FARRA DA GEMADA: Relação de Coronéis (imaginem somando a patente de Major e de Tenente-Coronel, a que valores chegaremos) que ganham mais de R$25.000,00 82

Enviado em 01/08/2012 as 1:20 – INFELIZ

Por falar em safadeza, prestem atenção na “FARRA DA GEMADA” (gemada é como os coxas se referem aos coronéis)…. Agora entendi porque não há recursos para pagar o nosso NU. Relação de Coronéis (imaginem somando a patente de Major e de Tenente-Coronel, a que valores chegaremos) que ganham mais de R$25.000,00:

NOME ÓRGÃO CARGO TOTAL BRUTO (R$) TOTAL  ( descontos ) DO MÊS (R$) TOTAL LÍQUIDO (R$)

ADALBERTO JOSE GOUVEA P M E S P CEL PM 47.108,44 17.960,93 40.849,43

ALBERTO BASTOS DIAS P M E S P CEL PM 47.290,46 17.207,96 27.901,36

ALBINO CARLOS PAZELLI P M E S P CEL PM 52.765,91 18.483,25 31.516,87

ALCIBIADES SEBASTIAO MOTTA P M E S P CEL PM 68.298,48 18.483,25 58.999,87

ALUIZIO SILVEIRA DE CARVALHO P M E S P CEL PM 35.583,03 26.220,53 25.338,46

ANTONIO MACHADO COUTO P M E S P CEL PM 46.581,28 17.772,36 40.659,24

ANTONIO SERGIO PALAZZI P M E S P CEL PM 47.476,29 18.156,86 31.185,86

APARECIDO SALES DE SOUZA P M E S P CEL PM 45.451,71 17.572,68 31.422,30

CARLOS JOSE DA VEIGA  P M E S P CEL PM 71.501,60 14.300,20 65.279,59

CLAUDIO ANTONIO RISSOTTO P M E S P CEL PM 113.670,59 16.009,95 108.404,14

CLAUDIO AUGUSTO XAVIER P M E S P CEL PM 64.603,55 18.529,53 41.696,38

DECIO DE SOUZA TEIXEIRA P M E S P CEL PM 40.564,74 18.066,68 27.059,06

EDUARDO MONTEIRO P M E S P CEL PM 46.581,28 17.772,36 30.322,14

ENJOLRAS LINS PEIXOTO P M E S P CEL PM 45.265,39 18.544,43 29.868,54

HENRIQUE MARQUES DE CARVALHO P M E S P CEL PM 39.470,33 18.725,00 34.683,57

HENRIQUE TRAJANO DA SILVA P M E S P CEL PM 69.613,98 18.005,50 38.536,68

JOAO AUREO CAMPANHA P M E S P CEL PM 31.880,35 31.880,35 27.889,14

JOAO CARDOSO  P M E S P CEL PM 40.861,41 18.443,50 26.461,37

JOAO ROGERIO FELIZARDO P M E S P CEL PM 84.067,85 17.202,01 52.932,91

JOSE GUERSI  P M E S P CEL PM 49.906,75 17.885,20 33.162,48

JOSE HELTON N. DIEFENTHA  P M E S P CEL PM 44.272,63 18.547,42  32.092,12

JOSE SANCHES FELIX  P M E S P CEL PM 45.265,39 18.544,43 30.461,36

JOVIANO CONCEICAO LIMA P M E S P CEL PM 69.462,19 15.681,41 44.359,68

LINEU GUARDIANO  P M E S P CEL PM 48.082,94 18.535,61 32.175,45

MANOEL L. SALGADO DE CAS  P M E S P CEL PM 43.524,28 18.483,25 30.063,66

MARIO MAXIMO DE CARVALHO  P M E S P CEL PM 46.521,61 18.498,02 30.648,61

MOYSES ZAJAC  P M E S P  CEL PM 45.820,05 18.421,47 39.643,06

ORLANDO RODRIGUES DE C F P M E S P CEL PM 85.355,30 16.466,18 55.588,05

OSMAIR PAULO SACHETTO P M E S P CEL PM 49.602,94 18.153,15 33.241,59

OSWALDO DA SILVA FILHO P M E S P CEL PM 49.364,91 18.334,33 31.854,65

PAULO HARRUNOBU KOMATA P M E S P  CEL PM 55.184,79 16.428,53 36.842,85

PAULO NISHIKAWA P M E S P CEL PM 51.337,79 16.766,54 32.932,87

