A SEGURANÇA PÚBLICA ESTÁ NAS MÃOS DE UM BIPOLAR…ANTONIO FERREIRA PINTO FAZ QUALQUER COISA PARA SE MANTER NO CARGO… ( Será que ele nunca soube que faz muitos anos que não há pessoal para guarnição com 4 Pms… Hehe, 4 policiais é uma Delegacia inteirinha! ) 40

Major responsável por equipe que matou empresário será punido Oficial permitiu que equipe fosse formada apenas por cabo e soldados.

Secretário da Segurança diz que vai apurar responsabilidade dele. Do G1 SP

O secretário estadual da Segurança Pública de São Paulo, Antônio Ferreira Pinto, disse nesta sexta-feira (20) que vai punir o oficial responsável pela equipe de policiais envolvida na abordagem que resultou na morte do publicitário Ricardo Prudente de Aquino, na noite de quarta-feira (18).

“Nós estamos punindo o major que permitiu que a guarnição fosse composta apenas por um cabo e dois soldados. Ele vai ser punido e nós vamos apreciar até onde foi a responsabilidade dele”, afirmou Ferreira Pinto. Pinto disse também que considera errada a postura do policial militar que pediu desculpas à família de Aquino.

“A questão de desculpa eu acho que ela chega até a ser ridícula, bisonha, né? A família fica até mais indignada, porque parece até uma certa insensibilidade, né?

Isso foi um erro.

Na minha avaliação foi um erro. Se eu fosse consultado, diria que a gente devia respeitar a dor e o silêncio da família”, disse o secretário.

Os parentes, porém, mostraram-se receptivos e gratos pela presença do policial.

Horas após o empresário ter sido morto, o tenente da PM Gilberto Evangelista procurou a família da vítima para prestar condolências.

A conversa foi gravada e divulgada pelos parentes.

Durante conversa com os familiares, o oficial disse que a corporação “está interessada em mudar os seus caminhos”.

A questão de desculpa eu acho que ela chega até a ser ridícula, bisonha, né? A família fica até mais indignada, porque parece até uma certa insensibilidade, né? Isso foi um erro. Na minha avaliação foi um erro, se eu fosse consultado, diria que a gente devia respeitar a dor e o silêncio da família” Antonio Ferreira Pinto, secretário de Segurança Pública “

Eu não estou aqui na minha função. Minha função não é essa. Eu que me dispus a vir aqui pessoalmente”, afirmou o tenente Evangelista.

“Eu vim aqui porque eu acho que a pessoa merece essa demonstração de que a Polícia Militar está interessada em mudar os seus caminhos, que está interessada em fazer de um jeito melhor e que isso não aconteça mais.”

Alguns dos parentes aproveitaram para desabafar e criticar a ação dos PMs.

“Era um casal jovem, planejando ter um filho. Uma vida inteira pela frente e vocês acabaram com isso”, disse uma familiar.

Ferreira Pinto concordou, porém, que os policiais que atiraram no empresário agiram de forma reprovável.

“Erraram, erraram totalmente no momento em que atiraram, quando eles tinham muito mais condições, pela desproporção numérica, de abordar o rapaz e fazer com que saísse do veículo.”

Os três PMs da Força Tática foram autuados em flagrante por homicídio doloso e levados para o Presídio Militar Romão Gomes, na Zona Norte. A polícia aguarda a divulgação dos laudos da perícia para saber de quais armas saíram os disparos. Alckmin lamenta Em nota, o governador Geraldo Alckmin lamentou na quinta-feira (19) tanto a morte do empresário na capital quanto a de um jovem que foi baleado e morto por policiais em Santos, no litoral.

“Lamento, em nome do Estado, as mortes trágicas e injustificadas do publicitário Ricardo Prudente de Aquino e do estudante Bruno Vicente de Gouveia e Viana. A perda de vidas não pode ser reparada, mas nossa obrigação é apurar detalhadamente os ocorridos e punir com rigor os responsáveis”, disse Alckmin.

Maconha

A mãe do empresário afirmou durante o enterro do filho, nesta sexta (20), que a maconha que a Polícia Militar disse ter encontrado no carro dele “foi plantada”. Segundo a corporação, havia 50 gramas da droga no veículo.

“Você sabe que é plantada. Ele era um mergulhador”, afirmou Carmem, ao ser questionada se Aquino era o dono da droga. Após as críticas da família, a PM divulgou nota na qual afirma que investiga o caso. “A Polícia Militar, através de sua Corregedoria, apoia a Polícia Civil e auxilia na investigação do caso. Não corroboramos com qualquer tipo de infração ou irregularidade praticada por nosso efetivo.”

