Alckmin assina decreto que combate o enriquecimento ilícito e empossa a Comissão de Ética e o Conselho de Transparência da Administração Pública 29

———- Mensagem encaminhada ———-
De: Governo SP – Sala de Imprensa<imprensa@comunicacao.sp.gov.br>
Data: 7 de agosto de 2012 13:20
Assunto: Alckmin assina decreto que combate o enriquecimento ilícito e empossa a Comissão de Ética e o Conselho de Transparência da Administração Pública
 
Terça-feira, 07 de Agosto de 2012

Alckmin assina decreto que combate o enriquecimento ilícito e empossa a Comissão de Ética e o Conselho de Transparência da Administração Pública

O governador Geraldo Alckmin participou hoje, terça-feira, 07, no Palácio dos Bandeirantes, da cerimônia de posse dos membros da Comissão Geral de Ética e do Conselho de Transparência da Administração Pública, criados pelo decreto nº 57.500 de 8 de novembro de 2011 e que fazem parte da nova estrutura da Corregedoria Geral da Administração, órgão vinculado à Secretaria da Casa Civil. Durante o evento o governador também assinou o decreto que combate o enriquecimento ilícito no estado de São Paulo. O texto será publicado no Diário Oficial desta quarta-feira. Segundo o secretário da Casa Civil, Sidney Beraldo, esse decreto vai ajudar a combater a corrupção e confrontar o crescimento do patrimônio de servidores públicos que for incompatível com seus ganhos.

A Comissão Geral de Ética tem a responsabilidade de promover a ética pública e criar o Código de Ética para os servidores públicos dos órgãos do Sistema Estadual de Controladoria. A Comissão é formada por cinco membros designados pelo governador, com mandato de prazo indeterminado e sem remuneração. Fazem parte da Comissão Geral de Ética: Odete Medauar – Profª.de Direito Administrativo da USP, Kazuo Watanabe – Desembargador, José Geraldo Brito Filomeno – Procurador de Justiça, Flavio Flores da Cunha Bierrenbach – Ministro do STM, Eduardo Muylaert – advogado.

O Conselho de Transparência da Administração Pública é responsável por propor diretrizes, metodologias, mecanismos e procedimentos que vão incentivar a transparência nos órgãos do governo, prevenindo o mau uso dos recursos públicos, garantindo a eficiência da gestão e a moralidade. O Conselho é formado por seis representantes do Poder Executivo indicados pelas Secretarias da Casa Civil, Justiça e da Defesa da Cidadania, Planejamento e Desenvolvimento Regional, Fazenda, Gestão Pública e Procuradoria Geral do Estado e seis representantes da sociedade civil. O mandato é de dois anos e não remunerado.

Os membros do Poder Executivo para o Conselho de Transparência são: Teresa Serra da Silva – Secretaria da Casa Civil, Roberto Fleury Bertagni -Secretaria da Justiça e Defesa da Cidadania, Roberto Meizi Agune -Secretaria de Planejamento e Desenvolvimento Regional, Maria do Carmo Scaravelli – Secretaria da Fazenda, Ulrich Hoffmann – Secretaria da Gestão Pública, Maria Rita Vaz de Arruda Corsini – Procuradoria Geral do Estado.

Os membros representantes de entidades não governamentais e cidadãos são: Claudio Weber Abramo – Transparência Brasil, Edson Luiz Vismona -Associação Brasileira de Ouvidores, Wagner Diniz – W3C, Eduardo Caldas – Profº de Gestão de Políticas da USP, Ethevaldo Siqueira – Jornalista e Helio Bicudo – Jurista e ex-deputado.

O Decreto de Combate ao Enriquecimento Ilícito considera enriquecimento ilícito, no âmbito da Administração Direta, Indireta e Fundacional do Estado de São Paulo, o crescimento do patrimônio dos servidores incompatível com seus recursos. Essa investigação ficará a cargo da Corregedoria Geral da Administração e faz parte do pacote do Governo de São Paulo no combate à corrupção.

