coleta da prova) era o trecho em que Law pede a Medeiros que divida o suborno em quatro ou cinco prestações…( Blog do Pannunzio )

Audiência do Sipol Prudente com o Deputado Mauro Bragato 25

———- Mensagem encaminhada ———-
De: Lucio Flavio 
Data: 22 de maio de 2012 09:04
Assunto: Audiência do Sipol Prudente com o Deputado Mauro Bragato
Para: Flit Paralisante dipol@flitparalisante.com>, 
AUDIÊNCIA DO SIPOL COM O DEPUTADO MAURO BRAGATO EM 12/05/2012

O Presidente e a Vice Presidente do Sipol-Sindicato dos Policiais Civis da Região de Presidente Prudente-SP – LUCIO FLAVIO MORENO e SILVIA TEIXEIRA VIANA RODRIGUES estiveram reunidos com o Deputado MAURO BRAGATO a fim de tratar da questão salarial dos Escrivães e Investigadores Policiais, condizente com exigência para o ingresso do NIVEL UNIVERSITÁRIO.

Foi entregue ao Deputado o Ofício nº07/2012 dizendo das discrepâncias e falta de coerência da questão salarial das diversas carreiras e da necessidade de se ter um plano de carreira. Questionamos também a situação dos Agentes e Carcereiros Policiais em que há exigência de 2ºGrau, mas recebem salários de 1º Grau.

Desde a primeira audiência que tivemos com Deputado MAURO BRAGATO impressionou sua franqueza e sinceridade. Sempre foi direto, sem rodeios, dizendo essa questão é certa, ou não passa, ou ainda, vamos colocar em pauta para discussão para quem sabe no futuro.

Quanto à questão do NIVEL UNIVERSITÁRIO pelo que inferimos na audiência, essa se resolverá em breve. E é bom que seja assim, pois julho se vota o orçamento do ano que vem, portanto se não for resolvida a questão até o dia 30 de junho, a coisa se complicará.

Disse o Deputado que quanto à questão dos Agentes e Carcereiros Policiais, esta dificilmente será tratada por esse grupo de trabalho. Assim, entendo que devemos nos mobilizar em paralelo. O Governador GERALDO ALKMIN anunciou que os Carcereiros Policiais terão seus cargos transformados em Agentes Policias, ou Investigadores até o fim do ano. Não me recordo com exatidão. Talvez durante essas mudanças seja possível corrigir as distorções.

Dizemos de nossa preocupação com os concursos da polícia civil que são demorados e não conseguem preencher as vagas existentes, e muito menos criar cadastro de reserva. A fala do Deputado foi no sentido que o ideal é que a Academia de Polícia tenha a função apenas de ensinar, e que os concursos sejam feitos por empresas terceirizadas, como é atualmente na Polícia Militar, Policia Federal, etc. Parece-nos que a questão está se encaminhando pra isso. Recentemente o Delegado Geral expressou opinião nesse sentido.

A impressão geral que tivemos foi bastante positiva, e acreditamos haver vontade política para tal.

Abraços fraternais a todos.

A Diretoria do SIPOL

Abaixo transcrição do Ofício nº 07/2012

Ofício nº07/2012      Pres. Prudente, 12 de maio de 2012.

Senhor Deputado

Cumprimentando-o cordialmente, a Diretoria do Sindicato dos Policiais Civis da Região de Presidente Prudente-SP, vem à honrosa presença de Vossa Excelência, com os corações impregnados de esperança expor nossas inquietações e sugestões a respeito da Lei Complementar 1067/2008, que dispões sobre os requisitos de ingresso nas carreiras de investigador e escrivão.

Parece-nos que seria mais adequado ampliar as atribuições do grupo de trabalho, que estudará a viabilidade do pagamento da exigência do nível superior aos Escrivães e Investigadores, renomeando os misteres do grupo para “instituição de plano de carreira aos operacionais da Polícia Civil” buscando se coerência, lógica, levando em conta a natureza, o grau de responsabilidade, complexidade, requisitos para a investidura, e peculiaridades dos cargos.