O delegado Dejair Rodrigues, da Seccional Oeste, afirmou que o inquérito irá investigar como a droga foi parar dentro do carro e se o celular entregue à família pertencia mesmo ao empresário. “Pressupõe-se que o policial militar fale a verdade, mas o inquérito policial foi instaurado para apurar as circunstâncias do crime, porque a autoria já está esclarecida”, disse.

Rodrigues informou que a polícia busca eventuais testemunhas da abordagem e do percurso percorrido pelo carro do empresário durante a perseguição policial. A Polícia Civil investigará também a suspeita de que o telefone entregue à família não pertencia ao empresário.

Sepultamento

Muito emocionada durante o enterro que foi realizado nesta manhã no Cemitério Gethsemani, no Morumbi, na Zona Sul, Carmem fez um apelo por justiça e disse que pretende mobilizar imprensa e amigos por mais segurança.

Pouco antes do sepultamento, amigos e familiares fixaram no chão do cemitério pequenas bandeirolas com mensagens escritas durante o velório.

Fincadas na terra com a ajuda de um palito, elas foram dispostas na forma de um grande coração.

As mensagens foram jogadas posteriormente sobre o caixão. Os familiares também criticaram o poder público. “Você fazendo esta justiça, você pode corrigir os vários erros administrativos existentes. Não se pode ter alguém incompetente numa administração tão alta, onde eles põem pessoas que não estão em nível da obrigação que lhes compete. Colocaram gente que não está com preparo. Vem desde lá de cima”, afirmou o pai.

Os dois soldados e um cabo da PM que participaram da tentativa de abordagem e perseguição que terminou com a morte de Aquino foram detidos.

Segundo a PM, o empresário teria fugido de uma abordagem policial.

Para Renato, que se identificou como irmão do empresário, é preciso “dar um basta” à violência.

“Chega dessa barbárie. Ele foi brutalmente assassinado. Tem que dar um basta. Não foi em vão que ele morreu. Forçar a autoridade a fazer alguma coisa, por gente competente na rua”, declarou.

A operação

De acordo com o boletim de ocorrência, os policiais militares observaram que o veículo do empresário, um Ford Fiesta, trafegava em alta velocidade e começaram uma perseguição. Outros carros e motos da PM fizeram o reforço.

Ao chegar à Avenida das Corujas, no Alto de Pinheiros, Fiesta foi fechado um carro da polícia. Sem que o motorista reagisse, os PMs atiraram. Um disparo atingiu a têmpora do publicitário. Ele chegou a ser socorrido, mas não resistiu. Segundo a Polícia Civil, os disparos foram dados a curta distância.

Polícia

O subcomandante geral da PM, coronel Hudson Camilli, disse nesta quinta-feira (19) que a ação dos policiais foi “tecnicamente correta”, porém sem “justificativa legal”. De acordo com ele, a fuga do empresário no momento da abordagem teria levado os policiais militares a imaginar que o motorista estava armado e portanto haveria ameaça à vida dos policiais.

“No aspecto técnico, a ação deles não pode ser criticada. A ação foi feita imaginando que haveria injusta agressão contra eles, mas o indivíduo não estava armado portanto existem reparos a serem feitos no aspecto legal. Não havia justificativa legal para a ação”, disse.

Camilli afirmou que a reação dos policiais foi baseada em aspectos subjetivos. “É um momento crítico. O cidadão desobedeceu uma ordem legal da polícia e dali para frente qualquer circunstância é muito complicada”, argumentou. “Legalmente a postura foi inadequada, não atendeu aos pressupostos legais, de forma que eles [os policiais] estão sendo presos em flagrante.”

Amigos escreveram mensagens para Aquino, empresário morto por PMs (Foto: Letícia Macedo/G1)

O REMÉDIO VIROU VENENO: Delegado Corregedor forja prisões de policiais civis objetivando promoção na carreira 15

Caro doutor Guerra;