PEDRO PEREIRA MATHEUS P M E S P CEL PM 52.793,76 16.962,51 42.577,17

PLINIO VAZ P M E S P CEL PM 43.518,28 18.483,25 36.701,24

REINALDO DE OLIVEIRA ROCCO P M E S P CEL PM 66.652,36 18.275,03 43.522,54

ROBERTO COSTA P M E S P  CEL PM  43.274,56  17.279,78  30.117,51

SERGIO FRANCISCO G PENNA P M E S P CEL PM 60.883,42 17.666,12 42.434,02

SILVERIO LEME FILHO P M E S P CEL PM 132.088,91 16.314,10 126.593,25

TOMAZ ALVES CANGERANA P M E S P  CEL PM 70.480,37 18.633,57 45.278,77

VALTER PEREIRA PUBLIO P M E S P CEL PM 53.414,88 18.725,00 37.550,39

VLADIMIR DE OLIVEIRA REIS P M E S P CEL PM 56.357,45 17.879,00 39.322,40

WAGNER FERRARI P M E S P CEL PM 70.316,34 17.522,64 45.966,91

WALDIMIR CRISTIANO P M E S P  CEL PM 46.819,30 18.141,35 36.571,05

WALDIR CONTINI ZUQUETTO P M E S P CEL PM 52.502,15 16.670,90 33.471,81

Fonte:http://www.transparencia.sp.gov.br/busca-agentes.html

Tirem suas próprias conclusões. Abraço a todos.

“A Polícia Militar paulista respira violência, que vai desde o assassinato sádico e banal de cidadãos inocentes , até a agressão moral, que é constante” 22

31/07/12 – MPF em Guarulhos sugere federalização de homicídio de dois adolescentes em São Bernardo do Campo       

            Crime aconteceu em 2011 e há indícios de que inquérito policial possa estar desaparecido; pedido é a primeira medida efetiva adotada após a realização da audiência pública realizada em SP no dia 26

O Ministério Público Federal em Guarulhos enviou ofício ao procurador-geral da República, Roberto Gurgel, pedindo que seja proposta, junto ao Superior Tribunal de Justiça, a federalização da apuração do homicídio praticado contra dois adolescentes, ocorrido em São Bernardo do Campo, em novembro de 2011. Esta é a primeira ação concreta adotada pelo MPF desde a realização de audiência pública, na última sexta-feira, onde foram discutidos os sucessivos casos de violência policial cometidos no Estado.

O pedido de federalização é assinado pelo procurador da República  Matheus Baraldi Magnani, que tomou conhecimento do caso durante a audiência pública. Segundo documento entregue ao MPF pela Fundação Criança de São Bernardo do Campo, há indícios de desaparecimento do inquérito policial aberto para apurar o caso.

“Não é desta forma que o Brasil cumprirá sua obrigação assumida perante o mundo de efetivamente cumprir os comandos do Tratado Internacional de Combate à Tortura”, argumenta o procurador. Segundo a Fundação Criança, os adolescentes Douglas da Silva e Felipe Pontes Macedo voltavam da escola por volta das 21h30 do dia 30 de novembro de 2011, quando foram abordados pelos policiais. No inquérito policial foi registrado que “policiais militares em serviço afirmaram ter sido agredidos a tiros por Douglas da Silva e Felipe Macedo Pontes, durante abordagem de rotina e, na reação a tal agressão, acabaram por ferir mortalmente ambos os autores”.