Para se entender a necessidade da ampliação dos misteres do grupo de trabalho veja se tabela dos salários obtidos no endereço eletrônico http://www.recursoshumanos.sp.gov.br/retribuicao_mensal/area%20policial/pol%20civil.pdf onde consideraremos os policiais operacionais de 1º classe, somando-se salário base, RETP, ALE I.

CARREIRA ESCOLARIDADESALÁRIO
Atendente  de Necrotério de 1º Classe1º GRAUR$  2.431,89

Auxiliar  Papiloscopista Policial de 1º Classe

1º GRAU

R$  2.431,89

Carcereiro  Policial de 1º Classe

2º GRAU

R$  2.431,89

Agente  Policial de 1º Classe

2º GRAU

R$  2.431,89

Investigador  de Polícia de 1º Classe

universitário

R$  2.956,00

Escrivão  de Polícia de 1º Classe

universitário

R$  2.956,00

Fotógrafo  Técnico Policial 1º Classe

2º GRAU

R$  3.055,24

Agente de  Telecomunicações Policial de 1º Classe

2º GRAU

R$  3.055,24

Auxiliar  de Necropsia de 1º Classe

2º GRAU

R$  3.055,24

Desenhista  Técnico Policial de 1º Classe

2º GRAU

R$  3.055,24

Papiloscopista  Policial de 1º Classe

2º GRAU

R$  3.055,24

Vejam-se as discrepâncias. Cinco carreiras de apoio da Polícia Judiciária que exigem nível de 2º Grau têm salários maiores que Investigadores e Escrivães em que é exigido o nível universitário, como pré-requisito para concurso público. Por sua vez Carcereiro e Agente Policial em que é exigido de 2º Grau, têm os salários menores que outras carreiras em que são exigidos o 2º Grau. Parece-me que seria justo e coerente igualarem-se todos os salários que exigem 2º grau, corroborando com isso o princípio da equidade.

No caso dos Carcereiros Policiais seus salários são bem menores que os salários dos Agentes de Escolta e Vigilância Penitenciária, e Agentes de Segurança Judiciária, e ambos exercem as mesmas funções, sendo que na atualidade os funcionários das Penitenciarias têm salários na faixa dos Investigadores e Escrivães de Polícia. Não se vê coerência ou plano de carreira. Evidente a falta de critério.

Quanto ao salário a ser pago ao Escrivão e Investigador de Polícia pelo que se ouve há uma verdadeira torre de babel. Fala se em equiparar-se a perito. Em 70% do salário do Delegado. Em equiparar-se aos Policiais de Brasilia-DF. Em se usar critério independente de qualquer atrelamento, e outras teses.

A nós o que nos parece mais importante é a aplicação de critérios lógicos, coerentes levando-se em conta o Art. 39, §1º,incisos I, II, III da Constituição da República.

Art. 39. A União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios instituirão, no âmbito de sua competência, regime jurídico único e planos de carreira para os servidores da administração pública direta, das autarquias e das fundações públicas.

§ 1º A fixação dos padrões de vencimento e dos demais componentes do sistema remuneratório observará:

I – a natureza, o grau de responsabilidade e a complexidade dos cargos componentes de cada carreira;

II – os requisitos para a investidura;

III – as peculiaridades dos cargos.

A atividade fim da Polícia Civil está definida no §4° do artigo 144 da CF/1988. “§ 4º – às polícias civis, dirigidas por delegados de polícia de carreira, incumbem, ressalvada a competência da União, as funções de polícia judiciária e a apuração de infrações penais, exceto as militares”.

Entre os operacionais exercem as funções de Polícia Judiciária o Investigador de Polícia e o Escrivão. As demais carreiras são de apoio, embora na prática devido a falta de funcionários, a maioria esteja desviada de função, e se for exigido o cumprimento das atribuições dos cargos a Polícia Civil seria inviabilizada de vez.