Assessoria de Imprensa da Casa Civil

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Governo do Estado de São Paulo

Operação contra jogos de azar fecha bingos e detém policiais: CIVIS E MILITARES 60

Enviado em 07/08/2012 as 12:22 – policial do bem

A casa caiu, operação prende policias civis e militares que atuavam unidos….na contravenção em Santos. A integração não funcionou!

Arrota , arrota…

Terça-feira, 7 de agosto de 2012 – 12h16

Crime organizado

De A Tribuna On-line

Atualizado às 14h
Seis bingos clandestinos foram fechados na Baixada Santista na manhã desta terça-feira. Em um dos estabelecimentos localizado em Praia Grande, duas pessoas foram presas. Durante a operação, 13 policiais também foram detidos. O número de máquinas apreendidas não foi divulgado.
A ação foi deflagrada a pedido do Ministério Público e contou com o apoio do  Grupo de Atuação Especial de Apoio ao Crime Organizado (Gaeco), além das Polícias Civil e Militar.
Os mandados de busca e apreensão foram expedidos para dez bingos clandestinos. No entanto, até o início desta tarde, somente seis haviam sido fechados.
As operações foram realizadas, simultaneamente, nas cidades de Santos, São Vicente e Praia Grande.
Em Santos, os bingos fechados pelo Gaeco ficavam nos seguintes endereços: Rua Almeida de Moraes, 168, Avenida Pedro Lessa 2.346, Rua Pedro Américo, 160 e Rua Carvalho de Mendonça, na esquina com a Avenida Ana Costa.

Delegacia é atacada na Casa Verde, zona norte de São Paulo 24

13º DP e 9 º Batalhão da Polícia Militar, no mesmo terreno, foram alvos de tiros

Atualizada às 8h31 O Estado de S. Paulo

SÃO PAULO – O 13 º DP (Casa Verde), na zona norte da capital paulista, foi atacado no início da manhã desta terça-feira, 7, segundo informações da Rede Record. Dois homens em uma moto teriam disparado cerca de seis tiros contra a delegacia, que fica na Avenida Casa Verde, 677. Parte dos tiros, de acordo com a emissora de TV, acertaram o pilar de um edifício onde funciona uma base do 9 º Batalhão da Polícia Militar. Ninguém se feriu.

O trecho da Avenida Casa Verde em frente ao distrito foi isolado por cones por volta das 7h para perícia, mas, de acordo com a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET), foi liberado às 8h. Procurada, a PM não se manifestou. O Estadão.com.br tentou contato com o distrito policial por telefone, mas não obteve resposta.

Esclarecimentos do Coronel PM Ernesto Vereador – Guarulhos / SP14190 21

Enviado em 06/08/2012 as 13:22 – Coronel Ernesto

Primeiramente, minhas condolências à familia do Delegado Paulo Pereira. A seguir, visto que fui citado nominalmente, alguns esclarecimentos e considerações ao comentário do “Miranda” que deu luzes ao comentário do “Olho Sempre Vivo”. Avisado que fui pelo Serviço de Inteligência da Polícia, que conhece a fundo minha pessoa e minha carreira e que monitora todas as notícias e desadobramentos ligados a policiais, tomei conhecimento do que foi publicado por vocês neste site Com respeito ao dois comentaristas em questão, fica a convicção de que não me conhecem. Seguramente, apenas com informações da Banda Podre da Polícia (a qual abomino e reprimi minha vida inteira), e com a qual devem ter alguma afinidade, praticaram, de forma leviana, a impropriedade de direta ou indiretamente macular publicamente meu nome. Não vou estender o discurso pois os demais internautas nada tem a ver com isso. Vou deixar, porém, publicamente como sempre fiz em uma carreira de 34 anos de serviço na Polícia Militar, os meus contatos. Espero que os dos policiais comentaristas, o Miranda seguramente PM, entrem em contato comigo. Espero também não precisar usar da Inteligência da Polícia para encontrá-los. Rogo que não usem do expediente criminoso de se esconderem atrás de contas de e-mail “fajutas”. Não ajam como os bandidos, da pior classe dos covardes, que se travestiram de uniforme e/ou identidade da Polícia para tentar passar impune aos crimes que praticaram. Todos dessa raça que pude mandei para o Presidio Militar Romão Gomes, para a Cadeia, ou para o além. Quem me conhece sabe disso.