                        Acompanho diariamente o site e cada dia que passa fico mais indignado com as atitudes da corregedoria e da secretaria de segurança pública do estado de são paulo. Eu também fui vítima dessas corregedorias safadas ( corregedoria Deinter 3). Fui preso no dia 15 de maio de 2010, tres dias após a prisão de um agente policial ( todo o fato ocorreu na cidade de Franca-sp ). Ficamos presos 45 dias no pepc, sendo que 07 meses após o juiz de franca deu a sentença  de flagrante forjado por parte da corregedoria. Como as provas estavam bem explicitas, sendo elas depoimentos de promotores, quebra de sigilo telefonico e depoimentos de testemunhas. Eu respondia um procedimento administrativo pela corregedoria, sendo que o delegado titular da 3 corregedoria auxiliar de ribeirão preto Marcus Camargo de Lacerda ( apadrinhado do Diretor  Valmir granuci ) começou a me ameaçar para ajuda-los a prender em flagrante um agente policial de Franca, caso eu aceitasse eu seria beneficiado neste procedimento, caso contrario, quem seria preso era eu. Vim a ser ameaçado de morte dentro do gaeco franca e também na corregedoria de ribeirão preto pelo Delegado Marcus Camargo de Lacerda, sendo que tenho um depoimento de um promotor de justiça, confirmando algumas ameaças que sofri. Tenho em mão quebra de sigilo telefonico de meu telefone celular, o qual recebi ligações da corregedoria do delegado marcus em meu telefone celular, tres dias antes da prisão do agente policial de franca. Tenho depoimentos que comprovam que delegados da corregedoria de ribeirão se deslocaram de ribeirão preto, para me encontrar em franca e também me fazer ameaças ( sendo que tais vitimas foram dias anteriores bem proximos ao fato que culminou na prisao do agente  e também minha prisão). Fico indignado que fui obrigado a pedir exoneração do cargo, pois após as verdades continuei a ser perseguidos pelos delegados da corregedoria de ribeirão preto. Procurei ajuda, mas foram em vão. Vindo a ser obrigado a pedir a exoneração no dia 21 de novembro de 2011. Em relação aos delegados da corregedoria, mesmo após a sentença provando as ameaças e abusos por parte dos delegados corregedores, mas nenhum procedimento administrativo foram abertos contra eles. Espero retorno para passar cópias que tenho em mãos para ser publicado e quem sabe ajudar algum colega futuramente que vem sendo perseguido e massacrado pela secretaria de segurança e corregedorias.

Um abraço.

Elcio Gonçalves dos Reis

Ex investigador de policia da cidade de Franca-sp

Ex-investigador de polícia de Franca acusa o delegado da Corregedoria de Ribeirão Preto, Marcus Lacerda, de forjar um crime de concussão 8

Quinta, 19 de Julho de 2012 – 23h07

Ex-investigador de polícia acusa delegado de forjar crime

Advogado de defesa diz que vai acionar o Estado

Jacqueline Pioli

Um ex-investigador de polícia de Franca acusa o delegado da Corregedoria de Ribeirão Preto, Marcus Lacerda, de forjar um crime de concussão (ato de exigir dinheiro ou vantagem em razão da função) para que o ex-policial denunciasse um colega de trabalho.

A suposta farsa teria ocorrido no dia 13 de maio de 2010. Segundo o ex-investigador Élcio Gonçalves dos Reis, o delegado Lacerda fez com que ele fosse cumprir um mandado de prisão na revenda de carros de um homem que devia pensão alimentícia.

Para que não fosse preso, o homem teria oferecido um cheque como propina a Élcio e ao policial que o acompanhava, Carlos Alberto Alves de Freitas.  Ainda de acordo com Élcio, o cheque no valor de R$ 1 mil foi descontado na conta de Carlos, que teve a prisão preventiva decretada. Élcio entrou no processo como testemunha.

No entanto, foi preso por 45 dias em uma penitenciária de São Paulo. “A prisão dele foi ilegal. Não houve crime pelo o que o juiz deu na sentença”, afirma o advogado, Ricardo Ibelli.

De acordo com o advogado, o juiz de direito da 2ª Vara Criminal de Franca, Wagner Carvalho Lima, absolveu os dois policiais, no dia 24 de março de 2011. “Na sentença consta que foi forjado o flagrante. Por conta disso, vamos entrar com uma ação de danos morais contra o Estado e contra o delegado corregedor”, afirma.

Cadeia sem colchão
O ex-investigador afirma que mais de 100 policiais foram presos pela corregedoria na época. “Algumas prisões foram forçadas. Eu cheguei a dormir no banheiro, sem colchão”, disse Élcio. Segundo o ex-policial, Marcus teria lhe dito que cada policial que prendesse teria direito a uma promoção.

Depois da absolvição, Élcio pediu a exoneração do cargo, pois afirma que começou a sofrer ameaças. O delegado Lacerda está de férias e não foi encontrado. A corregedoria não retornou e-mail da reportagem.