Posto isto, rogamos à Vossa Excelência que se leve em conta as considerações acima estabelecendo-se critérios lógicos para a elaboração de um plano de carreira para os operacionais da Polícia Civil.

No ensejo, manifestamos à Vossa Excelência nossos protestos de elevada estima e distinta consideração.

Lucio Flavio Moreno

Presidente do Sipol

Ao Excelentíssimo Senhor

DD. Deputado Estadual

MAURO BRAGATO

Presidente Prudente-SP.

Apoio dos deputados 11

Caro Doutor Guerra estamos tendo o apoio total dos Deputados. Todos se mostraram favoráveis a N.U. Tô botando fé.

Lucio Flavio Moreno

Sipol Presidente Prudente

Deputado Ed Thomas defende equiparação salarial e valorização dos Escrivães e Investigadores da Polícia Civil paulista

Enfatizando a necessidade da valorização das carreiras de Escrivães e Investigadores de Polícia, o Deputado Estadual Ed Thomas (PSB) participou ativamente na manhã de quarta-feira (16/5), da audiência da Comissão de Assuntos de Segurança Pública e Penitenciários, da Assembléia Legislativa, com o Grupo de Trabalho, representando o governo do Estado e os presidentes das associações dos Escrivães de Polícia (Aepesp) e dos Funcionários da Polícia do Estado de São Paulo (Afpcesp), que representam mais de 12 mil associados. As propostas das entidades das categorias para o realinhamento salarial destas carreiras policiais, defendidas por Oscar Miranda, da Aepesp e Hilkias de Oliveira, da Afpcesp, representam 100% passando o salário base do Escrivão de Polícia Civil 3ª classe de R$ 891,15 para R$ 1.718,25; 2ª classe, de R$ 984,72 para R$ 1.898,67; 1ª classe, de R$ 1.088,11 para R$ 2.098,03 e o de classe especial de R$ 1.202,36 para R$ 2.318,33. Além disso, reivindicam a equiparação do Adicional de Local de Exercício (ALE), para o do 3ª grau no valor, devido a exigência de escolaridade de nível superior, com o ALE I de R$ 780,00 para R$ 1.260,00 e o ALE II de R$ 975,00 para R$ 1.575,00. Para as duas entidades: “isso pode ser feito através de um ato do Governador, fundamentado na elevação das carreiras de Investigador e de Escrivão para o nível superior como diz a Lei Complementar 1.067/2008”. Além de Adilson Rossi, do PSB e presidente da Comissão de Segurança Pública participaram os deputados Olímpio Gomes, Campos Machado e Salim Curiati; e os representantes do Governo, Conceição Aparecida Filete Fraga, da Fazenda; Hilton Fachini, Planejamento; Ivani Maria Bassotti, Gestão Pública; Luciana Gasparini, Procuradoria Geral; Valdir Assef, Segurança Pública; Rosmary Corrêa, Casa Civil e um representante do Delegado Geral de Polícia, Marcos Carneiro Lima. Com o empenho do Deputado Ed Thomas, espera-se que o Governador se sensibilize com as reivindicações das duas categorias, “e atenda as propostas para a valorização destas duas importantes funções da Polícia Civil paulista”, ressaltou.

Foto – Olímpio, Ed Thomas, Adilson e Machado

Assessoria de Comunicação do Deputado Estadual Ed Thomas (PSB)

Jornalista – Airton Roberto Messinette – Mtb 35.318

Repórter fotográfico – Marcelo Rezende

Disponível em: http://www.maurobragato.com.br/boletim/59/boletim-atividade-parlamentar-maio-2012 Acesso em:21 mai 2012

Grupo de trabalho começa a estudar valorizaçãodas carreiras de investigadores e escrivães da Polícia Civil

Odeputado Mauro Bragato integra, como um dos representantes do Legislativo, ogrupo de trabalho que estuda a reestruturação das carreiras de escrivães einvestigadores da Polícia Civil do Estado de São Paulo. Está colocando toda asua experiência à disposição das categorias profissionais que, na últimareunião, apresentou as primeiras demandas, em audiência pública.