Meu endereço de e-mail é: coronel.ernesto@hotmail.com.

No mais, qualquer pessoa em Guarulhos sabe onde fica meu escritório, na Silvestre de Vasconcelos Calmon n°161, em frente a Guarupass. Aguardo contato. Aos demais comentaristas do site, meus respeitos.

CAMPANHA – SÃO PAULO PEDE PAZ – S.O.S. Segurança Pública 21


S.O.S. SEGURANÇA PÚBLICA

São Paulo não aguenta mais tanta violência

CAMPANHA SÃO PAULO PEDE PAZ.

Visando estimular a discussão e busca de alternativas no combate ao crescimento da criminalidade em São Paulo,
o Sindicato dos Delegados de Polícia do Estado de São Paulo lançou uma campanha clamando por paz no Estado
de São Paulo. Em sua primeira etapa, vários outdoors foram fixados nas principais rodovias e spots de 30’ estão
sendo veiculados em emissoras de rádio do interior do Estado, envolvendo uma média superior a 400 municípios.
Com o título S.O.S. Segurança Pública, a campanha destaca alguns dos principais delitos que assolam a sociedade, e
enfatiza “São Paulo não aguenta mais tanta violência”. A seguir sugere que a população reclame diretamente com
o governo do Estado e indica dois meios disponíveis no “site” oficial do Governo: o twitter @geraldoalckmin_ e o
telefone do Palácio 11 2193-8344.

George Melão, presidente do Sindicato, afirma que o crescimento da violência no Estado de São Paulo transmite
insegurança ao cidadão. “Entre tantas mortes de brasileiros, foi necessário a de um italiano (Tomasso Lotto, morto
durante uma tentativa de assalto quando dirigia pela avenida 9 de julho, no dia 21 de julho) para o secretário da
Segurança Pública, Antonio Ferreira Pinto, admitir a escalada de violência em São Paulo. Não é preciso ler jornais,
ouvir rádio e assistir telejornais para perceber o crescimento da violência. O medo faz parte do dia a dia de cada
cidadão.” Segundo estudo científico publicado no Journal of Molecular Neuroscience, episódios violentos afetam
90% dos paulistanos e 10% deles tem a saúde mental abalada em razão disso, ou seja, 1 milhão de pessoas. Ônibus
queimados, caixas automáticos de banco são explodidos na capital e no interior, sequestros, furtos e roubos,
homicídios e latrocínios viraram delitos corriqueiros. Pergunto: “qual pai coloca a cabeça no travesseiro para dormir
antes que seu filho chegue em casa?”, destaca. Melão afirma ainda que o governo não investe adequadamente na
Polícia Civil e enfatiza que ela sobrevive apenas porque está inserida na Constituição Federal. “A falência da Polícia
Civil paulista é claramente visível, com prédios que abrigam unidades policiais em péssimo estado de conservação;
com viaturas inadequadas, equipamentos obsoletos e com uma defasagem de pelo menos 6.000 policiais civis
em todo o Estado”, informa. Finalizando, George Melão esclarece que o Sindicato por várias vezes solicitou ao
Governador audiência para discutir o problema da segurança pública e apresentar propostas, entretanto, não obteve
resposta.

Mais Informações:

SINDICATO DOS DELEGADOS DE POLÍCIA DO ESTADO DE SÃO PAULO

George Melão
Presidente

Cel. 11 97293-6572 e 11 3337-4578

O Silêncio dos Holerites 11

Enviado em 05/08/2012 as 20:59 – Caronte

Boa Noite!

Senhoras e Senhores.