Laudo residuográfico realizado constatou que não havia resíduos de chumbo nas mãos dos adolescentes. Sem ter acesso ao inquérito, a Fundação Criança conseguiu que a Ouvidoria da Policia do Estado de São Paulo colhesse o depoimento de duas testemunhas. Uma delas relatou que “visualizou os policiais derrubarem os menores Felipe e Douglas de uma moto vermelha e, sem qualquer motivação, efetuarem vários disparos de arma de fogo”. Outra testemunha contou que, após os disparos, os policiais começaram a discutir entre si ao perceberem que os adolescentes não estavam armados.

Para Magnani “é forte o entendimento no Estado de São Paulo segundo o qual a polícia militar está se convertendo em uma polícia assassina, com liberdade para humilhar, subjugar e matar desenfreadamente”. No documento enviado ao PGR ele lembrou que em maio deste ano o Brasil foi advertido pela Organização das Nações Unidas (ONU) sobre o uso excessivo de violência, especificamente o praticado pela Polícia Militar do Estado de São Paulo.

O procurador também lembrou que a violência policial atinge indistintamente diversos segmentos da sociedade paulista. “Se hoje os episódios de assassinatos de inocentes praticados por policiais militares em bairros nobres chamam a atenção da sociedade paulista de forma mais acentuada, é certo que a periferia da capital paulista convive com a arbitrariedade e com assassinatos brutais de inocentes há muito tempo”, disse.

Segundo Magnani, “a Polícia Militar paulista respira violência, que vai desde o assassinato sádico e banal de cidadãos inocentes , até a agressão moral, que é constante” e, por conta disso  “um pedaço significativo da sociedade brasileira está sendo submetida a uma polícia de Estado arbitrária, que usa a violência de forma desregulada e desmedida”.

Assessoria de Comunicação Procuradoria da República no Estado de S. Paulo 11-3269-5068

VIBRADOR – Oficial PM recém-formado foi para a cadeia por esquecer as lições acadêmicas 16

O Estado de S.Paulo

Cinco policiais militares, um deles recém-formado na Academia de Polícia do Barro Branco, foram presos ontem à noite acusados de executar duas pessoas e forjar uma ocorrência de tiroteio. O crime aconteceu em 1.º de julho na região do Rio Pequeno, zona oeste da capital. Os policiais, que são de Osasco, foram ouvidos no Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) e levados para o Presídio Romão Gomes, na zona norte. Segundo a Polícia Civil, as vítimas eram dois amigos que estavam em uma moto quando teriam sido confundidos com dois traficantes. A moto que ocupavam estava com a documentação em ordem.

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Cinco policiais militares do 14º Batalhão, em Osasco, na Grande São Paulo, foram presos nesta segunda-feira sob suspeita de matar dois jovens e simular um tiroteio para tentar justifica o crime. O tecelão Cesar Dias de Oliveira e o repositor Ricardo Tavares da Silva, ambos de 20 anos, foram mortos no dia 1º de julho no bairro do Rio Pequeno, na zona oeste da capital paulista, fora da área de atuação dos PMS. Segundo testemunhas, os policiais estavam fardados e em dois carros descaracterizados no dia do crime. As informações são do jornal Folha de S. Paulo.

Os jovens foram baleados com um tiro, quando estavam na moto de Oliveira. Eles teriam caído na calçada até que uma viatura da PM chegou ao local para ajudar os policiais de Osasco. Uma das testemunhas disse à polícia ter ouvido um dos PMs da viatura dizer ao outro: “Vocês fizeram merda, agora terão que corrigir”.

Após a frase, ainda segundo a testemunha, um dos PMs pegou um rádio, começou a atirar para o alto e a dizer que estava em um tiroteio com dois homens em fuga em uma moto.

Os jovens foram colocados nos Carros da PM e levados para o hospital de Osasco.

Foram presos os policiais Marcelo Oliveira de Jesus, Raphael de Arruda Bom, Cringer Ferreria Proda, Denis da Costa Martins e Raphael Salviano Silveira.