Sindicatose associações reivindicaram, principalmente, que seus vencimentos sejamcompatíveis com cargos de nível superior, fato já reconhecido pela LeiComplementar 1.067/2008, que exige diploma universitário para ingresso nainstituição. Apesar disso, afirmam que não houve melhoria salarial.

Bragatotem ressaltado que a constituição desse grupo foi uma conquista dofuncionalismo, do Poder Legislativo e do governo do Estado. “Estou muito feliz,pois há muito tempo não se via uma reunião como essa aqui na Casa”, disse.Bragato, já propôs que se discutam a fundo os benefícios para as carreiras, quese apresentem propostas que atendam a todos e que seja estabelecido o prazomais rápido possível para conclusão dos trabalhos. “Precisamos de menosconversa e mais resultados”, concluiu.

Alémdo deputado Bragato, os outros membros do grupo de trabalho são os deputadosAdilson Rossi (PSB), Regina Gonçalves (PV), Olimpio Gomes (PDT) e MarcosAurélio de Souza (PT), além de representantes das Secretarias da Fazenda, daGestão Pública, do Planejamento, da Segurança Pública, da Procuradoria Geral doEstado, além da ex-deputada Rosmary Correia, representando a Casa Civil. Naúltima reunião também participaram as seguintes entidades: Associação dosEscrivães, dos Investigadores e dos Peritos Criminais, Federação dos PoliciaisCivis e representante da Delegacia Geral.

Blog do Pannunzio publica o parecer da 5ª UPP que pede demissão do delegado que praticou violencias físicas e morais contra escrivã de polícia…( Conforme o art. 67, I, do CPP, o arquivamento do inquérito não impediria a classificação da conduta nos termos do art. 75, IV e X, aplicando-se a pena de demissão a bem do serviço público…Lembrando: os Delegados filmaram os abusos e , ainda, divulgaram as imagens escarnecendo da funcionária…RUA PARA OS PRETENSOS VESTAIS DA MORALIDADE POLICIAL QUE SÓ PRENDEM QUEM ROUBA MENOS DE DEZ MIL POR MÊS ) 28

http://www.pannunzio.com.br/archives/11574

Como antecipou o blog do Pannunzio neste domingo, o relatório recomenda a demissão do delegado Eduardo Henrique de Carvalho Filho, que arrancou as roupas da escrivã, e a suspensão por 90 dias do também delegado Gustavo Henrique Gonçalves, o colega que o auxiliou na desastrada operação…

O drama das vítimas da violência em São Paulo 6

Marido acompanhou tudo pelo circuito de TV e avisou a Polícia Militar. Em pouco mais de 48 horas, cinco pessoas são assassinadas durante assaltos na Grande São Paulo. As principais notícias do Brasil e do Mundo você acompanha de segunda a sábado no Jornal da Band, às 19h20. Este vídeo também pode ser visto no portal band.com.br ou no canal da Band aqui no Youtube.

Reportagem de Sandro Barboza
Edição de Juliana Maciel

Olímpio da Rocha Molina: “O governador do Estado de São Paulo (Geraldo Alckmin) diz que é legalista, mas a lei que ele aprova, ele não cumpre” 31

Enviado em 21/05/2012 as 17:40 – LEITÃO

Bixigão : Muito bem, “tamo” na torcida….Só faltou incluir a aposentadoria especial.

Este é o problema Bixigao, ficar só na torcida…

Durante audiência pública sobre segurança, policial cobra reconhecimento para a categoria

“O governador do Estado de São Paulo (Geraldo Alckmin) diz que é legalista, mas a lei que ele aprova, ele não cumpre.” A frase é do investigador da Polícia Civil estadual, Olimpío da Rocha Molina, que participou na última quarta-feira (16) da reunião da Comissão de Segurança e Assuntos Penitenciários da Assembleia Legislativa.

A participação dele ocorreu na audiência pública proposta pelo Grupo de Trabalho que estuda a reestruturação da Polícia Civil de São Paulo. O deputado Marco Aurélio (PT) faz parte do grupo e esteve presente à audiência.