Antes que nos condenem por qualquer tipo de comentário, mesmo que o “tema” já tenha sido amplamente debatido através dos meios de comunicação, é necessário que se faça o seguinte:

a) Muitos dizem e se intitulam que são inocentes, porém, em alguns momentos ou situações, permanecem calados e em cima do muro e, somente ficam esperando uma melhor oportunidade para se dar bem e nunca dão a cara para bater;

b) Muitos envolvidos já pertencem a uma casta de “fulanos” que desde o seu mais longínquo ascendente, vêm se deliciando das vultosas regalias e mordomias do governo;

c) Em muitas situações e em alguns cargos públicos de destaque, mesmo que muitos neguem veementemente a respeito, são hereditários;

d) Comenta-se muito negativamente das épocas do Imperialismo e da Ditadura, onde se escravizava o povo, porém, não se comenta nada sobre as péssimas influências que estes nepotistas e sanguessugas fazem por baixo dos panos;

e) Politicamente falando, o TSE e o TRE, deveriam a priori, independentemente de qualquer coisa, investigar a fundo a vida dos pretensos candidatos às várias cadeiras oferecidas quando à época das eleições e exigir os mesmos requisitos descritos aos candidatos para preenchimento dos vários cargos oferecidos através de concurso público;

f) Dever-se-ia também questionar porque determinadas Leis faculta ainda hoje algumas destas “malas” e possibilita que acumulem e incorporem altíssimas gratificações se no tempo que alegam que foram exercidas, além de recebê-las, também recebiam seus salários sem de fato exercerem suas funções de origem, aliás, deveriam ser exonerados ex-offício ou licenciados durante o tempo, sem qualquer remuneração de origem ou ônus do Estado;

g) Temos que rever todas estas leis que definitivamente facultam que se exerçam funções estranhas à origem, bem como, aquelas que são didáticas e que podem ser incorporadas aos vencimentos depois de um tempo e tendo também o absurdo benefício do RETP Turbinado em cima destas regalias;

h) Temos que acabar com a existência, por menor que sejam as possibilidades, dos empreguismos fraudulentos e daqueles conseguidos por debaixo dos panos por parte dos maledicentes aos seus descendentes que chegam ao cúmulo de dilapidar assustadoramente com o patrimônio público e nada sobrando para que se pague satisfatoriamente aos verdadeiros funcionários concursados que de fato exercem suas atribuições junto à população e que realmente fazem jus e que adentraram pela porta da frente através dos seus próprios méritos;

i) Temos o direito de exigir do governo que reveja imediatamente na integra a Caixa Beneficente da PM para ver se de fato estão pagando estes benefícios legalmente e porque ainda se paga valores exagerados e diferentes do restante dos funcionários públicos do Estado e da Polícia Civil e o porque das folhas separadas e num sistema de processamento e confecção e expedição de folhas de pagamento fora da Secretaria da Fazenda e, da onde vêm e a origem e o direito destes numerários pagos; e,

j) Para que o governo investigue, extirpe desde a raiz e feche definitivamente as torneiras com relação a estas despesas escabrosas e sem um mínimo de sentido e que se mostram extremamente danosas aos cofres públicos e ao principio da democracia.

Caronte.

MUITO CUIDADO COM AS RUAS A PARTIR DE QUARTA FEIRA, POIS A MALANDRAGEM ESTA SAINDO PARA MATAR 60

Enviado em 06/08/2012 as 7:54 – SEM OBA OBA

FATO;      A ONDA DE HOMICIDIOS CONTRA POLICIAIS ESTA INSTALADA DESDE QUE A ROTA MATOU INTEGRANTES DO PCC EM UM BAR NA ZONA LESTE.

MUITO EMBORA OS DIRETORES NÃO QUEREM RECONHECER ESTÃO ENFRENTANDO UMA ONDA DE CRIMES EM SÃO PAULO, E NÃO FALAM NEM DÃO ENTREVISTAS SOBRE ISTO.