PÉROLAS DE UM PORCO: “Se uma autoridade manda (o verbo é “mandar” mesmo) vc parar, vc tem que parar, senão automaticamente vc estará pedindo pra morrer” 59

Falar mal da PM é fácil. Quero ver vc ser um.

A questão é a seguinte: Esse pessoal não aprendeu em casa a obedecer as autoridades, a começar pelos pais.

Se uma autoridade manda (o verbo é “mandar” mesmo) vc parar, vc tem que parar, senão automaticamente vc estará pedindo pra morrer.

Foi o que aconteceu com essas pessoas, ingênuas e mimadas.

Quem pensa que pode desrespeitar autoridade, um dia encontra o troco.

Com certeza essas pessoas viveram falando mal de polícia, assim como muitos comentam aqui.

Aposentadoria a toque de caixa

———- Mensagem encaminhada ———-
De:  Marcos Simões
Data: 20 de julho de 2012
Assunto:

Boa tarde, dr. Guerra
Um coronel da PM de uma unidade na Baixada Santista teria pedido reserva (aposentadoria) às pressas e deixado o comando do quartel sem a idiotice da solenidade de “passagem de comando”, que os oficiais tanto gostam e cativam e onde são servidos comes e bebes a uma seleta nata de convidados, tudo isso com dinheiro público, claro.
Um major da mesma unidade pediu contagem de tempo também às pressas, pois, se fizer jus, será promovido a tenente-coronel e gozará da aposentadoria com o posto acima na reserva. Lindo.
Na verdade está tudo envolto em muito sigilo. Os policiais (praças) estão terminantemente proibidos de falar sobre o assunto, correndo, inclusive, se indagados a respeito, pois pode cair sobre a eles a vingança, tão comum em unidades policiais militares (transferências, escalas extras em profusão, perseguições, armações e até expulsão).
O motivo dessa correria para deixar legalmente (limpo e por cima) a instituição seria o suposto envolvimento com casas clandestinas de bingo, uma contravenção a quem a mantém aberta, mas um crime para quem tem o dever de zelar pela lei e não o faz.
Curiosamente, 12 casas de bingo foram fechadas em Santos pela Corregedoria da PM. Geralmente, quem faz o serviço de detectar casas de jogos ilegais (bingo e maquininhas) é a própria PM da área, faz prisão dos apostadores e apreensão (na delegacia) dos objetos. Por que, nesse caso, teve de, a mando do MP, ser corregedoria? E ninguém foi preso ou detido nos locais? Por que a corregedoria? Envolvimento de policiais militares (praças)? Eles seriam detidos e escrachados na mídia, claro. Mas se os supostos envolvidos fossem oficiais? Daí… daí… bom… nós conhecemos… deixa prá lá por falta de provas ou algo palpável, neste caso.
É isso, dr Guerra, enquanto a Baixada sofre com a violência, inclusive dos policiais militares que são assassinados ou aqueles que matam e espancam cidadãos sem passagem por delegacias ou teoricamente inocentes, seus cumandantes supostamente teriam outros objetivos e desejos.
Uma pena (e um crime hediondo) que esse será mais um caso que irá para rol dos insolúveis e a impunidade, de novo, reinará absoluta, se verdadeiro for. Não é de hoje que isso ocorre.
Na Operação Santa Tereza da PF, em 2008, que flagrou oficiais em conluio e recebendo propina de um prostíbulo (WE) que lavava dinheiro do BNDES e exportava mulheres para o sexo não houve sequer investigação. Com certeza, muitos dos envolvidos já foram para a reserva. Quantos praças da PM – até injustamente, pois muitos retornam ao serviço efetivo depois de absolvidos pela Justiça e após sofrerem bastante por anos junto com a família – esses oficiais imunes à investigação e impunes nos atos praticados não escracharam na mídia e foram demitidos a bem do serviço público?
Dr. Guerra e que o tenho como amigo, voltamos ao tempo da lei do mais forte. Não adianta recorrer a nenhum outro órgão, pois o mais forte manda e se cumpre. Nem a mídia dá para contar, pois é corrupta, diabólica e segue os ditames do mais forte
O Estado de São Paulo está largado e seus órgãos públicos, a grande maioria, maculados e eivados de vícios criminosos. Tem até bandido togado no talvez mais importante órgão de uma nação que se quer democrática.
Tamos fu.
Obs. Detalhe para o carro citado na matéria abaixo. Se fosse de um praça…
Segue o link da atuação da corregedoria em Santos:

A PM É só um POUQUINHO violenta, mas HONESTA 12

17/07/2012

Morre PM que matou colega acusado de extorquir grana

Léo Arcoverde do Agora

Após ficar internado por duas semanas, morreu ontem o soldado da Polícia Militar Willian Alves Ruiz, 26 anos.