EXECUÇÃO

“Vocês fizeram uma c… e têm de consertar”, teria dito o comandante da equipe que baleou Cesar e Ricardo na madrugada do dia 1. A  afirmação foi feita ao DHPP por uma testemunha protegida, que presenciou a execução dos rapazes e depôs contra os PMs.

Segundo o relato dessa pessoa, os rapazes estavam  em uma motocicleta na Avenida Pablo Casals, na Vila Dalva, Zona Oeste, quando foram abordados por PMs fardados em um Gol vermelho. No depoimento, consta que os policiais desceram atirando.

Já no boletim de ocorrência, os PMs alegam que houve perseguição e, na garupa, Ricardo teria atirado. Outras quatro testemunhas estiveram no DHPP.

Outro carro particular teria chegado ao local do crime com mais PMs fardados. Trinta minutos depois uma viatura teria aparecido e, de acordo com as testemunhas, houve um acordo para que a ocorrência fosse “arredondada”.   Os rapazes foram baleados por volta das 2h30, mas o caso só foi comunicado à Polícia Civil às 9h23. As cinco testemunhas contam que cada um deles foi baleado uma única vez. Mas, ao darem entrada no Hospital, César chegou morto com cinco tiros e Ricardo tinha três balas no corpo. Ele morreu na manhã seguinte. Na versão dos PMs, César perdeu o controle da motocicleta durante a perseguição e caiu. A moto, que é zero-quilômetro, está apreendida no 14 DP (Pinheiros) sem dano algum.

César e Ricardo eram melhores amigos desde os 7 anos. Naquela noite, estavam no estúdio de tatuagem do primo de César e voltaram durante a madrugada porque Ricardo trabalharia no domingo de manhã. “Vi meu filho no IML e ele estava com os olhos arregalados. Tenho certeza de que morreu  assustado, sem entender o motivo”, diz Daniel Eustáquio de Oliveira, pai de César. Ele tatuou o rosto do filho no braço com a declaração “meu herói.

Polícia Civil frustra tentativa de assalto a joalheria em shopping na av. Paulista 87

30/07/2012-22h33

DE SÃO PAULO

A Polícia Civil prendeu sete suspeitos de tentativa de assalto a uma joalheria do shopping Center 3, na avenida Paulista (região central de São Paulo), na noite desta segunda-feira.

A polícia afirma que já tinha a informação de que um assalto a uma joalheria ocorreria hoje no local e preparou uma operação com policiais à paisana para abordar o grupo. Logo em seguida, policiais do GOE (Grupo de Operações Especiais) entraram no local e o grupo foi rendido.

Os sete suspeitos foram presos e algemados ainda dentro do shopping e serão levados para o 78º DP (Jardins).

Frequentadores do estabelecimento comentaram na rede social Twitter que houve pânico e correria na hora da tentativa de assalto.

O shopping confirmou a ocorrência, mas afirmou que nenhum responsável poderia dar detalhes por telefone. (EDUARDO ANIZELLI, ANDRÉ MONTEIRO E CAROLINA LEAL)

“Dura lex, sed lex” : PM que criva cidadão a bala só quer se defender do PCC; motorista que bebe não tem intenção de matar ! 32

30/07/2012-04h00

Motorista embriagado atropela, mata mulher na calçada e é liberado

SIMEI MORAIS DO “AGORA”

Um motorista embriagado atropelou e matou uma mulher de 59 anos que estava na calçada, ontem, por volta das 8h50, na Vila Ema, zona leste da capital paulista.

O crime foi registrado como homicídio culposo (sem intenção), e o motorista foi solto pelo delegado de plantão do 56º DP (Vila Alpina), onde o caso foi registrado.

A medida contraria orientação da Delegacia Geral da Polícia Civil de São Paulo de que o motorista que pega a direção embriagado assume o risco de matar –nesse caso, o crime seria homicídio doloso (intencional ou quando o autor assume o risco de causar a morte).