O DELEGADO GERAL NÃO ESTA PREPARADO PARA ENFRENTAR ESTA SITUAÇÃO.

NESTA SEMANA, TEREMOS O INDULTO PARA O DIA DOS PAIS, E AGORA QUE ESTA DEVENDO PARA O PCC NA CADEIA IRA FAZER O SERVIÇO SUJO DELES NA RUA.

A TODOS OS COLEGAS E ME INCLUO NESTA SUPOSIÇÃO, TEMOS QUE TOMAR MUITO CUIDADO COM AS RUAS A PARTIR DE QUARTA FEIRA, POIS A MALANDRAGEM ESTA SAINDO PARA AS RUAS.

AGORA E HORA DE CAUTELA GENTE,  VAMOS NOS COBRIR PORQUE PARA O GOVERNO ESTA TUDO EM SUA PERFEITA ESTABILIDADE, TUDO SOB CONTROLE, PARA NOSSA  ALEGRIAAAAAAAAAAA.

João Alkimin: Secretário, cadê a Segurança? 58

Secretário, cadê a Segurança?

Era amigo do Delegado Paulo Pereira desde que o mesmo foi titular da DIG de São José  dos Campos, homem sério, honrado, digno, cumpridor de suas obrigações, embora de poucos sorrisos e poucas palavras.
Sua morte deixará um  vazio não só no coração de sua família como também de seus amigos, daqueles que o conheceram e o respeitavam como ser humano e autoridade policial.
Para aqueles que não sabem PPP era parente do célebre delegado de Policia Maurício Henrique Guimarães Pereira, homem que também de celebrizou pela seriedade e que infelizmente nos deixou muito cedo.
Não importa se foi tentativa de assalto (o que não acredito!) ou execução (o que acredito!). O que ocorre é que não temos mais Segurança Pública. Não só o cidadão comum mas principalmente o policial é hoje alvo da sanha sanguinária de bandos armados que dominam São Paulo, enquanto o senhor Governador Geraldinho e o Secretário Ferreira Pinto insistem em mentir descarada e deslavadamente para o população dizendo que “tudo vai bem”, que “tudo anda bem” na Segurança Pública. Provavelmente somente para os dois e para outros apaniguados que podem dispor de escolta e segurança 24h por dia.
Em nenhum estado sério policiais são alvo da marginália como em São Paulo, exceto o Rio de Janeiro onde apesar dos esforços do bom Secretário de Segurança Beltrame, os marginais continuam barbarizando e desafiando o poder do Estado. Isso é o que virá a acontecer em São Paulo pois estamos seguindo o mesmo caminho que se permitiu durante anos que o Rio de Janeiro trilhasse, o acobertamento da marginália, a não permissão para política de confronto. Ora senhores, bandidos tem que ser confrontados e no confronto se tombarem a opção foi deles, o que não podemos mais continuar é com essa falsidade de termos uma policia Helvética em um país de terceiro mundo. A única solução é o confronto direto e duro com essa marginália enlouquecida.
É possível o combate  direto? Minha resposta é não. Pois se um marginal vier a morrer certamente o Delegado Délio Montresor irá de imediato instaurar procedimento administrativo e desfavor dos policiais envolvidos no entrevero que correm o sério risco de na dúvida serem demitidos.
Ainda não veio a público, mas ontem também o Coronel PM Bezerra foi assaltado em sua casa e violentamente espancado. Portanto, volto a repetir, policiais hoje civis ou militares são autênticos patos em parques de diversão.
Para mudar o estado de coisas que vivemos é necessário coragem da Secretaria de Segurança Pública e do próprio Governador. E eu gostaria sinceramente que ambos tivessem a mesma coragem que tem para empunhar uma caneta e demitir policiais civis, imotivadamente como fizeram com o Delegado Guerra, Frederico, Bibiano e tantos outros investigadores, carcereiros, escrivães, agentes policiais, papiloscopistas e todos  aqueles que são a mola mestra da Policia Civil. Pois sem operacionais a policia pára.
Por outro lado alguma coisa começa a mudar, o Sindicato dos Delegados de Policia está espalhando pelas principais estradas do Estado painéis conclamando a população a reclamar diretamente no twitter do Governador Geraldo Alckimin sobre a falta de segurança que assola o Estado de São Paulo.
Por derradeiro minhas sinceras condolências a família do Delegado Paulo Pereira e que você descanse em paz caro e inesquecível amigo.
João Alkimin