Ele foi baleado na cabeça ao impedir a extorsão de R$ 1.000 feita por outros dois PMs em Guarulhos (Grande SP), na madrugada do último dia 3.

Pertencente ao 29º Batalhão, Ruiz foi ferido ao dar voz de prisão aos dois colegas do 44º Batalhão, que tentavam extorquir grana de dois suspeitos de tráfico, segundo a Corregedoria da PM.

Ruiz matou com um tiro na cabeça o soldado Gilmar Martins dos Santos.

O parceiro deste, o soldado Anderson Roberto dos Santos, também acusado de envolvimento no crime, acabou preso.

O DENARC continua servindo como cartório da ROTA…( Leis Federais são rotineiramente estupradas em São Paulo e com a conivência do Judiciário local que, além de cego, é surdo-mudo ) 55

EM MOGI DAS CRUZES A ROTA TAMBÉM INVADIU A CASA DE UM SUPOSTO TRAFICANTE E LEVOU O MESMO PARA CAPITAL 50KM DE MOGI DAS CRUZES. CONFORME MATERIA ABAIXO.

Polícia

Matéria publicada em 20/07/12

Flagrante

Rota flagra líder do PCC com maconha e dinheiro em casa

Policiais surpreenderam e prenderam Marcelo Lúcio Paulino, em sua casa no Alto do Ipiranga

Deize Batinga De Mogi das Cruzes

Divulgação

No imóvel, em Mogi, foram encontrados quase R$ 60 mil e mais de 3,5 quilos de maconha

O autônomo Marcelo Lúcio Paulino, de 37 anos, foi preso em Mogi das Cruzes, na noite de anteontem, por policiais da Ronda Ostensiva Tobias de Aguiar (Rota). Ele estava com mais de 3,5 quilos de maconha e é apontado como um dos líderes da facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC). Na casa dele foram encontrados quase R$ 60 mil que seriam referentes à venda de entorpecentes.

Paulino foi preso em uma casa de alto padrão, no Alto do Ipiranga, onde mora com a família. Os policiais da Rota, num total de cinco, cercaram o imóvel e o surpreenderam tentando fugir pelas casas vizinhas. Com ele, nada de ilegal foi encontrado. Já na residência foram apreendidas drogas e dinheiro.

Em cima do guarda-roupa, no quarto dele, os policiais apreenderam três tijolos de maconha. Outros dois tabletes do mesmo entorpecente foram encontrados escondidos dentro do estofado do banco do passageiro do carro do autônomo, um Palio Adventure preto. Na cozinha, dentro de um armário onde são guardados os mantimentos, os policiais localizaram R$ 59.269. Junto com o dinheiro, segundo informações do boletim de ocorrência, havia alguns papéis com anotações manuais que, ao que tudo indica, seriam referentes à contabilidade do tráfico de drogas.

De acordo com a polícia, Paulino, que já tem passagem por roubo e sequestro, é considerado um dos mais importantes homens do PCC, facção criminosa que atua dentro e fora dos presídios. Ele também seria o responsável pela distribuição de drogas nos pontos finais, as chamadas biqueiras, em Mogi.

Mesmo sendo preso na região, o autônomo foi levado para o Departamento Estadual de Investigações Sobre Narcóticos (Denarc), em São Paulo. Lá ele foi preso em flagrante por tráfico de drogas pelo delegado Eduardo H. de Carvalho Filho. ( Do caso da Escrivã pelada )

http://www.moginews.com.br/materias/?ided=1632&idedito=5&idmat=126398

Vídeo demonstra que publicitário foi executado sumariamente…( PM aparenta ser mero bando fardado ) 33

19/07/2012-18h18

Vídeo mostra perseguição a empresário morto pela PM em SP

COLABORAÇÃO PARA A FOLHA

Um vídeo registrado por câmeras de segurança de um prédio da região de Sumarezinho (zona oeste de São Paulo) mostra a perseguição e a abordagem da PM ao empresário e publicitário Ricardo Prudente de Aquino, 41.

Na ação, policiais militares atiraram e mataram Aquino, que supostamente fugiu de uma abordagem da PM. Três policiais foram presos em flagrante por homicídio doloso.