No depoimento, Olímpio destacou a falta de reconhecimento salarial por parte do Governo do Estado, administrado pelo PSDB há aproximadamente duas décadas. “Estou há 20 anos na polícia do Estado, sendo 11 anos na Civil. Mesmo que a situação não condiz (sic) com o meu trabalho, tenho que prestar o atendimento à população. Agora o governo pode escolher a lei que quer seguir”.

O investigador questionou a desorganização na administração pública. “Só estamos pedindo o que é de nosso direito, que seja cumprida a lei e o trabalho do policial seja reconhecido. Não estou falando de certificados e medalhas, estou falando de dinheiro, que é o que sustenta a minha família.” E finalizou: “em todo este tempo de governo, eles (PSDB) não conseguiram se organizar para dar o mínimo ao servidor público”.

Membro do Grupo de Trabalho e também da Comissão de Segurança da Alesp, o deputado Marco Aurélio disse durante a audiência que os problemas relacionados à segurança pública são frutos de todo um histórico. “Temos que reverter esta situação para quem sabe no próximo ano possamos comemorar índices melhores de criminalidade no Estado.”

O deputado ressaltou a importância do trabalho do policial, seja militar ou civil, neste processo. “É preciso reconhecer o profissional, dando melhores condições de trabalho e valorizando mais os seus serviços, com um salário digno.”

Marco Aurélio falou também sobre o efetivo defasado, dos “claros” (vagas que não foram preenchidas) e das atividades extras, mais conhecidas como “bico”. “A falta de profissionais provoca o acúmulo de funções e a desvalorização do salário faz com que muitos recorram aos bicos, deixando de passar o tempo que tem livre com a família”, afirma.

O deputado cobrou ainda mais agilidade no cronograma de atividades que visam à criação de uma proposta concreta de melhorias para as polícias Civil e Militar que será encaminhada ao governador Geraldo Alckmin. “Precisamos que as instituições encaminhem o quanto antes suas sugestões, para que a Comissão possa elaborar um projeto e levar à votação no plenário da Assembleia. Lembrando que qualquer projeto com caráter financeiro só pode ser de iniciativa do Estado.” Por fim, Marco Aurélio alertou que qualquer proposta seja direcionada ao salário base e não ao líquido, já que apenas as melhorias relacionadas ao salário base se estendem aos aposentados.”

http://www.deputadomarcoaurelio.com.br/2012/05/18/em-audiencia-na-assembleia-investigador-de-policia-diz-que-governador-nao-cumpre-a-lei/

Valorização das carreiras de Escrivão de Polícia e Investigador de Polícia 13

Enviado em 21/05/2012 as 15:47 – ESCRIPER

A Sua Excelência O Senhor Deputado ADILSON ROSSI DD. Coordenador do Grupo de Trabalho de que trata a LC 1.151/2011 Assembleia Legislativa de São Paulo São Paulo – CAPITAL

Senhor Coordenador, Senhores Membros do Grupo de Trabalho:

A    Federação    Interestadual   dos Trabalhadores Policiais Civis da Região Sudeste – FEIPOL-SE, pelo seu presidente ao final assinado, especialmente neste ato representando os sindicatos filiados do Estado de São Paulo (Sinpol de Campinas e Região, Sinpol de Ribeirão Preto e Região, Sinpol de Sorocaba e Região, Sinpol de Mogi das Cruzes e Região, Sinpolsan – Baixada Santista e Vale do Ribeira (Santos), Sinpol do Centro-Oeste Paulista (Marília), Sinpol de Presidente Prudente e Região), acompanhado da Associação dos Escrivães de Polícia do Estado de São Paulo – AEPESP e pela International Police Association – IPA, entidades também representativas de classe, vem trazer à colação desse respeitável Grupo de Trabalho o entendimento consensual das entidades filiadas e das associações que a este subscrevem, acerca da “valorização das carreiras de Escrivão de Polícia e Investigador de Polícia”, de que trata o artigo 26 da Lei Complementar nº 1.151/2011, assim fundamentado:                         1- Preliminarmente queremos saudar a todos os integrantes do Colendo Grupo de Trabalho, esperando que o mesmo possa, com a colaboração que pretendemos e devemos dar, atingir os objetivos para os quais foi criado, ou seja, a valorização dos integrantes das carreiras de Escrivão de Polícia e de Investigador de Polícia do Estado de São Paulo.                              2 – Vale ressaltar, também como informação preliminar, que as duas carreiras juntas somam mais de 30 mil integrantes, entre ativos e inativos, espalhados pelos 645 municípios que compõem o Estado. Todo esse contingente, Senhores Membros, confiam no trabalho profícuo e justo que certamente será feito de forma transparente, democrática e republicana, em respeito ao Estado Democrático de Direito.                               3 – Por mais que possa parecer desnecessário, não poderíamos deixar de destacar o papel fundamental que os integrantes das duas carreiras exercem no importante mister de polícia judiciária -atividade típica de carreira jurídica- conforme reconheceu recentemente o E. Conselho Nacional de Justiça, em judicioso parecer que faremos juntar a esta postulação.                            4 – Vale também evidenciar que as duas carreiras integram o bloco das chamadas Carreiras de Estado, definidas como aquelas que fazem parte da missão precípua do Estado e cujas atribuições não podem ser delegadas a terceiros.                            5 – Ainda nessa linha vale evidenciar o que reza o artigo 39, § 1º da Constituição da República, que determina aos entes Federativos (União Estados e Municípios) que: “ A fixação dos padrões de vencimentos e dos demais componentes do sistema remuneratório, observará: I – A natureza, o grau de responsabilidade e a complexidade dos cargos componentes de cada carreira; II – Os requisitos para a investidura; III- As peculiaridades dos cargos”. 6 – A tudo que até aqui foi dito, poderíamos ainda acrescentar que tanto o Investigador quanto o Escrivão de Polícia, juntamente com o Delegado de Polícia, são operadores essenciais na elaboração do Inquérito Policial, de tal modo que a ausência funcional de integrante de qualquer destes três cargos inviabilizam a prestação circunscricional do Estado, que tem o dever de, através de sua polícia judiciária, propiciar ao Ministério Público e ao Juiz de Direito elementos para que cumpram o ciclo estabelecido na lei processual penal.                              7 – Ao longo da carreira, escrivães e investigadores, são obrigados a realizar          cursos técnicos de especialização e aperfeiçoamento profissionais, para que melhor possam embasar suas atividades investigativas, demonstrando com isso a importância da atividade de polícia judiciária, que além de complexa é também de extremo grau de responsabilidade.                                 8   –    A    formação     universitária multidisciplinar é uma necessidade          que se impõe para o enfrentamento do crime organizado, que hoje, como nunca, ameaça a paz social e o sossego das famílias, em todos os níveis sociais.                              9 – Na história da Polícia Judiciária deste Estado, é a primeira oportunidade que o Poder Público oferece a estas duas carreiras, visando uma efetiva valorização profissional das mesmas, o que, efetivamente, logo se sobressairá através da melhor qualidade do serviço prestado.                             