Polícia no centro da disputa para a Prefeitura de São Paulo 10

05/08/2012-05h40

Mais policiais e bombeiros querem vaga de vereador

DIÓGENES CAMPANHA DE SÃO PAULO

Apesar de subordinada à Secretaria da Segurança Pública do governo do Estado, a polícia estará no centro da disputa para a Prefeitura de São Paulo.

Temas como a indicação de coronéis para comandar 30 das 31 subprefeituras na administração de Gilberto Kassab (PSD) e a utilização da operação delegada, com policiais em horário de folga, para combater o comércio ilegal já vêm sendo explorados pelas principais campanhas.

Outro indicativo é o aumento do número de candidatos a vereador ligados à área da segurança, que praticamente duplicou em relação ao pleito de 2008.

Na última eleição municipal, 23 profissionais, entre policiais civis, militares e oficiais da reserva, disputaram vagas na Câmara de Vereadores. Neste ano, serão 43, incluindo 22 PMs da ativa, dois ex-comandantes da corporação e um bombeiro.

Líder nas pesquisas de intenção de voto para prefeito, José Serra (PSDB) fará campanha escoltado por 11 desses candidatos. Seu partido filiou o coronel Paulo Telhada, ex-comandante da Rota, a tropa de elite da PM.

Aliado de Serra, o prefeito Kassab espera ter como puxador de votos de seu PSD o coronel Álvaro Camilo, que até abril comandava a Polícia Militar no Estado e indicou boa parte dos 30 subprefeitos egressos da tropa.

Em seu site de campanha, Camilo faz propaganda da operação delegada, iniciada por ele em 2009, que permitiu aos policiais trabalharem para a prefeitura nos horários de folga, sendo pagos por ela.

Editoria de Arte/Folhapress

Os adversários de Serra na eleição criticam o uso dessa atividade no policiamento de ruas ocupadas por camelôs. O discurso de que, se eleitos, manterão a operação, “mas não para correr atrás de trabalhador” é unânime.

“Isso é eleitoreiro”, rebate Telhada. “Falam isso para ganhar voto de camelô e depois não ajudam essa turma. A fiscalização e a delegada têm que continuar.”

A campanha de Celso Russomanno é encabeçada por um conhecido aliado da polícia. O deputado estadual Campos Machado (PTB), presidente do conselho político da chapa do PRB, apresentou em 2011 projeto para tirar do gabinete do Secretário da Segurança Pública a Corregedoria da Polícia Civil.

A proposta, que desagradou o governador Geraldo Alckmin (PSDB) e acabou arquivada pela Assembleia Legislativa, foi vista à época como um gesto para agradar delegados que compõem sua base eleitoral.

Além de Campos Machado, outra presença constante ao lado de Russomanno na campanha é o ex-deputado e ex-capitão da Rota Roberval Conte Lopes (PTB), que se orgulha de ter sido promovido duas vezes na polícia “por trocar tiros com bandidos”.

“Fomos um dos primeiros [policiais eleitos], agora tem muita gente”, diz ele, que atribui o aumento do número de candidatos ligados ao tema -12 deles na coligação de Russomanno- “à insegurança que se vive”.

A chapa do candidato do PT à prefeitura, Fernando Haddad, tem cinco policiais candidatos a vereador e o apoio do PP do ex-prefeito Paulo Maluf, que costuma citar o bordão “a Rota na rua” até nas campanhas de filiação do partido.