As imagens, divulgadas pela TV Record, mostram o Ford Fiesta do empresário sendo perseguido por carros e motos da PM, até o momento em que é fechado por um carro da Força Tática.

Vídeo

Na noite de ontem, Aquino voltava da residência de um amigo, a caminho de casa, quando, segundo os policiais, se recusou a parar em uma abordagem nas imediações da rua Natingui, na Vila Madalena (zona oeste).

A perseguição durou cerca de dez minutos e terminou na avenida das Corujas, região de Sumarezinho (também na zona oeste), em um trecho com pouca iluminação e muitas árvores. Os PMs disseram que o carro do empresário atingiu um carro da Força Tática que também participava do cerco.

Em depoimento à Polícia Civil, os policiais disseram que, ao abordarem o empresário, eles perceberam um objeto preto nas mãos dele, que foi confundido com uma arma.

Eles atiraram ao menos cinco vezes, e o empresário foi atingido duas vezes no lado esquerdo da cabeça. Segundo análise preliminar da perícia, os tiros foram disparados a curta distância.

Ele foi socorrido e encaminhado para o Hospital das Clínicas, mas não resistiu aos ferimentos e morreu. Após os disparos, os PMs perceberam que a suposta arma era o celular da vítima.

Os PMs Luis Gustavo Teixeira Garcia, 28, Adriano Costa da Silva, 26, e Robson Tadeu do Nascimento Paulino, 30, foram presos em flagrante por homicídio doloso e encaminhados para o 14º DP (Pinheiros), onde caso foi registrado.

Segundo o delegado seccional Dejair Rodrigues, os PMs foram presos porque a vítima não reagiu contra eles, embora tenha tentado escapar da abordagem. Após serem ouvidos eles foram transferidos para o Presídio Romão Gomes, da PM, na zona norte de São Paulo.

Dentro do carro, os policiais disseram ter encontrado, em um plástico, aproximadamente 50 gramas de maconha.

Na manhã desta quinta-feira, um tenente da Polícia Militar foi até a casa do empresário e pediu desculpas à família dele.

PREPARO INTELECTUAL DA PM – “Do ponto de vista técnico, ação não pode ser criticada”, diz coronel da PM sobre morte de publicitário em SP 35

O comandante-geral interino da PM, coronel Hudson Camilli, evitou responsabilizar os policiais militares que atiraram e mataram o publicitário Ricardo Prudente de Aquino, 39, que teria supostamente fugido de uma abordagem na zona oeste de São Paulo, na noite desta quarta-feira (18).

Em entrevista coletiva nesta quinta (19), o comandante foi questionado diversas vezes sobre se teria havido erro na abordagem, mas limitou-se a dizer que as investigações sobre o caso é que apontarão ou não falhas dos policiais.

“Do ponto de vista técnico, a ação não pode ser criticada. Do ponto de vista legal, há reparos a se fazer”, disse o comandante, sem especificar quais serão os reparos.

Os policiais teriam feito os disparos depois de uma suposta tentativa de fuga do publicitário. Durante a perseguição, de acordo com o relato do comandante, o publicitário teria segurado um telefone celular –que os policiais teriam confundido com uma arma. Os PMs Luis Gustavo Teixeira Garcia, 28, Adriano Costa da Silva e Robslon Tadeu do Nascimento Paulino foram presos em flagrantes e estão detidos no presídio militar Romão Gomes, no Tremembé, zona norte da capital.

Em depoimento à Polícia Civil, os policiais disseram que perceberam um objeto preto nas mãos do publicitário e confundiram esse objeto com uma arma. Em seguida, os três dispararam várias vezes, de uma distância curta, contra o publicitário, que levou pelo menos dois tiros na cabeça.

“O gesto dele com o celular na mão os levou a reagir”, justificou o comandante interino. “Ele estava fugindo de uma abordagem. Desobedeceu a uma ordem legal”.

O delegado seccional Dejair Rodrigues identificou erro na atuação dos policiais: “Houve uma falha dos policiais, e, em função desta falha, entendemos que eles deveriam ser presos. Infelizmente a vítima não parou diante de uma ordem dos policiais, mas infelizmente também essa vítima não reagiu contra eles”.

Ricardo Aquino estava a caminho de casa, voltando da residência de um amigo, quando teria se recusado a parar em uma abordagem perto da praça da Paz, no Sumaré. Depois de ser atingido, ele chegou a ser levado para o Hospital das Clínicas, mas não resistiu aos ferimentos