10 – No ano de 2008, após a greve da Polícia Civil, houve a edição da Lei Complementar nº 1.067/2008, que trouxe a exigência do nível superior para ingresso nas carreiras de Investigador e Escrivão de Polícia, porém, nenhuma providência foi tomada por parte da Administração, ainda que diversos encaminhamentos tenham sido feitos nesse sentido.                            11 – No ano de 2011, com o advento da Lei Complementar nº 1.151/2011, mais uma vez as carreiras permaneceram desvalorizadas, embora, providencialmente, tenha constado no seu artigo 26, a constituição desse Grupo de Trabalho, em cujas mãos depositamos a esperança dos integrantes das duas carreiras e da própria Instituição. Atualmente, temos a garantia do nível superior, porém, ainda somos tratados como carreira de nível médio,    estando   muito   longe   de   usufruirmos   os  benefícios decorrentes da supra citada lei.                            12 – Desse modo, a nossa reivindicação é pautada pela necessidade de implementação da Lei Complementar nº 1.067/2008, no sentido de que se elevem as carreiras de Investigador de Polícia e de Escrivão de Polícia ao patamar das carreiras de nível superior da Polícia Civil do Estado de São Paulo, excetuada a de Delegado de Polícia, que em face de Emenda Constitucional recente passou ao patamar de “carreira jurídica”. 13   –  Demonstraremos,     a  seguir, algumas razões técnicas que embasam e justificam a efetiva valorização das carreiras: Lei Complementar nº 1.067/2008                              Quando do envio do        projeto de lei complementar que deu origem a citada LC nº 1.067/2008, o então Governador do Estado de São Paulo,             dentre as justificativas apresentadas asseverou: “A proposta fixa como requisito para provimento nos cargos de Escrivão de Polícia e Investigador de Polícia a exigência de ser o candidato portador de diploma de graduação em nível superior ou habilitação correspondente.                                 Trata-se de antiga reivindicação da Polícia Civil, que atende plenamente ao interesse público, uma vez que o incremento da escolaridade superior contribuirá para a melhoria da prestação dos serviços de segurança pública, e, por consequência, reverterá em benefício da comunidade paulista.” 14 – Verifica-se, portanto, que a justificativa da lei visou atender o interesse público, tendo em vista que o incremento da escolaridade superior contribuiria, em muito, na prestação dos serviços de segurança pública à população. Contudo, o salário dos servidores em evidência não foi alterado permanecendo no patamar de outras carreiras que exigem o nível médio. Isso é inaceitável. Diferenças      salariais   em   comparação      com    as   demais carreiras                             O Investigador de Polícia e o Escrivão de Polícia, iniciam na carreira como 3ª classe e possuem hoje um salário base no valor de R$ 891,15. Este valor está abaixo inclusive de outras carreiras que exigem nível médio. Apesar disso, não buscamos equiparação com os maiores salários pagos nas carreiras de nível médio, mas sim pleiteamos o reenquadramento nos moldes das carreiras que exigem o nível superior.                              Atualmente apenas três carreiras da Polícia Civil do Estado de São Paulo, recebem salário inicial compatível com o nível superior exigido, sendo elas, a de Delegado de Polícia, Médico Legista e Perito Criminal, todas com salário inicial de R$ 2.724,66.         Notem, que existe uma grande discrepância entre carreiras, que deve ser corrigida pelo Estado, através da justa valorização salarial daqueles que são fundamentais no desempenho da importante atividade de polícia judiciária.                            Por isso se busca o reenquadramento das carreiras de Investigador de Polícia e Escrivão de Polícia nos quadros da Polícia de nível superior, para efeito de valorização salarial, inclusive com relação ao pagamento do ALE em nível superior para os Investigadores de Polícia e Escrivães de Polícia, fazendo as alterações necessárias na Lei Complementar Estadual nº 1.114, de 26 de maio de 2010, cumprindo os ditames da Lei Complementar Estadual 1067, de 01 de dezembro de 2008, e da Lei Complementar Estadual 494, de 24 de dezembro de 1986.                           15 – Também entendemos, até em obediência a princípio constitucional, que todas as mudanças devam ser obrigatoriamente estendidas aos aposentados e pensionistas.                         Assim, contamos com a disposição desse Grupo de Trabalho, no sentido de avaliar a procedência dos argumentos aqui elencados e, convencido delas, decida conforme o pleiteado, como medida da mais ampla Justiça.