No ano passado, porém, o STF (Supremo Tribunal Federal) decidiu, ao julgar um caso, que motorista que bebe não tem intenção de matar.

O atropelamento aconteceu na rua Tristão Fasioni. O vendedor Rodrigo Lúcio Vello, 33, atingiu a aposentada Josefa Buenos de Amorim na calçada. Em depoimento, ele afirmou ter perdido a direção de seu Vectra. Josefa foi prensada contra a parede.

Segundo o boletim de ocorrência, ele tentou prestar socorro, mas a vítima já tinha morrido. O boletim ressalta que os PMs, chamados pelos vizinhos, autuaram Vello por embriaguez ainda no local.

A multa é de R$ 957,70, com possibilidade de suspensão da carteira por um ano.

O bafômetro acusou 0,66 mg de álcool por litro de ar expelido no bafômetro –0,33 mg/l já configura a infração.

Vello também passou por exame no IML (Instituto Médico Legal).

Josefa tinha ido comprar pães e cigarro. A mãe, Maria Buenos de Amorim, 82, disse não entender por que o motorista foi liberado. “Ele tinha de pagar pelo que fez.”

À reportagem o vendedor admitiu ter bebido e afirmou que deveria estar preso. Ele disse que tomou duas latas de cerveja na casa da mulher, às 2h, e que, àquela hora da manhã, perdeu a direção.

“Estava mais rápido do que deveria. O pneu dianteiro está careca, perdi a direção”, afirmou. Ele disse que estava entre 60 km/h e 70 km/h.

Vello disse não saber se pagou fiança. A reportagem tentou falar ontem com o advogado do vendedor, mas não conseguiu contato.

O delegado Rodney Charles Muller Martins, do 56º DP, não quis conversar com a imprensa sobre o caso.

Por que todo criminoso sempre culpa o satanás ? 24

29/07/2012-05h05

‘Achamos que o satanás ia sair do carro’, diz policial

AFONSO BENITES DE SÃO PAULO

“Foi uma tragédia, mas a gente achou que o satanás ia sair de dentro do carro.” A frase é de um dos policiais militares que participaram da ação que culminou na morte do empresário Ricardo Prudente de Aquino, 39, no dia 18, após perseguição por ruas de Alto de Pinheiros, na zona oeste de São Paulo.

Antes de morrer, Aquino, segundo a polícia, não obedeceu a uma ordem de parada de um PM e trafegou em alta velocidade em seu Ford Fiesta com películas escuras nos vidros laterais.

Esse PM que falou à Folha pediu para não ser identificado, pois não tem autorização da corporação para conceder entrevistas. Ele não é um dos três policiais que foram presos sob a acusação de homicídio doloso (intencional).

SÃO PAULO PAGA MUITO BEM PARA A SUA PM – 1.142 coronéis da reserva arrombando a folha de pagamento da SSP-SP…( Mais cerca de 15.000 oficiais recebendo em média R$ 10.000 ,00 ) 142

28/07/2012

Estado pagou até R$ 260 mil a coronel da PM aposentado

Léo Arcoverde e Rafael Italiani do Agora

O governo do Estado de São Paulo pagou, em junho, R$ 260 mil a um coronel da reserva da Polícia Militar.

Além dele, outros 94 oficiais aposentados receberam no mês passado valores acima do teto salarial do funcionalismo, atualmente em R$ 26 mil.

Os valores, disponibilizados ontem em um site do governo do Estado, se referem ao pagamento feito a cada um dos servidores estaduais somente em junho.

As remunerações podem incluir indenizações e precatórios (dívidas do poder público pagas por decisão judicial).

A relação, com 1.142 coronéis da reserva, aponta que, em junho, o governo pagou valores acima de R$ 70 mil a nove deles.