O PP, no entanto, diz não ter atualmente nenhum candidato que adote o discurso de repressão ao crime historicamente alardeado por Maluf. “Estão todos no PSDB e no PSD”, afirma o secretáriogeral da sigla, Jesse Ribeiro.

A legenda terá somente o policial civil Silvio Cambaúva disputando vaga na Câmara de Vereadores da capital.

Dinheiro gasto com “bico oficial” da PM daria para quase dobrar efetivo da Guarda Civil Metropolitana 16

Presidente do sindicato reclama que GCM está sucateada e verba poderia reverter situação

Gabriel Mestieri, do R7

Dinheiro gasto pela Prefeitura de São Paulo com o “bico oficial” de policiais militares, que trabalham em dias de folga para a administração municipal, daria para quase dobrar o efetivo da Guarda Civil Metropolitana.

Em 2011, a prefeitura destinou R$ 112 milhões para pagar a operação delegada — convênio com a Polícia Militar do Estado. Os PMs da operação atuam, sobretudo, no combate ao comércio de rua em todas as regiões da cidade. Cerca de 4.000 PMs trabalham atualmente na atividade delegada, com fardas, viaturas, armas e colete da corporação. A escala também é definida pela PM.

No mesmo ano, o dinheiro gasto com os salários da Guarda Civil Metropolitana — que tem que, entre as funções, proteger o patrimônio e os serviços da cidade — foi de R$ 150 milhões. A verba é destinada para pagar os cerca de 6.700 guardas que trabalham na cidade.

Para o presidente do SindGuardas-SP (Sindicato dos Guardas Civis Metropolitanos de SP), Angelino Venerando Filho, a transferência de responsabilidade desvaloriza o guarda municipal.

— Os oficiais e praças da GCM se sentem desprezados pela prefeitura. O valor astronômico que é pago [na operação delegada] poderia contratar mais 6.000 guardas e viaturas.

De acordo com ele, a PM recebe “uma fortuna da prefeitura enquanto a Guarda criada para o município está sucateada”.

— Se você for a uma base da GCM vai ter nojo de entrar. Trabalhamos diuturnamente e não recebemos oportunamente para isso.

Queríamos saber onde está a escala da função delegada, pois a população não tem como saber. Acredito que o secretário de Segurança Urbana também não saiba.

A vereadora Juliana Cardoso (PT) afirma que não há justificativa para pegar um dinheiro que poderia ser investido na GCM e entrega-lo à Polícia Militar.

— Nos últimos meses, aumentou o homicídio e o roubo de veículos. Então, hoje se gasta quase R$ 112 milhões para a criminalidade continuar na rua, então não adianta a PM ficar reprimindo morador de rua, ambulante, pessoas que são trabalhadoras. A PM ajudaria muito mais fazendo sua função para diminuir roubo e criminalidade do que tentando fazer o papel da GCM, que é tão importante para a cidade, para o patrimônio publico.

De acordo com ela, escolas e unidades de saúde, que deveriam ser vigiadas pela guarda, estão com a segurança debilitada.

— Você poderia investir esse recurso [da operação delegada] na Guarda, para cuidar de escolas, postos de saúde, dos teatros, do museu, de todo o patrimônio publico que tem na cidade. Daria pra equipar toda Guarda, aumentar efetivo, comprar equipamento. Daria para fazer inúmeras outras coisas; fazer contratação em massa e ocupar todos os espaços que prefeitura tem que ocupar. Esse dinheiro é uma fortuna.

Venerando reclama também da terceirização dessas funções de proteção do patrimônio da cidade, que antes eram exercidas pela GCM.

— É um absurdo. Guarda foi criada para cuidar de bens e serviços. Antes tinha policiamento nas escolas, hoje não tem. São 6.700 homens, um efetivo pequeno, que devia ser dobrado. Dinheiro gasto com empresas de segurança e delegada deveria ser repassado para município fazer bom policiamento municipal. O policiamento da Guarda é precário.

Procurada pelo R7 para comentar os gastos com a operação delegada, a prefeitura não se manifestou.