São Paulo, 16 de maio de 2012,

APARECIDO LIMA DE CARVALHO

Presidente da Federação Interestadual dos Trabalhadores         Policiais Civis da Região Sudeste – FEIPOL – SE

Polícias e MP disputam poder 7

  • 20 de maio de 2012 |
  • 23h30
  • A CPI do Cachoeira reacendeu uma batalha travada há anos nos bastidores entre procuradores e policiais no País.
  • O motivo é a tramitação, em passo acelerado, da Proposta de Emenda Constitucional 37 (PEC), que tira poderes do Ministério Público (MP) e dá exclusividade de investigações às Polícias Federal e Civil. Hoje, o MP pode conduzir investigações e não aceita em nenhuma hipótese perder o controle hierárquico dos inquéritos. Os dois lados radicalizaram nos ataques e o conflito já ameaça o resultado das investigações. A crise atingiu grau elevado nos últimos dias com declarações dos delegados das operações Vegas e Monte Carlo, que acusaram o procurador-geral da República, Roberto Gurgel, e sua mulher, Cláudia Sampaio, de “segurarem”, em 2009, o primeiro inquérito com provas que ligavam o senador Demóstenes Torres (sem partido-GO) à quadrilha do contraventor Carlinhos Cachoeira. “O MP fica com esse discurso totalitário, imperial, mas o fato é que mal realiza suas tarefas e não tem preparo técnico-científico para comandar investigações nem treinamento para enfrentar bandidos na rua”, disse o delegado Marcos Leôncio Ribeiro, presidente da Associação Nacional dos Delegados Federais. “O monopólio da investigação pela polícia afronta o estado de direito”, rebateu o procurador Alexandre Camanho de Assis, presidente da Associação Nacional dos Procuradores da República. Camanho acha que a PEC cria insegurança jurídica, prejudica o combate ao crime organizado no País e facilita a impunidade. “É público e notório que a polícia é a principal acusada por violações aos direitos fundamentais de investigados no País, como retratam relatórios das Nações Unidas sobre direitos humanos, especialmente nos tópicos ‘tortura’ e ‘execuções extrajudiciais’”, disse ele, em nota enviada à comissão que analisa a PEC.
  • Luz amarela
  • O confronto acendeu a luz amarela no Ministério da Justiça, que chegou a articular uma reunião emergencial entre o chefe do MP e o diretor-geral da Polícia Federal, Leandro Daiello Coimbra, para restabelecer a harmonia entre as duas instituições. Mas os dois lados entenderam que, sem uma manifestação do Congresso e do Supremo Tribunal Federal (STF), o gesto seria inútil e poderia até produzir efeito contrário, uma vez que as posições nas duas corporações são inconciliáveis. Gurgel é adepto da tese segundo a qual “quem pode o mais, pode o menos”. Portanto, se o MP é titular da ação penal e responsável pelo controle externo da PF, para ele cabe sim ao órgão comandar investigações diretamente. Daiello discorda, mas acha que a questão será solucionada nos foros adequados: o Congresso, que analisa a PEC 37, e no STF, onde tramita uma ação de inconstitucionalidade, movida pela Associação Nacional dos Delegados de Polícia (Adepol), contra o poder do MP de dirigir inquéritos criminais. A PEC 37 tem apoio da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB)e conta a seu favor parecer da Advocacia-Geral da União (AGU), que reflete a posição institucional do governo sobre o tema. “Revela-se fora de dúvida que o ordenamento constitucional não reservou o poder investigatório criminal ao MP, razão pela qual as normas que disciplinam tal atividade devem ser declaradas inconstitucionais”, diz o parecer da AGU, assinado em 2007 pelo então advogado-geral José Antônio Dias Toffoli. ::

Corregedoria pedirá expulsão do delegado Eduardo Henrique de Carvalho Filho 54

Foi ele quem conduziu a desastrada Operação Pelada, que tinha por objetivo produzir um flagrante de concussão e terminou com as cenas constrangedoras, reveladas pelo Blog do Pannunzio e pela Rede Bandeirantes, em que uma escrivã de polícia é despida de maneira brutal pela equipe de corregedores comandada por Eduardo Filho.

A recomendação de que seja demitido consta do procedimento administrativo instaurado pela Corregedoria, que já está pronto para ser enviado ao secretário de Segurança Pública Antônio Ferreira Pinto.

http://www.pannunzio.com.br/archives/11509