Os com o segundo e terceiro maiores valores receberam, mês passado, R$ 132 mil e R$ 113 mil.

http://www.transparencia.sp.gov.br/busca-agentes.html

“O secretário, goste ou não este colunista, foi escolhido para o cargo pelo governador eleito de São Paulo, e não é admissível que um promotor, que não foi eleito, pressione o governador para afastá-lo”, Carlos Brickmann 32

Os não-eleitos

Para que não haja dúvidas, este colunista discorda duramente do trabalho do secretário da Segurança de São Paulo, Ferreira Pinto; e não acredita que pudesse tê-lo algum dia como amigo. Mas o secretário, goste ou não este colunista, foi escolhido para o cargo pelo governador eleito de São Paulo, e não é admissível que um promotor, que não foi eleito, pressione o governador para afastá-lo. Se o promotor sabe de algo que desqualifique o secretário para o exercício do cargo, que informe o governador do que se trata ou inicie o processo de uma vez.

Lembremos o voto 17.223 do desembargador Pedro Gagliardi, no habeas corpus 993 080 909, sobre a insistência do Ministério Público em fazer investigações que pela Constituição têm de feitas por policiais: “Sempre que um órgão coloca sob seus tacões toda a Polícia, surge no ar um cheiro de ditadura”.

carlos@brickmann.com.br
www.brickmann.com.br

João Alkimin: MENTE O GOVERNADOR GERALDINHO 33

MENTE O GOVERNADOR GERALDINHO
O sr. Governador vem a público criticar a atuação do MPF que quer afastar toda a cúpula da PM, dizendo que se tratam de dois fatos isolados (a morte do publicitário e a morte de um menor no litoral).
Ou o sr. Governador é mentiroso ou desconhece os fatos ou tem memória muito curta e, me vejo na obrigação de refrescar-lhe a memória. Primeiro, há algum tempo atras a PM, mais especificamente uma unidade da ROTA, matou um jovem com um tiro na boca (episódio ocorrido em SJCampos-SP), logo depois, uma unidade da FORÇA TÁTICA, também de SJCampos, matou um jovem com um tiro de metralhadora na boca, saliente-se que o jovem não respondia a pergunta do policial porque tinha “fenda no palatino”, portanto, em linguagem comum era fanho, mais grave ainda, o jovem morreu não em virtude do tiro, mas, afogado no próprio sangue, ante a demora do socorro. Frise-se que tão a gosto de alguns jornalistas deve-se salientar que nenhum dos dois possuía antecedentes criminais.
Mais recentemente, PMs assassinaram um indivíduo em um cemitério na capital. Há pouquíssimo tempo a ROTA assassinou um suspeito as margens da Rodovia Airton Sena. Portanto, não se trata de caso isolado, mas sim de um autentico massacre que vem sendo cometido com o beneplácito do Governo do Estado. Assiste razão ao MPF quando afirma que a PM está sem comando e não adianta o Governador Geraldinho vir a público tentar negar o óbvio, ou o sr. Secretário de Segurança dizer que irá processar o Procurador da República. Contra fatos não há argumentos.
Parece-me que vivemos por um lado a política de extermínio do Estado e do outro o abastardamento da Polícia Civil, que hoje vive amedrontada sob o comando do ex-Policial Militar Ferreira Pinto e sob o tacão do Corregedor Geral, também ex-Policial Militar, Délio Montresor.
Menciono aqui alguns casos que, com certeza, serão revertidos pelo Judiciário: Delegado Conde Guerra, Delegado Frederico, Delegado Bibiano, e agora o Delegado Pórrio. Em números operacionais, que dado ao grande volume de injustiçados se torna impossível citá-los nominalmente, mas me lembro aqui de alguns quer por não aguentarem a pressão tiraram a própria vida ou foram acometidos de infarto: Delegado Luiz Guilherme, Investigador Newtinho, Ernesto, e Adalberto Jarro, esse último depois de anos de sofrimento ao ser reintegrado seu coração não aguentou. Portanto, correta está a postura do Ministério Público Federal, pois já que MP Estadual até apresente data queda-se inerte e silente, necessário se faz que alguém zele pela integridade dos paulistas.
Quero deixar claro também que em um entrevero entre Policiais e bandidos a vida do policial semrpe vale mais, mas execução pura e simples não podemos e não devemos admitir, pois hoje é um estranho mas, amanhã, poderá ser um de nós ou alguém que nos é caro. Nem a Polícia Civil está livre da barbárie que se instalou no Estado, relembro aqui que Policiais Civis, trabalhando regularmente, cumprindo ordens de serviço foram baleados por Policiais Militares e só não morreram por milagre.
Hoje senhores, com dor eu reconheço que todos temos medo de uma abordagem da Policia Militar nas madrugadas da vida, pois sabemos como começa mas, dificilmente poderemos prever como irá terminar. 

João Alkimin

João Alkimin é radialista – http://www.showtimeradio.com.br/

RESERVA MORAL DO CAFETA – Coronel acusado de rufianismo – caso W.E. – é demitido da PM com proventos integrais de aposentadoria…( O Ex-coronel pagava propina para outros oficiais e funcionários da prefeitura da Capital ) 17

POLÍCIA MILITAR

Decreto de 26-7-2012

Aplicando

a pena de demissão, em cumprimento ao acórdão

proferido pelo Tribunal de Justiça Militar do Estado de São

Paulo nos autos do Conselho de Justificação 203-2010 (processo

GS 1333-2008-SSP), Vols. I a XII, que julgou indigno para com o

oficialato e com ele incompatível o Ten Cel Res PM RE 005240-

0 Wilson de Barros Consani Júnior e decretou a perda de seu

posto e patente, aplica-lhe, nos termos do art. 23, I, alínea “c”, e

parágrafo único, da LC 893-2001, a pena de demissão, a produzir

efeitos desde 12-7-2012, ficando preservado, nos termos dessa

mesma decisão, o pagamento dos proventos decorrentes de sua

precedente passagem à inatividade.

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Consani, coronel reformado da Polícia Militar paulista, utilizaria sua influência para manter a casa aberta ( o puteiro de luxo W.E. )  e receberia por isso. Suspeita-se de que ele pagava propina para servidores públicos deixarem de cumprir atos fiscalizatórios num momento em que a prefeitura de São Paulo combatia o setor, fechando outras casas do gênero, como o Bahamas e o Café Photo. Consani, Murad e Bastos Filho seriam os únicos réus que aparecem nos dois “ramos” da quadrilha (crime financeiro e prostituição).

https://flitparalisante.wordpress.com/2008/06/25/coronel-vende-ate-o-comandante-geral-da-policia-militare-faz-a-corte-para-elesoficiais/

Fábio Pannunzio: O crime organizado deveria agradecer ao secretário Antônio Ferreira Pinto, uma vez que sob sua gestão os índices da criminalidade avançam como uma avalanche. 18

Caravanas da morte

São Paulo amanheceu aturdida com mais uma chacina itinerante. Seis pessoas foram assassinadas em pontos diferentes da Zona Norte da cidade. É uma reedição do que aconteceu no dia 13 passado, quando uma caravana de assassinos matou oito pessoas em Osasco, na Região Metropolitana. Novamente, motos e carros, algozes mascarados por gorros e balaclavas,  os assassinos vestindo roupas pretas.

A policia apressa-se em afirmar que os pontos onde houve o morticínio eram na verdade bocas-de-fumo (biqueiras, segundo o neologismo do crime) e os mortos, todos eles imbricados com o tráfico.

Chama a atenção, no entanto, que uma viatura da PM tenha visitado horas antes o lava-rápido onde se deu a maior parte das mortes.

Chama a atenção, novamente, o “modus operandi” dos assassinos.

Curioso é ver que isso não desperta a curiosidade nem qualquer tipo de suspeita por quem tem a obrigação de investigar as caravanas da morte.

Por que será ?

http://www.pannunzio.com.br/archives/13667

O procurador da República Matheus Baraldi errou: OFICIAIS PERDERAM O CONTROLE FAZ TEMPO! 9

“Hoje, os oficiais perderam o controle dos praças. A tropa não está mais sob controle”, disse o procurador durante uma audiência pública sobre violência policial realizada no auditório do MPF (Ministério Público Federal).

O assassinato foi uma represália por Hermínio ter afastado da Força Tática do 18º Batalhão vários policiais suspeitos de envolvimento em chacinas de 2007.

A principal suspeita recai sobre o grupo “Matadores do 18”, composto por policiais do 18º Batalhão. A prova é um exame de balística que mostra que a arma usada para matar o coronel é a mesma que foi utilizada em uma chacina que deixou seis mortos e um ferido em 29 de junho de 2007, na região da Água Fria, zona norte de São Paulo

Procurador foi punido pelo CNMP por investigar supostas fraudes envolvendo ADMINISTRAÇÃO PETISTA e CONSTRUTURA OAS 14

Magnani vê afronta à liberdade de informação

24/04/12 – 21:58 POR Frederico Vasconcelos

Procurador suspenso diz que Conselho não apontou a frase que teria violado o sigilo

A manifestação a seguir é de autoria de Matheus Baraldi Magnani, que assina o texto como Procurador da República “amordaçado”. Trata da decisão do CNMP (Conselho Nacional do Ministério Público), que o suspendeu por 90 dias, sob a acusação de ter violado sigilo.

A decisão do CNMP de, a título de penalidade,  suspender-me  por 90 dias em razão do fato de ter dado  uma entrevista à imprensa na qual a sociedade foi informada sobre uma fraude em licitação de uma obra pública (com prejuízos à sociedade estimados pelo próprio TCU em mais de vinte milhões de reais),  constitui, sem dúvida, uma das mais agressivas tentativas de amordaçamento da instituição até hoje assistida. Mais do que isso, é também, sem dúvida, ato deliberado de limitação à liberdade de imprensa no Brasil, opinião que tenho com base em meu direito constitucional de livre convicção.

E é de se ressaltar que a declaração de tentativa de amordaçamento do Ministério Público no presente PAD [Processo Administrativo Disciplinar] partiu do próprio CNMP, através do discurso lúcido e de intenções claras  praticado pelo conselheiro Lázaro [Guimarães], magistrado experiente e isento que votou contra minha condenação.

O episódio é grave, uma afronta sem precedentes à liberdade de informação.

Deve ser ainda mencionado o fato de que eu já havia sido absolvido e elogiado por minha atuação (na investigação da fraude acima mencionada) tanto pela Corregedoria Geral do Ministério Público Federal quanto pela própria Corregedoria do CNMP.

Ambas as Corregedorias confirmaram que minha entrevista foi um ato de informação à sociedade e que nenhum tipo de sigilo havia sido violado.

Mas, de repente, tudo mudou. Apareceu a tese segundo a qual “dar entrevista é ato indecoroso para um procurador, sujeitando-o à pena de demissão”. Até hoje o CNMP não apontou ainda a frase por mim prolatada que teria, em tese, violado algum tipo de sigilo.

O caso concreto, embora tratado de forma discreta até o momento, talvez materialize o mais contundente passo rumo à limitação da liberdade de informação nos  dias modernos. Com a presente decisão, o CNMP aparenta deixar claro que, na sua visão, o Ministério Público não deve ser instrumento de informação da sociedade. E a cada dia mais aumenta a impressão, comum a muitos, de que o CNMP vem seguindo um trajeto bem diferente (e bem menos feliz) do que aquele escolhido pelo CNJ; os órgãos nasceram juntos mas trilharam caminhos absolutamente distintos, até mesmo porque existem diferenças estruturais imensas entre ambos que, hoje, assemelham-se somente no nome de batismo.

O CNJ vai à imprensa e dá informações à sociedade. O CNMP amordaça o Ministério Público. O CNJ corta na própria carne e provoca o avanço. O CNMP põe seus carros oficiais à disposição de deputados, mostrando disposição para o salamaleque com viés político.